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  • Música

    Gusttavo Lima raspa a barba e não é reconhecido pelos fãs

    18 de setembro de 2026 /

    Mudança confundiu seguidores, mas visual já havia sido adotado pelo sertanejo em 2024

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  • Filme

    “Michael” supera bilheteria de “Bohemian Rhapsody” e vira maior cinebiografia musical

    13 de junho de 2026 /

    Filme sobre Michael Jackson chega a US$ 911,9 milhões na estreia do filme no Japão

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  • Música

    John Fogerty revela que vai ganhar cinebiografia

    13 de junho de 2026 /

    Cantor lendário do Creedence Clearwater Revival falou sobre filme em desenvolvimento durante evento do Hall of Fame dos Compositores

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  • Música

    Queen lança música de Natal inédita gravada em 1974 com Freddie Mercury

    25 de dezembro de 2025 /

    Faixa "Not For Sale (Polar Bear)" foi resgatada dos arquivos de "Queen II" e serve como prévia para relançamento do álbum em 2026

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  • Música

    Biografia revela que Freddie Mercury teve filha em segredo: “Era e é meu pai”

    24 de maio de 2025 /

    Livro “Love, Freddie” aponta existência de filha biológica mantida em sigilo por Mercury, identificada apenas como “B”

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  • Etc

    Princesa Diana frequentou boate gay com Freddie Mercury, diz biografia

    1 de maio de 2025 /

    Novo livro afirma que Lady Di usou roupas masculinas para ir a bar LGBTQIAP+ de Londres sem ser reconhecida

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  • Música

    Música do Queen é retirada de disco para evitar “cultura do cancelamento”

    21 de agosto de 2023 /

    Os executivos da Universal Records decidiram retirar um dos maiores sucessos do Queen do disco “Greatest Hits” (1981) para evitar a “cultura do cancelamento”. Agora, o álbum disponível no streaming Yoto, uma nova plataforma de áudio voltada para ouvintes mais jovens, não terá a canção “Fat Bottomed Girls”. A música retirada do disco foi composta pelo guitarrista Brian May em 1978 e possui trechos polêmicos sobre “garotas com popozão”. O jornal britânico Daily Mail revelou que executivos da indústria musical ficaram incomodados com a remoção da faixa do Queen. “Uma canção divertida não é mais aceitável na sociedade atual. Por que não podemos ouvir alguém cantando sobre sua apreciação por pessoas de todas as formas e tamanhos?”, lamentou um empresário anônimo. Até o momento, Brian May e os assessores do Queen não se pronunciaram sobre a remoção de “Fat Bottomed Girls”.   Sucessos do Queen O disco “Greatest Hits” não é apenas um compilado dos maiores sucessos do Queen. Trata-se de um dos álbuns mais vendidos de todos os tempos, com 25 milhões de cópias comercializadas ao redor do mundo, e reúne as músicas mais conhecidas do grupo, como “Bohemian Rhapsody”, “Don’t Stop Me Now” e “We Will Rock You”. Em 2008, o guitarrista e compositor Brian May falou sobre as origens de “Fat Bottomed Girls” em uma entrevista à revista Mojo. “Eu escrevi com o Freddie [Mercury] em mente, é o que você faz quando tem um cantor ótimo que gosta de meninas grandonas… Ou meninos”, ele revelou.

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  • Música

    Bruce Gowers, diretor do clipe de “Bohemian Rhapsody”, morre aos 82 anos

    18 de janeiro de 2023 /

    O diretor Bruce Gowers, que assinou o visionário clipe “Bohemian Rhapsody”, do Queen, e nove temporadas do reality show “American Idol”, morreu no último domingo (15/1) de complicações de uma infecção respiratória aguda. Ele tinha 82 anos. Especialista em eventos ao vivo e especiais de TV, Gowers também dirigiu e/ou produziu as premiações do Emmys, da Billboard Music Awards, do MTV’s Music Video and Movie Awards, do ESPYs, do People’s Choice Awards e muitas outras. Gowers nasceu em 21 de dezembro de 1940, em New Kilbride, na Escócia, onde seus pais trabalharam durante a 2ª Guerra Mundial. Ele frequentou o BBC Training College e começou sua carreira na BBC, onde trabalhou como técnico antes de conseguir cargos de produção e direção de programas. Ele se mudou os Estados Unidos nos anos 1970 e conheceu sua futura esposa, Carol Rosensteinna, durante uma gravação do vídeo musical de “Tonight’s the Night” de Rod Stewart. Ele também fez clipes para Elton John, The Pretenders, Santana, Van Halen, REO Speedwagon, Christopher Cross, Genesis e Fleetwood Mac durante sua carreira. Porém, o grande marco de sua carreira foi o clipe de “Bohemian Rhapsody” do Queen, filmado no Elstree Studios, em Londres, em novembro de 1975. O pequeno vídeo de Gowers foi o primeiro clipe exibido no popular programa musical “Top of the Pops”, da BBB, que até então mostrava apenas artistas fazendo playbacks no estúdio. A repercussão causada por seu visual ajudou a banda de Freddie Mercury a alcançar o estrelato e influenciou todos os grandes artistas a produzirem vídeos para acompanhar suas músicas. Essa iniciativa acabou gerando clipes suficientes para o lançamento, seis anos depois, de um canal especializado em sua exibição: a MTV. “Mudou a forma como a música era percebida; todo mundo estava fazendo vídeos e as bandas estavam vendo suas vendas e posições nas paradas aumentarem se seus vídeos fossem bons”, lembrou o diretor ao Daily Mail em 2018. “A única coisa que me incomoda é que eles usam meu vídeo há 40 anos e nunca me pagaram um centavo ou agradeceram.” Gowers contou que ganhou apenas US$ 590 pelo trabalho, feito sob encomenda da gravadora EMI. Ainda assim, o clipe o posicionou como um dos principais diretores do gêneros e abriu diversas portas para ele, que também dirigiu vídeos famosos de Michael Jackson (“Rock With You”), Prince (“1999”), John Mellencamp (“Jack and Diane”), The Rolling Stones (“Fool to Cry”), Rush (“Limelight,” “Tom Sawyer”), Ambrosia (“How Much I Feel”), 10cc (“I’m Not in Love”), Bee Gees (“How Deep Is Your Love”), Supertramp (“Goodbye Stranger”), Chaka Kahn (“I’m Every Woman”), Peaches and Herb (“Reunited”), Journey (“Lovin’, Touchin’, Squeezin’”) e The Tubes (“Prime Time”). Em 1986, ele venceu um Grammy por seu trabalho pelo clipe “Heart of Rock and Roll”, de Huey Lewis and the News. Oito anos depois, ele recebeu um prêmio DGA por dirigir o especial “Genius: A Night for Ray Charles”. Com esse cartão de visitas, Gowers comandou um total de 234 episódios de “American Idol” de 2002 até 2011, trabalho que lhe rendeu um Emmy de Melhor Direção para Série de Variedades, Música ou Comédia, em 2009. Além disso, ele também dirigiu especiais de comédia de Richard Lewis, Jerry Seinfeld, Robin Williams, Billy Crystal, Eddie Murphy e Paula Poundstone e especiais de música de Justin Timberlake e Britney Spears. Em comunicado, sua família disse que Gowers “sempre trouxe entusiasmo, energia, paixão e alegria ilimitados ao seu trabalho. Ele amava e era amado pelas equipes com quem trabalhava e era conhecido em toda parte por sua generosidade como colega, constantemente incentivando e promovendo as pessoas talentosas da sua equipe”. Relembre abaixo o principal trabalho de Bruce Gowers.

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  • Música

    Gravação “perdida” de Freddie Mercury ganha clipe inédito

    21 de junho de 2019 /

    A Universal Music divulgou um clipe inédito de Freddie Mercury para a música “Time Waits For No One”, recém-descoberta nos arquivos do estúdio Abbey Road. A música é uma versão despojada de “Time”, gravada em 1986. No vídeo, o vocalista do Queen apresenta-se acompanhado apenas pelo piano de Mike Moran, em franco contraste com a gravação que foi lançada na época – que tinha banda, orquestra e coro vocal épico. O clipe, por sinal, usa imagens do vídeo feito originalmente para divulgar a canção original. “Time” era uma composição solo de Mercury para a ópera rock teatral homônima de Dave Clarke, exibida durante dois anos no West End londrino. O cenário do clipe de Mercury é justamente o Dominion Theatre, em Londres, onde a peça foi encenada de 1986 a 1988. Foi o próprio Clark quem achou a gravação da versão alternativa e tratou de disponibilizá-la. “É só Freddie e o piano e isso realmente mostra um artista incrível e o alcance incrível que ele tinha”, disse o músico para a agência Reuters. Clark, que liderou a banda Dave Clark Five nos anos 1960, trabalhou com vários cantores para o álbum “Time”. Mercury cantou duas músicas, a faixa-título e “In My Defense”. Mas ele se sembrava que o cantor gravou um ensaio acompanhado apenas pelo piano. Durante anos, tentou encontrar aquela versão, sem sucesso. Chegou a achar que ela estava perdida. Até poucos dias atrás. “Trata-se de uma celebração do Freddie. Que contribuição maravilhosa ele deu à nossa indústria musical”, concluiu Clark, sobre o lançamento. Compare abaixo os clipes e as gravações de “Time Waits For No One” e “Time”.

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  • Filme

    Bohemian Rhapsody supera US$ 900 milhões de bilheteria mundial

    14 de abril de 2019 /

    Embora já tenha saído dos cinemas na maioria dos países, “Bohemian Rhapsody” só estreou há poucas semanas na China, o que manteve a arrecadação da cinebiografia do Queen e de Freddie Mercury. E, graças ao sucesso chinês, o filme ultrapassou neste domingo (14/4) a marca dos US$ 900 milhões em sua bilheteria mundial. O filme foi lançado em versão censurada na China, com cortes nas cenas que retratam o cantor do Queen como homossexual e fazendo uso de drogas. Apesar disso, teve grande procura, em parte pela popularidade da banda Queen, mas também pelo reconhecimento do Oscar. “Bohemian Rhapsody” venceu quatro prêmios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, inclusive o Oscar de Melhor Ator, conquistado por Rami Malek por seu desempenho como o cantor Freddy Mercury. Antes mesmo de atingir sua nova marca impressionante, a produção já tinha se consolidado como o maior lançamento da Fox em seu último ano como estúdio independente, superando os US$ 742,6 milhões de “Deadpool 2” para liderar as arrecadações do estúdio em 2018. Na apresentação da plataforma Disney+ (Disney Plus) na quinta-feira (11/4), uma foto de “Bohemian Rhapsody” representou o acervo da Fox que será disponibilizado no serviço de streaming.

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  • Filme,  Música

    Censura chinesa à Bohemian Rhapsody irrita fãs do Queen e gays do país

    27 de março de 2019 /

    A censura sofrida por “Bohemian Rhapsody” nos cinemas da China foi lamentada por fãs do Queen e gays do país. Os censores locais decidiram cortar uma série de cenas relacionadas à sexualidade de Freddie Mercury (Rami Malek), as referências à Aids e os momentos em que a banda consome drogas. “As cenas deletadas afetam a história. O filme é sobre como Freddie encontrou sua identidade, e sua sexualidade é parte disso”, disse Peng Yanzi, ativista de direitos LGBTQIA+ na China e fã de longa data do Queen, em entrevista à revista americana Billboard, que realizou reportagem sobre a polêmica. Outra ativista, Hua Zile, fez questão de comparar a versão chinesa de “Bohemian Rhapsody” com a exibida no território semiautônomo de Hong Kong, que não sofreu censura. “É uma pena o que eles fizeram com o filme”, comentou. “Isso enfraquece a identidade gay do personagem. É desrespeitoso à experiência real de Mercury, e deixa o personagem superficial. Não o vemos crescendo”. Entre as cenas cortadas pelos censores chineses, estão o momento em que Mercury diz para Mary Austin, então sua mulher, que pode não ser heterossexual. O momento em que o vocalista conta aos companheiros de banda que tem AIDS ficou sem o áudio. Su Lei, que trabalha como contadora, disse à Billboard que leu a biografia de Mercury antes de assistir ao filme. “Os cortes foram desnecessários. É uma nova era na China, influenciada por produtos do Ocidente. Todo mundo seria capaz de entender e aceitar [a sexualidade do personagem]”, disse. A lei chinesa não proíbe a exibição da homossexualidade nos cinemas, mas veta expressamente os temas LGBTQIA+ na TV e nos serviços de streaming disponíveis no país. Apesar disso, os censores chineses costumam não autorizar a exibição de filmes com personagens LGBTQIA+. Filmes americanos premiados como “O Segredo de Brokeback Mountain” e “Moonlight” não estrearam no país, e até a versão para menores de “Deadpool 2” (que inclui um casal lésbico de super-heroínas) precisou fazer cortes para entrar na China.

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  • Filme,  Música

    Bohemian Rhapsody vai mostrar Freddie Mercury heterossexual em versão editada para a China

    27 de fevereiro de 2019 /

    Não é só “Nasce uma Estrela” que vai ganhar uma nova versão após o Oscar 2019. “Bohemian Rhapsody” também. Mas enquanto o romance musical vai acrescentar músicas de Lady Gaga, a cinebiografia musical vai tirar as cenas que retratam Freddie Mercury consumindo drogas e se portando como um homem gay. A nova versão “reprimida” (antônimo de estendida) será exibida exclusivamente nos cinemas da China, onde o filme estreia em 22 de março. Os censores da China já tinham cortado a tradução da palavra “gay” no discurso de Rami Malek, ao vencer o Oscar de Melhor Ator, na noite de domingo (24/2). Mas, ao contrário da “democracia” russa, o regime do Partido Comunista chinês não tem uma política específica anti-gay. É uma discussão que não sai do armário, e que consiste em barrar sem explicações filmes que promovam este modo de vida. Dirigido pelo taiwanês Ang Lee, “O Segredo de Brokeback Mountain” (2005), por exemplo, não foi lançado comercialmente no país. Para a exibição no país, a Fox cortou cerca de um minuto do longa. E em vez de fomentar protestos, o corte cirúrgico, ironicamente, virou motivo de chacota por quem já achava ridícula a forma como “Bohemian Rhapsody” minimizou a sexualidade do cantor da banda Queen. Bastou tirar um minuto do longa para Freddie Mercury virar um macho man heterossexual. Mesmo com sua castração, o filme será lançado de forma limitada na China, via National Alliance of Arthouse Cinemas (NAAC), uma iniciativa público-privada dirigida pela China Film Archive e apoiada pelo Estado e por um consórcio de exibidores. No entanto, se a bilheteria for alta, a opção pode ser revisada e render um lançamento em mais salas.

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  • Filme

    Diretor do filme mais premiado é “esquecido” no Oscar 2019

    25 de fevereiro de 2019 /

    Com quatro estatuetas, “Bohemian Rhapsody” foi o filme mais premiado do Oscar 2019. Mas nenhum dos vencedores lembrou de agradecer seu diretor. O nome de Bryan Singer não foi mencionado uma vez sequer nos discursos dos premiados. Isto já tinha acontecido nas premiações anteriores, desde que a tática foi implementada no Globo de Ouro. A opção foi a estratégia escolhida pela Fox para separar o filme das controvérsias que acompanham o diretor. Singer foi denunciado por abuso sexual de menores antes, durante e após as filmagens do longa. São denúncias de fatos que teriam acontecido em outra década, mas que podem ter abalado o cineasta durante a produção, já que ele foi demitido antes do final das filmagens, supostamente porque precisava de um tempo para lidar com problemas de saúde de sua mãe. Ninguém comenta abertamente detalhes dos bastidores, mas rumores mencionam brigas no set com Rami Malek, vencedor do Oscar de Melhor Ator, ausências seguidas durante datas de filmagens – coincidindo com a descoberta de uma reportagem sobre novas denúncias – e comportamento descrito como “não profissional”. As revelações mais recentes, da tal reportagem, vieram à tona ao fim de janeiro pela revista The Atlantic, e levaram o cineasta a ser excluído das indicações ao BAFTA, o “Oscar britânico”. Além disso, seu mais recente projeto, uma nova versão dos quadrinhos de “Red Sonja”, acabou engavetado após a repercussão. O diretor Dexter Fletcher (do vindouro filme de Elton John, “Rocketman”) foi quem completou as filmagens de “Bohemian Rhapsody”. E se tornou ainda mais invisível que Singer, pois, além de não receber nenhum agradecimento sequer, nem teve seu nome incluído nos créditos do longa. Singer manteve-se como diretor solitário da produção. Ele se defendeu das acusações publicadas pela revista The Atlantic acusando um dos repórteres de homofobia e revelando que a mesma denúncia tinha sido vetada por supostos problemas de apuração pela revista Esquire. Os autores da reportagem confirmaram que a editora da Esquire barrou a publicação original, mas disseram “não saber porquê”. Mas o cineasta já tinha sido alvo de duas ações legais por abuso sexual de menor, ambas antes de filmar “Bohemian Rhapsody”. A mais recente é de 2017, quando foi acusado de estupro por Cesar Sanchez-Guzman. O jovem conta que tinha 17 anos quando compareceu a uma festa em um iate na qual Singer era um dos convidados. A ação ainda tramita na justiça americana. Mas chama atenção o fato de o advogado de Cesar Sanchez-Guzman ser Jeffrey Herman, o mesmo que representou Michael Egan em 2014, quando este também fez acusações de abuso sexual de menor contra vários figurões de Hollywood, inclusive Singer. Mais tarde, Egan voltou atrás nas denúncias, após inúmeras contradições em seus depoimentos. No caso de Singer, por exemplo, ele acusou o diretor de estuprá-lo numa viagem ao Havaí. Entretanto, Singer estava no Canadá filmando um dos longas dos “X-Men” no período apontado, e diante das evidências o caso foi retirado. Singer garante que também é inocente das demais acusações. Ironicamente, ele alega que as novas denúncias quiseram se aproveitar de seu destaque como diretor de “Bohemian Rhapsody”.

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