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  • Filme

    Mick Ralphs, fundador das bandas Bad Company e Mott the Hoople, morre aos 81 anos

    24 de junho de 2025 /

    Músico britânico que faleceu na segunda-feira deixa legado marcante na história do rock

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  • Música

    Edy Star morre aos 87: pioneiro do glam rock brasileiro esperou mais de 30 horas por vaga em hospital

    24 de abril de 2025 /

    Cantor e multiartista baiano foi o primeiro da música nacional a se assumir gay e influenciou gerações com visual performático e postura contestadora

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  • Música

    David Johansen, líder do New York Dolls, morre aos 75 anos

    1 de março de 2025 /

    Cantor e ator, ícone do glam e do punk rock, faleceu na sexta-feira após uma década lutando contra o câncer

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  • Música

    Morre Daniel Belleza, vocalista da banda Os Corações Em Fúria

    28 de junho de 2024 /

    Cantor que marcou o rock paulista dos anos 2000 faleceu na noite de quinta aos 50 anos de idade

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  • Música

    Steve Harley, líder da banda Cockney Rebels, morre aos 73 anos

    17 de março de 2024 /

    Cantor fez sucesso durante a era do glam rock britânico dos anos 1970 com os hits "Judy Teen" e “Make Me Smile (Come Up And See Me)”

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  • Filme

    Trailer apresenta documentário de Scorsese sobre cantor do New York Dolls

    18 de março de 2023 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o trailer de “Personality Crisis: One Night Only”, documentário sobre o pioneiro do glam e do punk rock David Johansen, vocalista da banda New York Dolls, dirigido pelo cineasta Martin Scorsese (“O Irlandês”). Scorsese já tinha abordado a banda em sua série de ficção “Vinyl”, na HBO, e no comunicado sobre o projeto revelou que conhece Johansen há décadas. “Conheço David Johansen há décadas, e sua música tem sido importante pra mim desde que ouvi os Dolls quando filmava ‘Caminhos Perigosos'”, disse Scorsese, referindo-se ao longa de 1973, que muitos erradamente consideram seu primeiro filme. “Naquela época, e assim como agora, a música de David capta a energia e a emoção da cidade de Nova York. Costumo vê-lo se apresentar e, ao longo dos anos, conheci a profundidade de suas inspirações musicais. Depois de assistir seu show no ano passado no Café Carlyle, eu sabia que tinha que filmar porque era muito extraordinário ver a evolução de sua vida e seu talento musical em um ambiente tão íntimo. Para mim, o show capturou o verdadeiro potencial emocional de uma experiência musical ao vivo. ” A apresentação mencionada por Scorsese é a base do documentário, realizado em parceria com David Tedeschi, editor com quem o cineasta trabalhou em “Vinyl” e nos documentários “George Harrison: Living in the Material World” (2011) e “Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese” (2019). No show feito no início do ano, Johansen tocou músicas das diferentes fases de toda a sua carreira e encantou o público com histórias de sua vida. O documentário combina esta performance com imagens de arquivo e cenas inéditas do cantor e dos Dolls, que assumiram estética drag queen em plenos anos 1970. Os shows da banda inspiraram o punk nova-iorquino e sua influência também foi exportada para a Inglaterra, quando um certo Malcolm McLaren, após providenciar o visual dos Dolls com sua namorada Viven Westwood, resolveu formar sua própria banda com os frequentadores de sua loja de roupas fetichistas, os Sex Pistols. A estreia está marcada para 14 de abril nos EUA e o lançamento no Brasil deve acontecer pela plataforma Paramount+.

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  • Filme

    Banda Heart vai ganhar filme biográfico na Amazon

    28 de novembro de 2020 /

    A cantora Ann Wilson revelou que a banda Heart vai ganhar um filme biográfico, que está sendo produzido para a Amazon. Wilson fez o anúncio durante uma participação num programa da rádio SiriusXM. A produção vai narrar os primeiros passos e o sucesso de Ann e sua irmã Nancy Wilson desde os anos 1970, à frente de uma das primeiras bandas de rock lideradas por mulheres. Apesar de Nancy ter sido casada com o diretor Cameron Crowe (“Quase Famosos”), com quem tem dois filhos e com quem costuma colaborar em trilhas sonoras, quem está à frente do projeto é uma cantora punk. Carrie Brownstein, da banda Sleater-Kinney e co-estrela de “Portlandia”, escreveu o roteiro e vai dirigir o filme. “Eu vi o primeiro rascunho do roteiro”, disse Ann Wilson no programa. “É muito legal. Ela está trabalhando com a empresa de cinema – Amazon Studios – e com a produtora Linda Obst, que fez ‘Sintonia de Amor’ (1993)”. Outros créditos de produção de Obst incluem “Flashdance” (1983), “Um Dia Especial” (1996), “Como Perder um Homem em 10 Dias’ (2003) e a série de TV “Hot in Cleveland”. Nenhuma decisão de elenco ainda foi feita e Ann Wilson disse que não tem preferência. “Eu simplesmente não tenho nenhuma ideia. Estou muito próxima para opinar”, afirmou. “Estou tão animada para descobrir quanto você.” Wilson disse que a atriz Anne Hathaway expressou algum interesse no papel. Mas observou: “Não acho que ela seja exatamente adequada para isso”. Se os atores serão obrigados a cantar o catálogo Heart também está em aberto. “Isso ainda está em desenvolvimento agora”, disse Wilson. “Por causa de Covid, está tudo atrasado. Mas definitivamente está acontecendo.” Veja abaixo alguns clipes da banda Heart, para lembrar seus hits de glam rock e a fase de laquê da MTV, e escute também a entrevista de Ann Wilson para a radialista Lyndsey Parker na SiriusXM. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lyndsey Parker (@lyndseyparker)

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  • Filme

    Cantor do New York Dolls vai ganhar documentário de Martin Scorsese

    7 de julho de 2020 /

    O cineasta Martin Scorsese prepara um novo documentário musical, desta vez sobre o pioneiro do glam e do punk rock David Johansen, vocalista da banda New York Dolls. Ele já tinha abordado a banda em sua série de ficção “Vinyl”, sobre a era do glam rock na HBO, e revelou que conhece Johansen há décadas, no comunicado sobre o projeto. “Conheço David Johansen há décadas, e sua música tem sido importante pra mim desde que ouvi os Dolls quando filmava ‘Caminhos Perigosos'”, disse Scorsese, referindo-se ao longa de 1973, que muitos erradamente consideram seu primeiro filme. “Naquela época, e assim como agora, a música de David capta a energia e a emoção da cidade de Nova York. Costumo vê-lo se apresentar e, ao longo dos anos, conheci a profundidade de suas inspirações musicais. Depois de assistir seu show no ano passado no Café Carlyle, eu sabia que tinha que filmar porque era muito extraordinário ver a evolução de sua vida e seu talento musical em um ambiente tão íntimo. Para mim, o show capturou o verdadeiro potencial emocional de uma experiência musical ao vivo. ” A apresentação mencionada por Scorsese será a base do documentário, realizado em parceria com David Tedeschi, editor com quem o cineasta trabalhou em “Vinyl” e nos documentários “George Harrison: Living in the Material World” (2011) e “Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese” (2019). No show feito no início do ano, Johansen tocou músicas das diferentes fases de toda a sua carreira e encantou o público com histórias de sua vida. O documentário combinará esta performance com imagens de arquivo e cenas inéditas do cantor e dos Dolls, que assumiram estética drag queen em plenos anos 1970. Os shows da banda inspiraram o punk nova-iorquino e sua influência também foi exportada para a Inglaterra, quando um certo Malcolm McLaren, após suprir o visual dos Dolls com sua namorada Viven Westwood, resolveu lançar sua própria banda com os frequentadores de sua loja de roupas fetichistas, os Sex Pistols. Ao contrário dos últimos trabalhos do diretor, o filme não será exibido pela Netflix, mas pelo canal pago americano Showtime, numa parceria com a produtora Imagine Entertaiment. “É uma honra para todos nós do Showtime trabalhar com Martin Scorsese, que sem dúvida se destaca como um dos maiores cineastas de nossos tempos”, disse o vice-presidente de programação de não-ficção da Showtime, Vinnie Malhotra. “Nas últimas décadas, seu trabalho documental nos levou para a vida de alguns dos músicos mais emblemáticos do rock, de The Band a Rolling Stones a Bob Dylan, e agora David Johansen e o New York Dolls. A história de Johansen transcende os limites da música e é uma janela para a evolução artística e cultural da cidade de Nova York.” Ainda não há previsão para a estreia. Confira abaixo um vídeo do New York Dolls tocando “Personality Crisis”, um de seus maiores sucessos, em 1973.

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  • Música

    Shows clássicos: Documentários raros de T-Rex, Sabbath, Kinks, Stones, Kiss, Queen, etc

    11 de maio de 2020 /

    Pipoca Moderna retoma o festival de documentários musicais históricos – iniciado na semana passada com uma retrospectiva dos anos 1960 – para apresentar a primeira parte da curadoria dedicada à década de 1970. A riqueza de material descoberto nas cavernas do Google rendeu tantas raridades, que a seleção de vídeos da década que começou hippie e terminou punk precisou ser divida em três partes. Nesta primeira leva, estão os artistas mais, digamos, rock’n’roll, abrangendo do garage rock do MC5 ao glam rock de Marc Bolan & T-Rex. Os 26 shows abaixo representam o apogeu da era dos álbuns duplos do rock. A lista traz alguns registros que marcaram época, como a turnê do disco “Exile on Main Street”, dos Rolling Stones, com Mick Taylor na guitarra solo, a apresentação nova-iorquina do Led Zeppelin que rendeu o álbum duplo “The Song Remains the Same”, a íntegra do show da banda The Who fatiado no documentário “The Kids Are Alright”, a pauleira do Deep Purple eternizada no clássico “Made in Japan”, a performance da banda Wings, de Paul McCartney, que virou o documentário “Rockshow”, a excursão “Alive II” do Kiss, a última turnê de Bon Scott no AC/DC, transformada no filme “Let There Be Rock”, o show do disco de John Lennon “Live in New York”, o “Live at Budokon” do Cheap Trick, o show do “A Night at the Opera”, do Queen, etc. Mais que um festival online, a seleção é praticamente um curso intensivo da história do rock. Confira. #FiqueEmCasa. #StayHome. MC5 | 1972 Led Zeppelin | 1973 Deep Purple | 1972 Nazareth | 1977 Black Sabbath | 1970 Alice Cooper | 1973 The Rolling Stones | 1972 Aerosmith | 1976 AC/DC | 1977 Creedence Clearwater Revival | 1970 Lynrd Skynyrd | 1974 The Band | 1976 Neil Young | 1971 Joni Mitchell | 1970 Peter Frampton | 1977 John Lennon | 1972 Paul McCartney and Wings | 1976 The Who | 1977 The Faces | 1970 The Kinks | 1973 Marc Bolan & T-Rex | 1972 Suzi Quatro | 1977 Heart | 1978 Cheap Trick | 1978 Kiss | 1977 Queen | 1977

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  • Filme,  Música

    Rocketman presta tributo empolgante à carreira de Elton John

    2 de junho de 2019 /

    O garoto Reginald Dwight (ou Reggie) tinha muitos problemas afetivos em família. Um pai incapaz de abraçar e elogiar. Uma mãe complicada e infiel. Brigas em casa, posterior separação. O elemento salvador seria a avó, que sempre pensou nele e o colocou para a frente, ajudando-o a vencer a timidez que seu corpo, algo rechonchudo, só complicava. No entanto, esse garoto tinha ouvido absoluto, uma capacidade de captar e reproduzir instantaneamente as músicas, que logo descobriu como fazer no piano de casa. Colocá-lo para estudar música foi lapidar um diamante bruto. Foi a partir daí, do encontro de um parceiro e de uma descoberta pessoal de como se libertar das amarras convencionais e lidar com a homossexualidade, que surgiu um grande astro pop: Elton John. Uma virada impressionante, uma explosão no palco, a partir de um figurino excessivo, exagerado, muita fantasia e imaginação levaram o músico, cantor e compositor de imenso talento a um sucesso internacional retumbante. Tudo muito turbinado. Quando uma trajetória assim se constrói, também cobra seu preço. Geralmente alto. A dependência de álcool, cocaína e outras drogas, de sexo, do próprio sucesso e da exposição pública. Passando, ainda, pela aprendizagem em gerenciar e colocar limites na própria loucura em que se converte uma carreira tão vertiginosa. Tudo isso está claramente contemplado no ótimo musical biográfico “Rocketman”, que leva o título de um dos maiores sucessos musicais do cantor. O trabalho cinematográfico de Dexter Fletcher (“Voando Alto”) faz jus à importância do astro e, sobretudo, à sua criação artística. Targon Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”) vive Elton John de forma visceral, entregando-se plenamente ao papel e com performances empolgantes. E o que é melhor, cantando muito bem o repertório de Elton. Com tanta música boa, acompanhada também de danças bem coreografadas e vozes complementares, o musical se enche de brilho e tende a conquistar o público. Segundo o próprio biografado, o filme mostra os baixos bem baixos e os altos bem altos e era assim mesmo que ele queria. De fato, “Rocketman” passa longe de um produto chapa branca ou falseado. Permite-se a fantasia, propõe-se épico, mas isso faz um retrato coerente e apropriado da figura de Elton John. É da batalha dos anos de formação, progresso e comprometimento com os vícios, não só das drogas, mas de tudo o mais, que trata a trama. O sucesso já está todo lá, mas a decadência pessoal também. Curiosamente, grandes contribuições de Elton John em questões como a prevenção da Aids, a oficialização do casamento gay e a adoção de crianças por casais homossexuais só são citadas nos créditos finais. Assim como o fato de que ele está há 28 anos sóbrio. O título de Sir que lhe foi outorgado pela rainha da Inglaterra nem é lembrado, só o fato de que ela gosta de sua música é mencionado. Até seus lances de moda já encontraram caminhos mais equilibrados, não diria discretos, claro, mas um pouco mais suaves. Maturidade, velhice? A música de Elton John empolga, como sempre, sua presença no palco é muito forte. Já há, no entanto, muito a comemorar e rememorar, talvez ressignificar. “Rocketman” cumpre bem esse objetivo, ao focalizar Elton John com realismo e profundo respeito à sua música e à sua trajetória artística de ídolo pop.

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  • Filme,  Música

    Elton John conhece namorado – e empresário – em cena legendada de Rocketman

    20 de maio de 2019 /

    A Paramount divulgou uma cena legendada de “Rocketman”, a cinebiografia de Elton John, que ganhou o subtítulo de “Uma Incrível Jornada” no Brasil. O vídeo mostra o primeiro encontro entre Elton (vivido por Taron Egerton, o mais recente “Robin Hood”) e John Reid (Richard Madden, o Robb Stark de “Game of Thrones”), seu primeiro amor e empresário. O elenco da produção também inclui Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”) como Bernie Taupin, fiel parceiro de composição do astro pop, e Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) como a mãe de Elton John. O roteiro é de Lee Hall (“Billy Elliot”) e um detalhe curioso é que “Rocketman” tem direção de Dexter Fletcher, que completou sem créditos “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia blockbuster do Queen. A estreia está marcada para 30 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme,  Música

    Taron Egerton canta Rocketman em clipe da cinebiografia de Elton John

    1 de maio de 2019 /

    A Paramount divulgou um clipe de “Rocketman”, que traz o ator Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”) cantando a música do título. Ele aparece no estúdio de gravação, para deixar claro que não está dublando e sim cantando de verdade, e em cenas do filme, em que vive o músico Elton John. Ao contrário do que aconteceu em “Bohemian Rhapsody”, Egerton não está dublando os hits do cantor. Mas se essa opção confere maior credibilidade ao trabalho do ator, corre o risco de transformar a trilha num karaokê de famosos. A inflexão do ator é completamente diferente da gravação clássica de 1972. Um outro fato curioso da produção é que “Rocketman” tem direção de Dexter Fletcher, que completou sem créditos “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia blockbuster do Queen. O roteiro é de Lee Hall (“Billy Elliot”) e o elenco da produção também inclui Jamie Bell (o “Billy Elliot”) no papel de Bernie Taupin, fiel parceiro de composição do astro pop, Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) como a mãe do cantor e Richard Madden (“Game of Thrones”) na pele do empresário John Reid. A estreia está marcada para 30 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Rocketman: Filme sobre Elton John ganha vídeo de bastidores legendado

    20 de abril de 2019 /

    A Paramount divulgou um novo vídeo legendado de “Rocketman”, filme em que o ator Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”) vive o músico Elton John. A prévia traz cenas da cinebiografia acompanhada por comentários da equipe, do elenco e do próprio cantor, e revela que, embora tenha uma premissa realista, irá recriar determinados momentos de forma poética – como a cena em que a música faz o público voar durante um show. Ao contrário do que aconteceu em “Bohemian Rhapsody”, Egerton não está dublando os hits do cantor. Ele usa sua própria voz para cantar as músicas destacadas na trilha, o que foi incentivado por Elton John para dar mais credibilidade à interpretação. Um outro fato curioso é que “Rocketman” tem direção de Dexter Fletcher, que completou sem créditos “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia blockbuster do Queen. O roteiro é de Lee Hall (“Billy Elliot”) e o elenco da produção também inclui Jamie Bell (o “Billy Elliot”) no papel de Bernie Taupin, fiel parceiro de composição do astro pop, Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) como a mãe do cantor e Richard Madden (“Game of Thrones”) na pele do empresário John Reid. A estreia está marcada para 30 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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