Mayans FC: Spin-off de Sons of Anarchy ganha primeiro teaser
O canal pago americano FX divulgou o primeiro teaser de “Mayans FC”, spin-off latino da excelente “Sons of Anarchy”. O vídeo é alegórico, mostrando uma estrada estendida entre rosas vermelhas, que a passagem da gangue motociclista do título transforma num tapete negro de flores apodrecidas, ao som de uma versão em espanhol de “Paint It Black”, dos Rolling Stones. Anunciado há dois anos, o projeto sofreu para sair do papel: teve seu primeiro piloto descartado pelo FX, mas conseguiu autorização para rodar um segundo, com a substituição de diversos atores e aprimoramentos na história. A trama vai girar em torno do personagem de JD Pardo (da série “Revolution”), chamado EZ Reyes, que passará por diversos testes até ser considerado um legítimo Mayan. Tentando encontrar sua nova identidade após um longo período na cadeia, Reyes precisará redescobrir a si mesmo e achar um caminho para retornar à glória do passado, uma época em que era considerado o “menino de ouro” da cidade de Santo Padre, na fronteira da Califórnia com o México. Além dele, o elenco inclui Michael Irby (série “Taken”), Sarah Bolger (série “Into the Badlands”), Maurice Compte (série “Power”), Clayton Cardenas (“American Crime”), Edward James Olmos (série “Battlestar Galactica”) e Emilio Rivera, que retoma o papel de Marcus Alvarez, o líder dos Mayans de Oakland em “Sons of Anarchy”. Em “Mayans MC”, a filial de Oakland terá uma relação direta com a divisão fronteiriça, uma vez que os dois líderes – Alvarez e Obispo “Bishop” Losa (Michael Irby), de Santo Padre – são primos. Cronologicamente, a trama será uma continuação de “Sons of Anarchy”, passada após os eventos do final da série original, quando os motoqueiro latinos assumiram o controle do tráfico da região. O desenvolvimento do spin-off foi realizado pelo cineasta indie Elgin James, que tem uma história de vida digna de “Sons of Anarchy” – ele fundou uma gangue em Boston e cumpriu pena na prisão. Sua estreia como cineasta aconteceu com o sensível e elogiado drama indie “Little Birds” (2011), exibido no Festival de Sundance, e seu trabalho mais recente foi o roteiro de “Lowriders” (2017), drama sobre a cultura latina de carros envenenados. Kurt Sutter, que criou “Sons of Anarchy” e escreveu, dirigiu e foi até ator em muitos dos episódios da série, vai produzir “Mayans MC”, além de ter dirigido o piloto rejeitado. A nova versão do episódio inicial foi refeita por Norberto Barba, diretor-produtor de “Grimm”. A 1ª temporada terá 10 episódios, com estreia projetada para a temporada de outono (entre setembro e novembro) nos Estados Unidos.
Comédia de vampiros do diretor de Thor: Ragnarok vai virar série
O canal pago FX aprovou a produção da série baseada na premiada comédia vampírica “O que Fazemos nas Sombras” (What We Do in the Shadows), criada pelos mesmos responsáveis pelo filme: Taika Waititi, que ganhou proeminência após dirigir “Thor: Ragnarok”, e Jemaine Clement, visto em outro projeto recente da Marvel, como ator na série “Legion”. Os dois colaboraram na direção, no roteiro e estrelaram a produção original, concebida como um falso documentário sobre o cotidiano de vampiros neozelandeses. “O que Fazemos nas Sombras” venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, e a mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. No filme, uma equipe de documentaristas era convidada por um trio de vampiros a ter acesso exclusivo a seu mundo secreto. Mas em vez de captar momentos tensos e aterrorizantes, eles acabam testemunhando vampiros que fazem tricô e tarefas domésticas, como passar aspirador de pó – mas nunca lavar as louças, que se acumulam há séculos. Mesmo quando saem para a noite, eles não provocam medo nem fazem sucesso com as mulheres, encontrando grande dificuldade para entrar em bares sem serem convidados. A série será bem diferente. Para começar, os protagonistas não serão três vampiros preguiçosos, mas dois vampiros e uma vampira que não aceita desaforos. E ainda haverá um assistente humano, similar ao melhor amigo de um dos vampiros no longa-metragem. Além disso, vai se passar em Nova York. Waititi assinou o piloto aprovado, que será exibido como primeiro episódio da série, em 2019. Ele e Clement também desenvolveram um série centrada em dois personagens coadjuvantes do filme, os policiais Karen (vivida por Karen O’Leary) e Mike (Mike Minogue), que tentam manter os humanos a salvo de todos as atividades sobrenaturais que ocorrem em sua cidade. Esta série vai se chamar “Wellington Paranormal”, terá formato de reality show fake e irá ao ar ainda neste ano no canal neozelandês TVNZ 2.
Pose: Série sobre a cena dançante LGBT de Nova York nos anos 1990 ganha pôsteres e novo trailer
O FX divulgou três pôsteres e o segundo trailer de “Pose”, nova e última série criada por Ryan Murphy para o canal (que já exibe suas criações “American Horror Story”, “American Crime Story” e “Feud”). A prévia destaca os personagens LGBT da produção, que fez história ao escalar cinco intérpretes transgênero nos papéis principais, tornando-se a série com o maior elenco trans da televisão americana em todos os tempos. Além disso, a prévia destaca a ambientação da trama: a cena dançante de Nova York nos anos 1990, auge do garage (estilo house com vocais de divas) e da dança Vogue (que inspirou o hit homônimo de Madonna). O vídeo, por sinal, é cheio de voguing. E não é por acaso que os cartazes lembram capas de revistas de moda (tipo… Vogue). Criada por Murphy, seu colaborador frequente Brad Falchuk (“Glee”, “American Horror Story”, “Scream Queens”) e o roteirista Steven Canals (série “Dead of Summer”), “Pose” traz em seu elenco LGBT os atores MJ Rodriguez (série “Nurse Jackie”), Haile Sahar (série “Mr. Robot”), Angelica Ross (série “Transparent”) e os estreantes Indya Moore e Dominique Jackson, além de astros conhecidos como Evan Peters (série “American Horror Story”), Charlayne Woodard (série “The Leftovers”), James Van Der Beek (série “CSI: Cyber”) e Kate Mara (“Quarteto Fantástico”). A estreia acontece em 3 de junho. E será a última atração desenvolvida por Murphy para o FX, porque o produtor assinou um contrato milionário de exclusividade com a Netflix.
2ª temporada de Legion terá um episódio a mais que o previsto
O canal pago FX anunciou que a 2ª temporada de “Legion” terá um episódio a mais que o previsto. Em vez dos 10 previamente anunciados, a série terá 11 capítulos. O episódio extra foi acrescentado para Noah Hawley (criador também de “Fargo”) evitar cortes na produção, que já é, nas palavras da grande Aubrey Plaza, “dez vezes mais viajante” que a temporada inaugural. Segundo informou o site Deadline, o final trará o protagonista David Haller (Dan Stevens) “enfrentando o futuro”. O próprio Hawley assina a trama, que será exibida em 12 de junho. Com baixa audiência, é possível que o capítulo extra tenha sido autorizado para amarrar as pontas e encerrar a série, que está sendo assistida por 480 mil pessoas ao vivo e marcando 0,22 na demo. “Legion” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.
Pose: Série LGBT+ de Ryan Murphy ganha primeiro trailer com muita música e dança
O FX divulgou o primeiro trailer de “Pose”, nova e última série criada por Ryan Murphy para o canal (que já exibe suas criações “American Horror Story”, “American Crime Story” e “Feud”). A prévia destaca os personagens LGBT+ da produção, que fez história ao escalar cinco intérpretes transgênero nos papéis principais, tornando-se a série com o maior elenco trans da televisão americana em todos os tempos. Além disso, mostra ambientação da trama: a cena dançante de Nova York nos anos 1990, auge do garage (estilo house com vocais de divas) e da dança Vogue (que inspirou um hit de Madonna). O vídeo, por sinal, é cheio de voguing, com direito a uma rápida explicação sobre a origem da dança. Esta explicação faz parte do aspecto mais intrigante do vídeo, que possuiu um estilo de falso documentário, com atores dando depoimentos como se fossem seus personagens. Criada por Murphy, seu colaborador frequente Brad Falchuk (“Glee”, “American Horror Story”, “Scream Queens”) e o roteirista Steven Canals (série “Dead of Summer”), “Pose” traz em seu elenco LGBT os atores MJ Rodriguez (série “Nurse Jackie”), Haile Sahar (série “Mr. Robot”), Angelica Ross (série “Transparent”) e os estreantes Indya Moore e Dominique Jackson, além de “veteranos” como Evan Peters (série “American Horror Story”), Charlayne Woodard (série “The Leftovers”), James Van Der Beek (série “CSI: Cyber”) e Kate Mara (“Quarteto Fantástico”). A estreia acontece em 3 de junho. E será a última atração desenvolvida por Murphy para o FX, porque o produtor assinou um contrato milionário com a Netflix.
Jason Sudeikis vai voltar à série The Last Man on Earth
Os produtores de “The Last Man on Earth” (também exibida como “O Último Cara da Terra” no Brasil) preparam uma surpresa para voltar a despertar interesse na série de comédia, que está amargando audiência de cancelamento. Trata-se do retorno de Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), que viveu na trama Mike Miller, o irmão astronauta de Tandy, personagem de Will Forte. A última vez que ele apareceu foi no começo da 3ª temporada, quando dava sinais de contágio do vírus que dizimou 99% da população da humanidade, e pediu para ficar sozinho. Pois Mike (Sudeikis) não só sobreviveu como participará de quatro capítulos do final da 4ª temporada. Ele voltará no episódio previsto para ir ao ar em 15 abril nos Estados Unidos e permanecerá na série até a conclusão do atual arco, com final previsto para 6 de maio. Criada e estrelada por Will Forte, e com produção da dupla de cineastas Phil Lord e Chris Miller (“Anjos da Lei”), “The Last Man on Earth” se passa após uma catástrofe deixar apenas um punhado de pessoas vivas no planeta. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago FX.
Roteirista de Logan vai transformar os quadrinhos de Y: O Último Homem em série
Há anos considerada como franquia potencial, a adaptação dos quadrinhos de “Y: O Último Homem” (Y: The Last Man) finalmente ganhou encomenda de piloto para virar série. O canal pago FX aprovou o roteiro de Michael Green (indicado ao Oscar por “Logan”) e deu sinal verde para a produção pós-apocalíptica. Um dos quadrinhos mais cultuados da Vertigo, a linha adulta da DC Comics, “Y: O Último Homem” contou em 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente da morte repentina de todos os seres do planeta com cromossomo Y, sejam humanos ou animais, por uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que eles são os únicos machos que restaram, passam a caçá-los de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. A publicação ganhou cinco prêmios Eisner, o Oscar dos quadrinhos, e foi publicada no Brasil por três editoras diferentes. O próprio criador de “Y”, Brian K. Vaughan, trouxe o projeto para a FX há três anos, em parceria com Michael Green. Vaughan também é um roteirista experiente de séries, tendo trabalhado em “Lost” e “Under the Dome”. E Green é um dos escritores mais valorizados da atualidade por Hollywood, autor de “Logan”, “Blade Runner 2049” e “O Assassinato do Expresso Oriente”, além de ser cocriador da série “American Gods”. A adaptação de “Y” ronda Hollywood há cerca de uma década. O projeto quase saiu do papel em 2007 como um filme dirigido por D.J. Caruso (“Eu Sou o Número Quatro”) e estrelado por Shia LaBeouf (“Ninfomaníaca”), e em 2012 chegou a ser cotado para virar o longa de estreia de Dan Trachtenberg, que acabou fazendo “Rua Cloverfield 10”. Quando a Warner cedeu os títulos da Vertigo para a New Line, a expectativa era que sua subsidiária produzisse filmes de terror barato a partir dos quadrinhos. Entretanto, os produtores logo descobriram que as histórias da Vertigo eram complexas demais para o cinema. Como o tempo passou sem que a New Line conseguisse tirar a adaptação de “Y” do papel, os direitos reverteram para seu autor. Com experiência no universo das séries, Vaughn quis aproveitar a boa aceitação de outras criações da Vertigo na TV – “Constantine” fracassou, mas “Lucifer”, “Preacher” e “iZombie” continuam a ser renovadas. E assim fechou um acordo com o estúdio Color Force, de Nina Jacobson e Brad Simpson, que foram coprodutores da aclamada série “The People v. OJ Simpson – American Crime Story”, e que por isso já possuíam uma relação com o FX. Mas o canal pago só decidiu ir adiante após Michael Green deixar a série “American Gods” e se comprometer a assumir a produção de “Y: The Last Man” (o título original). Mesmo assim, os executivos do FX querem ver um piloto antes de encomendar uma temporada. O piloto terá direção de Melina Matsoukas, especialista em clipes (e premiada por trabalhos com Beyoncé e Rihanna), que estreou em séries assinando sete episódios de “Insecure”. Caso o piloto seja aprovado, o canal já definiu que a produtora Aïda Mashaka Croal (das séries “Jessica Jones” e “Luke Cage”) vai dividir a função de showrunner com Green, tendo em vista como ele é requisitado por Hollywood. O criador dos quadrinhos, Brian K. Vaughan, também participará da produção, mas já disse repetidas vezes que prefere que outra pessoa tome as decisões sobre como adaptar sua obra – a segunda a virar série, após “Fugitivos” (Runaways), da Marvel.
Projetos de séries sobre o escândalo sexual do presidente Bill Clinton são cancelados nos EUA
Dois projetos de séries envolvendo o escândalo sexual do ex-presidente Bill Clinton e a estagiária Monica Lewinsky foram arquivados nos Estados Unidos: a minissérie “The Breach”, no canal History, e a adaptação do caso na série de antologia “American Crime Story”, do canal FX. “The Breach” deveria ser a primeira parte de uma nova série de antologia, “The Commanders” que dramatizaria “momentos cruciais da história dos EUA, que definiram o legado dos homens que serviram como presidentes dos Estados Unidos – do primeiro, George Washington, ao 42º, Bill Clinton”, segundo comunicado. As outras séries limitadas, sobre presidentes americanos como Ronald Reagan, Franklin Delano Roosevelt, Theodore Roosevelt e Thomas Jefferson, continuam em desenvolvimento. O capítulo de Clinton tinha sido anunciado como um thriller político focado no escândalo criado em torno da revelação de que o presidente estava tendo um caso com Monica Lewinsky, estagiária da Casa Branca. A produção seria baseada no livro “The Breach: Inside the Impeachment and Trial of William Jefferson Clinton” em que Peter Baker, jornalista do jornal Washington Post, afirma que o presidente quase renunciou no ápice do escândalo. Já a versão de “American Crime Story” estava sendo planejada para o quarto ano da atração, que acaba de encerrar sua 2ª temporada. A Fox 21 Television Studios e a FX Productions, parceiras do produtor Ryan Murphy no projeto, compraram os direitos de adaptação do livro “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”, de Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. Segundo o site The Hollywood Reporter, Murphy já estava trabalhando em ritmo acelerado na pré-produção, buscando atrizes para interpretar Monica Lewinsky e sua colega Linda Tripp, responsável por gravar secretamente as conversas da ex-estagiária com Bill Clinton. Mas, de repente, mudou de ideia, e informou a decisão em primeira mão a Monica Lewinsky, que encontrou em uma festa de Hollywood. “Eu disse para ela: ‘Ninguém deveria contar a sua história a não ser você, e é nojento se o fizerem. Se você quiser produzir comigo, eu adoraria, mas você deve ser a produtora e ganhar todo o dinheiro”, revelou o criador de “Glee” e “American Horror Story”, em entrevista ao THR. A 3ª temporada de “American Crime Story” vai girar em torno da tragédia do furacão Katrina e, no momento, não há mais nenhum tema definido para o quarto ano da atração.
Legion: Vídeo de bastidores promete 2ª temporada “dez vezes mais viajante”
O canal pago FX divulgou um vídeo de bastidores da 2ª temporada de “Legion”, em que elenco e equipe comentam a nova fase da série. Em resumo, os novos episódios serão, nas palavras da grande Aubrey Plaza, “dez vezes mais viajante”. A nova temporada vai destacar o “verdadeiro vilão” da série: o Rei das Sombras (vivido a partir dos novos episódios por Navid Negahban, o Abu Nazir da série “Homeland”). O parasita mental que queria enlouquecer o protagonista David Haller (Dan Stevens) se tornou mais poderoso e estaria incapacitando vários mutantes. Criada por Noah Hawley (criador também de “Fargo”), “Legion” é inspirada pelos universo dos quadrinhos dos “X-Men”. Nas publicações da Marvel, David Haller é filho do Professor Xavier. Com dez novos episódios, a 2ª temporada estreia na terça-feira (3/4) nos Estados Unidos. A data da exibição nacional ainda não foi anunciada, mas a 1ª temporada teve lançamento simultâneo no Brasil pelo canal pago Fox.
Donald Glover divulga roteiro da série abortada de Deadpool
O ator Donald Glover publicou no Twitter o roteiro de um episódio da série animada de “Deadpool” que ele estava desenvolvendo para o canal pago FX. O anúncio de cancelamento da série foi feito durante o fim de semana, devido a “diferenças criativas”, segundo o canal. Apesar disso, alguns sites publicaram que o cancelamento aconteceu, na verdade, porque Donald Glover estaria ocupado demais para desenvolver a série. Além da publicação do roteiro de 10 páginas – intitulado “Finale” – , o criador e astro da série “Atlanta” e integrante do elenco de “Han Solo: Uma História Star Wars” respondeu a um comentário. “Para deixar registrado: eu não estava ocupado demais para escrever ‘Deadpool'”. Confira: pic.twitter.com/TrLGKmG740 — donald (@donaldglover) March 28, 2018 pic.twitter.com/kB3dgRkfLP — donald (@donaldglover) March 28, 2018 pic.twitter.com/xbmeFxLVUC — donald (@donaldglover) March 28, 2018 pic.twitter.com/4jiernxFCt — donald (@donaldglover) March 28, 2018 pic.twitter.com/hz2a0nTCpS — donald (@donaldglover) March 28, 2018 pic.twitter.com/cYV8bfQPIy — donald (@donaldglover) March 28, 2018 pic.twitter.com/vWHfALIDsS — donald (@donaldglover) March 28, 2018 pic.twitter.com/OFy89Xi9Bm — donald (@donaldglover) March 28, 2018 pic.twitter.com/WhemQnhZhf — donald (@donaldglover) March 28, 2018 pic.twitter.com/TuvR2XVLVV — donald (@donaldglover) March 28, 2018 pic.twitter.com/noYM4DNZKY — donald (@donaldglover) March 28, 2018 pic.twitter.com/m992mmIg0J — donald (@donaldglover) March 28, 2018 pic.twitter.com/rFO7M4BX6t — donald (@donaldglover) March 28, 2018 pic.twitter.com/SjvmBp8l33 — donald (@donaldglover) March 28, 2018 pic.twitter.com/noSqv0iZRg — donald (@donaldglover) March 28, 2018
Olivia de Havilland, de 101 anos, perde ação contra a série Feud
A ação movida pela lendária atriz Olivia de Havilland contra a série “Feud” não foi aceita pela justiça americana. O processo foi descartado pelo tribunal de Los Angeles nesta segunda (26/3). A atriz de 101 anos de idade acusava o canal FX de distorcer a verdade e manchar sua reputação ao retratá-la na 1ª temporada de “Feud”, na qual ela foi vivida por Catherine Zeta-Jones. Mas, no entendimento da Justiça americana, o direito da última estrela viva de “…E o Vento Levou” não está acima do direito da liberdade de expressão e criação, estabelecidos na Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos. A 1ª temporada de “Feud” era centrada na famosa rivalidade entre outras estrelas de Hollywood: Bette Davis, interpretada por Susan Sarandon, e Joan Crawford, encarnada por Jessica Lange. De Havilland é a única atriz viva dentre os personagens retratados na série. A advogada da atriz, Suzelle Smith, afirmou ante ao tribunal que a produção passa uma imagem negativa de sua cliente e viola seu direito à privacidade, ao mostrá-la na ficção referindo-se a sua irmã, Joan Fontaine, como uma “cadela” (“bitch”). “Uma das razões principais do grande respeito do público por Olivia de Havilland é que em sua carreira de mais de 80 anos sempre se negou a se envolver em fofocas de Hollywood sobre as relações entre os outros atores”, afirma a ação. Já a advogada do canal pago, Kelly Klaus, alegou em juízo que a ficção documental não se propõe a contar a história literalmente. “Essa é a função dos documentários”, afirmou. O tribunal de apelação não discutiu o mérito da calúnia, que seria outra ação, apenas considerou que a produção “Feud” estaria protegida constitucionalmente. Além disso, a Primeira Emenda exime os criadores de pagar pelos direitos da vida de alguém – porque a vida não é uma obra intelectual. “A decisão é uma vitória para a comunidade criativa e para a Primeira Emenda”, comemorou Ryan Murphy, criador da série, em um comunicado. “A vitória de hoje dá a todos os criadores o espaço necessário para respirar e continuar a contar histórias históricas importantes inspiradas em eventos reais. Acima de tudo, é um ótimo dia para a expressão artística e um lembrete de quão preciosa nossa liberdade permanece.”
Série animada do Deadpool para adultos é abordada por “diferenças criativas”
A série animada do super-herói Deadpool que estava sendo desenvolvida por Donald Glover (série “Atlanta”) para o público adulto do canal pago FX não vai mais acontecer. O motivo alegado são diferenças criativas, segundo o FX, que continua trabalhando com a Marvel em “Legion” – a 2ª temporada começa em 2 de abril. O astro e criador da série “Atlanta” estava desenvolvendo a produção com seu irmão Stephen Glover. Programada para estrear em 2018, a série chegou a ser incensada pelo chefão de TV da Marvel, Jeph Loeb em comunicado. “Quão divertido isto poderá ser? Deadpool, Donald e FX – a combinação perfeita para o mercenário falastrão”, disse Loeb, em comunicado. “Estamos encantados com a continuidade de nossa relação com a FX, que começou com ‘Legion’, siga com o que certamente será um espetáculo inovador em animação para adultos”, compeltou. A produção da 1ª temporada foi aprovada sem que nenhum roteiro tivesse sido apresentado, mas quando surgiram os primeiros esboços, todo o entusiasmo acabou. É possível que a Marvel ainda retome o projeto com novos roteiristas, mas por enquanto não há nada confirmado. Enquanto isso, “Deadpool 2” estreia em 17 de maio no cinema.
Vídeo de bastidores de The Americans apresenta os rumos do final da série
O canal pago americano FX divulgou um vídeo de bastidores da 6ª e última temporada de “The Americans”. A prévia traz o criador Joseph Weisberg (roteirista da série “Falling Skies”) e o produtor Joel Fields (“Rizzoli & Isles”) comentando os temas e os rumos do final da série, em particular como o desmantelamento da União Soviética afeta o casal de espiões vivido por Keri Russell e Matthew Rhys. Enquanto ele resolve se afastar do trabalho de espionagem, ela passa a contar com apoio da filha mais velha (Holly Taylor). Elogiadíssima pela crítica, a série já rendeu dois Emmys de Melhor Atriz Convidada para Margo Martindale (série “Justified”), pelo papel da encarregada de transmitir as missões para os espiões. A 6ª temporada estreia em 28 de março nos Estados Unidos.










