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    Mostra de Tiradentes premia filme sobre conflitos urbanos

    31 de janeiro de 2016 /

    O filme de título mais longo, “Jovens Infelizes ou um Homem que Grita Não É um Urso que Dança”, foi o vencedor da 19ª Mostra de Cinema de Tiradentes. Premiado com o Troféu Barroco da Mostra Aurora, a principal premiação do festival mineiro, o filme do paulista Thiago Mendonça aborda encenações teatrais, anarquia, orgias e conflitos urbanos, mesclando improviso em cenas registradas em meio à manifestações reais de protesto. Ao agradecer o troféu, o diretor dedicou a vitória os movimentos sociais. “Ver esse trabalho sendo recebido da maneira como foi aqui demonstra que a gente pode utilizar o cinema para as nossas lutas”, disse Mendonça. Foi também uma vitória para confirmar, a posteriori, o tema do evento. Único festival de cinema do Brasil que proclama seu mote antes que a crítica posso pensar sobre os filmes, Tiradentes definiu 2016 como sendo o ano para discutir “espaços em conflito”. A carapuça serviu para o vitorioso. Ou a vitória escolheu o filme que melhor coube em sua tese. Sempre fica a dúvida, quando se direciona o foco da forma como Tiradentes se orgulha em fazer. O favorito da crítica, por sinal, era outro, “Animal Político”, de Tião, estrelado por uma vaca. A produção faz carreira no exterior, integrando a seleção de Festival de Roterdã, na Holanda. Já o júri popular elegeu a produção carioca “Geraldinos”, de Pedro Asbeg e Renato Martins, como melhor longa. Trata-se de um documentário sobre a “geral” do Maracanã. Menos prestigiada, apesar de exibir obras mais bem realizadas que a dos jovens da Aurora, a Mostra Transições teve seu vencedor definido por um júri formado por cinco universitários, que premiou um dos filmes mais “surreais” do festival, “Tropykaos”, de Daniel Lisboa. Realizada de 22 a 30 de janeiro, a Mostra de Tiradentes exibiu mais de 100 filmes brasileiros, pulverizados em várias mostras paralelas, a maioria sem caráter competitivo. Isto lhe permitiu trazer obras de autores celebrados, mas que vieram apenas “à passeio”, sem deixar registro nas premiações. Assim, o 2016 de Tiradentes fica para a História como o ano dos “Jovens Infelizes”, coincidentemente no fim de semana em que o cinema perdeu Jacques Rivette, que foi o “jovem infeliz” original, muitas décadas atrás.

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    Jacques Rivette (1928 – 2016)

    31 de janeiro de 2016 /

    Morreu o cineasta francês Jacques Rivette, integrante original da nouvelle vague, que se especializou em filmes sobre teatro, mulheres e experimentalismo, criando uma filmografia cultuadíssima, que desafia a cinefilia. Ele faleceu na sexta (29/1) aos 87 anos de idade e, de acordo com a imprensa francesa, sofria do Mal de Alzheimer há alguns anos. Seu nome de batismo era Pierre Louis Rivette. Ele nasceu em 1928 em Rouen, Seine-Maritime, na França. Estudou brevemente literatura na universidade, até ler o livro de Jean Cocteau sobre as filmagens de “A Bela e a Fera” (1949), que lhe despertou o desejo de virar cineasta. Em 1949, ele rodou o seu primeiro curta-metragem, “Aux Quatre Coins”, em sua cidade natal. E no ano seguinte mudou-se para Paris para seguir sua paixão, passando a ser presença constante no Cine-Clube du Quartier Latin e na Cinémathèque Française. Foi na Cinémathèque, em 1950, que veio a conhecer os jovens Claude Chabrol, Jean-Luc Godard e François Truffaut, que devoravam filmes antigos na primeira fila da projeção, chamando atenção por participar ativamente de debates após as sessões. Naquele ano, ele também filmou seu segundo curta, “Le Quadrille”, produzido e estrelado por Godard, e no qual, segundo o próprio Rivette, “absolutamente nada acontece”. Quando o filme foi exibido no Ciné-Club du Quartier Latin, as pessoas começaram a sair, e, no final, os únicos que ficaram foram Godard e uma menina. Rivette começou a escrever críticas de cinema em 1950 para a Gazeta du Cinéma, co-fundada pelo cineasta Éric Rohmer, e foi contratado por André Bazin no ano seguinte para ajudar a lançar a Cahiers du Cinéma. Com ele, vieram todos os enfant terribles da Cinémathèque, mas Rivette foi quem chamou mais atenção por textos em que defendia diretores de Hollywood, como Howard Hawks, John Ford, Nicholas Ray, Alfred Hitchcock e Fritz Lang, ao mesmo tempo em que atacava o “cinema francês de qualidade”, de cineastas como Claude Autant-Lara, Henri-Georges Clouzot e Rene Clement, escrevendo que eles tinham medo de assumir riscos e tinham se corrompido por dinheiro. A colaboração entre o grupo era tão intensa que “O Truque do Pastor” (1956), novo curta de Rivette, foi escrito e produzido por Chabrol. O próprio Chabrol ainda aparecia em cena, com Godard e Truffaut, fazendo figuração. Rivette também ensaiou uma metragem maior, com “Le Divertissement” (1952), que durava 45 minutos. E, após entrevistar diversos cineastas famosos, considerou-se pronto para filmar seu primeiro longa-metragem. “Paris nos Pertence” (1961) levou três anos para ser filmado, devido ao desafio financeiro de se fazer cinema independente. A obra provocava já no título e estabeleceu os princípios da “experiência Rivette” de cinema, sempre à beira do fantástico e do delírio lúdico e noturno, e usando o teatro como metáfora da aventura humana. Na trama, um grupo de jovens atores ensaia para uma produção de Shakespeare que nunca estreia, enquanto fornecem uma mostra da vida boêmia de Paris no final dos anos 1950. Chabrol, Godard, Jacques Demy e Rivette aparecem em papéis menores. A demora em finalizar seu filme o deixou para trás, quando as estreias de Chabrol (“Nas Garras do Vício”, 1958), Truffaut (“Os Incompreendidos”, 1959) e Godard (“Acossado”, 1960) sacudiram os festivais de cinema, chamando atenção para o movimento nouvelle vague. Chabrol já estava no quarto longa quando “Paris nos Pertence” chegou às telas. E para complicar, assim como os primeiros filmes de Éric Rohmer, seu debut não obteve a mesma repercussão que os trabalhos dos colegas. A falta de uma estreia impactante manteve Rivette por mais tempo na Cahiers, onde se tornou editor, entre 1963 e 1965, levando a revista a adotar uma perspectiva semiótica e deixando-a à beira da falência. Em suas próprias palavras, ser crítico nunca foi seu objetivo, apenas “um bom exercício”. Para seu segundo longa-metragem, Rivette escolheu uma adaptação do romance “A Religiosa”, de Denis Diderot. Incapaz de conseguir financiamento para o projeto, ele dirigiu uma versão teatral, produzida por Godard e estrelada pela mulher dele, Anna Karina. Foi um fracasso completo, mas Karina, que depois também estrelou o filme, ganhou prêmios por sua interpretação. Isto inspirou o diretor a aprofundar o roteiro e buscar parceiros para a produção. A repercussão começou já no anúncio das filmagens, quando a Igreja Católica e integrantes do comitê responsável pela censura cinematográfica avisaram que o longa não passaria nos cinemas. Publicada em 1796, a obra de Diderot demonstrava a brutalidade da Igreja, que mantinha jovens confinadas em conventos contra a própria vontade, e se manifestava por meio de cartas de uma noviça pedindo ajuda para escapar daquela vida. Rivette conseguiu ganhar aprovação da censura, mas mesmo assim o filme foi banido por pressão da Igreja. Diversos jornalistas e cineastas protestaram, criando grande expectativa para sua première no Festival de Cannes, que acolheu a obra, juntando-se ao protesto. Com cenas de tortura psicológica, freiras lésbicas e monges libidinosos, “A Religiosa” foi recebido com palmas entusiasmadas. Diante dos elogios da crítica, a censura foi confrontada e o filme pôde chegar aos cinemas, tornando-se, graças à publicidade criada pela polêmica, o maior sucesso da carreira do cineasta. Sua fama de agitador atingiu o ápice na primavera de 1968, quando liderou um movimento contra o afastamento do diretor da Cinémathèque pelo Ministério da Cultura, que levou milhares às ruas e envolveu distribuidores de cinema ao redor do mundo. Sem se contentar com a vitória nesta batalha, aproveitou o ímpeto para exigir o fim da censura e a ingerência do governo no cinema francês, o que levou a uma histórica interrupção do Festival de Cannes em solidariedade. Era maio de 1968 e a imaginação acreditava que chegaria ao poder. Querendo manifestar essa efervescência em filme, Rivette buscou romper com os limites do cinema em seu trabalho seguinte, “L’Amour Fou” (1969). Dispensou o roteiro, a construção de cenas, as convenções e a estrutura de filmagem para realizar uma obra baseada na improvisação. O fiapo de trama acompanhava o ensaio de um grupo de teatro, por sua vez filmado por uma equipe de documentário, e complementado por um drama de bastidores entre o diretor teatral e sua esposa, que também é a atriz principal da peça dentro do filme. A atriz era Bulle Ogier, que se tornaria musa de Rivette, voltando em várias de suas obras. Outra curiosidade é que o longa misturava diferentes bitolas – as cenas do documentário foram filmadas em 16mm -, e terminava num longo take sem cortes da discussão do casal central, culminando na destruição do apartamento em que eles viviam. Entusiasmado com o resultado, o cineasta quis ampliar ainda mais a potencialidade dessa experiência e rodou 30 horas de um novo filme sem roteiro, baseando-se, mais uma vez, em ensaios teatrais e personagens boêmios. Ao editar o resultado em “Não me Toque” (Out 1, 1971), o filme registrou 12 horas e 40 minutos de duração, exibindo múltiplos personagens, vagamente conectados por histórias independentes, cujas tramas se entrelaçavam e revelavam novos personagens com suas próprias tramas paralelas. E tudo a partir da obsessão de um vigarista (Jean-Pierre Leaud), que dizia receber mensagens ocultas do conto “História dos Treze”, de Honoré de Balzac. Apesar da longa duração, ampliada por um ritmo narrativo lento, a ousadia de levar ao limite a estrutura de multiplots teve grande impacto no cinema autoral dos anos seguintes, influenciando Robert Altman, Krzysztof Kieślowski e até Alejandro González Iñárritu. Mas os cinemas não aceitaram a duração de “Não me Toque”, que teve uma première de gala na Casa da Cultura de Le Havre, na Normandia, assistida por 300 pessoas que viajaram de Paris especialmente para a sessão em setembro de 1971. E só. Rivette chegou a planejar exibir o trabalho em capítulos como uma série na TV. Nenhum canal se interessou. Com ajuda da roteirista Suzanne Schiffman, o diretor passou um ano editando uma versão condensada da obra, que batizou de “Out 1: Spectre”. Lançado em 1974, a síntese durava quatro horas e meia e se tornou a versão mais conhecida, até que, em 1989, o Festival de Roterdã resolveu resgatar a maratona original, inspirando a TV francesa a finalmente exibi-la. Depois disso, o filme só foi ganhar sua terceira exibição pública em 2006, como a obra que inaugurou o Museum of the Moving Image, em Nova York, ocasião em que esgotou todos os ingressos e ganhou a fama de ser “O Santo Graal” dos cinéfilos. Seu filme seguinte seguiu rota oposta, com um roteiro bastante estruturado. “Céline e Julie Vão de Barco” (1974) mergulhava na fantasia com referências a “Alice no País das Maravilhas”, mostrando duas desconhecidas: Julie (Dominique Labourier), que segue Céline (Juliet Berto) pelas ruas de Paris e, às vezes, troca de lugar com a outra, até que ambas se vêem transportadas para um drama de época (baseado em contos de Henry James), como se fosse um sonho compartilhado que elas podiam controlar, feito autoras de um livro mágico. Venceu o Prêmio do Júri do Festival de Locarno e influenciou toda a estética “onírica” do diretor David Lynch, mas seu impacto pode ser conferido mesmo no cinema comercial, na trama da comédia “Procura-se Susan Desesperadamente” (1985), estrelada por Madonna. As críticas positivas à forma como destacou a amizade das protagonistas levaram Rivette a planejar uma quadrilogia dedicada às mulheres, batizada de “Cenas da Vida Paralela”, em que cada filme combinaria romance e fantasia. Seu objetivo com esse projeto era aproximar o cinema da poesia. Ele chegou a filmar “Duelo” e “Noroeste” em 1976, opondo personagens fantasiosas, como a Rainha da Noite e a Rainha do Sol e duas piratas, mas sofreu um colapso nervoso durante a produção do terceiro filme, abandonando o projeto em seu começo, após “Duelo” receber críticas negativas e “Noroeste” ser considerado medíocre e ter sua distribuição recusada, causando problemas entre o diretor e seus produtores. Em baixa, Rivette aceitou filmar “Merry-Go-Round” em 1978 por sugestão dos produtores, porque Maria Schneider, a estrela de “O Último Tango em Paris” (1972), queria filmar com ele. O elenco também incluía Joe Dallesandro, muso dos filmes underground de Andy Warhol, numa história de crime de contexto surreal, em que a trilha sonora era tocada por músicos presentes na trama. O filme só chegou aos cinemas em 1981, mesmo ano em que o diretor rodou “Um Passeio por Paris”, considerado o final de uma trilogia sobre a Paris de sua geração – iniciada por “A Cidade Nos Pertence” e “Não Me Toque”. O elenco reunia Bulle Ogier e sua filha, Pascale, como duas mulheres que se encontram de forma aleatória e investigam um mistério estranho e surreal nas ruas da capital francesa, envolvendo vários personagens chamados Max. Como ensaio para esse longa, Rivette ainda dirigiu um curta, “Paris s’en Va”. De volta à filmagem de ensaios teatrais, “Amor por Terra” (1984) trazia Jane Birkin e Geraldine Chaplin como irmãs atrizes, que, após uma apresentação num pequeno apartamento, são convidadas a ensaiar o texto de outra peça numa mansão, baseada na vida do diretor, onde começam a ter visões de uma tragédia prestes a se repetir. Uma das curiosidades desse roteiro é que as irmãs eram Emily e Charlotte, como as irmãs Brontë, e o próximo filme de Rivette, em contraste com sua filmografia experimental, foi uma adaptação de “O Morro dos Ventos Uivantes” (1985), de Emily Brontë, transposta para o sul da França nos anos 1930. Insistente em seu tema, Rivette rodou “O Bando das Quatro” (1989) sobre quatro estudantes de teatro, cujas vidas se alternam entre as peças que ensaiavam e a vida real. Por ocasião da première no Festival de Berlim, ele explicou porque gostava tanto de filmar ensaios: “É muito mais interessante mostrar o trabalho de criação do que o resultado”. O diretor gostou tanto de trabalhar com as jovens atrizes de “O Bando das Quatro” que a experiência o motivou a voltar ao teatro, dirigindo duas peças com as protagonistas do filme. O período também o preparou para rodar o filme que muitos consideram sua obra-prima. Vagamente inspirado num conto de Honoré de Balzac, “A Bela Intrigante” (1991) mostrava como a chegada de uma jovem (Emmanuelle Béart) inspirava...

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    Filme sobre revolta de escravos é aplaudido de pé no Festival de Sundance

    26 de janeiro de 2016 /

    A première de “The Birth of a Nation”, filme escrito, dirigido e estrelado por Nate Parker (“Sem Escalas”), causou comoção no Festival de Sundance. Aplaudido de pé pelo público, o drama sobre escravidão também arrancou os elogios mais entusiasmados da crítica durante a cobertura da atual edição do festival do cinema independente americano. O longa mostra uma rebelião de escravos no século 19 e toma emprestado o título de um marco cinematográfico, o clássico do cinema mudo “Nascimento de uma Nação”, dirigido em 1915 por D.W. Griffith. Naquela época, o filme descrevia os negros de forma estereotipada e apresentava os integrantes da organização racista Ku Klux Klan como heróis. “Fiz esse filme por um motivo: criar agentes de transformação”, disse Parker, na entrevista coletiva após a exibição do filme. “Sempre lidamos com nossa história, especialmente a escravidão, de forma muita higienizada. Há uma resistência em lidar com esse material”, ele proclamou. O filme surge num momento em que a discussão racial ocupa espaço na cobertura de Hollywood, em meio aos protestos pela falta de atores negros entre os indicados ao Oscar pelo segundo ano consecutivo. Parker disse que vem trabalhando no roteiro há sete anos, mas encontrou muitas dificuldades para levar o projeto adiante. Ele revelou que alguns investidores que procurou chegaram a dizer que “não havia público para essa história” e que “as pessoas fora do país não querem ver gente de cor”. Por isso, precisou investir de seu próprio bolso e sacrificar algumas prioridades de sua vida. A situação mudou drasticamente após a repercussão do filme em Sundance, que levou os estúdios de Hollywood a brigarem pelo direito de distribuí-lo nos cinemas, pois a obra já é tida como um potencial favorito ao Oscar 2017. A Fox Searchlight acabou ficando com a produção por US$ 17,5 milhões, o valor mais elevado já pago pela distribuição de um filme do festival. Mas consta que o Netflix chegou a oferecer US$ 20 milhões. Na hora de se decidir, o diretor optou pela Fox, baseando-se na distribuição do vencedor do Oscar 2014, “12 Anos de Escravidão”.

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    Yoga Hosers: Veja uma cena do filme estrelado pelas filhas de Kevin Smith e Johnny Depp

    25 de janeiro de 2016 /

    O filme indie “Yoga Hosers” teve sua primeira cena revelada. O vídeo destaca as protagonistas Harley Quinn Smith e Lily-Rose Depp, filhas do diretor Kevin Smith (“O Balconista”) e do ator Johnny Depp (“O Cavaleiro Solitário”), que aparecem contracenando com Austin Butler (série “The Shannara Chronicles”) e Tyler Posey (série “Teen Wolf”). Na trama, as duas têm o mesmo nome, Colleen, e trabalham como balconistas. Infelizmente, não se trata de uma versão “ghostbuster” (com troca de gêneros) da comédia clássica que lançou a carreira do diretor Kevin Smith. Ele assina a direção e a trama do filme, mas toma um rumo sobrenatural, ao colocar as meninas em luta contra salsichas nazistas que levam terror a orifícios humanos expostos. O papai de Lily-Rose também participa da brincadeira, retomando o papel de investigador do sobrenatural que viveu em “Tusk”, o filme anterior de Smith. O elenco de coadjuvantes, por sinal, é praticamente uma reprise completa de “Tusk”, incluindo Justin Long (“Amor à Distância”), Haley Joel Osment (série “Alpha House”), Michael Parks (“Seita Mortal”) e Genesis Rodriguez (“Casa de mi Padre”). Também participam Adam Brody (“Descobrindo o Amor”), Jason Mewes (“O Balconista”) e o autor de quadrinhos Stan Lee (“Barrados no Shopping”). “Yoga Hosers” teve sua première no Festival de Sundance 2016, onde foi triturado pela crítica. O melhor elogio foi “ruim”, mas houve uma preocupação de caprichar nos adjetivos, partindo de “inepto” para chegar em “abuso infantil”.

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    The Invitation: Veja o trailer do novo terror premiado da diretora de Garota Infernal

    24 de janeiro de 2016 /

    A Drafthouse Pictures divulgou o pôster e o trailer de “The Invitation”, novo terror de Karyn Kusama, a diretora de “Garota Infernal” (2009). A prévia mostra o elenco reunido em torno de uma mesa de jantar, enquanto a paranoia começa a se manifestar em detalhes, como vinho derramado e rostos assustados, acompanhados por elogios rasgados da crítica. Na trama, o personagem vivido por Logan Marshall-Green (“Prometheus”) desconfia que sua ex-mulher e o atual marido dela têm planos sinistros para os convidados de seu jantar. O elenco também inclui Michiel Huisman (série “Game of Thrones”), John Carroll Lynch (“Belas e Perseguidas”), Emayatzy Corinealdi (“A Vida Secreta de Zoe”), Tammy Blanchard (“Caminhos da Floresta”), Lindsay Burdge (“Frances Ha”), Karl Yune (“Gigantes de Aço”) e Mike Doyle (“Lanterna Verde”). Vencedor do Festival de Stiges de Cinema Fantástico, “The Invitation” estreia em 25 de março nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Festival de Tiradentes promove desencontro de gerações

    22 de janeiro de 2016 /

    A Mostra de Tiradentes inicia nesta sexta (22/1) promovendo um desencontro de gerações no interior de Minas Gerais. De um lado, os novos cineastas que o festival costuma lançar. Do outro, figuras conhecidas da vanguarda cinematográfica, como os diretores Julio Bressane, Walter Lima Jr., Maria Ramos, Helena Ignez e Ruy Guerra, representados no evento por novos lançamentos, além de Andrea Tonacci, o grande homenageado. Único festival de cinema a propor tema, feito evento acadêmico, Tiradentes quer este ano discutir filmes como “Espaços de Conflitos”. Assim, a presença de cineastas consagrados, que fizeram da rebelião suas marcas autorais, alimentam a tese – literalmente, no caso do clássico “Serras da Desordem” (2006), de Tonacci. Mas a ideia de unificação temática tropeça no inchaço do evento, ampliado no ano passado, que pulveriza a capacidade do festival de apontar caminhos para o cinema brasileiro, compartimentalizando a produção. As gerações diferentes, na prática, não se integram na programação inchada. Alguns veteranos são exibidos numa mostra chamada Autorais, como se todos os demais filmes do festival não fossem autorais. Há também uma sessão chamada Dissonâncias, que provavelmente exibe filmes comerciais, já que os autorais devem estar na seção, hmm, Autorais. As separações não fazem sentido e só servem para classificar os filmes por gerações – reunidas no mesmo evento para serem separadas em subdivisões. A organização foi ao limite de criar um seção chamada Transições, visando separar os “pioneiros” que participaram de suas primeiras edições dos novíssimos candidatos que agora estreiam na mostra Aurora. Anteriormente tida como a principal seção do festival, a Aurora se acomodou como trampolim de iniciantes, enquanto a Transições passou a trazer um panorama mais consistente da produção independente nacional. A principal consequência dessas subdivisões é que a Aurora virou um vestibular para credenciar cineastas jovens a participarem da Transições nos próximos anos. E para onde os que hoje ocupam a Transições irão? Ao mercado, com propostas autorais/dissonantes? Difícil. O espaço de conflito cinematográfico não é uma tese de festival universitário, é a realidade da concentração do circuito. O potencial emblemático de Tiradentes, do nome ligado à independência brasileira às primeiras premiações da Aurora, embutia uma expectativa. A marca ainda é forte, as realizações foram palpáveis, mas a desvalorização em curso é preocupante, com os melhores filmes passando em seções paralelas à principal premiação. Basta considerar o vencedor da Aurora passada, a primeira pós-Transições. O que aconteceu com “Mais do que eu Possa me Reconhecer”, de Allan Ribeiro, que acompanha o artista plástico Darel Valença Lins em sua relação com a vídeo-arte? Sempre é possível torcer para que os novatos da Aurora consigam decolar e que os ainda jovens da Transições encontrem outros festivais para participar. Mas um prêmio forte ajudaria a todos um pouco mais. CONFIRA OS LONGAS-METRAGENS DA 19ª MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES MOSTRA HOMENAGEM: ANDREA TONACCI Serras da Desordem (2006, SP) Bang Bang (1970, SP) Bláblábá (1968, SP) MOSTRA AURORA Animal Político, Tião (PE) Aracati, Aline Portugal e Julia De Simone (RJ) Banco Imobiliário, Miguel Antunes Ramos (SP) Filme de Aborto, Lincoln Péricles (SP) Índios Zoró – Antes, Agora e Depois?”, Luiz Paulino dos Santos (PE) Jovens Infelizes ou Um Homem que Grita não é um Urso que Dança”, Thiago B. Mendonça (SP) TaegoAwa, Marcela Borela e Henrique Borela (GO) MOSTRA AUTORIAS Através da Sombra, Walter Lima Jr (RJ) Futuro Junho, Maria Augusta (RJ) Quase Memória, Ruy Guerra (RJ) TRANSIÇÕES A Noite Escura da Alma, Henrique Dantas (BA) Clarisse ou Alguma Coisa sobre Nós Dois, Petrus Cariry (CE) Jonas, Lo Politi (SP) Planeta Escarlate, Dellani Lima E Jonnata Doll (MG) Tropykaos, Daniel Lisboa (BA) Urutau, Bernardo Cancella Nabuco (RJ) MOSTRA SESSÃO DEBATE Garoto, Julio Bressane (RJ) O Espelho, Rodrigo Lima (RJ) Ralé, Helena Ignez (SP) Um Salve Doutor, Rodrigo Sousa & Sousa (SP) MOSTRA BENDITA Being Boring, Lucas Ferraço Nassif (RJ) O Diabo Mora Aqui, Dante Vescio E Rodrigo Gasparini (SP) MOSTRA CENA MINEIRA Introdução à Música do Sangue, Luiz Carlos Lacerda (MG/RJ) MOSTRA PRAÇA Campo Grande, Sandra Kogut (RJ) Geraldinos, Pedro Asbeg E Renato Martins (RJ) Invasores, Marcelo Toledo (SP) Prova De Coragem, Roberto Gervitz (RS) Santo Daime – Império Da Floresta, André Sampaio (PE) MOSTRINHA O Que Queremos Para o Mundo?, Igor Amin (MG) Últimas Conversas,Eduardo Coutinho (RJ) ( a confirmar) As aventuras do avião vermelho, Frederico Pinto e José Maia ( a confirmar) FILME DE ENCERRAMENTO Para Minha Amada Morta, Aly Muritiba (PR)

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    Diretor de O Ano Mais Violento fará remake de thriller austríaco

    21 de janeiro de 2016 /

    O cineasta J.C. Chandor (“O Ano Mais Violento”) vai dirigir o remake do filme de ação austríaco “O Assaltante” (2010), informou o site The Hollywood Reporter. O original contava a história real de Johann Rettenberger, assaltante de bancos que bateu recordes nacionais como maratonista e usou sua velocidade e destreza para enganar a polícia, numa série de roubos bem-sucedidos. “O Assaltante” teve première no Festival de Berlim de 2010 e rendeu vários prêmios ao diretor Benjamin Heisenberg, a maioria em premiações de língua alemã. O roteiro do remake ficará por conta do novato Chase Palmer, que também está envolvido com a adaptação de “It”, de Stephen King. Ainda não há cronograma de produção e previsão de estreia, pois, além destas filmagens, J.C. Chandor ainda planeja realizar o thriller “Triple Frontier”.

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    Festival de Berlim seleciona três filmes brasileiros para a Mostra Panorama

    21 de janeiro de 2016 /

    O festival de Berlim selecionou três filmes brasileiros para a mostra Panorama: os longa-metragens “Mãe Só Há Uma”, de Anna Muylaert, “Antes o Tempo Não Acabava”, de Fábio Baldo e Sérgio Andrade, e “Curumim”, de Marcos Prado. Em 2015, o grande vencedor dessa mostra foi o brasileiro “Que Horas Ela Volta?”, de Anna Muylaert, que volta ao festival este ano com outra história sobre um complicado relacionamento entre mãe e filho. “Mãe Só Há Uma” acompanha um adolescente que descobre ter sido roubado na maternidade. O elenco tem Matheus Nachtergaele, Naomi Nero e Dani Nefussi. “Antes o Tempo Não Acabava” também se mantém no universo (amazonense) do primeiro filme de Sérgio Andrade, “A Floresta de Jonathas”, ao retratar um jovem indígena que vive o choque entre sua cultura tradicional e a vida na capital Manaus. Já o único documentário da lista, “Curumim”, do diretor de “Paraísos Artificiais”, conta a história de Marco Archer, brasileiro executado na Indonésia em janeiro de 2015 por tráfico de drogas. Ao todo, foram selecionadas 51 produções de 33 países diferentes, que serão exibidos entre 11 e 21 de fevereiro, paralelamente à mostra competitiva do Festival de Berlim.

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    A Bruxa: Paranoia contamina o novo trailer do terror premiado

    19 de janeiro de 2016 /

    O estúdio A24 divulgou um novo trailer do terror “A Bruxa”, que rendeu o prêmio de Melhor Diretor para Robert Eggers no Festival de Sundance do ano passado. A prévia investe no clima de paranoia, tensão e angústia da trama, passada numa fazenda do século 17 na Nova Inglaterra, onde vive um casal temente a Deus e seus cinco filhos. Aos poucos, sinais de terror começam a amedrontar a família, como o leite da vaca que se transforma em sangue e a perda da colheira, levando o pai a tomar atitudes extremas para se livrar do mal. O elenco é formado por Anya Taylor-Joy (série “Atlantis”), Ralph Ineson (“Guardiões da Galáxia”), Kate Dickie (série “Game of Thrones”), Julian Richings (série “Supernatural”) e Ellie Grainger (série “The Village”). Primeiro longa escrito e dirigido por Robert Eggers, “A Bruxa” estreia em 3 de março no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA (em 19/2).

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    Colonia: Emma Watson entra em seita sinistra em novo trailer de suspense

    16 de janeiro de 2016 /

    A 20th Century Fox da Alemanha divulgou 25 fotos, o pôster e o novo trailer do filme “Colonia”, estrelado por Emma Watson (“Noé”) e Daniel Brühl (“Rush: No Limite da Emoção”). A prévia mistura política, suspense e até clima de terror, ao retratar o drama dos desaparecidos no Chile e a rotina brutal de uma seita comandada por um nazista. Baseada em fatos verídicos, a trama acompanha um jovem casal separado pelo golpe militar no Chile em 1973. Brühl é preso e enviado para uma comunidade rural chamada Colonia Dignidad, isolada de tudo e de todos, no sul do país. No local, vigiado por cercas e guardas armados, também havia uma seita liderada por um nazista, que cometia abusos contra seus integrantes, além de ministrar torturas encomendadas pelo governo militar. Contra todas as advertências, a personagem de Watson decide se juntar à seita para entrar na Colonia, e passa a viver dias sombrios na esperança de achar seu marido. O elenco ainda conta com Michael Nyqvist (“Missão Impossível – Protocolo Fantasma”), Richenda Carey (“Mentiras Sinceras”) e Vicky Krieps (“O Homem Mais Procurado”) Dirigido pelo alemão Florian Gallenberger (“Sombras do Passado”), “Colonia” teve sua première mundial no Festival de Toronto e estreia em 18 de fevereiro na Alemanha. Ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil

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    GloboNews vai exibir o impactante documentário India’s Daughter, proibido na Índia

    16 de janeiro de 2016 /

    O contundente documentário “India’s Daughter”, sobre o estupro coletivo e morte violenta de uma estudante de Medicina num ônibus de Deli em 2012, terá sua estreia nacional pelo canal pago GloboNews, em fevereiro. Realizado pela BBC, o filme reconstitui o crime que gerou uma onda de protestos na Índia e chamou atenção mundial para a quantidade de casos similares que acontecem no país. Escrito e dirigido pela cineasta israelense Leslee Udwin, “India’s Daughter” venceu o Festival de San Diego do ano passado e conquistou vários prêmios com sua estética chocante. Além de reconstituir a brutalidade, narrada em detalhes por um dos criminosos, a diretora entrevistou policiais, advogados, parentes dos envolvidos e registrou um dos estupradores, que, diante da câmera, culpou a jovem de 23 anos por seu próprio estupro. Ele é ecoado por outras vozes captadas pelo documentário, que afirmam que uma mulher decente não andaria nas ruas depois das 21 horas. Jyoti Singh havia ido ao cinema com um amigo. A obra é tão impactante que foi proibida na Índia e o governo do país tentou evitar que fosse disponibilizado no YouTube. Confira o trailer abaixo.

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    Filme brasileiro vai disputar o Festival de Roterdã

    5 de janeiro de 2016 /

    O filme “A Cidade onde Envelheço”, da brasileira Marília Rocha (“A Falta que Me Faz”), foi selecionado para a mostra competitiva do Festival de Roterdã, um dos mais importantes eventos cinematográficos da Europa, centrado na revelação de novos talentos e valorização do cinema autoral. Primeiro longa-metragem de ficção de Marília, que já assinou três documentários, “A Cidade onde Envelheço” gira em torno da amizade entre duas mulheres portuguesas que migram para o Brasil. O filme já havia sido selecionado pelo programa de apoios financeiros do Festival de San Sebastian em sua fase de pós-produção. Ele vai disputar o prêmio Tiger com sete produções de seis países na 45ª edição do festival, que acontece de 27 de janeiro a 7 de fevereiro na Holanda. O vencedor recebe 40 mil euros, distribuídos entre o diretor e o produtor. Os outros títulos selecionados foram “History’s Future”, de Fiona Tan (Holanda), “Motel Mist”, de Prabda Yoon (Tailândia), “Oscuro Animal”, de Felipe Guerrero (Colômbia), “The Land of the Enlightened”, de Pieter-Jan de Pue (Bélgica), “La Ultima Tierra”, de Pablo Lamar (Paraguai), “Radio Dreams”, de Babak Jalai, e “A Eoman, A Part”, de Elisabeth Subrin (ambos dos Estados Unidos). O Brasil já venceu a mostra competitiva de Roterdã com “Baixio das Bestas”, de Claudio Assis, em 2007.

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    A Bigger Splash: Dakota Johnson sensualiza no primeiro trailer do remake de A Piscina

    5 de janeiro de 2016 /

    O StudioCannal divulgou o pôster, as fotos e o primeiro trailer de “A Bigger Splash”, remake do suspense francês “A Piscina” (1969). A prévia mostra uma variação roqueira da história, que também já rendeu versão “literária” em “À Beira da Piscina” (2003). Na trama, Tilda Swinton (“O Grande Hotel Budapeste”) é uma roqueira de férias com o namorado cineasta (Matthias Schoenaerts, de “Ferrugem e Osso”), que tem a paz interrompida pela chegada de um amigo produtor (Ralph Fiennes, também de “O Grande Hotel Budapeste”) e sua filha (Dakota Johnson, de “Cinquenta Tons de Cinza”). O encontro rende um jogo de sedução a quatro, com muitas cenas sensuais para Johnson se destacar, em papel originalmente vivido por Jane Birkin (“Blow Up”). “A Bigger Splash” tem direção do italiano Luca Guadagnino (“Um Sonho de Amor”) e foi exibido no Festival de Veneza. A estreia comercial está marcada para 12 de fevereiro no Reino Unido. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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