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    Batman vs. Superman vai ocupar 45% de todo o circuito de cinema do Brasil

    24 de março de 2016 /

    O aguardado lançamento de “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” chega nesta quinta (24/3) a 1.331 salas de cinema do Brasil. Isto equivale a 45% de todas as telas disponíveis no país, entre elas 867 com projeção 3D e 12 salas Imax. O monopólio de salas tem o objetivo de, além de permitir acesso ao grande público, garantir seu sucesso. Uma conquista garantida pela falta de outras opções. A aposta da Warner Bros. é alta – fala-se em US$ 400 milhões de gastos entre produção e divulgação – e deposita, sobre os ombros largos da produção, a responsabilidade de ampliar seu universo de personagens de quadrinhos no cinema. O longa mostra pela primeira vez o encontro dos principais heróis da editora DC Comics. Além do Superman, vivido por Henry Cavill (“O Homem de Aço”), e a estreia do Batman de Ben Affleck (“Argo”), a produção introduz a Mulher Maravilha, interpretada por Gal Gadot (“Velozes & Furiosos 6”). O desejo de garantir seu sucesso vai além do esgotamento do mercado. A crítica ficou impedida de escrever sobre o filme até a última hora. Com isso, ganharam destaque as opiniões dos fãs, que babaram sobre a obra, criando uma expectativa positiva. Mas, agora, com as primeiras sessões em andamento, não há mais como esconder os problemas do filme. O site Rotten Tomatoes, que mede a aprovação dos críticos americanos, avaliou as primeiras resenhas e constatou o tom negativo: apenas 32% das críticas são positivas. Muito sombrio, lotado de efeitos e pirotecnia, e amarrado por uma narrativa absurda, o filme é o equivalente cinematográfico de um show de heavy metal. Para a sorte da Warner, há muitos fãs de rock pesado em todo o mundo. Mas, vale lembrar, é o pop levinho (Marvel) que vende mais. Quem não quiser ver super-heróis terá poucas opções em cartaz, e a maioria são filmes bíblicos. Dois novos lançamentos juntam-se a “Ressurreição”, que estreou na semana passada, e à novela “Os 10 Mandamentos”, que ganha nova edição limitada, com cenas inéditas, especialmente para a Semana Santa. No clima da Páscoa, “O Jovem Messias” chega a 278 salas. Adaptação do best-seller de Anne Rice (a escritora de “Entrevista com o Vampiro”), o filme narra a infância de Jesus. Apesar de cobrir um período narrado apenas em Evangelho Apócrifo, a produção consegue ser mais estereotipada que os filmes de Páscoa dos anos 1950 – o menino Jesus é um loirinho que nasceu onde seria a Palestina, vejam só. O outro lançamento religioso, “Nos Passos do Mestre”, vai na linha oposta e ocupa o circuito limitado, abrindo em apenas oito salas (cinco em São Paulo, duas em Fortaleza e uma em Boa Vista). Qual a diferença? Para começar, traz um Jesus brasileiro. Misturando cenas contemporâneas com a encenação de Jesus entre os Apóstolos, o filme nacional questiona a maioria dos dogmas cristãos sob um viés espírita. Longe de ser um presépio, pode criar saias-justas na Páscoa. A programação ainda destaca “Conspiração e Poder”, uma espécie de anti-“Spotlight”, que passou em branco nos EUA, apesar do bom elenco. O filme traz Robert Redford como o prestigiado âncora americano Dan Rather e Cate Blanchett como sua produtora, que, na ânsia de dar um furo de notícia, usa fontes maliciosas e divulga uma mentira escandalosa sobre o então presidente George W. Bush, que lhes custa suas carreiras. O filme é uma lição de humildade para o jornalismo investigativo que se propõe a ser paladino da justiça. Como os EUA preferem idealizar a imprensa, “Spotlight” venceu o Oscar, enquanto “Conspiração e Poder” percorreu circuito alternativo, fazendo apenas US$ 2,5 milhões. De todo modo, seu timing cai bem no circuito brasileiro. O circuito limitado ainda destaca o brasileiro “A Luneta do Tempo”, primeiro longa dirigido pelo cantor Alceu Valença, que conta a história de dois rivais do agreste pernambucano durante a década de 1930. A produção será exibida em 14 salas, exclusivamente na rede Cinépolis. Completam a programação o drama islandês “Desajustados” (em quatro salas no Rio e São Paulo), o documentário “No Vermelho”, sobre ambulantes nas avenidas de Belo Horizonte (por sinal, lançado apenas numa sala de Belo Horizonte), e o drama romeno “Autorretrato de uma Filha Obediente (uma sala em São Paulo). Estreias de cinema nos shoppings Estreias em circuito limitado

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    Os Dez Mandamentos ocupa um terço dos cinemas do Brasil

    28 de janeiro de 2016 /

    O lançamento de “Os Dez Mandamentos” monopoliza o circuito cinematográfico, com a ocupação recorde de 1100 salas a partir desta quinta (28/1). Entusiasmado com a pré-venda, em torno de 2,5 milhões de ingressos, o parque exibidor nem questiona o que virá se continuar com a novela do cinema brasileiro dos últimos anos, cada vez mais subproduto da televisão. Versão resumida de uma novela que o público já viu – e recentemente – , o filme tem como atrativo cenas inéditas, um final alternativo e a chance de conferir, em tela grande, como são televisivos os seus efeitos visuais. Muito mais interessante será observá-lo como case publicitário, para estimular ou desmontar projetos similares, em que a venda de ingressos é aumentada artificialmente por marketing religioso. As sessões estão vendidas, mas serão preenchidas por público ou apenas pelo vazio existencial? A resposta não tardará. Os shoppings também vão receber dois filmes comerciais americanos, a comédia “Pai em Dose Dupla”, que foi sucesso nas bilheterias dos EUA, e o remake de ação “Caçadores de Emoção – Além do Limite”, que foi fracasso. No primeiro, Will Ferrell se esforça para impressionar os enteados, que vão receber seu pai (Mark Wahlberg) numa visita familiar. Já o segundo se esforça para superar o filme original de 1991, que transformou Keanu Reeves em herói de ação. Quando Ferrell fracassa, é engraçado. Já o fiasco de mais um remake americano não é piada que valha o preço do ingresso. Com isso, dois filmes indicados ao Oscar têm suas estreias jogadas no circuito limitado. “Trumbo – Lista Negra”, estrelado por Bryan Cranston, que disputa o Oscar de Melhor Ator, chega ao circuito com 32 salas, e “Anomalisa”, candidato a Melhor Animação, tem exibição em 17 salas. “Trumbo” é a cinebiografia de Dalton Trumbo, roteirista que encabeçou a lista negra, que impedia o trabalho de supostos comunistas em Hollywood. O drama celebra a história do cinema, ao evocar uma época de intolerância e como a união de artistas foi capaz de enfrentar a politicagem, assunto sempre relevante. Por sua vez, “Anomalisa” é basicamente um drama indie realizado como animação, em que se discute questões como solidão, relacionamentos e existência. Roteiro e codireção são do visionário Charlie Kaufman, responsável pelas histórias surreais de “Quero Ser John Malkovich” (1999), “Adaptação” (2002) e “Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças” (2004). Completa o circuito “Suite Francesa”, romance entre uma camponesa e um oficial alemão durante a ocupação nazista da França, que estreia em 15 salas. O destaque do filme é seu elenco, que inclui Michelle Williams, Kristin Scott Thomas e Margot Robbie. Estreias de cinema nos shoppings Estreias em circuito limitado

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    Estreias: Cinema argentino ganha destaque com remake e original premiado

    9 de dezembro de 2015 /

    As opções da semana permitem uma curiosa comparação entre o fraco remake americano de um ótimo filme argentino e um ótimo filme argentino original. Os cinéfilos não deveriam ter dúvidas sobre qual assistir. Por sorte, ambos estarão nos shoppings, embora o americano vá ocupar o triplo de salas. Refilmagem de “O Segredo dos Seus Olhos”, “Olhos da Justiça” copia as cenas mais marcantes do vencedor do Oscar 2010 de Melhor Filme Estrangeiro, mas muda o enredo para uma história de vingança básica, além de promover a transformação de um personagem masculino secundário na protagonista vivida por Julia Roberts. Estreou nos EUA no dia 20 de novembro, quando foi ignorado pelo público e repreendido pela crítica (44% no Rotten Tomatoes). Já “O Clã” é o filme do ano na Argentina. Sua bilheteria superou até mesmo o sucesso de “Relatos Selvagens” (2014). A história da família Puccio, que se tornou infame nos anos 1980 por sequestrar e matar pessoas, ainda rendeu o Leão de Prata de Melhor Direção a Pablo Trapero, no Festival de Veneza deste ano. Os shoppings também receberão a comédia culinária “Pegando Fogo”, em que Bradley Cooper volta a requentar o papel de chef, sua profissão na antiga série “Kitchen Confidential”, de 2005. Na época, não deu certo e a atração foi cancelada na 1ª temporada. Mais famoso, ele tenta novamente, obcecado em abrir um restaurante com a intenção de ganhar um prêmio. Por sinal, esta é a trama, não a desculpa da produção, dirigida por John Wells (“Álbum de Família”). Requentado em ideias e execução, “Pegando Fogo” se queimou com a crítica americana (29% no Rotten Tomatoes) e passou fome nas bilheterias do país. Entre os demais lançamentos, cinco são brasileiros. Infelizmente, todos estão restritos ao circuito limitado, com distribuição de guerrilha ou apenas de faz-de-conta. O mais amplo é o drama brasileiro “Oração do Amor Selvagem”, que chega em 13 salas. O longa do diretor Chico Faganello aborda superstições, o sobrenatural e o preconceito, foi selecionado para o Festival de Locarno e tem como destaque, além de mais uma bela interpretação de Chico Dias, a trilha de Zeca Baleiro. A lista também inclui a comédia dramática “Até que a Casa Caia”, que atira para muitas direções – corrupção, crise financeira, relacionamento moderno – , os documentários “Oswaldão”, sobre a lenda do guerrilheiro homônimo, “Memórias da Boca”, sobre a produção cinematográfica da Boca do Lixo, além da encenação poética/dramática “Em Três Atos”, que traz Nathalia Tinberg e Andréa Beltrão declamando textos de Simone de Bevoir sob direção de Lúcia Murat. A estreia mais restrita, porém, pertence à maratona cinéfila “Norte, O Fim da História”, do excêntrico cineasta filipino Lav Diaz, cujos filmes costumam durar entre três e quatros horas. Este até que é curto, tem “somente” 250 minutos. Mas vale a pena o esforço, pois é belíssimo e contundente. No mínimo, serve para introduzir Lav Diaz para os mais preguiçosos, que, por temer a duração de seus filmes, desconhecem um dos diretores mais importantes do cinema mundial atual. A lamentar que apenas os cinéfilos de Fortaleza e Niterói tenham acesso à esta preciosidade. Obras-primas costumam mesmo ser raras. Mas sua exposição também costuma ser maior do que alcance permitido por uma estreia em duas salas descentralizadas num país deste tamanho. Enquanto isso, a falsificação de uma obra-prima, embalada por Hollywood, estará disponível em todos os shoppings. [symple_toggle title=”Clique aqui para conferir todos os trailers das estreias da semana” state=”closed”] Estreias de cinema da semana Estreias em circuito limitado [/symple_toggle]

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    Estreias: Filmes brasileiros enfrentam Moby Dick e Angelina Jolie em semana de 17 lançamentos

    3 de dezembro de 2015 /

    Nada menos que 17 filmes estreiam nos cinemas nesta quinta (13/2) e metade (descontado o decimal) são brasileiros. De estilos e propostas bem diferentes, as produções vão do lazer de shopping center ao documentário micróbio – aquele que precisa de microscópio para ser encontrado em algum cinema. Entre os dois pólos, bons filmes lutam para chamar atenção em meio à saturação. Os trailers de todas as estreias podem ser conferidos abaixo. Parece muita coisa, mas a maioria só vai passar no Rio e em São Paulo, em circuito limitadíssimo. Nos shoppings, o maior lançamento é “No Coração do Mar”, cheio de som, fúria e vento. Embora seja dirigido por Ron Howard (“O Código Da Vinci”) e estrelado por Chris Hemsworth (“Os Vingadores”), é um filme de efeitos e, ao contrário de seu título, sem coração. A trama baseia-se na história real que inspirou o romance “Moby Dick”. Há mais quatro filmes americanos, bem diferentes entre si. “O Natal dos Coopers” é a típica comédia natalina que Hollywood lança todo o ano – Diane Keaton, a matriarca da trama, já passou Natal mais feliz em “Tudo em Família (2005). O feriado cristão também pode levar público a “Quarto de Guerra”, drama evangélico que parece telefilme e promete lavagem cerebral. Já o vazio existencial de “À Beira-Mar” celebra dois fetiches de Angelina Jolie: seu marido Brad Pitt, com quem divide as cenas, e o cinema de Michelangelo Antonioni, que ela emula em cada segundo de tédio bem fotografado. Mas é outro ator-diretor quem surpreende – sem afetação e fazendo o básico. Estreia na direção de Joel Edgerton, “O Presente” explora o suspense de forma intensa e efetiva, configurando-se na melhor opção do grande circuito. As estreias brasileiras também se repartem em gêneros e resultados distintos. Dois lançamentos têm apelo popular e distribuição ampla: “Bem Casados” segue a linha das comédias histriônicas, que tem feito sucesso e arrasado – em todos os sentidos – o cinema nacional, enquanto “Tudo que Aprendemos Juntos” aposta no melodrama, com história de superação e professor bonzinho, seguindo fórmula americana. As duas ficções restantes são mais autorais. “Califórnia” revela o drama de uma adolescência “poética”, mas bem convencional em seus clichês, passada nos anos 1980 entre o pós-punk e a Aids. Já “O Fim e os Meios” transforma a atual conjuntura política, marcada pela corrupção, em suspense anticonvencional, com narrativa estruturada fora de ordem. Vale destacar que o diretor deste filme, Murilo Salles, também está lançando dois documentários, “Passarinho Lá de Nova Iorque” e “Aprendi a Jogar com Você”, com patrocínio do BNDES – banco público, alvo de questionamentos mais graves que os apontados na obra de ficção. Mais dois documentário completam a seleção brasileira: “5 Vezes Chico – O Velho e Sua Gente”, produção da Globo sobre o rio que será tema de sua próxima novela, e “Através”, viagem a Cuba na carona de uma jovem cubana que planeja sair do país, mas, no meio do caminho, encontra uma ficção perdida em sua história. Como sempre, o circuito limitado preenche sua programação com arte, exibindo obras dos principais festivais internacionais. Dois filmes vem de Cannes: a comédia “Dois Amigos”, também dirigida por um ator, o francês Louis Garrel, e o drama “Sabor da Vida”, da japonesa Naomi Kawase, eleito Melhor Filme pelo público da recente Mostra de São Paulo. Há também uma atração do Festival de Veneza, “O Cheiro da Gente”, novo longa de sexo adolescente/polêmico do diretor Larry Clark, 30 anos após “Kids” (1995). Contudo, assim como nos shoppings, o principal destaque pertence a um suspense. Lançado com uma “tradução” bizarra, “Pecados Antigos, Longas Sombras” (La Isla Mínima, no original) transforma a caça a um serial killer num tratado cinematográfico sobre tensão. O longa de Alberto Rodríguez é o filme espanhol do ano, vencedor de 10 prêmios Goya (o Oscar espanhol) e 9 prêmios da crítica espanhola. Mesmo assim, só vai estrear em 8 salas em todo o país. Para ter um parâmetro da lógica do mercado, imagine agora em quantas salas será exibido o futuro remake piorado hollywoodiano… [symple_divider style=”dashed” margin_top=”20″ margin_bottom=”20″] Estreias de cinema da semana Estreias em circuito limitado

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    Confira as estreias de cinema da semana

    19 de novembro de 2015 /

    Um terço do circuito de cinema do Brasil passa a exibir, a partir dessa semana, “Jogos Vorazes: A Esperança – O Final”, desfecho da franquia juvenil que projetou ao estrelato a atriz Jennifer Lawrence. O filme entra em cartaz em todos os shopping centers do país, em estimadas mil salas (leia a crítica aqui). A concentração é tão alta que os demais lançamentos ficaram restritos ao circuito limitado. O mais amplo chega a 63 salas: a comédia brasileira “Ninguém Ama Ninguém”, adaptação de Nelson Rodrigues passada nos anos 1960. Nem o aguardado “Chatô – O Rei do Brasil” (saiba mais sobre o filme lendo a crítica) vai dar conta da eventual curiosidade do público, estreando em apenas 16 salas. O microcosmo cinéfilo é contemplado com outras estreias recomendadas, como “Mistress America”, nova parceria indie entre o diretor Noah Baumbach e a atriz Greta Gerwig após o delicioso “Frances Ha” (2012). Distribuído em 27 salas, o longa acompanha uma estudante solitária em Nova York, que retoma o entusiasmo pela vida quando conhece a filha de seu padrasto. Ainda mais relevante, o anime (animação japonesa) “As Memórias de Marnie”, fábula infantil de contornos góticos, encerra as produções do premiado estúdio Ghibli com lançamento em apenas cinco salas. A lista ainda traz obras de grande valor humanista, como o documentário “Malala”, sobre a adolescente paquistanesa que, ao querer estudar, foi vítima de atentado, sobrevivendo à intolerância talibã para virar um símbolo e ganhar o prêmio Nobel da Paz – em 21 salas. Sem esquecer de “Taxi Teerã”, que o cineasta Jafar Panahi rodou ao custo de sua própria segurança, ao desafiar o governo do Irã. Para filmá-lo, ele precisou escapar da prisão domiciliar e desrespeitar a proibição que lhe foi imposta – não fazer filmes por duas décadas. Tanto risco lhe rende uma exibição em três salas somente, em São Paulo e Brasília. Confira abaixo os trailers destes e dos demais lançamentos da semana no Brasil. Estreias de cinema Grande circuito Circuito limitado

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