Colin Farrell negocia estrelar a versão com atores de Dumbo
A Disney abriu negociações com Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) para estrelar a versão com atores de “Dumbo”, que será dirigida por Tim Burton (“O Lar das Crianças Peculiares”). Segundo o site Deadline, ele interpretará o pai viúvo de duas crianças, mesmo papel que Will Smith quase assumiu na produção. Além dele, Eva Green (“O Lar das Crianças Peculiares”) também está perto de acertar para interpretar uma trapezista francesa, assim como Danny DeVito (série “It’s Always Sunny in Philadelphia”). O roteiro foi escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), que incluiu personagens humanos na trama, ausentes na animação de 1941. O clássico conta a história de um bebê elefante que nasceu com orelhas enormes e por isso é motivo de deboche entre os demais animais de um circo. Mas estas mesmas orelhas acabam lhe permitindo voar. E com a ajuda de Timotéo, um simpático ratinho, ele acaba se tornando a maior atração do circo. A data de lançamento do novo “Dumbo” ainda não foi definida.
Danny DeVito negocia participar da versão com atores de Dumbo
O ator Danny DeVito (série “It’s Always Sunny in Philadelphia”) está em negociações para participar de “Dumbo”, versão com atores do clássico animado da Disney, que terá direção de Tim Burton (“O Lar das Crianças Peculiares”). Caso tudo dê certo, ator e diretor retomarão a bem-sucedida parceria de “Batman – O Retorno” (1992), na qual o ator viveu o vilão dos quadrinhos Pinguim. Seu papel será o do mestre do picadeiro do circo em que se passa a trama. Além dele, Eva Green (“O Lar das Crianças Peculiares”) também está perto de acertar para interpretar uma trapezista francesa. Mas Will Smith (“Esquadrão Suicida”) acabou não fechando sua participação. O roteiro foi escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), que incluiu personagens humanos na trama, ausentes na animação de 1941. O clássico conta a história de um bebê elefante que nasceu com orelhas enormes e por isso é motivo de deboche entre os demais animais de um circo. Mas estas mesmas orelhas acabam lhe permitindo voar. E com a ajuda de Timotéo, um simpático ratinho, ele acaba se tornando a maior atração do circo. A data de lançamento do novo “Dumbo” ainda não foi definida.
Eva Green negocia retomar parceria com Tim Burton na versão com atores de Dumbo
A atriz Eva Green deve estrelar seu terceiro filme para o diretor Tim Burton. Após trabalharem juntos em “Sombras da Noite” (2012) e “O Lar das Crianças Peculiares” (2016), eles estão planejando repetir a parceria na versão “live action” de “Dumbo”, que o cineasta está desenvolvendo para a Disney. Segundo o site Deadline, a atriz negocia interpretar uma das três protagonistas adultas do filme. Paralelamente, Tom Hanks (“Sully: O Herói do Rio Hudson”) segue negociando sua participação no papel de vilão. O roteiro é de Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”) e as filmagens devem começar ainda em 2017, apesar da data de lançamento ainda não estar definida.
Eva Green e Gemma Arterton viverão o romance lésbico que inspirou o clássico Orlando de Virginia Woolf
As atrizes Eva Green (“O Lar das Crianças Peculiares”) e Gemma Arterton (“Gemma Bovery”) vão viver um romance lésbico ardente e histórico nas telas. Elas estrelarão “Vita & Virginia”, da cineasta Chanya Button (“Burn Burn Burn”), baseado no relacionamento entre as escritoras Virginia Woolf e Vita Sackville-West nos anos 1920. Eva Green será Virginia Woolf e Gemma Arterton irá viver Vita Sackville-West. As duas eram casadas quando iniciariam o affair que inspiraria cartas apaixonadas e o clássico “Orlando”, de Woolf, sobre um nobre que viveu por muitos séculos, transformando-se em mulher. “’Vita & Virginia’ será uma visceral história de amor, uma exploração vívida da criatividade e uma perspectiva enérgica de uma das mais icônicas escritoras do mundo”, declarou Chanya Button em comunicado. “Freqüentemente associamos mulheres do passado à opressão, ligadas aos deveres do casamento, da propriedade e da vida doméstica. Mas o que ‘Vita & Virgínia’ oferece é um exemplo de relacionamento onde mulheres ousadas e brilhantes dobraram estas instituições a sua vontade, ainda que a um grande custo pessoal”, completou a cineasta. Button, que estreou em 2015 com “Burn Burn Burn”, indicado ao BIFA, principal prêmio do cinema indie britânico, também assina o roteiro em parceria com a veterana atriz Eileen Atkins (“Magia ao Luar”), em cuja peça o filme será baseado.
O Lar das Crianças Peculiares resgata a sombra do diretor que já foi Tim Burton
Adaptado dos livros de Ransom Riggs, “O Lar das Crianças Peculiares” tem o perfil de um filme típico de Tim Burton, cuja filmografia é repleta de alegorias contra a descrença. Infelizmente, Burton já não é o mesmo diretor que fez seus grandes clássicos há duas décadas. “O Lar das Crianças Peculiares” pode divertir, encantar, assustar aqui e ali, além de impressionar pela estética (o mínimo que se espera de Tim Burton) e apresentar uma bela trilha sonora. Está tudo lá. Mas, por um segundo, imagine se o diretor tivesse total liberdade criativa (ou a palavra seria “vontade”?) para ser Tim Burton. Falta, sim, aquela pitada de ousadia que caracterizava suas melhores obras, de “Os Fantasmas se Divertem” (1988) a “Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça” (1999). Fica a impressão de que, há tempos, estúdio nenhum entrega dinheiro de bandeja para Burton fazer o filme que ele quiser e do jeito que bem entender. Das duas, uma: 1) Ele perdeu a essência que chamou a atenção do mundo no final dos anos 1980, até o fim dos 1990, e assumiu que hoje é uma caricatura de si próprio, ou 2) Ainda que trabalhando sob rédea curta, acomodou-se e prefere seguir usando o apelo de seu nome para faturar com salários caros em contratos com grandes estúdios. Não dá para esconder que este é um produto importante para um grande estúdio como a Fox, que deve enxergar nos livros de Riggs “uma mistura de Harry Potter e X-Men”. Ou seja, uma oportunidade para gerar mais uma franquia lucrativa. Para Tim Burton, trata-se de um conto capaz de despertar as inspirações de outrora para conduzir um filme com sua assinatura tão conhecida e apreciada. Afinal, mesmo dentro do “esquema”, a obra de Riggs permitiu que o cineasta voltasse a extrair beleza da escuridão, sem perder o equilíbrio entre o lirismo e o macabro, entre os prós e contras de estar vivo ou morto de acordo com a sua excêntrica visão. As intenções do estúdio e do diretor se cruzam, mas não parecem se encontrar, o que interfere diretamente no resultado final. Talvez seja o melhor filme de Tim Burton nesta década, muito em função do material de origem. Não se engane, porque a grande cabeça do projeto é a de Ransom Riggs, que armou um tabuleiro sobre o poder da imaginação ser hereditário, mesmo que pule uma geração, passando de avô para neto. Isso leva a uma aventura em um passado mágico, onde existe um orfanato de crianças que carregam mais fardos que poderes. Tudo obra de Riggs, enquanto Burton se contentou apenas em reproduzir na tela algumas das cenas mais bonitas do livro, como a menina cheia de ar nos pulmões isolando a água de um dos cômodos de um navio fantasma ou qualquer frame que traga Eva Green no papel da Srta. Peregrine, que cuida da garotada. A beleza dessas cenas é, claro, mérito do diretor, mas ele tem talento de sobra para ir além da plasticidade evidente. A história era um prato cheio para Tim Burton brilhar, afinal Ransom Riggs distribuiu temas variados em seus livros, como viagens no tempo, a ameaça de uma espécie de bicho papão, o excesso de cuidado com crianças quando o mundo real está lá fora, homenagens ao cinema – como o menino que projeta seus sonhos na tela –, e a situação do orfanato que remete aos judeus fugindo e se escondendo dos nazistas na 2ª Guerra Mundial. Mas tudo acaba se perdendo. Não há a menor dúvida que os dois primeiros atos são muito mais Tim Burton que o último. Embora traga elementos que costumamos identificar em seu cinema, o clímax parece ter sido acelerado pelo estúdio, como se fosse obrigatória a necessidade de aumentar a ação para agradar uma plateia mais jovem. A ação pode acontecer, mas ela precisa ser devidamente preparada. Porém, neste filme, somos arremessados, durante seu ato derradeiro, a uma correria desenfreada, passando por explicações apressadas e, por isso mesmo, confusas sobre fendas no tempo e as motivações dos vilões. O pior é que esse atropelamento narrativo é corriqueiro quando se trata de adaptações literárias infanto-juvenis. Até isso é lugar-comum. E flertar com o convencional é muito pouco quando se trata de Tim Burton. Ao final, é triste constatar que qualquer David Yates poderia ter feito este filme.
Eva Green vai estrelar próximo filme de Roman Polanski
A atriz Eva Green entrou no elenco do próximo filme do cineasta Roman Polanski, a adaptação do premiado romance “Baseado em Fatos Reais”, de Delphine de Vigan. E, para variar, interpretará uma personagem desequilibrada. Ela vai contracenar com a esposa do diretor, Emmanuelle Seigner, que é figura constante nos filmes de Polanski desde “Busca Frenética” (1988). Na trama, Seigner viverá o alter-ego de Delphine de Vigan, uma escritora que passa por um bloqueio criativo após o lançamento do último e bem-sucedido livro. O momento difícil é superado com a ajuda de uma nova e maravilhosa amiga, L, papel de Eva Green. O problema é que a amiga, que trabalha como ghost writer, revela-se uma admiradora obsessiva que, em pouco tempo, tenta se intrometer no texto e até na vida íntima da escritora. Lançado no Brasil pela Intrínseca, o livro venceu diversos prêmios literários no ano passado. A adaptação está sendo escrita por outro cineasta, Olivier Assayas, que recentemente recebeu o prêmio de Melhor Diretor do Festival de Cannes por seu filme “Personal Shopper”, uma história de fantasmas com Kristen Stewart, previsto para estrear em dezembro na França. A produção será financiada pelo estúdio americano Lionsgate, marcando uma volta simbólica de Polanski a Hollywood. Mas, como o cineasta não pode sair da França sob pena de ser preso e extraditado para os EUA, as filmagens de “Baseado em uma História Real” começam em novembro, na cidade de Paris. Não está claro se a produção será falada em inglês ou francês. Curiosamente, Eva Green, que é francesa, não filma em sua língua natal desde seu segundo longa-metragem em 2004.
Euphoria: Alicia Vikander e Eva Green são irmãs na primeira foto de drama europeu
A Svensk Filmindustri divulgou a primeira foto de “Euphoria”, que traz a atriz sueca Alicia Vikander (“Jason Bourne”) e a francesa Eva Green (série “Penny Dreadful”) como irmãs em conflito, que viajam pela Europa para um destino misterioso. “Euphoria” tem roteiro e direção de Lisa Langseth. Será o terceiro filme da cineasta sueca e todos eles foram estrelados por Vikander, que este ano venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “A Garota Dinamarquesa” (2015). O elenco também inclui os ingleses Charles Dance (série “Game of Thrones”), Charlotte Rampling (“45 Anos”), Adrian Lester (minissérie “London Spy”) e Mark Stanley (também de “Game of Thrones”). A estreia deve acontecer em 2017.
O Lar das Crianças Peculiares: Nova fantasia de Tim Burton ganha comercial
A 20th Century Fox divulgou um novo comercial de “O Lar das Crianças Peculiares”, durante a transmissão do Teen Choice Awards, na noite de domingo (31/7) nos EUA. O novo filme de Tim Burton (“Grandes Olhos”) reúne crianças superpoderosas numa mansão distante, onde aprendem a controlar suas habilidades com uma misteriosa mentora, protegidos contra quem busca caçá-los por suas peculiaridades. Embora a trama seja uma adaptação do livro “O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares”, de Randon Riggs, sua premissa poderia servir para introduzir qualquer filme dos mutantes “X-Men”. E, para reforçar a ligação, o roteiro é de Jane Goldman, que também escreveu “X-Men: Primeira Classe” (2011). O filme é estrelado por Eva Green (série “Penny Dreadful”), que repete a parceria com o diretor após “Sombras da Noite” (2012), o jovem Asa Butterfield (“Ender’s Game: O Jogo do Exterminador”) e Samuel L. Jackson, voltando a viver um vilão após “Kingsman – Serviço Secreto” (2014), além de Allison Janney (série “Mom”), Ella Purnell (“Malévola”), Kim Dickens (“Garota Exemplar”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Chris O’Dowd (série “The IT Crowd”), Rupert Everett (“O Casamento do Meu Melhor Amigo”), Terence Stamp (“Grandes Olhos”), Ella Wahlestedt (“Terra para Echo”) e as crianças Pixie Davies (série “Humans”), Milo Parker (“Sr. Sherlock Holmes”), Aiden Flowers (“A Grande Aposta”), Raffiella Chapman (“A Teoria de Tudo”) e Justin Davies (série “Stella”). A estreia está marcada para 29 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Alicia Vikander e Eva Green viverão irmãs em drama europeu
Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”) e Eva Green (série “Penny Dreadful”) vão viver duas irmãs em conflito em “Euphoria”, primeiro filme falado em inglês da cineasta sueca Lisa Langseth (“Hotell”). Segundo o site da revista Variety, Charlotte Rampling (“45 Anos”) também está escalada no projeto. Com filmagens previstas para agosto nos Alpes, a trama vai acompanhar Vikander e Green viajando pela Europa rumo a um misterioso destino. Este será o terceiro filme de Langseth e todos eles foram estrelados por Vikander, que este ano venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “A Garota Dinamarquesa” (2015). Vale observar que cada uma das atrizes escaladas representa uma nacionalidade diferente da Europa. Vikander é sueca, Green é francesa e Rampling inglesa. Não por acaso, trata-se de uma coprodução entre três diferentes países, Suécia, Reino Unido e Alemanha, onde boa parte da trama será filmada.
O Lar das Crianças Peculiares: Novo trailer e pôsteres mostram os “mutantes” de Tim Burton
A Fox Fim do Brasil divulgou o novo trailer de “O Lar das Crianças Peculiares”, em versão dublada e legendada. Também foram disponibilizados os pôsteres dos personagens do filme de Tim Burton (“Grandes Olhos”), que reúne crianças superpoderosas numa mansão distante, onde aprendem a controlar suas habilidades com uma poderosa mentora, protegidos contra quem busca caçá-los por suas peculiaridades. Embora a trama seja uma adaptação do livro “O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares”, de Randon Riggs, sua premissa poderia servir para introduzir qualquer filme dos mutantes “X-Men”. E, para reforçar a ligação, o roteiro é de Jane Goldman, que também escreveu “X-Men: Primeira Classe” (2011). O filme é estrelado por Eva Green (série “Penny Dreadful”), que repete a parceria com o diretor após “Sombras da Noite” (2012), o jovem Asa Butterfield (“Ender’s Game: O Jogo do Exterminador”) e Samuel L. Jackson, voltando a viver um vilão após “Kingsman – Serviço Secreto” (2014), além de Allison Janney (série “Mom”), Ella Purnell (“Malévola”), Kim Dickens (“Garota Exemplar”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Chris O’Dowd (série “The IT Crowd”), Rupert Everett (“O Casamento do Meu Melhor Amigo”), Terence Stamp (“Grandes Olhos”), Ella Wahlestedt (“Terra para Echo”) e as crianças Pixie Davies (série “Humans”), Milo Parker (“Sr. Sherlock Holmes”), Aiden Flowers (“A Grande Aposta”), Raffiella Chapman (“A Teoria de Tudo”) e Justin Davies (série “Stella”). A estreia está marcada para 29 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Penny Dreadful: Série é encerrada sem aviso, com final inesperado
A série “Penny Dreadful” chegou ao fim, sem maiores avisos, com o episódio exibido no domingo (19/6) nos Estados Unidos, surpreendendo os fãs. O nono e último episódio da 3ª temporada acabou com um “the end”. Ou seja, depois de 27 episódios, a série não voltará para um quarto ano. Em contraste com a blitz publicitária de “Game of Thrones”, o canal americano Showtime optou por terminar a série sem alarde, colocando um ponto final na história de terror gótico criada pelo roteirista John Logan (“007 Contra Spectre”), que reunia diversos personagens da literatura do século 19, como Frankenstein e Dorian Gray, e trazendo Eva Green como a protagonista, uma médium atormentada por demônios. David Nevins, o presidente do Showtime, foi sucinto ao explicar o encerramento. “É isso que é a televisão agora. Não temos que fazer sete temporadas pelo saco de fazer sete temporadas. Alguns programas são feitos para isso, outros, não”. Em comunicado, Logan disse que, já na 2ª temporada, percebeu para onde a história estava indo, e o encontro de Vanessa com Deus seria um final apoteótico. “Era um programa sobre Vanessa Ives e sua batalha com a fé. Uma mulher apegada a Deus e a ao diabo. Falei com Eva, e depois com David”, disse o responsável pela atração. Em entrevista com o site da revista The Hollywood Reporter, Nevins explicou que tentou reverter a decisão de Logan, mas que o escritor estava determinado a concluir a história de forma definitiva… e trágica. “A coisa tradicional para se fazer era anunciar que esta seria a última temporada”, contou o executivo. “Mas parecia que tiraria a surpresa, e parte do prazer de se assistir TV hoje é experimentar as surpresas em primeira mão, sem spoilers de nenhum tipo. O episódio não começa com os créditos usuais, o que sinaliza algo diferente está acontecendo, e termina com ‘the end'”. John Logan ainda divulgou um vídeo, disponível logo abaixo, em que agradece aos fãs e confirma que sempre teve a intenção de encerrar a série em sua 3ª temporada. No Brasil, “Penny Dreadful” é exibida pelo canal pago HBO.
Lar das Crianças Peculiares: Trailer legendado revela quase um X-Men de Tim Burton
A Fox Fim do Brasil divulgou o primeiro trailer legendado de “O Lar das Crianças Peculiares”, novo filme de Tim Burton (“Grandes Olhos”). A prévia reúne crianças superpoderosas, algumas deformadas por suas peculiaridades, que encontram um lar numa mansão distante, onde aprendem sobre suas habilidades com uma poderosa mentora. Mas o protagonista é Asa Butterfield (“Ender’s Game: O Jogo do Exterminador”), que entra nesse universo fantástico com a missão de proteger as crianças, perseguidas por uma ameaça do mundo exterior (Samuel L. Jackson, voltando a viver um vilão após “Kingsman – Serviço Secreto”). A Fox americana também disponibilizou o primeiro pôster (veja abaixo). É inevitável relacionar o que o vídeo revela com os quadrinhos de mutantes da Marvel Comics. E, para reforçar a ligação, o roteiro é de Jane Goldman, que também escreveu “X-Men: Primeira Classe” (2011). Mas a trama, na verdade, é baseada no livro “O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares” de Randon Riggs. As semelhanças vêm da fonte original. O que não impede o filme de parecer uma espécie de “X-Men de Tim Burton” O elenco também destaca a personagem-título do livro, vivida por Eva Green (série “Penny Dreadful”) que repete a parceria com o diretor após “Sombras da Noite” (2012), e ainda inclui Allison Janney (série “Mom”), Ella Purnell (“Malévola”), Kim Dickens (“Garota Exemplar”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Chris O’Dowd (série “The IT Crowd”), Rupert Everett (“O Casamento do Meu Melhor Amigo”), Terence Stamp (“Grandes Olhos”), Ella Wahlestedt (“Terra para Echo”) e as crianças Pixie Davies (série “Humans”), Milo Parker (“Sr. Sherlock Holmes”), Aiden Flowers (“A Grande Aposta”), Raffiella Chapman (“A Teoria de Tudo”) e Justin Davies (série “Stella”). A estreia está marcada para 29 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
O Lar das Crianças Peculiares: Veja as primeiras fotos do novo filme de Tim Burton
A 20th Century Fox divulgou as primeiras fotos do filme “O Lar das Crianças Peculiares”, próximo trabalho do cineasta Tim Burton (“Grandes Olhos”). As imagens destacam os diversos personagens da trama, com destaque para Eva Green (série “Penny Dreadful”) no papel-título, repetindo a parceria com o diretor após “Sombras da Noite” (2012), e Asa Butterfield (“Ender’s Game: O Jogo do Exterminador”) como o jovem protagonista. Baseado no livro “O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares” de Randon Riggs, o filme acompanha Jacob, um adolescente que ouvia histórias do avô sobre um orfanato para crianças especiais. Entre os moradores do orfanato estava uma menina que podia segurar fogo nas mãos, outra cujos pés jamais tocavam o chão e gêmeas que se comunicavam telepaticamente. Quando o avô morre inesperadamente, ele decide ir atrás do tal orfanato, e acaba descobrindo que as crianças, além de especiais, também eram perigosas. O elenco também inclui Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”), Allison Janney (série “Mom”), Ella Purnell (“Malévola”), Kim Dickens (“Garota Exemplar”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Chris O’Dowd (série “The IT Crowd”), Rupert Everett (“O Casamento do Meu Melhor Amigo”), Terence Stamp (“Grandes Olhos”), Ella Wahlestedt (“Terra para Echo”) e as crianças Pixie Davies (série “Humans”), Milo Parker (“Sr. Sherlock Holmes”), Aiden Flowers (“A Grande Aposta”), Raffiella Chapman (“A Teoria de Tudo”) e Justin Davies (série “Stella”). O roteiro é assinado por Jane Goldman (“X-Men: Primeira Classe”) e a estreia já está marcada para 30 de setembro nos EUA. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.










