“Mortal Kombat” chega aos cinemas. Conheça as estreias da semana
“Mortal Kombat” é o principal lançamento desta quinta (20/5) nos cinemas. A nova adaptação do videogame é bem mais violenta que as versões anteriores e deve agradar aos fãs do jogo por apresentar a origem dos personagens e da rivalidade entre Scorpion e Sub-Zero. Mas quem nunca jogou o game clássico pode não achar tão empolgante. Afinal, tem um diretor pouco experiente (o estreante Simon McQuoid) e destaca vários atores secundários de séries de TV. De todo modo, é melhor que as opções de comédia, “Em Guerra com o Vovô”, que registra o pior desempenho da carreira de Robert De Niro, e “Amor, Casamentos e Outros Desastres”, que pode ser resumido por uma das palavras de seu título, considerando os míseros 4% de aprovação no Rotten Tomatoes. Em circuito extremamente limitado, há mais três produções argentinas e brasileiras, com destaque para uma sci-fi nacional de viagem no tempo, “Loop”, estreia do diretor Bruno Bini, estrelada por Bruno Gagliasso. Veja abaixo os trailers de todas as estreias da semana. Mortal Kombat | EUA | 2021 Em Guerra com o Vovô | EUA | 2021 Amor, Casamentos e Outros Desastres | EUA | 2020 O Último Jogo | Argentina, Brasil, Colômbia | 2020 A Barqueira | Argentina | 2019 Loop | Brasil | 2019
Bela Vingança, Demons Slayer e Mundo em Caos estreiam nos cinemas
A programação de cinema retoma, aos poucos, o ritmo normal com vários lançamentos de apelo e circuitos distintos – amplo e limitado. O grande destaque é a estreia tardia de “Bela Vingança”, último filme do Oscar 2021 a ganhar exibição no país. Vencedor na categoria de Melhor Roteiro Original, o suspense de humor ácido também é um dos filmes mais criativos e inesperados dos últimos tempos. Na trama, a personagem de Carey Mulligan (“Mudbound”) resolve se vingar dos homens, após sua melhor amiga ser estuprada na faculdade, sofrer depressão e se suicidar enquanto sua denúncia era desconsiderada pela instituição. Transformando-se numa justiceira, a protagonista passa a se fingir de vítima fácil para aterrorizar machistas abusados, principalmente os responsáveis pelo destino da amiga. O filme marcou a estreia na direção da atriz (de “The Crown”) e roteirista (de “Killing Eve”) Emerald Fennell, e tem produção da estrela Margot Robbie (“Aves de Rapina”). Fenômeno mundial, “Demon Slayer: Mugen Train – O Filme” chega ao Brasil após se tornar a maior bilheteria do cinema japonês em todos os tempos. A produção também bateu “Mortal Kombat” para liderar as bilheterias dos EUA no fim de semana passado. Baseada em um mangá popular, escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge desde 2016, “Demon Slayer” também já tinha sido adaptado num anime em 2019, que se tornou campeão de audiência – e pode ser visto na Netflix. Por sinal, o filme é uma continuação direta da 1ª temporada do anime e tem o mesmo diretor da série, Haruo Sotozaki, que estreia no cinema. A história acompanha Tanjiro Kamado e sua irmã, Nezuko, que levavam uma vida pacata até serem atacados por demônios. Além de perder todos seus familiares, Tanjiro viu sua irmã ser possuída. Para tentar torná-la humana novamente e impedir que outros passem pelos mesmos transtornos, o menino vira o “demon slayer” (matador de demônios) do título. O circuito amplo ainda inclui o frustrante “Mundo em Caos”, sci-fi cara de Doug Liman (diretor do ótimo “No Limite do Amanhã”), que mesmo juntando Tom Holland (o Homem-Aranha da Marvel) e Daisy Ridley (a Rey de “Star Wars”) implodiu nas bilheterias e atingiu míseros 23% de aprovação entre a crítica norte-americana. O enredo cheio de furos e ainda assim previsível se passa em outro planeta, após a Terra ficar inabitável. Quando um vírus infecta aquela civilização, supostamente exterminando as mulheres e fazendo com que os pensamentos de todos os homens possam ser ouvidos sem controle, o caos se instala e abre caminho para um autocrata corrupto (Mads Mikkelsen, de “Rogue One”) tomar o poder. É neste cenário distópico que a astronauta vivida por Daisy Ridley vai parar, após sua nave apresentar problemas. “Mundo em Caos” também é o único lançamento abaixo da crítica da semana. Todos os demais títulos internacionais atingiram mais de 90% no Rotten Tomatoes, inclusive “Mães de Verdade”, da premiada cineasta japonesa Naomi Kawase, e “Um Divã na Tunísia”, da francesa estreante Manele Labidi, que chegam no circuito “de arte”. A lista de estreias ainda se completa com dois documentários brasileiros, “Libelu – Abaixo a Ditadura”, sobre o movimento estudantil dos anos 1970 e 1980, e “Boa Noite”, focado no ex-apresentador do “Jornal Nacional” Cid Moreira. Confira abaixo os trailers de todas as opções. Bela Vingança | EUA | 2020 Demon Slayer: Mugen Train – O Filme | Japão | 2020 Mundo em Caos | EUA | 2021 Mães de Verdade | Japão | 2020 Um Divã na Tunísia | França, Tunísia | 2019 Libelu – Abaixo a Ditadura | Brasil | 2021 Boa Noite | Brasil | 2019
O pior filme do ano estreia nos cinemas
Oficialmente, a principal estreia desta quinta (6/5) nos cinemas é “Godzilla vs. Kong”. Mas o filme não só saiu na quinta passada como liderou as bilheterias do último fim de semana em “pré-estreia”, conforme registrado. A lista factual de lançamentos é composta por filmes bem menores, figurativa e literalmente, em relação aos monstros gigantes da Warner. Um dos destaques é o drama brasileiro “Raia 4”, sobre uma pré-adolescente apática que se dedica à natação competitiva. Sua expressão quase inalterada durante a projeção reflete uma história em que aparentemente nada acontece, até que tudo acontece, num final daqueles que ressignifica a história, rende discussões e justifica a consagração do longa de estreia do jovem gaúcho Emiliano Cunha com o Prêmio da Crítica – além do Kikito de Melhor Fotografia – no Festival de Gramado de 2019. A programação tem mais dois filmes premiados. A comédia francesa “Minhas Férias com Patrick” rendeu o César (o Oscar francês) de Melhor Atriz para Laure Calamy. A história em si é típica do cinema do país, acompanhando uma farsa entre amantes. Calamy vive a professora amante do pai de um de seus alunos, que resolve encontrá-lo “por coincidência” nas férias com a esposa e o filho. O passeio, porém, envolve um burro (o animal, não o marido) não muito cooperativo. O outro título “premiado” é “Music”, estreia da cantora Sia como cineasta. Levou três Framboesas de Ouro, consagrando-se como o mais premiado do anti-Oscar 2021, o troféu que ninguém quer, porque ridiculariza os piores filmes e artistas do ano. Catástrofe absoluta, com apenas 8% de aprovação no Rotten Tomatoes, o musical de Sia sobre uma garota autista (a musa mirim da cantora, Maddie Ziegler) é tão ruim, mas tão ruim que ainda vai virar cult. “Music” levou três Framboesas para casa: Pior Atriz, para Kate Hudson, Pior Atriz Coadjuvante para Maddie Ziegler e Pior Direção para Sia. Para quem gosta, há outra ruindade chegando nos cinemas, o terror “Rogai por Nós”, com 27% no Rotten Tomatoes, e outro cult, o final de “Fate/Stay Night”, uma das sagas de anime mais dark de todos os tempos – imagine “Battle Royale” com mágica – , mas que só fará sentido para quem viu a série e os outros dois longas da franquia. Confira abaixo os trailers de todos esses lançamentos. Raia 4 | Brasil | 2019 Minhas Férias com Patrick | França, Bélgica | 2020 Music | EUA | 2020 Rogai por Nós | EUA | 2021 Fate/Stay Night Heavens Feel: III – Spring Song | Japão | 2020
“Godzilla vs. Kong” invade cinemas “de surpresa” nesta quinta
Dois fenômenos curiosos acontecem nos cinemas nesta quinta (29/4). Para começar, o maior lançamento é um filme que oficialmente só entra em cartaz na próxima semana. A Warner adiou a estreia de “Godzilla vs. Kong” para sexta que vem (6/5), mas quem não souber disso e procurar assistir neste fim de semana, data originalmente marcada para o lançamento, vai encontrar a produção em cartaz na maioria das salas. Fenômeno de bilheteria, “Godzilla vs. Kong” chega ao Brasil após bater o recorde de arrecadação mundial de Hollywood durante a pandemia. O filme dirigido por Adam Wingard (“Você é o Próximo”) é um espetáculo visual que entrega o que promete, com batalhas entre os dois monstros e também contra uma ameaça em comum, Mechagodzilla, outro kaiju importado dos filmes clássicos da produtora japonesa Toho. Quarto lançamento do MonsterVerse da produtora Legendary, que começou com “Godzilla” (2014), foi seguido por “Kong: A Ilha da Caveira” (2017) e quase acabou após o desempenho abaixo do esperado de “Godzilla II: Rei dos Monstros” (2019), o novo lançamento acompanha a agência Monarch, vista em todos os longas, em uma nova missão perigosa, que encontra pistas sobre a origem dos Titãs (denominação dada aos monstros) e esbarra numa conspiração para varrer as criaturas, boas e ruins, da face da Terra para sempre. O elenco inclui os atores Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”), Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”), Julian Dennison (“Deadpool 2”), Demián Bichir (“A Freira”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”), Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”) e a família remanescente do filme anterior, formada por Millie Bobby Brown (“Stranger Things”) e Kyle Chandler (“Bloodline”). A propósito, “Nomadland”, também apontado por alguns como estreia da semana, já está em cartaz há 14 dias. O filme vencedor do Oscar 2021 foi lançado no Brasil quando a maioria das salas do país (e todas de São Paulo) ainda estavam fechadas, mas pôde ser visto na reabertura na véspera da premiação. Na verdade, as estreias oficiais da programação desta semana são outras. E o outro fato inusitado que resulta disso é que são todas produções brasileiras – algumas, inclusive, exibidas com o acompanhamento de curtas nacionais. São sete longas, incluindo uma antologia de José Eduardo Belmonte com grande elenco dedicada à obra do escritor Ariano Suassuna (“O Auto da Boa Mentira”) e um novo terror do especialista Rodrigo Aragão (“O Cemitério das Almas Perdidas”). Veja os trailers de todas as estreias abaixo. Godzilla vs. Kong | EUA | 2021 O Auto da Boa Mentira | Brasil | 2021 O Cemitério das Almas Perdidas | Brasil | 2020 Entre Nós, um Segredo | Brasil, México, Burkina Fasso | 2020 Desvio | Brasil | 2021 A Torre | Brasil | 2020 Chão | Brasil | 2019 Nazinha – Olhai por Nós | Brasil | 2020
Na véspera do Oscar, cinemas exibem Nomadland, Minari e Judas e o Messias Negro
Depois de nova reabertura, os cinemas correm para exibir os filmes do Oscar. Em São Paulo, a normalização só acontece a partir de sábado (24/4), na véspera da premiação, destacando na programação os dramas indies que disputam o reconhecimento da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA. A lista de estreias inclui “Minari – Em Busca da Felicidade” e “Judas e o Messias Negro”, que se juntam a “Nomadland”, disponibilizado de forma invisível na semana passada, quando praticamente não havia cinemas abertos. Os três vão se encontrar ainda com o resistente “Meu Pai”, que teve lançamento simultâneo em VOD (video on demand) há duas semanas, na véspera da mais recente fechamento das salas de exibição. “Minari” e “Nomadland” já fizeram história no Oscar 2021. O primeiro, vencedor do Festival de Sundance deste ano, transformou o sul-coreano Steven Yeun (o Glenn de “The Walking Dead”) no primeiro asiático indicado ao Oscar de Melhor Ator, enquanto o segundo, colecionador de prêmios nos festivais de Veneza, Toronto, Critics Choice, Globo de Ouro e sindicatos de Hollywood, rendeu indicação inédita à chinesa Chloé Zhao, primeira cineasta asiática a disputar o troféu de Melhor Direção – e ela é favoritaça. “Judas e o Messias Negro” também se distingue no Oscar pela inclusão de seus dois intérpretes principais, Daniel Kaluuya e LaKeith Stanfield, na disputa como Melhores Atores Coadjuvantes. Kaluuya tem vencido todas as disputas da categoria. Na verdade, os três lançamentos concorrem a muitos outros prêmios, além de travarem disputa direta pelo Oscar de Melhor Filme do ano – consagração reservada para “Nomadland”. Road movie com influência de documentários, “Nomadland” é estrelado por Frances McDormand, que já tem dois Oscars na prateleira por “Fargo” (1996) e “Três Anúncios para um Crime” (2017). Na trama, ela vive uma viúva que perdeu tudo, inclusive o rumo, viajando pelos EUA numa van durante a implosão financeira de sua cidade, estado e país, enquanto encontra outros nômades motorizados na mesma situação. Baseado na infância do diretor Lee Isaac Chung (“Lucky Life”), “Minari” acompanha uma família sul-coreana que enfrenta dificuldades quando o pai (Yeun) decide se mudar para a zona rural do Arkansas, apostando no sonho americano. O resultado é o filme mais dramático e emocional do Oscar. Dramatização da história dos Panteras Negras, “Judas e o Messias Negro” traz Daniel Kaluuya como o Messias Negro do título, o revolucionário Fred Hampton, líder dos Panteras que consegue unir diferentes minorias e é traído por William O’Neal, o Judas vivido por LaKeith Stanfield, criminoso recrutado pelo FBI para se infiltrar no movimento em troca de liberdade. Veja abaixo os trailers das três opções. Nomadland | EUA | 2020 Minari – Em Busca da Felicidade | EUA | 2020 Judas e o Messias Negro | EUA | 2020
Pandemia volta a zerar estreias de cinema
As restrições ao funcionamento dos cinemas no Brasil, fechados em alguns estados e com horário reduzido em outros, voltou a zerar a programação de estreias cinematográficas desta e da próxima semana. A situação repete o que aconteceu no mês passado, quando São Paulo decidiu fechar provisoriamente o comércio não essencial – incluindo os cinemas – aos fins de semana. Mas a tranca agora é mais ampla, atingindo outras regiões do país, e maior do que as distribuidoras imaginam, ao agendarem filmes para 25 de março. O governo de São Paulo anunciou nesta quinta (11/3) que o fechamento do maior mercado cinematográfico do país vai se estender até no mínimo o dia 30. E haverá ainda mais restrições para os chamados serviços essenciais. O próximo grande lançamento previsto para os cinemas é o blockbuster “Godzilla vs. Kong”, que tem previsão de estreia em 1 de abril. Vale lembrar que no começo da pandemia as salas ficaram fechadas durante meses, impulsionando a volta dos cines drive-in. Na época, os números de infecção e mortes por coronavírus ainda não tinham chegada aos níveis recordistas atuais. O endurecimento das medidas é consequência do colapso em curso no sistema de saúde paulista, um dos mais avançados do país, sob o peso do aumento de casos e óbitos relacionados à circulação de variantes mais transmissíveis e talvez letais do Sars-CoV-2. O avanço da doença ocorreu mesmo com a implantação da fase vermelha, a mais restritiva e que só permite a abertura de serviços essenciais, que teve pouco efeito sobre o isolamento social no estado.
Estreia de Monster Hunter marca volta ao “normal” dos cinemas brasileiros
Os cinemas esboçam uma volta à “programação normal” com o retorno dos grandes lançamentos comerciais. Uma semana após “Tom & Jerry”, da Warner, é a vez da adaptação do game “Monster Hunter”, da Sony, chegar às telas brasileiras. Com orçamento de US$ 60 milhões, a segunda franquia de games estrelada por Milla Jovovich e dirigida por seu marido, o diretor Paul WS Anderson (ambos de “Resident Evil”), acompanha soldados transportados de forma inesperada para outro mundo, onde se veem em uma batalha de sobrevivência contra monstros gigantes. Com o atrativo de marcar a estreia da atriz Nanda Costa (“Entre Irmãs”) numa produção internacional, o lançamento é para quem gosta de efeitos e explosões em tela grande, mas não se importa muito com roteiro. A semana também mergulha na temporada pré-Oscar 2021 com “Judas e o Messias Negro”. O filme sobre a história dos Panteras Negras apresenta Daniel Kaluuya como o Messias Negro do título, o revolucionário Fred Hampton, líder dos Panteras que é traído por William O’Neal, o Judas vivido por Lakeith Stanfield (os dois atores já trabalharam juntos em “Corra!”), criminoso recrutado pelo FBI para se infiltrar no movimento em troca de liberdade. A tragédia histórica tem 96% de aprovação no Rotten Tomatoes e é um dos principais filmes da atual temporada de premiação cinematográfica dos EUA. O circuito mais amplo exibe ainda a comédia dramática nacional “Depois a Louca Sou Eu”, dirigida por Julia Rezende (da série “Coisa Mais Linda”) e estrelada por Débora Falabella (“Aruanas”) como uma mulher que precisa aprender a lidar com distúrbios nervosos. Há outro filme nacional com protagonista feminina na programação: “Christabel”, primeiro longa de ficção de Alex Levy-Heller, que combina drama rural lento e atmosfera sobrenatural, e foi premiado nos festivais Cine-PE, Caruaru e Rio Fantastik. O circuito limitado, que ressurge igualmente das cinzas, programou ainda duas boas produções francesas: “O Mundo de Gloria”, que rendeu a Copa Volpi de Melhor Atriz para Ariane Ascaride no Festival de Veneza de 2019, e “Mais que Especiais”, nova comédia dramática da dupla Olivier Nakache e Éric Toledano (do sucesso “Intocáveis”) sobre cuidadores de crianças e adolescentes autistas, que venceu o prêmio do público no Festival de San Sebastián do mesmo ano. Completa a programação “Os Lobos do Leste”, drama multinacional do cubano Carlos Quintela sobre a natureza e o envelhecimento, estrelado por Tatsuya Fuji (do clássico “O Império dos Sentidos”) e com produção da cineasta japonesa Naomi Kawase (“O Segredo das Águas”). Confira abaixo a relação completa e os trailers das estreias de cinema desta quinta (25/2). Monster Hunter | EUA | 2020 Judas e o Messias Negro | EUA | 2020 Depois a Louca Sou Eu | Brasil | 2019 O Mundo de Gloria | França | 2019 Mais que Especiais | França, Bélgica | 2019 Christabel | Brasil | 2018 Os Lobos do Leste | Japão, Cuba, Brasil, Inglaterra | 2017
Filme de Tom & Jerry ganha trailer ao som de Michel Teló
A Warner Bros. divulgou um novo trailer de “Tom & Jerry: O Filme”, com uma edição especial para o mercado brasileiro. No vídeo, o gato e o rato fazem o que sempre fazem acompanhados da música “Ai, Se Eu Te Pego”, de Michel Teló. A montagem funciona perfeitamente, destacando as cenas em que o felino está prestes a pegar o roedor, que acompanham a frase “Ai, se eu te pego”, e quando o gato fica em apuros, ao som da frase “Assim você me mata”. Lançado nos cinemas nesta quinta (18/2), o filme tem formato híbrido, em que os protagonistas continuam animados e do jeito que os fãs lembram, apesar de contracenarem com atores de carne e osso. O resultado é bem diferente do live-action do “Scooby Doo”, para citar outro desenho clássico que ganhou adaptação da Warner. Enquanto o cachorro da Hanna-Barbera se materializou no cinema com visual realista criado por computação gráfica, desta vez os personagens da MGM quase não mudaram, preservando a aparência de seus antigos desenhos bidimensionais. Embora a combinação de cartum e atores pareça retrô, a opção não aliena os fãs dos cartoons originais. Além disso, essa combinação evoca o excelente “Uma Cilada para Roger Rabbit” (1988) e, claro, “Looney Tunes: De Volta à Ação” (2003), inclusive na forma como incorpora a física surreal dos desenhos, como portas que mudam de lugar e quedas quilométricas que não matam. Tudo isso se torna ainda mais divertido diante da reação humana ao caos. Na trama, Tom e Jerry decidem se separar amigavelmente após décadas de brigas. Mas quando o rato apronta na despedida e resolve se mudar para um hotel de luxo de Nova York, o gato tem prazer em renovar sua rixa ao ser contratado para exterminá-lo. O elenco humano destaca Chloë Grace Moretz (“Suspiria”) como a funcionária do hotel encarregada de se livrar do rato e que acredita que Tom é a solução para seus problemas – aparentemente, ela nunca viu o desenho! Os demais coadjuvantes são interpretados por Michael Peña (“Homem-Formiga”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”), Colin Jost (“Saturday Night Live”) e Rob Delaney (“Catastrophe”). A direção é de Tim Story, responsável por dois “Quarteto Fantástico” e por lançar a franquia “Uma Turma do Barulho”.
Filme de Tom & Jerry anima fim de semana nos cinemas
Os cinemas voltam a receber um lançamento com forte apelo comercial nesta quinta (18/2), o primeiro filme live-action de “Tom & Jerry”. Extraoficialmente, “Tom & Jerry – O Filme” foi lançado em sessões de pré-estreia na semana passada, atingindo destaque como o título que mais vendeu ingressos entre os dias 11 e 16 de fevereiro, durante o fim de semana prolongado. A produção tem formato híbrido, em que os protagonistas continuam animados e do jeito que os fãs lembram, apesar de contracenarem com atores de carne e osso. O resultado é bem diferente do live-action do “Scooby Doo”, para citar outro desenho clássico que ganhou adaptação da Warner. Enquanto o cachorro da Hanna-Barbera se materializou no cinema com visual realista criado por computação gráfica, desta vez os personagens da MGM quase não mudaram, preservando a aparência de seus antigos desenhos bidimensionais. Embora a combinação de cartum e atores pareça retrô, a opção não aliena os fãs dos cartoons originais. Além disso, essa combinação evoca o excelente “Uma Cilada para Roger Rabbit” (1988) e, claro, “Looney Tunes: De Volta à Ação” (2003), inclusive na forma como incorpora a física surreal dos desenhos, como portas que mudam de lugar e quedas quilométricas que não matam. Tudo isso se torna ainda mais divertido diante da reação humana ao caos. Na trama, Tom e Jerry decidem se separar amigavelmente após décadas de brigas. Mas quando o rato apronta na despedida e resolve se mudar para um hotel de luxo de Nova York, o gato tem prazer em renovar sua rixa ao ser contratado para exterminá-lo. O elenco humano destaca Chloë Grace Moretz (“Suspiria”) como a funcionária do hotel encarregada de se livrar do rato e que acredita que Tom é a solução para seus problemas – aparentemente, ela nunca viu o desenho! Os demais coadjuvantes são interpretados por Michael Peña (“Homem-Formiga”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”), Colin Jost (“Saturday Night Live”) e Rob Delaney (“Catastrophe”). A direção é de Tim Story, responsável por dois “Quarteto Fantástico” e por lançar a franquia “Uma Turma do Barulho”. A programação se completa com mais dois lançamentos, que antes da pandemia teriam distribuição limitada. Ambos foram destruídos pela crítica internacional, com 20% de aprovação no Rotten Tomatoes – os dois. Vale apontar que o thriller alemão “Berlin Alexanderplatz” teve trajetória premiada, que inclui a conquista do Festival de Estocolmo, na Suécia, e o troféu de Melhor Trilha Sonora na premiação da Academia Europeia de Cinema. Mas não se compara à minissérie homônima de 1980, premiada nos festivais de Munique e Veneza, com direção do mestre Rainer Werner Fassbinder. Tom & Jerry – O Filme | EUA | 2021 Berlin Alexanderplatz | Alemanha | 2020 Nona – Se Me Molham Eu os Queimo | Chile | 2019
Cinemas estreiam três filmes no fim de semana
A programação de cinemas desta quinta (11/2) apresenta apenas três estreias. São um terror de torturas, uma comédia francesa e um documentário, também francês, sobre o cantor-ator Charles Aznavour (1924–2018). Com o anúncio de que São Paulo ficaria com comércio não essencial fechado nos fins de semana, devido à pandemia de coronavírus, as distribuidoras seguraram seus principais títulos. Mas mesmo com a antecipação da reabertura na semana passada, os principais títulos continuaram guardados, restando ao circuito filmes de menor qualidade ou pouco apelo comercial. Confira os trailers abaixo. #SemSaída | EUA | 2020 Notre Dame | França | 2019 Aznavour por Charles | França | 2019
Fim de semana não terá estreias de cinema
Os cinemas não vão receber estreias nesta quinta-feira (4/2), refletindo a decisão de manter as salas fechadas durante os fins de semana em São Paulo. As distribuidoras desistiram de lançar suas produções porque, sem os fins de semana paulistas, o circuito não se sustenta. O estado – e principalmente a capital paulista – concentra a maior quantidade de cinemas do país. O detalhe é que o governo estatual, que tinha anunciado o fechamento até meados de fevereiro, voltou atrás e liberou o funcionamento dos serviços não essenciais já neste fim de semana. A decisão de suspender a fase mais restritiva foi tomada após uma melhora nos indicativos de novos casos de covid-19 e, principalmente, de internações em leitos primários e de UTIs no estado. Segundo o governador João Doria, esse recuo permitiu que as atividades de final de semana fossem retomadas. Com essa decisão, 11 regiões do estado classificadas na fase laranja, incluindo a Grande São Paulo, terão o retorno dos serviços não essenciais aos finais de semana, mas com o horário reduzido. Nas seis regiões que permanecem na fase vermelha, os serviços seguem suspensos. Na fase laranja, os serviços não essenciais podem funcionar por até oito horas diárias, com atendimento presencial limitado a 40% da capacidade e encerramento das atividades às 20h. Apesar da reabertura na capital, a política de sanfona, fecha e abre, implodiu a programação dos exibidores, que agora funcionarão sem nenhuma estreia neste fim de semana. A programação da semana que vem também não prevê lançamentos, o que pode ser revisto diante dos novos desdobramentos.
Documentário e suspense brasileiros são destaques em semana fraca nos cinemas
As restrições aos funcionamentos dos cinemas em São Paulo tiveram impacto na programação desta quinta (28/1). A Sony adiou, sem alarde, o principal título que chegaria ao mercado, “Monster Hunter”, o que deixou o circuito com apenas quatro filmes inéditos, todos com perfil de lançamento limitado. Metade dos títulos é nacional. São também os melhores. Premiado na última edição do Rio Fantastik Festival, “Dente por Dente” é um suspense criminal estrelado por Juliano Cazarré, que equilibra crítica social e atmosfera macabra. E “Chacrinha, Eu Vim para Confundir e Não para Explicar” é um documentário com cenas de arquivo e entrevistas, que lembram o impacto e a importância de Abelardo Barbosa, o Chacrinha, para a TV e a cultura brasileiras. Veja abaixo os trailers de todas as estreias. Dente por Dente | Brasil | 2020 Minha Irmã | Suíça, Alemanha | 2019 Perfil de uma Mulher | Japão | 2019 Chacrinha, Eu Vim para Confundir e Não para Explicar | Brasil | 2020
Pinóquio italiano e alien russo são os destaques de cinema da semana
A nova e sombria versão de “Pinóquio”, dirigida pelo cineasta italiano Matteo Garrone (“Gomorra”), é o destaque desta semana, em que não há nenhum lançamento hollywoodiano nos cinemas. A seca de blockbusters, motivada pela pandemia de coronavírus, acabou virando do avesso as prioridades dos exibidores, que apostam em títulos europeus, antigamente restritos ao circuito limitado, para atrair público ao circuito cinematográfico brasileiro, ainda em funcionamento nesta quinta-feira (21/1). “Pinóquio” é um filme repleto de efeitos visuais, como os consumidores das fábulas live-action da Disney estão acostumados. A produção traz Roberto Benigni (vencedor do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “A Vida É Bela”) como o marceneiro Gepeto e vários momentos icônicos do conto de fadas sobre o boneco de madeira que quer virar menino de verdade – das orelhas de burro ao nariz que cresce com mentiras. São imagens que remetem à adaptação mais famosa da obra de Carlo Collodi: a animação de 1940, que venceu o Oscar de Melhor Canção Original – pela clássica “When You Whish Upon a Star”. Só que o tom tenebroso é completamente diferente de qualquer produção da Disney. Vale lembrar que a fabulação anterior de Garrone, “O Conto dos Contos” (2015), tinha uma rainha que comia coração sangrento de monstro. A programação também traz a elogiada sci-fi russa “Estranho Passageiro”, influenciada por “Alien – O Oitavo Passageiro” (1979). Mais conhecido por seu título original, “Sputnik”, o filme de monstro alienígena agradou a crítica internacional ao circular por festivais de terror, somando 89% de críticas positivas no Rotten Tomatoes. Ou seja, teve maior aprovação que os 85% de “Pinóquio”. O terceiro lançamento europeu é o “filme de arte” do conjunto. E ironicamente o drama lésbico de época é o título mais fraquinho da semana. Passado nos anos 1950, numa cidadezinha rural britânica, a história revela como uma mãe solteira (Holliday Granger) abandonada pelo marido se envolve com uma médica recém-chegada (Anna Paquin), que se tornou amiga de seu filho pequeno. Com 53% no Rotten Tomatoes, foi considerado medíocre pela crítica. Completa a relação de filmes um documentário sobre o escritor brasileiro Antonio Callado. Veja abaixo os trailers de todas as estreias. Pinóquio | Itália | 2020 Estranho Passageiro – Sputnik | Rússia | 2020 Fale com as Abelhas | Reino Unido, Suécia | 2020 Callado | Brasil | 2020












