PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Mudbound ganha trailer legendado e subtítulo oficial com erro de português

    3 de dezembro de 2017 /

    Já disponível na Netflix nos Estados Unidos, o drama de época “Mudbound” será lançado no Brasil nos cinemas… somente em fevereiro! Achou ruim? Piora. A Diamond Films divulgou o primeiro trailer legendado do filme, que revela um subtítulo “crássico” para o lançamento nacional: virou o “Mudbound – Lágrimas sobre o Mississipi”, com um apêndice melodramático que destaca a palavra “Mississipi”. Para quem não sabe, como os “tradutores oficiais”, a grafia em inglês é “Mississippi” e nos dicionários de português a palavra (paroxítona terminada em I) inclui um acento agudo, “Mississípi”. Impressionante. “Mudbound” – esqueçamos o subtítulo, é melhor – conta a história de duas famílias que convivem no sul rural dos Estados Unidos nos anos 1940. Uma delas é branca, racista e recém-chegada, tendo comprado sua fazenda com sonhos de grandeza. A outra é negra, humilde e trabalha naquelas terras há muitas gerações. Quando os filhos jovens das duas famílias retornam traumatizados da 2ª Guerra Mundial, acabam criando laços de amizade, forjados pela experiência compartilhada, o que incomoda ambos os lados. O soldado negro tem mais dificuldade em aceitar a situação de ter lutado pela liberdade dos europeus e voltar a um país segregado. O branco não pode ouvir um estouro de escapamento de carro sem achar que está levando tiros. Para piorar, ainda sente atração pela mulher do irmão mais velho. A história de fôlego literário é uma adaptação do best-seller homônimo de Hillary Jordan, lançado em 2008 nos Estados Unidos, e sua filmagem ganhou um troféu do Gotham Awards, que abre a temporada de premiações de Hollywood. A consagração foi para o elenco, que inclui Garrett Hedlund (“Peter Pan”), Carey Mulligan (“As Sufragistas”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Conflito”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Rob Morgan (série “Stranger Things”), Kelvin Harrison Jr. (“Ao Cair da Noite”) e a cantora Mary J. Blige (“Rock of Ages”). Terceiro longa-metragem da cineasta Dee Rees, após o drama lésbico indie “Pariah” (2011) e a telebiografia “Bessie” (2015), da HBO, a produção foi adquirida pronta pela Netflix, por US$ 12,5 milhões em Sundance – a maior aquisição realizada no festival neste ano. Além de Sundance, “Mudbound” também foi exibido nos festivais de Toronto, Londres e Nova York, antes de chegar na Netflix. Atenta às regras da Academia, a plataforma também fez um lançamento simultâneo nos cinemas americanos em circuito limitado. A estreia aconteceu em 17 de novembro nos Estados Unidos. Por aqui, o filme só estreia três meses depois, em 22 de fevereiro.

    Leia mais
  • Série

    Série de comédia SMILF é renovada para a 2ª temporada

    30 de novembro de 2017 /

    O canal pago americano Showtime anunciou a renovação de sua nova série de comédia “SMILF”. A decisão foi tomada após a exibição de quatro dos dez episódios encomendados para sua 1ª temporada. A atração registrou uma das melhores audiências de novatos do canal, com uma estreia assistida por 768 mil pessoas ao vivo, números que foram dobrados com reprises e outras plataformas. Impulsionada por uma exibição junto da estreia da 7ª temporada de “Shameless”, que bateu recorde de público, a série segurou a audiência nos episódios seguintes, que registraram 500 mil telespectadores ao vivo. “SMILF” é baseado no curta-metragem indie homônimo de Frankie Shaw (a Shayla Nico na série “Mr. Robot”), premiado no festival de Sundance de 2015. Além de escrever e produzir, Shaw também dirige e estrela os episódios como Bridgette, uma garota de 20 e poucos anos, que mora em Boston e tenta ter uma carreira, amizades e sexo, enquanto reluta em aceitar a realidade de ser uma mãe jovem e solteira. O título, por sinal, é uma gíria sexista, abreviatura de Single Mom I’d Like to F* (mãe solteira que eu gostaria de transar). Mas como mostra a série, apesar de bonitinha, jovem e solteira, a protagonista não consegue transar de jeito nenhum, justamente por causa de seu bebê. A 1ª temporada estreou em 5 de novembro nos Estados Unidos e a exibição do último episódio está marcada para 31 de dezembro. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Festival de Sundance seleciona três filmes brasileiros

    30 de novembro de 2017 /

    Três filmes brasileiros foram selecionados para o Festival de Sundance, que acontece de 18 a 28 de janeiro nos Estados Unidos. Os títulos são “Benzinho”, do diretor Gustavo Pizzi (conhecido por “Riscado”), “Ferrugem”, de Aly Muritiba (“Para Minha Amada Morta”) e o documentário “The Cleaners”, que tem produtores brasileiros, mas direção dos alemães Moritz Riesewieck e Hans Block. Coprodução entre Brasil e Uruguai, “Benzinho” é estrelada por Adriana Esteves, Cesar Troncoso e Karine Teles, que também assina o roteiro com o diretor, seu ex-marido. A dupla volta a trabalhar junta depois do premiado longa “Riscado” (2010) numa trama inspirada em sua vida. A história gira em torno da personagem de Karine, uma mãe que precisa lidar com a partida prematura de seu filho mais velho, decidido a tentar a vida como jogador de handebol na Alemanha. “Ferrugem” é uma produção da Globo Filmes que também conta uma história de família, estrelada por Clarissa Kiste e Enrique Diaz. A trama reflete a falta de diálogo de uma família, tanto que, quando a mãe sai de casa, ninguém comenta o assunto. O pai fica com os filhos adolescentes, que estudam no mesmo colégio e precisam enfrentar a exposição de uma foto íntima nas redes sociais. “The Cleaners” é uma colaboração entre Brasil e Alemanha, produzida pelos brasileiros Mauricio e Fernando Dias, donos da Grifa Filmes, e dirigida por alemães, sobre a indústria secreta do apagamento de dados na internet. Os filmes participarão das mostras competitivas do festival voltadas a produções internacionais. Considerada grande vitrine do cinema indie americano, Sundance já premiou “Que Horas Ela Volta?” (2015) com troféus para a interpretação das atrizes Regina Casé e Camila Márdila. Karine Teles, que participa de “Benzinho”, fez parte daquele filme.

    Leia mais
  • Filme

    Mudbound: Aposta da Netflix para o Oscar 2018 ganha vídeo de bastidores

    18 de novembro de 2017 /

    A Netflix divulgou um vídeo de 4 minutos com entrevistas do elenco e criadores de “Mudbound”, um dos filmes mais elogiados do Festival de Sundance deste ano e aposta da plataforma para o Oscar 2018. A produção é um drama épico à moda antiga, que a prévia ajuda a delinear. “Mudbound” conta a história de duas famílias que convivem no sul rural dos Estados Unidos nos anos 1940. Uma delas é branca, racista e recém-chegada, tendo comprado a fazenda com sonhos de grandeza. A outra é negra, humilde e trabalha naquelas terras há muitas gerações. Quando os filhos jovens das duas famílias retornam traumatizados da 2ª Guerra Mundial, acabam criando laços de amizade, forjados pela experiência compartilhada, o que incomoda ambos os lados. O soldado negro tem mais dificuldade em aceitar a situação de ter lutado pela liberdade dos europeus e voltar a um país segregado. O branco não pode ouvir um estouro de escapamento de carro sem achar que está levando tiros. Para piorar, ainda sente atração pela mulher do irmão mais velho. A trama de fôlego literário é uma adaptação do best-seller homônimo de Hillary Jordan, lançado em 2008 nos Estados Unidos, e seu elenco grandioso já conquistou antecipadamente o primeiro troféu do Gotham Awards, evento do cinema indie americano, que abre a temporada de premiações de Hollywood. Ele inclui Garrett Hedlund (“Peter Pan”), Carey Mulligan (“As Sufragistas”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Conflito”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Rob Morgan (série “Stranger Things”), Kelvin Harrison Jr. (“Ao Cair da Noite”) e a cantora Mary J. Blige (“Rock of Ages”). Terceiro longa-metragem da cineasta Dee Rees, após o drama lésbico indie “Pariah” (2011) e a telebiografia “Bessie” (2015), da HBO, a produção foi adquirida pronta pela Netflix, por US$ 12,5 milhões em Sundance – a maior aquisição realizada no festival neste ano. Além de Sundance, “Mudbound” também foi exibido nos festivais de Toronto, Londres e Nova York, antes de chegar na Netflix. Atenta às regras da Academia, a plataforma também fez um lançamento simultâneo nos cinemas americanos em circuito limitado. A estreia aconteceu na sexta (17/11).

    Leia mais
  • Filme

    Mudbound: Aposta da Netflix no Oscar 2018 ganha novo trailer épico

    27 de outubro de 2017 /

    A Netflix divulgou o segundo trailer de “Mudbound”, um dos filmes mais elogiados do Festival de Sundance deste ano e aposta da plataforma para o Oscar 2018. A produção é um drama épico à moda antiga, que a prévia ajuda a delinear. “Mudbound” conta a história de duas famílias que convivem no sul rural dos Estados Unidos nos anos 1940. Uma delas é branca, racista e recém-chegada, tendo comprado a fazenda com sonhos grandiosos. A outra é negra, humilde e trabalha naquelas terras há muitas gerações. Quando os filhos jovens das duas famílias retornam traumatizados da 2ª Guerra Mundial, acabam criando laços de amizade, forjados pela experiência compartilhada, o que incomoda ambos os lados. O soldado negro tem mais dificuldade em aceitar a situação de ter lutado pela liberdade dos europeus e voltar a um país segregado. O branco não pode ouvir um estouro de escapamento de carro sem achar que está levando tiros. Para piorar, ainda sente atração pela mulher do irmão mais velho. A trama de fôlego literário é uma adaptação do best-seller homônimo de Hillary Jordan, lançado em 2008 nos Estados Unidos, e seu elenco grandioso já conquistou antecipadamente o primeiro troféu do Gotham Awards, evento do cinema indie americano, que abre a temporada de premiações de Hollywood. Ele inclui Garrett Hedlund (“Peter Pan”), Carey Mulligan (“As Sufragistas”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Conflito”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Rob Morgan (série “Stranger Things”), Kelvin Harrison Jr. (“Ao Cair da Noite”) e a cantora Mary J. Blige (“Rock of Ages”). Terceiro longa-metragem da cineasta Dee Rees, após o drama lésbico indie “Pariah” (2011) e a telebiografia “Bessie” (2015), da HBO, a produção foi adquirida pronta pela Netflix, por US$ 12,5 milhões em Sundance. Foi a maior aquisição realizada no festival neste ano. Além de Sundance, “Mudbound” também foi exibido no Festival de Toronto, de Londres e de Nova York, antes de chegar na Netflix. Atenta às regras da Academia, a plataforma pretende, inclusive, fazer um lançamento simultâneo nos cinemas americanos em circuito limitado. A estreia está marcada para o dia 17 de novembro.

    Leia mais
  • Série

    SMILF: Série de comédia com atriz de Mr. Robot ganha novo trailer e pôsteres

    12 de outubro de 2017 /

    O canal pago americano Showtime divulgou dois pôsteres e o segundo trailer de sua nova série de comédia “SMILF”. O título é uma gíria sexista, abreviatura de Single Mom I’d Like to F* (mãe solteira que eu gostaria de transar). Mas como mostra a prévia, apesar de bonitinha, jovem e solteira, a protagonista não consegue transar de jeito nenhum, justamente por causa de seu bebê. A série é baseado no curta-metragem indie homônimo de Frankie Shaw (a Shayla Nico na série “Mr. Robot”), premiado no festival de Sundance de 2015. Além de escrever e produzir, Shaw também dirigiu e estrela os episódios como Bridgette, uma garota de 20 e poucos anos, que mora em Boston e tenta ter uma carreira, amizades e sexo, mas precisa aceitar a realidade de ser uma mãe jovem e solteira. A 1ª temporada com 10 episódios de “SMILF” estreia em 5 de novembro nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    Cate Blanchett interpreta 13 papéis diferentes no trailer legendado de Manifesto

    1 de outubro de 2017 /

    A Mares Filmes divulgou o trailer legendado de “Manifesto”, filme-cabeça australiano que traz a atriz Cate Blanchett interpretando 13 papéis diferentes, entre homens, mulheres e andróginos. Sua transformação de um personagem para o outro, que vai do sem-teto à roqueira punk, é impressionante. Não há trama, porém. Na tela, Blanchett interpreta monólogos inspirados em diversos manifestos de vanguardas artísticas, como dadaísmo e futurismo. Até texto de Lars Von Trier (“O Anticristo”) é citado, em evocação ao movimento Dogma 95. O filme foi originalmente exibido como uma exposição do Australian Center of Moving Image em dezembro de 2016, na qual suas sequencias eram projetadas em várias telas diferentes. O diretor e roteirista Julian Rosefeldt decidiu montar todas essas sequências desconexas como um longa-metragem e fez sua première mundial no Festival de Sundance 2017. A estreia no Brasil acontece em 26 de outubro, seis meses após o lançamento comercial nos EUA.

    Leia mais
  • Filme

    Festival de Brasília inicia 50ª edição marcando a identidade nacional

    15 de setembro de 2017 /

    O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro inicia sua edição de número 50 nesta sexta (15/9) com a exibição de “Não Devore Meu Coração!”, primeiro filme solo de Felipe Bragança (codiretor de “A Alegria”), sobre o romance de adolescentes na fronteira com o Paraguai e disputas entre motociclistas e descendentes de índios guaranis, que evocam ressentimentos antigos da Guerra do Paraguai. Antes de chegar em Brasília, o filme de Bragança foi exibido no Festival de Berlim, assim como outros dois longas da mostra competitiva: “Pendular”, de Julia Murat, e “Vazante”, de Daniela Thomas. “Não Devore Meu Coração” também foi exibido nos festivais de Sundance (EUA), Toulousse (França) e abriu a mostra de Cartagena de Índias (Colômbia), além de estar na programação do Festival Biarritz América Latina, que acontece na França em outubro. O filme discute identidade nacional e ecoa algo que chama atenção na seleção de Brasília. A mostra competitiva reuniu nove filmes de nove estados diferentes, cada um com seu próprio sotaque e dilemas, cobrindo paisagens tão distintas quanto os rincões do Rio Grande do Sul (“Música para Quando as Luzes se Apagam”, de Ismael Caneppele) e os conflitos urbanos de Recife (“Por Trás da Linha de Escudos”, de Marcelo Pedroso). Entre os cenários, também aparecem cidades históricas de Minas Gerais (“Arábia”, de Affonso Uchoa e João Dumons), o centro de São Paulo (“Pendular”, de Julia Murat) e o Recôncavo Baiano (“Café com Canela”, de Ary Rosa e Glenda Nicácio). Há também viagens ao passado, às fazendas coloniais mineiras do século 19 (“Vazante”, de Daniela Thomas) e à Curitiba durante a ditadura militar (“Construindo Pontes”, de Heloisa Passos). Este ano, os filmes selecionados receberão cachê de participação, o que aumentou a procura pelo festival. Ao todo, foram inscritos 778 produções nas mostras competitivas, sendo 170 longas, de onde os organizadores selecionaram a nata. Cada longa em competição receberá R$ 15 mil só para participar do evento. Mas há outras mostras, que elevam a soma dos cachês a R$ 340 mil, apenas para exibir os filmes. Além do cachê, serão distribuídos os tradicionais troféus Calango e o Prêmio Petrobras de Cinema, votado pelo público. O vencedor deste troféu ainda receberá R$ 200 mil, que devem ser investidos na distribuição comercial do filme. Desde a primeira edição, em 1965 – quando era chamado de Semana do Cinema Brasileiro –, o Festival de Brasília só não foi realizado entre 1972 e 1974, no auge da censura do regime militar. O histórico dessas 50 edições também será lembrado em duas mostras paralelas, ao longo dos próximos dias. O festival também prepara uma homenagem para Nelson Pereira dos Santos, diretor de clássicos como “Rio 40 Graus” (1955), “Vidas Secas” (1963), “Como Era Gostoso o Meu Francês” (1971), “O Amuleto de Ogum” (1974), “Memórias do Cárcere” (1984) e o recente “A Música Segundo Tom Jobim” (2012), atualmente com 88 anos de idade. A 50ª edição do Festival de Brasília acontece até 24 de setembro, e terá como encerramento o filme “Abaixo a Gravidade”, de Edgard Navarro. Confira abaixo a lista dos filmes selecionados para as mostras competitivas. Competição de Longa-metragem “Arábia”, de Affonso Uchoa e João Dumans, MG “Café com Canela”, de Ary Rosa e Glenda Nicácio, BA “Construindo Pontes”, de Heloisa Passos, PR “Era uma vez Brasília”, de Adirley Queirós, DF “Música para Quando as Luzes se Apagam”, de Ismael Cannepele, RS “O Nó do diabo”, de Ramon Porto Mota, Gabriel Martins, Ian Abé, Jhesus Tribuzi , PB “Pendular”, de Julia Murat, RJ “Por Trás da Linha de Escudos”, de Marcelo Pedroso, PE “Vazante”, de Daniela Thomas, SP Competição de Curta-metragem “A Passagem do Cometa”, de Juliana Rojas, SP “As Melhores Noites de Veroni”, de Ulisses Arthur, AL “Baunilha”, Leo Tabosa, PE “Carneiro de Ouro”, Dácia Ibiapina, DF “Chico”, Irmãos Carvalho, RJ “Inocentes”, Douglas Soares, RJ “Mamata”, Marcus Curvelo , BA “Nada”, Gabriel Martins , MG “O Peixe”, Jonathas de Andrade, PE ‘Peripatético”, Jessica Queiroz, SP “Tentei”, Laís Melo, PR “Torre”, Nadia Mangolini, SP

    Leia mais
  • Filme

    Mudbound: Trailer de drama épico revela aposta da Netflix no Oscar 2018

    8 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer, o pôster e oito fotos de “Mudbound”, um dos filmes mais elogiados do Festival de Sundance deste ano e aposta da plataforma para o Oscar 2018. A produção é um drama épico à moda antiga, cuja extensão a prévia apenas alude. “Mudbound” conta a história de duas famílias que convivem no sul rural dos Estados Unidos nos anos 1940. Uma delas é branca, racista e recém-chegada, tendo comprado a fazenda com sonhos grandiosos. A outra é negra, humilde e trabalha naquelas terras há muitas gerações. Quando os filhos jovens das duas famílias retornam traumatizados da 2ª Guerra Mundial, acabam criando laços de amizade, forjados pela experiência compartilhada, o que incomoda ambos os lados. O soldado negro tem mais dificuldade em aceitar a situação de ter lutado pela liberdade dos europeus e voltar a um país segregado. O branco não pode ouvir um estouro de escapamento de carro sem achar que está levando tiros. Para piorar, ainda sente atração pela mulher do irmão mais velho. A trama de fôlego literário é uma adaptação do best-seller homônimo de Hillary Jordan, lançado em 2008 nos Estados Unidos, e seu elenco grandioso inclui Garrett Hedlund (“Peter Pan”), Carey Mulligan (“As Sufragistas”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Conflito”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Rob Morgan (série “Stranger Things”), Kelvin Harrison Jr. (“Ao Cair da Noite”) e a cantora Mary J. Blige (“Rock of Ages”). Terceiro longa-metragem da cineasta Dee Rees, após o drama lésbico indie “Pariah” (2011) e a telebiografia “Bessie” (2015), da HBO, a produção foi adquirida pronta pela Netflix, por US$ 12,5 milhões em Sundance. Foi a maior aquisição realizada no festival neste ano. Além de Sundance, “Mudbound” também foi exibido no Festival de Toronto e está programado para os festivais de Londres e Nova York em outubro, antes de chegar na Netflix. Atenta às regras da Academia, a plataforma pretende, inclusive, fazer um lançamento simultâneo nos cinemas americanos em circuito limitado. A estreia está marcada para o dia 17 de novembro.

    Leia mais
  • Série

    SMILF: Série de comédia baseado em curta indie premiado ganha primeiro trailer

    13 de agosto de 2017 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o trailer de sua nova série de comédia “SMILF”. O título é uma gíria sexista, abreviatura de Single Mom I’d Like to F* (mãe solteira que eu gostaria de transar). Mas como mostra a prévia, apesar de bonitinha, jovem e solteira, a protagonista não consegue transar de jeito nenhum, justamente por causa de seu bebê. A série é baseado no curta-metragem indie homônimo de Frankie Shaw (Shayla Nico na série “Mr. Robot”), premiado no festival de Sundance de 2015. Além de escrever e produzir, Shaw também dirigiu e estrela os episódios como Bridgette, uma garota de 20 e poucos anos, que mora em Boston e tenta ter uma carreira, amizades e sexo, mas precisa aceitar a realidade de ser uma mãe jovem e solteira. A 1ª temporada com 10 episódios de “SMILF” estreia em 5 de novembro nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    Aubrey Plaza persegue Elizabeth Olsen em novo trailer de comédia indie premiada

    30 de julho de 2017 /

    A Neon divulgou dois pôsteres e o terceiro trailer da comédia de humor negro “Ingrid Goes West”, premiada como Melhor Roteiro do Festival de Sundance 2017. A prévia aposta na graça da trama, em contraste com as anteriores, que tinham tom sinistro. O filme destaca Aubrey Plaza em mais um papel de lunática – sua especialidade, conforme os fãs da série “Legion” podem atestar – , desta vez quase como uma versão mais divertida de Tom Ripley, o psicopata de “O Talentoso Ripley” (1999). Na trama, Ingrid (Plaza) é uma jovem problemática obcecada pelas mídias sociais, que desenvolve uma fixação por Taylor (Elizabeth Olsen, de “Vingadores: Era de Ultron”), uma celebridade do Instagram que parece ter a vida perfeita. Como segui-la por computador não parece o suficiente, Ingrid resolve largar tudo para se tornar a melhor amiga de Taylor. O plano consiste em se mudar para a cidade dela, raptar seu cachorro e se introduzir como a garota que salvou o animalzinho perdido. Tudo dá certo. E se torna cada vez mais perigoso. O elenco ainda destaca O’Shea Jackson Jr. (o filho de Ice Cube que estrelou “Straight Outta Campton”), Billy Magnussen (“A Intrometida”), Wyatt Russell (“Jovens, Loucos e Mais Rebeldes”) e Pom Klementieff (a Mantis de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”). O filme tem roteiro e direção do estreante Matt Spicer e estreia em 4 de agosto nos EUA. Não há previsão para o lançamento no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Jon Hamm é uma inteligência artificial no trailer da sci-fi Marjorie Prime

    27 de julho de 2017 /

    A FilmRise divulgou o pôster e o trailer de “Marjorie Prime”, sci-fi indie premiada no Festival de Sundance deste ano. A prévia mostra Jon Hamm (“Em Ritmo de Fuga”) como uma interface de computador, que recria fisicamente o falecido marido de uma senhora que começa a sentir os efeitos da velhice. A trama acontece num futuro em que é possível recriar pessoas falecidas através de hologramas, e Marjorie (Lois Smith, da série “True Blood”) passa o tempo convivendo Walter (Hamm), uma cópia holográfica perfeita de seu marido na juventude, muitas vezes confundindo-o com seu marido de verdade e preocupando sua filha (Geena Davis, da série “The Exorcist”). Tim Robbins (série “The Brink”) também está no elenco como genro de Marjorie. Entre os elogios da crítica americana, o filme tem sido comparado à série “Black Mirror” e qualificado como a mais sensível história de inteligência artificial desde “Ela” (2013) A história é baseada numa peça de Jordan Harrison (roteirista da série “Orange Is the New Black”) e foi adaptada e dirigida por Michael Almereyda (de “Experimentos” e “Cymbeline”). Atualmente em exibição no circuito dos festivais, o filme ainda não tem estreia comercial definida.

    Leia mais
  • Filme

    Crown Heights: Drama carcerário premiado no Festival de Sundance ganha primeiro trailer

    19 de julho de 2017 /

    A Amazon divulgou o pôster e o trailer de “Crown Heights”, drama de prisão que venceu o prêmio do público no Festival de Sundance deste ano. A prévia acompanha a luta do melhor amigo de um homem condenado injustamente para livrá-lo da prisão. A história é real e traz Keith Stanfield (série “Atlanta”) como um jovem imigrante negro, que passou 20 anos preso por supostamente ter matado um homem em 1980, e só foi inocentado graças aos esforços de seu melhor amigo (vivido por Nnamdi Asomugha, de “Fogo Contra Fogo”), que se endividou para pagar sua defesa e enfrentou a pressão da própria família. Escrito e dirigido por Matt Ruskin (“Booster”), o filme também inclui em seu elenco Natalie Paul (minissérie “Show Me a Hero”), Amari Cheatom (“Django Livre”), Marsha Stephanie Blake (série “Orange Is the New Black”), Nestor Carbonell (série “Bates Motel”), Skylan Brooks (série “The Get Down”) e Zach Grenier (série “BrainDead”). A estreia está marcada para 25 de agosto nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie