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    Malásia volta atrás e decide não censurar A Bela e a Fera, que agora será censurado no Kwait

    21 de março de 2017 /

    Após a Disney adiar indefinidamente o lançamento de “A Bela e a Fera” na Malásia devido à ameaça de censura, que retiraria as cenas “gays” do filme, o governo do país decidiu voltar atrás. Segundo a revista Variety, o filme será exibido na íntegra, a partir de 30 de março. No entanto, os censores decidiram mudar a classificação do filme, que agora será para maiores de 13 anos. Na Rússia, o longa passou pela mesma situação e foi classificado para maiores de 16 anos. Mas após a Disney anunciar que preferia impedir a estreia na Malásia a permitir cortes na produção, o Kwait também decidiu censurar a produção. O comitê de censura do país anunciou que lançará uma versão editada do filme nesta semana. Sobre isto, a Disney ainda não se pronunciou. Em vários países muçulmanos, a homossexualidade é tratada como ofensa e pode levar gays para a prisão, como também já aconteceu no Ocidente em tempos não tão distantes assim – os mais novos podem ver o filme “O Jogo da Imitação” (2014) para comprovar. Desde que o diretor de “A Bela e a Fera”, Bill Condon, revelou que a nova versão do clássico teria uma subtrama gay, o filme virou alvo de reações conservadoras, que acusam a Disney de fazer “propaganda gay”. Entretanto, a pequena insinuação gay da produção mal tira o pé de dentro do armário.

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    Disney confirma negociações com Guy Ritchie para dirigir versão com atores de Aladdin

    19 de março de 2017 /

    O presidente de produção da Disney, Sean Bailey, confirmou que a Disney está mesmo negociando com o diretor inglês Guy Ritchie (“Sherlock Holmes”, “O Agente da UNCLE”) para a versão com atores de “Aladdin”. Em entrevista ao site Vulture, Bailey comentou que o diretor havia se interessado em fazer algo com a Disney e várias conversas se seguiram. “Conversamos sobre ‘Aladdin’ e ele disse que os filmes dele realmente são sobre malandros de rua, é isso que ele sabe fazer. E ‘Aladdin’ é um clássico malandro de rua que faz o bem’. Guy tem sua própria versão dessa história, mas ele quer honrar e respeitar a Disney acima de tudo”, disse o executivo. Segundo Bailey, a ideia é descobrir como seria um musical “altamente energético” de “Aladdin” sob o comando de Ritchie. Recentemente, a empresa contratada pela Disney para a seleção de casting divulgou que as filmagens começariam em julho no Reino Unido, utilizando apenas atores com características físicas do Oriente Médio. O roteiro é de John August, que escreveu cinco filmes de Tim Burton, entre eles “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (2005) e “Sombras da Noite” (2012), mas ainda não há previsão de estreia.

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  • Filme

    A Bela e a Fera representa o auge do “fan service” e da exploração da nostalgia em Hollywood

    17 de março de 2017 /

    Sua reação ao assistir à adaptação live action de “A Bela e a Fera” vai depender do quanto você é fã do original. Quem ama o desenho de 1991, sabe cantar as músicas e chora em diversos momentos, incluindo a famosa cena da dança, vai sair do cinema achando que o filme foi feito sob encomenda. Mas quem nunca viu ou não gosta do clássico deve passar longe. É preciso entender – com seus prós e contras – que “A Bela e a Fera” representa o auge da fan service e da exploração da nostalgia em Hollywood. Sabendo disso, a Disney compreensivelmente optou por realizar quase uma filmagem literal do desenho com atores. Afinal, trata-se da única animação indicada ao Oscar de Melhor Filme quando essa categoria tinha somente cinco vagas. E ela mora nos corações de qualquer um que tem algo batendo no peito. Então, quem for ao cinema já vai para gostar do filme. Sem dúvida, é um prazer ver “A Bela e a Fera” de novo. Verdade que o filme traz algumas cenas inéditas, mas elas não acrescentam muito à magia. Por outro lado, também não atrapalham. É preciso considerar que a animação tinha cerca de 1h20 de duração e não dá para entregar um filme tão curto hoje em dia. Imagine também que a Disney poderia inventar mais alguma cena de dança entre a Bela e a Fera ou preencher tudo com músicas que soariam gratuitas, porém agradariam aos fanáticos. Mas não, isso não acontece. De resto, “A Bela e a Fera” reproduz quase que frame by frame toda obra original, como Zack Snyder fez com “300” (2006) e “Watchmen” (2009), os melhores filmes de um diretor fraco. Do mesmo modo, o diretor Bill Condon, que enganou todo mundo quando filmou o ótimo “Deuses e Monstros” (1998) e seguiu carreira rumo à mediocridade com dois filmes da saga “Crepúsculo”, tenta fazer apenas uma imitação. Sob total controle da Disney, Condon arrisca muito pouco, como na tímida insinuação gay de um personagem coadjuvante, e não se encarrega de atualizar detalhes que mereciam atenção maior. Pode-se argumentar que a trama é de filme de época, com seus valores antiquados e cheirando a mofo, porém alguns conceitos, que já incomodavam em 1991, envelheceram muito no século 21. Como uma Bela que se esforça para ser relevante, mas permanece 100% submetida ao universo masculino – a seu pai (Kevin Kline), ao vilão Gaston (Luke Evans) e à Fera (Dan Stevens). Por mais que Emma Watson tenha reiterado que trouxe uma visão feminista ao papel, a própria Disney foi mais empoderadora com “Valente”, “Frozen”, “Zootopia” e “Moana”. Também é estranho ver todos os atores, com exceção do casal principal, atuando como se estivessem em um desenho animado – e isso pode ser colocado na conta da direção, afinal são atores competentes. Sem falar nos efeitos visuais um tanto artificiais, como numa animação mesmo, porque o trabalho do elenco por trás de personagens digitais se restringe à dublagem. Se deu certo na animação, não quer dizer que o resultado será o mesmo em um filme de verdade. É um contraste gritante com o milagre que foi “Mogli”, adaptação da própria Disney para uma de suas animações, onde animais falantes e cantores eram realistas e perfeitamente plausíveis dentro da narrativa. A diferença é que Jon Favreau, diretor de “Mogli” (e da futura adaptação live action de “O Rei Leão”) conhece o caminho das pedras e está anos-luz à frente de Bill Condon. Favreau jamais deixa o CGI dominar seu filme – ironicamente, quase todo criado em computador – e o usa como ferramenta para se concentrar no principal, a história. Já na versão animada com atores de “A Bela e a Fera” salva-se, pelo menos, a própria Fera graças ao trabalho de Dan Stevens por trás dos pixels. Nem perto de ser um Andy Serkis, responsável pelo Gollum de “O Senhor dos Anéis” e o Cesar, de “Planeta dos Macacos”, ao menos aproxima-se de Sam Worthington e Zoe Saldana, que convenceram em “Avatar”. Como não dava para brigar em pé de igualdade com o encanto gerado pela versão clássica, esse “A Bela e a Fera” precisava, no mínimo, impressionar em outros quesitos. Emma Watson, por exemplo, não tem aquele brilho nos olhos que o papel exige nem fará qualquer espectador se apaixonar pela personagem. E é quase impossível não pensar em Hermione de vez em quando, o que pode gerar mais desconexões da plateia. Mas o fã de carteirinha nem vai ligar, porque vai chorar, cantar e assistir do início ao fim com um sorriso largo no rosto, como se estivesse reencontrando um velho conhecido muito querido. Alegria garantida, mas fortuita, já que o conhecido não tem nada de novo para contar desde o último encontro.

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    Disney cancela estreia de A Bela e a Fera na Malásia, após censura a “momento gay” do filme

    14 de março de 2017 /

    A Disney decidiu adiar a estreia de “A Bela e a Fera” na Malásia, após as autoridades do país de maioria muçulmana censurarem “um momento gay” do filme. O presidente do Conselho de Censura da Malásia, Abdul Halim Abdul Hamid, declarou ao jornal The Star que o filme havia sido “autorizado […] com uma pequena censura”. Segundo ele, a sequência cortada é um “momento gay” no filme, que mesmo com o corte não foi liberado com censura livre, e sim para maiores de 13 anos, devido a outras cenas que “podem ser inadequadas”. A censura acontece uma semana depois da Rússia declarar o filme impróprio para menores de 16 anos, por pressão de um deputado ultraconservador pelo mesmo “momento gay”. O alvo é o personagem Lefou, interpretado por Josh Gad como o primeiro personagem gay da Disney a sair do armário – tardiamente, por sinal, já que a franquia “Shrek” tinha até uma princesa transexual. Mas assim que a censura foi confirmada, a Disney deixou sua clara sua posição, cancelando a exibição do filme no país. Os pôsteres dos cinemas de Kuala Lumpur indicam que a exibição do filme foi “adiada até novo aviso”. “A Bela e a Fera” também foi criticada em Cingapura, país vizinho da Malásia, onde o clero cristão acusou o estúdio de se desviar dos “valores saudáveis e dominantes”. “Aconselhamos os pais a conversar com seus filhos sobre esta nova versão de ‘A Bela e a Fera'”, declarou o bispo Rennis Ponniah, presidente do Conselho Nacional das Igrejas de Singapura. A homossexualidade é ilegal na Malásia e Cingapura, e pode resultar em prisão em ambos os países.

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    Versão com atores de Aladdin não será estrelada por brancos

    12 de março de 2017 /

    A versão com atores da animação clássica “Aladdin”, da Disney, vai refletir a pressão por representatividade que tem se manifestado com cada mais força sobre as produções de Hollywood. Ou seja, a Disney não vai escalar atores brancos para viver árabes no filme. Em chamada para testes de elenco, o estúdio antecipou a exigência: que os atores principais tenham características físicas do Oriente Médio. O que é absolutamente correto, uma vez que a história se passa no Oriente Médio e é inspirada numa fábula árabe de “As Mil e Uma Noites”. Confira abaixo. Segundo o aviso dos testes, os intérpretes de Aladdin e Jasmine devem ter entre 18 e 25 anos e precisam saber cantar. Experiência com dança também é desejável. E a escolha acontecerá muito em breve, pois os ensaios para o longa-metragem serão realizados no mês de abril. Outra novidade revelada pelo casting call é a data de produção: de julho de 2017 a janeiro de 2018, no Reino Unido. O novo “Aladdin” tem roteiro de John August, que escreveu cinco filmes de Tim Burton, entre eles “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (2005) e “Sombras da Noite” (2012), e direção de Guy Ritchie (“O Agente da UNCLE”). Alright kids, if you know someone who fits this, you better share this with them. Submit asap. Good luck my babies pic.twitter.com/PLP37ritcV — Dani Fernandez (@msdanifernandez) March 9, 2017

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    Cena da versão com atores de A Bela e a Fera destaca personagens animados

    8 de março de 2017 /

    A Disney divulgou uma cena da versão com atores de “A Bela e a Fera” que ironicamente não tem atores, apenas animação digital. A prévia traz diversos personagens animados por computação gráfica, destacando Lumière, o castiçal falante (dublado por Ewan McGregor), que se esforça para ser o cupido dos protagonistas. Com Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, o filme dirigido por Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) é uma recriação da animação clássica de 1991. A estreia acontece na próxima semana, em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Rússia proíbe A Bela e a Fera para menores de 16 anos

    7 de março de 2017 /

    “A Bela e a Fera” é tão forte quanto “Logan”. Esta é a conclusão da comissão do Ministério da Cultura russo, responsável pela classificação etária dos filmes exibidos no país. A produção da Disney foi proibida para menores de 16 anos nos cinemas da Rússia. O filme quase foi totalmente vetado no país. Tudo por causa de mensagens de “propaganda gay” para crianças. Após Bill Condon, diretor do filme, revelar que “A Bela e a Fera” mostraria “o primeiro momento gay” em um filme da Disney, o deputado russo Vitali Milonov iniciou uma campanha para impedir o lançamento no país do que chamou de uma “desavergonhada propaganda do pecado”. O político foi um dos principais articuladores da lei russa contra a “propaganda gay”, assinada pelo presidente Vladimir Putin em 2013. Essa lei, que levantou muitas críticas na comunidade internacional, proíbe a distribuição de informações capazes de despertar o interesse de menores pelas “relações sexuais não-tradicionais”, e vem sendo utilizada como pretexto para banir qualquer manifestação em defesa dos gays no país, além de servir de justificativa para ataques homofóbicos. “A Bela e a Fera” estreia em 16 de março no Brasil.

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    Diretor de A Bela e a Fera considera exagerada a reação à referência gay da trama

    7 de março de 2017 /

    Quando disse que “A Bela e a Fera” teria uma trama gay, o diretor Bill Condon não imaginava que o filme se tornaria alvo de reações conservadoras exacerbadas. Um dono de cinema do interior do Alabama proclamou que não iria exibir o filme, em nome de Deus e dos bons costumes. E até o Ministério da Cultura da Rússia revelou que pretende examinar a produção com cuidado para verificar se ela não faz “propaganda gay” para crianças. Por outro lado, várias pessoas e organizações ligadas aos direitos LGBTQ elogiaram a iniciativa, inédita nas produções cinematográficas infantis da Disney. O próprio ator Josh Gad, intérprete de LeFou, o tal personagem gay da trama, se disse honrado pelo feito histórico. Na entrevista à revista Attitude, em que fez a revelação, Condon adiantara: “LeFou é alguém que um dia quer ser Gastón e no outro quer beijar Gastón. Ele está confuso sobre seus desejos. É alguém que está descobrindo seus sentimentos. Josh fez algo bem sutil e delicioso e isso é o que faz valer no final, que eu não quero revelar. Mas é um momento bacana, exclusivamente gay num filme da Disney”. Mas agora o cineasta parece querer voltar atrás, tentando diminuir o impacto de ter anunciado o “primeiro personagem LGBTQ da Disney”, antes mesmo do grande público saber mais sobre a cena — que é breve e cômico. “Oh, Deus. Posso falar? Está tudo muito exagerado”, disse o cineasta ao site ScreenCrush. “Porque é só isso mesmo: um momento divertido do filme. Eu amo a maneira como as pessoas que não sabiam reagiram e viram a cena como uma bela surpresa”. Perguntado sobre como o público deveria reagir à cena, ele respondeu: “Não dando tanta importância à ela. Por que tem que ser tão importante?”. Mas já é tarde. As redes sociais naturalmente aumentaram a expectativa em cima da cena, que pode decepcionar quem esperar por bandeiras tremulando ao vento. Se não tivesse sido anunciada com estardalhaço, era capaz da cena não incomodar tanto os homofóbicos do interior do Alabama.

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    Clipe coloca Ariana Grande e John Legend no castelo de A Bela e a Fera

    6 de março de 2017 /

    A Disney divulgou o clipe da nova versão da música tema de “A Bela e a Fera”, que coloca os intérpretes Ariana Grande e John Legend no castelo da fábula encantada. Dirigido por Dave Meyers (responsável pelo clipe “Firework”, de Katy Perry, entre outros, além do remake de “A Morte Perde Carona”), o vídeo inicia com Ariana Grande com um vestidão vermelho, no balcão do castelo, e traz John Legend como um Príncipe ao piano, no meio do salão. A produção tem direito a uma coreografia própria, em que dançarinos entram em cena para se transformar em pétalas de rosas vermelhas. Mas até Emma Watson aparece, com seu vestido amarelo de Bela, para dançar com a Fera – criada digitalmente como no filme. A forma como o clipe integra os cantores à cena clássica do baile a dois é bastante criativa, reforçando o cuidado visual dispensado à cenografia e aos efeitos da produção. A trilha será lançada na sexta (10/3), e também inclui uma gravação inédita de Céline Dion, intérprete da versão original do tema “Beauty and the Beast” na animação de 1991. Sua nova música, “How Does A Moment Last Forever”, acompanha os créditos finais do filme. Já a estreia de “A Bela e a Fera” acontece na próxima semana, no dia 16 de março no Brasil.

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    Rússia avalia banir A Bela e a Fera devido à “propaganda gay”

    5 de março de 2017 /

    A Rússia está considerando vetar a exibição do novo filme da Disney, “A Bela e a Fera”, no país. Segundo a rede inglesa BBC, o próprio ministro russo da Cultura, Vladimir Medinsky, disse estar avaliando se a obra infringe a lei que proíbe qualquer “propaganda gay” a menores de idade. A avaliação será feita sob o embalo de manifestações como a do deputado russo Vitali Milonov, que afirmou no sábado (4/3) que o filme faz uma “desavergonhada propaganda do pecado”. A polêmica ecoa uma entrevista de Bill Condon, diretor do filme, na qual ele revelou que “A Bela e a Fera” mostrará “o primeiro momento gay” em um filme da Disney, apesar de alguns críticos já terem anunciado que a afetação do personagem LeFou, vivido pelo ator Josh Gad, está longe de ser escandalosa. O deputado Milonov pediu ao ministro da Cultura que organize uma projeção especial antes da estreia, a fim de “tomar medidas para vetar totalmente sua exibição, se forem encontrados elementos de propaganda homossexual”. O deputado é um dos principais entusiastas da lei russa contra a “propaganda gay”, assinada pelo presidente Vladimir Putin em 2013. Essa lei, que levantou muitas críticas na comunidade internacional, proíbe a distribuição de informações capazes de despertar o interesse de menores pelas “relações sexuais não-tradicionais”, e vem sendo utilizada como pretexto para banir qualquer manifestação em defesa dos gays no país, além de servir de justificativa para ataques homofóbicos. Curiosamente, os ex-comunistas encontram respaldo em suas preocupações num gerente de cinema do interior do Alabama, nos EUA, que também vetou a exibição de “A Bela e a Fera” em nome de Deus e dos bons costumes. “A Bela e a Fera” tem estreia marcada para 16 de março no Brasil.

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    Cinema do interior dos EUA não exibirá A Bela e a Fera em protesto contra personagem gay

    3 de março de 2017 /

    Silas Malafaia não é único fundamentalista em guerra contra a “agenda gay” da Disney. O dono de um cinema “drive-in” do Alabama, considerado um dos Estados mais conservadores dos Estados Unidos, decidiu banir o filme “A Bela e a Fera” por não querer expor seus clientes a um novo personagem gay nas telas. O caso foi revelado pelo site da revista Variety. A versão com atores de “A Bela e a Fera”, que estreia em duas semanas,

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    Diretor de Spotlight vai escrever filme com atores do Ursinho Pooh para a Disney

    3 de março de 2017 /

    Tom McCarthy (diretor e roteirista de “Spotlight”, filme vencedor do Oscar 2016) vai rescrever o roteiro de “Christopher Robin”, novo longa de fantasia da Disney. Trata-se de versão com atores do “Ursinho Pooh”, que vai se centrar no único personagem humano da fábula infantil, o menino Christopher Robin. McCarthy vai substituir Alex Ross Perry (“A Rainha do Mundo”), contratado em novembro para fazer o roteiro do filme. Porém, o resultado não agradou totalmente a Disney e o estúdio busca uma nova abordagem. O projeto inicial previa mostrar o retorno do rapaz, já adulto, ao Bosque dos 100 Acres, onde vivem Pooh, Tigrão, Leitão e cia., para rever seus amigos. Na trama, Robin teria virado um homem de negócios que prioriza o trabalho à sua esposa e filha, e a última coisa que precisa é voltar a ver Pooh. Mas o ursinho precisa de sua ajuda para encontrar seus amigos novamente. Robin terá que achar uma maneira de ajudar ao velho amigo sem perder tudo o que conquistou como adulto. A sinopse é muito parecida com “Hook” (1991), com Christopher Robin no lugar do Peter Pan adulto, vivido por Robin Williams. A direção vai ficar sob o comando de Marc Forster (“Guerra Mundial Z”), que, por sinal, fez um ótimo filme sobre a origem da história de Peter Pan, “Em Busca da Terra do Nunca” (2004). Por coincidência, já há um filme sobre a origem do Ursinho Pooh prestes a chegar aos cinemas, contando a história do verdadeiro Christopher Robin, filho do escritor A.A. Milne. Ainda sem título, o filme já teve fotos divulgadas, é dirigido por Simon Curtis (“A Dama Dourada”) e estrelado por Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) e Domhnall Gleeson (“Star Wars: O Despertar da Força”). A data de estreia ainda não foi definida.

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    Novo vídeo insiste que Emma Watson vive uma princesa feminista em A Bela e a Fera

    3 de março de 2017 /

    A Disney divulgou um novo vídeo de “A Bela e a Fera”, dedicado à personagem da Bela. Ainda sem legendas, traz entrevistas de sua intérprete, Emma Watson (franquia “Harry Potter”), do diretor Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e do elenco sobre como a Bela deste filme é diferente da animação. Trata-se, em suma, de uma Bela feminista, na medida em que isso é possível num filme de princesa da Disney – que estreia já em 16 de março no Brasil.

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