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    Confira os melhores memes do Oscar 2017

    27 de fevereiro de 2017 /

    A Globo pode ter preferido o Carnaval, mas o verdadeiro samba do crioulo louco aconteceu mesmo no Oscar 2017. A emissora vai exibir um compacto hoje a noite, mas os memes nem precisaram de Glória Pires para tomar as redes sociais nacionais. Se bem que até ela foi lembrada. Confira abaixo como o Oscar repercutiu entre os usuários brasileiros do Twitter. Detalhe: com mais “audiência social” que os desfiles das escolas de samba cariocas. Bom dia com essa imagem da gafe do Oscar. ? #Oscars #Oscar2017 pic.twitter.com/rTC8bMDtEW — Tiago Oliveira (@tiagoliverg) February 27, 2017 hoje eu tô só a meryl streep reagindo as premiações do oscar pic.twitter.com/cNWDn0S5GU — Juliane com e de exu (@exuliane) February 27, 2017 VEM PEGAR SEU OSCAR POR CENTRAL DO BRASIL QUE O RESULTADO DE 1999 TAVA ERRADO pic.twitter.com/zmsaLO0nzz — x-yago (@twerkyago) February 27, 2017 Opa, parece q erraram de novo pic.twitter.com/L1aD9Pp3ze — Tuba (@homembarata) February 27, 2017 Eu tentando entender o que aconteceu no #Oscars2017 #moonlight pic.twitter.com/fH8jHMHxAi — TOAD (@toadgeek) February 27, 2017 Perdi o Oscar Nem eu Glória pic.twitter.com/NyvSFdAfcv — ☀ (@Publicaveis) February 27, 2017 Glória, o q vc achou do final da cerimônia do Oscar? pic.twitter.com/ZContJYgj5 — Fábio (@o_colecionador) February 27, 2017 Se acontece isso em apuração de escola de samba dá morte https://t.co/QnhkPbUbvE — dona ddivinas tretas (@ladyrasta) February 27, 2017 faltou o didi entrando com um extintor — Kadu Junqueira (@pedroadams) February 27, 2017 Advogado do Fluminense já foi contactado pela produção de La la Land — Pedro Só (@pedrosoh) February 27, 2017 Eu não assisti ao Oscar mas sei que o negócio foi bom porque tem meme pra tudo que é lado — (M)arço (@jumbogammer) February 27, 2017

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  • TV

    Oscar 2017 não terá memes de Glória Pires e pode nem ir ao ar na Globo

    3 de fevereiro de 2017 /

    É oficial. Glória Pires não será a comentarista do Oscar 2017 para a Globo, deixando frustrados centenas de internautas ansiosos por novos memes. De acordo com a assessoria de imprensa da rede Globo, ainda não está definido o formato da transmissão da cerimônia deste ano, que coincidirá com o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro. Das últimas vezes que isso aconteceu, em 2009 e 2014, a Globo optou por não transmitir a premiação ao vivo, sambando nos cinéfilos. Portanto, o mais provável é que a emissora exiba um compacto com os melhores momentos no dia seguinte à premiação. Para fazer isto, o canal convidou Miguel Falabella. Glória virou sensação no ano passado, durante sua participação na cobertura do Oscar 2016, graças à superficialidade de seus comentários. Entre os pontos altos, destaca-se a sinceridade ao analisar o indicado brasileiro a melhor animação, “O Menino e o Mundo”, que perdeu para “Divertidamente”: “Não assisti nenhum dos dois”. E o meme favorito dos internautas, quando foi instada a opinar sobre o melhor filme e se saiu com o agora icônico: “Não sou capaz de opinar sobre isso”. A atriz já tinha dito que não pretendia repetir a experiência. Mas, graças à sua participação sem noção, a transmissão da rede Globo apresentou um crescimento de 3% em relação à cerimônia de 2015, que contou com comentários do ator Lázaro Ramos. O Oscar 2016 marcou 9,1 pontos de audiência, contra 8,8 pontos de 2015. Até 2014, o comentarista era José Wilker, que faleceu em abril daquele ano. A cerimônia do Oscar 2017 acontece no dia 26 de fevereiro e será exibida ao vivo pelo canal pago TNT, com comentários de Rubens Ewald Filho, que, se não viram memes, rendem jogo de bebidas entre os cinéfilos já há alguns anos.

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  • Etc

    Após memes do ano passado, Gloria Pires não quer comentar o Oscar 2017

    11 de janeiro de 2017 /

    Depois de virar sensação na internet, com sua participação na cobertura do Oscar 2016 transformada em memes instantâneos, a atriz Glória Pires afirmou que não pretende comentar a cerimônia de 2017. “Fiquei impressionada com as reações nas redes sociais. Mas não me senti ofendida, pois acho que esses haters são pessoas sem educação, que não sabem se expressar, não sabem fazer uma contestação civilizada. Não é correto vomitar em alguém seus ressentimentos da forma como fizeram. Descobri que, para essa gente, eu tenho uma importância muito grande, que na verdade não acredito nem merecer”, revelou a atriz em entrevista à revista 29 horas, publicação do aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Graças à participação hilária e sem noção da atriz, a transmissão da rede Globo apresentou um crescimento de 3% em relação à cerimônia de 2015, que contou com comentários do ator Lázaro Ramos. O Oscar 2016 marcou 9,1 pontos de audiência, contra 8,8 pontos de 2015. Até 2014, o comentarista era José Wilker, que faleceu em abril daquele ano. O que chamou atenção na participação de Glória Pires foi a superficialidade dos comentários, que inclui frases como “justo, o filme é ótimo” ao comentar a sexta vitória de “Mad Max: Estrada da Fúria” e “muito bom de assistir, bastante acessível”, sobre o vencedor do Oscar, “Spotlight”. O ponto alto foi a sinceridade da atriz ao comentar o indicado brasileiro a melhor animação, “O Menino e o Mundo”, que perdeu para “Divertidamente”: “Não assisti nenhum dos dois”. Mas o meme favorito dos internautas surgiu na hora em que ela foi instada a opinar sobre o melhor filme e se saiu com esta frase marcante: “Não sou capaz de opinar sobre isso”. “Eu sou assim, prefiro não falar do que não estou a par. Sobre os filmes que vi, opinei. Era uma convidada, ao lado dos preparadíssimos Artur Xexéo e Maria Beltrão”, disse a atriz à publicação. Apesar dos comentários negativos, Gloria mostrou que sabe rir de si mesma e até lançou camisetas com suas frases, como “sou ruim de previsões” e “não sou capaz de opinar”. A cerimônia do Oscar deste ano acontece no dia 26 de fevereiro e terá como apresentador o comediante Jimmy Kimmel. Enquanto a TNT já tem Rubens Ewald Filho garantido para falar mal de Casey Affleck, quem será que a Globo vai escalar para os memes de 2017?

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    Nise – O Coração da Loucura restaura a fé na humanidade

    23 de abril de 2016 /

    “Nise – O Coração da Loucura” mostra que a comédia “Julio Sumiu” (2014) foi apenas um deslize na carreira de Roberto Berliner, que já tinha feito bons trabalhos como documentarista – em filmes como “A Pessoa É para o que Nasce” (2004), “Herbert de Perto” (2009) e “A Farra do Circo” (2014). Em sua segunda ficção, ele opta pelo uso da câmera na mão, característica de documentarista, para imprimir mais verdade à cinebiografia da Dra. Nise da Silveira, a psiquiatra que ousou tratar de pacientes de um hospício da década de 1940 de maneira digna, usando o afeto e a arte como objetos de trabalho. Falando assim, pode parecer que “Nise” tende ao melodrama piegas, mas a sensibilidade do cineasta e o bom trabalho do elenco em momento nenhum prejudicam os aspectos dramáticos, sem falar que a obra também serve para apresentar, para muitos brasileiros que não conheciam, essa pessoa fantástica que foi Nise da Silveira (1905-1999). Além de estimular a tolerância e a criatividade de seus pacientes, ela levou as artes criadas em suas sessões de terapia ocupacional para museus, e chegou a trocar correspondência com Carl Jung, em um tempo em que a lobotomia e os eletrochoques eram considerados as técnicas mais avançadas e revolucionárias no tratamento dos doentes mentais. A convivência do elenco e direção com pacientes esquizofrênicos e a conversa com uma das assistentes de Nise foram bastante importantes para a construção da personagem e do enredo. Mas não há como ignorar o destaque individual de Gloria Pires. A atriz que incorpora Nise tem seu melhor desempenho no cinema desde “É Proibido Fumar” (2009), de Anna Muylaert. Um dos momentos mais intensos do filme, em seu terço inicial, é quando a Dra. Nise se apresenta aos seus clientes (é assim que ela prefere lhes chamar, demonstrando que estava ali para servi-los) e pede para que eles se sentem para conversar. A câmera rodopia ao seu redor, passando uma impressão de perda de controle, ao mesmo tempo em que começa a adaptar o olhar do público àquele caos cotidiano. O trabalho de direção de arte da equipe de Berliner, ainda que muito discreto, é digno de nota, com uma opção pela predominância da cor marrom impessoal na apresentação do local de trabalho, que aos poucos se torna ensolarado e em um lugar de harmonia para os pacientes, que antes eram tratadas com frieza e crueldade. Quando exibido no Festival do Rio no ano passado, “Nise – O Coração da Loucura” teve em sua plateia ex-pacientes da verdadeira Nise, que se emocionaram com suas representações na tela. O filme acabou ovacionado e conquistando o prêmio do público do festival. A história de “Nise” também permite refletir que, apesar de as técnicas cruéis daqueles tempos já serem consideradas ultrapassadas, o tratamento mais humano de pessoas confinadas, sejam elas doentes mentais ou sadias, continua enfrentando resistência e preconceito até hoje, por quem as considera inferiores ou indignas da mínima consideração. É um ótimo filme, mas mais que isso, “Nise – O Coração da Loucura” faz o espectador sair do cinema com fé restaurada na humanidade.

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    O Caçador e a Rainha do Gelo é o maior lançamento e também o pior filme da semana

    21 de abril de 2016 /

    “O Caçador e a Rainha do Gelo” é o lançamento mais amplo da semana, distribuído em 920 salas pelo país. Espécie de quimera, que junta prólogo e sequência na mesma criatura, o filme retoma os personagens de Chris Hemsworth e Charlize Theron em “Branca de Neve e o Caçador” (2012), mas em vez de aprofundar a fábula de Branca de Neve leva sua trama para o mundo de “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013). O resultado parece um episódio de “Once Upon a Time” mal escrito e obcecado por efeitos visuais dourados. O longa também estreia neste fim de semana nos EUA, onde foi eviscerado pela crítica (19% de aprovação no site Rotten Tomatoes). A outra estreia infantil, a animação “No Mundo da Lua”, é mais criativa, ao acompanhar um adolescente, filho e neto de astronautas, em sua luta para preservar o programa espacial americano e impedir um bilionário excêntrico de virar dono da lua. A produção mantém o espírito aventureiro do primeiro longa do diretor espanhol Enrique Gato, “As Aventuras de Tadeo” (2012), com exibição em 290 salas (126 em 3D). “Milagres do Paraíso” também foca famílias com sua história, sobre uma criança doente que consegue uma cura milagrosa. Típica produção religiosa, sua trama reforça a insignificância da ciência, desautoriza coincidências e prega que Deus sempre atende aos que acreditam. A crítica americana considerou medíocre, com 47% de aprovação. A diretora mexicana Patricia Riggen é a mesma do drama “Os 33” (2015) e o elenco destaca Jennifer Garner (“Clube de Compra Dallas”) como a mãe que padece no paraíso. Chega em 180 salas do circuito. Dois filmes nacionais completam a programação dos shoppings. E, por incrível que pareça, nenhum deles é uma comédia boba. Com maior alcance, “Em Nome da Lei” marca a volta do diretor Sergio Rezende ao gênero policial, sete anos após seu último longa, “Salve Geral” (2009). O lançamento em 380 salas sinaliza a expectativa positiva do estúdio à história de um juiz federal incorruptível, que evoca esses dias de operação Lava Jato (dá-lhe zeitgeist). Mas o personagem de Mateus Solano (“Confia em Mim”) não é Sergio Moro nem a trama enfrenta a corrupção política, optando por situações clichês de máfia de fronteira, narradas de forma novelesca, com direito a “núcleo romântico”. Não prende sequer a atenção. A melhor opção nacional é o drama “Nise – O Coração da Loucura”, fruto de um roteiro mais maduro (escrito a 14 mãos!), que encontra um meio-termo entre o didatismo e o desenvolvimento de personagem. Glória Pires (“Flores Raras”) se destaca no papel central, a doutora Nise da Silveira, figura importante da psiquiatria brasileira, que merecia mesmo virar filme. O longa dirigido por Roberto Berliner (do péssimo “Julio Sumiu”) mostra seu confronto com os tratamentos violentos dos anos 1940 e a bem-sucedida adoção da terapia ocupacional, que passa a humanizar os doentes de um hospício público. Além de competente cinebiografia, o filme possuiu uma bela mensagem contra a intolerância. Em apenas 59 telas. Intolerância também é o tema de “Amor por Direito”, drama indie americano que ocupa uma faixa intermediária, em pouco menos de 50 salas. Baseado em fatos reais, a história mostra a batalha jurídica de uma policial (Julianne Moore, de “Para Sempre Alice”), diagnosticada com uma doença terminal, que enfrenta preconceitos para deixar sua pensão para sua parceira de vida (Ellen Page, de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”). O caso teve repercussão nacional nos EUA, mas, apesar das boas intenções, a trama cinematográfica não ressoa como “Filadélfia” (1993), do mesmo roteirista. Ironicamente, o drama lésbico teve a mesma nota do drama crente da semana, 47% de aprovação no Rotten Tomatoes. Dois dramas europeus e dois documentários brasileiros ocupam o circuito limitado. O principal título europeu é o romeno “O Tesouro”, de Corneliu Porumboiu (“Polícia, Adjetivo”), em que dois vizinhos enfrentam a amarga realidade da crise econômica com um sonho infantil, de encontrar um suposto tesouro escondido. Venceu vários prêmios em festivais internacionais, inclusive Cannes. O outro lançamento é o francês “Uma História de Loucura”, de Robert Guédiguian (“As Neves do Kilimanjaro”), que acompanha as histórias dois jovens: um terrorista e sua vítima colateral num atentado contra o embaixador da Turquia em Paris, nos anos 1980. Ambos chegam em quatro salas. Entre os documentários, o destaque pertence a “O Futebol”, de Sergio Oksman, vencedor do recente festival É Tudo Verdade. O diretor tem uma longa lista de prêmios no currículo. Já tinha vencido até o Goya (o Oscar espanhol) e o prêmio de Melhor Documentário do festival Karlovy Vary com o curta “A Story for the Modlins” (2012). “O Futebol”, por sua vez, foi exibido também nos festivais de Locarno e Mar Del Plata. E, apesar do título, tem o futebol apenas como pano de fundo para um reencontro entre um pai e um filho que não se viam a 20 anos, e que marcam de passar um mês juntos para acompanhar os jogos da Copa do Mundo de 2014. Os planos, porém, não se realizam como previsto. A estreia também acontece em quatro salas. Por fim, “Meu Nome É Jacque”, de Angela Zoé (“Nossas Histórias”) foca uma mulher transexual, portadora do vírus da aids, que precisa superar grandes obstáculos para viver sua vida da melhor forma possível. Chega em apenas uma sala no Rio.

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    Trailer e cenas de Nise: O Coração da Loucura trazem Glória Pires revolucionando a psiquiatria

    9 de março de 2016 /

    A TVZero divulgou o trailer e duas cenas impactantes de “Nise: O Coração da Loucura”, cinebiografia da psiquiatra Nise da Silveira, estrelada por Glória Pires (“Linda de Morrer”). As prévias mostram a atitude desafiadora e o pioneirismo da médica, que confrontou os padrões desumanos vigentes nos anos 1940 para revolucionar o tratamento psiquiátrico no Brasil. Com ela, saíram o eletrochoque e a violência dos enfermeiros e entraram a pintura e os passeios lúdicos – a chamada “terapia ocupacional”, referenciada até hoje. Tudo isso é bem retratado nos vídeos, que, por outro lado não evitam um tom de docudrama televisivo. Filmado durante dois meses no Instituto Nise da Silveira, no Engenho de Dentro, local onde ficava o Hospital Psiquiátrico Pedro II, “Nise: O Coração da Loucura” tem direção de Roberto Berliner (“Júlio Sumiu”), até então mais bem-sucedido como documentarista do que como diretor de ficção. O filme foi exibido no Festival do Rio, onde venceu o Prêmio do Público, e ainda conquistou destaque no Festival de Tóquio, rendendo troféus para Glória Pires e Berliner no Japão. A estreia está marcada para 21 de abril.

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    Gloria Pires vira meme após dar vexame na cobertura do Oscar

    29 de fevereiro de 2016 /

    Quem assistiu à transmissão da cerimônia do Oscar 2016 pela rede Globo encontrou pela frente a atriz (“não sou comentarista”) Gloria Pires, escolhida para comentar os vencedores por ter estrelado “O Quatrilho”, indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1996. E o resultado só não foi um desastre completo porque rendeu memes hilários. Desde a morte de José Wilker, que foi o comentarista de Oscar na Globo durante muitos anos, a emissora vem buscando um substituto. No ano passado, a tentativa foi Lázaro Ramos. Este ano, Glória se sentou ao lado de Artur Xexéo e Maria Beltrão. E, segundo o próprio jornal do grupo, O Globo, “em 2017, provavelmente buscarão outro nome”.   Isto porque a participação da atriz foi desconcertante. “Não sou capaz de opinar”, ela respondeu à apresentadora Maria Beltrão, sobre as chances de Lady Gaga vencer na categoria de Melhor Canção Original. “Não assisti”, acrescentou, a respeito de “Divertida Mente”, na sua vez de comentar o vencedor do Oscar de Melhor Animação. As demais intervenções se limitaram, como diz um meme, à expressões de “novos botões de curtir” do Facebook: “Bacana”, “Muito interessante” e “Curti sim”. Amei os novos botões da Glória Pires pra comentar o Oscar no facebook KKKK #Oscars pic.twitter.com/AO65w2kH5N — otariano (@humotariano) February 29, 2016 Alguns fãs chegaram a se manifestar preocupados com sua saúde. Afinal, o zica pode afetar os neurônios. E em resposta ela produziu o vídeo abaixo, em que diz que achou os memes “superinteressantes”, mas que também viu “que a coisa está tomando uma proporção enorme”. E, ao gradecer as manifestações de apoio, como a hashtag #somostodosgloriapires, acrescentou mais um botão de curtir a seu Facebook customizado: “Achei muito fofo”. Mensagem a todos 😉 Publicado por Gloria Pires em Segunda, 29 de fevereiro de 2016

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    Drama brasileiro Nise – O Coração da Loucura vence Festival de Tóquio

    16 de novembro de 2015 /

    O filme brasileiro “Nise – O Coração da Loucura”, de Roberto Berliner (“Julio Sumiu”), foi o grande vencedor do 28º Festival de Tóquio. Além do troféu de Melhor Filme, a obra rendeu o prêmio de Melhor Atriz a Glória Pires (“Flores Raras”), por seu papel como a psiquiatra Nise da Silveira. Em seu agradecimento, Berliner disse que a alagoana Nise (1905-1999) era sua “heroína”, destacando ela não era muito conhecida quando começou a fazer o filme, há três anos. “Era minha responsabilidade mostrar a história dela para o mundo”, afirmou, ao receber o troféu na noite de sábado (31/10), conquistando o júri internacional presidido pelo diretor americano Bryan Singer (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”). Glória Pires não estava presente no evento. O filme mostra o trabalho de Nise com os internos do Cento Psiquiátrico Pedro 2º, no Rio dos anos de 1940, quando propôs aos pacientes atividades lúdicas, como pintura e cuidados de animais domésticos. A proposta foi recebida como atitude comunista pelos colegas e chocou as alas mais conservadoras da psiquiatria tradicional, que defendiam métodos como eletrochoque e lobotomia. “Nise – O Coração da Loucura” teve sua première mundial em outubro, durante o Festival do Rio, mas ainda não tem previsão de lançamento comercial.

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