Estreias | Confira 15 novidades desta semana no streaming
Lista de lançamentos tem show de Taylor Swift, "Invencível", "A Cor Púrpura", "Nosso Lar 2", "Todos Menos Você" e o indicado ao Oscar "Vidas Passadas"
Com audiência recorde, público desmente Tadeu e diz qual BBB quer ver
Episódio com exibição da treta entre Leidy e Davi foi o mais visto do Big Brother Brasil 24 na Globo
BBB | Globoplay bate recorde audiência com exibição do reality show
Plataforma da Globo tem público recorde e se consolida como segundo maior serviço de streaming do Brasil, atrás só da Netflix
Estreias | Filme inédito do Oscar, “As Five” e “Xógum” são destaques do streaming
Novidades da programação digital também incluem "Minha Mãe e Eu" em VOD e a chegada de "Aquaman 2" e "Napoleão" nas plataformas
Laura Cardoso será homenageada pela Globoplay no Dia da Mulher
A atriz veterana de 96 anos será o foco de um programa especial que celebrará sua longa carreira televisiva
Globo considera resgatar temporada perdida de “Malhação”
A trama "Eu Quero É Ser Feliz" havia sido encomendada para uma "reavaliação" dos chefões do Globoplay antes da demissão do diretor Erick Brêtas
BBB | Globoplay atinge sua maior audiência com nova edição do reality show
Sucesso de "BBB 24" no streaming faz plataforma ultrapassar Prime Video e se aproximar da liderança da Netflix
BBB | Produção exibiu filme de assédio sexual para acirrar ânimos?
A produção do “BBB 24” programou “O Escândalo”, um filme de assédio sexual, no Cine BBB de segunda-feira (5/2). O fato foi destacado por Raquele Cardozo durante a repercussão do discurso de Tadeu Schmidt na eliminação de Juninho na noite de terça (7/2). Segundo a sister, o filme teria mexido com a cabeça das participantes femininas da casa, que passaram a olhar Juninho com outros olhos. Referindo-se a Leidy Elen, Raquele disse: “Ela fez muito comentário depois daquele filme de abuso sexual que eles assistiram. Ela tava colocando pau a pau isso, entendeu? É uma coisa muito forte, gente. Um peso muito forte”. Quando ela fez a ligação dos fatos, o Globoplay cortou a imagem e não voltou mais para a discussão. Mais cedo, Leidy realmente considerou o filme uma indireta após o que aconteceu entre Juninho e Alane Dias. “Esse filme parece que foi uma indireta pro Juninho! Muito bom… Tinha até umas falas que ele falou ontem”, ela descreveu. Em seu discurso, o apresentador Tadeu Schmidt também enfatizou o confronto direto entre Alane e Juninho, pedindo um reflexão entre eles. Tadeu questionou se os emparedados falaram as palavras corretas, se fizeram um “movimento tão importante” sem absoluta certeza. Ele também alertou que, se jogassem fora das regras, o Paredão nem aconteceria, sugerindo expulsão. No final, considerou que havia espaço para interpretação e o público escolheu ficar com “o outro lado”. Assim como Raquele, muitas pessoas questionaram nas redes sociais se a Globo quis criar uma situação, influenciando as sisters com a exibição de “Escândalo” no dia do Sincerão. Antes mesmo do Cine BBB, já havia reclamações no X (antigo Twitter) sobre “pautas” e “militância” na casa. Teria sido coincidência a programação de um filme com capacidade de acirrar os ânimos contra Juninho? O filme foi assistido por Juninho, Leidy Elin, Bin Laden, Deniziane Ferreira, Matteus Amaral e Giovanna Lima. A produção ainda pediu a Juninho para ler a descrição da história. O que é “O Escândalo” Lançado em 2019, o filme dirigido por Jay Roach explora os bastidores do canal de notícias Fox News e a queda de seu poderoso CEO, Roger Ailes, diante das acusações de assédio sexual que marcaram o início de um “movimento importante” dentro da indústria da mídia – meses antes da exposição do produtor de cinema Harvey Weinstein e a explosão do movimento #MeToo. “O Escândalo” é centrado nas experiências de três mulheres da Fox News: Megyn Kelly (interpretada por Charlize Theron), Gretchen Carlson (interpretada por Nicole Kidman) e uma personagem inventada chamada Kayla Pospisil (interpretada por Margot Robbie), que resume a experiência de outras mulheres na empresa. “Escândalo” detalha não apenas as acusações individuais contra Ailes, mas também a atmosfera tóxica e o sistema que permitiu os comportamentos abusivos, demonstrando como as situações aconteciam de forma cotidiana e vinham sendo tratadas como se fossem parte da normalidade. Cherlize Theron e Margot Robbie foram indicadas ao Oscar pelos papéis, mas quem venceu a estatueta foi a equipe de maquiagem, pela transformação de Theron em Megyn Kelly. A Globo vai exibir o filme nesta quarta (7/2) às 23h15, após o “BBB 24”. um filme sobre ASSÉDIO logo nessa semana, com Leidy, Deniziane e Matteus juntos com Juninho?????? A globo não é inocente — Luiz 🐆 (@luizcmorais) February 7, 2024 gente, tá o juninho, leidy, bin, anny, matteus e giovanna no cinema do lider.. o filme é sobre o assedio sexual (o escandalo) etal a voz mandou o juninho ler o papel ????? pic.twitter.com/vAojnOEmyx — Theus (@theuscomentxl) February 5, 2024 Siiiiiim, hj depois de ter assistido ao filme do dono da Fox hoje, ela falou que até as falas do cara pareciam as do Juninho — Alice (@euquerobenlu) February 7, 2024 Leidy contando pra Cunhã como foi o filme. Ela gostou mesmo, hein?! 🩷 🎥 Reprodução: GloboPlay#TeamLeidy #BBB24 pic.twitter.com/t0Cw7Ffi2M — Leidy Elin 🌪️ (@leidyelin) February 6, 2024 Leidy: "Esse filme [do Cinema] parece que foi uma indireta pro Juninho! Muito bom… Tinha até umas falas que ele falou ontem." #BBB24 pic.twitter.com/gRcOlJNJ25 — Dantas (@Dantinhas) February 5, 2024
Chefão do Globoplay, Erick Brêtas se despede da Globo após 26 anos
O jornalista Erick Brêtas, considerado chefão do Globoplay, deixou a emissora da família Marinho após 26 anos. O executivo afirmou nesta segunda-feira (5/2) que tomou a “decisão de seguir em frente para um novo ciclo pessoal e profissional”. Brêtas considerou entregue as metas que assumiu com a Globo há cerca de cinco anos, quando assumiu a plataforma de streaming pela segunda vez. A gestão foi marcada por crescimento de conteúdos, número de assinantes e de receitas, embora a operação ainda seja considerada deficitária. Ele será substituído por Manuel Belmar. O novo executivo foi considerado peça-chave no processo de reducação de custos da emissora, implementado nos últimos anos e ilustrado pela nova polícia de contratação de atores. A tendência que é a gestão de Belmar reduza ainda mais os investimentos em conteúdo no Globoplay. Leia a despedida de Erick Brêtas “Amigos, hoje anuncio o fim de uma jornada de 26 anos na Globo. Cumpri os objetivos que combinei com a empresa em 2019, quando reassumi o Globoplay, e aos 49 anos de idade tomei a decisão de seguir em frente para um novo ciclo pessoal e profissional. Tive a sorte de trabalhar com algumas das equipes mais talentosas do Brasil nas áreas de produto, tecnologia e negócios. E de ter as parcerias dos melhores criadores de conteúdo na Globo e no mercado independente. Hoje, o selo Original Globoplay é marcador de prestígio para uma série ou um doc. Só no ano passado, foram 36 dessas produções. Muitas reconhecidas pelo sucesso em audiência, valor de produção e/ou impacto cultural. Também trabalhamos pela evolução dos canais de TV por assinatura, como nas transmissões em 4K do SporTV e do Multishow e na distribuição do Premiere por plataformas digitais. Os portais G1, GE, Gshow, a home da Globo.com e o Cartola são líderes em seus segmentos e sinônimos de qualidade e credibilidade. E a Globo Filmes tem sido uma grande força neste novo renascimento do cinema brasileiro no pós-pandemia. Aqui no X/Twitter abri um canal de diálogo saudável com fãs dos conteúdos da Globo e do Globoplay e estive sempre atento às opiniões de como podíamos melhorar nosso serviço. Dessa troca, nasceram projetos que fazem a alegria da ‘bolha noveleira’, como o Resgate, o Originalidade e o Fragmentos. Eles continuam, a propósito. Obrigado à Globo, à família Marinho, aos colegas e equipes da empresa e aos parceiros do mercado por tudo o que fizemos juntos. Continuarei torcendo pelo sucesso de cada um e buscando contribuir para que o conteúdo brasileiro siga voando cada vez mais alto. Eu continuarei por aqui, agora totalmente na pessoa física, conversando sobre os assuntos do Brasil, do mundo e da vida. Abração!” Carreira na Globo Erick Brêtas entrou na Globo como estagiário no “Bom Dia Brasil”, em 1997. Depois, ele trabalhou como produtor e editor de telejornais relevantes, como “Jornal Nacional” e o “Jornal da Globo”, e foi diretor regional no Rio de Janeiro. Ele ainda conquistou o posto de diretor-executivo, um dos cargos mais altos da hierarquia do Jornalismo na empresa. Em 2013, Brêtas deixou o Jornalismo para assumir o recém-criado cargo de diretor de Mídias Digitais e, pouco depois, foi responsável pelo lançamento do Globoplay com conteúdos exclusivos da emissora. Quatro anos depois, o diretor assumiu o cargo na área de Negócios na Califórnia, onde analisava empresas de tecnologia que poderiam ser fundamentais para a Globo, que expressava interesse em se tornar uma empresa de “media tech”. Em 2019, Brêtas voltou a comandar o Globoplay no Brasil. Brêtas passou por uma nova troca de carreira em 2020, quando respondeu como diretor de Produtos Digitais e Canais Pagos, incluindo a estrutura do Globosat. A segunda passagem pelo Globoplay ficou marcada pelo investimento em tecnologia e conteúdo, com a produção de novelas curtas, “Verdades Secretas 2” e “Todas as Flores”, além de séries aclamadas como “Os Outros”.
Globoplay prepara série documental sobre a vida de Belo
O Globoplay está produzindo uma série documental sobre a trajetória do cantor Belo. O projeto foi criado pelo produtor José Junior (“Arcanjo Renegado”) e promete retratar todos os pontos importantes da vida do artista. A obra terá quatro episódios que serão produzidos pela AfroReggae Audiovisual com roteiro de Gustavo Gomes (“Predestinado”), que também assume a direção ao lado de Jorge Espírito Santo (“Isso Tem Nome”). Ainda não há uma previsão de estreia. “O Belo é o Roberto Carlos da favela, um fenômeno desde os anos 1990 até os dias de hoje. No documentário, teremos várias facetas dele, muitas desconhecidas, como o Belo avô. Ele topou falar sobre tudo”, antecipou José Junior, em entrevista ao jornal O Globo. Carreira de sucesso e problemas judiciais O cantor Belo começou a carreira artística no início dos anos 1990, quando ele apenas tocava cavaquinho e teve uma guinada na vida ao entrar para o Soweto. Em 1997, o grupo conquistou uma legião de fãs depois de lançar “Refém do Coração”, seu segundo álbum e o primeiro por uma grande gravadora. Contudo, o pagodeiro arriscou carreira solo e chegou a vender mais de um milhão de discos em 2000. Mas o sucesso veio junto com problemas judiciais por quebra de contrato com o ex-jogador Denílson, que havia comprado os direitos sobre o grupo Soweto. Eles travaram uma batalha pela dívida milionária por mais de 20 anos, mas chegaram num acordo de parcelamento em 2023. Além disso, Belo também chegou a ser condenado por tráfico de drogas e associação ao tráfico em 2003, quando teve que cumprir quatro anos de prisão. Dez anos depois, ele foi acusado de estelionato e formação de quadrilha por suspeita de ter dado um golpe em uma empresa de táxi aéreo. Em 2017, foi acusado de ter dívidas de aluguel que chegavam a R$ 500 mil.
Estreias | “Mestres do Ar” e “Wonka” são destaques do streaming na semana
O Top 10 de streaming da semana lista 6 séries e 4 filmes, com destaque para 3 minisséries nos apps de assinatura e a chegada de 3 sucessos recentes de cinema ao serviços de VOD (para locação digital), incluindo a maior bilheteria do ano até o momento. Confira a seguir o melhor da programação. SÉRIES MESTRES DO AR | APPLE TV+ A terceira minissérie épica produzida por Tom Hanks e Steven Spielberg sobre a 2ª Guerra Mundial forma uma trilogia com “Band of Brothers” e “The Pacific” na HBO. Cada uma dessas atrações acompanha uma Força Armada diferente. Após o Exército e a Marinha, a nova produção foca nos esforços da Aeronáutica no conflito dos anos 1940. Com cenas impressionantes de combates aéreos e muitas cenas de ação, “Mestres do Ar” destaca as participações dos atores Austin Butler (“Elvis”), Callum Turner (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) e Barry Keoghan (“Saltburn”) como pilotos, além da camaradagem dos combatentes e a participação histórica de aviadores negros no conflito, fato que até o filme “Esquadrão Red Tails” (2012) costumava ser ignorados. Os episódios acompanham os desafios dos pilotos dos bombardeiros B-17 em missões perigosas sobre a Europa ocupada pelos nazistas entre 1942 e 1945. Conforme a trama avança, os dramas pessoais e os horrores da guerra proporcionam um panorama detalhado dos sacrifícios e da bravura dos jovens aviadores. Enquanto as cenas de combate aéreo são o grande destaque, demonstrando um alto nível de produção e realismo, a produção série equilibra a ação intensa com momentos de emoção e reflexão sobre as experiências vividas pelos personagens. Os 9 episódios foram inspirados no livro de não ficção de Donald L. Miller, escrito após entrevistas com vários aviadores e pesquisas exaustivas em arquivos sobre a guerra nos céus da Europa. O roteiro está a cargo de John Orloff, que trabalhou anteriormente em “Band of Brothers”, e a lista impressionante de diretores dos episódios inclui Cary Joji Fukunaga (“007: Sem Tempo para Morrer”), Dee Rees (“A Última Coisa que Ele Queria”), Timothy Van Patten (“The Pacific”) e o casal Ana Boden e Ryan Fleck (“Capitã Marvel”). Para completar, o elenco grandioso também inclui Anthony Boyle (“Tolkien”), Nate Mann (“Licorice Pizza”), Rafferty Law (filho de Jude Law), Josiah Cross (“King Richard: Criando Campeãs”), Branden Cook (“Me Conte Mentiras”) e Ncuti Gatwa (“Sex Education”). GRISELDA | NETFLIX Em seu primeiro papel dramático, Sofia Vergara (“Modern Family”) vive Griselda Blanco, poderosa chefona de um cartel de drogas. A personagem é durona, enfrenta ameaças e tiros de rivais, e reage à provocações com muito mais violência, sem receio de sujar as próprias mãos. Melhor de tudo: a história é baseada em fatos reais. Griselda – que também atendia pelos nomes de Viúva Negra, La Madrina e Madrinha da Cocaína – foi uma das maiores traficantes de cocaína dos anos 1980. Mas apesar disso – e de sua proximidade com Pablo Escobar e o cartel de Medellín – , não foi uma personagem de destaque em “Narcos”, série dos mesmos produtores da atual atração – entretanto, sua história já foi contada na tela, no filme “Cocaine Godmother”, de 2017, onde teve interpretação de Catherine Zeta-Jones. A série foi desenvolvida pelo produtor Eric Newman, showrunner de “Narcos” e “Narcos: Mexico”, e os episódios são escritos e dirigidos pelo colombiano Andrés Baiz, que também trabalhou na franquia “Narcos”. A trama retrata a vida de Griselda após sua fuga de Medellin em 1978 e chegada a Miami, onde se envolve no comércio de cocaína, ao mesmo tempo em que precisa lidar com misoginia, machismo, violência e intimidação. A história vai até 1981, quando encontra uma Griselda transformada em uma versão monstruosa de si mesma, impulsionada pelo poder e ganância. A opção de condensar três anos tumultuados da vida de Griselda em seis episódios resulta numa narrativa ágil, repleta de ação, moda e música de época, além de atuações convincentes, especialmente de Vergara, revelando novas facetas de seu talento em um papel sério. EXPATRIADAS | PRIME VIDEO A minissérie baseada no romance de Janice Y.K. Lee, explora as vidas entrelaçadas de três mulheres expatriadas em Hong Kong. Uma delas é Margaret, interpretada por Nicole Kidman (“Apresentando os Ricardos”), uma americana rica que vive na cidade com seu marido Clarke (Brian Tee de “Chicago Med”) e seus três filhos. A vida de Margaret é abalada quando seu filho mais novo desaparece, desencadeando uma espiral de trauma e alienação. A história segue também Mercy (Ji-young Yoo, de “The Sky Is Everywhere”), uma jovem recém-chegada de Nova York que encontra sua vida virada de cabeça para baixo após um encontro casual com Margaret, e Hilary (Sarayu Blue, de “Eu Nunca…”), uma vizinha de Margaret, cujo casamento está desmoronando. A atração é criada, escrita, dirigida e produzida por Lulu Wang, cineasta premiada de “A Despedida” (2019), e seu enredo também captura a dinâmica entre empregadores e empregados domésticos, além de abordar temas como maternidade e política, passando-se durante a Revolução dos Guarda-chuvas de 2014. O ritmo é lento, mas a obra se destaca por sua bela fotografia e por capturar a essência de Hong Kong. SEXY BEAST | PARAMOUNT+ Estreia do cineasta Jonathan Glazer (“Reencarnação” e “Sob a Pele”), “Sexy Beast” foi um filme de gângsteres de 2000 que rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Ben Kingsley. Na trama de cinema, Ray Winstone vivia Gal Dove, um ladrão que resolve se aposentar da vida do crime, saindo em férias com sua mulher e amigos para a Espanha. Mas seu antigo parceiro Don Logan (papel de Kingsley) quer que ele participe de um último grande assalto em Londres e se recusa a aceitar “não” como resposta. Ian McShane também estava no elenco com o poderoso chefão Teddy Bass, que se beneficiaria do crime. A nova série é um prólogo focado no passado criminoso desses personagens, mostrando o começo da parceria entre Gal Dove e Don Logan, na época em que começam a trabalhar para o chefão Teddy Bass, período em que Gal também conhece e se apaixona pela estrela de cinema adulto DeeDee – sua futura esposa. Gal é um ladrão brilhante e Don é um gângster cruel, e os episódios exploraram o complicado relacionamento do par, em meio à loucura sedutora do mundo criminoso de Londres durante os vibrantes e voláteis anos 1990. Os papéis principais são vividos por James McArdle (“Mare of Easttown”) como Gal, Emun Elliott (“Mistério no Mar”) como Don, Sarah Greene (“Normal People”) como Deedee, Stephen Moyer (“True Blood”) como Teddy, além de Tamsin Greig (“Episodes”) no papel da irmã controladora de Don, Cecília. A atração foi desenvolvida por Michael Caleo, roteirista das séries clássicas “Rescue Me” e “Os Sopranos”, além do filme “A Família”, de Luc Besson, e o primeiro episódio tem direção da cineasta Karyn Kusama (“O Peso do Passado”). VICKY E A MUSA 2 | GLOBOPLAY A primeira série musical do Globoplay traz uma história que mistura música pop, mitologia e dilemas da adolescência. A trama se passa no fictício bairro operário de Canto Belo, que, após a pandemia da Covid-19, precisou fechar as portas do único teatro da cidade, distanciando-se de qualquer tipo de manifestação artística. Tudo muda quando a jovem Vicky, interpretada por Cecília Chancez, pede ajuda às musas gregas e aos deuses da Arte, que respondem a seu apelo, assumindo a missão de devolver a alegria, a inspiração e o ritmo para os moradores locais. A musa da música Euterpe, vivida por Bel Lima (do teatro musical), e o deus do teatro Dionísio, interpretado por Túlio Starling (“O Pastor e o Guerrilheiro”), logo se misturam aos mortais para abrir um teatro musical comunitário, que engaja os jovens da trama, entre eles Tabatha Almeida (ex-“The Voice Kids”), Malu Rodrigues (“Minha Fama de Mau”), Nicolas Prattes (“Éramos Seis”), Pedro Caetano (“Sentença”), Cris Vianna (“Império”), Leonardo Miggiorin (“Malhação”), Jean Paulo Campo (“Carinha de Anjo”), João Guilherme (“De Volta aos 15”) e outros. Entretanto, na 2ª temporada, o dono do teatro invadido aparece para reclamar da ocupação – artística, segundo os jovens, criminosa segundo o proprietário. O dilema se instala e é preciso muita música, dança e dramaturgia para resolvê-lo. A série foi criada e escrita por Rosane Svartman, autora do folhetim de sucesso “Vai na Fé”, tem direção artística de Marcus Figueiredo (“Malhação”) e direção de gênero de José Luiz Villamarim (“Onde Está Meu Coração”). MESTRES DO UNIVERSO: A REVOLUÇÃO | NETFLIX Após duas temporadas de “Salvando Eternia”, a continuação enfrenta o desafio de desenvolver uma história completa em cinco episódios. A trama começa com as consequências da saga anterior. Eternia se vê sem um Preternia, seu lado celestial do pós-vida, deixando as almas em limbo ou Subternia. Teela, agora a Feiticeira de Grayskull, tem a missão de reconstruir esse paraíso. Paralelamente, o Rei Randor desafia He-Man a tomar uma escolha crucial entre reinar ou proteger Grayskull. A história ainda introduz o vilão Hordak e seu Exército do Mal, além de abordar o conflito entre tecnologia e magia, com participação de um Skeletor mais instável e aterrorizante. A temporada aposta em cenas de ação para atrair um público mais jovem e inclui diversos personagens queridos pelos fãs, fazendo até referências às diferentes variações da franquia, incluindo piadas meta sobre Gwildor do filme de 1987 e acenos para a recente série CGI. Com roteiros e produção de Kevin Smith (“O Balconista”), a produção destaca as vozes do casal Chris Wood e Melissa Benoist (ambos de “Supergirl”) como He-Man e Teela, Diedrich Bader (“Bela, Recatada e do Lar”) como Randor, Mark Hamill (“Star Wars”) como Skeletor e Keith David (“A Viagem”) como Hordak. FILMES WONKA | VOD* O prólogo musical do clássico “A Fantástica Fábrica de Chocolate” apresenta Timothée Chalamet (“Duna”) no papel de um jovem Willy Wonka, que chega a uma cidade europeia com o sonho de abrir sua própria loja de chocolates e doces. Diferente da versão mais madura e enigmática interpretada por Gene Wilder em 1971 e Johnny Depp em 2005, Chalamet é um Wonka ingênuo e sonhador, cujo amor pelo chocolate é herdado de sua mãe, interpretada por Sally Hawkins (“A Forma da Água”). O filme segue sua jornada enquanto ele tenta estabelecer seu negócio. A narrativa se desenrola em torno das tentativas de Wonka de se destacar no competitivo mundo dos doces, enquanto lida com a manipulação da astuta dona de uma pousada, Mrs. Scrubit, vivida por Olivia Colman (“A Favorita”), e a oposição do Cartel de Chocolate. Com a ajuda de uma órfã esperta e um grupo de cativantes personagens secundários, Wonka se aventura pela cidade, esquivando-se da polícia e experimentando suas invenções. O filme também apresenta Hugh Grant (“Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes”) como um Oompa Loompa, adicionando uma dimensão cômica à história. O diretor Paul King é conhecido por seu estilo visual distinto e habilidade em criar narrativas infantis encantadoras, como demonstrou em “Paddington” e sua sequência. E “Wonka” resulta num deleite visual, com cenários coloridos e extravagantes que lembram uma produção teatral. As canções originais do filme, compostas por Neil Hannon (da banda The Divine Comedy), ainda adicionam um charme musical, enquanto Chalamet e Grant dão vida a clássicos como “Pure Imagination” e “Oompa Loompa”. A abordagem do material é calorosa e acolhedora, sem a malícia presente na adaptação de Mel Stuart de 1971, fazendo de “Wonka” uma celebração do sonho e da imaginação, e uma experiência leve e agradável para o público. FERIADO SANGRENTO | VOD* Eli Roth, o diretor de “Cabana do Inferno” (2002) e “O Albergue” (2005), retorna ao terror, após um longo período distante, com uma produção que segue o modelo clássico dos slashers, incluindo um psicopata mascarado e uma data comemorativa. A trama se desenrola em Plymouth, Massachusetts, e começa com uma cena caótica de liquidação de Black Friday que termina em tragédia. Um ano após o evento, um assassino misterioso começa a matar aqueles que estiveram envolvidos no incidente, vestindo uma fantasia de peregrino e uma...
Por que o filme da “Turma da Mônica Jovem” tem elenco diferente?
O sucesso dos primeiros filmes e da série da “Turma da Mônica” deixou muitos fãs revoltados com a troca de intérpretes para a produção do longa da “Turma da Mônica Jovem”, a ponto de render uma petição online. Com o título de “Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo”, a produção estreia nesta quinta (18/1) no Brasil. Por ironia, as reclamações foram resultado do grande acerto na escalação dos atores das primeiros adaptações live-action dos quadrinhos de Mauricio de Sousa. O público se apaixonou por Giulia Benite (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão). Com isso, sobrou hate para seus substitutos. Até Sophia Valverde, que protagonizou as novelas de Poliana do SBT, sofreu rejeição. Mas se o elenco original foi um sucesso, por que mudaram a escalação? Ainda mais que “Turma da Mônica Jovem” reflete a passagem do tempo e mostra os personagens no começo da adolescência, idade atual dos intérpretes originais. Existe uma resposta oficial. O produtor-executivo de audiovisual da Mauricio de Sousa Produções (MSP), Marcos Saraiva, revelou, em entrevista à Folha de São Paulo no ano passado, que o elenco foi alterado por conta de uma série de fatores, sendo dois deles a idade dos personagens e os direitos de adaptação de obra, apontando que “Turma da Mônica” e a “Turma da Mônica Jovem” são propriedades diferentes. A desculpa da idade dos personagens não cola, porque Giulia Benite está com 15 anos, exatamente a idade da Mônica em sua versão Jovem. Sophia Valverde, ao contrário, terá que fingir ser mais nova no filme, por ter atingido 18 anos. O restante da turma traz Xande Valois (“Um Tio Quase Perfeito”) como Cebola, Bianca Paiva (“Chiquititas”) como Magali, Theo Salomão (“Escola de Gênios”) como Cascão e Carol Roberto (“The Voice Kids”) como Milena – com idades variando entre 18 e 19 anos. Siga o dinheiro Já a questão dos direitos de adaptação traz à tona um ponto interessante. Afinal, ambas as publicações são originárias da MSP. Mas basta ver quem produziu os filmes para reparar que a empresa cometeu o mesmo erro de iniciante da Marvel. Visando obter mais dinheiro, a MSP negociou “Turma da Mônica” e “Turma da Mônica Jovem” com estúdios diferentes – como a Marvel fez com os X-Men e o Homem-Aranha, antes de assumir suas próprias produções. Os filmes da “Turma da Mônica” tiveram parceria com a Paramount, Globo Filmes, Paris Filmes e outras empresas, incluindo Quintal e Biônica Filmes, enquanto “Turma da Mônica Jovem” vem pela Sony e outros parceiros, como Bronze Filmes, BeBossa Entertainment e Imagem Filmes. Empresas completamente diferentes. Curiosamente, Marcos Saraiva disse à Folha que o estúdio não queria repetir o “erro” da Marvel, vinculando protagonistas aos mesmos atores, como em “Os Vingadores”, e apontando que os cachês sobem conforme os artistas se tornam famosos. Eles ainda poderiam se recusar a voltar aos papéis. É por isso, por sinal, que a Marvel fecha contratos para até seis filmes quando define os protagonistas – seria um “acerto” da Marvel, então? Ou seja, para não cometer um “erro” da Marvel, a MSP cometeu outro. A leitura que se pode fazer desse negócio é que houve pressa – não é possível saber se o pagamento pelos direitos foi antecipado no fechamento do contrato. E também subestimou-se a possibilidade de sucesso continuado do elenco dos filmes originais, já que o filme da “Turma da Mônica Jovem” só saiu do papel após dois longas e uma série, tempo suficiente para o elenco da “Turma da Mônica” atingir a idade certa para estrelá-lo. Outro detalhe é que a MSP adiantou planos para fazer uma trilogia da “Turma da Mônica Jovem”. Só que o novo elenco escalado já está mais velho que os personagens no filme inicial. Se os lançamentos refletirem o espaçamento de dois anos, que ocorreu entre “Laços” e Lições”, Sophia Valverde terá 22 no último longa, idade de formatura na faculdade – e ela é uma das mais novas desse casting. A Mônica jovem ainda está no Ensino Médio nos gibis de Mauricio. Entretanto, as mudanças não se resumem ao elenco. Envolvem toda a equipe de produção, incluindo direção e roteiro, e até a própria abordagem da franquia, que deixa de lado o foco principal na jornada de amadurecimento para contar uma história mais convencional, com elementos sobrenaturais. A estreia de “Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo” nos cinemas nesta quinta (17/1) permitirá ver pra valer a reação do público diante de tantas diferenças. O lado positivo para a MSP – e seus novos parceiros – é que a franquia é tão famosa que pode originar mais um sucesso.
Globo anuncia Jojo Todynho, Nany People e Thais Fersoza na cobertura do “BBB 24”
A Globo fez uma série de anúncios sobre a produção do “BBB 24” nesta quinta (4/1), véspera da revelação oficial dos participantes. E não vão faltar famosos nesta edição, pelo menos nas produções fora do confinamento. Pela primeira vez, a Globo terá um podcast diário dedicado à cobertura do “Big Brother Brasil”. Chamado de “Mesacast BBB”, o projeto vai reunir um time de influenciadores e talentos da TV para comentar e repercutir os eventos do reality, com transmissão ao vivo no Globoplay, Multishow e gshow. A cada semana, o programa trará um âncora diferente para conduzir o papo. A lista de apresentadores tem 10 nomes, a começar pela veterana do BBB Ana Clara, além de Jojo Todynho, Nany People, Vítor di Castro, Ed Gama, Mari Gonzalez, Henrique Lopes, Thamirys Borsan, Guto TV e Pequena Lô. “Historicamente, o BBB é um projeto digital multiplataforma. Das votações no gshow à #RedeBBB, nós criamos a cada edição novas formas para o público se engajar com o programa. Neste ano, vamos oferecer um espaço único para amplificar as conversas que acontecem em torno do jogo num formato que o brasileiro ama: o mesacast”, explicou Boninho, diretor de Realities da Globo. Outros programas da #RedeBBB A chamada #RedeBBB, conjunto de programas derivados do “Big Brother Brasil”, também contará com as voltas do “Bate-Papo BBB” e “BBB – A Eliminação”. O segundo segue comandado por Ana Clara no Multishow, mas o “Bate-Papo BBB” terá nova apresentadora: a atriz Thais Fersoza. A esposa de Michel Teló será responsável por receber os eliminados após os resultados do paredão. A atração também será transmitida ao vivo no Globoplay e gshow logo após a eliminação semanal mostrada na TV aberta. O “BBB 24” ainda terá flashes diários na programação da TV Globo e no Multishow, que serão apresentados pela ex-BBB Mari Gonzalez e pela atriz Micheli Machado. Mas cadê? Os anúncios não incluíram o nome de Valentina Bandeira, que na quarta (3/1) se confirmou no “Mesacast BBB” e disse que comandaria um bate-papo com eliminados junto de Thais Fersoza – que acabou confirmada sozinha no “Bate-Papo BBB”. O nome dela não está em nenhum projeto. Teria havido quebra de confidencialidade e dispensa? Ou era piada da humorista – apesar do acerto do nome de Thais? Fontes indicam a primeira alternativa.












