Rogue One arrasa as bilheterias dos EUA com estreia de US$ 155 milhões
“Rogue One: Uma História Star Wars” arrebentou as bilheterias dos EUA com a segunda maior estreia de dezembro em todos os tempos. Seus arrasadores US$ 155 milhões só foram menores que a arrecadação recorde de “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 249 milhões), lançado no ano passado. O fenômeno é mundial, com estimados US$ 290 milhões de faturamento ao redor do mundo. O que só comprova o acerto da estratégia da Disney em multiplicar uma única saga da LucasFilm em diversos filmes derivados. Mesmo assim, a posta era alta, a ponto de a produção ter sofrido uma intervenção do estúdio, ganhando um novo final – várias cenas dos trailers simplesmente não aparecem no filme. Afinal, o futuro da franquia estava em jogo. “Rogue One” é o primeiro de uma série de spin-offs que explorarão o passado da saga espacial – um filme sobre a juventude de Han Solo já está em produção para 2018. Entretanto, também é a história mais sombria já realizada no universo “Star Wars” e não deixa espaço para uma “nova” continuação. Isto porque a continuação já foi feita e se chama “Guerra nas Estrelas” (1977) – rebatizado de “Star Wars: Uma Nova Esperança” após o crescimento desmedido da franquia. Resta aos fãs a “esperança” de rever Jyn Erso, a heroína vivida por Felicity Jones, em algum flashback, já que ela está contratada para aparecer em mais um “Star Wars”. O sucesso de “Rogue One” foi contrastado pelo fracasso do outro único lançamento amplo da semana. O drama fantasioso “Beleza Oculta” fez apenas US$ 7 milhões, marcando a pior estreia da carreira do astro Will Smith. Vale lembrar que ele foi considerado recentemente o segundo astro mais superestimado de Hollywood, atrás de Johnny Depp. Não bastasse o péssimo desempenho de público, o filme foi destruído pela crítica, com apenas 14% de aprovação no Rotten Tomatoes. Uma bomba completa, que está marcada para detonar no Brasil em 26 de janeiro. Mas “Rogue One” não devastou tudo. “La La Land – Cantando Estações” também mostrou desempenho impressionante, ao subir para 7º lugar antes da ampliação completa de seu circuito. O musical, que venceu o Critics Choice Awards, o Festival de Toronto e concorre a sete prêmios no Globo de Ouro, está em cartaz em apenas 200 salas! “La La Land” tem 94% de aprovação no Rotten Tomatoes e estreia em 19 de janeiro no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Rogue One – Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 155 milhões Total EUA: US$ 155 milhões Total Mundo: US$ 290,5 milhões 2. Moana – Um Mar de Aventuras Fim de semana: US$ 11,6 milhões Total EUA: US$ 161,8 milhões Total Mundo: US$ 280,2 milhões 3. A Última Ressaca do Ano Fim de semana: US$ 8,5 milhões Total EUA: US$ 31,5 milhões Total Mundo: US$ 51,3 milhão 4. Beleza Oculta Fim de semana: US$ 7 milhões Total EUA: US$ 7 milhões Total Mundo: US$ 11,6 milhões 5.
Ator de A Grande Família pede emprego no Facebook
Joanna Fomm fez escola. Após pedir emprego na internet, a veterana atriz brasileira foi contratada para fazer um filme (“Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola”) e uma série (“Magnifica 70”). Agora, é a vez do comediante Marcos Oliveira, o Beiçola de “A Grande Família”. Sem trabalho desde agosto, quando terminou a novela “Liberdade, Liberdade”, o ator desabafou em seu perfil no Facebook, nesta sexta-feira (16/12), pedindo uma oportunidade. Veja abaixo: Oi gente eu sou o Marcos Oliveira e estou na batalha. Estou sem contrato e quero trabalhar. Beijos. Publicado por Marcos Oliveira em Sexta, 16 de dezembro de 2016 “Está difícil. Estou tentando sobreviver. Como não conheço a tecnologia, uma amiga me ajudou. As pessoas acham que sou contratado da Globo e eu não sou”, disse o ator ao UOL. “Não tenho dinheiro para pagar aluguel e as contas. Fiz dois empréstimos para sobreviver acreditando que acharia um trabalho logo. Estou juntando dinheiro para tentar pagar o aluguel desse mês. Se não pagar, daqui a pouco estou sendo despejado”, lamentou. O ator de 60 anos revelou que nunca teve contrato fixo da Globo, mesmo em “A Grande Família”, que durou 14 anos, e que gastou o dinheiro que recebeu da Globo tratando problemas graves de saúde. O ator está disposto a aceitar qualquer trabalho na área artística, de participação na TV a animação de festas. “Quero trabalhar, ter minha dignidade. Não quero ficar receber esmola de ninguém. Parece que meu trabalho não é suficiente ou que não tenha qualidades para ser bem-sucedido no meu trabalho, entendeu?”
Pesquisa afirma que Netflix já fatura mais que o SBT no Brasil
Uma pesquisa sobre os dados da Netflix no Brasil, publicado pelo site Notícias da TV, aponta que o serviço de streaming já fatura mais que a segunda maior operadora de TV por assinatura e a terceira rede de TV aberta do país. De acordo com o estudo, a plataforma tinha 3,213 milhões de assinantes em outubro do ano passado. Saltou para 6,082 milhões em setembro de 2016. Se fosse uma operadora de TV por assinatura, só perderia para a Net, que tinha 7,293 milhões de clientes em outubro. A Sky fechou o mês com 5,310 milhões assinantes. Como um tíquete médio da assinatura custa R$ 22,90, é possível estimar, por essa projeção, que a Netflix arrecadou quase R$ 1,3 bilhão no ano – quase 30% a mais do que o SBT. A Netflix não divulga dados de assinantes e receitas por país, exceto os dos Estados Unidos. O lucro, porém, é bem maior que o dos concorrentes da TV aberta e fechada. Diferentemente das empresas programadoras e operadoras de TV paga, o serviço de streaming não paga diversos tributos. Além disso, tampouco segue as regras do audiovisual brasileiro. Apenas em novembro estreou sua primeira série nacional, a sci-fi 3%, que foi renovada para a 2ª temporada. Os canais pagos são obrigados, por lei, a produzir 1.070 horas anuais de conteúdos nacionais e independentes inéditos. Procurada pelo site, a Netflix disse apenas que “é uma empresa baseada no Brasil e paga todos os impostos devidos”.
Animais Fantásticos e Onde Habitam completa um mês na liderança das bilheterias do Brasil
“Animais Fantásticos e Onde Habitam” completou seu reinado de um mês na liderança das bilheteria do Brasil. Desde seu lançamento, em 17 de novembro, o filme vem liderando o faturamento de cinema no país. Isto acaba nesta semana, com o lançamento de “Rogue One – Uma História Star Wars”. O mais impressionante é que, em relação à semana passada, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” só encolheu 37% em sua arrecadação. Foram R$ 4,8 milhões faturados e 282 mil ingressos vendidos apenas entre quinta (8/12) e domingo (11/12) passados. O 2º lugar também se manteve inalterado em relação ao ranking anterior, com a saga vampiresca “Anjos da Noite – Guerras de Sangue” rendendo R$ 3,4 milhões a partir de 727 mil ingressos vendidos. As novidades começam no 3º lugar, com o bom desempenho de um filme nacional que não é comédia. Mas também apela para o gosto popular. Baseado num best-seller do guru de auto-ajuda Augusto Cury, “O Vendedor de Sonhos” levou 167 mil pessoas ao cinema e arrecadou R$ 2,6 milhões. Considerando que o livro em que o filme se baseia vendeu mais de 2,5 milhões de exemplares no Brasil desde 2008, “O Vendedor de Sonhos” deve ter fôlego para enfrentar o ataque pesado de “Rogue One – Uma História Star Wars” nesta semana, além da animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta” e o besteirol “Minha Mãe É uma Peça 2” na próxima. Outra estreia, o besteirol americano “A Última Ressaca do Ano” abriu em 4º lugar, com R$ 2,1 milhões. Ainda assim, bem melhor que “Fallen”. Fechando o Top 5, o romance sobrenatural juvenil abriu muito abaixo do esperado (para os fãs da franquia literária), faturando R$ 1,6 milhão. Considerando que o Brasil é o maior mercado em que os anjos românticos têm lançamento marcado, “Fallen” não deverá ter sequência e pode até sair direto em VOD nos EUA – onde nem sequer possui estreia agendada.
Moana completa terceira semana no topo das bilheterias americanas
A animação “Moana” manteve a liderança das bilheterias norte-americanas pela terceira semana consecutiva. A mais nova produção do estúdio Disney foi novamente o filme mais visto dos Estados Unidos durante o fim de semana, arrecadando US$ 18,8 milhões, de acordo com dados divulgados pelo site Box Office Mojo. Ao todo, “Moana” já acumula US$ 145 milhões em território norte-americano e US$ 238,8 milhões em todo o mundo, ainda faltando estrear em diversos mercados importantes. No Brasil, a estreia está agendada só para 5 de janeiro. Em 2º lugar ficou o lançamento mais amplo da semana, a comédia “A Última Ressaca do Ano”, que também foi distribuída no Brasil. O besteirol de festa de escritório conquistou o 2º lugar, com US$ 17,5 milhões, mas não convenceu muito a crítica, obtendo 45% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Em sua quarta semana de exibição, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” desceu uma posição, completando o pódio. Vale observar que o filme está praticamente com US$ 200 milhões só nos EUA e já superou “Doutor Estranho” em todo o mundo, com US$ 680 milhões. A temporada de premiações também se refletiu no ranking, com a aparição de duas produções independentes no Top 10: os dramas “Animais Noturnos” e “Manchete à Beira-Mar”, respectivamente em 7º e 8º lugares. Ambos tiveram ampliação de circuito, após lançamentos limitados. Mesmo assim, chama atenção o desempenho do segundo. Enquanto “Animais Noturnos” passou a ser exibido em 1,2 mil telas, “Manchete à Beira-Mar” está em cartaz em 366, rendendo quase a mesma bilheteria. A diferença é diretamente proporcional ao reconhecimento obtido pelo longa estrelado por Casey Affleck, que vem vencendo muitos prêmios. Mas foi um filme que nem sequer entrou no Top 10 que fez mais sucesso por tela. Tanto que bateu um recorde. Favorito ao Oscar, o musical “La La Land” foi lançado em apenas cinco salas de cinema, nas quais arrecadou US$ 855 mil – uma média de US$ 171 mil por local de exibição, a mais alta do ano. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Moana – Um Mar de Aventuras Fim de semana: US$ 18,8 milhões Total EUA: US$ 145 milhões Total Mundo: US$ 238,8 milhões 2. A Última Ressaca do Ano Fim de semana: US$ 17,5 milhões Total EUA: US$ 17,5 milhões Total Mundo: US$ 33,9 milhões 3. Animais Fantásticos e Onde Habitam Fim de semana: US$ 10,7 milhões Total EUA: US$ 199,3 milhões Total Mundo: US$ 680 milhões 4. A Chegada Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 81,4 milhões Total Mundo: US$ 129,8 milhões 5. Doutor Estranho Fim de semana: US$ 4,6 milhões Total EUA: US$ 222,3 milhões Total Mundo: US$ 645,7 milhões 6. Aliados Fim de semana: US$ 4 milhões Total EUA: US$ 35,6 milhões Total Mundo: US$ 69,5 milhões 7. Animais Noturnos Fim de semana: US$ 3,13 milhões Total EUA: US$ 6,2 milhões Total Mundo: US$ 16,2 milhões 8. Manchester à Beira-Mar Fim de semana: US$ 3,15 milhões Total EUA: US$ 8,3 milhões Total Mundo: US$ 8,3 milhões 9. Trolls Fim de semana: US$ 3,11 milhões Total EUA: US$ 145,4 milhões Total Mundo: US$ 316,9 milhões 10. Até o Último Homem Fim de semana: US$ 2,3 milhões Total EUA: US$ 60,8 milhões Total Mundo: US$ 83,8 milhões
De Rogue One a Assassin’s Creed, excesso de superproduções pode gerar megafracassos no fim do ano
As próximas duas semanas de dezembro vão colocar nas telas de cinema dos EUA nada menos que quatro candidatos potenciais a blockbuster. Mas a lei da física ensina às criancinhas que dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo. Imagine, então, quatro. “Rogue One: Uma História Star Wars” é o mais esperado de todos e sai na frente, com lançamento em 16 de dezembro nos EUA (15 de dezembro no Brasil). Sua estreia em 1º lugar é mais que garantida e, se não for um desastre completo – há relatos de muita agitação em seus bastidores – , deverá manter a posição na semana seguinte, onde enfrentará nada menos que três superproduções simultaneamente. A “battle royale” nas bilheterias norte-americanas inclui a animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, a adaptação do game “Assassin’s Creed” e a sci-fi “Passageiros”. Os três serão lançados no dia 21 de dezembro nos EUA – no Brasil, a disputa é aliviada com o adiamento dos dois últimos para 5 de janeiro. Como todos possuem grandes orçamentos, os piores desempenhos tenderão a gerar grandes prejuízos. Ou seja, pelo menos um deles será marcado como um megafracasso, abrindo em 4º lugar com bilheteria girando em torno de US$ 20 milhões – o que é péssimo, considerando que o mais barato deles custou US$ 75 milhões, sem a verba de marketing. Como qualquer retrospectiva do ano poderá facilmente demonstrar, animações com bichinhos falantes – no caso de “Sing”, até cantantes – faturaram alto em 2016. E as projeções de mercado apontam que o longa da Illumination/Universal deve mesmo ficar com o 2º lugar, atrás de “Rogue One”, em sua estreia. O que deixa Magneto contra Rogue, ou melhor o filme estrelado por Michael Fassbender, “Assassin’s Creed”, em rota de colisão contra o filme estrelado por Jennifer Lawrence, “Passageiros”, na luta pelo 3º lugar. Ah, no meio disso tudo, ainda entrará “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”, fantasia infantil de monstro com a atriz de “Rogue One”, Felicity Jones. E é um curioso caso de filme de monstro que se apavorou com a voracidade de Hollywood. Seu estúdio preferiu um plano mais furtivo de lançamento, fazendo uma distribuição limitada enquanto os grandões se devoram, para abrir em mais salas apenas na primeira semana de janeiro. Se vai dar certo ou se vai dar 5º lugar, o distinto público só saberá no começo de 2017.
Johnny Depp é o ator mais supervalorizado de Hollywood pelo segundo ano consecutivo
O ator Johnny Depp foi eleito o ator mais supervalorizado de Hollywood em 2016. E isto não é uma coisa boa, especialmente por ser o seu seguindo ano consecutivo no topo da relação. A lista anual da revista Forbes revela quais atores renderam menor retorno em bilheteria para os estúdios, em relação ao quanto receberam de cachê. Para cada US$ 1 que Depp recebeu em salários, seus longas retornaram US$ 2,8 para os estúdios. Se os filmes não tivessem outras despesas, até que seria bom. Mas como centenas de pessoas trabalham numa produção, entre colegas de elenco e técnicos, é péssimo. É também quase o dobro do prejuízo dado pelo segundo colocado, Will Smith, que não foi salvo por “Esquadrão Suicida” devido ao período analisado – entre julho de 2015 e junho de 2016. Confira abaixo o top 10: 1. Johnny Depp – $2.8 2. Will Smith – $5.0 3. Channing Tatum – $6.0 4. Will Ferrell – $6.5 5. George Clooney – $6.7 6. Adam Sandler – $7.6 7. Mark Wahlberg – $9.2 8. Leonardo DiCaprio – $9.9 9. Julia Roberts – $10.8 10. Bradley Cooper – $12.1
Animais Fantásticos e Onde Habitam lidera bilheteria brasileira pela terceira semana
“Animais Fantásticos e Onde Habitam” manteve a liderança das bilheterias no Brasil pela terceira semana consecutiva. O filme derivado da franquia “Harry Potter” fez R$ 7,6 milhões, com a venda de 447 mil de ingressos no fim de semana. O ótimo desempenho já leva a produção da Warner a cruzar a marca de R$ 50 milhões de arrecadação no país. Ao contrário dos EUA, onde está em 2º lugar, “Animais Fantásticos” não enfrenta grande concorrência no mercado brasileiro. Enquanto a animação “Moana” lidera o ranking americano há duas semanas, por aqui o principal incômodo da fantasia da Warner é “Anjos da Noite: Guerras de Sangue”, que estreou na quinta-feira (1/12). Quinto filme da franquia de vampiros pistoleiros, o lançamento abriu em 2º lugar, rendendo R$ 5,3 milhões, ao levar 313 mil espectadores às salas de cinema. O resultado comprova o acerto da estratégia de distribuição da Sony, que optou por colocar a produção no mercado internacional antes de lançá-la nos EUA. A estreia americana só vai acontecer daqui a um mês, em 6 de janeiro. Ironicamente, no mesmo fim de semana em que “Moana” vai estrear no Brasil. Entre os filmes nacionais, a estreia do mais recente besteirol decepcionou. “O Último Virgem” abriu em 8º, com 62 mil ingressos vendidos. Enquanto isso, a cinebiografia “Elis”, atualmente em 6º lugar, chegou a um total de 325 mil de ingressos, para atingir a marca de R$ 5 milhões de faturamento. As informações são da empresa ComScore, que coleta os dados de público nos cinemas.
Moana navega tranquilo em 1º lugar pela segunda semana consecutiva nos EUA
A animação “Moana – Um Mar de Aventuras” se manteve na liderança das bilheterias da América do Norte em seu segundo fim de semana em cartaz. O longa da Disney perdeu apenas 50% de seu público em comparação à renda do final de semana passado. Para deixar claro: perder metade do público é pouco porque, por exemplo, “Frozen” caiu 53% em sua segunda semana, neste mesmo período do ano em 2013. O desenho da princesa polinésia rendeu US$ 28,4 milhões de sexta a domingo no mercado doméstico. Após duas semanas em cartaz, “Moana” já soma US$ 119,9 milhões nos Estados Unidos. Mas o desempenho internacional não segue o mesmo ritmo, já que vários países importantes só vão lançar a animação em janeiro, caso, por sinal, do Brasil. Em todo o mundo, o total está em US$ 177,4 milhões. “Animais Fantásticos e Onde Habitam” também repetiu o 2º lugar da semana passada, faturando mais US$ 17,2 milhões. Com uma semana a mais em cartaz que “Moana”, a fantasia da Warner já tem US$ 183,5 milhões nos EUA. Mas ainda mais impressionante é seu desempenho no exterior. O longa só precisou de três semanas para cruzar a barreira dos US$ 600 milhões em todo o mundo, algo que “Doutor Estranho” precisou de quatro semanas para conseguir. A principal surpresa ficou por conta do 3º lugar. Primeiro filme do ano a sentir impacto da temporada de premiações, a sci-fi “A Chegada” subiu duas posições, refletindo uma renovação no interesse do público após receber indicações aoCritics Choice Awards e se destacar em listas de melhores do ano da crítica internacional. Com orçamento mediano de US$ 47 milhões, o longa já está com US$ 73 milhões nos EUA. A semana teve apenas uma estreia ampla, o terror “Dominação”, que implodiu. Filme de baixo orçamento de um diretor acostumado com superproduções – Brad Peyton, de “Terremoto: A Falha de San Andreas” (2015) e “Viagem 2: A Ilha Misteriosa” (2012) – , foi um fiasco de público e crítica, rendendo US$ 2,6 milhões e 21% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Apesar de orçado em apenas US$ 5 milhões, pode incrivelmente dar prejuízo. A estreia no Brasil também ficou para janeiro. Paralelamente, o circuito limitado recebeu “Jackie”, que, para cumprir as regras de cronograma da Academia, foi lançado em cinco salas. O resultado foram impressionantes US$ 275 mil e a quinta maior média de público por sala de todo o ano. Um bom começo para a produção dirigida pelo espanhol Pablo Larraín e estrelada por Natalie Portman. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Moana – Um Mar de Aventuras Fim de semana: US$ 28,3 milhões Total EUA: US$ 119,8 milhões Total Mundo: US$ 177,3 milhões 2. Animais Fantásticos e Onde Habitam Fim de semana: US$ 18,5 milhões Total EUA: US$ 183,5 milhões Total Mundo: US$ 607,9 milhões 3. A Chegada Fim de semana: US$ 7,3 milhões Total EUA: US$ 73 milhões Total Mundo: US$ 105,2 milhões 4. Aliados Fim de semana: US$ 7 milhões Total EUA: US$ 28,9 milhões Total Mundo: US$ 53,7 milhões 5. Doutor Estranho Fim de semana: US$ 6,4 milhões Total EUA: US$ 215,3 milhões Total Mundo: US$ 634,9 milhões 6. Trolls Fim de semana: US$ 4,6 milhões Total EUA: US$ 141,3 milhão Total Mundo: US$ 296,6 milhões 7. Até o Último Homem Fim de semana: US$ 3,4 milhões Total EUA: US$ 57,2 milhões Total Mundo: US$ 75,3 milhões 8. Papai Noel às Avessas 2 Fim de semana: US$ 3,2 milhões Total EUA: US$ 14,2 milhões Total Mundo: US$ 14,2 milhões 9. Dominação Fim de semana: US$ 2,6 milhões Total EUA: US$ 2,6 milhões Total Mundo: US$ 2,6 milhões 10. Almost Christmas Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 38,1 milhões Total Mundo: US$ 38,2 milhões
Rede de cinema baixa preço dos ingressos dos filmes em 3D no Brasil
A rede de cinemas Lumière anunciou que vai igualar os preços de seus ingressos em 3D e 2D. Segundo o anúncio da rede, presente em oito cidades do Brasil, os filmes não devem ser mais caros só porque são exibidos em 3D. Isto já não é novidade nem agrega tanto valor quanto se dizia. “O 3D não é mais uma novidade e não precisa ser tão caro. Podemos oferecer um serviço de qualidade a um preço acessível. E isso só ajuda também a melhorar a qualidade da exibição em 2D, que, em muitos filmes, não deixa nada a desejar”, diz a rede, em comunicado. A partir desta quinta (1/12), os ingressos de cinema da Lumière custarão entre R$ 20,00 e R$ 28,00 dependendo da unidade. Em alguns lugares do país, o preço cobrado para sessões 3D podem chegar até a R$ 35 em outras redes. Já o ingresso 2D costuma variar de R$ 15 a R$ 28 aos fins de semana, nas principais redes do Rio e São Paulo.
Animais Fantásticos e Onde Habitam mantém liderança das bilheterias no Brasil
O longa-metragem “Animais Fantásticos e Onde Habitam” manteve a liderança das bilheterias no Brasil pelo segundo final de semana. Ao contrário dos EUA, o filme não contou com grande competição, já que o maior lançamento da quinta-feira (24/11) passada, “Jack Reacher: Sem Retorno”, chegou em apenas 370 salas. “Animais Fantásticos e Onde Habitam” faturou cerca de R$ 10 milhões, assistido por 593 mil pessoas de quinta (24) a domingo. Ao todo, o filme já soma R$ 38 milhões e um público de 2,4 milhões no Brasil. O 2º lugar também se manteve inalterado com “Doutor Estranho”. Mas o Top 5 se completou com três novidades, os estreantes de “Jack Reacher: Sem Retorno”, “A Chegada” e “Elis”, que entraram no ranking na mesma prioridade recebida pelas distribuidoras. Como já mencionado, o filme de ação com Tom Cruise teve a maior distribuição da semana, seguida justamente pela sci-fi e a cinebiografia brasileira, em 268 e 244 salas, respectivamente. Mais abaixo, a comédia “O Shaolin do Sertão” continua seu sucesso, completando sete semanas no Top 10. Atualmente em 8º lugar, aparece logo acima de “Pequeno Segredo”, outro que segue firme, sobrevivendo às pragas rogadas por ilustres cineastas nacionais.
Início da pré-venda de Rogue One derruba sites e gera “fila” na internet dos EUA
A blitz arrasadora de marketing da Disney para “Rogue One: Uma História de Star Wars” atiçou tanto o público que as primeiras horas da venda antecipada de ingressos para o filme, nesta segunda (28/11), foi marcada por “filas na internet”. Alguns sites de comercialização de ingresso nos EUA chegaram até a sair do ar, tamanho o tráfico gerado por interessados no filme, e o maior de todos, Fandango, precisou criar uma “sala de espera”, em que o usuário levava até 20 minutos para completar sua compra. O Fandango também avisou ao público sobre o fenômeno no Twitter. Veja o post abaixo. Especialistas em bilheteria já preveem que “Rogue One: Uma História de Star Wars” será uma das maiores abertura do ano nos EUA, com rendimentos entre US$ 100 milhões e US$ 140 milhões, o que o colocaria como a segunda maior bilheteria de dezembro em todos os tempos, atrás apenas de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). A pré-venda de ingressos também começou nesta segunda no Brasil, onde o primeiro spin-off da franquia “Star Wars” estreia em 15 de dezembro, um dia antes do lançamento nos EUA. Due to an overwhelming amount of traffic, a wait room has been activated. Get #RogueOne tickets soon, you will. https://t.co/Hw6l2LkDYZ pic.twitter.com/4XiYvTMRhT — Fandango (@Fandango) November 28, 2016
Doutor Estranho vira o filme de estreia de super-herói mais bem-sucedido da Marvel
A Disney e a Marvel estão comemorando um novo recorde neste fim de semana. Ao atingir US$ 615,9 milhões nas bilheterias de todo o mundo, “Doutor Estranho” se tornou o filme de estreia de um herói da Marvel mais bem-sucedido de todos os tempos. Ao deixar para trás a marca dos US$ 600 milhões, o longa estrelado por Benedict Cumberbatch bateu a bilheteria do primeiro “Homem de Ferro” (US$ 585,1 milhões em 2008), que nenhum outro filme de estreia de herói do estúdio tinha conseguido superar. As outras estreias superadas foram “Homem-Formiga” (US$ 519 milhões), “Thor” (US$ 449 milhões), “Capitão América: O Primeiro Vingador” (US$ 370,5 milhões) e “O Incrível Hulk” (US$ 263,4 milhões), que na verdade foi um reboot. Ironicamente, nos quadrinhos “Doutor Estranho” sempre foi menos popular que todos os demais. Nos EUA, o filme acaba de superar a marca de US$ 200 milhões de arrecadação doméstica. Ele foi lançado na Argentina apenas neste fim de emana e ainda não estreou no Japão, onde seu lançamento está marcado para 27 de janeiro.










