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  • Filme

    Anitta será estudante de Direito no filme “Pedro e Nina”

    13 de julho de 2026 /

    Produção dos Estúdios Globo marcará a estreia da cantora como protagonista no cinema

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  • Filme

    Que filmes podem levar o Brasil de volta ao Oscar após “O Agente Secreto”?

    16 de março de 2026 /

    Após o sucesso internacional em 2025 e 2026, o audiovisual do país aposta em cineastas premiados e novas histórias para manter o prestígio em Hollywood

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  • Filme

    Globo paralisa filme estrelado por Anitta

    7 de agosto de 2024 /

    A cantora brasileira pediu mais tempo para estudar o projeto

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  • Filme

    Festival de Brasília inicia sua edição mais feminina

    14 de setembro de 2018 /

    O Festival de Brasília inicia sua 51ª edição nesta sexta-feira (14/9) com “Domingo” (foto acima), de forte teor político, como tem sido regra nas aberturas do evento desde 1965. O longa dos cariocas Clara Linhart e Fellipe Barbosa se passa numa fazenda no interior do Rio Grande do Sul no dia 1º de janeiro de 2003, quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva toma posse, e mostra o medo da elite diante do que isso representava – na época, Lula ainda não tinha se associado à mesma elite para mergulhar no maior escândalo de corrupção já investigado pela promotoria pública no país. De forma inconsciente ou proposital, isso conduz a uma contradição. Ridiculariza o medo de o Brasil virar um país comunista, mas mantém um tom de luta de classe explícita e promete até catarse bolchevique. O codiretor Fellipe Barbosa é o mesmo que tinha dado uma lição de sutileza ao tratar dos mesmos assuntos no excepcional “Casa Grande”. “Domingo” já passou pelo Festival de Veneza e será exibido fora de competição. E com uma codiretora mulher, é representativo da presença feminina significativa do evento, que vai até o dia 23 de setembro. Entre os 21 filmes (9 longas e 12 curtas) selecionados na mostra competitiva, 13 produções têm mulheres como diretoras ou codiretoras. Uma conquista da diversidade, que também se viu em Gramado e até na malfadada seleção de filmes inscritos para disputar o Oscar 2019. Neste ano, os nove longas-metragens que vão disputar o prêmio máximo do Festival de Brasília, o Troféu Candango de Melhor Filme, vem de São Paulo, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Distrito Federal, Rio de Janeiro e há até uma coprodução nacional com a Colômbia e a França. E não é só a presença feminina que chama atenção, mas o aumento de longas dirigidos por duplas, 30% da seleção. Isto ajuda a quantidade de produções comandadas por mulheres atingir metade do total, o que antecipa uma meta buscada por festivais internacionais para daqui a dois anos. Além da seleção diversificada, o encontro cinematográfico também passará a destacar o trabalho feminino no cinema nacional com um novo prêmio honorário, batizado de Leila Diniz, que irá homenagear personalidades marcantes da produção cinematográfica brasileira. As primeiras homenageadas serão a atriz Ítala Nandi, que iniciou a carreira com o clássico “O Bandido da Luz Vermelha” (1968) e está de volta em “Domingo”, e a montadora Cristina Amaral, que já tinha vencido o Candango nessa categoria por “O Inventor” (1991), “Sua Excelência, o Candidato” (1992), “Alma Corsária” (1993) e “Eu Sei que Você Sabe” (1995). Outros homenageados do evento são o acadêmico Ismail Xavier, professor emérito da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP), e Walter Mello, um dos idealizadores do Festival de Brasília, que nos anos 1960 era chamado de Semana do Cinema Brasileiro. Estão previstos 148 filmes, entre curtas e longas-metragens, até o encerramento do festival com a exibição do documentário “América Armada”, dos cariocas Alice Lanari e Pedro Asbeg, também fora de competição, que traça um panorama da violência no Brasil. Ao buscar comparações com a realidade na Colômbia e no México, a obra levanta a relação entre a precariedade de políticas culturais e o fácil acesso às armas. Veja abaixo a lista dos longas em competição. “Bixa Travesty”, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman “Bloqueio”, de Quentin Delaroche e Victória Álvares “Ilha”, de Ary Rosa e Glenda Nicácio “Los Silencios”, de Beatriz Seigner “Luna”, de Cris Azzi “New Life S.A.”, de André Carvalheira “A Sombra do Pai”, de Gabriela Amaral Almeida “Temporada”, de André Novais Oliveira “Torre das Donzelas”, de Susanna Lira

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  • Filme

    Novo filme do diretor de Casa Grande é selecionado para o Festival de Veneza

    24 de julho de 2018 /

    O filme brasileiro “Domingo” foi selecionado para participar do Festival de Veneza 2018. Dirigido por Fellipe Barbosa (“Casa Grande”, “Gabriel e a Montanha”) em parceria com Clara Linhart (do documentário “Rio em Chamas”), o longa será exibido na seção Venice Days, mostra independente do festival, que segue os moldes da Quinzena dos Realizadores de Cannes. A trama de “Domingo” acompanha uma família burguesa decadente do interior gaúcho no dia 1º de janeiro de 2003, quando o presidente Luís Inácio Lula da Silva tomou posse na Presidência da República. Durante uma festa extravagante, muitas verdades estão prestes a vir à tona e o mal-estar entre os convidados fica evidente. O roteiro é assinado por Lucas Paraizo (também de “Gabriel e a Montanha”) e o elenco inclui Camila Morgado (“Olga”), Augusto Madeira (“Bingo: O Rei das Manhãs”), Ismael Caneppele (“Os Famosos e os Duendes da Morte”, Martha Nowill (“Vermelho Russo”), Clemente Viscaino (“Infância”) e Chay Suede (“A Frente Fria que a Chuva Traz”). A produção nacional vai concorrer ao prêmio da mostra com filmes de vários países, entre eles “Continuer”, do diretor belga Joachim Lafosse, “C’est ça L’amour”, da francesa Claire Burger, e “José”, do chinês Li Cheng, produzido e filmado na Guatemala. Em comunicado, o diretor artístico da mostra, Giorgio Gosetti, destacou que metade dos diretores selecionados são mulheres. “Não foi planejado. Nós procuramos o melhor que pudemos encontrar, e frequentemente o que encontramos foram filmes feitos com a sensibilidade feminina”, declarou. A mostra Venice Days, assim como o Festival de Veneza, vai acontecer entre os dias 29 de agosto e 8 de setembro.

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  • Filme

    Premiado em Cannes, Gabriel e a Montanha ganha seu primeiro trailer

    1 de outubro de 2017 /

    O drama premiado “Gabriel e a Montanha”, de Fellipe Barbosa, ganhou seu primeiro trailer, que mostra a aventura do protagonista e sua postura rebelde de viajar pelo mundo sem dinheiro e sem parecer turista, que misturava humildade e orgulho em doses proporcionais. A obra dramatiza os últimos dias de Gabriel Buchmann (vivido na tela por João Pedro Zappa), jovem economista brasileiro que morreu em 2009, aos 28 anos, durante uma escalada numa montanha no Malawi. Buchmann, que era amigo de infância do diretor, estava viajando pela África antes de iniciar um programa de doutorado sobre desenvolvimento social. Vencedor de dois prêmios da mostra Semana da Crítica, do Festival de Cannes 2017, inclusive o principal, o filme brasileiro foi recebido por críticas muito positivas da imprensa internacional e aplaudido de pé durante sua exibição para o público de Cannes. Este é o segundo longa-metragem de ficção dirigido por Fellipe Barbosa, que esteve à frente do elogiado “Casa Grande”, vencedor do prêmio do público no Festival do Rio e considerado o Melhor Filme Brasileiro exibido em 2015 pela Pipoca Moderna.

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  • Filme

    Único filme brasileiro em Cannes, Gabriel e a Montanha vence prêmio do festival

    25 de maio de 2017 /

    Único filme brasileiro na seleção do Festival de Cannes 2017, “Gabriel e a Montanha”, de Fellipe Gamarano Barbosa, venceu dois prêmios na tarde desta quinta-feira (25/5). Exibido na seção Semana da Crítica, o drama brasileiro venceu o principal prêmio de sua mostra, que é paralela à disputa principal. Além do troféu Revelação, “Gabriel e a Montanha” também ganhou o prêmio da Fundação Gan, que vai auxiliar o lançamento do filme na França com incentivo financeiro para sua distribuição. O filme já tinha conseguido críticas muito positivas da imprensa internacional e foi aplaudido de pé durante sua exibição para o público de Cannes. A obra dramatiza os últimos dias de Gabriel Buchmann (vivido na tela por João Pedro Zappa), jovem economista brasileiro que morreu em 2009, aos 28 anos, durante uma escalada no Malawi. Buchmann, que era amigo de infância do diretor, estava viajando pela África antes de iniciar um programa de doutorado sobre desenvolvimento social. “O significado de uma viagem só pode ser definido após o retorno. Gabriel não teve a oportunidade de retornar. Minha motivação para fazer esse filme foi descobrir o significado da viagem que ficou perdido e compartilhá-lo, que é exatamente o que o Gabriel teria feito”, explicou Fellipe Barbosa, em comunicado para a imprensa. Este é o segundo longa-metragem de ficção dirigido por Fellipe Barbosa, que esteve à frente do elogiado “Casa Grande”, vencedor do prêmio do público no Festival do Rio e considerado Melhor Filme Brasileiro exibido em 2015 pela Pipoca Moderna.

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    Único longa brasileiro em Cannes, Gabriel e a Montanha é elogiado pela crítica internacional

    21 de maio de 2017 /

    “Gabriel e a Montanha”, único longa-metragem brasileiro selecionado para o Festival de Cannes deste ano, foi exibido neste domingo (21/5), durante a programação da Semana da Crítica, prestigiada mostra paralela do festival. O filme dirigido por Fellipe Barbosa (“Casa Grande”) emocionou o público, que aplaudiu a obra no Espace Miramar, e a crítica internacional, que aplaudiu na internet. “O filme aborda sua narrativa com um ar de autenticidade inescapavelmente emocionante”, publicou o site Screen Daily. “Um sucesso brilhante em termos de forma para um filme que não visa resolver todas as questões misteriosas em torno de uma vida e uma morte, mas extrai um perfume de encanto inebriante”, classificou o site Cineuropa. “Barbosa tem de ser elogiado por querer enfrentar o que é claramente uma produção complexa em sua segunda empreitada cinematográfica, filmando em vários países da África e em locais que nem sempre são facilmente acessíveis e ainda contando parcialmente com um elenco não-profissional. Se nada mais, as imagens… são lindas na tela grande, sugerindo pelo menos uma das razões pelas quais Gabriel embarcou em sua viagem malfadada”, exaltou o site da revista The Hollywood Reporter. A obra dramatiza os últimos dias de Gabriel Buchmann, jovem economista brasileiro que morreu em 2009, aos 28 anos, durante uma escalada no Malawi. Buchmann, que era amigo de infância do diretor, estava viajando pelo mundo antes de iniciar um programa de doutorado sobre desenvolvimento social. Ao subir o Monte Mulanje, pico mais alto do Malawi com mais de 3 mil metros de altitude, ele se perdeu e acabou morrendo de hipotermia. A projeção em Cannes contou com a presença de Fátima Buchmann. Mãe do personagem do título, ela assistiu ao longa pela primeira e, emocionada, foi a primeira a abraçar o diretor após o fim da exibição. Nina Buchmann, irmã de Gabriel, João Pedro Zappa – que interpreta o protagonista -, o ator Leonard Siampala e o produtor-executivo da TvZERO Rodrigo Letier também estiveram presentes na sessão. Gabriel Buchmann viajou para a África com o objetivo de analisar de perto a pobreza e se qualificar para um doutorado na UCLA, nos Estados Unidos. A adaptação cinematográfica foi desenvolvida a partir de anotações, e-mails de Gabriel para a mãe e a namorada e entrevistas com pessoas que cruzaram seu caminho na África. Algumas dessas pessoas trabalham no filme interpretando a si mesmas. Na viagem, Gabriel também passou por países como Quênia e Tanzânia, sempre preocupado em conhecer as particularidades das comunidades locais, como a tribo dos Massais. Ele gastava entre dois e três dólares por dia e chegou a ajudar amigos que fez nessas regiões, pagando o aluguel mensal da casa de uma família africana com somente 12 dólares. No filme, Gabriel (João Pedro Zappa) se aventura por outras subidas difíceis, como o Kilimanjaro, ponto mais alto do continente africano. Ele também recebe a visita de sua namorada, Cris (Caroline Abras), que estava na África do Sul participando de um seminário sobre políticas públicas e, juntos, viajaram pela Tanzânia e Zâmbia. “O significado de uma viagem só pode ser definido após o retorno. Gabriel não teve a oportunidade de retornar. Minha motivação para fazer esse filme foi descobrir o significado da viagem que ficou perdido e compartilhá-lo, que é exatamente o que o Gabriel teria feito”, explicou Fellipe Barbosa, em comunicado para a imprensa. Este é o segundo longa-metragem de ficção dirigido por Fellipe Barbosa, que esteve à frente do elogiado “Casa Grande”, vencedor do prêmio do público no Festival do Rio e considerado Melhor Filme Brasileiro exibido em 2015 pela Pipoca Moderna.

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    Diretor de Casa Grande vai filmar seu primeiro longa internacional em inglês

    14 de maio de 2017 /

    O diretor Fellipe Barbosa (“Casa Grande”), que teve seu novo filme “Gabriel e a Montanha” selecionado para a Semana da Crítica no Festival de Cannes, vai filmar sua primeira produção internacional, falada em inglês. Segundo o site da revista Variety, ele vai dirigir “City of Alex”, uma produção de Lars Knudsen, o produtor responsável por “Toda a Forma de Amor” (2010), “A Bruxa” (2015) e “Docinho da América” (2016). Passado em Berlim, “City of Alex” acompanha um triângulo amoroso a partir do ponto de vista da personagem-título, uma pianista dividida entre o marido Eric e Sasha, uma paixão antiga. “O filme lida com um conflito entre amor e paixão, disciplina e liberdade, música clássica e jazz”, afirmou Barbosa à publicação americana. As filmagens estão previstas para o segundo semestre deste ano. Além deste filme, Fellipe Barbosa prepara um drama com toques políticos para o mercado brasileiro. “Domingo” vai acompanhar uma família conservadora, que celebra o Ano Novo assistindo à posse do populista (descrição da Variety) Luís Inácio Lula da Silva à Presidência da República. “O longa lida com o medo e preconceitos de uma decadente aristocracia do sul do Brasil, enquanto o Partido dos Trabalhadores chega ao governo”, descreveu o diretor.

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