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  • Filme

    Novos comerciais de Kong: A Ilha da Caveira revelam ligação com Godzilla

    25 de janeiro de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou quatro comerciais de “Kong: A Ilha da Caveira”, repletos de cenas inéditas. Além de mostrar que Tom Hiddleston (“Thor”) e Brie Larson (“O Quarto de Jack”) não estão na mesma sintonia de Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”), um dos vídeos ainda revela ligação com “Godzilla” (2014), ao fazer referência a testes atômicos no Pacífico. Um dos futuros projetos dos produtores é justamente um filme que juntará King Kong e Godzilla. “Kong: A Ilha da Caveira” se passa nos anos 1970 e mostra uma expedição militar à ilha do título. O elenco inclui ainda John Goodman (“Argo”), John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”), Corey Hawkins (“Straight Outta Compton”), Thomas Mann (“Dezesseis Luas”), Jason Mitchell (também de “Straight Outta Compton”), Shea Whigham (série “Agent Carter”), Tom Wilkinson (“Batman Begins”) e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”). O roteiro foi escrito por John Gatins (“O Voo”), Max Borenstein (“Godzilla”) e Derek Connolly (“Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros”), e a direção está a cargo de Jordan Vogt-Roberts (“The Kings of Summer”), que fará sua transição de cineasta indie para uma grande produção de Hollywood. A estreia está marcada para 9 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Música

    Céline Dion vai cantar música inédita na trilha do filme A Bela e a Fera

    24 de janeiro de 2017 /

    A cantora canadense Céline Dion foi anunciada pela Disney na trilha sonora da versão com atores de “A Bela e a Fera”. Mais lembrada pela canção do filme “Titanic”, Dion também venceu um Grammy por sua música na animação original de “A Bela e a Fera” nos anos 1990. Desta vez, porém, ela não cantará o tema principal e sim uma música inédita, “How Does A Moment Last Forever”, composta por Alan Menken (também da animação de “A Bela e a Fera”) e Tim Rice (“O Rei Leão”). “Ser uma parte do ‘A Bela e a Fera’ original foi uma experiência mágica em minha vida e eu estou verdadeiramente honrada em fazer parte deste filme novamente”, declarou a cantora, em comunicado. “How Does A Moment Last Forever” será a música executada durante a projeção dos créditos finais do filme e fará parte da trilha sonora oficial, lançada em CD e em formato digital. Há poucos dias, a Disney já tinha confirmado que Ariana Grande e John Legend cantariam a música tema da produção, como um dueto. Céline Dion fez esta gravação original, em parceria com Peabo Bryson. Mas sua versão não entrou no filme, apenas na trilha lançada posteriormente. Confira abaixo o clipe do tema com a voz de Céline Dion e Peabo Bryson.

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  • Série

    O destino da magia está em jogo em novo teaser de The Magicians

    22 de janeiro de 2017 /

    O canal pago SyFy divulgou um novo teaser da 2ª temporada de “The Magicians”, que traz os personagens fazendo mágica e ponderando o destino de toda a magia. Baseada na franquia de livros de fantasia de Lev Grossman (publicada no Brasil como “Os Magos”), que é considerada uma alternativa adulta a “Harry Potter”, a série acompanha o jovem Quentin Coldwater (Jason Ralph, de “O Ano Mais Violento”) ao entrar numa escola secreta de magia, onde conhece outros estudantes com poderes fantásticos, descobre um reino mágico e passa a ser perseguido por uma criatura obcecada em destruir o mundo. “The Magicians” foi concebida, escrita e produzida por Sera Gamble (produtora e roteirista da série “Supernatural”) e John McNamara (criador da série “Fastlane”) e o elenco da adaptação conta ainda com Olivia Taylor Dudley (“Atividade Paranormal: Dimensão Fantasma”), Hale Appleman (“Vagina Dentada”), Summer Bishil (“O Último Mestre do Ar”), Arjun Gupta (série “Nurse Jackie”), Stella Maeve (“Chicago P.D.”), Jade Tailor (série “Murder in the First”) e Rick Worthy (série “Battlestar Galactica”) – todos retratados nas imagens abaixo. Os novos episódios estreiam na quarta (25/1) nos EUA e a série também é exibida pelo canal pago SyFy no Brasil.

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  • Filme

    Anne Hathaway controla monstro gigante no primeiro trailer de Colossal

    20 de janeiro de 2017 /

    A distribuidora americana Neon divulgou o primeiro trailer e fotos oficiais de “Colossal”, filme de monstro gigante estrelado por Anne Hathaway (“Interestelar”). A prévia mostra um réptil “colossal” destruindo a capital da Coreia do Sul. Mas se trata de uma comédia. Logo a personagem de Hathaway percebe que a criatura, que ela assiste pela TV, imita exatamente seus passos. Para demonstrar a descoberta para seus amigos, ela resolve dançar, e o monstro imediatamente faz a macarena. A sinopse descreve o filme como uma mistura improvável de “Godzilla” (2014) e “Quero Ser John Malkovich” (1999), centrada numa mulher comum (nem tanto, é a Anne Hathaway) que, após perder o seu emprego e o seu noivo, decide sair de Nova York para voltar a sua cidade natal. Mas quando vê a notícia de que um lagarto gigante está destruindo a cidade de Seoul, ela gradualmente percebe que está conectada àquele evento e, para evitar mais destruição, precisa determinar por que a sua existência aparentemente insignificante tem um efeito tão colossal sobre o destino do mundo. O filme foi concebido por Nacho Vigalondo, cineasta espanhol especializado em sci-fis malucas como “Crimes Temporais” (2007) e “Extraterrestre” (2011). Vigalondo é bastante cultuado na Europa por seus trabalhos criativos e bizarros. E sua extravagância, inclusive, rendeu a opção por usar um ator fantasiado como monstro, em vez de efeitos visuais de última geração. O elenco inclui ainda Dan Stevens (a Fera do vindouro “A Bela e a Fera”), Jason Sudeikis (“Uma Família do Bagulho”), Tim Blake Nelson (“Quarteto Fantástico”) e Rukiya Bernard (série “Van Helsing”). “Colossal” tem première nesta sexta, no Festival de Sundance, e estreia marcada para 7 de abril nos EUA. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Música

    Vídeo detalha aspecto de superprodução dos bastidores de Desventuras em Série

    18 de janeiro de 2017 /

    A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “Desventuras em Série”, que revela a grandiosidade da produção. Já disponível no serviço de streaming, a série baseada na coleção literária homônima de Daniel Handler, mais conhecido pelo pseudônimo Lemony Snicket, impressiona pela direção de arte, pelos cenários imponentes, pela fotografia, por detalhes, enfim, que lhe dão a aparência de uma superprodução cinematográfica. No vídeo, o cineasta Barry Sonnenfeld, que produz a atração e dirigiu quatro episódios, fala sobre a equipe premiada com quem trabalhou para tirar a série do papel. Entre eles Bo Welch, cenografista indicado quatro vezes ao Oscar, com quem Sonnenfeld trabalhou na franquia “Homens de Preto”, mas a produção também inclui Bill Terezakis, maquiador nomeado ao Oscar por “Planeta dos Macacos: O Confronto” (2014), o figurinista Angus Strathie, que venceu o Oscar por “Moulin Rouge” (2001), o compositor James Newton Howard (“Jogos Vorazes”), que tem oito indicações ao Oscar de Melhor Trilha Sonora, os diretores de arte Don Macaulay (“Elysium”) e Sandy Walker (“Star Trek: Sem Fronteiras”), etc. Sem esquecer o próprio Sonnenfeld, que fez seus melhores trabalhos no gênero das fábulas mórbidas, à frente dos dois filmes de “A Família Addams” nos anos 1990 e como diretor-produtor da série “Pushing Daisies” (2007-2008), que tinha o mesmo espírito da nova atração. A adaptação ficou a cargo do roteirista Mark Hudis (série “True Blood”), que leva ao streaming as histórias dos livros de Handler/Snicket, publicados entre 1999 e 2006, mostrando como os irmãos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. A franquia já vendeu mais de 65 milhões de exemplares e foi traduzida para 43 línguas, além de ter sido transformada no filme “Desventuras em Série”, de 2004, que tinha Jim Carrey (“Kick-Ass 2”) no papel do vilão Olaf, Emily Browning (“Sucker Punch”) como Violet e Jude Law como a voz de Lemony Snicket. Na nova versão, além de Neil Patrick Harris (série “How I Met Your Mother”) como o Conde Olaf, o elenco traz as crianças Malina Weissman (a jovem Kara nos flashbacks da série “Supergirl”) e o estreante Louis Hynes como Violet e Klaus Baudelaire, e Patrick Warburton (série “Rules of Engagement”) no papel de Lemony Snicket, narrando as tragédias. A série está disponível na Netflix desde sexta (13/1).

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  • Série

    HBO quer temporada final de Game of Thrones com mais episódios

    15 de janeiro de 2017 /

    A HBO quer uma temporada final de “Game of Thrones” mais longa. O novo chefe de programação do canal, Casey Bloys, revelou, durante participação no evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), que o 8º e último ano da série ainda não teve sua quantidade total de episódios definida e, por conta disso, também não houve ainda a formalização da renovação da série para seu desfecho. Originalmente, os criadores/produtores D.B. Weiss e David Benioff informaram que planejavam encerrar “Game of Thrones” com uma temporada de apenas seis episódios. Até a 6ª temporada, a série costumava apresentar 10 capítulos por ano, mas a 7ª, atualmente em produção, já será menor, contando com sete episódios. Bloys disse esperar que os dois reconsiderem e façam mais episódios do que os seis planejados, algo que comercialmente seria muito importante para a HBO, que tem em “Game of Thrones” o seu maior sucesso. Os meses em que a série é exibida representam o ápice de faturamento com novas assinaturas. Apesar de dizer que Weiss e Benioff podem fazer quantos episódios quiserem (seus contratos lhes dão carta branca), ele afirma: “Sempre vamos querer mais”.

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  • Filme

    Primeira foto do novo Piratas do Caribe destaca o vilão vivido por Javier Bardem

    14 de janeiro de 2017 /

    A Disney retomou a divulgação do filme “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, após esquecer a produção por quatro meses, desde a divulgação do primeiro teaser. O estúdio liberou a primeira foto do filme. E, assim como o teaser, deixa de lado o Capitão Jack Sparrow, personagem de Johnny Depp. A imagem foca exclusivamente o vilão do título nacional, vivido por Javier Bardem (“007 – Operação Skyfall”). O quinto filme da franquia trará o personagem de Depp novamente às voltas com maldições e piratas fantasmas, desta vez liderados por um velho inimigo, que escapa do Triângulo do Diabo determinado a acertar contas. Além de Bardem, as novidades do elenco incluem Brenton Thwaites (“Deuses do Egito”), que, dizem os rumores, vive o filho de Will Turner (o personagem de Orlando Blum na trilogia original), Kaya Scodelario (“Maze Runner: Correr ou Morrer”), David Wenham (trilogia “O Senhor dos Anéis”), Golshifteh Farahani (“Êxodo: Deuses e Reis”) e Paul McCartney (ele mesmo). O elenco ainda contará com os veteranos da franquia Geoffrey Rush, Kevin McNally, Stephen Graham e o citado Orlando Bloom. O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”) e a direção é dos cineastas noruegueses Joachim Rønning e Espen Sandberg (ambos de “Expedição Kon Tiki”). Um detalhe curioso é que o título do filme em inglês não tem Salazar nenhum. É “Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales” (Piratas do Caribe: Os Mortos Não Contam Histórias). A estreia está marcada para 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Criaturas gigantes invadem o novo trailer japonês de Kong: A Ilha da Caveira

    13 de janeiro de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou um novo trailer japonês de “Kong: A Ilha da Caveira”, reboot da franquia “King Kong”. A prévia traz cenas de muita ação, destacando o conflito entre helicópteros militares e o macaco gigante, que é visto em toda a sua grandiosidade, além de revelar muitas outras criaturas gigantes da Ilha da Caveira. O filme tem um elenco grandioso, encabeçado por Tom Hiddleston (“Thor”), Brie Larson (“O Quarto de Jack”), Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”), John Goodman (“Argo”), Corey Hawkins (“Straight Outta Compton”), Shea Whigham (série “Agent Carter”), Thomas Mann (“Dezesseis Luas”), Jason Mitchell (também de “Straight Outta Compton”), Tom Wilkinson (“Batman Begins”), John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”) e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”). O roteiro foi escrito por John Gatins (“O Voo”) e Max Borenstein (“Godzilla”), e revisado por Derek Connolly (“Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros”). E a direção está a cargo de Jordan Vogt-Roberts (“The Kings of Summer”), que fará sua transição de cineasta indie para uma grande produção de Hollywood. A estreia está marcada para 9 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Música

    Conheça a abertura de Desventuras em Série – com música cantada por Neil Patrick Harris

    12 de janeiro de 2017 /

    A Netflix divulgou a abertura de “Desventuras em Série”, a série baseada na coleção literária homônima de Daniel Handler, mais conhecido pelo pseudônimo Lemony Snicket. A música tema é cantada por Neil Patrick Harris (série “How I Met Your Mother”), que tem o papel do vilão Conde Olaf, responsável pelas maldades descritas na canção. Além disso, o vídeo também confirma que o primeiro episódio é dirigido pelo cineasta Barry Sonnenfeld, o que ajuda a explicar como a produção atingiu seu clima de conto de fadas sombrio. Sonnenfeld fez seus melhores trabalhos nesse gênero, à frente dos dois filmes de “A Família Addams” nos anos 1990 e como diretor-produtor da série “Pushing Daisies” (2007-2008), que tinha o mesmo espírito da nova atração. Ele também é produtor de “Desventuras em Série”, junto com o roteirista Mark Hudis (série “True Blood”) Hudis assina a adaptação dos livros de Handler/Snicket, publicados entre 1999 e 2006, mostrando como os irmãos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. A franquia já vendeu mais de 65 milhões de exemplares e foi traduzida para 43 línguas, além de ter sido transformada no filme “Desventuras em Série”, de 2004, que tinha Jim Carrey (“Kick-Ass 2”) no papel do vilão Olaf, Emily Browning (“Sucker Punch”) como Violet e Jude Law como a voz de Lemony Snicket. Na nova versão, além de Neil Patrick Harris como Olaf, o elenco inclui as crianças Malina Weissman (a jovem Kara nos flashbacks da série “Supergirl”) e o estreante Louis Hynes como Violet e Klaus Baudelaire, e Patrick Warburton (série “Rules of Engagement”) no papel de Lemony Snicket, narrando as tragédias. A estreia vai acontecer nesta sexta, dia 13 de janeiro.

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  • Filme

    Trailer de iBoy traz adolescente com poderes de celular (!) e Maisie Williams em perigo

    12 de janeiro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer de “iBoy”, que parece uma espécie de versão juvenil e masculina de “Lucy”, o filme da super Scarlett Johanson. Ainda sem legendas, a prévia mostra como um rapaz, que sobrevive a uma tentativa de assassinato, sai da cirurgia cerebral com poderes de celular (sério). Por coincidência, tudo é precipitado pela garota em perigo que ele gosta, chamada justamente de Lucy. Produção inglesa, o filme adapta o livro homônimo, escrito por Kevin Brooks, sobre um adolescente londrino, que, ao ser assaltado por uma gangue de rua, acaba com fragmentos de um celular em seu cérebro. Ele descobre que ganhou a capacidade de acessar dispositivos eletrônicos e assim adquirir segredos digitais – e, possivelmente, usá-los para conseguir sua vingança. Bill Milner, que já foi mutante no cinema, como o jovem Magneto de “X-Men: Primeira Classe” (2012), vive o iBoy do título, enquanto Maisie Williams, intérprete de Arya na série “Game of Thrones”, é seu crush Lucy. O elenco ainda inclui Miranda Richardson (a Rita Skeeter da franquia “Harry Potter”) e Rory Kinnear (o monstro de Frankenstein na série “Penny Dreadful”). A adaptação foi escrita por Joe Barton (roteirista da série “Humans”) e dirigida por Adam Randall (“Level Up”) para um lançamento em 27 de janeiro.

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  • George R.R. Martin
    Etc

    George R.R. Martin promete lançar Os Ventos do Inverno em 2017

    11 de janeiro de 2017 /

    Apesar do calor lá fora, parece que o inverno finalmente está chegando. A espera de cinco anos por “Os Ventos do Inverno”, sexto livro das “Crônicas de Gelo e Fogo”, de George R.R. Martin, pode estar chegando ao fim. O escritor disse em seu blog que o lançamento deve acontecer este ano. “Os Ventos do Inverno” será o primeiro livro de Martin publicado após diversos eventos previstos em sua trama terem sido revelados na série que adapta a saga, “Game of Thrones”. Mesmo assim, várias situações serão narradas de forma diferente, e podem inclusive ser radicalmente distintas dos episódios da série, escritos por David Benioff e D.B. Weiss. Não é à toa que os fãs querem logo ler a obra. Mas é melhor não se empolgar muito com a promessa de Martin. Ele próprio avisou, após dar a previsão de lançamento: “Fiz essa mesma promessa no ano passado”. “Ele ainda não está pronto, mas fiz algum progresso”, escreveu ele. “Não tanto quanto eu esperava há um ano, mas acredito que sairá em 2017”. A última declaração de Martin sobre o prazo do livro tinha sido feita em janeiro de 2016, quando informou aos fãs que “Os Ventos de Inverno” não ficaria pronto antes da 6ª temporada da série da HBO, que foi ao ar abril. Em dezembro, o autor comentou o que os fãs podem esperar da história. “Há muitos capítulos sombrios neste livro. Ele se chama ‘Os Ventos de Inverno’, e eu tenho falado durante 20 anos que o inverno está chegando”.

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  • Série

    Comercial revela os infortúnios e tragédias que afligirão os órfãos de Desventuras em Série

    11 de janeiro de 2017 /

    A Netflix divulgou um novo comercial de “Desventuras em Série”, a série baseada na coleção literária homônima de Daniel Handler, mais conhecido pelo pseudônimo Lemony Snicket. O vídeo traz Patrick Warburton (série “Rules of Engagement”) justamente no papel de Lemony Snicket, contando as tragédias que acontecem na trama. M Os livros de Handler/Snicket foram publicados entre 1999 e 2006 e contam a saga dos irmãos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire e como eles enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. A franquia já vendeu mais de 65 milhões de exemplares e foi traduzida para 43 línguas, além de ter sido transformada no filme “Desventuras em Série”, de 2004, que tinha Jim Carrey (“Kick-Ass 2”) no papel do vilão Olaf, Emily Browning (“Sucker Punch”) como Violet e Jude Law como a voz de Lemony Snicket. Na nova versão, Neil Patrick Harris (série “How I Met Your Mother”) faz as maldades de Olaf, enquanto as crianças Malina Weissman (a jovem Kara nos flashbacks da série “Supergirl”) e o estreante Louis Hynes tentam sobreviver como Violet e Klaus Baudelaire. A série é uma produção da divisão televisiva da Paramount, estúdio responsável pelo filme, em parceria com a Netflix. A estreia vai acontecer em 13 de janeiro.

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  • Filme

    Sete Minutos Depois da Meia-Noite revela-se uma fábula sinistra e profundamente bela

    6 de janeiro de 2017 /

    Estranho ver um menino inglês de 12 anos em pleno século 21 não aparecer em nenhuma cena deslizando o dedo num celular. Esse é o primeiro indício que mostra como, por traz de uma certa normalidade, “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” (A Monster Calls) gira fora do eixo do cinemão. O filme se passa na Londres atual e Connor O’Malley, o garoto em questão, prefere se refugiar com um lápis e uma caixa de tintas numa página em branco. Connor (interpretado por Lewis MacDougall, visto em “Peter Pan”) recusa-se a integrar qualquer grupo, seja na escola, na rua ou na família. No universo dele, o que se pavimenta é apenas um caminho: aquela do papel, em que uma aquarela explode em escarros e respingos compondo formas inusitadas como num quadro de expressionismo abstrato. Dependendo do ângulo, pode-se imaginar uma revoada de corvos ou uma poeira negra levitando de um incêndio, mas quando finalmente toda tinta negra se aglutina, uma estranha criatura, mix de árvore e humanóide aparece. Esse monstro de olhos de fogo encara Connor. É igualzinho a árvore retorcida no cemitério que o menino avista da janela de seu quarto. E aí, no tic tac nervoso daquela mesma noite em que a figura o encarou no papel, mais precisamente à meia-noite e sete, o monstro desperta no cemitério para vir atrás do garoto. O tom em “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” é sinistro com poucos momentos de alivio. A criatura assombra, ameaça e, bem ao inverso de “O Bom Gigante Amigo”, não convida para nenhum tipo de aventura. Ao contrário, o monstro aparece para contar três histórias e em cada uma quebra uma parede da fantasia, forçando Connor a encarar uma dura verdade. A mãe Lizzie (vivida por Felicity Jones de “Rogue One: Uma História Star Wars”) está com câncer em fase terminal e não resta muitas opções ao garoto: o pai (Toby Kebbell, de “Quarteto Fantástico”) é uma figura ausente, e a avó (Sigourney Weaver, da franquia “Alien” e “Avatar”), uma mulher rígida, antiquada e difícil. Adaptação do livro homônimo de Patrick Ness (criador da série sci-fi “Class”), o filme é uma aposta arriscada do diretor espanhol Juan Antonio Bayona. Tinha tudo para dar errado, mas felizmente Bayona mantém a tradição de seus bons trabalhos anteriores, o terror “O Orfanato” (2007) e o drama de catástrofe “O Impossível” (2012). O humano na obra deste diretor é filmado de tal maneira que podemos vê-lo sem que sejamos aviltados. O medo frente ao vazio e à morte não nos abate. Ao contrário, ele provoca uma espécie de embriaguez, que fortalece e nos ergue para além do nosso destino, tão medíocre e tão derrisório. Desprendido de toda pressão de ordem psicológica, é, antes de tudo, o mistério do ser que Bayona consegue com êxito captar na sua complexidade. “Sete Minutos…” reforça a tese. Em um sentido literal, o “monstro” revela-se primeiro um enorme cuspidor de fogo, com a voz de Liam Neeson (“Busca Implacável”), para, cinco minutos depois, derivar de significado. Ele é a metáfora para o desconhecido, para a morte, mas também para a vida. Representa anseios sufocados e sentimentos que mesmo um garoto imaginativo mal sabe definir. Cada um dos três contos narrados pelo monstro oferece uma surpresa estética. São animações nascidas de borrões de tintas, que tratam de bruxas e príncipes movidos por rancores antigos, e cada um toma um rumo inesperado que deixa Connor mais confuso do que nunca. Nenhum deles segue o habitual arco do bem triunfando sobre o mal. O mesmo pode ser dito da maneira como Bayona lida com as cenas reais. A cor e a luz são admiravelmente controladas para nunca soar intensas. O vermelho, o amarelo, o marrom dão o toque outonal para um mundo que está escurecendo. De fato, Bayona continua a ser um estilista visual criativo, a meio caminho entre um Tim Burton e Guillermo Del Toro. E seus atores todos atingem um equilíbrio notável representando tanto as emoções mais superficiais de uma cena, como insinuando sentimentos profundos. A eficiência do filme é inegável. E ainda que Bayona apele para a morbidez sentimental na cena de encerramento, a beleza da obra desculpa o deslize. Como disse o cineasta Jean-Claude Guiguet sobre “De Barulho e de Fúria” (1988), do colega Jean-Claude Brisseau: “Que importa a terra tão escura, o céu tão sombrio, se ainda sobra uma parcela de amor?” É esse o tom que se afirma neste delicado trabalho.

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