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    De Onde Eu Te Vejo busca graça no fim do amor

    13 de abril de 2016 /

    O novo filme de Luiz Villaça (“O Contador de Histórias”) já começa dando um nó na garganta do espectador. “De Onde Eu Te Vejo” abre com o drama de um casal que esteve junto há 20 anos, mas que agora se prepara para se separar amigavelmente. E esse sentimento de melancolia permeia o filme, alimentado ainda pela notícia da iminente partida de sua única filha para outra cidade para fazer faculdade. Mas, como se trata de um longa brasileiro, não demora para se manifestar na tela a mania de se incluir festa até nos momentos mais sérios, e entra em cena o clima de comédia, que contamina e dilapida a potencialidade da obra, embora a torne mais leve – não se sabe o quanto o filme resistiria se seguisse em tom depressivo do início ao fim, embora os diálogos espirituosos dos dois protagonistas esquentassem os ânimos. Esposa do diretor, a atriz Denise Fraga tem um histórico considerável de comédias em sua filmografia – quase ninguém viu o drama “Hoje” (2011), de Tata Amaral, por exemplo, enquanto todo mundo se lembra dela por “Auto da Compadecida” (2000), de Guel Arraes. Em “De Onde Eu Te Vejo”, ela vive Ana Lúcia, uma arquiteta que trabalha procurando prédios antigos e quase abandonados para transformá-los em lugares modernos. Ela tem a tendência em acreditar em coisas esotéricas, como astrologia, feng shui, pensamento positivo etc. Enquanto isso, seu (ex-) marido, Fábio (Domingos Montagner, da novela “Salve Jorge”), é um jornalista pragmático, embora abrace com muito carinho as crenças e manias da mulher. Do mesmo modo, com tantos anos juntos, ele também tem manias que só sua mulher entende, como o fato de nunca ter aprendido a dar um nó na gravata. O momento de mudanças para os dois, porém, não parece nada feliz: a filha adorável, que é um elo do casal, indo embora; os prédios históricos da cidade fechando; demissões em massa nas redações, em momento de morte do jornal de papel etc. O fato de o marido se mudar justamente para um prédio em frente ao da esposa, como acontece na comédia clássica italiana “Esposamente” (1977), também não ajuda muito a desatar os laços. A geografia e a arquitetura de São Paulo são, por sinal, elementos bem explorado pelo filme, principalmente por conta da profissão da protagonista. Mas a dor do marido também rende momentos expressivos, evitando os estereótipos típicos da comédia romântica feminina, ainda que o filme force a mão para tentar resgatar o clima melancólico do início num desfecho supostamente redondo. São, na verdade, as participações especiais que ajudam a elevar “De Onde Eu Te Vejo” do lugar-comum já visto. Afinal, como não se emocionar com o depoimento de Juca de Oliveira (“O Signo da Cidade”) sobre a importância do Cine Marabá em sua vida, quando ele fala, com os olhos brilhando, do dia em que conheceu sua esposa? Ou de como é mágico sair do cinema e dar de cara imediatamente com a rua? E temos também Laura Cardoso (“Muita Calma Nessa Hora”), como a velhinha que cuida de pássaros, que se mostra feliz com a rotina simples, e que de vez em quando solta umas indiretas para a arquiteta sobre como lidar com a vida. Ou Fúlvio Stefanini (“Cilada.com”), como o simpático dono de uma pizzaria que serviu de espaço para vários aniversários de casamento de Ana Lúcia e Fábio. Todos rendem momentos interessantes, que ajudam a tornar mais agradáveis as idas e vindas dessa história de amor e desamor.

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    Rua Cloverfield, 10 surpreende com mistério e tensão

    13 de abril de 2016 /

    Há filmes que quanto menos você souber melhor. E a equipe por trás do marketing de “Rua Cloverfield, 10” faz desse detalhe um trunfo desde seu trailer, que pouco entrega da trama. Claro que é possível inferir um monte de coisas, especialmente se você já viu “Cloverfield – Monstro” (2008), de Matt Reeves, que utiliza a estética do found footage para contar uma história de criaturas alienígenas que infernizam uma metrópole. De maneira muito inteligente, o novo filme não usa o mesmo recurso do original, contando também uma história bem diferente e que privilegia o que acontece no bunker claustrofóbico de um sujeito estranho e suspeito chamado Howard, vivido brilhantemente por John Goodman (“Argo”). O ponto de vista, no entanto, é de Michelle, interpretada pela linda e talentosa Mary Elizabeth Winstead (“A Coisa”). Ela está numa espécie de cidade fantasma apocalíptica quando, depois de abastecer o carro, sofre um acidente na estrada que a deixa desacordada. A cena do baque é, desde já, um dos grandes momentos cinematográficos do ano, com um trabalho de edição lindo, junto com os pré-créditos. Quando Michelle acorda presa em um lugar desconhecido, e é recebida por aquele sujeito esquisito e com um papo meio maluco de que o mundo acabou e se tornou inabitável pela radioatividade, ela não acredita. Aos poucos, vamos sabendo que nem tudo que Howard diz é mentira, embora ele omita certas coisas, e a verdade vai sendo revelada aos poucos, às vezes até em cenas aparentemente inocentes, como a de um jogo de adivinhação. Na casa subterrânea de Howard também habita um jovem barbudo simpático, Emmett (John Gallager Jr., da série “The Newsroom”), que aos poucos vai se tornando amigo e confidente de Michelle, na mesma proporção em que Howard vai inspirando mais e mais desconfiança, ainda que pareça um tanto infantil às vezes. Sua obsessão por coisas infantis é impressionante, aliás – o que nos remete novamente à cena do jogo de adivinhação, que é, ao mesmo tempo, tensa e engraçada. E é desse jeito que o diretor Dan Trachtenberg, em sua estreia em longa-metragem, os roteiristas talentosos (entre eles, Damien Chazelle, de “Whiplash”) e o produtor J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) decidem contar essa história: juntando momentos tensos, e às vezes de puro horror, com instantes mais leves e de muito bom humor. Até em seu final o filme insiste em trafegar por outros caminhos. E como a realização é de alto nível, pouco importa se algumas soluções parecem inverossímeis ou extremamente fantasiosas. Elas acabam se adequando perfeitamente à narrativa. Assim como também é perfeita a construção da heroína Michelle, mais uma representante desses tempos de heroínas fortes, estirpe iniciada pela Ripley, de “Alien, o 8º Passeiro” (1979). Com um orçamento modesto, estimado em apenas US$ 15 milhões (pouco para os padrões de uma produção sci-fi hollywoodiana), “Rua Cloverfield, 10” valoriza sua história, o clima e a atuação. E o que economiza em sensacionalismo, mantendo em mistério o que não se deve comentar sobre sua trama, vale mais que mil explosões jogadas na cara do público por uma superprodução de entretenimento genérico.

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    Elton John negocia participar da continuação de Kingsman

    12 de abril de 2016 /

    O cantor Elton John abriu negociações para participar de “Kingsman: O Círculo de Ouro”, continuação da aventura “Kingsman: Serviço Secreto” (2014). Contudo, o site The Hollywood Reporter, que divulgou a notícia, não sabe precisar se ele irá interpretar um personagem ou a si mesmo na trama. Elton John já possui um Oscar, vencido pela música “Can You Feel the Love Tonight”, da trilha da animação “O Rei Leão” (1994), porém fez poucos trabalhos como ator. Seu único personagem cinematográfico foi o Pimball Wizard do clássico “Tommy” (1974), mas ele apareceu como si mesmo em “Spice World – O Mundo das Spice Girls” (1997). Além disso, narrou a animação “O Caminho para El Dorado” e produziu “Gnomeu e Julieta” (2011). Por enquanto, não há detalhes sobre a trama de “Kingsman: O Círculo de Ouro”, que será novamente baseada nos quadrinhos de Mark Millar (criador também de “Kickass”). O filme também será outra vez roteirizado por Jane Goldman e dirigido por Matthew Vaughn, e tem estreia marcada para 16 de junho de 2017 nos EUA.

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    Disney já está preparando continuação de Mogli: O Menino Lobo

    11 de abril de 2016 /

    “Mogli: O Menino Lobo” ainda nem estreou, mas a Disney está tão confiante no sucesso da produção que já está desenvolvendo sua sequência. De acordo com o site The Hollywood Reporter, o estúdio abriu negociações com o diretor Jon Favreau e o roteirista Justin Marks para um novo filme com os personagens clássicos, criados pelo escritor Rudyard Kipling no século 19. O contrato do ator Neel Sethi, que faz sua estreia no cinema aos 10 anos de idade, já possui cláusula de retorno para uma continuação, mas a volta dos dubladores originais dos bichos falantes, que são criados na tela por computação gráfica, precisará ser renegociada caso a caso. Entre as feras da dublagem, estão Idris Elba, Scarlett Johansson, Ben Kingsley, Bill Murray e Lupita Nyong’o. “Mogli: O Menino Lobo” é uma nova adaptação de “O Livro da Selva”, de Rudyard Kipling, sobre um menino órfão criado por lobos numa floresta da Índia, que já inspirou várias filmes, inclusive a animação “Mogli – O Menino Lobo” (1967), último longa produzido por Walt Disney. Kipling escreveu diversas histórias de Mogli depois de contar sua origem. A continuação, por sinal, deve tirar sua trama de “The Second Jungle Book”, publicado originalmente em 1895, que contém cinco aventuras distintas de Mogli. Ainda não há cronograma de produção nem previsão de estreia para a sequência, mas o filme “Mogli: O Menino Lobo” poderá ser visto nos cinemas a partir desta quinta (14/4) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Mogli: O Menino Lobo ganha cinco pôsteres chineses

    11 de abril de 2016 /

    A Disney divulgou cinco pôsteres chineses de “Mogli – O Menino Lobo”, que destacam o menino Neel Sethi, de 10 anos de idade, ao lado dos animais falantes da produção, criados por computação gráfica. Menos realistas que os trailers, os cartazes evocam as artes de antigas publicações de pulp fiction. Nas imagens, Mogli (Sethi) aparece ao lado da loba Raksha (dublada em inglês por Lupita Nyong’o), do urso Balu (Bill Murray), da pantera Baguera (Ben Kingsley), do tigre Shere Khan (Idris Elba) e da serpente Kaa (Scarlett Johansson). O filme adapta o clássico infantil “O Livro da Selva”, de Rudyard Kipling, sobre um menino órfão criado por lobos numa floresta da Índia, que já inspirou várias filmes, inclusive a animação “Mogli – O Menino Lobo” (1967), último longa produzido por Walt Disney. A nova versão tem direção de Jon Favreau (“Homem de Ferro”) e lançamento marcado para quinta-feira (14/4) no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.

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    Ricky Gervais volta a viver personagem de The Office em trailer de falso documentário

    10 de abril de 2016 /

    A Entertainment One divulgou dois pôsteres e o primeiro teaser do falso documentário “David Brent: Life on the Road”, derivado da série britânica “The Office” (2001-2003). A prévia mostra o personagem David Brent, o chefe da série original, visitando o escritório em que a trama se passava, onde novos funcionários entram em contato com seu humor constrangedor. O passeio, acompanhado por câmeras, é para contar o que ele tem feito desde que saiu do escritório. Brent virou cantor-compositor e faz questão de demonstrar seus talentos para a plateia de funcionários, descrevendo, explicitamente, o significado de uma letra. A pegada é a mesma da série. Novamente vivido pelo ator Ricky Gervais (“Muppets 2: Procurados e Amados”), que criou “The Office”, o personagem chegou a realizar uma turnê de verdade com sua banda fictícia Foregone Conclusion no ano passado. Este aspecto musical será o mote do mockumentary, que, ao estilo de “Borat” (2006), deverá incorporar a reação de pessoas comuns às piadas. Após o fim de “The Office”, David Brent ainda reapareceu na versão americana da atração, exibida entre 2005 e 2013, e no canal de Gervais no YouTube, onde se manifestou em diversos vídeos de temática musical. “David Brent: Life on the Road” estreia em 19 de agosto no Reino Unido e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    A Bruta Flor do Querer tenta manter o tesão diante da morte do cinema brasileiro

    9 de abril de 2016 /

    Curioso como três filmes brasileiros mostraram em 2016, ainda que rapidamente, cenas de membros masculinos enrijecidos nas telas: “Boi Neon”, de Gabriel Mascaro, “Para Minha Amada Morta”, de Aly Muritiba, e agora este “A Bruta Flor do Querer”, da dupla Andradina Azevedo e Dida Andrade. Pode ser sinal de que o cinema brasileiro está vivo, pulsando e que ainda existe tesão. Faz algum sentido, especialmente diante das obras desses jovens e talentosos cineastas. “A Bruta Flor do Querer” conta a história de um jovem cineasta (o próprio diretor Dida Andrade) que, devido à dificuldade de conseguir sobreviver com sua arte, ganha alguns trocados trabalhando como cinegrafista de casamentos. Quando lhe é perguntado se ele gosta desse trabalho, ele diz: “óbvio”, com aquele ar de escárnio. Aos poucos, vamos sendo apresentados à sua vida pouco agradável, entre drogas para escapar dos problemas e uma tentativa frustrada de se aproximar de uma moça por quem está apaixonado – uma paixão platônica. O filme embarca na crise existencial sem parecer adolescente demais. Cria, inclusive, empatia com o drama do personagem, especialmente nas cenas em que ele tenta se aproximar de Diana (interpretada por Diana Motta), a sua paixão, que para ele aparece ao som de “Baby”, do Caetano Veloso – em versões cantada por Gal Costa e pelos Mutantes. O título de “A Bruta Flor do Querer”, por sinal, vem de outra música de Caetano, “Quereres”. Por ironia, a ótima trilha sonora foi determinante para que o filme levasse tanto tempo para chegar às telas, desde sua exibição premiada no Festival de Gramado, em 2013. Não só foi difícil conseguir a liberação das músicas (há outras) como os pagamentos de seus direitos autorais consumiram 50% do valor do pequeno orçamento (R$ 100 mil) da produção. Mas valeu a pena ter conseguido esse feito. O filme consegue parecer mais sofisticado com elas. E falando em sofisticação, há uma vontade explícita de emular Godard em várias cenas, especialmente as que se passam dentro de carro. Sem esquecer da questão central da trama, bastante godardiana, que é a tese, manifestada na condição do cineasta de casamento, de que o cinema morreu – e assistir ao filme em uma sala quase vazia contribui enormemente para dar razão a essa teoria. Claro, o longa de estreia de Andradina e Andrade poderia ter ousado mais, inclusive na cena de sexo na praia, um pouco tímida, mas a inquietação, a frustração, a dor e a paixão conseguem ser transmitidas e sentidas do lado de cá da tela. A angústia existencial e as boas cenas de conversa entre amigos num carro – que para alguns também remetem ao cinema de John Cassavetes – , quase provam o contrário, que o cinema está bem vivo. O problema é que não basta só tesão, como demonstra o lançamento da obra, com cópias reduzidas, em poucas cidades e sem nenhuma divulgação. Este destino não é exclusividade de “A Bruta Flor do Querer”, mas da grande maioria dos filmes brasileiros contemporâneos. Afinal, de que adianta filmar com tesão, se o mercado é tão broxante?

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    Estreias: Terrorismo, apocalipse e Deus disputam espaço nos cinemas

    7 de abril de 2016 /

    Duas semanas após “Batman vs. Superman” ocupar 45% das salas de cinema do país, ainda há pouco espaço para a renovação da programação. Lançamento mais amplo desta quinta (7/4), o thriller “Invasão a Londres” chega em “apenas” 350 salas pelo país. O filme de ação é uma sequência de “Invasão à Casa Branca” com mais explosões e ainda mais clichês. Desta vez, o elenco é vítima de atentados na capital da Inglaterra, quando terroristas aproveitam o funeral do primeiro ministro britânico para atacar outros líderes mundiais. Com 23% de aprovação no site “Rotten Tomatoes” e arrecadação de US$ 59,4 milhões, o filme não, digamos, explodiu. Fãs do gênero tem opção melhor, com pior distribuição. “Decisão de Risco” discute a ética da guerra moderna, que mata à distância, com drones, sem poupar vítimas civis. Estrelado por Helen Mirren (“A Mulher Dourada”), o filme tem 93% de aprovação no RT, mas entra em cartaz em somente 69 telas no país.   Outra boa opção da safra hollywoodiana é “Rua Cloverfield, 10”, que registra 89% no RT. Rodado com pequeno orçamento e pouco marketing, a nova produção do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) estabelece um clima de mistério do começo ao fim, ao acompanhar uma jovem que, após um acidente, acorda num bunker com dois desconhecidos que alegam tê-la salvo do apocalipse. Chega em 287 salas. Quase com o mesmo número de telas, o drama religioso “Deus Não Está Morto 2” infelizmente é pouco mais que material de lobby em favor de mudanças na Constituição (americana, mas há margem para extrapolar), visando transformar as salas de aula em extensões das igrejas cristãs. Foi rechaçado nos EUA, com 23% de aprovação na imprensa e uma estreia pífia, em 4º lugar na semana passada. Para as crianças, a programação dos shoppings destaca a animação francesa “Asterix e o Domínio dos Deuses”, adaptação de um dos melhores álbuns em quadrinhos de René Goscinny e Albert Uderzo. Publicado originalmente em 1971, traz uma trama mais madura que os demais, refletindo concepções de modernidade da época. Estreia em 64 salas (29 com 3D). Em circuito mais restrito, há ainda a animação “Barbie e as Agentes Secretas”, que saiu direto e vídeo nos EUA e aqui vai ocupar 31 salas, exclusivamente nos cinemas da rede Cinépolis.   O circuito limitado ainda destaca dois filmes europeus que depositam seu apelo em atores conhecidos. Em 30 salas, a comédia britânica “A Senhora da Van” é um veículo para Maggie Smith (série “Downton Abbey”) exibir seu talento lendário, vivendo uma velhinha sem teto adorável. Já o drama norueguês “Mais Forte que as Bombas” mostra Jesse Eisenberg (“Batman vs. Superman”) buscando superar o luto e o distanciamento da família causado pela morte da mãe (Isabelle Hupert, de “Amor”), uma fotógrafa de guerra. Estreia em inglês do cineasta Joaquin Trier (“Oslo, 31 de Agosto”), teve sua première em Cannes e chega ao Brasil em 16 salas.   Três estreias nacionais completam a programação. A comédia romântica “De Onde Eu Te Vejo”, de Luiz Villaça (“O Contador de Histórias”), leva a 79 salas a história de um ex-casal que passa a morar na mesma rua. Com uma pegada mais autoral, “A Bruta Flor do Querer” conta a história de um cineasta recém-formado, que precisa ganhar a vida filmando casamentos. A estreia dos diretores Dida Andrade e Andradina Azevedo foi premiada no Festival de Gramado, mas chega só em 17 salas. Igualmente premiado – venceu o In-Edit Brasil – , o documentário musical “Yorimatã”, sobre a dupla Luli e Lucina, que fundiu MPB, batuque e movimento hippie nos anos 1970, ganha ainda menos telas: apenas quatro, divididas entre Rio, São Paulo e Niterói. Estreias de cinema nos shoppings Estreias em circuito limitado https://www.youtube.com/watch?v=Yc-RDFzgDIk

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    Eu sou Carlos Imperial: Documentário vira “fenômeno” no circuito limitado nacional

    31 de março de 2016 /

    O documentário sobre o compositor, ator, apresentador e agitador cultural Carlos Imperial virou uma espécie de fenômeno no circuito limitado nacional. Lançado originalmente em apenas três salas de São Paulo e Rio de Janeiro, “Eu Sou Carlos Imperial”, de Renato Terra e Ricardo Calil, conseguiu um feito raro: aumentou o número de salas e espectadores em sua segunda semana de exibição. Mais que isso, já está na terceira semana, com mais salas que durante a estreia, e começa a chegar em outras cidades, como Vitória, no Espírito Santo. Os produtores também estão negociando a exibição em Brasília e Porto Alegre. E isto porque a distribuição é independente. Os diretores fizeram campanha de financiamento coletivo para organizar a estreia. Claro que os números são modestos, mas relativamente o resultado é, de fato, fenomenal. Enquanto as mega-estreias esgotam-se em três semanas, “Eu Sou Carlos Imperial” continua a crescer. Falando ao jornal O Globo, o diretor Renato Terra atribuiu o sucesso ao “boca a boca” do público. Ele acompanhou algumas sessões, e contou que ficou com a sensação de ter feito uma “comédia com Leandro Hassum”, por causa das ressonantes gargalhadas no cinema. “Não dá para sair indiferente do filme. O Carlos Imperial foi um personagem único: você fica com raiva, vergonha, ri dele, ri com ele… Todo mundo sempre sai do cinema com um adjetivo diferente para ele”, disse. O filme conta a história de Imperial, figura histórica, fomentador da Jovem Guarda e cafajeste assumido, que escreveu hits, estrelou pornochanchadas, foi jurado de calouros do Programa Sílvio Santos e faleceu há mais de 20 anos. Repleto de imagens de arquivo e entrevistas exclusivas com Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Eduardo Araújo, Tony Tornado, Dudu França, Mário Gomes e Paulo Silvino, o filme é da mesma dupla de cineastas que já havia realizado um ótimo resgate da história musical brasileira em “Uma Noite em 67” (2010).

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    Vampiro 40°: Terror brasileiro ganha pôster e trailer

    30 de março de 2016 /

    A produtora de Luiz Carlos Barreto divulgou o pôster e o trailer de “Vampiro 40°”, terror brasileiro derivado da série “Vampiro Carioca”, do Canal Brasil. Não bastassem as comédias, até o terror é televisivo neste país. A prévia, que tem vampiros traficantes, “mafiosa” japonesa e muitas vamps, nem procura enganar, assumindo que o negócio é trash. Dirigido por Marcelo Santiago (“Lula, o Filho do Brasil”), “Vampiro 40°” é estrelado pelo elenco da série, que inclui o cantor Fausto Fawcett, Renata Davies e Otto Jr, além de Marcos Winter (série “Magnífica 70”). A estreia está marcada para 2 de junho.

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    Mogli: Veja um vídeo de bastidores e duas cenas que destacam o realismo da produção

    27 de março de 2016 /

    A Disney divulgou um vídeo de bastidores e duas cenas de “Mogli – O Menino Lobo”. O vídeo demonstra a influência da animação clássica de 1967 na nova versão, com depoimentos do diretor Jon Favreau (“Homem de Ferro”) e seu elenco de dubladores famosos, enquanto as cenas mostram o impressionante realismo dos animais do filme, que preservam o espírito de suas contrapartes animadas, como a ironia cômica do urso Balu e a presença ameaçadora do tigre Shere Khan. No filme, o jovem estreante Neel Sethi, de 10 anos de idade, intérprete de Mogli, é o único ator real da produção. Os demais personagens foram criados por computação gráfica. Mas em contraste ao apuro com que eles se movimentam e interagem, a trama mantém o principal elemento de fantasia da história clássica: os bichos são falantes. O elenco de dubladores, por sinal, é repleto de feras. Inclui Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), Ben Kingsley (“Homem de Ferro 3″), Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), Idris Elba (“Thor: O Mundo Sombrio”), Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”), Giancarlo Esposito (série “Revolution”) e Bill Murray (“O Grande Hotel Budapeste”). O filme adapta o clássico infantil “O Livro da Selva”, de Rudyard Kipling, sobre o menino órfão criado por lobos numa floresta da Índia, que já inspirou várias versões, entre elas a animação-referência “Mogli – O Menino Lobo” (1967), último longa produzido por Walt Disney. A nova versão tem lançamento marcado para 14 de abril no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.

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    Netflix vai gastar quase US$ 100 milhões para produzir novo filme de Will Smith

    26 de março de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix vai produzir o próximo filme de Will Smith. E, para isso, financiará um orçamento de quase US$ 100 milhões. Depois de duas semanas de negociações e um concorrido leilão com múltiplos estúdios de Hollywood, a empresa cobriu as ofertas da concorrência e adquiriu os direitos da produção, intitulada “Bright”. O filme é um thriller policial que mistura elementos fantásticos, com roteiro de Max Landis (“Victor Frankenstein”) e direção de David Ayer (“Corações de Ferro”). A produção marcará a segunda parceria entre o diretor e o astro Will Smith, após rodarem o vindouro “Esquadrão Suicida”, que tem estreia marcada para 4 de agosto. Além de Smith, o ator Joel Edgerton (“Êxodo: Deuses e Reis”) também está em negociações para participar do projeto. “Bright” contará a história de um policial que vive em um mundo de fantasia, onde os seres humanos co-existem com fadas e Orcs. Só o roteiro custou US$ 3 milhões, numa das mais caras aquisições dos últimos anos da indústria cinematográfica. Além disso, US$ 45 milhões serão destinados ao pagamento dos cachês, inclusive o salário de Will Smith, e mais US$ 45 milhões cobrirão as despesas de filmagens. Trata-se, definitivamente, do maior projeto da história da Netflix até o momento, superando os US$ 60 milhões investidos na produção de “War Machine”, filme que será dirigido por David Michod (“The Rover – A Caçada”) e estrelado e produzido por Brad Pitt (“A Grande Aposta”). As filmagens de “Bright” estão marcadas para setembro em Los Angeles e ainda não há previsão de estreia. Não se sabe também se o filme passará nos cinemas, mas é certo que terá lançamento simultâneo para os assinantes do Netflix em todo o mundo.

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    Mogli – O Menino Lobo ganha pôsteres e fotos especiais com os personagens e seus dubladores

    26 de março de 2016 /

    A Disney divulgou sete pôsteres de personagens e seis fotos especiais de “Mogli – O Menino Lobo”. As fotos trazem os dubladores originais ao lado de seus personagens no filme, destacando o realismo dos animais que vem marcando a divulgação do longa-metragem. No filme, o jovem estreante Neel Sethi, de 10 anos de idade, intérprete de Mogli, é o único ator real da produção. Os demais personagens foram criados por computação gráfica. Mas em contraste ao apuro com que eles se movimentam e interagem, a trama mantém o principal elemento de fantasia da história clássica: os bichos são falantes. O elenco de dubladores, por sinal, é repleto de feras. Inclui Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), Ben Kingsley (“Homem de Ferro 3″), Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), Idris Elba (“Thor: O Mundo Sombrio”), Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”), Giancarlo Esposito (série “Revolution”) e Bill Murray (“O Grande Hotel Budapeste”), o único ausente na sessão fotográfica. O filme adapta o clássico infantil “O Livro da Selva”, de Rudyard Kipling, sobre o menino órfão criado por lobos numa floresta da Índia, que já inspirou várias versões, inclusive a animação “Mogli – O Menino Lobo” (1967), último longa produzido por Walt Disney. A nova versão tem direção de Jon Favreau (“Homem de Ferro”) e lançamento marcado para 14 de abril no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.

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