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  • Filme

    Dez atrizes são candidatas a viver a mutante Dominó na continuação de Deadpool

    21 de outubro de 2016 /

    Começaram os rumores sobre a produção da sequência de “Deadpool”. Segundo fontes do site Deadline, a produção já tem candidatas para interpretar a protagonista feminina do novo filme. Uma dezena de atrizes aparecem listadas para o papel de Dominó, uma mutante de pele branca capaz de manipular as leis das probabilidades para fazer a sorte atuar a seu favor. São elas as americanas Lizzy Caplan (“A Entrevista”), Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”), Sienna Miller (“Sniper Americano”), Kelly Rohrbach (do vindouro “Baywatch”), a canadense Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), a irlandesa Eve Hewson (“The Knick”), a australiana Ruby Rose (série “Orange is the New Black”), a argelina Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), a mexicana Stephanie Sigman (“007 Contra Spectre”) e a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”). O site anuncia que outros nomes ainda podem entrar na disputa, mas o diretor Tim Miller já começou a conduzir os testes com as listadas – ainda sem uma favorita. A personagem foi criada por Fabian Nicieza e Rob Liefeld. Resultado de uma experiência secreta do governo, o nome real de Dominó é Neena Thurman. Graças a seus poderes e habilidades físicas, ela acaba integrando um esquadrão de mercenários liderado por Cable e participa da primeira fase da X-Force, grupo de mutantes responsável por realizar missões mais sensíveis que, digamos, impedir o fim do mundo como fazem os X-Men. Com o retorno de Ryan Reynolds já confirmado, “Deadpool 2” ainda não tem uma data de estreia oficial, mas a previsão é que chegue aos cinemas em 2018. O novo filme também terá o retorno da equipe criativa original, formada pelo diretor Tim Miller e os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick.

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  • Série

    #MeChamaDeBruna: Novos vídeos aumentam a temperatura da divulgação da série de Bruna Surfistinha

    19 de outubro de 2016 /

    A Fox divulgou três novos vídeos quentes da série “#MeChamaDeBruna”, sobre a vida de Bruna Surfistinha. O material se explora a sensualidade da intérprete de Bruna/Raquel, a praticamente estreante Maria Bopp. Os vídeos são um convite ao voyeurismo, e combinam com a forma como a série é contada, usando o artifício do diário digital. Antes de cada episódio, Bruna/Raquel fala ao público por meio de uma câmera digital, como se estivesse ao vivo em um “vlog”, num recurso que mantém o tom de diário das memórias originais da Surfistinha, ao mesmo tempo em que atualiza a história para os dias de hoje. Na vida real, Rachel escrevia num blogue com o nome que a tornou famosa, mais tarde transformado no livro “O Doce Veneno do Escorpião”. O livro, por sua vez, inspirou o filme “Bruna Surfistinha” (2011), campeão de bilheterias nacional, e agora essa história chega na TV. A série foca no começo da carreira da garota de programa, concentram-se no período em que viveu num “privê” de São Paulo, mostrando seu cotidiano com as outras garotas do prédio, sua cafetina, o filho dela e a clientela do estabelecimento. O elenco também inclui Carla Ribas (“Aquarius”), Luciana Paes (“Mãe Só Há Uma”), Nash Laila (“Amor, Plástico e Barulho”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Stella Rabello (série “Tapas & Beijos”) e Perfeito Fortuna (“O Homem do Ano”), entre outros. “#MeChamaDeBruna” é uma produção da TV Zero, com direção de Marcia Faria (diretora assistente de “Diários de Motocicleta”, “Xingu” e “Chatô”) e estreou em 8 de outubro no canal pago Fox+. Os dois primeiros episódios também já estão disponíveis na plataforma FoxPlay.

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  • Série

    Legion: Primeira série derivada dos X-Men ganha novo comercial

    18 de outubro de 2016 /

    A Marvel divulgou um novo comercial de “Legion”, primeira série derivada do universo dos filmes dos “X-Men”. A prévia mostra o protagonista David Haller (interpretado pelo inglês Dan Stevens, de “Downton Abbey”) no hospício, observado pelo psiquiatra vivido por Hamish Linklater (série “The Crazy Ones”), que revela saber que ele é um mutante, e várias cenas de efeitos visuais. Haller é atormentado por legiões de vozes e visões. Mas, após anos sendo tratado como esquizofrênico, seus sintomas revelam-se manifestações das habilidades de um poderoso telepata. Nos quadrinhos, ele é simplesmente o filho do Professor Charles Xavier. Desenvolvida pelo excelente roteirista Noah Hawley (criador de “Fargo”) e com produção do cineasta Bryan Singer (da franquia “X-Men”), “Legion” estreia em fevereiro no canal pago americano FX e terá exibição simultânea no Brasil pela Fox.

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  • Série

    The Walking Dead: Vítima de Negan foi escolhida há um ano

    18 de outubro de 2016 /

    Os produtores de “The Walking Dead” deixaram os telespectadores em suspense desde o final da última temporada, com um cliffhanger assassino. Mesmo o elenco ficou meses sem saber quem tinha sido a vítima do sadismo de Negan (Jeffrey Dean Morgan) na última cena da 6ª temporada, filmada de um ângulo subjetivo. Entretanto, segundo Greg Nicotero, a identidade da vítima foi definida pelos roteiristas no começo da temporada passada, há um ano. “Tomamos essa decisão no ano passado, antes de chegarmos no episódio final. A história toda foi decidida por nossa equipe de roteiristas. Se você olhar para o nosso histórico de mortes, cada uma delas nos ajudou a mudar a direção da série. Mesmo Shane, Lori, Hershel, Tyreese e Beth. A série ficou muito diferente após a morte dessas pessoas, e o mesmo acontece com a introdução de Negan e a morte desta pessoa”, ele afirmou, em entrevista ao site ComicBook. A intenção da cena brutal é redirecionar a trama, mostrando que a segurança de Alexandria e a autoconfiança de Rick eram meras ilusões. “Rick pensava que sabia o que viria. Ele pensava que poderia lidar com qualquer um que estiver em seu caminho. A verdade é que ele não pode e ele não sabe o que espera por ele. Rick estava confiante, ele subestimou aquele mundo e as pessoas que vivem nele. E acabou pagando por isso. É uma oportunidade de mudar a direção, pois o mundo é maior do que ele pensa”, sentenciou Nicotero. Vale observar, com direito a spoilers vindos dos quadrinhos, que, ao longo da temporada passada, o personagem que morreu nos gibis de Robert Kirkman, nas mãos de Negan, já foi dado como morto por vários episódios, num suspense similar ao causado pelo cliffhanger da season finale, sobrevivendo de modo “miraculoso”. Enquanto isso, outro personagem, que deveria ter morrido num dos últimos episódios, escapou para esperar a decisão de Negan. Agora, se esta decisão foi tomada há bastante tempo, como alega Nicotero, esses fatos não podem ser considerados simples casualidade. Por sinal, os quadrinhos antecipam até o preço pessoal pago por Rick (Andrew Lincoln). O spoiler está aqui.

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    The Walking Dead: Segundo episódio da temporada será especial de Halloween com duração mais longa

    17 de outubro de 2016 /

    O segundo episódio da 7ª temporada de

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  • Miss Peregrines Home for Peculiar Children
    Filme

    O Lar das Crianças Peculiares resgata a sombra do diretor que já foi Tim Burton

    15 de outubro de 2016 /

    Adaptado dos livros de Ransom Riggs, “O Lar das Crianças Peculiares” tem o perfil de um filme típico de Tim Burton, cuja filmografia é repleta de alegorias contra a descrença. Infelizmente, Burton já não é o mesmo diretor que fez seus grandes clássicos há duas décadas. “O Lar das Crianças Peculiares” pode divertir, encantar, assustar aqui e ali, além de impressionar pela estética (o mínimo que se espera de Tim Burton) e apresentar uma bela trilha sonora. Está tudo lá. Mas, por um segundo, imagine se o diretor tivesse total liberdade criativa (ou a palavra seria “vontade”?) para ser Tim Burton. Falta, sim, aquela pitada de ousadia que caracterizava suas melhores obras, de “Os Fantasmas se Divertem” (1988) a “Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça” (1999). Fica a impressão de que, há tempos, estúdio nenhum entrega dinheiro de bandeja para Burton fazer o filme que ele quiser e do jeito que bem entender. Das duas, uma: 1) Ele perdeu a essência que chamou a atenção do mundo no final dos anos 1980, até o fim dos 1990, e assumiu que hoje é uma caricatura de si próprio, ou 2) Ainda que trabalhando sob rédea curta, acomodou-se e prefere seguir usando o apelo de seu nome para faturar com salários caros em contratos com grandes estúdios. Não dá para esconder que este é um produto importante para um grande estúdio como a Fox, que deve enxergar nos livros de Riggs “uma mistura de Harry Potter e X-Men”. Ou seja, uma oportunidade para gerar mais uma franquia lucrativa. Para Tim Burton, trata-se de um conto capaz de despertar as inspirações de outrora para conduzir um filme com sua assinatura tão conhecida e apreciada. Afinal, mesmo dentro do “esquema”, a obra de Riggs permitiu que o cineasta voltasse a extrair beleza da escuridão, sem perder o equilíbrio entre o lirismo e o macabro, entre os prós e contras de estar vivo ou morto de acordo com a sua excêntrica visão. As intenções do estúdio e do diretor se cruzam, mas não parecem se encontrar, o que interfere diretamente no resultado final. Talvez seja o melhor filme de Tim Burton nesta década, muito em função do material de origem. Não se engane, porque a grande cabeça do projeto é a de Ransom Riggs, que armou um tabuleiro sobre o poder da imaginação ser hereditário, mesmo que pule uma geração, passando de avô para neto. Isso leva a uma aventura em um passado mágico, onde existe um orfanato de crianças que carregam mais fardos que poderes. Tudo obra de Riggs, enquanto Burton se contentou apenas em reproduzir na tela algumas das cenas mais bonitas do livro, como a menina cheia de ar nos pulmões isolando a água de um dos cômodos de um navio fantasma ou qualquer frame que traga Eva Green no papel da Srta. Peregrine, que cuida da garotada. A beleza dessas cenas é, claro, mérito do diretor, mas ele tem talento de sobra para ir além da plasticidade evidente. A história era um prato cheio para Tim Burton brilhar, afinal Ransom Riggs distribuiu temas variados em seus livros, como viagens no tempo, a ameaça de uma espécie de bicho papão, o excesso de cuidado com crianças quando o mundo real está lá fora, homenagens ao cinema – como o menino que projeta seus sonhos na tela –, e a situação do orfanato que remete aos judeus fugindo e se escondendo dos nazistas na 2ª Guerra Mundial. Mas tudo acaba se perdendo. Não há a menor dúvida que os dois primeiros atos são muito mais Tim Burton que o último. Embora traga elementos que costumamos identificar em seu cinema, o clímax parece ter sido acelerado pelo estúdio, como se fosse obrigatória a necessidade de aumentar a ação para agradar uma plateia mais jovem. A ação pode acontecer, mas ela precisa ser devidamente preparada. Porém, neste filme, somos arremessados, durante seu ato derradeiro, a uma correria desenfreada, passando por explicações apressadas e, por isso mesmo, confusas sobre fendas no tempo e as motivações dos vilões. O pior é que esse atropelamento narrativo é corriqueiro quando se trata de adaptações literárias infanto-juvenis. Até isso é lugar-comum. E flertar com o convencional é muito pouco quando se trata de Tim Burton. Ao final, é triste constatar que qualquer David Yates poderia ter feito este filme.

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    The Walking Dead: Quadrinhos sugerem destino trágico de Rick no confronto com Negan

    12 de outubro de 2016 /

    Após a Fox International divulgar uma longa cena inédita da 7ª temporada de “The Walking Dead”, muitos fãs da série ficaram preocupados com o destino de Rick (Andrew Lincoln), que é visto sendo arrastado por Negan (Jeffrey Dean Morgan) para o interior do trailer dos sobreviventes. A cena se passa após Negan matar alguém do grupo de Rick à porretadas – o cliffhanger da temporada passada. E o objetivo do vilão ao arrastar Rick é quebrar ainda mais o espírito de resistência de quem é visto como líder, após notadamente pegar um machado e usar as palavras “mão direita” em seu diálogo intimidador. Quem acompanha os quadrinhos de Robert Kirkman, em que a série é baseada, sabe o que isso pode representar: spoiler, é óbvio. Afinal, Rick teve uma vida bem mais fácil na série do que nos quadrinhos até agora. Ele sobreviveu incólume ao confronto com o Governador. E algo que não aconteceu na série por ocasião do enfrentamento com aquele vilão pode ser usado como cartão de visitas de seu novo inimigo. Isto porque a cena adiantada pela Fox alude à mutilação do protagonista. Ou o uso do machado de forma ameaçadora contra algum outro personagem, após o passeio no trailer de Rick e Negan. Nos quadrinhos, o governador arrancou a mão direita de Rick. Mas o roteirista Scott M. Gimple, que assina o episódio, gosta de atiçar o público com falsas pistas. E provavelmente não seria tão óbvio num vídeo de divulgação. A extensão da violência só será confirmada quando a série voltar, no dia 23 de outubro. No Brasil, “The Walking Dead” é exibida pelo canal pago Fox.  

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    Tony Almeida vai reaparecer no spin-off da série 24 Horas

    10 de outubro de 2016 /

    A série “24: Legacy”, spin-off de “24 Horas”, contará com a participação de um personagem importante da trama original. A Fox anunciou que o ator Carlos Bernard vai reprisar seu papel de Tony Almeida. O personagem era um grande aliado de Jack Bauer (Kiefer Sutherland) nas primeiras temporadas de “24 Horas”, mas após sofrer um atentado que acabou matando sua mulher na 5ª temporada, voltou como um vilão no sétimo ano (para revolta dos fãs). A última vez que foi visto, Tony cumpria sua pena na prisão. Ele voltará em caráter recorrente em “24: Legacy”. O novo protagonista da atração será Eric Carter, vivido por Corey Hawkins (o Dr. Dre de “Straight Outta Compton”), um soldado americano que vira alvo de terroristas após voltar de uma missão no Oriente Médio. Assim como a série original, a ação vai acontecer em tempo real, com produção da mesma equipe, liderada por Howard Gordon, Manny Coto e Evan Katz. O elenco ainda inclui Miranda Otto (série “Homeland”), Jimmy Smits (série “Sons of Anarchy”), Dan Bucatinsky (série “Scandal”), Anna Diop (série “The Messengers”), Teddy Sears (série “The Flash”), Ashley Thomas (série “Beowulf: Return to the Shieldlands”) e Charlie Hofheimer (série “Mad Men”). A série vai estrear em 5 de fevereiro, após a transmissão do Super Bowl nos Estados Unidos, e terá apenas 13 episódios.

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    The Walking Dead: Cena inédita revela que Rick também será vítima da violência de Negan

    9 de outubro de 2016 /

    A Fox International divulgou uma longa cena inédita, de mais de três minutos, da 7ª temporada de “The Walking Dead”. Com a câmera fechada para não revelar quem morreu, a prévia se concentra na reação de Rick (Andrew Lincoln) ao cliffhanger da temporada passada. Mesmo abatido e submisso, ele ameaça matar Negan (Jeffrey Dean Morgan), que, com Lucille ainda pingando sangue, reage pedindo o machado que o líder dos sobreviventes usava. Com a maior calma, o vilão o arrasta indefeso para dentro do trailer, com objetivos macabros. Pelo visto, a(s) aguardada(s) morte(s) do primeiro episódio será apenas o aperitivo. “The Walking Dead” retorna no dia 23 de outubro. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox.

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    Crossover de New Girl e Brooklyn Nine-Nine ganha fotos e comercial

    5 de outubro de 2016 /

    A rede americana Fox divulgou o comercial e as fotos do inusitado crossover entre as séries de comédia “New Girl” e “Brooklyn Nine-Nine”. Os personagens das atrações irão se encontrar em dois episódios seguidos, que serão exibidos no mesmo dia. Isto será possível graças a uma viagem dos personagens de “New Girl” para Nova York, onde a série “Brooklyn Nine-Nine” é encenada. Um dos criadores de “Brooklyn Nine-Nine”, Dan Goor, descreveu o crossover como “muito empolgante”, acrescentando que “é apenas o primeiro passo (e isso deveria ser um segredo)”. Criadora de “New Girl”, Elizabeth Meriwether também comentou a união: “O episódio de crossover é, historicamente, o ponto alto artístico de todo programa que já tentou fazer isso”. O crossover irá ao ar na próxima terça-feira (11/10) nos EUA. Mas terá dificuldades de se materializar claramente no Brasil, onde as duas séries passam em canais diferentes, “New Girl” no Fox Life e “Brookyn Nine-Nine” no TBS.

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    #MeChamaDeBruna: Atrizes se fingiram de prostitutas para ensaiar papéis na série

    4 de outubro de 2016 /

    As atrizes da série “#MeChamaDeBruna”, versão televisiva da história de Bruna Surfistinha, passaram por laboratório em um bordel. Isto significa que elas foram estudar prostitutas em seus locais de trabalho para melhor interpretar suas personagens. E para testar se convenciam, chegaram a se fingir de prostitutas reais nas ruas do Rio de Janeiro. O resultado foi uma mistura de asco e preconceito. A atriz Nash Laila detalhou a experiência, em entrevista para o UOL. “Depois de um tempo de ensaio, eu e Maria [Bopp] fomos experimentar a rua por um dia, só para ver o que iria acontecer. Colocamos salto alto e minissaia. De fato, os caras começaram a parar, era uma coisa estranha. Tem a parte do medo, um homem abordou Maria na frente de um shopping, onde tem famílias. As pessoas já olham para você de lado, olham diferente. Pessoas com quem você está acostumada a falar na rua já não se comportam do mesmo jeito”, relatou. Carla Ribas, que interpreta a gerente do “privê” (bordel), disse que o simples fato de colocar tatuagens para viver sua personagem já foi o suficiente para causar rejeição. “Eu tinha 19 tatuagens para gravar e [nos intervalos] saía no Leblon assim, era verão, estava calor. É impressionante o preconceito, a rejeição, o nojo que as pessoas têm. Eu entrava às vezes numa loja e as pessoas me tratavam quase como se [eu] desse choque”, contou. Para Maria Bopp, que interpreta a Bruna Surfistinha em seu segundo papel como atriz profissional – após uma pequena participação na série “Oscar Freire 279”, do Multishow, também sobre prostituição – , o fato de a direção de “#MeChamaDeBruna” ter sido feita por Marcia Faria (diretora assistente de “Diários de Motocicleta”, “Xingu” e “Chatô”) ajudou bastante às atrizes aceitarem o desafio. “Me surpreendi comigo mesma, achei que teria mais dificuldade, que poderia travar, ficar com medo mesmo. Mas aconteceu tudo muito naturalmente. O fato de ter uma diretora mulher me tranquilizou, eu acreditava que teria um olhar responsável por trás das câmeras, que [ela] não exploraria meu corpo gratuitamente”, disse. A série focará o começo da carreira de Raquel Pacheco, mais conhecida por seu pseudônimo, concentram-se no período em que viveu num “privê”, mostrando seu cotidiano com as outras garotas do prédio, sua cafetina, o filho dela e a clientela do estabelecimento. Antes de cada episódio, Bruna/Raquel falará ao público por meio de uma câmera digital, como se estivesse ao vivo em um “vlog”, num recurso que mantém o tom de diário de seu texto original, ao mesmo tempo em que atualiza a história para os dias de hoje. Na vida real, Raquel escrevia num blogue com o nome que a tornou famosa, mais tarde transformado no livro “O Doce Veneno do Escorpião”. O livro, por sua vez, inspirou o filme “Bruna Surfistinha” (2011), campeão de bilheterias nacional, e agora, como diz o trailer da série, essa história chega na TV. Enquanto o filme foi estrelado pela famosa Déborah Secco, a série destaca a praticamente estreante Maria Bopp no papel principal. O elenco também inclui Carla Ribas (“Aquarius”), Luciana Paes (“Mãe Só Há Uma”), Nash Laila (“Amor, Plástico e Barulho”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Stella Rabello (série “Tapas & Beijos”) e Perfeito Fortuna (“O Homem do Ano”), entre outros. A estreia acontece em 8 de outubro no canal pago premium Fox+.

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    Shots Fired: Série limitada sobre tensão racial ganha novo trailer

    1 de outubro de 2016 /

    A rede americana Fox divulgou um novo trailer de “Shots Fired”, série limitada que será exibida de grande potencial polêmico. A prévia enfatiza os elementos dramáticos da trama, que envolve conflitos raciais e contestação de ação policial com resultado fatal. Mas, ao contrário dos casos que agitaram os EUA recentemente, a produção inverte a situação, mostrando um policial negro (Tristan Wilds, da série “90210”) assassinando um jovem branco. A trama vai explorar as consequências desta morte numa pequena cidade do Tennessee. Uma experiente investigadora (Sanaa Lathan, de “Alien Vs. Predator”) investiga este caso, ao lado de um procurador (Stephan James, de “Selma”) enviado para o local pelo departamento de Justiça. Esta dupla vê-se obrigada a navegar entre a atenção mediática, o debate público e o esgotamento social, enquanto a cidade se divide entre dois grupos de opiniões distintas. O bom elenco também conta com Helen Hunt (“Melhor Impossível”), Richard Dreyfuss (“Piranha”), Stephen Moyer (série “True Blood”), Will Patton (série “Falling Skies”), Conor Leslie (minissérie “Klondike”) e Aisha Hinds (série “Under the Dome”). Vale observar que Helen Hunt não integrava o elenco de uma série desde o final da sitcom clássica “Mad About You”, em 1999. Na trama, ela interpreta a governadora da Carolina do Norte. “Shots Fired” foi criada pelo casal de roteiristas Gina Prince-Bythewood (“Nos Bastidores da Fama”) e Reggie Rock Bythewood (“Notorious”), e teve seus 10 episódios encomendados sem passar pelo estágio de produção de piloto. A estreia vai acontecer em 2017 nos EUA, em data ainda não determinada.

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    Jessica Alba tenta volta à TV na pele de uma “humana sintética” com inteligência artificial

    30 de setembro de 2016 /

    A atriz Jessica Alba, que foi revelada aos 14 anos na série “Flipper” (1995), ensaia voltar para a televisão. E no gênero de sua produção televisiva mais famosa, a sci-fi “Dark Angel”, que a projetou no começo dos anos 2000. A rede Fox encomendou o roteiro de “Girl 10”, que, se virar piloto e for aprovada, será estrelada e produzida pela atriz. O projeto é criação do roteirista Ken Woodruff (das séries “Gotham” e “The Mentalist”) e se passa no futuro em torno de Elle, uma das primeiras 10 unidades sintéticas de aparência humana, que é investigada por assassinato, após tentar impedir uma conspiração de utilizar sua tecnologia de inteligência artificial como arma. O tema de IA está em alta atualmente na TV, com a estreia de “Westworld” neste fim de semana no canal pago HBO. Além disso, o canal SyFy também encomendou um piloto baseado no filme “The Machine” e o AMC já coproduz “Humans”, que retorna com sua 2ª temporada em outubro no Reino Unido.

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