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    Snowden: Primeiro trailer da cinebiografia mostra Joseph Gordon-Levitt como o homem mais procurado do mundo

    27 de abril de 2016 /

    A Open Road Films divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Snowden”, cinebiografia de Edward Snowden, estrelada por Joseph Gordon-Levitt (“Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge”). A prévia destaca a sutil transformação do ator, que mudou totalmente sua voz e postura, além de aparentar envelhecer diante das câmeras conforme a história evolui. O filme cobre desde o começo da carreira de Snowden como recruta do exército aos 20 anos, sua integração à CIA aos 22 e sua promoção para a divisão de informática do NSA aos 26, até o ato que o transformou no homem mais procurado do mundo aos 29, ao denunciar o maior esquema institucionalizado de espionagem já visto. Snowden copiou e divulgou para a imprensa o programa secreto americano de espionagem indiscriminada da internet e telefonia celular, que, desrespeitando o direito à privacidade, vigiou desde pessoas comuns a governos estrangeiros. O escândalo o levou a ser considerado traidor pelo governo americano, precipitando sua fuga do país e uma perigosa caçada internacional. “Snowden” tem direção de Oliver Stone (“Selvagens”), que também escreveu o roteiro em parceria com Kieran Fitzgerald (“Dívida de Honra”). O elenco inclui Shailene Woodley (“Divergente”), Zachary Quinto (“Star Trek”), Tom Wilkinson (“Selma”), Melissa Leo (“O Vencedor”), Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”), Joely Richardson (“Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”), Timothy Olyphant (série “Justified”), Scott Eastwood (“Curvas da Vida”) e Nicolas Cage (“O Apocalipse”). A estreia está marcada para 16 de setembro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil

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    Guy Hamilton (1922 – 2016)

    24 de abril de 2016 /

    Morreu o diretor inglês Guy Hamilton, responsável por alguns dos filmes mais famosos de James Bond e grandes clássicos do cinema britânico. Ele faleceu na quarta (20/4), aos 93 anos, num hospital em Palma de Maiorca, na Espanha, onde residia há quatro décadas. Apesar do passaporte britânico, Hamilton nasceu em Paris, em 16 de setembro de 1922, onde seus pais trabalhavam a serviço da Embaixada do Reino Unido. Ele começou a carreira ainda na França, aos 16 anos, como batedor de claquete de um estúdio de cinema de Nice. Mas precisou fugir quando os nazistas avançaram sobre o país. No barco em que rumava para a África formou amizade com outro “britânico parisiense” em busca de asilo, o escritor Somerset Maugham (“O Fio da Navalha”). O encontro o inspirou a se alistar na Marinha britânica e realizar diversas missões de resgate de compatriotas em fuga da França ocupada. Ele próprio se viu enrascado quando seu barco foi afundado por nazistas, e dizia que devia a vida aos heróis da resistência, especialmente à bela francesa de 18 anos Maria-Therese Calvez, inspiradora, em sua memória, de dezenas de Bond girls. Após a guerra, ele se reuniu com sua família em Londres, onde retomou seus planos de trabalhar com cinema. Logo começou a estagiar na London Film Productions, exercendo a função de diretor assistente sem receber créditos, em clássicos como “Seu Próprio Verdugo” (1947), de Anthony Kimmins, e “Anna Karenina” (1948), de Julien Duvivier, antes de ganhar o respeito de Carol Reed, que lhe deu seus primeiros créditos profissionais e se tornou seu mentor. Hamilton assistiu Reed na criação de grandes clássicos do cinema britânico, como “O Ídolo Caído” (1948), o fabuloso “O 3º Homem” (1949), estrelado por Orson Welles, e “O Pária das Ilhas” (1951), em que conheceu sua futura esposa, a atriz franco-argelina Kerima. A parceria deixou nele uma marca profunda. “Carol era basicamente meu pai”, ele observou, em entrevista ao jornal The Telegraph. “Ele me ensinou tudo o que sei. Eu o adorava.” Outra experiência marcante foi trabalhar como assistente de John Huston no clássico “Uma Aventura na África” (1951), produção estrelada por Humphrey Bogart e Katharine Hepburn, realizada entre bebedeiras e surtos de disenteria na savana africana, que serviu para demonstrar ao jovem tudo o que podia dar errado numa filmagem. Os rigores de “Uma Aventura na África” lhe encheram de confiança para iniciar sua carreira como diretor. Hamilton conseguiu convencer o produtor Alexander Korda que podia completar um filme inteiro em três semanas, e seu mentor Carol Reed aconselhou-o a estrear com um thriller de comédia, pois teria o dobro de chances de acertar, fosse na tensão ou na diversão. O resultado foi a adaptação de “O Sineiro” (1952), considerada um das melhores produções baseadas na literatura de mistério de Edgar Wallace. A boa recepção lhe rendeu convites para dirigir mais filmes do gênero. Vieram “Um Ladrão na Noite” (1953) e “Está Lá Fora um Inspetor” (1954). Mas para se firmar como grande diretor, Hamilton foi buscar inspiração em suas aventuras reais de guerra. “Escapando do Inferno” (1955) narrava a fuga de um grupo de prisioneiros de um campo de concentração nazista e foi rodada no castelo de seu título original, “The Colditz Story”. Baseado no livro de memórias de P.R. Reid (interpretado por John Mills no filme), o longa provou-se tão ressonante que sua trama acabou resgatada numa série de TV, duas décadas depois – “Colditz”, que durou três temporadas entre 1972 e 1974. O sucesso continuou com “A Clandestina” (1957), um filme incomum para a época, sobre o poder destrutivo da paixão sexual, envolvendo um capitão de navio (Trevor Howard) e uma jovem clandestina mestiça (a italiana Elsa Martinelli). E persistiu com a comédia “Quase um Criminoso” (1959), em que James Mason finge deserção para a União Soviética para processar os jornais por calúnia e sustentar seu plano de uma vida de luxo nos EUA. Os acertos sucessivos lhe renderam o convite para assumir sua primeira produção a cores, “O Discípulo do Diabo” (1959), drama de época que havia perdido seu diretor em meio a choques com os egos de seus astros, Burt Lancaster, Kirk Douglas e Laurence Olivier. Ainda que o filme tenha representado seu primeiro fracasso comercial, o fato de Hamilton conseguir trabalhar/domar as feras foi tido como um feito, que lhe abriu o mercado internacional – seguiram-se a produção italiana “O Melhor dos Inimigos” (1961), estrelada por David Niven, e a coprodução americana “As Duas Faces da Lei” (1964), com Robert Mitchum. Quando os produtores Albert R. Broccoli e Harry Saltzman adquiriram os direitos de James Bond, Hamilton foi sua primeira opção para estrear o personagem nos cinemas. Mas o cineasta tinha a agenda ocupada, e a oportunidade foi agarrada por Terence Young. Dois anos depois, porém, Hamilton não voltou a recusar o convite, que considerou uma oportunidade de superar seu maior desgosto. Ele estava arrasado após filmar “The Party’s Over”, que foi proibido pelo comitê de censura por conter cenas polêmicas, como uma orgia envolvendo necrofilia. Foram meses de trabalho perdido – o longa só veio à tona muito depois e com inúmeros cortes. Com a censura atravessada na garganta, Hamilton resolveu ousar na franquia de espionagem e acabou realizando aquele que até hoje é o longa mais cultuado de James Bond, “007 Contra Goldfinger” (1964). Para começar, decidiu aumentar a temperatura sexual, apresentando, logo de cara, uma mulher nua coberta de ouro – a morte mais brilhante, literalmente, nas cinco décadas da série. A trama também destacava a Bond girl de nome mais chamativo, Pussy Galore (Honor Blackman), e a melhor ameaça a laser, apontada exatamente entre as pernas de um cativo 007. As tiradas do vilão também marcaram época – “Não, Sr. Bond, eu espero que você morra!”. Sem esquecer da música tema de Shirley Bassey, “Goldfinger”, uma das canções mais famosas do cinema, que Hamilton brigou com os produtores para incluir na abertura – “Eu não sei se vai fazer sucesso, Harry, mas dramaticamente funciona”, ele disse a Saltzman. Foi ainda “007 Contra Goldfinger” que estabeleceu os elementos mais icônicos dos filmes de James Bond, ao apresentar Sean Connery dirigindo seu Aston Martin repleto de armas secretas, seduzindo vilãs até torná-las aliadas, tomando martíni para flertar com o perigo e fumando com charme antes de explodir uma bomba. O longa rendeu o dobro de bilheteria dos dois filmes anteriores de 007. O que colocou Hamilton na mira de um rival, o agente secreto Harry Palmer. O cineasta filmou em seguida “Funeral em Berlim” (1966), o segundo filme da trilogia do espião que usava óculos, vivido por Michael Caine. Ele completou sua década vitoriosa com “A Batalha da Grã-Bretanha” (1969), recriação meticulosa e em escala épica do esforço da RAF (força aérea britânica) para impedir a invasão nazista ao Reino Unido. A produção talvez seja seu trabalho mais elogiado pela crítica, que resiste até hoje como um dos grandes clássicos de guerra. A ambiciosa realização de “A Batalha da Grã-Bretanha” confirmou que Hamilton era o diretor mais indicado para comandar a franquia 007, que começava a dar sinais de decadência, com o desastre representado pela falha de George Lazenby em substituir Connery em 1969. Convencidos disto, os produtores o trouxeram de volta para três filmes consecutivos, de modo a garantir uma transição tranquila entre Sean Connery, que voltou à saga oficial para se despedir pela segunda vez com “007 – Os Diamantes São Eternos” (1971), e Roger Moore, o novo James Bond a partir de “Com 007 Viva e Deixe Morrer” (1973). Para emplacar Moore, Hamilton contou até com a ajuda de um Beatle, Paul McCartney, que compôs “Live and Let Die” como tema da estreia do ator. Mas foi o filme seguinte, “007 Contra o Homem com a Pistola de Ouro” (1974), que soube explorar melhor a mudança de intérprete, apresentando um Bond mais divertido, relaxado e simpático. A franquia praticamente renasceu com a adoção de elementos cômicos, que Hamilton já considerava um diferencial em “Goldfinger”, além de se tornar mais extravagante, com carrões, jatos e mulheres sempre lindas. James Bond virou um playboy. Depois de três “007” seguidos, Hamilton voltou à guerra. Foi dirigir Harrison Ford, recém-consagrado pelo sucesso de “Guerra nas Estrelas” (1977), em “O Comando 10 de Navarone” (1978), continuação do clássico “Os Canhões de Navarone” (1961). Mas, acostumado a blockbusters, ele entendeu o sucesso moderado obtido pela produção como hora de mudar de estilo. Quis mudar tudo, diminuir o ritmo, e optou por trocar a ação intensa pelas tramas cerebrais de mistério que lançaram sua carreira. Assim, realizou duas adaptações consecutivas de Agatha Chistie. “A Maldição do Espelho” (1980) registrou a última aparição da personagem Miss Marple no cinema, vivida por Angela Lansbury, enquanto “Assassinato num Dia de Sol” (1982) foi o penúltimo filme com Peter Ustinov no papel do detetive Hercule Poirot. Filmada nas ilhas de Maiorca, esta produção acabou tendo impacto na vida pessoal do cineasta, que, impressionado pela locação, convenceu-se a abandonar sua residência na Inglaterra para passar o resto de sua vida no litoral espanhol com sua esposa. Hamilton já fazia planos de aposentadoria e não filmava há três anos quando foi convencido pela MGM a fazer sua tardia estreia em Hollywood. O projeto era basicamente lançar um 007 americano, baseado num personagem igualmente extraído de uma franquia literária de ação. Só que a crítica não perdoou a tentativa apelativa. Estrelado por Fred Ward como um agente secreto a serviço da Casa Branca, “Remo – Desarmado e Perigoso” (1985) foi considerado um James Bond de quinta categoria. E a produção, que ia inaugurar uma franquia, se tornou o maior fracasso da carreira do diretor. Resignado, ele decidiu encerrar a carreira. Mas nos seus termos, lembrando o conselho precioso de Carol Reed. Se tinha começado com um thriller de comédia, também sairia de cena com chances de motivar meio riso ou meia aflição. E deixou a cortina cair com “De Alto Abaixo” (1989). Deu sua missão por comprida, e gentilmente recusou a proposta da Warner para, novamente, ajudar a lançar uma franquia de ação em Hollywood. Guy Hamilton disse não a “Batman” (1989).

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    Jason Bourne ganha trailer legendado repleto de ação

    22 de abril de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou um novo pôster e o trailer legendado de “Jason Bourne”, que marca o retorno de Matt Damon ao papel do espião que é uma “arma perfeita”. A prévia começa com um apanhado de cenas dos filmes anteriores para destacar que ele recuperou a memória, mas ainda não sabe de tudo sobre a conspiração que o originou, conforme ensina a espiã Nicky Parsons, novamente vivida por Julia Stiles. Bourne sai das sombras para reencontrar a antiga parceira, que possui documentos sigilosos. O nome de Edward Snowden é citado para dar gravidade ao material confidencial e justificar uma grande caçada, com direito a muitas explosões, tiros, socos e capotagens sensacionais. O ritmo é trepidante como se espera de um filme da franquia. Além de Damon e Stiles, o filme terá a volta do diretor Paul Greengrass, responsável por “A Supremacia Bourne” (2004) e “O Ultimato Bourne” (2007). Os dois desenvolveram a trama da continuação em parceria com Cristopher Rouse, editor de “Supremacia” e “Ultimato”, que estreia como roteirista. O elenco ainda inclui Tommy Lee Jones (“Homens de Preto”), Vincent Cassel (“Em Transe”), Riz Ahmed (“O Abutre”) e Alicia Vikander (“O Agente da UNCLE”). “Jason Bourne” tem estreia agendada para 28 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Jason Bourne: Matt Damon volta à ação em dois teasers

    18 de abril de 2016 /

    A Universal Pictures disponibilizou duas prévias do trailer de “Jason Bourne”, novo filme do espião vivido por Matt Damon, que o mostram desaparecendo no meio da multidão, sob o olhar da nova personagem vivida pela sueca Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”), e também com um coquetel molotov nas mãos, distribuindo violência. Além de Damon e Vikander, o filme terá a volta de Julia Stiles, presente nos três filmes anteriores da franquia, além de Tommy Lee Jones (“Homens de Preto”), Vincent Cassel (“Em Transe”) e Riz Ahmed (“O Abutre”). A direção é de Paul Greengrass, responsável por “A Supremacia Bourne” (2004) e “O Ultimato Bourne” (2007), e a estreia está agendada para 28 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Colin Firth vai participar da continuação de Kingsman

    9 de abril de 2016 /

    Em época de adaptações de quadrinhos, até quem morre no cinema pode voltar no filme seguinte. Parece ser o caso do personagem de Colin Firth na franquia “Kingsman”. Morto no primeiro filme, “Kingsman: Serviço Secreto” (2014) ele vai reaparecer na continuação, informou seu parceiro de elenco, o ator Taron Egerton, via Twitter. Ele postou um cartaz, descrito como “uma mensagem de um velho amigo”, em que se lê a famosa máxima atribuída à Mark Twain, “As notícias da minha morte foram muito exageradas”, sob o óculos usado pelo personagem de Firth no primeiro filme. A arte também revela o subtítulo do filme, que será lançado como “Kingsman: The Golden Circle” (Kingsman: O Círculo Dourado). Veja logo abaixo. Além dos protagonistas Taron Egerton e Colin Fith, também Mark Strong retornará na continuação, que ainda deve incluir participações de Halle Berry (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) e Julianne Moore (“Para Sempre Alice”). Por enquanto, não há detalhes sobre a trama, que deve continuar adaptando as histórias dos quadrinhos de Mark Millar (criador também de “Kickass”). O filme será novamente roteirizado por Jane Goldman e dirigido por Matthew Vaughn, e tem estreia marcada para 16 de junho de 2017 nos EUA.

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    Mente Criminosa: Kevin Costner incorpora Ryan Reynolds em novo trailer

    19 de março de 2016 /

    A Lionsgate divulgou dois novos pôsteres e mais um trailer do filme de ação “Mente Criminosa”, que combina elementos de sci-fi e espionagem. A prévia resume a premissa e destaca o elenco grandioso da produção, que inclui atores famosos até em pequenos papéis. A trama gira em torno de um assassino sociopata condenado à morte, que é usado numa experiência, tendo as memórias de um agente da CIA implantadas no seu cérebro. A expectativa do governo é que o condenado ajude a completar a última missão do agente, que morreu antes de revelar onde escondeu um importante refugiado. Mas um ataque inesperado permite que ele fuja e siga as memórias do falecido até encontrar a bela viúva. O criminoso também começa a descobrir sentimentos que não possuía e que se provarão decisivos para salvar vidas inocentes. O elenco impressionante traz Kevin Costner (“3 Dias para Morrer”) como o criminoso, Gary Oldman (“RoboCop”) e Tommy Lee Jones (“Homens de Preto 3”) como os responsáveis pela missão, Ryan Reynolds (“Deadpool”) como o agente morto e Gal Gadot (“Batman vs. Superman: Origem da Justiça”) como a viúva. E em papeis secundários ainda se destacam Alice Eve (“Além da Escuridão – Star Trek”), Michael Pitt (série “Boardwalk Empire”), Antje Traue (“O Homem de Aço”), Jordi Mollà (“Riddick 3”) e Scott Adkins (“Hércules”). O roteiro é de Douglas Cook e David Weisberg (ambos de “A Rocha”) e a direção do israelense Ariel Vromen (“O Homem de Gelo”). A estreia acontece em 14 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Um Espião e Meio: Dwayne Johnson e Kevin Hart estrelam novo trailer de comédia de ação

    18 de março de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou um novo trailer legendado da comédia “Um Espião e Meio” (Central Intelligence), que reúne Dwayne Johnson (“Terremoto – A Falha de San Andreas”) e Kevin Hart (“Policial em Apuros”). A prévia apela à gags repetitivas, na intenção de estabelecer a diferença de personalidades entre um Hart relutante e um Johnson determinado. Os dois astros são bastante carismáticos e ainda apresentarão juntos o MTV Movie Awards, mas o roteiro de “uma piada e meia” parece incontornável. A comédia gira em torno de dois antigos colegas de escola, um ex-astro do esporte que virou contador (Hart) e um ex-gordinho, vítima de bullying, que ganhou músculos e se tornou um agente mortífero da CIA (Johnson). Quando se vê acuado, o personagem de Johnson resolve alistar o contador numa missão para impedir a venda de importantes segredos militares. O elenco também inclui Aaron Paul (série “Breaking Bad”), Danielle Nicolet (série “The Game”) e Amy Ryan (“Rota de Fuga”). A história foi escrita por Peter Steinfeld (“Quebrando a Branca”), revisada pela dupla Ike Barinholtz e David Stassen (ambos da série “The Mindy Project/Projeto Mindy”) e dirigida por Rawson Marshall Thurber (“Família do Bagulho”). A estreia está agendada para 17 de junho nos cinemas americanos e três semanas depois, em 7 de julho, no Brasil.

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    Lizzy Caplan se junta a Brad Pitt em thriller de época

    15 de março de 2016 /

    A atriz Lizzy Caplan (“A Entrevista”) entrou no próximo filme do diretor Robert Zemeckis (“A Travessia”), um thriller de época, passado nos anos 1940, que será estrelado por Brad Pitt (“Guerra Mundial Z”). Ainda sem título definido, a produção tem roteiro de Steven Knight (“Senhores do Crime”) e se passa durante a 2ª Guerra Mundial. Após se apaixonar por uma agente francesa durante uma missão perigosa do Norte da África, um agente americano descobre que a mulher com quem se casou é provavelmente uma espiã nazista. Lizzy será a irmã do personagem de Pitt, que interpretará o agente. Já o papel da francesa caberá a Marion Cotillard (“Macbeth”). A filmagem será produzida pela Paramount Pictures e a GK Films, com lançamento previsto para 23 de novembro.

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    Michael Keaton vai estrelar thriller de espionagem baseado em franquia literária

    13 de março de 2016 /

    O ator Michael Keaton, que estrelou os filmes vencedores dos dois últimos Oscars, “Birdman” (2014) e “Spotlight” (2015), será o protagonista do suspense “American Assassin”, baseado no livro homônimo de Vince Flynn, informou o site da revista Variety. Ele vai viver Stan Hurley, um veterano da Guerra Fria que se tornou o mais temido agente de treinamento da CIA, e terá a missão de ajudar um policial, devastado pela perda da noiva em um atentado terrorista, a se tornar um agente secreto. O jovem é Mitch Rapp, o protagonista da franquia literária de Vince Flynn, que já tem 14 livros e continua a ser publicada após a morte do autor. No filme, conforme o treinamento avança, a dupla é enviada para uma missão secreta com um letal agente turco para evitar o início da 3ª Guerra Mundial no Oriente Médio. “Stan Hurley é um dos pilares do universo criado por Vince Flynn e um dos personagens favoritos de milhões de leitores. Por isso, definir um ator para interpretá-lo era um duro desafio. Ter um ator inteligente e talentoso como Michael Keaton para fazer o personagem é motivo de muito orgulho para a equipe de “American Assassin” e razão de celebração para os fãs de Hurley”, afirmou o diretor Michael Cuesta (de “O Mensageiro” e da série “Homeland”). Um detalhe interessante é que Vince Flynn foi consultor da série “24 Horas”, que compartilha muitos dos temas de seus livros. Assim como Jack Bauer, o protagonista Mitch Rapp é um agente que atua contra o terrorismo, despreza a burocracia e é capaz de tomar decisões brutais para apressar a resolução de impasses. O roteiro da adaptação está a cargo de Stephen Schiff (roteirista de “Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme” e da série “The Americans”). Ainda não há previsão para a estreia.

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    Halle Berry negocia papel na continuação de Kingsman – Serviço Secreto

    13 de março de 2016 /

    A atriz Halle Berry (série “The Extant”) está em negociações para participar da continuação de “Kingsman – Serviço Secreto” (2014). Segundo o site The Hollywood Reporter, a atriz deve interpretar uma agente da CIA. Caso a negociação seja bem-sucedida, ela vai se juntar a outra vencedora do Oscar, Julianne Moore, que também está envolvida na produção. Além do protagonista Taron Egerton, os demais integrantes do elenco original ainda não foram confirmados na continuação, nem há maiores detalhes sobre a trama, que novamente será roteirizada por Jane Goldman. O diretor Matthew Vaughn também estará de volta para comandar o longa, que tem estreia marcada para 16 de junho de 2017 nos EUA.

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    Rebecca Ferguson volta a viver espiã em trailer de romance britânico de época

    23 de fevereiro de 2016 /

    A Altitude Films divulgou o pôster, 36 fotos e o trailer de “Despite The Falling Snow”, produção de época estrelada pela sueca Rebecca Ferguson, que volta a interpretar uma espiã após o sucesso de “Missão Impossível: Nação Fantasma” (2015). O clima da nova produção, entretanto, é bem diferente do thriller de ação. Embalada por uma trilha melosa, a prévia mistura romance, espionagem e melodrama, tendo como pano de fundo intrigas e paixões da Guerra Fria. O filme tem roteiro e direção da inglesa Shamim Sarif (“I Can’t Think Straight”), que leva às telas seu próprio livro, lançado em 2004. A trama se passa entre Moscou e Londres e também se alterna em dois tempos, indo da Guerra Fria ao colapso da União Soviética. Ferguson interpreta uma agente secreta americana, que se disfarça de russa para roubar segredos militares. Como parte de seus planos, ela se envolve com político soviético idealista (Sam Reid, da minissérie “The Astronaut Wives Club”). Mas o que ela não esperava era se apaixonar. O elenco também inclui Charles Dance (série “Game of Thrones”) como a versão envelhecida do personagem de Reid, que recorda o romance em flashback, além de Antje Traue (“O Homem de Aço”), Oliver Jackson-Cohen (“O Corvo”) e Anthony Head (série “Dominion”). A estreia está marcada para 15 de abril no Reino Unido, e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Mente Criminosa: Kevin Costner ganha as memórias de Ryan Reynolds em trailer repleto de ação e atores famosos

    12 de fevereiro de 2016 /

    A Lionsgate divulgou quatro pôsteres e o trailer do thriller de ação “Mente Criminosa”, que combina elementos de sci-fi e espionagem. A prévia resume a premissa e destaca o elenco grandioso da produção, que inclui atores famosos até em pequenos papéis. A trama gira em torno de um assassino sociopata condenado à morte, que é usado numa experiência, tendo as memórias de um agente da CIA implantadas no seu cérebro. A expectativa do governo é que o condenado ajude a completar a última missão do agente, que morreu antes de revelar onde escondeu um importante refugiado. Mas um ataque inesperado permite que ele fuja e siga as memórias do falecido até encontrar a bela viúva. O criminoso também começa a descobrir sentimentos que não possuía e que se provarão decisivos para salvar vidas inocentes. O elenco impressionante traz Kevin Costner (“3 Dias para Morrer”) como o criminoso, Gary Oldman (“RoboCop”) e Tommy Lee Jones (“Homens de Preto 3”) como os responsáveis pela missão, Ryan Reynolds (“Deadpool”) como o agente morto e Gal Gadot (“Batman vs. Superman: Origem da Justiça”) como a viúva. E em papeis secundários ainda se destacam Alice Eve (“Além da Escuridão – Star Trek”), Michael Pitt (série “Boardwalk Empire”), Antje Traue (“O Homem de Aço”), Jordi Mollà (“Riddick 3”) e Scott Adkins (“Hércules”). O roteiro é de Douglas Cook e David Weisberg (ambos de “A Rocha”) e a direção do israelense Ariel Vromen (“O Homem de Gelo”). A estreia acontece em 14 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Jason Bourne: Matt Damon volta a viver a “arma perfeita” na primeira prévia do filme de ação

    8 de fevereiro de 2016 /

    A Universal Pictures Brasil divulgou a versão legendada do comercial de “Jason Bourne”, que foi exibido na TV americana no domingo (7/2), durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano e maior audiência do ano). Trata-se da primeira prévia do longa que marca o retorno de Matt Damon ao papel do espião Jason Borne, uma “arma perfeita” na descrição de Julia Stiles, que também volta como a espiã Nicky Parsons. Além de exibir cenas intensas de ação, o vídeo ainda confirma o título da produção, que, por sinal, é evocado apenas de forma oblíqua no primeiro pôster – “Você sabe o nome dele”, diz simplesmente o cartaz sobre a imagem de Jason Bourne. (veja abaixo) Além de Damon e Stiles, o filme terá a volta do diretor Paul Greengrass, responsável por “A Supremacia Bourne” (2004) e “O Ultimato Bourne” (2007). Os dois desenvolveram a trama da continuação em parceria com Cristopher Rouse, editor de “Supremacia” e “Ultimato”, que estreia como roteirista. O elenco ainda inclui Tommy Lee Jones (“Homens de Preto”), Vincent Cassel (“Em Transe”), Riz Ahmed (“O Abutre”) e Alicia Vikander (“O Agente da UNCLE”). “Jason Bourne” tem estreia agendada para 28 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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