Globoplay chega ao quinto programa caseiro durante o isolamento social
O Globoplay estreou nesta sexta-feira (3/7) “Cada um no Seu Quadrado”, seu quinto programa produzido de forma caseira durante o período de isolamento social. O acúmulo de produções, num período em que poucos estão gravando – até os estúdios da Globo estão fechados – , demonstra uma grande capacidade criativa, bem como o arsenal de talentos envolvidos com a plataforma. O primeiro lançamento foi o humorístico “Sinta-se em Casa”, criado e protagonizado por Marcelo Adnet em sua casa. A iniciativa superou as limitações das “lives” com imitações divertidas e um texto cheio de graça, mas que também reflete a situação política do país. Depois veio “Que Tal um Pouco de Esperança e Boas Notícias”, feito por Luciano Huck, que é basicamente o “Some Good News” do ator e cineasta John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”). Trata-se de uma tentativa de passar mensagens positivas e valorizar boas ações durante a pandemia. O terceiro programa foi “Sterblitch Não Tem um Talk Show: o Talk Show”, que combina gravações de “lives”, em que o comediante Eduardo Sterblitch interage com o público, e entrevistas com personalidades. Disponibilizado na semana passada, “Diário de um Confinado” é a primeira obra de ficção da leva, estrelada por Bruno Mazzeo como um personagem solteiro e solitário que tem que lidar com as dificuldades da quarentena. A série de comédia com 12 episódios curtos (“quibis” de 10 minutos) foi criada pelo ator em parceria com sua mulher, Joana Jabace, que é diretora de séries e novelas da Globo. Por isso, mesmo lidando com as restrições do confinamento, com gravações em sua própria casa e sem auxílio de equipe técnica, o resultado surpreende pelo acabamento profissional – tem o famoso “padrão Globo”. Vale observar que a produção também conta com participações remotas de peso – Renata Sorrah, Fernanda Torres, Debora Bloch, Lucio Mauro Filho, Luciana Paes, etc. Por fim, a estreia desta sexta, “Cada um no Seu Quadrado”, é uma espécie de talk show comandado por Fernando Caruso e Paulo Vieira, que recebem quatro convidados rotativos. Na estreia, eles se reúnem com os amigos Débora Lamm, Fabiula Nascimento, Bruno Mazzeo e Lúcio Mauro Filho simulando um bate-papo caseiro, por videoconferência, em que conversam, brincam e se questionam sobre temas relacionados à situação de isolamento atual. Com a exceção do programa de Adnet, aberto ao público em geral, todos os demais estão disponíveis apenas para assinantes da plataforma. Já “Diário de um Confinado” será lançado na TV aberta neste sábado (4/7), pela rede Globo. Veja abaixo o trailer da estreia de “Diário de um Confinado” na televisão, com trilha dos Titãs.
Pantanal pode ganhar remake exclusivo da Globoplay
A Globo está negociando com o escritor Benedito Ruy Barbosa a produção de um remake da novela “Pantanal” para lançamento exclusivo em streaming. Segundo o blog Na Telinha, que apurou as conversas junto à emissora carioca, o projeto seria lançado em 2021 na Globoplay, com roteiro de Edmara Barbosa, filha do autor. A Comunicação da Globo informou que está conversando com Benedito Ruy Barbosa sobre projetos e “Pantanal” é um deles. Já as fontes do Na Telinha vão além e dizem que o projeto está avançado e servirá para estabelecer a Globoplay como um destino de novelas exclusivas, logo depois do lançamento de “Verdades Secretas 2”, prevista para o primeiro semestre do ano que vem. Nos bastidores do departamento de dramaturgia, a avaliação seria de que um remake de “Pantanal” atrairia novos assinantes para o Globoplay. Também seria uma forma de aproveitar os direitos da novela, originalmente exibida na extinta TV Manchete em 1990 e reprisada em 2008 pelo SBT. O remake seria mais enxuto que a novela original, que se estendeu por 223 capítulos com longas cenas de natureza dirigidas por Jayme Monjardim. A ideia é que, sem os takes de floresta, rio e bichos, o texto caiba em 50 episódios – tamanho equivalente a duas temporadas de uma série. O remake de “Pantanal” sempre esteve no radar de Benedito Ruy Barbosa, mas foi rejeitado diversas vezes pela Globo e o próprio diretor do projeto, Jayme Monjardim, chegou a dizer que não via viabilidade para uma trama desse porte na Globo e que a novela tinha uma estilística própria e datada. Benedito, em compensação, sempre discordou. Nas negociações para o remake, Benedito seria produtor e supervisor do texto de sua filha, que chegou a confessar já estar envolvida no projeto durante uma live recente. Vale lembrar que Edmara já adaptou para a rede Globo antigos sucessos de seu pai, como novas versões de “Cabocla” (2004), “Sinhá Moça” (2006) e “Paraíso” (2009).
Bussunda vai ganhar série documental da Globoplay
O comediante Claudio Manoel criou e vai dirigir uma minissérie documental de quatro episódios sobre Cláudio Besserman Viana, o Bussunda, seu colega no “Casseta & Planeta”, falecido em 2006. A atração vai se chamar “Meu Amigo Bussunda” e está sendo produzida para a plataforma de streaming Globoplay. Claudio será produtor e dividirá a direção com Micael Langer (do documentário “Simonal: Ninguém Sabe o Duro que Dei”). Segundo a coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo, um dos episódios será escrito e dirigido pela filha de Bussunda, Júlia Besserman, que se formou em cinema na Califórnia.
Sandy e Junior terão dois projetos inéditos na Globoplay
A plataforma Globoplay vai lançar dois projetos inéditos envolvendo a dupla Sandy e Junior em julho. A produção principal é uma série documental exclusiva, que será lançada no dia 12. “Sandy & Junior: A História” vai contar a trajetória dos irmãos músicos em sete episódios, nos quais os fãs poderão acompanhar vários momentos da vida da dupla. Além disso, celebridades como Roberto Carlos e Ivete Sangalo gravaram depoimentos descritos como “carinhosos” para a produção. A série documental terá registros do outro programa, previsto para ir ao ar intercalado com seus capítulos. Trata-se de um documentário da turnê “Nossa História”, que marcou o retorno dos irmãos à música no ano passado. São imagens de diversas apresentações, mas principalmente do show que ocorreu no Allianz Parque, em São Paulo. Vai ao ar em 17 de julho. Como preparação para os projetos, a plataforma ainda vai investir na nostalgia, disponibilizando a novela “Estrela-Guia”, de 2001, que teve Sandy num dos papéis principais, como Cristal. Chega na Globoplay já em 6 de julho.
Emicida incentiva carreira de atriz de Ludmilla após polêmica
Após a atriz Samantha Schmutz criticar a escolha de Ludmilla, uma “não atriz”, para integrar o elenco da 2ª temporada da série “Arcanjo Renegado”, a cantora acabou no centro de discussões acaloradas. Vendo a onda de críticas, o rapper Emicida resolveu se solidarizar, defendendo a amiga. “C*raio Ludmilla, eu torço demais por você e tô sempre mandando aquele axé daqui, porque vou te contar viu, os bico não consegue ver você vencer mesmo, era só ignorar, mas eles simplesmente não conseguem, precisam falar alguma bosta… Continua que tá lindo e você não está sozinha”, declarou ele. A publicação fez muito sucesso, recebendo mais de 50 mil curtidas e 3 mil retuítes, além de a própria Ludmilla responder à publicação. “Vou seguir fazendo a minha parte, nunca foi fácil e não vai ser agora que será. Tá cada dia mais difícil, mas essa força que tô recebendo é fundamental, ler isso de você me faz bem. Quanto mais eles batem, mais forte a gente fica!”, disse ela. Pra quem não lembra, a polêmica começou quando Ludmilla comemorou em seu Instagram o convite para atuar em “Arcanjo Renegado” e foi surpreendida por um comentário negativo de Samantha Schmutz, que demonstrou insatisfação pela escolha de seu nome. “O meu sonho é que meus amigos atores, desempregados, porém formados em Artes Cênicas, tenham essa mesma facilidade em conseguir um papel”, atravessou a atriz, que atualmente pode ser vista na reprise da novela “Totalmente Demais”, na pele da desaforada Dorinha. A dona do hit “Cheguei” respondeu. “Meu sonho é que todos os artistas com talento possam ter espaço pra mostrar seu trabalho, mas infelizmente esse é um momento que a cultura do nosso país está tão desvalorizada que isso se torna cada vez mais difícil. Melhor seria que nós, artistas, que temos voz e alcance, nos uníssemos para melhorar a situação. Não acredito que seu comentário desmerecendo meu trabalho e minha trajetória- que é de muita superação- vá ajudar nisso”, iniciou Lud. Ludmilla ainda relembrou que outras cantoras já participaram de projetos dramáticos sem que ninguém reclamasse. “Várias cantoras brasileiras também já fizeram trabalhos na TV. Ivete, por exemplo, brilhou na minissérie “Gabriela”. Sem contar inúmeros exemplos internacionais em que vários cantores também atuam. Porque arte é arte. Funk também é arte. Pagode é arte. Música popular e de massa é arte. Antes de ser cantora, sou uma artista, e quero poder explorar e experimentar várias formas artísticas sem me limitar. Paz”, concluiu ela.
Ludmilla e Samantha Schmutz brigam por causa de papel em série
A cantora Ludmilla e a atriz Samantha Schmutz trocaram farpas nas redes sociais, durante a sexta-feira (19/6), por causa de uma série da Globoplay. Ao comemorar em seu Instagram o convite para integrar o elenco da 2ª temporada de “Arcanjo Renegado”, Ludmilla foi surpreendida por um comentário negativo de Samantha, que demonstrou insatisfação pela escolha de seu nome. “O meu sonho é que meus amigos atores, desempregados, porém formados em Artes Cênicas, tenham essa mesma facilidade em conseguir um papel”, confessou a artista, que atualmente pode ser vista na reprise da novela “Totalmente Demais”, na pele da desaforada Dorinha. A dona do hit “Cheguei” respondeu. “Meu sonho é que todos os artistas com talento possam ter espaço pra mostrar seu trabalho, mas infelizmente esse é um momento que a cultura do nosso país está tão desvalorizada que isso se torna cada vez mais difícil. Melhor seria que nós, artistas, que temos voz e alcance, nos uníssemos para melhorar a situação. Não acredito que seu comentário desmerecendo meu trabalho e minha trajetória- que é de muita superação- vá ajudar nisso”, iniciou Lud. Ludmilla ainda relembrou que outras cantoras já participaram de projetos dramáticos sem que ninguém reclamasse. “Várias cantoras brasileiras também já fizeram trabalhos na TV. Ivete, por exemplo, brilhou na minissérie “Gabriela”. Sem contar inúmeros exemplos internacionais em que vários cantores também atuam. Porque arte é arte. Funk também é arte. Pagode é arte. Música popular e de massa é arte. Antes de ser cantora, sou uma artista, e quero poder explorar e experimentar várias formas artísticas sem me limitar. Paz”, concluiu ela.
Globo vai exibir série documental sobre crimes de João de Deus
Enquanto a Netflix prepara sua série documental, a Globo se adiantou e vai exibir já na próxima terça (23/6) o primeiro capítulo de sua produção sobre o fenômeno e os crimes de João de Deus. Intitulada “Em Nome de Deus”, a série tem seis episódios e, após a exibição na TV aberta, estará disponível completa na Globoplay. A produção é a segunda realização da Globoplay em parceria com a equipe de jornalismo da Globo, depois de “Marielle, O Documentário”. Ela foi concebida por Pedro Bial, que foi quem revelou, em dezembro de 2018 em seu programa, “Conversa com Bial”, a entrevista com a coreógrafa holandesa Zahira Lienike Mous, primeira vítima que aceitou mostrar o rosto e denunciar os abusos praticados por mais de 40 anos pelo médium. A partir dali, outras vítimas se sentiram encorajadas, somando dezenas de denúncias, que levaram ao encarceramento do guru e curandeiro da cidade de Abadiânia, no interior de Goiás. Ele foi condenado a mais de 60 anos de prisão por crimes sexuais. “Em Nome de Deus” tem roteiro de Camila Apel e Ricardo Calil. Já a direção é de Calil, Mônica Almeida e Gian Carlo Belotti (que também assina a direção de fotografia). Ricardo Calil (ex-colega do editor da Pipoca Moderna na Folha) é o diretor dos premiados documentários “Uma Noite em 67” (2010), “Eu Sou Carlos Imperial” (2016) e “Cine Marrocos” (2018). Mônica Almeida comanda o “Conversa com Bial”. E Belotti dirigiu comerciais e a série “Eu Me Movo” (2016). Além do caso em si, o documentário vai revelar bastidores da denúncia, que teve início com tentativas de levar o médium ao programa de Bial como entrevistados. O apresentador relata que, após vários contatos, foi convidado a ir a Abadiânia, mas desistiu. “Se eu fosse como repórter, poderia trazer minhas impressões dele e daquele ambiente. Mas ali, de certa forma, eu estaria como uma celebridade, e não queria que ele usasse isso como um aval para seus poderes mediúnicos, como ele fez com outros nomes conhecidos que o visitaram”, revelou Bial ao jornal O Globo. “Quando, num momento seguinte, nos deparamos com as denúncias de abusos, começamos a pensar em como lidar com aquele material dentro do nosso formato, de talk show. Não fazer isso seria nos omitirmos diante de algo tão grave”.
Ludmilla vai viverá policial na 2ª temporada de Arcanjo Renegado
A cantora Ludmilla vai estrear como atriz na próxima temporada da série “Arcanjo Renegado”, da Globoplay. Ela postou fotos de seu “treinamento pesado” para o papel no Instagram, segurando uma arma. No post, ela revelou que interpretará uma policial militar. Segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, o papel foi um convite da produção da série após a cantora comentar nas redes ter adorado a primeira leva de episódios. Interpretar uma policial era um antigo sonho da artista. Na trama, a sua personagem terá cenas com Sara (Erika Januza), que decidirá se tornar uma policial. A 2ª temporada foi confirmada em fevereiro, apenas 12 dias após a estreia da série. Sem citar números, Erick Brêtas, diretor de produtos e serviços digitais do Globoplay, informou à imprensa que “Arcanjo Renegado” foi a melhor estreia de série da Globoplay. Criada por José Junior (autor também de “A Divisão”) e dirigida pelo cineasta Heitor Dhalia (“Tungstênio”), “Arcanjo Renegado” gira em torno de policiais do Bope, batalhão carioca celebrizado no filme “Tropa de Elite”, e inclui em seu elenco ex-criminosos de verdade. Arcanjo é o nome de uma equipe do Bope tida como a mais bem treinada, eficaz e letal do batalhão. Porém, um atentado ao vice-governador (Gutti Fraga, de “Aspirantes”) do Rio de Janeiro muda a vida de seu líder, o primeiro-sargento Mikhael (vivido por Marcello Melo Jr., que por sinal participou de “Tropa de Elite”), que é transferido para uma unidade policial do interior. Dos 16 personagens policiais, 14 são integrantes reais do Bope. Já os papéis de traficantes foram desempenhados por egressos do sistema penal. A série não deve ser exibida na TV aberta, mas há planos para apresentá-la no canal pago Multishow a partir de 2021. Além do projeto da série, Ludmilla também mostrou em suas redes sociais nesta semana sua nova música, “Cobra Venenosa”, que será lançada em 3 de julho. Ela também denunciou nos últimos dias ataques racistas que recebeu nas redes sociais após novo desentendimento com Anitta. Ver essa foto no Instagram Eu não virei atriz não né gente?! Hahaha. A convite do maravilhoso @jjafroreggae chegar com tudo na segunda temporada de #Arcanjorenegado interpretando uma policial militar🔥. Tô treinando pesado, vocês vão poder conferir tudo na Globo em breve, gostaram da novidade? Uma publicação compartilhada por Ludmilla (@ludmilla) em 18 de Jun, 2020 às 7:48 PDT
Thainá Duarte lança projeto de apoio às vítimas de violência doméstica
A atriz Thainá Duarte, da série “Aruanas”, criou o projeto Estou Aqui para Contar, para auxiliar mulheres vítimas de violência doméstica. A iniciativa ocorreu após uma amiga ser agredida e levar sete facadas de um ex-namorado, o que coincidiu com relatos de mulheres que se identificam com sua personagem na trama da Rede Globo. Na série, Thainá interpreta a estagiária de uma ONG voltada para a proteção do meio ambiente. Enquanto ela trabalha, seu ex-namorado a persegue, mesmo após o término do relacionamento abusivo. “Muitas pessoas estão assistindo à série durante a quarentena, e comecei a receber mensagens nas minhas redes sociais relatando casos de abuso. Além disso, uma amiga próxima foi agredida pelo ex-companheiro recentemente e levou sete facadas, há cerca de um mês. Esse tipo de relato mexeu muito comigo e, a partir disso, decidi organizar essa ação”, explicou a atriz em entrevista ao jornal O Globo. Entre as primeiras ações do projeto está um vídeo, que teve uma prévia divulgada nesta terça (16/6) no Instagram, em que Thainá e outras 17 mulheres compartilham um texto sobre violência doméstica – 10 delas já sofreram na pele o tema do vídeo. O texto é o mesmo que a personagem da atriz encontra no episódio de “Aruanas”, programado para a noite desta terça-feira na rede Globo. Uma das mulheres que participa da leitura no Instagram é a famosa Maria da Penha, nome da lei de 2006 que trata de violência doméstica no Brasil. Ele sofreu uma dupla tentativa de homicídio, foi agredida e levou tiros do seu ex-marido, ficando paraplégica. Ao jornal, Thainá disse que o projeto não foi criado somente para debater violência doméstica, mas também para arrecadar recursos e apoiar financeiramente locais que ajudem no enfrentamento deste tipo de agressão. “Uma coisa muito importante quando se fala nesse tema é abrir espaço para o diálogo, para que elas se abram. Então um dos objetivos maiores é criar um espaço nas mídias sociais para que as mulheres contem seus relatos. Às vezes, contar já é de alguma forma ajudar. Além disso, no perfil do projeto no Instagram vamos vincular projetos sociais de enfrentamento à violência doméstica para reunir doações. Vamos não só falar, prevenir e fortalecer, mas também apoiar financeiramente essas instituições”, explicou. Todas as terças-feiras serão divulgadas novas entrevistas com mulheres vítimas de agressão no Instagram do projeto, que ainda contará com lives com especialistas sobre os temas de relacionamento abusivo, como identificar e romper este ciclo, os tipos de violência e como elas geralmente ocorrem. Ver essa foto no Instagram Amanhã a ação #Estouaquiparacontar começa! Esse é mais um esforço contra a violência doméstica, que cresce cada dia mais no nosso país. Eu reuniu mulheres que já romperam com o ciclo da violência e não tiveram a oportunidade de ter sua voz ouvida, mas entendem a importância de contarem suas histórias. Agora elas serão ouvidas! ✊🏾 Resolvi usar a potência que é #Aruanas pra trazer um impacto ainda maior na vida de milhares de mulheres. Acompanhe Aruanas hoje à noite na @redeglobo para entender mais sobre o projeto. E amanhã às 12h, no insta @Estouaquiparacontar e nas minhas redes, será liberado o primeiro vídeo completo dessa ação. Fiquem atentos e não percam! Use a #EstouAquiParaContar e compartilhe com a gente sua história, você não está sozinha! 🧡 Uma publicação compartilhada por Thainá Duarte (@thainaduarteoficial) em 16 de Jun, 2020 às 9:21 PDT
Kidding: Série de Jim Carrey estreia no Brasil pela Globoplay
A Globoplay está estreando nesta sexta (12/8) a série “Kidding”. Estrelada por Jim Carrey, a atração tem duas temporadas produzidas, que chegam simultaneamente ao Brasil pela plataforma de streaming. Produção original do canal pago americano Showtime, “Kidding” traz Jim Carrey de volta à TV, mais de duas décadas após estrelar o humorístico “In Living Color” entre 1990 e 1994. Criada por Dave Holstein, roteirista-produtor de “Weeds” e “I’m Dying Up Here”, a série traz Carrey como um comediante chamado Jeff, mais conhecido como Mr. Pickles, um ícone infantil da TV americana, que representa uma marca bilionária de licenciamentos. Mas seu futuro é posto em cheque quando um acidente o faz passar por uma crise. O visual surreal, que combina fantoches e humor negro, é resultado do reencontro de Carrey com o diretor francês Michel Gondry, responsável por um dos filmes mais cultuados do ator, “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças”, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original em 2005. Gondry assina a produção e a direção da maioria dos episódios, o que confere à série uma aparência de fábula, bem ao estilo de seus filmes, em que os limites da fantasia e da realidade parecem se confundir. Além de Carrey, o ótimo elenco da série também inclui Judy Greer (“Homem-Formiga”), Frank Langella (indicado ao Oscar por “Frost/Nixon”) e Catherine Keener (“Corra!), respectivamente como a mulher do protagonista, o produtor de Mr. Pickles e a criadora dos fantoches do programa. Vale destacar também que a 2ª temporada contou com participação especial da cantora Ariana Grande, que é fã confessa de Carrey. O último episódio foi exibido em março nos EUA e a série ainda não foi renovada para a 3ª temporada.
Globo dispensa Vera Fischer após 43 anos de contrato
Vera Fischer não teve seu contrato renovado com a Globo, que adotou uma nova política sobre os antigos contratados para reduzir sua folha de pagamentos. Em nota, a Globo explicou que a política é estendida à maioria dos talentos da emissora, que seguirão participando de produções do canal, mas com contratos por obra. Quando não estiverem trabalhando, não vão receber salário como acontecia até então. Segundo a Globo, Vera Fischer, assim como outros talentos que ficaram sem contrato, tem as portas abertas para atuar em futuros projetos das diversas plataformas da empresa – na TV aberta, na TV paga e em streaming. Sem exclusividade, ela também pode aparecer em produções de outros canais ou plataformas. A ex-Miss Brasil estreou na emissora na novela “Espelho Mágico”, em 1977, e foi protagonista de várias novelas e séries de sucesso, mas estava afastada das telas há dois anos. Sua participação mais recente foi ao ar em “Espelho da Vida” (2018), como a ex-atriz Carmo, uma mulher de temperamento forte, que acreditava que não ganhava papéis relevantes por conta da idade. Ela também participou da série “Assédio”, da Globoplay, lançada no mesmo ano. Leia abaixo a nota da Globo. “Como todos sabem, nos últimos anos, temos tomado uma série de iniciativas para preparar a empresa para os desafios do futuro. Com isso, temos evoluído nos nossos modelos de gestão, de criação, de produção, de desenvolvimento de negócios e também de gestão de talentos. Assim, em sintonia com as transformações pelas quais passa nosso mercado, a Globo vem adotando novas dinâmicas de parceria com seus talentos. Vera Fischer, assim como outros talentos, tem abertas as portas da empresa para atuar em futuros projetos em nossas múltiplas plataformas”, diz o comunicado sucinto.
Miguel Falabella sai da Globo após quatro décadas
Miguel Falabella foi comunicado na quinta-feira (4/6) que não terá seu contrato renovado na Globo. Contratado pela emissora desde 1982, seu vínculo se encerra em setembro. O ator, roteirista e diretor é mais um veterano enquadrado na “nova fase” da Globo, que decidiu encerrar contratos de longo prazo com autores e artistas sem trabalhos em andamento ou planejados. Foi a mesma justificativa para a não renovação do contrato com Aguinaldo Silva em janeiro e de vários atores tradicionais de novelas. Autor de “Sai de Baixo”, “Toma Lá Dá Cá”, “Pé na Cova”, “A Vida Alheia” e várias novelas (“Salsa e Merengue”, “A Lua Me Disse”, “Negócio da China”), Falabella vinha tendo dificuldades em aprovar novos projetos nos últimos anos. Seu trabalho mais recente foi “Eu, a Vó e a Boi”, série de comédia lançada diretamente na Globoplay no ano passado. A produção foi encomendada por Gloria Perez no curto período em que a autora atuou como assistente de Silvio Abreu na direção de teledramaturgia. Mas a verdade é que a relação de Falabella com a área de criação da Globo não vinha bem nos últimos anos, devido a vários projetos que não saíram do papel. Durante o Festival de Gramado, ele chegou a dizer que não pretendia renovar seu contrato com a emissora. “Acho que não quero renovar porque eu fico muito preso e quero liberdade. Se eles dizem não a um projeto meu, não tenho outra porta para bater”, disse ao UOL. Agora, em nova entrevista ao portal, Falabella que o processo de afastamento foi “muito delicado”, mas tem do que reclamar. “Tenho quase 40 anos de Globo. Fui tratado sempre como um príncipe. Nunca atrasou um dia o pagamento. Me ajudaram quando precisei de assistência médica. São verdadeiros pais”. O autor também tem consciência que, mesmo fora da Globo, seu trabalho não deixará de ser exibido na tela da emissora, como aconteceu com as reprises bem-sucedidas de “Sai de Baixo” no canal pago Viva – que chegou a inspirar um curto revival e até mesmo um filme. Sobre os próximos passos, Falabella disse ser “bacana, na minha idade (63 anos), ter uma oportunidade de se reinventar. A gente se reinventa”. E acrescentou: “Projetos tenho vários. Desde que saiu a notícia, não paro de receber propostas”. “Vou ter a oportunidade de abrir novas vertentes, exercitar novas linguagens”, concluiu.
Minha Mãe É uma Peça: Marieta Severo será mãe de Dona Hermínia na série
O ator e humorísta Paulo Gustavo revelou que a atriz Marieta Severo fará parte da série de “Minha Mãe É uma Peça”, interpretando a mãe da Dona Hermínia. A novidade veio à tona durante entrevista ao programa “Conversa com Bial”, exibida na noite de terça (19/5). “A 1ª temporada vai voltar lá atrás na vida de Dona Hermínia, e vai mostrar a personagem quando ainda era casada, com os filhos com oito anos de idade. O primeiro episódio será sobre a mãe de Dona Hermínia; sobre o que a mãe deixou para a filha. Vai mostrar como a Dona Hermínia se tornou o que é”. Segundo Gustavo, a Dona Hermínia foi inspirada em alguma medida na personagem de Mariana Severo na peça “A Estrela do Lar”, por isso considera escalação perfeita. A série baseada em “Minha Mãe É uma Peça” tinha estreia prevista para o segundo semestre, na plataforma Globoplay, antes das gravações serem paralisadas por causa da pandemia do coronavírus. Paulo Gustavo criou Dona Hermínia na peça homônima, que virou filme em 2013, tornando-se o lançamento mais assistido no Brasil naquele ano, com mais de 4,6 milhões de espectadores. A última encarnação da personagem foi no terceiro longa da franquia, lançado no final de 2019, que faturou mais de R$ 180 milhões, a maior bilheteria da história do cinema nacional.












