Pandemic: Trailer de terror evoca estética dos games de tiros em zumbis
New Artists Alliance divulgou o primeiro trailer e o pôster de “Pandemic”, filme de zumbis rodado em primeira pessoa. A prévia revela a adoção da estética dos videogames de tiros, utilizando o ponto de vista dos personagens (em vez de jogadores). Mas, se alguém tiver dúvidas a respeito da referência, Mekhi Phifer (“Madrugada dos Mortos”) aparece em cena para frisar: “Pense nisso como um game”. As imagens são geradas a partir de câmeras localizadas nos capacetes de um grupo armado, que enfrenta uma turba enfurecida de zumbis – ou equivalentes. O resultado é nervoso, intenso e brutal, mas, como há vários games de zumbis, também familiar. A trama é o de menos: a velha história de um vírus que infecta a população, enquanto um grupo tenta sobreviver e encontrar a cura. O elenco também inclui Rachel Nichols (série “Continuum”), Alfie Allen (série “Game of Thrones”), Missi Pyle (“Garota Exemplar”) e Paul Guilfoyle (série “CSI”). Dirigido por John Suits (“The Scribbler”), “Pandemic” estreia nos EUA em 1º de abril e não tem previsão de lançamento no Brasil. Vale lembrar que a primeira experiência de filme de tiros em primeira pessoa, o premiado thriller russo “Hardcore”, estreia em julho no Brasil.
Scarlett Johansson pode estrelar filme sobre escândalo na indústria dos games
A história do escândalo conhecido como Gamergate, que abalou o mundo dos games com acusações de corrupção e comportamento machista, vai virar filme. E pode ser estrelado pela atriz Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), que, segundo o site Deadline, é uma das maiores interessadas no projeto. A trama será baseada no livro ainda inédito “Crash Override: How To Save The Internet From Itself”, em que a designer de games Zoe Quinn lembra o que lhe aconteceu. A controvérsia começou quando Quinn, criadora do game “Depression Quest”, foi acusada no blog de um ex-namorado de ter mantido relacionamentos com jornalistas em troca de críticas positivas. A acusação fez surgir a hashtag #gamergate e alimentou o ódio destrutivo das redes sociais, com Quinn e outras mulheres do meio chegando a receber ameaças de morte. O ataque foi tão virulento que acabou levantando o debate sobre as próprias redes sociais, numa discussão que foi muito além da acusação original, revelando um universo machista, beirando a misoginia. A ex-presidente da Sony Amy Pascal adquiriu os direitos da história em um leilão envolvendo diversos estúdios e canais de TV. E já encomendou o roteiro. As estreantes Rebecca Angelo e Lauren Schuker foram encarregadas da adaptação. O livro “Crash Override: How To Save The Internet From Itself” só vai chegar às livrarias dos EUA em setembro de 2016. Já o filme não tem ainda cronograma de filmagem, muito menos previsão de estreia.

