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  • Filme

    Bright: Superprodução da Netflix com Will Smith ganha novas fotos e vídeo legendado de bastidores

    18 de outubro de 2017 /

    A Netflix divulgou oito fotos e um vídeo legendado de bastidores de “Bright”, superprodução que volta a juntar Will Smith e o diretor David Ayer, de “Esquadrão Suicida”. A prévia traz depoimentos do diretor e do elenco e reforça como a premissa é similar a “Alien Nation”, apesar disso servir apenas para iniciar a história. “Bright” substitui os aliens do filme de 1988 por criaturas de contos de fadas, ao mostrar a parceria de dois policiais, um humano (Will Smith) e um orc (Joel Edgerton), que precisam trabalhar juntos, de forma relutante. A trama toma seu rumo durante uma patrulha noturna, em que a dupla entra em contato com uma varinha mágica, a arma mais poderosa do universo. Cercados de inimigos, eles devem trabalhar juntos para proteger uma jovem elfa (Lucy Fry, da série “11.22.63”) e sua relíquia mágica, que em mãos erradas pode destruir o mundo. O roteiro é de Max Landis (“Victor Frankenstein”) e o elenco também inclui Noomi Rapace (“Prometheus”), Edgar Ramírez (“A Garota no Trem”), Ike Barinholtz (“Esquadrão Suicida”), Alex Meraz (“A Saga Crepúsculo”), Dawn Olivieri (série “House of Lies”) e Brad William Henke (série “Orange Is the New Black”). A produção representa o mais caro investimento da Netflix num único filme. Só o roteiro custou US$ 3 milhões, numa das mais caras aquisições dos últimos anos da indústria cinematográfica. Além disso, US$ 45 milhões serão destinados ao pagamento dos cachês, inclusive o salário de Will Smith, e mais US$ 45 milhões cobriram as despesas de filmagens. Primeira superprodução feito para o streaming, “Bright” estreia em 22 de dezembro.

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  • Série

    Cara Delevingne será uma fada em nova série da Amazon

    3 de setembro de 2017 /

    A atriz Cara Delevingne (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”) vai estrelar sua primeira série. Ela entrou no elenco da vindoura “Carnival Row”, produção de fantasia criada por Rene Echevarría (criador também de “The 4400”) para a Amazon. A trama se passa numa cidade chamada Burgue, que lembra a Londres vitoriana. A diferença é que é habitada por humanos e criaturas místicas. Delevigne interpretará justamente uma dessas criaturas, Vignette Stonemoss, uma fada refugiada, que enfrenta preconceitos e precisa lidar com segredos que tentou deixar para trás. Ela vai se juntar ao elenco encabeçado por Orlando Bloom (franquia “Piratas do Caribe”), primeiro nome confirmado na produção. Bloom viverá um inspetor de polícia chamado Rycroft Philostrate, que, ao investigar um assassinato descobre o surgimento de um serial killer de fadas. Além de atuar, Bloom também trabalhará como produtor, ao lado de Echevarría e do roteirista Travis Beacham (“Círculo de Fogo”). Curiosamente, a série é uma adaptação feita por Echevarria de um roteiro não filmado de Beacham, que figurou na Black List de 2005. O roteirista imaginou a história como um filme, que deveria ter sido dirigido por Guillermo Del Toro (também de “Círculo de Fogo”). De Toro não está envolvido na série, que, por sinal, terá seu episódio inaugural dirigido por outro cineasta: Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”). A 1ª temporada terá ao todo oito episódios, que serão disponibilizados pelo serviço de streaming da Amazon.

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  • Série

    Orlando Bloom vai estrelar sua primeira série, uma produção de fantasia sobrenatural

    27 de agosto de 2017 /

    O ator Orlando Bloom (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) vai protagonizar sua primeira série. Intitulada “Carnival Row”, a produção da Legendary TV é uma fantasia sobrenatural que terá oito episódios e será exibida na Amazon. A trama se passa numa cidade chamada Burgue, que lembra a Londres vitoriana. A diferença é que é habitada por humanos e criaturas místicas. Bloom viverá um inspetor de polícia chamado Rycroft Philostrate, que, ao investigar um assassinato descobre o surgimento de um serial killer de fadas. Além de atuar, Bloom também trabalhará como produtor, ao lado do criador da série, Rene Echevarría (criador também de “The 4400”) e do roteirista Travis Beacham (“Círculo de Fogo”). Echevarria adaptou a concepção original, a partir de um roteiro não filmado de Beacham, que figurou na Black List de 2005. O roteirista imaginou a história como um filme, que deveria ter sido dirigido por Guillermo Del Toro (também de “Círculo de Fogo”). De Toro não está envolvido na série, que, por sinal, terá seu piloto dirigido por outro cineasta: Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”).

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  • Filme

    Bright: Superprodução da Netflix com Will Smith ganha primeiro trailer legendado

    20 de julho de 2017 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado de “Bright”, superprodução que volta a juntar Will Smith e o diretor David Ayer, de “Esquadrão Suicida”. A prévia revela uma premissa similar a “Alien Nation”, que entretanto serve apenas para iniciar a história. “Bright” substitui os aliens do filme de 1988 por criaturas de contos de fadas, ao mostrar a parceria de dois policiais, um humano (Will Smith) e um orc (Joel Edgerton), que precisam trabalhar juntos, de forma relutante. A trama toma seu rumo durante uma patrulha noturna, em que a dupla entra em contato com uma varinha mágica, a arma mais poderosa do universo. Cercados de inimigos, eles devem trabalhar juntos para proteger uma jovem elfa e sua relíquia mágica, que em mãos erradas pode destruir o mundo. O roteiro é de Max Landis (“Victor Frankenstein”) e o elenco também inclui Edgar Ramírez (“A Garota no Trem”), Lucy Fry (série “11.22.63”), Noomi Rapace (“Prometheus”), Ike Barinholtz (“Esquadrão Suicida”), Alex Meraz (“A Saga Crepúsculo”), Dawn Olivieri (série “House of Lies”) e Brad William Henke (série “Orange Is the New Black”). A produção representa o mais caro investimento da Netflix num único filme. Só o roteiro custou US$ 3 milhões, numa das mais caras aquisições dos últimos anos da indústria cinematográfica. Além disso, US$ 45 milhões serão destinados ao pagamento dos cachês, inclusive o salário de Will Smith, e mais US$ 45 milhões cobriram as despesas de filmagens. Blockbuster feito para o streaming, “Bright” estreia em 22 de dezembro.

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  • Filme

    Nova parceria do diretor de Esquadrão Suicida com Will Smith ganha primeiras fotos oficiais

    7 de março de 2017 /

    A Netflix divulgou as três primeiras fotos oficiais de “Bright”, superprodução que volta a juntar Will Smith e o diretor de “Esquadrão Suicida”. As imagens trazem Smith armado e trajando uniforme da polícia, acompanhado por um orc igualmente uniformizado. A criatura é interpretada por Joel Edgerton (“Aliança do Crime”), O humano Ward (Smith) e o orc Jakoby (Edgerton) são policiais que precisam superar suas diferenças para proteger uma jovem elfa e uma relíquia perdida, que em mãos erradas pode destruir o mundo. O roteiro de Max Landis (“Victor Frankenstein”) se passa em um mundo de fantasia, onde os seres humanos co-existem com elfos e orcs, mas não numa era medieval como nas aventuras da Terra Média. A ação se passa em cenários contemporâneos do século 21. Na verdade, a sinopse evoca uma espécie de “Nação Alien” (1988) dos contos de fada. Com direção de David Ayer, “Bright” também inclui em seu elenco Edgar Ramírez (“A Garota no Trem”), Lucy Fry (série “11.22.63”) e Noomi Rapace (“Prometheus”). A produção representa o mais caro investimento da Netflix num único filme. Só o roteiro custou US$ 3 milhões, numa das mais caras aquisições dos últimos anos da indústria cinematográfica. Além disso, US$ 45 milhões serão destinados ao pagamento dos cachês, inclusive o salário de Will Smith, e mais US$ 45 milhões foram destinados a cobrir as despesas de filmagens. A previsão é de um lançamento em dezembro.

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  • Filme

    Novo filme do diretor de Esquadrão Suicida com Will Smith ganha primeiro teaser

    27 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Bright”, superprodução que volta a juntar Will Smith e o diretor de “Esquadrão Suicida”. A prévia inicia como um filme de gangues, com Will Smith uniformizado num carro patrulha da polícia, atravessando zonas de aparentes protestos raciais, antes que o clima mude completamente, introduzindo monstros e efeitos visuais de sci-fi. Com direção de David Ayer, “Bright” também inclui em seu elenco Joel Edgerton (“Aliança do Crime”), Edgar Ramírez (“A Garota no Trem”), Lucy Fry (série “11.22.63”) e Noomi Rapace (“Prometheus”), vista como uma espécie de elfa no vídeo. O roteiro de Max Landis (“Victor Frankenstein”) se passa em um mundo de fantasia, onde os seres humanos co-existem com fadas e Orcs, mas não numa era medieval como nas aventuras da Terra Média. A ação se passa em cenários contemporâneos do século 21. Na verdade, a sinopse evoca uma espécie de “Nação Alien” (1988) dos contos de fada. Ward (Will Smith), um ser humano, e Jakoby (Joel Edgerton), um orc, embarcam numa patrulha noturna de rotina que irá alterar o destino do planeta. Lutando tanto com suas próprias diferenças pessoais quanto contra seus inimigos, eles devem trabalhar juntos para proteger uma jovem elfa e uma relíquia perdida, que em mãos erradas pode destruir o mundo. A produção representa o mais caro investimento da Netflix num único filme. Só o roteiro custou US$ 3 milhões, numa das mais caras aquisições dos últimos anos da indústria cinematográfica. Além disso, US$ 45 milhões serão destinados ao pagamento dos cachês, inclusive o salário de Will Smith, e mais US$ 45 milhões cobrirão as despesas de filmagens. A prévia até brinca ao sugerir que o filme vai estrear “em breve nos”… rapidamente trocado para “em breve na”. Netflix, é claro. A previsão, por sinal, é de um lançamento em dezembro.

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  • Série

    Tinker Bell e Ariel vão voltar a aparecer na série Once Upon a Time

    10 de janeiro de 2017 /

    A série “Once Upon a Time” terá a volta de duas personagens bastante queridas dos fãs das fábulas da Disney. Rose McIver e JoAnna Garcia Swisher vão reprisar os papéis da fada Tinker Bell (Sininho, para os mais saudosos) e da sereia Ariel durante a 6ª temporada da atração. Estrela de “iZombie”, McIver fará participação especial no episódio relacionado com outra volta bem aguardada: o Robin Hood de Sean Maguire. Afinal, foi ela quem revelou que o moço era a alma gêmea de Regina (Lana Parrilla) durante 3ª temporada temporada do conto de fadas. “Tinker Bell foi essencial na história desse casal, então era natural que nossa fada favorita voltasse para uma visita junto com o retorno dele”, afirmaram os produtores executivos Adam Horowitz e Edward Kitsis para o site TVLine. Já a pequena sereia vivida por JoAnna Garcia Swisher (atualmente na série “Pitch”) vai conhecer Jasmine (Karen David) e ajudar uma aventura de Hook (Colin O’Donoghue) e Emma (Jennifer Morrison), que culminará numa grande reunião de princesas da Disney. Ariel não aparece na trama desde a 4ª temporada.

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  • É Fada
    Filme

    É Fada! faz sucesso com pouco esforço, preconceito e superficialidade

    15 de outubro de 2016 /

    Há alguma coisa muito errada nas comédias feitas para cinema no Brasil. A busca pelo riso certamente não é determinada por uma cartilha com regras definidas, portanto cada um é livre para buscar a sua maneira de fazer rir. Infelizmente, essa liberdade de escolha em vez de estimular os nossos comediantes a buscar o novo, parece dizer pra eles que a comédia é a manifestação artística do menor esforço, a que se conecta com o público com mais facilidade, e por isso não é necessário pesquisar, estudar, investigar nada, uma vez que o “jeito” engraçado basta para fazer rir. Mas não estou dizendo nada de novo. Quem acompanha as comédias produzidas pelo cinema brasileiro nos últimos anos sabe do que estou falando, e relatar isso aqui muda quase nada. “É Fada!” é um dos líderes de bilheteria no Brasil (assim como outras comédias nacionais foram em anos anteriores). No final do ano, o longa vai inchar o número de espectadores que os filmes brasileiros alcançaram em 2016, vai arrecadar um bom dinheiro, e agora eu vou ser o antipático aqui de novo. A roda gira. A trama preguiçosa e banal nos apresenta a Geraldine (Kéfera Buchmann), uma fada que perde as suas asas após levar um peteleco do ex-técnico da seleção brasileira de futebol, Luís Felipe Scolari, durante a semifinal da Copa do Mundo, por dar um conselho mal recebido pelo treinador – sim, é sério, é assim que o filme começa. Para ter as suas asas de volta, ela precisa ajudar Júlia (Klara Castanho), uma adolescente que, recém-chegada numa escola de classe alta, não possui um bom relacionamento com os colegas e ainda convive com os desentendimentos do pai operário com a mãe socialite. Não podemos nos esquecer de que “É Fada!” é dirigido por Cris D’Amato, diretora de outra atrocidade, “S.O.S Mulheres Ao Mar” (2014). A cineasta apresenta um olhar aguçado para realizar obras equivocadas, além, é claro, de um cinema de péssima qualidade. Enquanto o seu filme anterior é um absurdo manifesto machista (disfarçado de empoderamento feminino), este seu novo trabalho possui tantos preconceitos que fica difícil saber por onde começar. O conceito de fada aqui é modificado, e agora este ser mágico é a garota diferentona, danada, que quer zoar, provocar, safada, safadinha e safadona (como ouvimos incessantemente na música dos créditos finais), cheia de falas e gírias da moda, antenada com os memes e gifs mais tops do momento, e que sempre retira do seu ânus os objetos necessários para ajudar a sua cliente. Até aí “tudo bem”, mas o que a diretora e os seus roteiristas não perceberam é o tom terrivelmente preconceituoso, ignorante e equivocado que a personagem Geraldine traz para o filme! A extreme makeover que ela traz para a vida de Júlia é “arrumar” (esse é o verbo utilizado pela personagem) o cabelo da garota através de uma chapinha; encher o seu Instagram e Facebook de fotos em lugares que ela não foi; mentir para impressionar o boy e assim conseguir ficar com ele; fazer ela negar o pai e o amigo pobres para parecer rica e assim impressionar as típicas meninas populares/metidas/arrogantes, ou seja, transformar a garota num ser genérico e superficial cheia de boniteza. Tudo isso tendo como álibi uma frase curta dita no final do filme: “É errando que se encontra o caminho certo”. Sério? Passamos por 80 longos minutos de um filme muito mal realizado, com nada de engraçado, acompanhando uma série de absurdos que a fada induz a garota a fazer, tudo para aprendermos junto com ela que é errando que se aprende? O máximo que podemos aprender é que é errando muito que se faz uma comédia de sucesso de público no Brasil. Esse álibi também não cola pela série de comentários absurdos que a personagem comete quando, por exemplo, diz de maneira pejorativa que o cabelo de um rapaz parece uma samambaia, ou quando diz que é contra falsificação por isso parou de ir à China. E sendo preconceituoso se aprende o quê? Mas quem me dera que os defeitos do filme estivessem “apenas” aí. D’Amato tem a sutileza da pata de um elefante para estabelecer os conflitos do filme, que por sinal abusam de clichês. A escola na qual a garota estuda foi tirada de algum filme do John Hughes nos anos 1980, em que apenas o estereótipo norte-americano foi pinçado, sendo (mal) encaixado de maneira grosseira no contexto brasileiro. Os conceitos mais batidos de bullying e das diferenças entre as classes sociais dos alunos são repetidos a exaustão pra fixar bem na nossa cabeça. Os personagens, todos, são absolutamente rasos na sua criação e desenvolvimento. A fada é diferentona, safadinha; a garota é infeliz e tímida e vislumbra a chance de ser bonita e popular; o pai é honesto, trabalhador humilde que se decepciona com a perda de valores da filha; a mãe é rica, indiferente, e se preocupa apenas se a filha está bem vestida e tem amigos ricos; e as vilãs são vilãs porque o mal é legal de fazer. Os supostos arcos dramáticos envolvendo estas figuras são previsíveis, e demonstram como o roteiro desde sempre se contentou em trabalhar com arquétipos pra facilitar a compreensão da geração do Youtube – o público alvo do filme por contar com Kéfera no elenco – que, acostumada com vídeos de curtíssima duração, poderia ficar desestimulada a assistir ao filme se os personagens propusessem uma discussão minimamente complexa. Sei. Isso sem contar as situações mal planejadas e desenvolvidas, como a levitação fora de hora em um momento específico, porque “deu erro” na chamada pro mundo das fadas, numa festa vendida como bombante, mas que foi filmada de maneira esvaziada e desanimada; a sequência risível (talvez o único momento que dei uma risada) em que o filme tenta assumir um tom dramático ao propor um conflito pela guarda de Julia por conta dos desentendimentos dos pais; além da sequência em que a vilã aparece e fala todo o seu plano e o que o levou a realizar tamanha maldade. A pegada publicitária da fotografia e montagem denota a total falta de criatividade e capacidade de D’Amato como diretora. Deve ter sido difícil e caro o aluguel do drone para fazer as imagens de apoio e transição, pois fica claro que cada segundo em que é possível inserir uma imagem aérea ela é inserida, mesmo quando o recurso já cansou há tempos. Parece que a diretora considera sofisticado o efeito, e se apaixonou pela ideia, quando no fundo temos apenas uma sensação artificial trazida por um efeito criativamente pobre. Outro ponto que deve ser um desafio e tanto para a diretora é a decupagem nas cenas de dança. Pra quê tantos cortes, meu Deus? Pra dar ritmo à cena? Tal característica demonstra uma notável incapacidade de D’Amato, pois não causa o efeito esperado, apenas nos deixa perdidos, com uma leve dor de cabeça, sem saber onde está cada coisa. As duas sequências de dança mais importantes do filme são verdadeiramente constrangedoras. Os efeitos digitais chamam a atenção negativamente nos tirando do filme. O desenho de produção da “floresta” onde vive Geraldine parece ter sido feito por um aluno de primeiro período de design utilizando um Windows 95, enquanto que a inserção digital de um copo de Rei do Mate na cena do clube explicita o quanto este filme não é levado a sério nem mesmo pelos seus realizadores. Mas como já disse lá no início da crítica, esse texto não muda muita coisa. Vida que segue.

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  • É Fada - Kéfera Buchmann
    Música

    A youtuber e atriz Kéfera Buchmann vira “youtuber, atriz e cantora” com seu primeiro clipe

    20 de setembro de 2016 /

    A youtuber e atriz Kéfera Buchmann agora é “youtuber, atriz e cantora”. Ela lançou o clipe “Eu Sou Fadona”, música gravado para o filme “É Fada!”, sua estreia no cinema. No vídeo, Kéfera mostra seus dotes como cantora e dançarina, além de seu repertório de caretas, entre cenas do longa. A música foi composta por Umberto Tavares e Jefferson Jr., autores dos sucessos “Bang” (Anitta) e “Hoje” (Ludmilla), e brinca com a personagem de Kéfera. A ideia é que o filme ajude a vender a trilha sonora, que será lançada em CD. Ou vice-versa. No filme, a Kéfera vive uma fada madrinha bastante folgada, que não é fadinha, segundo a música, mas fadona. Ela vai tentar transformar uma adolescente sem graça (Klara Castanho, da novela “Além do Tempo”) numa Cinderela brasileira. Dirigido por Cris D’Amato (responsável pela franquia “S.O.S – Mulheres ao Mar”) e com produção de Daniel Filho (diretor da franquia “Se Eu Fosse Você”), o filme estreia em 6 de outubro nos cinemas brasileiros.

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  • Filme

    É Fada: Estreia de Kéfera Buchmann no cinema ganha poster, fotos e primeiro trailer

    2 de agosto de 2016 /

    A Imagem Filmes divulgou duas fotos, o pôster e o primeiro trailer de “É Fada”, comédia que marca a estreia da celebridade do YouTube Kéfera Buchmann no cinema. A prévia mostra que ela já começa como protagonista, no papel de uma fada madrinha bastante folgada, que tenta transformar uma adolescente sem graça (Klara Castanho, da novela “Além do Tempo”) numa Cinderela brasileira. Certos detalhes parecem um pouco adultos para o contexto, o que tende a diferenciar o filme de uma produção da Xuxa e aproximá-lo da leva besteirol recente. Entre apelações e mensagens equivocadas – aparência e popularidade são tudo, ensina Kéfera nos minutos exibidos, o que faz sentido para quem vive de aparecer e ser popular – , sobram algumas boas piadas. O filme é uma adaptação do livro “Uma Fada Veio Me Visitar”, de Thalita Rebouças, com direção de Cris D’Amato, responsável pela franquia “S.O.S – Mulheres ao Mar”, e produção de Daniel Filho, o diretor da franquia “Se Eu Fosse Você”. A estreia está marcada para 6 de outubro nos cinemas brasileiros.

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  • Filme

    Kéfera Buchmann divulga primeira foto de sua estreia no cinema

    1 de agosto de 2016 /

    A celebridade do YouTube Kéfera Buchmann divulgou em seu Instagram a primeira imagem de “É Fada”, comédia que marca sua estreia no cinema, com direção de Cris D’Amato, responsável pela franquia “S.O.S – Mulheres ao Mar”, e produção de Daniel Filho. Sua personagem será Geraldine, uma fada atrapalhada e tagarela, que precisa ajudar uma garota que não acredita em magia – papel de Klara Castanho (a vilã mirim da novela “Viver a Vida”). Detalhe: o figurino de fada inclui sapatinhos com asas. Adaptação do livro “Uma Fada Veio Me Visitar”, de Thalita Rebouças, o longa chega nos cinemas dia 6 de outubro de 2016. Além deste longa, Kéfera também está no elenco de “Filme pra Internet”, produção que irá reunir outros vloguers brasileiros famosos, como Christian Figueiredo e Whindersson Nunes.

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  • Filme

    Netflix vai gastar quase US$ 100 milhões para produzir novo filme de Will Smith

    26 de março de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix vai produzir o próximo filme de Will Smith. E, para isso, financiará um orçamento de quase US$ 100 milhões. Depois de duas semanas de negociações e um concorrido leilão com múltiplos estúdios de Hollywood, a empresa cobriu as ofertas da concorrência e adquiriu os direitos da produção, intitulada “Bright”. O filme é um thriller policial que mistura elementos fantásticos, com roteiro de Max Landis (“Victor Frankenstein”) e direção de David Ayer (“Corações de Ferro”). A produção marcará a segunda parceria entre o diretor e o astro Will Smith, após rodarem o vindouro “Esquadrão Suicida”, que tem estreia marcada para 4 de agosto. Além de Smith, o ator Joel Edgerton (“Êxodo: Deuses e Reis”) também está em negociações para participar do projeto. “Bright” contará a história de um policial que vive em um mundo de fantasia, onde os seres humanos co-existem com fadas e Orcs. Só o roteiro custou US$ 3 milhões, numa das mais caras aquisições dos últimos anos da indústria cinematográfica. Além disso, US$ 45 milhões serão destinados ao pagamento dos cachês, inclusive o salário de Will Smith, e mais US$ 45 milhões cobrirão as despesas de filmagens. Trata-se, definitivamente, do maior projeto da história da Netflix até o momento, superando os US$ 60 milhões investidos na produção de “War Machine”, filme que será dirigido por David Michod (“The Rover – A Caçada”) e estrelado e produzido por Brad Pitt (“A Grande Aposta”). As filmagens de “Bright” estão marcadas para setembro em Los Angeles e ainda não há previsão de estreia. Não se sabe também se o filme passará nos cinemas, mas é certo que terá lançamento simultâneo para os assinantes do Netflix em todo o mundo.

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  • Filme

    Will Smith deve voltar a trabalhar com o diretor de Esquadrão Suicida em filme de fantasia

    6 de março de 2016 /

    O ator Will Smith deve continuar a parceria com o diretor David Ayer após “Esquadrão Suicida”. A dupla está cotada para as filmagens de “Bright”, fantasia escrita por Max Landis (“Victor Frankenstein”). Ainda não há informações detalhadas sobre a trama, porém a produção terá elementos de fantasia, como orcs e fadas. Segundo o site Variety, a produção não vai se passar nos dias atuais, como um thriller policial, mas seus personagens interagirão num mundo fantasioso. Além de Smith, o ator Joel Edgerton (“Êxodo: Deuses e Reis”) também está em negociações para participar do projeto. Will Smith e David Ayer também estão negociando com a Warner Bros. para retornaram na sequência do filme “Esquadrão Suicida”, que o estúdio pretende rodar em 2017.

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