Teaser legendado do novo Cloverfield revela que o filme já chegou na Netflix
A Netflix divulgou o pôster nacional e o teaser legendado de “The Cloverfield Paradox”, terceiro longa da franquia sci-fi “Cloverfield”. A prévia foi exibida nos Estados Unidos na noite de domingo (4/2) durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato americano de futebol, maior audiência e espaço comercial mais valorizado da TV americana). E – surpresa! – o filme estreou no mesmo instante. Não só foi rodado em segredo, como chegou na surdina, levando ao cúmulo o sigilo que cerca as produções da Bad Robot, empresa do cineasta J.J. Abrams (das franquias “Star Trek” e “Star Wars”). Com referências ao filme original – “Cloverfield: Monstro”, primeira sci-fi do diretor Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) – , a prévia diz que o filme explica o que levou um monstro a aparecer em Nova York há dez anos, entre cenas de destruição apocalíptica, uma mão decepada ainda “viva” e uma equipe de astronautas numa nave/estação espacial. O elenco traz David Oyelowo (“Selma: Uma Luta Pela Igualdade”), Gugu Mbatha-Raw (“Um Homem Entre Gigantes”), Zhang Ziyi (“O Grande Mestre”), Elizabeth Debicki (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”), Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”), Chris O’Dowd (“Missão Madrinha de Casamento”), John Ortiz (“Kong: A Ilha da Caveira”), Aksel Hennie (“Perdido em Marte”) e Roger Davies (série “Family Affairs”). Escrito por Oren Uziel (“Anjos da Lei 2”) e Doug Jung (“Star Trek: Sem Fronteiras”), o filme tem produção de J.J. Abrams e, assim como nos dois lançamentos anteriores, é dirigido por um jovem promissor, Julius Onah (do thriller indie “The Girl Is in Trouble”). O filme já pode ser visto na Netflix brasileira.
Alden Ehrenreich é Han Solo no primeiro teaser legendado
A Disney divulgou o primeiro teaser legendado de “Han Solo: Uma História Star Wars”, exibido nos Estados Unidos durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato americano de futebol, maior audiência e espaço comercial mais valorizado da TV americana). A prévia de 1 minuto revela as primeiras e breves cenas do elenco, em especial o ator Alden Ehrenreich (“Ave César!”) como o jovem Han Solo, o lendário piloto do Millennium Falcon. Ele aparece ainda tentando se tornar piloto, alistando-se nas tropas do Império, antes de parar atrás das grades. O vídeo também destaca as participações de Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Emilia Clarke (série “Game of Thrones”) e Donald Glover (série “Atlanta”) como o jovem Lando Calrissian, além de trazer uma rápida aparição de Chewbacca (Joonas Suotamo). O longa tem roteiro do veterano Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e de seu filho Jon Kasdan (“A Primeira Vez”), e bastidores tumultuados de direção: Ron Howard assina a versão final, após a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm, no meio das filmagens. “Han Solo” tem estreia marcada para 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Dinossauros aterrorizam no novo trailer legendado de Jurassic World
A Universal divulgou o novo trailer legendado de “Jurassic World: Reino Ameaçado”, que foi exibido nos Estados Unidos na noite de domingo (4/2) durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato americano de futebol, maior audiência e espaço comercial mais cobiçado da TV americana). A prévia explora o maravilhamento de ver um dinossauro pela primeira vez, ao som da trilha clássica de “Jurassic Park” (1993), e a amizade de Owen (o personagem de Chris Pratt) com o velociraptor Blue. Mas se o primeiro trailer destacava a destruição da Ilha Nublar, o novo apresenta as ameaças jurássicas no mundo moderno, com cenas que remetem a situações de terror, após cientistas resolverem experimentar com manipulação genética para criar novas espécies de répteis gigantes. Obviamente, uma péssima ideia. O elenco também inclui Bryce Dallas Howard e BD Wong (que, assim como Pratt, estrelaram o primeiro “Jurassic World”), Jeff Goldblum (do primeiro “Jurassic Park”), além de Justice Smith (série “The Get Down”), Daniella Pineda (da série “The Originals”), Toby Jones (“Alice Através dos Espelhos”), Rafe Spall (“A Grande Aposta”), James Cromwell (“O Artista”), Ted Levine (série “Monk”), Geraldine Chaplin (“O Impossível”) e a menina Isabella Sermon. O roteiro é de Colin Trevorrow (diretor de “Jurassic World”), a direção está a cargo do espanhol Juan Antonio Bayona (“O Impossível”) e a estreia está marcada para 21 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Quarto filme da franquia The Purge ganha teaser patriótico
A Blumhouse Productions divulgou o pôster e o primeiro teaser de “First Purge”, quarto filme da franquia “The Purge”, lançada no Brasil alternadamente como “Uma Noite de Crime” e “12 Horas Para Sobreviver”. No clima da campanha eleitoral do Presidente Trump, o vídeo tremula bandeiras e argumenta que a capacidade de matar é que torna os Estados Unidos um grande país. Escrito por James DeMonaco, criador da franquia, “First Purge” vai mostrar, como diz o título, o primeiro expurgo experimental, após a aprovação da lei distópica que libera assassinatos por 24 horas, uma vez por ano. Trata-se, portanto, de um prólogo da saga iniciada em 2013. “The First Purge” será o primeiro filme da franquia que DeMonaco não vai dirigir. Ele continua como produtor e roteirista, enquanto a direção ficou a cargo de Gerard McMurray (“O Código do Silêncio”). O elenco inclui Marisa Tomei (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Melonie Diaz (“O Expermimento Belko”), Luna Lauren Velez (série “Dexter”), Mo McRae (série “Pitch”), Patch Darragh (série “The Path”), Y’lan Noel (série “Insecure”), Lex Scott Davis (série “Training Day) e Joivan Wade (série “Doctor Who”). A estreia está marcada para 4 de julho nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.
Novo trailer da série Stargate: Origins revela prólogo da franquia sci-fi
A MGM divulgou um novo trailer de “Stargate: Origins”, série que ressuscita a franquia sci-fi “Stargate” com um prólogo centrado na personagem Catherine Langford, personagem que apareceu pela primeira vez no filme de 1994 e mais tarde na temporada inaugural de “Stargate: SG-1”. Catherine era uma arqueóloga que presenciou a descoberta da “relíquia” estelar original em 1928, enterrado sob as ruínas de Gizé, no Egito, e durante toda a sua vida lutou para que o programa Stargate se tornasse realidade. A nova série vai acompanhar suas primeiras tentativas de desvendar os mistérios do Portal Estelar, em meio a inimigos nazistas, para salvar a Terra de uma terrível escuridão. A protagonista é vivida pela australiana Ellie Gall (série “Puberty Blues”) e o elenco também conta com Connor Trinneer (“Star Trek: Enterprise”), Derek Chariton (série “The American West”), Tonatiuh Elizarraraz (visto em “Jane the Virgin”) e Lincoln Hoppe (“Santos ou Soldados: Missão Berlim”). A produção faz parte de um projeto da MGM para uma espécie de “Netflix Stargate”, uma nova plataforma digital por assinatura, chamada “Stargate Command”, que vai incluir toda a biblioteca Stargate, além de conteúdos novos e exclusivos como “Stargate: Origins”. “Stargate: Origins” será a quarta série live action da franquia, após “Stargate: SG-1”, “Stargate: Atlantis” e “Stargate: Universe”, somando mais de 350 episódios em quase 25 anos desde o lançamento do filme original. A atração terá 10 episódios com apenas 10 minutos de duração – ou seja, o equivalente a um telefilme de 1h40 dividido em 10 partes. A estreia está marcada para 15 de fevereiro.
Jumanji surpreende e volta a liderar as bilheterias da América do Norte
Após uma semana na liderança, “Maze Runner: A Cura Mortal” perdeu o 1º lugar das bilheterias norte-americanas para o maior campeão do ano, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. A produção da Sony retornou ao topo, somando, assim, quatro semanas como líder das bilheterias em 2018. Um feito que demonstra sua enorme popularidade. Os US$ 11M (milhões) arrecadados entre sexta e este domingo (4/2) ajudaram “Jumanji” a cruzar a marca de US$ 350M na América do Norte. Em todo o mundo, a arrecadação atingiu US$ 855,7M. Não é à toa que a Sony já aprovou a continuação da comédia fantasiosa. As críticas pouco empolgantes ajudam a explicar porque “Maze Runner: A Cura Mortal” faturou apenas US$ 10M em seu segundo fim de semana em cartaz, mantendo-se apenas por pequena margem à frente do 3º lugar, que foi o único lançamento de sexta (2/2): “A Maldição da Casa Winchester”. Primeiro terror estrelado por atriz Ellen Mirren (“A Rainha”), “A Maldição da Casa Winchester” também teve a distinção de se tornar o filme pior avaliado da carreira da atriz, com apenas 9% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Não por acaso, a distribuidora CBS Films tentou esconder o filme da crítica, que só pôde assistir as sessões após sua estreia. O lançamento do terror no Brasil está marcado para 1 de março. O resto do ranking não trouxe novidades, mas é interessante reparar que “A Forma da Água”, um dos filmes mais premiados do ano e favorito ao Oscar 2018, não fez muito sucesso entre o público norte-americano. Em cartaz há mais de um mês, rendeu apenas US$ 44,5M no mercado doméstico. Embora tenha iniciado sua trajetória em circuito limitado, a fantasia do diretor Guillermo Del Toro está atualmente em exibição em mais de 2,8 mil cinemas – e em 9º lugar no ranking. Confira abaixo o desempenho dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 11M Total EUA: US$ 352,6M Total Mundo: US$ 855,7M 2. Maze Runner: A Cura Mortal Fim de semana: US$ 10M Total EUA: US$ 39,7M Total Mundo: US$ 137M 3. A Maldição da Casa Winchester Fim de semana: US$ 9,2M Total EUA: US$ 9,2M Total Mundo: US$ 9,2M 4. O Rei do Show Fim de semana: US$ 7,8M Total EUA: US$ 37,4M Total Mundo: US$ 271,9M 5. Hostiles Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA: US$ 21,2M Total Mundo: US$ 21,2M 6. The Post – A Guerra Secreta Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA: US$ 67,1M Total Mundo: US$ 107,3M 7. 12 Heróis Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA: US$ 37,3M Total Mundo: US$ 46M 8. Covil de Ladrões Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA: US$ 36,2M Total Mundo: US$ 45,3M 9. A Forma da Água Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA: US$ 44,5M Total Mundo: US$ 59,2M 10. Paddington 2 Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA: US$ 36,3M Total Mundo: US$ 195,9M
Homossexualidade de Dumbledore gera protestos contra J.K. Rowling
A escritora J.K. Rowling, autora dos livros de “Harry Potter”, voltou a ser alvo de críticas no Twitter pelo filme “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”. Depois de defender a manutenção de Johnny Depp no papel do vilão do título, apesar das acusações de violência doméstica contra o ator, Rowling foi atacada por uma declaração do diretor do filme, David Yates, a respeito da sexualidade de Dumbledore (o diretor da escola de Harry Potter) O diretor explicou, em entrevista à revista Entertainment Weekly, que embora a homossexualidade de Dumbledore não fosse tratada explicitamente, o filme deixaria claro que ele era gay e teve um caso com o vilão. “Eu acho que todos os fãs sabem disso. Ele teve um relacionamento intenso com Grindelwald quando eram jovens. Eles se apaixonaram pelas suas ideias, ideologias e um pelo outro”, afirmou. Apesar da entrevista ter sido dada por Yates, as críticas recaíram sobre a autora, que escreveu os roteiros dos dois filmes da franquia – iniciada com “Animais Fantásticos e Onde Habitam” (2016). Ela rebateu no Twitter: “Receber mensagens abusivas sobre uma entrevista que não me envolveu, sobre um roteiro que eu escrevi mas nenhuma das pessoas furiosas leu, que é parte de uma série de cinco filmes dos quais só um foi lançado até agora, é obviamente muito divertido, mas vocês sabem o que é ainda mais divertido?”, escreveu a autora, seguido de uma imagem irônica fazendo referência ao botão de silenciar postagens. Rowling revelou que Dumbledore era gay em 2007, mesma ocasião em que confirmou seu envolvimento com o bruxo Grindelwald. Em 2016, a própria autora declarou, em coletiva de imprensa relativa ao lançamento do primeiro “Animais Fantásticos”, que a homossexualidade de Dumbledore seria explorada ao longo da franquia. “Eu não posso dizer tudo que eu quero, pois essa será uma história de cinco partes, então há muito o que se revelar nesse relacionamento. Nós o veremos nesse período de formação de sua vida, do ponto de vista da sua sexualidade”, declarou, na época. Além de Johnny Depp no papel de Grindelwald, o filme traz Jude Law como o jovem Dumbledore. O elenco também inclui os remanescentes do primeiro filme: Eddie Redmayne (Newt Scamander), Alison Sudol (Queenie Goldstein), Dan Fogler (Jacob Kowalski), Katherine Waterston (Tina Goldstein), Zoe Kravitz (Leta Lestrange) e Ezra Miller (Credence Barebone). A previsão de estreia é para novembro de 2018. Being sent abuse about an interview that didn't involve me, about a screenplay I wrote but which none of the angry people have read, which is part of a five-movie series that's only one instalment in, is obviously tons of fun, but you know what's even *more* fun? pic.twitter.com/Rj6Zr8aKUk — J.K. Rowling (@jk_rowling) January 31, 2018
Maze Runner: A Cura Mortal abre em 1º lugar nos EUA com pior estreia da trilogia
Após três semanas na liderança das bilheterias, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” foi superado pela estreia de “Maze Runner: A Cura Mortal” neste fim de semana na América do Norte. A troca de franquias no topo do ranking não significa, porém, uma grande estreia para o terceiro “Maze Runner”. Com US$ 23,5M (milhões), o lançamento teve a pior abertura da trilogia – “Maze Runner: Correr ou Morrer” abriu com US$ 32M em 2014 e “Maze Runner: Prova de Fogo” com US$ 30M em 2015. A escala descendente também se reflete nas avaliações críticas, com a pior nota registrada no site Rotten Tomatoes – 44%, contra 65% e 45% dos dois primeiros. Apesar de ter caído uma posição, o reboot de “Jumanji” continuou acumulando milhões de dólares. Já está com US$ 338M no mercado doméstico e impressionantes US$ 822M em todo o mundo. Não é à toa que a Sony já aprovou a continuação. Neste ritmo, a fantasia infantil pode superar “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (US$ 880,2M), o maior sucesso do estúdio no ano passado. O 3º lugar ficou com “Hostiles”, western indie estrelado por Christian Bale, que ganhou lançamento nacional após a abertura limitada de dezembro não resultar em indicações a prêmios. Mesmo assim, fez apenas US$ 12M. As novidades da semana ainda incluem um inesperado 10º lugar para o épico indiano “Padmaavat”. Em exibição em circuito limitado (324 salas), lotou tanto que bateu recorde de arrecadação para uma produção de Bollywood nos Estados Unidos, com 4,2M no fim de semana. O interesse do público se deve à polêmica que o filme enfrenta na Índia, onde sua exibição inspira ameaças de morte e incêndios de cinemas. A atriz Deepika Padukone (estrela de “XXX: Reativado”) teve a cabeça colocada à prêmio por extremistas que a querem morta. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Maze Runner: A Cura Mortal Fim de semana: US$ 23,5M Total EUA: US$ 23,5M Total Mundo: US$ 105,5M 2. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 16,4M Total EUA: US$ 338M Total Mundo: US$ 822M 3. Hostiles Fim de semana: US$ 10,2M Total EUA: US$ 12M Total Mundo: US$ 12M 4. O Rei do Show Fim de semana: US$ 9,5M Total EUA: US$ 126,4M Total Mundo: US$ 259,5M 5. The Post – A Guerra Secreta Fim de semana: US$ 8,8M Total EUA: US$ 58,5M Total Mundo: US$ 83M 6. 12 Heróis Fim de semana: US$ 8,6M Total EUA: US$ 29,7M Total Mundo: US$ 35,1M 7. Covil de Ladrões Fim de semana: US$ 8,3M Total EUA: US$ 28,5M Total Mundo: US$ 28,5M 8. A Forma da Água Fim de semana: US$ 5,7M Total EUA: US$ 37,6M Total Mundo: US$ 51,5M 9. Paddington 2 Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA: US$ 32M Total Mundo: US$ 185,8M 10. Padmaavat Fim de semana: US$ 4,2M Total EUA: US$ 4,7M Total Mundo: US$ 4,7M
Liam Payne e Rita Ora lançam clipe de música de Cinquenta Tons de Liberdade
A Universal revelou o primeiro clipe da trilha sonora de “Cinquenta Tons de Liberdade”. Liam Payne e Rita Ora cantam o dueto de “For You”, que confirma a tendência de eliminação gradativa da sexualidade no marketing da franquia. Não há uma cena sensual sequer em todo o clipe, que mostra o casal, na maior parte do tempo, em locações separadas. Para quem não lembra, “Cinquenta Tons de Liberdade” é o final de uma trilogia supostamente erótica, iniciada por “Cinquenta Tons de Cinza” em 2015. Na época do primeiro filme, a publicidade e os clipes investiam em climas sensuais, a ponto de um gemidão de Beyoncé identificar o material de marketing. Rita Ora faz parte do elenco da franquia. Ela interpreta Mia Grey, a irmã de Christian (Jamie Dornan) que se casa com Anastasia (Dakota Johnson) no final feliz, marcado para 8 de fevereiro nos cinemas brasileiros.
Diretor revela planos para continuação de Me Chame pelo Seu Nome
O diretor Luca Guadagnino está determinado a transformar “Me Chame pelo Seu Nome” numa franquia. Sua ideia é criar vários filmes e acompanhar os personagens do livro de André Aciman durante as mudanças do final do século 20. “O romance tem 40 páginas no final que atravessam os próximos 20 anos das vidas de Elio e Oliver, então há algum tipo de indicação na intenção do autor André Aciman de que a história pode continuar”, explicou Guadagnino, em entrevista para a revista The Hollywood Reporter. “Na minha opinião, ‘Me Chame pelo Seu Nome’ pode ser o primeiro capítulo das crônicas da vida dessas pessoas que nós encontramos neste filme”. O próximo capítulo deve lidar com a epidemia da Aids, de acordo com os planos do diretor. “Eu acho que vai ser uma parte muito relevante da história”, ele contou, adiantando alguns detalhes da trama, ainda em estágio inicial. “Eu acho que Elio [Timothée Chalamet] será um cinéfilo, e eu gostaria que ele estivesse em uma sala de cinema assistindo ‘Once More’, de Paul Vecchiali, sobre um homem que se apaixona por outro homem depois que ele abandona de sua esposa, e que foi o primeiro filme francês a lidar com a AIDS em 1988”. “Isso”, disse Guadagnino, “poderia ser a primeira cena”. Em entrevista ao Collider, Guadagnino deu mais alguns detalhes, colocando a queda do Muro de Berlim como pano de fundo para a trama. “Acho que acabarei fazendo vários filmes sobre esses personagens, porque eu os amo muito. Acredito que a experiência de vida deles está pronta para várias aventuras. Imagino que o próximo capítulo vai acontecer logo após a queda do Muro de Berlim e aquela grande mudança que foi o fim da União Soviética. Veremos as pessoas saindo de casa e indo para o mundo. É o que posso dizer por enquanto”. Em cartaz nos cinemas brasileiros, “Me Chame Pelo seu Nome” foi indicado a quatro categorias do Oscar 2018, incluindo Melhor Filme.
Final da franquia Maze Runner simplifica distopia com muita ação
Um dos problemas das franquias de cinema que se estendem por capítulos é que elas exigem certa fidelidade do espectador. Não exatamente pela obrigação de ver os referidos filmes, mas por precisar lembrar do que aconteceu nos anteriores. “Maze Runner: A Cura Mortal” é o desfecho de uma série que começou de maneira bem modesta no segmento das ficções científicas juvenis de universos distópicos. O primeiro filme, “Maze Runner: Correr ou Morrer” (2014), aliás, nem dava pistas de que se tratava de mais uma dessas distopias. Era mais um terror interessante em que jovens acordavam desmemoriados em um perigoso labirinto cercado por monstros. E se firmava muito bem sozinho, por conta disso. Mas a partir do momento em que descobrimos que aqueles garotos são cobaias de um experimento científico de uma grande corporação, e que o resto do mundo está em ruínas, “Maze Runner” se torna mais um produto genérico, que depende da ação constante para evitar o tédio. A seu favor, o herói Thomas, vivido por Dylan O’Brien (da série “Teen Wolf”), é exemplar. Corajoso, apaixonado, bom de briga e disposto a enfrentar desafios gigantes para salvar aqueles a quem ama. Há também um complicador que ajuda a tornar a trama mais interessante: a única menina do labirinto, Teresa (Kaya Scodelario, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), revela-se uma espécie de traidora do grupo, embora ela tenha suas razões para se aliar à corporação Cruel (o nome da corporação é Cruel). Ela acredita que a companhia pode criar uma cura para o vírus mortal que avassala a humanidade. Apesar disso, “Maze Runner: A Cura Mortal” é um filme com poucas complicações. Os heróis têm como missão libertar um dos amigos que acabou como rato de laboratório da corporação. E, claro, Thomas vai querer ver de novo Teresa. Então, há obstáculos pelo caminho, mas as soluções para superá-los são mais ou menos preguiçosas. O que há de interessante nesse percurso é a volta de um antagonista do primeiro filme. O diretor Wes Ball não parece interessado em transformar sua franquia em algo mais do que uma simples aventura juvenil, arriscando-se pouco. De todo modo, as sequências finais, bem dramáticas, são suficientemente boas, ainda que não exijam de seu elenco mais do que demonstra ser capaz de render. Já os efeitos especiais da destruição apocalíptica deixam a desejar. Assim como a caracterização exagerada do vilão vivido por Aidan Gillen (o Mindinho de “Game of Thrones”). Entre prós e contras, o filme oferece o que a saga “Divergente” não proporcionou: conclusão para quem investiu em três ingressos para assistir uma história completa.
Continuação de Jumanji deve chegar nos cinemas em dezembro de 2019
A Sony vai mesmo fazer a sequência de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. E, segundo o The Wall Street Journal, a ideia do chefe do estúdio, Tom Rothman, é lançar o filme em dezembro de 2019, quando irá competir com “Star Wars: Episódio IX” nos cinemas. O filme chegou aos cinemas em dezembro de 2017 e surpreendeu nas bilheterias, mesmo enfrentando “Star Wars: O Último Jedi”. Até agora, a produção arrecadou US$ 769 milhões mundialmente, para um orçamento estimado em US$ 90 milhões. Ainda não foi divulgado se os integrantes do elenco voltarão ou se a continuação terá uma nova história com novos personagens. Estrelado por Dwayne Johnson (“Baywatch”), Kevin Hart (“Policial em Apuros”), Jack Black (“Goosebumps”) e Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”), “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” foi o segundo filme da franquia, e bem diferente do primeiro “Jumanji”, clássico juvenil estrelado por Robin Williams em 1995.
John Cena vai viver o herói de videogame Duke Nukem no cinema
A carreira de ator de John Cena (“Pai em Dose Dupla”) segue em evolução. Após dublar o “Touro Ferdinando” e participar das filmagens de “Bumblebee”, spin-off da franquia “Transformers”, o lutador transformado em astro de cinema vai agora estrelar a adaptação do game clássico “Duke Nukem”. A Platinum Dunes, empresa do cineasta Michael Bay (o culpado pelos “Transformers”), está encarregada de produzir o filme para a Paramount. O curioso é que o projeto definiu primeiro o ator, antes de contratar um roteirista. Este é o próximo passo da produção. Os populares videogames de Nukem destacam as pancadarias de seu protagonista musculoso e politicamente incorreto, que fuma charutos, seduz garotas e luta para salvar o planeta Terra desde 1991, quando o primeiro jogo foi lançado. O jogo original se passava no ano 1997 (o “futuro próximo”), quando o cientista louco Dr. Proton ameaça a dominar o mundo com seu exército de Techbots. Duke Nukem, o herói, é contratado pela CIA para detê-lo. Os embates acontecem na devastada cidade de Nova York, numa base lunar secreta e numa viagem no tempo rumo ao futuro. Nos segundo e terceiro games, lançados em 1993 e 1996, Duke enfrenta alienígenas. O quarto game só foi lançado em 2011 e mostrava o herói largando a aposentadoria para salvar o mundo de – novamente – alienígenas, que se mostravam determinados a raptar as mulheres da Terra. A versão de cinema ainda não tem cronograma de filmagens ou previsão de lançamento.












