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    Rebecca Hall e Edgar Wright farão parte do juri do Festival de Veneza 2017

    23 de julho de 2017 /

    A organização do Festival de Veneza anunciou os jurados, que irão eleger o vencedor do Leão de Ouro 2017 e outros premiados do evento. Os filmes da mostra competitiva serão julgados pelo diretor americano Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”), a atriz inglesa Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”), a cineasta húngara Ildiko Enyedi (“On Body and Soul”), o diretor mexicano Michel Franco (“Depois de Lúcia”), a atriz francesa Anna Mouglalis (“Coco Chanel & Igor Stravinsky”), o crítico inglês David Stratton, a atriz italiana Jasmine Trinca (“Saint Laurent”) e o cineasta taiwanês Yonfan (“Príncipe das Lágrimas”). Anunciada previamente, a presidente do júri será a atriz Annette Bening (“Mulheres do Século 20”). Já a mostra paralela Horizonte contará com o diretor italiano Gianni Amelio (“As Chaves de Casa”) como presidente. A diretora iraniana Rakhshan Banietemad (“Contos Iranianos”), a diretora americana Ami Canaan Mann (“Jackie & Ryan: Amor Sem Medidas”), o cineasta norte-irlandês Mark Cousins (“What Is This Film Called Love?”), a diretora belga Fien Troch (“Kid”) e a francesa Rebecca Zlotowski (“Além da Ilusão”), além do roteirista e arquiteto argentino Andrés Duprat (“O Cidadão Ilustre”) completam o júri. O Festival de Veneza 2017 vai começar no dia 30 de agosto com a exibição da comédia sci-fi “Downsizing”, de Alexander Payne, e se encerra em 9 de setembro com o anúncio dos premiados.

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  • Filme

    Comédia sci-fi estrelada por Matt Damon vai abrir o Festival de Veneza

    19 de julho de 2017 /

    O Festival de Veneza 2017 selecionou “Downsizing” como seu filme de abertura. Primeira sci-fi da carreira do diretor Alexander Payne, conhecido por comédias indies como “Sideways” e “Nebraska”, o filme é estrelado por Matt Damon e se passa num futuro próximo, quando os recursos do meio ambiente estarão em colapso. Na trama de humor negro, Damon vive um homem que percebe que sua vida seria muito melhor caso ele conseguisse se encolher. Isto porque ele e sua mulher enfrentam dificuldades financeiras, e a redução de tamanho também reduziria suas despesas. Mas ela desiste no último instante, deixando-o sozinho – e em miniatura. O próprio título faz um trocadilho econômico com a situação. Em inglês, “Downsizing” (diminuir de tamanho) é um eufemismo usado para amenizar palavras como demissão e corte de despesas. O elenco grandioso ainda inclui Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”), Christoph Waltz (“Django Livre”), Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Laura Dern (“Livre”), Neil Patrick Harris (“Garota Exemplar”) e Joaquim de Almeida (série “Queen of the South”) A abertura do Festival de Veneza vai acontecer em 30 de agosto, quatro meses antes da estreia prevista para “Downsizing” nos Estados Unidos – marcada para 22 de dezembro. No Brasil, o lançamento é esperado apenas para janeiro de 2018.

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    Annette Bening vai presidir o Festival de Veneza 2017

    5 de julho de 2017 /

    A atriz Annette Bening presidirá o júri da 74ª edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza. Indicada quatro vezes ao Oscar – por “Minhas Mães e Meu Pai” (2010), “Adorável Júlia” (2004), “Beleza Americana” (1999) e “Os Imorais” (1990) – , ela será a primeira mulher a ocupar a função em mais de uma década. Segundo o diretor do evento, Alberto Barbera, já tinha passado da hora de interromper a sequência de 11 anos com apenas homens à frente do júri do festival. “Convidamos essa mulher brilhante, talentosa e inspiradora para presidir o júri”, disse ele, em comunicado. “Estou muito feliz que ela tenha aceitado estar conosco.” A última mulher a presidir o júri responsável pela premiação do Leão de Ouro foi Catherine Deneuve em 2006. Antes dela, apenas a atriz chinesa Gong Li e a diretora Jane Campion ocuparam a posição – em 2002 e 1997, respectivamente. Annette afirmou estar honrada com o convite. “Estou animada para ver os filmes e trabalhar ao lado dos outros jurados”, comemorou, no comunicado oficial do festival. O Festival Internacional de Cinema de Veneza acontecerá este ano entre os dias 30 de agosto e 9 de setembro.

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    Distopia canibal com Jason Momoa e Keanu Reeves ganha novo trailer

    21 de abril de 2017 /

    A Neon divulgou o segundo trailer de “The Bad Batch”, novo filme de temática fantástica da diretora Ana Lily Amirpour, responsável pelo cult “Garota Sombria Caminha pela Noite” (2014). Desta vez, ela reuniu um elenco famoso, liderado por Jason Momoa (“Liga da Justiça”), Keanu Reeves (“John Wick”), Giovanni Ribisi (série “Sneaky Pete”), Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”) e até um irreconhecível Jim Carrey (“Sim Senhor”). A prévia tem clima pós-apocalíptico, cenas de mutilação e se apresenta como uma história distópica de amor, passada num mundo de canibais. O ambiente de terra devastada é o deserto texano, na fronteira do México, transformado, no estilo do clássico “Fuga de Nova York” (1981), numa zona sem lei, repudiada pelos EUA e habitada apenas por maus-elementos – e os citados canibais. Segundo a sinopse, depois de um encontro casual entre Arlen (Suki Waterhouse) e o pária Miami Man (Jason Momoa), os destinos dos rejeitados se entrelaçam de maneiras inesperadas. “The Bad Batch” ganhou o Prêmio Especial do Júri do último Festival de Veneza e estreia em 23 de junho nos EUA. Não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Distopia canibal com Jason Momoa e Keanu Reeves ganha primeiro trailer

    14 de fevereiro de 2017 /

    A Neon divulgou o trailer de “The Bad Batch”, novo filme de temática fantástica da diretora Ana Lily Amirpour, responsável pelo cult “Garota Sombria Caminha pela Noite” (2014). Desta vez, ela reuniu um elenco famoso, liderado por Jason Momoa (“Liga da Justiça”), Keanu Reeves (“John Wick”), Giovanni Ribisi (série “Sneaky Pete”), Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”) e até um irreconhecível Jim Carrey (“Sim Senhor”). A prévia tem clima pós-apocalíptico, cenas de mutilação e se apresenta como uma história distópica de amor, passada num mundo de canibais. O ambiente de terra devastada é o deserto texano, na fronteira do México, transformado, no estilo do clássico “Fuga de Nova York” (1981), numa zona sem lei, repudiada pelos EUA e habitada apenas por maus-elementos – e os citados canibais. Segundo a sinopse, depois de um encontro casual entre Arlen (Suki Waterhouse) e o pária Miami Man (Jason Momoa), os destinos dos rejeitados se entrelaçam de maneiras inesperadas. “The Bad Batch” ganhou o Prêmio Especial do Júri do último Festival de Veneza e continua no circuito de festivais, ainda sem previsão de estreia comercial.

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    Frantz: Indicado a 11 Césars, novo filme de François Ozon ganha trailer legendado

    2 de fevereiro de 2017 /

    A California Filmes divulgou o trailer legendado de “Frantz”, novo filme do cineasta François Ozon. Filmado em preto e branco e passado no começo do século 20, o vídeo evoca os antigos melodramas da era de ouro do cinema, ao mostrar como a jovem Anna, interpretada por Paula Beer (“O Vale Sombrio”), conhece o tenente francês Adrien (Pierre Niney, de “Yves Saint Laurent”), quando este deixa flores no túmulo de seu noivo, Frantz, falecido na guerra. Ao descobrir que os dois eram antigos amigos, Anna leva o francês para conhecer os pais de Frantz, que se encantam com o recém-chegado, forçando sua permanência da vida de todos, mesmo a contragosto da comunidade alemã. “Frantz” recebeu 11 indicações ao César 2017, o Oscar francês, e apesar da estilização mantém as características da filmografia de Ozon, como sua obsessão por contar histórias repletas de detalhes obscuros, esconder segredos e visitar a dor, num jogo de aparências derivado do suspense, que leva a ponderar o que é realmente verdade e que rumos terá sua trama. A história original, baseada numa peça do francês Maurice Rostand, já havia sido levada ao cinema, no clássico “Não Matarás” (1932), do mestre alemão Ernst Lubitsch. Mas a versão de Ozon inclui detalhes que não poderiam ser exibidos nos anos 1930. A premiére mundial aconteceu no Festival de Veneza, quando rendeu um prêmio para Paula Beer. A estreia no Brasil está marcada para 2 de março.

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    Emmanuelle Riva (1927 – 2017)

    28 de janeiro de 2017 /

    Morreu a atriz francesa Emmanuelle Riva, ícone da nouvelle vague, que ganhou fama mundial como a protagonista de “Hiroshima Meu Amor” (1959), de Alain Resnais, e voltou a ter grande destaque recentemente com “Amor” (2012), do austríaco Michael Haneke, que lhe rendeu a sua primeira indicação ao Oscar de Melhor Atriz. Ela lutava havia anos contra um câncer e faleceu na sexta-feira (27/1), aos 89 anos. Nascida em 1927 em uma família de operários do leste da França, Paulette (seu nome real) declamava desde a adolescência as falas de personagens clássicos do teatro em seu quarto. Aos 19 anos, pouco depois do fim da 2ª Guerra Mundial, viajou a Paris para estudar artes dramáticas, mas só foi aparecer no cinema no final da década seguinte. Após figurar em “Volúpia de Prazer” (1958), topou o desafio de aparecer nua num filme de caráter poético-experimental, sobre o romance entre uma francesa e um arquiteto japonês de Hiroshima, a cidade devastada pelo primeiro ataque com bomba atômica da história. Sua nudez serviu de chamariz para o filme, que era extremamente intelectual. Mas se virou musa instantânea, também precisou lutar para não ficar marcada como sexy. Para tanto, tomou uma série de decisões ousadas, ilustrando o lado pouco sensual da prostituição em “Ádua e Suas Companheiras” (1960), de Antonio Pietrangeli, e aparecendo totalmente desglamourizada em “Kapò: Uma História do Holocausto” (1960), de Gillo Pontecorvo, como uma prisioneira de campo de concentração nazista. Em 1962, ela venceu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza por seu papel em “Thérèse Desqueyroux”, como a fria personagem-título, suspeita de ter matado o próprio marido. Mas não voltar a receber maiores reconhecimentos por décadas, mesmo trabalhando com grandes cineastas, como André Cayatte em “Atentado ao Pudor” (1967), Fernando Arrabal em “Irei Como um Cavalo Louco” (1973), Marco Bellochio em “Olhos na Boca” (1982), Philippe Garrel em “Liberté, la Nuit” (1984) e Krzysztof Kieslowski em “A Liberdade É Azul” (1993). Passaram-se 50 anos até Riva voltar às cerimônias de premiação. Em “Amor” (2012), ela interpretou uma mulher doente, à beira da morte e em meio a grandes sofrimentos, compartilhados por seu marido, interpretado por Jean-Louis Trintignant, e a filha, vivida por Isabelle Huppert. Filmado nos cômodos de uma casa, de onde a personagem não conseguia sair, “Amor” se tornou o filme-sensação de 2012, iniciando uma carreira vitoriosa a partir de sua première com a Palma de Ouro no Festival de Cannes. Ao ser indicada ao Oscar, Riva se tornou a atriz mais velha já reconhecida pela premiação. Não conquistou o troféu americano, mas venceu o César (o “Oscar francês”) e o BAFTA (o “Oscar inglês”). Ela também apareceu no simpático “O Verão do Skylab” (2011), de Julie Delpy, e viu aumentar os convites para filmar obras de cineastas dos mais diferentes países, enquanto buscava retomar a carreira no teatro, num surto de atividade com mais de 80 anos de idade. Em 2014, recebeu seu último prêmio, o Beaumarchais, entregue por um júri de críticos do jornal francês Le Figaro, por sua atuação na peça “Savannah Bay”, de Marguerite Duras. A atriz deixou um filme inédito, “Alma”, do islandês Kristín Jóhannesdóttir, e iria estrelar “Les Vacances”, do iraniano Mohsen Makhmalbaf. “Até o final permaneceu ativa”, declarou sua agente, Anne Alvares Correa. “Emmanuelle Riva era uma mulher comovente, uma artista de rara exigência”, afirmou Frédérique Bredin, presidente do Centro Nacional do Cinema (CNC) da França. “Foi-se uma voz inesquecível, habitada pelo amor das palavras e da poesia.”

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  • Música

    Novo comercial brasileiro já comemora as 14 indicações ao Oscar de La La Land

    24 de janeiro de 2017 /

    O número recorde de indicações ao Oscar conquistado por “La La Land” na manhã desta terça (24/1) inspirou a Paris Filmes a agir rápido para disponibilizar um novo comercial exaltando o feito para o público brasileiro. “14 indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme”, destaca o vídeo, com fogos de artifício ao fundo e a voz de Ryan Gosling completando: “Este é o sonho… E você tem que dar tudo o que tem”. Já em cartaz nos cinemas brasileiros, o filme dirigido por Damian Chezelle (“Whiplash”) gira em torno de uma atriz aspirante (Emma tone) que se apaixona por um pianista de bar (Gosling). Ambos atravessam um momento de adversidades pessoais, e se apoiam para conquistar seus sonhos, em meio a números musicais coreografados. Com o mesmo número de indicações conquistados por “Titanic” (1997) e “A Malvada” (1950), recorde em Hollywood, “La La Land” é o maior favorito do Oscar 2017, cuja premiação está marcada para 26 de fevereiro, em Los Angeles, com transmissão para o Brasil pela Globo e o canal pago TNT.

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  • Música

    Vídeo legendado de La La Land revela que Ryan Gosling aprendeu a tocar piano para o filme

    30 de dezembro de 2016 /

    A Paris Filmes divulgou três um vídeo legendado de bastidores de “La La Land – Cantando Estações”, que destaca o aspecto musical da produção. Os depoimentos abordam a participação do músico John Legend e como Ryan Gosling se dedicou a aprender a tocar piano para o papel. Dirigido por Damian Chezelle (“Whiplash”), o filme gira em torno de uma atriz aspirante (Emma tone) que se apaixona por um pianista de bar (Gosling). Ambos atravessam um momento de adversidades pessoais, e se apoiam para conquistar seus sonhos, em meio a números musicais coreografados. Vencedor do Critics Choice Awards e do Festival de Toronto, eleito o Melhor Filme do ano pelos críticos de Nova York, além de ter rendido à Emma Stone o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza, “La La Land” ainda concorre a sete prêmios no Globo de Ouro. No Brasil, a estreia está marcada para 19 de janeiro.

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    Prevenge: Grávida psicótica realiza matança em trailer de comédia já considerada cult

    22 de dezembro de 2016 /

    A Western Edge Pictures divulgou fotos e o primeiro trailer de “Prevenge”, comédia britânica de humor negro – na verdade, negríssimo – que marca a estreia da atriz Alice Lowe na direção. Ela é mais conhecida pelo filme “Turistas” (2012), com o qual “Prevenge” possui semelhanças. Ambos foram escritos por ela. A atriz também estrela o filme como uma viúva grávida, que ouve a voz de seu feto comandá-la a executar uma onda de massacres sanguinários. Detalhe: ela estava realmente grávida durante as filmagens. O elenco inclui Kate Dickie (“A Bruxa”), Jo Hartley (“Voando Alto”), Kayvan Novak (“As Aventuras de Paddington”), Tom Davis (série “Plebs”) e Gemma Whelan (série “Game of Thrones”). “Prevenge” teve première mundial na mostra Semana da Crítica, do Festival de Veneza, onde encantou a imprensa internacional e foi considerado um futuro cult. Por conta dos elogios, sua média no site Rotten Tomatoes é de 90% de aprovação. A estreia comercial está marcada para 10 de fevereiro no Reino Unido e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Emma Stone e Ryan Gosling cantam e dançam em três cenas de La La Land

    18 de dezembro de 2016 /

    A Lionsgate divulgou três cenas de “La La Land – Cantando Estações”, que destacam o casal formado por Emma Stone e Ryan Gosling em momentos de canto e dança. Dirigido por Damian Chezelle (“Whiplash”), o filme gira em torno de uma atriz aspirante (Stone) que se apaixona por um pianista de bar (Gosling). Ambos atravessam um momento de adversidades pessoais, e se apoiam para conquistar seus sonhos, em meio a números musicais coreografados. Vencedor do Critics Choice Awards e do Festival de Toronto, eleito o Melhor Filme do ano pelos críticos de Nova York, além de ter rendido à Emma Stone o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza, “La La Land” ainda concorre a sete prêmios no Globo de Ouro. No Brasil, a estreia está marcada para 19 de janeiro.

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    Oscar de Melhor Filme Estrangeiro define finalistas sem nenhum latino-americano

    16 de dezembro de 2016 /

    O Brasil ficou de fora da lista dos indicados ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA divulgou na noite desta quinta-feira (15/12) a lista com os nove finalistas da categoria, decepcionando muitos cinéfilos pelos títulos definidos. O brasileiro “Pequeno Segredo” acabou não emplacando, após ser escolhido sobre “Aquarius” pela comissão do Ministério da Cultura. Por outro lado, “Aquarius” tampouco conseguiu se qualificar para o Globo de Ouro. Na verdade, a Academia não deu brecha para nenhum filme latino-americano. Nem mesmo para o chileno “Neruda”, vencedor do prêmio Fênix e selecionado para o Globo de Ouro – que estreou justamente nesta quinta no Brasil. A lista é, na verdade, bem polêmica. Deixou de fora até o francês “Elle”, de Paul Verhoeven, que conquistou o Critics Choice Award da categoria e tem rendido vários prêmios à atriz Isabelle Huppert, além do espanhol “Julieta”, de Pedro Almodóvar. Já o melhor filme do ano, “A Criada”, nem foi submetido pela Coreia do Sul, que, assim como o Brasil, optou por um longa mais comercial. Em compensação, está lá o canadense “É Apenas o Fim do Mundo”, de Xavier Dolan, que apesar de premiado em Cannes foi massacrado pela crítica internacional – tem ridículos 44% de aprovação no Rotten Tomatoes, cotação que envergonha a lista do Oscar. Há até um desenho animado, o suíço “Ma Vie De Courgette”, de Claude Barras, que com isso ganha força para integrar a lista da categoria de animação. Mas o que mais chama atenção é o fato de a península da Escandinávia estar representada de forma integral. E talvez a maior surpresa seja mesmo a inclusão do norueguês “The King’s Choice”, de Erik Poppe, drama histórico que a crítica de seu país elogia muito, mas que é totalmente desconhecido para o público internacional, pois não passou em nenhum festival nem repercutiu fora de seu país. Com as ausências e equívocos, o caminho para a vitória do alemão “Toni Erdmann”, encontra-se praticamente assegurado. A comédia de Maren Ade também passou em branco em Cannes, mas venceu o chamado “Oscar europeu”, que é o prêmio de Melhor Filme do ano conferido pela Academia Europeia de Cinema, e vem conquistando todos os troféus em que não disputa com “Elle”. Premiado como Melhor Roteiro em Cannes, também chega forte o iraniano “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, cineasta que já venceu o Oscar por “A Separação” (2011). Para completar, outro veterano das premiações americanas, o russo Andrei Konchalovsky (não tem um Oscar, mas possui um Emmy) chega à competição com o peso do troféu de Melhor Diretor por seu novo filme, “Paraíso”, no recente Festival de Veneza. Vale apontar ainda que, dos nove candidatos, seis são europeus (metade vindo da Escandinávia) e que o candidato canadense também é estrelado por europeus. Assim sendo, apenas o filme australiano (centrado em aborígenes) e o representante asiático não retratam dramas de homens brancos. Confira abaixo a lista completa dos pré-selecionados. A relação definitiva dos cinco indicados será conhecida no dia 24 de janeiro de 2017, quando serão anunciados todos os concorrentes ao Oscar 2017. Finalistas do Oscar 2017 de Melhor Filme em Língua Estrangeira “O Apartamento”, de Asghar Farhadi (Irã) “É Apenas o Fim do Mundo”, de Xavier Dolan (Canadá) “Um Homem Chamado Ove”, de Hannes Holm (Suécia) “Ma Vie de Courgette”, de Claude Barras (Suíça) “Paraíso”, de Andrei Konchalovsky (Rússia) “Tanna”, de Bentley Dean e Martin Butler (Austrália) “Terra de Minas”, de Martin Zandvliet (Dinamarca) “The King’s Choice”, de Erik Poppe (Noruega) “Toni Erdmann”, de Maren Ade (Alemanha)

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    Cartaz nacional de La La Land já destaca suas 7 indicações ao Globo de Ouro

    12 de dezembro de 2016 /

    Poucos horas após o anúncio dos indicados ao Globo de Ouro 2017, o favorito “La La Land – Cantando Estações” ganhou seu pôster nacional, que já destaca as 7 categorias em que o musical concorre na premiação. Nenhum outro filme teve tantas indicações. Além disso, também foram disponibilizadas em alta resolução 22 fotos oficiais da produção. “La La Land” já faturou o Critics Choice Awards, em cerimônia realizada na noite de domingo (11/12), foi eleito o Melhor Filme do ano pelos críticos de Nova York, venceu o Festival de Toronto e rendeu à Emma Stone o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza por seu papel. Dirigido por Damian Chezelle (“Whiplash”), o filme gira em torno de uma atriz aspirante (Stone) que se apaixona por um pianista de bar (Ryan Gosling). Ambos atravessam um momento de adversidades pessoais, e se apoiam para conquistar seus sonhos, em meio a números musicais coreografados. O filme foi lançado comercialmente no último fim de semana nos EUA. Distribuído em apenas cinco salas, para cumprir as regras do cronograma da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, acabou surpreendendo com uma arrecadação de impressionantes US$ 855 mil em três dias. A média foi de US$ 171 mil por local de exibição, que virou o recorde de arrecadação por tela em 2016 nos EUA. No Brasil, a estreia está marcada para 19 de janeiro.

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