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  • Reality

    BBB | Davi se inspirou em Amanda Meirelles para entrar no reality

    24 de janeiro de 2024 /

    Davi Brito revelou na terça-feira (23/1) que se inspirou em Amanda Meirelles, campeã do “BBB 23”, para se inscrever na edição deste ano. O baiano explicou que compartilha do sonho de cursar Medicina com o financiamento do FIES. No quarto Fada, Davi compartilhou com os brothers que foi motivado pela trajetória pessoal de Amanda, principalmente depois de descobrir que a sister usou o prêmio final para quitar sua dívida estudantil, gerada pela faculdade de medicina. “Poxa, se ela vai pagar o financiamento da faculdade dela à vista, eu pensei que também podia”, comentou entre risos. “Vou me inscrever também. Eu também quero pagar a minha à vista. E foi bem assim que decidi que ia realizar o meu sonho através do sonho dela”, contou o motorista de aplicativo, que está sendo perseguido dentro do programa pelo grupo Camarote. Davi conta que se inspirou em Amanda, pois tem o sonho de fazer medicina e viu que com o prêmio do BB 23 ela quitou a dívida estudantil dela pic.twitter.com/T2TkFVvzhq — Vai Desmaiar (@vaidesmaiar) January 23, 2024

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  • Filme

    Woody Allen cogita aposentadoria diante de obstáculos no mercado

    4 de setembro de 2023 /

    O veterano cineasta Woody Allen revelou nesta segunda (4/9), durante o Festival de Veneza, que pode encerrar sua carreira na indústria do cinema. Em entrevista à revista Variety, Allen discutiu a complexidade crescente na obtenção de financiamento para suas produções cinematográficas. “Tenho tantas ideias para filmes que ficaria tentado a fazer, se fosse fácil de financiar”, declarou. “Mas não sei se tenho a mesma disposição para sair e gastar muito tempo arrecadando dinheiro”, completou. O diretor esclarece que, embora o processo criativo ainda o atraia, as dificuldades para arrecadar fundos se tornaram um grande fator desmotivador: “Fazer o filme é uma coisa, mas arrecadar dinheiro para isso, você sabe, é tedioso e nada glamoroso.” Allen ainda abordou o impacto dos novos modelos de distribuição de filmes, que migraram para plataformas de streaming. “Não gosto da ideia de fazer um filme e depois de duas semanas ele estar na televisão ou no streaming”, lamentou o cineasta. Essa mudança no cenário de exibição de obras é, segundo ele, outro elemento que o faz reconsiderar a continuidade de sua trajetória no cinema. A questão do cancelamento Um dos motivos que dificultam suas capacidade de arrecadação é a cultura do cancelamento. O cineasta sofre uma campanha contínua de ódio após o reforço de acusações de abuso sexual feitas por sua filha, Dylan Farrow, que teriam acontecido quando ela era um bebê. “Minha reação sempre foi a mesma. A situação foi investigada por dois grandes órgãos de investigação. E, ambos, após longas investigações detalhadas, concluíram que não havia mérito nessas acusações”, afirmou Allen. Ele negou ainda qualquer encontro com sua filha desde o ocorrido e disse que apoia o movimento #MeToo, mas não “cultura do cancelamento”. “Acho que qualquer movimento onde haja benefícios reais, onde faça algo positivo, no caso para as mulheres, é uma coisa boa”, falou. “Eu disse anos atrás que deveria ter sido um garoto-propaganda [do movimento #MeToo] e todos ficaram agitados com isso. Mas a verdade é a verdade. Já fiz 50 filmes. Sempre dei papéis muito bons para mulheres, sempre tive mulheres na equipe, sempre paguei a elas exatamente a mesma quantia que pagávamos aos homens, trabalhei com centenas de atrizes e nunca, jamais tive uma única reclamação de nenhuma delas em nenhum momento. Nenhuma delas jamais disse: ‘Ele foi mau ou assediador’. Isso simplesmente nunca foi um problema. Meus editores são mulheres. Eu não tenho nenhum problema com isso. Isso nunca esteve em minha mente de forma alguma. Eu contrato quem eu acho que é bom para a função. Como eu disse, já trabalhei com centenas de atrizes, atrizes desconhecidas, estrelas, atrizes de nível médio. Ninguém nunca reclamou e não há o que reclamar”. O 50º filme Woody Allen está no Festival de Cinema de Veneza com seu 50º filme, “Coup de Chance”. A obra, feita em francês, aborda temas frequentes na filmografia do diretor, como amor e adultério. Allen destacou que a mudança para o idioma francês foi influenciada por sua admiração por cineastas europeus. “Conforme crescia, todos os filmes que me entusiasmavam eram de Itália, França ou Suécia. E sempre desejei ter nascido em França ou poder ser um cineasta francês. Eu era um grande fã de Truffaut e Godard, claro. E tive a oportunidade de conhecer essas pessoas e até trabalhar com Godard. Ele fez um filme no qual me convidou para participar. E eu não queria, mas nunca diria não a ele porque ele foi uma grande influência no cinema. E todos esses (diretores) franceses, você sabe, Chabrol e Renais e Renoir, todas essas pessoas por quem eu era louco. Então, sempre quis ser um cineasta francês. E como este é o meu 50º filme, pensei em me dar um presente e me dar ao luxo [de fazer um filme francês]”, explicou.

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  • Etc,  Filme

    Ancine vai incluir cotas na distribuição de verbas para produção de filmes brasileiros

    29 de março de 2018 /

    A Agência Nacional de Cinema (Ancine) anunciou nesta quinta (29/3) que o edital do Concurso Produção para Cinema 2018, que distribui verbas para novos filmes, passará a incluir cotas para diretores negros, indígenas e mulheres. A decisão foi tomada pelo comitê gestor do Fundo Setorial do Audiovisual, diante de demandas de entidades e associações do setor e um amplo diagnóstico a respeito da produção cinematográfica brasileira. O Concurso Produção para Cinema 2018 prevê a destinação de R$ 100 milhões a projetos de longas-metragens independentes de ficção, documentário ou animação. De acordo com a Ancine, pelo menos 35% desse total deverá ser destinado a propostas que tenham diretoras mulheres, incluindo transexuais e travestis. Além disso, no mínimo 10% do montante será reservado a projetos com diretores negros e indígenas. Os R$ 100 milhões são provenientes do Fundo Setorial de Audiovisual, cuja principal fonte de receita do fundo é a Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine), taxa cobrada sobre veiculação, produção, licenciamento e distribuição de obras cinematográficas e videofonográficas com fins comerciais. A decisão de criar cotas é reflete diversos estudos da Ancine e de entidades sociais. Há dois anos, um levantamento divulgado pelo Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (Gemaa), da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), mostrou que nenhum dos 20 filmes nacionais com as maiores bilheterias entre 2002 e 2014 foi dirigido por uma mulher negra. Além disso, apenas 2% foram dirigidos por homens negros. Já a Ancine realizou uma pesquisa que detectou que 75,4% dos filmes lançados em 2016 foram dirigidos por homens brancos. Além disso, um estudo inédito do órgão sobre os filmes exibidos nos canais de TV paga ao longo de 2017 revelou que cineastas femininas assinaram apenas 15% das obras brasileiras veiculadas nessas emissoras no ano passado. No universo da TV paga brasileira, houve, inclusive, 28 canais que não exibiram sequer uma produção brasileira com direção exclusivamente feminina no ano inteiro – embora mulheres representem 53% do total de graduados em cursos de audiovisual.

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