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    Stephen Sondheim (1930–2021)

    26 de novembro de 2021 /

    Stephen Sondheim, um dos maiores autores de musicais dos EUA, morreu nesta sexta-feira (26/11) em sua casa, no interior de Connecticut, aos 91 anos. A morte foi repentina e ainda não teve causa divulgada. Na noite anterior, ele tinha celebrado o dia de Ação de Graças em um jantar com amigos. Considerado o principal letrista da Broadway da segunda metade do século 20, ele acumulou sucessos desde a década de 1950, colocando seu nome em clássicos como “West Side Story”, “Company” e “Gypsy”, entre outros. Seu trabalho foi sempre marcado pela originalidade, como a ideia transformar “Romeu e Julieta” numa disputa de delinquentes latinos de Nova York, em “West Side Story”, ou musicar a história de um barbeiro serial killer em “Sweeney Todd”. Ao todo, ele venceu oito prêmios Tony (o Oscar do teatro), oito Grammys (o Oscar da música) e um Oscar (o Oscar), além de ter originado muitas adaptações de cinema. Desde que a adaptação de “West Side Story”, produzida em 1961, conquistou nada menos que 10 Oscars (incluindo Melhor Filme), suas obras se tornaram bastante visadas por Hollywood. O próprio “West Side Story”, que é conhecido no Brasil pelo título nacional “Amor, Sublime Amor”, está voltando às telas em dezembro, com uma nova filmagem dirigida por Steven Spielberg. “Gypsy” foi a segunda adaptação em 1962 – lançada como “Em Busca de um Sonho” nos cinemas brasileiros. Outras adaptações de sucesso incluem “Sweeney Todd” em 2007, com Johnny Depp psicopata e direção de Tim Burton, e “Into the Woods” (ou “Caminhos da Floresta”), com Meryl Streep bruxa e direção de Rob Marshall em 2014. Seus espetáculos também inspiraram documentários cultuados, como “Original Cast Album: Company”, que registrou em 1970 os bastidores da trilha da peça “Company”, com direção do mestre D.A. Pennebaker. Soundheim ainda colaborou na criação de músicas para o cinema, vencendo o Oscar de Melhor Canção Original em 1991 por “Sooner or Later (I Always Get My Man)”, cantada por Madonna no filme “Dick Tracy”. Além disso, foi roteirista, assinando episódios da série “Topper” nos anos 1950 – inspirada no filme “A Dupla do Outro Mundo” (1937) – , e o suspense criminal “O Fim de Sheila” (1979), de Herbert Ross. Seu trabalho mais influente foi mesmo “West Side Story”, musicado por Leonard Bernstein, que contou com direção e coreografia revolucionária de Jerome Robbins em 1957. Até então, os musicais eram conhecidos por representarem histórias românticas e superficiais, em que o mais importante eram as dançarinas bonitas e a exuberância visual. Com a peça materializada com as letras de Soundheim, o gênero se tornou sério, tanto em temática quanto em arte, combinando todo o potencial performático de dança, música e interpretação. A Broadway nunca mais foi a mesma.

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    Craig Zadan (1949 – 2018)

    22 de agosto de 2018 /

    Morreu Craig Zadan, produtor de “Chicago” (2002), filme vencedor do Oscar, que marcou sua carreira com a produção de musicais para o cinema e a televisão. Ele faleceu na noite de segunda-feira (21/8) em sua casa em Hollywood Hills, aos 69 anos, vítima de complicações decorrentes de uma recente cirurgia de substituição do ombro. “Estamos surpresos que o homem por trás de tantas produções incríveis de cinema, teatro e televisão – muitas delas musicais alegres – tenha sido levado tão de repente”, disse o presidente da NBC Entertainment, Bob Greenblatt. “A distinta carreira de Craig como produtor apaixonado e consumado é eclipsada apenas por seu amor genuíno pelos milhares de atores, diretores, escritores, músicos, designers e técnicos com os quais trabalhou ao longo dos anos. Sua ausência será sentida em nossos corações e em todo o nosso negócio.” Zadan iniciou sua carreira de produtor com o musical “Footloose: Ritmo Louco”, estrelado por Kevin Bacon em 1984, e logo no musical seguinte, “A um Passo da Fama’ (1989), estabeleceu sua longa e frutífera parceria com o futuro sócio Neil Meron. Os dois conquistaram um nicho de mercado no começo dos anos 1990 ao produzir telefilmes e minisséries de prestígio para a TV, desde dramas LGBTQIA+ como “Servindo em Silêncio” (1995), estrelado por Glenn Close, até a adaptação do musical “Gypsy” (1993), com Bette Midler, uma versão de “Cinderela” com Whitney Houston e telebiografias sobre a vida dos Beach Boys, Judy Garland, Lucille Ball e a parceria de Dean Martin e Jerry Lewis, entre outras. Depois do Oscar de “Chicago”, a dupla se estabeleceu como referência dos musicais modernos, produzindo “Hairspray: Em Busca da Fama” (2007), o remake de “Footloose” (2013) e até a primeira série sobre os bastidores da produção de um musical, “Smash” (2012–2013), que durou duas temporadas. Logo, foram convidados a produzir a cerimônia de entrega da Oscar, ficando à frente do evento da Academia por três anos, de 2013 a 2015. A dupla também produziu a bem-sucedida série de comédia “Drop Dead Diva” (2009–2014). Mas seu principal legado foi o revival das exibições de musicais ao vivo na rede NBC, tradição dos primórdios da TV, resgatada com pompa pela exibição de “A Noviça Rebelde Ao Vivo!”, em 2013. Vieram diversos outros especiais, inspirando até competição de canais rivais. O trabalho mais recente de Zadan, ao lado de seu velho parceiro, foi “Jesus Cristo Superstar ao Vivo”, que foi ao ar no Domingo de Páscoa nos EUA – e disputa 13 prêmios Emmy no mês que vem. Ele planejava levar a seguir uma montagem de “Hair” para a TV. Ao todo, as produções de Zadan e Meron venceram 6 Oscars, 5 Globos de Ouro, 17 Emmys, 2 Tonys, 2 Peabodys e 1 Grammy.

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  • Série

    Netflix cancela Gypsy na 1ª temporada

    11 de agosto de 2017 /

    A Netflix cancelou a série “Gypsy“, estrelada por Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), 40 dias após a disponibilização dos 10 episódios de sua 1ª e única temporada. Na trama, a atriz vivia uma psicóloga manipuladora, que utilizava sessões de terapia para se envolver sexualmente com seus pacientes, escanteando a ética para sua própria satisfação. O clima de sedução – com muitas cenas de lesbianismo – contava com a direção de uma especialista. A cineasta Sam Taylor-Johnson (de “Cinquenta Tons de Cinza”) assinou os dois primeiros episódios. Apesar da premissa provocante, “Gypsy” acabou não agradando à crítica, obtendo apenas 26% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Numa época em que não faltam ofertas de séries, é possível supor que o público seguiu a orientação da imprensa e não embarcou em maratonas da série. Mas a Netflix não divulga a audiência de suas produções. Criada pela roteirista estreante Lisa Rubin, a série também incluía em seu elenco Billy Crudup (“Spotlight”), Sophie Cookson (“Kingsman: Serviço Secreto”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Karl Glusman (“Animais Noturnos”), Melanie Liburd (série “Dark Matter”), Poorna Jagganthan (série “The Night Of”) e a veterana Brenda Vaccaro (“O Espelho tem Duas Faces”). “Gypsy” é a segunda série da Netflix a ser cancelada na 1ª temporada em 2017. O mesmo aconteceu com “Girlboss”, estrelada por Britt Robertson (“Tomorrowland”).

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  • Série

    Naomi Watts vira predadora sexual no trailer de Gypsy, série da diretora de Cinquenta Tons de Cinza

    8 de junho de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer de sua nova série de suspense, “Gypsy”, que traz Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”) como uma psicóloga manipuladora. A prévia mostra como sua personagem utiliza sessões de terapia para se envolver sexualmente com seus pacientes, escanteando a ética para sua própria satisfação. O clima de sedução, que chama atenção, conta com a direção de uma especialista. Sam Taylor-Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) assina os dois primeiros episódios. Criada pela roteirista estreante Lisa Rubin, “Gypsy” também inclui em seu elenco Billy Crudup (“Spotlight”), Sophie Cookson (“Kingsman: Serviço Secreto”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Karl Glusman (“Animais Noturnos”), Melanie Liburd (série “Dark Matter”), Poorna Jagganthan (série “The Night Of”) e a veterana Brenda Vaccaro (“O Espelho tem Duas Faces”). O lançamento está marcado para 30 de junho.

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  • Série

    Naomi Watts é psicóloga juramentada no primeiro teaser da série Gypsy

    18 de maio de 2017 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser de sua nova série de suspense, “Gypsy”. A prévia traz Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”) pronunciando o juramento de sua profissão, enquanto imagens insinuam que ela faz o oposto na prática, envolvendo-se com a personagem de Sophie Cookson (“Kingsman: Serviço Secreto”). Criada pela roteirista estreante Lisa Rubin, “Gypsy” segue a trajetória de Jean Holloway (papel de Naomi), uma terapeuta que desenvolve uma perigosa e íntima relação com pessoas das vidas de seus pacientes. Também fazem parte do elenco Billy Crudup (“Spotlight”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Karl Glusman (“Animais Noturnos”), Melanie Liburd (série “Dark Matter”), Poorna Jagganthan (série “The Night Of”) e a veterana Brenda Vaccaro (“O Espelho tem Duas Faces”). Os dois primeiros episódios tem direção da cineasta Sam Taylor-Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) e, além de atuar, Naomi Watts também assina a produção, junto com a Universal Television, a produtora Working Title e Lisa Rubin. O lançamento foi marcado para 30 de junho.

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  • Série

    Naomi Watts é destaque das primeiras fotos de Gypsy, nova série da Netflix

    7 de maio de 2017 /

    A Netflix divulgou as primeiras imagens de sua nova série de suspense, “Gypsy”. As imagens destacam a protagonista, vivida por Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), em cenas que incluem Billy Crudup (“Spotlight”) e Sophie Cookson (“Kingsman: Serviço Secreto”). Criada pela roteirista estreante Lisa Rubin, “Gypsy” segue a trajetória de Jean Holloway (papel de Naomi), uma terapeuta que desenvolve uma perigosa e íntima relação com pessoas das vidas de seus pacientes. Também fazem parte do elenco Lucy Boynton (“Sing Street”), Karl Glusman (“Animais Noturnos”), Melanie Liburd (série “Dark Matter”), Poorna Jagganthan (série “The Night Of”) e a veterana Brenda Vaccaro (“O Espelho tem Duas Faces”). Os dois primeiros episódios tem direção da cineasta Sam Taylor-Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) e, além de atuar, Naomi Watts também assina a produção, junto com a Universal Television, a produtora Working Title e Lisa Rubin. O lançamento está previsto para acontecer em 2017. Clique nas fotos para ampliá-las em tela inteira.

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    Gypsy: Naomi Watts vai estrelar série da diretora de Cinquenta Tons de Cinza

    20 de abril de 2016 /

    A atriz Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”) será protagonista da série dramática “Gypsy”, nova produção do Netflix que terá a diretora Sam Taylor-Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) a frente de seus primeiros episódios. As informações são do site da Variety. Criada pela roteirista estreante Lisa Rubin, “Gypsy” segue a trajetória de Jean Holloway (papel de Naomi), uma terapeuta que desenvolve uma perigosa e íntima relação com pessoas das vidas de seus pacientes. Além de atuar, Naomi Watts será produtora executiva da série junto com a Universal Television, a produtora Working Title e Lisa Rubin. O lançamento está previsto para acontecer em 2017. Além da série, a atriz também está confirmada em “The Book of Henry”, de Colin Trevorrow (“Jurassic World”), no thriller psicológico “Shut In”, no drama “The Glass Castle”, com Brie Larson (“O Quarto de Jack”), e no final da franquia “Divergente”, “A Série Divergente: Ascendente”.

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