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    Astro de E.R. revela ter sido estuprado por produtor de Hollywood quando era menor

    10 de novembro de 2017 /

    O ator Anthony Edwards, que até hoje é lembrado como o médico Mark Greene na série “E.R.” (Plantão Médico), escreveu uma carta aberta no site Medium, em que afirma ter sido vítima de abuso sexual quando era menor de idade. O acusado é Gary Goddard, que já teve seu nome envolvido em polêmica semelhante. Ele dirigiu o primeiro filme live-action do personagem He-Man, intitulado “Mestres do Universo” (1987), e foi responsável pela criação de séries animadas infantis como “Capitão Power”, “Mega Babies” e “Guerreiros Esqueletos”. Anteriormente, Goddard foi acusado por Michael Egan, junto de outros produtores e do diretor Bryan Singer (“X-Men”), por fomentar um “circuito pedófilo de Hollywood”. O processo foi retirado por falta de provas, após várias acusações serem desmentidas por fatos irrefutáveis – por exemplo: Singer estava filmando “X-Men” no Canadá, com muitas testemunhas, durante as datas em que Egan o acusou de violá-lo no Havaí. Anthony, que começou sua carreira com 11 anos de idade, diz que Gary era seu mentor e que é na vulnerabilidade, quando pequeno, que os pedófilos atacam. “Eu fui molestado por Goddard, meu melhor amigo foi estuprado por ele… e isso aconteceu por anos”, afirma o ator. Foi apenas depois de mais velho que ele pôde enxergar e analisar o que aconteceu. “Somente depois de poder separar minha experiência, processá-la, e colocá-la em seu lugar, eu poderia aceitar essa verdade: meu abuso sempre pode estar comigo, mas não é meu”. O ator acredita que a conversa entre pais e filhos precisam ser feita e “é só violando o estigma do abuso sexual que podemos curar, mudar atitudes e criar ambientes mais seguros para nossos filhos”. Leia abaixo, na íntegra, o texto de Anthony Edwards: “Sim mãe, tem algo errado de vítima para sobrevivente Quando eu tinha 14 anos, minha mãe abriu a porta para perguntar honestamente dos rumores que ela ouviu sobre Gary Goddard –que era meu mentor, professor e amigo – ser pedófilo. Eu neguei entre lágrimas de completo pânico. Enfrentar a verdade não era uma opção como meu senso de si estava completamente enredado em minha gangue de cinco amigos que foram todos liderados por essa figura paternal doentia. Eu conheci Goddard quando tinha 12, e ele rapidamente se tornou uma força dominante em minha vida. Ele me ensinou os valores da atuação, respeito pela amizade e a importância de estudar. Pedófilos caçam a fraqueza. Meu pai, que sofria de estresse pós-traumático da 2ª Guerra Mundial, não estava emocionalmente disponível. Todos possuem a necessidade de uma ligação, e eu não era exceção. Minha vulnerabilidade estava exposta. Eu fui molestado por Goddard, meu melhor amigo foi estuprado por ele – e isso aconteceu por anos. O nosso grupo, a gangue, continuou quieta. Por quê? Um dos efeitos mais trágicos do abuso sexual em crianças é que as vítimas muitas vezes se sentem profundamente responsáveis – como se fosse de alguma forma culpa sua. Com sua forma de controle doente, os abusadores exploram o desejo natural de uma criança de se unir. As vítimas são obrigadas a jogar pelas regras do abusador, ou então estão ‘fora’ – banidas do único mundo que conhecem. Os abusadores são bem-sucedidos quando mantêm o controle desse pequeno mundo – um mundo baseado no medo. O uso do medo para controlar e manipular pode ser óbvio e sutil. Os abusadores costumam usar a palavra ‘amor’ para definir suas ações horríveis, o que constitui uma traição total de confiança. O dano resultante ao desenvolvimento emocional de uma criança é profundo e imperdoável. Somente depois de poder separar minha experiência, processá-la, e colocá-la em seu lugar, eu poderia aceitar essa verdade: meu abuso sempre pode estar comigo, mas não é meu. Por muitos anos, guardei a ideia de que o amor era condicional – e então eu procuraria alguém ou algo diferente do eu superior para definir essas condições e requisitos para mim. Tive a sorte de ter acesso à terapia e outros sobreviventes. A vergonha pode prosperar facilmente quando estamos isolados, mas perde seu poder quando as pessoas se juntam para compartilhar suas experiências comuns. 22 anos atrás, eu encontrei Gary Goddard em um aeroporto. Pude expressar minha indignação com o que ele havia feito. Ele jurou seus remorso e disse que havia conseguido ajuda. Senti uma sensação temporária de alívio. Eu digo temporário porque quando Goddard apareceu na imprensa há quatro anos acusado de abuso sexual, minha raiva ressurgiu. Aos 51 anos, fui dirigido por um grupo de amigos amorosos para um terapeuta especializado nesse tipo de abuso. Ao processar minha raiva em um lugar seguro com um profissional, finalmente consegui ter a conversa que gostaria de ter tido com minha mãe quando tinha 14 anos. Aprendi muito nestes últimos quatro anos. Mais importante, eu aprendi que não estou sozinho. Um em cada seis homens tem uma experiência sexual abusiva antes de completar 18 anos. O segredo, a vergonha e o medo são as ferramentas do abuso, e é só por violar o estigma do abuso sexual infantil que podemos curar, mudar atitudes e criar ambientes mais seguros para nossos filhos. Agora, há crianças e adultos que querem conversar. Agora, há pessoas que testemunharam esse tipo de abuso, mas não sabem como ajudar. No momento, existem milhões de vítimas que acreditam que o abuso que experimentaram foi, de alguma forma, culpa delas. Há milhões de crianças em nosso país que são uma conversa longe de serem ouvidas. Assim como existem milhões de homens adultos que estão a um passo de curar. Não fui de vítima a sobrevivente sozinho. Ninguém vai. Eu tive que pedir ajuda, e estou muito agradecido por ter feito isso.”

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    Promotoria de Los Angeles cria equipe para investigar denúncias de abuso sexual em Hollywood

    10 de novembro de 2017 /

    A promotoria de Los Angeles anunciou, na quinta-feira (9/11), a criação de uma equipe especial para analisar e investigar as numerosas denúncias de abuso sexual que estão surgindo contra celebridades de Hollywood. Lacey explicou, contudo, que, até o momento, não recebeu qualquer denúncia passível de ser levada à Justiça. “Estamos em contato com os departamentos de polícia de Los Angeles e Beverly Hills, que abriram diversas investigações, incluindo contra o produtor Harvey Weinstein, o diretor James Toback e o ator Ed Westwick”, disse a promotora Jackie Lacey, em entrevista coletiva. Por enquanto, os casos estão em fase investigativa e ainda não possuem elementos suficientes para o início de processos. Além da investigação em Los Angeles, a imprensa americana informou que o promotor do distrito de Manhattan está preparando uma denúncia contra Weinstein com base na acusação feita pela atriz Paz de la Huerta. Também há investigações em curso pela polícia de Londres, envolvendo Weinstein e o ator Kevin Spacey. Após denúncia contra o poderoso produtor Harvey Weinstein, acusado por dezenas de mulheres em diferentes casos de abuso sexual, no início de outubro, Hollywood vive sob a sombra de novas e constantes acusações de assédio, que já envolveram atores como Kevin Spacey, Ed Westwick, Steven Seagal e Louis C.K., cineastas como Brett Ratner e James Toback, além de agentes de artistas e executivos de estúdios.

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    Charlie Sheen é acusado de estuprar o ator Corey Haim quando este era menor

    9 de novembro de 2017 /

    Charlie Sheen foi acusado pelo ator Dominick Brascia (“Sexta-Feira 13 – Parte 5: Um Novo Começo”) de ter estuprado o falecido ator Corey Haim quando este era menor de idade. Em entrevista ao tabloide The National Enquirer, Brascia disse que Sheen, então com 19 anos, fez sexo com Haim, que teria 13-14 anos na época em que ambos trabalhavam juntos no filme “A Inocência do Primeiro Amor”, de 1986. Brascia alega ter ouvido a história de Haim, que morreu em 2010, aos 38 anos. “Ele me disse que eles fumaram maconha e transaram. Ele disse que eles fizeram sexo anal. Haim me contou que, depois, Sheen ficou muito distante e o rejeitou. Quando Corey quis ficar de novo, Charlie não teve interesse.” Ele ainda afirmou que os dois voltaram a fazer sexo anos mais tarde. “Ele [Haim] disse que não gostou e finalmente superou Sheen. Ele disse que Charlie era um fracassado.” Após a publicação da entrevista na quarta (8/11), Charlie Sheen se manifestou. Seu assessor de imprensa emitiu uma nota em que o astro das séries de comédia “Two and a Half Men” e “Anger Management” “nega absolutamente” a acusação. A alegação contra Sheen vem à tona após Corey Feldman alegar que ele e Haim foram sexualmente abusados por pessoas da indústria cinematográfica. Feldman, recentemente, disse que há uma rede de pedofilia em Hollywood e acusou de abuso um ator de “Sem Licença Para Dirigir” (1988). Ele pretende fazer um documentário em que irá denunciar “nomes poderosos”.

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    Mais uma mulher acusa ator de Gossip Girl de estupro

    9 de novembro de 2017 /

    O ator Ed Westwick, que viveu Chuck Bass na série “Gossip Girl”, foi acusado de estupro por mais uma mulher. Após a atriz Kristina Cohen (série “Ladies Like Us”) denunciá-lo por forçá-la sem consentimento e ele ter negado, dizendo que nem sequer conhecia “essa mulher”, Aurélie Wynn também usou o Facebook para publicar seu relato. E é bastante similar à primeira denúncia. Ela relata que o estupro teria ocorrido em julho de 2014. “Estava com uma amiga em uma casa com o cara que ela saía, um ator do elenco de ‘Glee’. Ele dividia apartamento com Ed. Ficamos acordados até cinco da manhã, mas decidimos dormir porque tínhamos compromissos nesse dia”, explicou Aurélie que, assim como Kristina, disse que estava dormindo no momento do ataque. “Como Kristina, eu disse não para ele, e fui empurrada até perder a força. Estava vestida com um maiô que ele acabou rasgando. Fiquei completamente em choque, ainda mais porque sou muito pequena”. Aurélie também relatou que ao fim do sexo sem consentimento, ela se deu conta que sua amiga não estava mais no apartamento, e que teve dificuldades para voltar para casa pois não tinha internet. A moça foi aconselhada pelos amigos a não contar sobre o caso, já que seria classificada de mentirosa e teria seu nome manchado. “As pessoas iriam achar que eu queria meus dez minutos de fama”, escreveu ela. Ela chegou a contar para o namorado, o ator Mark Salling, intérprete de “Glee”, que está atualmente preso por consumir pornografia infantil. Mas, como os amigos avisaram, ele não acreditou nela e acabou terminando o relacionamento. Ed Westwick já está sendo investigado pela polícia, pois Kristina Cohen registrou queixa criminal após ele usar as redes sociais para negar que a conhecia. In July 2014, I went through a very similar ordeal with Ed Westwick, I was ubered by Ed to the Glendower Estates where… Publicado por Aurélie Wynn em Quarta-feira, 8 de novembro de 2017

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    Justiça suíça arquiva acusação de estupro contra Polanski

    8 de novembro de 2017 /

    A Justiça suíça declarou prescritas as acusações de estupro apresentadas no final de setembro contra o cineasta Roman Polanski. A violência teria acontecido em 1972, quando a vítima tinha 15 anos. “Na medida em que os fatos ocorreram há 45 anos, a prescrição penal – que era de no máximo 15 anos segundo o código da época – ocorreu o mais tardar em 1987”, de modo que as acusações perderam a validade, afirmou em um comunicado a procuradoria do Cantão de Berna que analisava a denúncia. “Em aplicação do princípio de não retroatividade do direito penal, um ato deve ser julgado segundo o direito em vigor no momento em que foi cometido. Em ausência de exceção a esse princípio, isso também se aplica aos prazos de prescrição”, detalhou a procuradoria. A mulher que acusa o diretor, Renate Langer, tem atualmente 61 anos. Ex-atriz e modelo, nascida em Munique, Langer apresentou sua denúncia em 26 de setembro na polícia suíça, assegurando que foi estuprada pelo cineasta duas vezes quando tinha 15 anos. Na denúncia, a vítima afirmou que o primeiro estupro aconteceu na casa do cineasta em Gstaad, na Suíça. Logo após, Polanski teria convidado Langer para figurar num filme seu como pedido de desculpas. Assim, o segundo abuso aconteceu, após as filmagens de “Que?”, de 1972, em Roma. A atriz revelou que, para se defender, chegou a jogar uma garrafa de vinho e outra de perfume no diretor. Langer foi a quarta mulher a acusar Polanski, que hoje tem 84 anos, de agressão sexual. Em 1977, o cineasta reconheceu ter mantido relações sexuais ilegais com Samantha Geimer, de 13 anos. Um juiz aceitou, em troca da admissão dos fatos, descartar outras acusações mais graves, deixando-o preso por 48 dias. Mas Polanski temia que o juiz desfizesse sua promessa e o mandasse à prisão perpétua, e ao conseguir liberdade condicional fugiu para a França, de onde não podia ser extraditado por ser cidadão francês. Em 2010, a atriz britânica Charlotte Lewis declarou que o cineasta a estuprou quando ela tinha 16 anos, e outra mulher, identificada como Robin, também o acusou de ter abusado dela, quando ela tinha 16 anos. Todos os casos teriam acontecido há muitos décadas. Vencedor do Oscar por “O Pianista” (2002), Polanski está desde 1989 casado com a atriz francesa Emmanuelle Seigner, sua parceira cinematográfica a partir de “Busca Frenética” (1988), com a qual tem dois filhos.

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    Ator de Prison Break é acusado de tentar estuprar figurinista em set de filmagem

    8 de novembro de 2017 /

    Mais um ator conhecido das séries foi acusado de abuso sexual. Robert Knepper, que ficou conhecido com o T-Bag de “Prison Break”, foi denunciado pela veterana figurinista de Hollywood Susan Bertram, que trabalhou em filmes como “Annabelle 2: A Criação do Mal”, “Pequenos Espiões” e “Con-Air”. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, ela alega que o ator tentou estuprá-la durante as filmagens do drama indie “Sonhos Femininos” (Gas, Food Lodging), de 1992. À época, ela tinha 31 anos e afirma que, quando foi deixar o figurino de Knepper em seu trailer, o ator pulou em sua frente, enfiou a mão por baixo do seu vestido e agarrou sua virilha “o mais forte que ele podia”. Em seguida, o ator a colocou de costas para a parede e disse “vou te comer inteira”, enquanto ela lutava contra o ataque e gritava que estava trabalhando. Eventualmente, ela conseguiu escapar e correu até cair de joelhos no chão do deserto do Novo México, onde o filme estava sendo rodado. Ela conta que depois se trancou num banheiro, onde averiguou que sua calcinha tinha sido rasgada, que a pele da região estava esfolada, pentelhos tinham sido arrancados e ela estava sangrando. “Eu simplesmente sentei lá e chorei por um tempo. Meu vestido estava rasgado, estava sujo”, lembrou-se durante a entrevista. Ao voltar ao trailer dos figurinos, ela contou à sua assistente, Dominique DuBois, o que tinha acontecido. E DuBois agora atesta a história. “Lembro que Susan entrou e ela estava visivelmente tremendo”, disse a assistente ao THR. “Ela me falou que [Robert Knepper] tentou estuprá-la. Ela estava muito abalada. Eu lembro disso”. Bertram afirma que queria muito trazer a história à público, antes mesmo da onda de escândalos sexuais que estão envolvendo homens poderosos da indústria cinematográfica, como Harvey Weinstein, James Toback e Kevin Spacey. Mas que se sentia impotente. “Nós não tínhamos nenhum apoio naquela época”, disse a figurinista. “Eu era jovem, era um dos meus primeiros empregos na indústria, eu estava muito longe de casa”. O que finalmente a inspirou a revelar o abuso foi o presidente Donald Trump, que numa gravação do programa “Access Hollywood” disse que gostava de “agarrar” as mulheres pelas vaginas. “Foi o que aconteceu comigo”, ela completou.

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    Ed Westwick está sendo investigado pela polícia após acusação de estupro

    8 de novembro de 2017 /

    O ator Ed Westwick, que interpretou Chuck Bass em “Gossip Girl”, está sendo investigado pela polícia após ser acusação de estupro acusado de estupro pela atriz Kristina Cohen (série “Ladies Like Us”). O ator negou a acusação dizendo que não conhece a atriz. Em fevereiro deste ano, Westwick esteve no Brasil para curtir um evento pré-Carnaval em São Paulo e, em julho, para prestigiar um evento de grife de moda no Rio. Ele trabalha atualmente na série britânica “White Gold”. Segundo a imprensa americana, o Departamento de Polícia de Los Angeles já iniciou a investigação e está ouvindo pessoas ligadas ao caso. O site Deadline confirmou com o ator Blaise Godbe Lipman (série “Weeds”), amigo de Cohen, que ela lhe contou o que tinha acontecido no dia seguinte ao suposto estupro, em fevereiro de 2014. A irmã de Cohen, Katalina Colgate, também afirmou que soube do caso logo após ter acontecido. Ambos também revelaram o nome do produtor que a atriz namorava na época e que a levou à casa de Westwick: o australiano Kaine Harling (“Sugar Mountain”). A denúncia foi publicada na madrugada de segunda-feira (6/11), no perfil da atriz no Facebook. “O último mês tem sido incrivelmente difícil. Assim como muitas outras mulheres, eu também tenho uma história de assédio”, ela escreveu. “Eu fui estuprada há três anos. Foi um período obscuro na minha vida. Minha mãe estava morrendo por causa de um câncer e eu não tinha tempo e condições de processar o que aconteceu comigo. Eu enterrei a minha dor e culpa para receber a devastação que veio com a morte da minha mãe, três meses depois”. Cohen diz que decidiu falar sobre o caso após ver a série de denúncias de abuso sexual no último mês em Hollywood. O produtor Harvey Weinstein, o cineasta James Toback e ator Kevin Spacey foram alguns dos acusados. “Eu namorei um produtor que era amigo do ator Ed Westick. Foi esse produtor que me levou na casa de Ed, quando eu o conheci pela primeira vez. Quando ele sugeriu que ‘todos nós deveríamos fazer sexo’ eu quis ir embora. Mas o produtor não queria deixar Ed desconfortável e sair. Ed insistiu que ficássemos para o jantar. Eu disse que estava cansada e que queria ir embora, tentando sair dessa situação desconfortável. Ed sugeriu que eu cochilasse no quarto de hóspedes. O produtor disse que ficaríamos mais 20 minutos e poderíamos ir embora. Eu fui para o quarto, deitei e acabei dormindo. Eu fui acordada abruptamente com Ed em cima de mim, com seus dedos dentro do meu corpo. Eu pedi para ele parar, mas ele era muito forte. Eu lutei o quanto eu pude, mas ele pegou meu rosto, me sacudiu, dizendo que queria fazer sexo comigo. Eu fiquei paralisada, aterrorizada. Eu não podia me mover. Ele me segurou e me estuprou”, escreveu Kristina. No dia seguinte à publicação, Ed Westwick também usou as redes sociais para negar tudo e dizer que nem conhecia a atriz. Isto fez com que Cohen decidisse fazer uma queixa formal na polícia, dando início à investigação criminal.

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    Ed Westwick nega estupro e diz que não conhece atriz que o acusa

    7 de novembro de 2017 /

    O ator Ed Westwick, que interpretou Chuck Bass na série “Gossip girl”, negou nesta terça-feira (7/11) a acusação de estupro feita pela atriz Kristina Cohen (série “Ladies Like Us”). “Não conheço essa mulher”, ele escreveu em suas redes sociais. “Nunca me forcei de nenhuma forma, ou a alguma mulher. Eu certamente não cometi estupro”, acrescentou. A atriz denunciou o ator em sua página no Facebook na segunda (6/11), descrevendo o estupro ocorrido há três anos, quando Westwick se aproveitou de sua situação vulnerável: ela estava dormindo. Cohen diz que decidiu falar sobre o caso após ver a série de denúncias de abuso sexual no último mês em Hollywood. O produtor Harvey Weinstein, o cineasta James Toback e ator Kevin Spacey foram alguns dos acusados. Uma publicação compartilhada por Ed Westwick (@edwestwick) em Nov 7, 2017 às 8:46 PST

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    Ator de Gossip Girl é acusado de estupro

    7 de novembro de 2017 /

    O ator Ed Westwick, conhecido por ter interpretado Chuck Bass na série “Gossip Girl”, foi acusado de estupro. A denúncia foi feita pela atriz Kristina Cohen (série “Ladies Like Us”) em um post no Facebook, publicado na segunda-feira (6/11). Ela conta que o estupro aconteceu há três anos, quando Westwick se aproveitou de sua situação vulnerável: ela estava dormindo. Em seu relato, ela explica que o período em que foi estuprada foi “obscuro”. “Minha mãe estava morrendo por causa de um câncer e eu não tinha tempo e condições de processar o que aconteceu comigo. Eu enterrei a minha dor e culpa para receber a devastação que veio com a morte da minha mãe, três meses depois”, escreveu a atriz. A atriz também conta que na época namorava um produtor amigo de Westick, que não foi identificado: “Ele me levou na casa de Ed, quando eu o conheci pela primeira vez. Quando ele sugeriu que ‘todos nós deveríamos fazer sexo’ eu quis ir embora. Mas o produtor não queria deixar Ed desconfortável e sair. Ed insistiu que ficássemos para o jantar. Eu disse que estava cansada e que queria ir embora, tentando sair dessa situação desconfortável”. Então, Westick sugeriu que ela cochilasse no quarto de hóspedes. “Eu fui acordada abruptamente com Ed em cima de mim, com seus dedos dentro do meu corpo. Eu pedi para ele parar, mas ele era muito forte. Eu lutei o quanto eu pude, mas ele pegou meu rosto, me sacudiu, dizendo que queria fazer sexo comigo. Eu fiquei paralisada, aterrorizada. Eu não podia me mover. Ele me segurou e me estuprou”, desabafou. Cohen diz que decidiu falar sobre o caso após ver a série de denúncias de abuso sexual no último mês em Hollywood. O produtor Harvey Weinstein, o cineasta James Toback e ator Kevin Spacey foram alguns dos acusados. O ator negou as acusações e afirmou não conhecer a atriz. Leia aqui. The last month has been incredibly difficult. Like so many women I too have a story of sexual assault, and the… Publicado por Kristina Cohen em Segunda, 6 de novembro de 2017

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    Paolla Oliveira entra na minissérie Assédio

    5 de novembro de 2017 /

    Em alta na Globo, após viver a policial Jeiza na novela “A Força do Querer”, a atriz Paolla Oliveira já se prepara para o próximo trabalho na emissora/produtora. Ela entrou na minissérie “Assédio”, no papel da segunda mulher de Roger Abdelmassih (Antonio Calloni, de “Polícia Federal – A Lei É para Todos”), médico acusado de estupro por mais de uma centena de pacientes. O detalhe é que a produção não deve ser exibida na TV. A Globo pretende lançar um serviço concorrente da Netflix e usar a exibição exclusiva de “Assédio” como chamariz. “Assédio” tem roteiro de Maria Camargo (“Nise: O Coração da Loucura”) e será dirigida por Amora Mautner (novela “A Regra do Jogo”). O elenco contará também com Adriana Esteves, Hermila Guedes, João Miguel e Vera Fischer (no papel de Hebe Camargo).

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    Polícia de Nova York revela que prisão de Harvey Weinstein é iminente

    3 de novembro de 2017 /

    A acusação de estupro da atriz Paz de la Huerta (série “Boardwalk Empire”) contra Harvey Weinstein deverá resultar na prisão do produtor. O detetive Robert Boyce, da polícia de Nova York, afirmou à agência Associated Press que a denúncia é consistente e já há evidências apuradas. Segundo a agência, numa reunião interna da equipe policial, Boyce também disse que, se Weinstein estivesse em Nova York neste momento e o estupro alegado tivesse sido recente, “nós iremos imediatamente fazer a prisão. Sem dúvida”. Mas como Weinstein está em outro estado e as alegações falam num estupro acontecido há sete anos, os investigadores devem reunir mais provas em primeiro lugar. Paz de la Huerta fez as acusações na revista Vanity Fair, onde relatou que foi vítima de dois estupros de Weinstein em Nova York, com pouco mais de um mês de diferença. O primeiro aconteceu em novembro de 2010, quando o produtor se ofereceu para levá-la a seu apartamento e pediu para subir e tomar uma bebida. “Senti medo, não foi consensual, tudo aconteceu muito rápido… Ele se colocou dentro de mim… quando acabou disse que me ligaria. Fiquei na cama em choque”, disse a atriz, que tinha 26 anos na ocasião. O segundo estupro teria acontecido em dezembro do mesmo ano. O produtor, embriagado, apareceu em seu edifício e exigiu subir até o apartamento. “Foi repugnante, é como um porco. (…) me estuprou”. Além de contar a história para a imprensa, ela tomou coragem para denunciar o produtor na polícia, o que a maioria das acusadoras de Weinstein não fez. Mais de 90 mulheres já acusam publicamente Harvey Weinstein de assédio, agressão ou estupro, segundo levantamento da atriz italiana Asia Argento, desde que Ashley Judd tomou coragem para ser a primeira a falar com a imprensa sobre o comportamento do magnata, em reportagem do jornal The New York Times publicada em 5 de outubro. A denúncia encorajou diversas estrelas famosas a compartilharem suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive de Asia Argento. E há três semanas o jornal Los Angeles Times desnudou a conexão de Weinstein com o mundo da moda, com denúncias de modelos. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, do BAFTA (a Academia britânica) e do PGA (Sindicato dos Produtores). Sua esposa, Georgina Chapman, estilista da grife Marchesa, pediu divórcio e ele ainda deve enfrentar um processo criminal. Desde então, outros casos foram denunciados, abrindo as portas para inúmeras acusações de assédio na indústria do entretenimento. Apenas contra o diretor James Toback, já passam de 300 denúncias. Weinstein insiste que todas as relações foram consensuais. Sua porta-voz Holly Baird afirmou à AFP que o produtor iniciou terapia e busca um “melhor caminho”. “Ele espera que, se conseguir progredir o suficiente, receberá uma segunda chance”.

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    Promotoria de Los Angeles investiga ator de That ’70s Show e The Ranch por estupros

    3 de novembro de 2017 /

    O ator Danny Masterson, um dos astros da série clássica “That ’70s Show”, que atualmente faz parte de “The Ranch”, na Netflix, virou alvo da promotoria de Los Angeles, que está revendo antigas acusações de estupro contra ele, lembradas em meio à onda de denúncias que sacode Hollywood. Quatro mulheres acusaram o ator de 41 anos de ataques sexuais no começo da década de 2000. Mas, segundo o site Huffington Post, as autoridades não puderam agir na época, devido à interferência da igreja da Cientologia, da qual o ator é adepto. As mulheres que o acusavam também eram integrantes da igreja, que tem como regra proibir colaboração com a polícia. De acordo com o relato do site, a instituição mobilizou 50 seguidores para darem testemunhos escritos favoráveis a Masterson e contrários às acusadoras. Além disso, o arquivo com os depoimentos e acusações formais desapareceu misteriosamente no começo do processo, fazendo com que a promotoria tivesse que recomeçar todo o caso do zero. Masterson nega veementemente todas as acusações desde 2004, quando a primeira denúncia veio à tona. Mas fontes ouvidas pelo Huffington Post afirmam que o caso foi reaberto recentemente, após “evidências incriminadoras” terem sido recebidas pela promotoria. Trata-se do segundo escândalo sexual envolvendo uma estrela de série da Netflix, que chegou a suspender a produção de “House of Cards”, após Kevin Spacey ser acusado de inúmeros assédios – inclusive por integrantes da equipe da série.

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    Globo vai lançar sua “Netflix” com série inédita

    3 de novembro de 2017 /

    A Globo pretende lançar uma concorrente nacional da Netflix. Após ensaios com o aplicativo Globo Play, a rede de TV prepara uma nova plataforma de vídeos que reunirá o seu conteúdo com os dos canais Globosat e, também, estúdios de cinema. Segundo a coluna Zapping, da Folha de S. Paulo, a plataforma seria lançada com a exibição exclusiva da nova série “Assédio”, sobre Roger Abdelmassih, médico acusado de estupro por mais de uma centena de pacientes. Apesar da expectativa gerada pela produção, a série não deverá ser exibida na televisão em 2018. O plano da emissora é disponibilizar “Assédio” exclusivamente na internet como chamariz do novo serviço, que tem a intenção de bater de frente com a Netflix. Antonio Calloni (“Polícia Federal – A Lei É para Todos”) será Abdelmassih na produção, que foi escrita por Maria Camargo (“Nise: O Coração da Loucura”) e será dirigida por Amora Mautner (novela “A Regra do Jogo”). O elenco também contará com Adriana Esteves, Hermila Guedes, João Miguel e Vera Fischer (no papel de Hebe Camargo).

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