Playlist: 10 clipes da nova geração gótica e EBM
A seleção indie da semana traz muitos teclados glaciais e batidas dançantes que caracterizam uma festa gótica moderna. A jornada aberta pela cantora espanhola Sofia, que experimenta um pós-punk experimental de baixa fidelidade, vai ficando cada vez mais pesada, conforme as faixas avançam, até chegar na nova banda escocesa de EBM Vlure. A maioria dos artistas vem da França e Alemanha, onde os góticos voltaram com mais força, mas também há Pixel Grip (foto acima) representando a nova geração americana e até um veterano sul-africano, The Awakening, projeto criado pelo multi-instrumentista Ashton Nyte em 1995. Para convidar o ouvinte a dançar – ou ao menos balançar a cabeça – , os vídeos foram alinhados de forma a sugerir uma discotecagem contínua. É só dar play abaixo e deixar tocar. Sofia | Espanha | Night Haze | Grécia | Creeps | Alemanha | Zanias | Alemanha | Minuit Machine | França | Echoberyl | França | Potochkine | França | Pixel Grip | EUA | The Awakening | África do Sul | Vlure | Escócia
Halsey lança primeiro clipe de seu álbum visual
Halsey lançou o clipe de “I Am Not a Woman, I’m a God”, primeiro vídeo extraído do álbum visual “If I Can’t Have Love, I Want Power”, lançado na quarta-feira (25/8) nos cinemas do circuito IMAX nos EUA. O filme foi concebido e escrito pela própria artista para evocar as músicas do disco homônimo e conta com direção de Colin Tilley, parceiro habitual de Justin Bieber e J Balvin, que antes já tinha assinado os clipes de “Without Me” e “You Should Be Sad”, de Halsey. Em “I Am Not a Woman, I’m a God”, a cantora aparece sendo banhada e vestida por várias mulheres, numa sequência lenta e evocativa de Cleópatra. Mas conforme o vocal que acompanha a base eletrônica se desespera, a placidez submissa é interrompida por cenas sombrias de outros clipes criados para o lançamento cinematográfico. O disco “If I Can’t Have Love, I Want Power” chegou nesta sexta (27/8) nas plataformas musicais com uma sonoridade gótica-eletrônica, que se é inesperada para Halsey em nada surpreeende os fãs da obra de seus produtores, a dupla Trent Reznor (do Nine Inch Nails!) e Atticus Ross, vencedores do Oscar de Melhor Trilha Sonora por “A Rede Social” (2010) e “Soul” (2020). O lançamento deve ser reforçado por novos vídeos derivados do filme em breve.
Renfield: Nicholas Hoult será capanga de Drácula no cinema
O ator Nicholas Hoult (“X-Men: Fênix Negra”) foi escalado para estrelar o próximo filme de monstros da Universal, intitulado “Renfield”. O personagem-título é um dos mais conhecidos capangas de Drácula. E embora nunca tenha merecido um filme próprio, marcou época graças à performance de Dwight Frye no primeiro filme de “Drácula” no cinema. Frye originou algumas das melhores cenas do lançamento da Universal de 1931, como um engolidor de insetos trancafiado num hospício. Criado pelo escritor Bram Stoker no romance gótico original de “Drácula”, o personagem também foi vivido pelo cantor Tom Waits no longa dirigido por Francis Ford Coppola em 1992. “Renfield” será baseado em uma história original de Robert Kirkman, o criador dos quadrinhos de “The Walking Dead”, e foi roteirizado por Ryan Ridley, escritor de vários episódios da série animada “Rick and Morty”. A produtora Skybound Entertainment, de Kirkman, assina a coprodução do longa. O filme está em desenvolvimento desde 2019 e já teve Dexter Fletcher (“Rocketman”) em negociações para assumir sua direção. Na ocasião, o projeto foi descrito como um mockumentary (documentário falso), mostrando como Renfield descobre que está num relacionamento ruim e co-dependente com Drácula. A premissa lembrava o tom de “O Que Fazemos nas Sombras” (2014), falso documentário de vampiros de Taika Waititi. Não há informações sobre o tom da atual produção, mas o diretor contratado é conhecido por comédias infantis. Trata-se de Chris McKay, de “Lego Batman: O Filme” e da série “Frango Robô”, que recentemente dirigiu “A Guerra do Amanhã, estrelado por Chris Pratt na Amazon Prime Video. A produção de “Renfield” ainda não tem data para começar a ser filmada nem previsão de lançamento aos cinemas.
Halsey lança trailer gótico de seu álbum visual
A cantora Halsey resolveu seguir Beyoncé e lançar um filme de uma hora junto de seu próximo álbum, “If I Can’t Have Love, I Want Power”. O “álbum visual” ganhou um trailer impactante, que revela um pouco do clima gótico da produção, apresentando um figurino de época e atmosfera de fábula de terror com tema de maternidade. A produção foi escrita pela própria artista para evocar as músicas do disco e conta com direção de Colin Tilley, parceiro habitual de Justin Bieber e J Balvin, que antes já tinha assinado os clipes de “Without Me” e “You Should Be Sad”, de Halsey. O lançamento vai acontecer em IMAX em data ainda não revelada, mas os ingressos estarão disponíveis a partir de 3 de agosto. “If I Can’t Have Love, I Want Power” é o quarto álbum da carreira de Halsey e tem a inesperada produção da dupla Trent Reznor (Nine Inch Nails) e Atticus Ross, vencedores do Oscar de Melhor Trilha Sonora por “A Rede Social” (2010) e “Soul” (2020). O disco chega às plataformas digitais em 27 de agosto.
Diretor de “Lego Batman” negocia filmar história do capanga de Drácula
O diretor Chris McKay, de “Lego Batman: O Filme” e da série “Frango Robô”, está em negociações para dirigir e coproduzir uma nova adaptação do catálogo de monstros clássicos da Universal Pictures. Trata-se de “Renfield”, produção sobre um dos mais conhecidos capangas de Drácula. Embora o personagem nunca tenha ganhado um filme próprio, Renfield marcou época graças à performance de Dwight Frye, que encarnou o engolidor de insetos em cenas memoráveis da primeira adaptação oficial do vampiro criado por Bram Stoker, lançada nos cinemas pela Universal em 1931. O personagem também foi vivido pelo cantor Tom Waits na versão dirigida por Francis Ford Coppola em 1992. “Renfield” será baseado em uma história original de Robert Kirkman, o criador de “The Walking Dead”, e foi roteirizado por Ryan Ridley, escritor de vários episódios da série animada “Rick and Morty”. A produtora Skybound Entertainment, de Kirkman, assina a coprodução do longa. O filme está em desenvolvimento desde 2019 e já teve Dexter Fletcher (“Rocketman”) em negociações para assumir sua direção. Na ocasião, o projeto foi descrito como um mockumentary (documentário falso), mostrando como Renfield descobre que está num relacionamento ruim e co-dependente com Drácula. A premissa lembra o tom de “O Que Fazemos nas Sombras” (2014), falso documentário de vampiros de Taika Waititi. Ainda não há previsão de estreia. Chris McKay atualmente trabalha na pós-produção de “The Tomorrow War”, filme sobre invasão de alienígenas estrelado por Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”), que será lançado em 2 de julho na Amazon.
Netflix faz maior negócio do Festival de Berlim com terror estrelado por Christian Bale
A Netflix fechou o maior negócio da European Film Market (EFM), a feira de negócios paralela ao Festival de Berlim, ao adquirir por estimados US$ 55 milhões os direitos mundiais do projeto de terror gótico “The Pale Blue Eye”. O projeto volta a reunir o diretor Scott Cooper com o ator Christian Bale, após o thriller “Tudo por Justiça”, de 2013, e o western “Hostis”, de 2017. Além de dirigir, Cooper escreveu o roteiro, que adapta o romance de Louis Bayard lançado no Brasil com o título de “O Pálido Olho Azul”, e também produzirá o longa com Bale e a Cross Creek (produtora de “Os 7 de Chicago”). A trama se concentra em uma tentativa de resolver uma série de assassinatos ocorridos na Academia Militar de West Point em 1830. Bale tem o papel de um detetive veterano que investiga os crimes, e para isso conta com a ajuda de um jovem cadete, que mais tarde se tornaria mundialmente famoso como escritor, Edgar Allan Poe. A premissa e os nomes envolvidos no projeto atraíram muitas propostas, mas a Netflix superou a oferta dos concorrentes. As filmagens vão começar no outono norte-americano (primavera no Brasil), após Bale encerrar sua participação em “Thor: Love And Thunder” e num filme ainda sem título de David O Russell (“Trapaça”), ambos atualmente em produção. Além de “The Pale Blue Eye”, a Netflix também comprou no EFM os projetos de “Operation Mincemeat”, filme sobre a 2ª Guerra Mundial estrelado por Colin Firth, e “The Ice Road”, thriller de ação que vai reunir Liam Neeson e Laurence Fishburne, pagando, respectivamente, US$ 15 e 18 milhões pelas duas aquisições. “The Pale Blue Eye” custou, portanto, bem mais que os dois juntos.
Filha de Michael Jackson vira cantora solo em clipe gótico sangrento
A filha de Michael, Paris Jackson, está inaugurando sua carreira musical solo. Mas a única comparação possível com seu pai famoso é que seu primeiro clipe segue a linha de terror de “Thriller”. Perfeito para o Halloween. Mesmo assim, o clima é totalmente diferente. O vídeo sombrio de “Let Down” é assumidamente gótico, com uma historinha mais alinhada a “Entrevista com o Vampiro” que “Crepúsculo”, e termina de forma trágica, com o coração de Paris não apenas partido por um parceiro galã, mas arrancado de seu peito num banho de sangue. Não chega a ser uma mensagem cifrada. Afinal, ela só está seguindo sua carreira solo após se separar do namorado com quem formou a dupla de folk medíocre The Soundflowers. Apesar da base acústica de “Let Down” ligar os dois projetos, a nova canção é uma grande evolução, em parte pela produção de Andy Hull, da banda Manchester Orchestra, e serve de mostra do que vem em seu primeiro álbum, “Wilted”, previsto para 13 de novembro. A propósito, a direção do clipe é de Meredith Alloway, jornalista pop transformada em curta-metragista especializada em produções de terror, que atualmente prepara seu primeiro longa-metragem com produção de David S. Goyer (o roteirista de “Batman – O Cavaleiro das Trevas”).
Lily James teria abalado casamento de Armie Hammer durante filmagens de Rebecca
Um novo suposto caso de Lily James começou a ser explorado pelos tabloides britânicos de fofocas, enquanto a atriz permanece isolada e longe da mídia, após ser flagrada em fotos íntimas com Dominic West e ver o ator casado de “The Affair” renegá-la publicamente em prol de seu casamento. Desta vez não há fotos, mas o jornal Daily Mail está afirmando que a atriz teria sido o pivô da separação do ator Armie Hammer, após os dois contracenarem no recente filme “Rebecca – A Mulher Inesquecível”, da Netflix. Hammer era casado com a apresentadora e jornalista Elizabeth Chambers, com quem tem dois filhos. Eles ficaram juntos por dez anos e o final abrupto do relacionamento coincidiu com o período de filmagens de “Rebecca”. Em julho, os dois se manifestaram em suas respectivas contas no Instagram, afirmando que seguiriam suas jornadas separados, mas ainda amigos e criando juntos os filhos. O jornal cita fontes ligadas ao ator para dizer que seu casamento com Chambers entrou em crise no final de 2019 quando ela achou no celular dele mensagens apaixonadas de uma mulher que se chamava Adeline. O jornal britânico, por sua vez, aponta que o nome Adeline era o mesmo usado por James nos bastidores do filme. O uso de outros nomes por astros de cinema nos bastidores de suas produções é um hábito criado para evitar que fãs descubram onde eles estão hospedados. Uma forma de despistar. Assim, para o Daily Mail, a culpada pela separação seria Lily James. Segundo esse relato, o clima entre James e Hammer era de muitos flertes durante as filmagens, em que eles viveram um par romântico. “Ela nunca foi discreta”, conta a fonte. “E ele também demonstrou interesse, sem dúvidas. Eles ficavam se tocando o tempo todo e trocando olhares. Aí as coisas finalmente estouraram quando a Elizabeth encontrou essas mensagens apaixonadas entre o Hammer e essa mulher que assinava como Adeline”. Baseado no livro homônimo de Daphne du Maurier, anteriormente adaptado para o cinema em 1940 por Alfred Hitchcock, o filme segue um casal que se apaixona e se casa por impulso, mas, após chegar na residência dele, a mulher logo descobre que precisará competir com a lembrança constante da ex-esposa de seu marido. Veja abaixo o trailer do remake de “Rebecca”, que já está disponível na Netflix.
Remake de Rebecca, a Mulher Inesquecível ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado do remake de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, estrelado por Lily James (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”). Eles dão vida aos papéis originados por Joan Fontaine e Laurence Olivier na obra clássica de Alfred Hitchcock, que venceu o Oscar de Melhor Filme em 1941. A produção tem diante de si o desafio de superar uma espécie de maldição cinéfila. Até hoje, nenhum remake de filme dirigido por Hitchcock jamais igualou o sucesso da filmagem original. Entre eles, encontram-se “Psicose” (1998), de Gus Van Sant, “Os 39 Degraus” (2008), de James Hawes, “O Inquilino” (2009), de David Ondaatje, e até mesmo a própria “Rebecca” (2008), já refilmada por Riccardo Milani. Em sua versão mais recente, o romance da escritora Daphne du Maurier, que combina história de amor, crime e mistério gótico, foi adaptado pela roteirista Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e dirigido por Ben Wheatley (“No Topo do Poder”). A trama conhecidíssima acompanha uma jovem que se apaixona e casa inesperadamente com um aristocrata e, ao chegar à imponente propriedade de seu marido na costa inglesa, descobre que terá que disputar atenção com um fantasma – ou melhor, a sombra de sua primeira esposa falecida, Rebecca, cuja lembrança opressiva continua a assombrar a mansão. Lily James vive a jovem Sra. de Winter, papel que rendeu indicação ao Oscar para Joan Fontaine, enquanto Armie Hammer dá vida a Maxim de Winter, o víuvo alegre, mas que esconde um segredo terrível, imortalizado pelo lendário Laurence Olivier no cinema. Além do casal central, Kristin Scott Thomas (“O Destino de uma Nação”) e Sam Riley (“Malévola”) têm papéis importantes na trama, respectivamente como a governanta opressora e o primo aproveitador da falecida. A nova “Rebecca” estreia em 21 de outubro em streaming.
Remake de Rebecca, a Mulher Inesquecível ganha primeiras fotos
A Netflix divulgou a data de estreia e as primeiras fotos do remake de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, estrelado por Lily James (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”). Eles dão vida aos papéis originados por Joan Fontaine e Laurence Olivier na obra clássica de Alfred Hitchcock, que venceu o Oscar de Melhor Filme em 1941. A nova versão do romance da escritora Daphne du Maurier, que combina história de amor, crime e mistério gótico foi escrita por Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e dirigida por Ben Wheatley (“No Topo do Poder”). A trama conhecidíssima acompanha uma jovem que se apaixona e casa inesperadamente com um aristocrata e, ao chegar à imponente propriedade de seu marido na costa inglesa, descobre que terá que disputar atenção com um fantasma – ou melhor, a sombra de sua primeira esposa falecida, Rebecca, cuja lembrança opressiva continua a assombrar a mansão. Lily James vive a jovem Sra. de Winter, papel que rendeu indicação ao Oscar para Joan Fontaine, enquanto Armie Hammer dará vida a Maxim de Winter, interpretado pelo lendário Laurence Olivier no cinema. Além do casal central, Kristin Scott Thomas (“O Destino de uma Nação”) e Sam Riley (“Malévola”) têm papéis importantes na trama, respectivamente como a governanta opressora e o primo aproveitador da falecida. Vale lembrar que nenhum remake de filme dirigido por Hitchcock jamais igualou o sucesso da filmagem original. Entre eles, encontram-se “Psicose” (1998), de Gus Van Sant, “Os 39 Degraus” (2008), de James Hawes, “O Inquilino” (2009), de David Ondaatje, e até mesmo a própria “Rebecca” (2008), já refilmada por Riccardo Milani. O novo “Rebecca” estreia em 21 de outubro em streaming.
Shows clássicos: Veja 18 vídeos com Bauhaus, The Cure, Siouxie and the Banshees, Echo & the Bunnymen, etc
A 8ª seleção de shows clássicos da Pipoca Moderna destaca a era gótica dos anos 1980, reunindo 18 apresentações extraídas de documentários, VHS caseiros e programas de TV raros, disponíveis em diferentes portais de vídeos da internet. A mostra abre com o famoso show do Bauhaus no Old Vic Theater em 1982, que foi retalhado e lançado separadamente em dois vídeos diferentes pela gravadora Beggars Banquet na companhia de clipes da época. Para apresentar a performance completa, os dois VHS originais foram reunidos numa miniplaylist, que emenda um vídeo oficial atrás do outro. A banda Siouxsie and the Banshees também entra na lista com um célebre lançamento da época do VHS: o show “Nocturne”, gravado em 1983 no Royal Albert Hall com participação de Robert Smith, do Cure, na guitarra. O próprio The Cure aparece num show de 1988, logo após o lançamento do disco “Kiss Me Kiss Me Kiss Me”. Ao lado dos artistas mais conhecidos da geração gótica, como Sisters of Mercy, The Mission, Cocteau Twins e Clan of Xymox, a seleção inclui outros talentos que combinaram punk rock e estilo gótico, como Killing Joke e Lords of New Church, e avança pelo neopsicodelismo que também brotou no Reino Unido durante aquele período por meio de seus representantes mais destacados. Não só Echo & The Bunnymen, The Cult e Psychedelic Furs, mas também a banda Colourfield de Terry Hall (ex-The Specials), a sensacional Teardrop Explodes de Julian Cope, Icicle Works de Ian McNabb e The Chameleons, possivelmente a banda mais subestimada da história de Manchester. Além da seleção atual, abaixo também estão disponíveis os atalhos para as curadorias anteriores, com diferentes períodos da História do Pop/Rock. E aguardem para breve os vídeos da mostra de synthpop. > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) > Shows dos 1980 – Parte 1 (punk, hardcore e grunge) > Shows dos 1980 – Parte 2 (reggae, ska, new wave, pós-punk) > Shows dos 1980 – Parte 3 (punk comercial e os revials mod, rockabilly, folk & blues) Bauhaus | 1982 The Sisters of Mercy | 1985 The Misson | 1987 Lords of the New Church | 1984 Killing Joke | 1985 Siouxsie and the Banshees | 1983 The Cure | 1986 Clan of Xymox | 1989 Xmal Deutchland | 1985 Cocteau Twins | 1984 Echo and the Bunnymen | 1982 The Teardrop Explodes | 1981 The Mighty Lemon Drops | 1988 The Chameleons | 1984 The Colourfield | 1984 Icicle Works | 1984 The Psychedelic Furs | 1984 The Cult | 1986
The Alienist: Daniel Bruhl, Luke Evans e Dakota Fanning retornam no trailer da 2ª temporada
A TNT divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “The Alienist”, um dos maiores sucessos da TV paga americana de 2018. Batizada de “The Alienist: The Angel of Darkness”, a continuação volta a reunir os atores Daniel Bruhl (“Capitão América: Guerra Civil”), Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contada”) e Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”), que desta vez trocam a caça a um serial killer por um caso envolvendo o sequestro de um bebê recém-nascido. Brühl interpreta o brilhante e excêntrico Dr. Laszlo Kreizler, um prodígio da psicologia forense, que é o alienista do título – como eram chamados os primeiros psiquiatras, que tratavam pacientes “alienados da realidade”. Evans vive John Moore, repórter investigativo do New York Times. E Fanning é a ex-secretária da polícia Sara Howard, que está determinada a se tornar a primeira detetive feminina dos EUA. Os novos episódios adaptam o segundo livro escrito por Caleb Carr sobre os personagens, traduzido no Brasil como “O Anjo das Trevas”, que gira em torno do sequestro da filha de um diplomata espanhol em visita a Nova York. O crime tem como pano de fundo as tensões crescentes entre Espanha e Estados Unidos no período, que culminariam logo em seguida na Guerra Hispano-Americana do final do século 19. Na trama, o trio de especialistas não convencionais volta a se juntar para encontrar o bebê desaparecido. A exibição da 1ª temporada rendeu a maior audiência da TNT em seis anos. Originalmente assistido por 3,1 milhões de telespectadores em sua primeira transmissão em janeiro de 2018, o episódio inaugural quadruplicou o público ao longo de exibições por streaming, atingindo 13,1 milhões em sua primeira semana de disponibilidade online. Segundo a TNT, a performance multiplataforma atingiu 16 milhões de telespectadores em um mês, tornando “The Alienist” o lançamento mais bem sucedido do canal pago desde 2012. O episódio de estreia também bateu o recorde de visualizações nos aplicativos e sites da TNT, somando 4 milhões de minutos de consumo de seus usuários, além de ter gerado 10 milhões de menções nas redes sociais. A 2ª temporada deveria chegar em junho à TV dos Estados Unidos, mas teve a estreia adiada para o próximo domingo (19/7), quando exibirá dois episódios consecutivos. No Brasil, a temporada inaugural foi lançada pela Netflix, que ainda não programou a exibição dos novos capítulos.
Shows clássicos: Veja The Jam, Pretenders, Joan Jett, Stray Cats, Nick Cave, etc
A 7ª mostra de shows clássicos da Pipoca Moderna reúne uma seleção com 27 apresentações extraídas de documentários, festivais e programas de TV raros dos anos 1980, cobrindo os revivals das cenas mod e rocka(psycho)billy, além da reinvenção pós-punk do folk e do blues. De quebra, a lista ainda reflete a curiosa intersecção entre o punk e o pop comercial do período. A nova coleção de vídeos abre com a última turnê da banda The Jam em 1982, época do disco “The Gift”, e encerra com a primeira turnê de The Fall com a guitarrista Brix Smith, esposa do cantor Mark E. Smith, com o repertório do LP “Perverted by Language”, de 1983. Entre as curiosidades, destacam-se também o começo da carreira solo de Joan Jett em 1982, o auge dos Stray Cats em 1981, Dexy’s Midnight Runners em 1982, quando chegou a ser considerada a melhor banda da Inglaterra, a fase mais popular dos Pretenders em 1984, que marcou a despedida de Martin Chambers na bateria, o Housemartins em show de 1986 com o futuro Fatboy Slim no baixo, e até Boomtown Rats em 1980, com o cantor Bob Geldof, antes de estrelar o filme “The Wall” (1982) e conceber o Live Aid. A profusão de lives históricas inclui Nick Cave em dois momentos, à frente da banda Birthday Party em 1982 e no início de sua carreira solo em 1984, e um registro breve do grupo belga The Honeymoon Killers com Yvon Vromman em 1982. A cantora morreu sete anos depois. Entre muitas outras opções. E se achar pouco, tem mais links para conferir abaixo, com a curadoria das mostras anteriores. > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) > Shows dos 1980 – Parte 1 (punk, hardcore e grunge) > Shows dos 1980 – Parte 2 (reggae, ska, new wave, pós-punk) The Jam | 1982 Secret Affair | 1980 Bram Tchaikowsky | 1980 The Housemartins | 1986 The Pretenders | 1984 Boomtown Rats | 1980 Billy Idol | 1983 Joan Jett | 1982 Billy Squire | 1981 Pat Benatar | 1982 X | 1985 The Monochrome Set | 1989 The Stranglers | 1985 Ian Dury | 1981 Johnny Thunders | 1984 Stray Cats | 1981 The Cramps | 1986 The Meteors | 1988 King Kurt | 1984 Violent Femmes | 1985 Dexy’s Midnight Runners | 1982 The Pogues | 1988 The Birthday Party | 1982 Nick Cave | 1984 Crime and the City Solution | 1985 Honeymoon Killers | 1982 The Fall | 1983









