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    Novo trailer de “Elvis” explora histeria causado pelo cantor

    23 de maio de 2022 /

    A Warner divulgou novos pôsteres e o segundo trailer legendado de “Elvis”, a cinebiografia do Rei do Rock dirigida por Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”). E a prévia tem tudo o que os fãs poderiam desejar, cobrindo todas as fases da carreira do cantor, com uma recriação caprichada, atenta aos detalhes. Muitas das cenas refletem a histeria despertada por suas apresentações, acompanhada de perto pela reação conservadora, que tentou censurá-lo. Luhrmann conecta a performance sensual ao fervor religioso do menino Elvis Presley, fazendo uma relação que conduz ao final da carreira do cantor, dedicada a gospels e baladas. Em vez de artistas de blues, a inspiração do roqueiro é conectada à performance de pastores negros, de forma a mostrar como os transes de fé transmitidos pelos spirituals lhe permitiam transcender ao cantar. Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) incorpora a fisicalidade do cantor, enquanto se transforma rapidamente na tela, desde um jovem roqueiro da metade dos anos 1950 a um homem maduro em sua volta triunfal de 1968 e na fase final da carreira, nos megashows dos anos 1970. E a cereja em cima do bolo: em vez de dublar, ele canta mesmo as músicas que apresenta no filme. “Elvis” também destaca o ator Tom Hanks (“Finch”) bastante transformado como o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, além de Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, a esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, a produção superou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, para ser finalizada e chegar aos cinemas em 14 de julho no Brasil – quatro semanas após os EUA.

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    Filha de Elvis Presley rasga elogios para o filme “Elvis”

    16 de maio de 2022 /

    Lisa Marie Presley, a filha de Elvis Presley, usou as redes sociais para rasgar elogios ao filme “Elvis”, de Bas Luhrmann, e à performance do ator Austin Butler, que interpreta seu pai na produção. “Deixe-me dizer que é nada menos que espetacular. Absolutamente requintado”, ela escreveu sobre o filme, acrescentando que Austin Butler “canalizou e incorporou o coração e a alma de meu pai lindamente.” A filha de Elvis afirmou que a performance do ator foi “feita com precisão e respeito” e é tão perfeita que merecia um Oscar. “Se não ganhar o Oscar, eu como meu pé”. Mas os maiores elogios foram reservados para o diretor. “Você pode sentir e testemunhar o puro amor, cuidado e respeito de Baz por meu pai ao longo deste lindo filme, que finalmente é algo que eu e meus filhos e os filhos deles podemos nos orgulhar para sempre… Ela também mencionou que seus filhos se emocionaram com a sessão privada do filme e só lamentou que o filho recém-falecido, Benjamin Keough, não pudesse ter visto. “Isso parte meu coração, que meu filho não está aqui para ver. Ele teria adorado também.” “Eu não posso dizer o suficiente o quanto amo este filme e espero que vocês o amem também. Baz, seu gênio total combinado com seu amor e respeito por meu pai fez este projeto tão bonito e tão inspirador. Eu sei que estou sendo repetitiva, mas não me importo. Obrigado por esclarecer as coisas de uma maneira tão profunda e artística”, ela completou. Além de Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”), o elenco inclui Tom Hanks (“Finch”) como o coronel Tom Parker, o empresário do Rei do Rock, Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, a produção superou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, para ser completada e marcar sua estreia nos cinemas em 14 de julho no Brasil – quatro semanas após os EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por ELVIS (@elvismovie)

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    Elvis descobre a pelvis em cena impactante do filme de Baz Luhrmann

    6 de maio de 2022 /

    A Warner divulgou uma cena completa de “Elvis”, a cinebiografia do Rei do Rock dirigida por Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”). A prévia mostra o começo da lenda de “Elvis the pelvis”, quando ele descobre o impacto de sua dança no público feminino, ao mesmo tempo em que o coronel Tom Parker percebe que pode transformar aquilo numa mina de ouro. Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) demonstra toda a fisicalidade requerida para a cena, incorporando o jovem Elvis de corpo e alma, enquanto Tom Hanks (“Finch”) surge bastante transformado por maquiagem prostética para viver Parker, o empresário do Rei do Rock. O elenco da produção também destaca Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, a produção superou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, para ser completada e marcar sua estreia nos cinemas em 14 de julho no Brasil – quatro semanas após os EUA.

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    Laurel Goodwin (1942–2022)

    8 de março de 2022 /

    A atriz Laurel Goodwin, que dançou com Elvis Presley e foi ao espaço com o Sr. Spock, morreu em 25 de fevereiro aos 79 anos. O falecimento só foi anunciado por sua irmã na segunda-feira (7/3). Seu primeiro papel como atriz foi aos 20 anos em “Garotas, Garotas e Mais Garotas”, interpretando um dos dois potenciais interesses amorosos de Elvis Presley. Ela disputou o astro com ninguém menos que Stella Stevens (protagonista feminina do clássico “O Professor Aloprado”). O filme contém um momento épico para as fãs de Elvis e constrangedor para a atriz. Durante a coreografia do casal na música “The Walls Have Ears”, a fricção da calça apertada do cantor o deixou visivelmente excitado. E a produção manteve a cena na edição final. Veja abaixo. Mas a estreia de Goodwin não rendeu só constrangimento. Ela se tornou amiga do Rei do Rock e contava ter se livrado de um relacionamento abusivo com a ajuda do cantor, que enviou um membro da Máfia de Memphis (apelido da entourage de Elvis) para exigir que seu namorado a tratasse com respeito. Depois da estreia no romance musical, ela ainda apareceu na comédia “O Estado Interessante de Papai” (1963) e em três westerns B, mas sua carreira de atriz não emplacou. Tudo, claro, poderia ter sido diferente se a rede americana NBC tivesse aprovado o piloto de “Jornada nas Estrelas” (Star Trek). Ela foi uma das principais intérpretes de “The Cage”, episódio que acabou rejeitado pelos executivos do canal em 1964. Dois anos depois, quando o roteirista-produtor Gene Roddenberry tentou emplacar um segundo piloto, ele trocou todo o elenco, mantendo apenas Leonard Nimoy como Spock. Foi esta segunda configuração que entrou para a história da TV, do cinema e da cultura pop. Interprete da cadete JM Colt, a atriz enfrentou alienígenas, sobreviveu à trama original e se estabeleceu como possível interesse romântico de seu oficial superior, sugerindo que faria parte do elenco da série. Mas o máximo que o público viu de sua participação foram poucas cenas exibidas como flashback de uma missão antiga da nave Enterprise, num episódio especial em duas partes da 1ª temporada de “Jornada nas Estrelas” em 1966. “The Cage”, porém, acabou ressurgindo de forma integral na era do VHS, lançado em vídeo em 1988. Goodwin era a única integrante ainda viva do elenco do piloto, que também trazia Jeffrey Hunter como o Capitão Christopher Pike, Majel Barrett como a Número 1 e, claro, Leonard Nimoy como Spock. Vale apontar que, 58 anos depois da rejeição, Spock, Pike e a Número 1 vão finalmente ganhar sua série neste ano. Intitulada “Star Trek: Strange New Worlds”, a atração centrada na tripulação do piloto original vai estrear em 5 de maio com novos intérpretes nos papéis clássicos. Mas a personagem de Goodwin, que apareceu até em quadrinhos, não foi listada na tripulação. A artista ainda apareceu em séries populares como “O Homem de Virgínia”, “Agente 86”, “A Família Buscapé” (num episódio duplo) e “Mannix”, mas acabou desistindo da atuação nos anos 1970. Ela chegou a trabalhar na produção de filmes junto com o marido Walter Wood em Nova York – entre eles “O Imbatível” (1983), estrelado por Burt Reynolds – , mas o negócio não prosperou e em meados dos anos 1980 o casal se mudou para Palm Springs, onde Goodwin seguiu carreira em enfermagem. Em 2009, seu marido ficou gravemente doente e ela cuidou dele até sua morte. Embora tenha participado de algumas convenções de Elvis ao longo dos anos, somente em 2005 ela aceitou aparecer em sua primeira convenção de “Star Trek”, ocasião em que foi recebida com uma grande estrela, com longos e demorados aplausos. Confira abaixo sua dança com Elvis e o final do piloto de “Jornada nas Estrelas”, que destaca sua participação.

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    Cinebiografia de Elvis Presley ganha trailer emocionante

    17 de fevereiro de 2022 /

    A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Elvis”, a cinebiografia do Rei do Rock dirigida por Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”). E a prévia tem tudo o que os fãs poderiam desejar, cobrindo todas as fases da carreira do cantor, com uma recriação caprichada, atenta aos detalhes. Mais que isso, Luhrmann conecta os extremos, do despertar do interesse do menino Elvis Presley na música até final de sua carreira como cantor de baladas, encontrando um ponto comum pouco explorado. Em vez de artistas de blues, sua inspiração é conectada à performance de pastores negros, de forma a mostrar como o fervor religioso transmitido pelos spirituals lhe permitia entrar em transe ao cantar. Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) incorpora a fisicalidade e se esforça para assumir o sotaque caipira do cantor, enquanto se transforma rapidamente na tela, desde um jovem roqueiro da metade dos anos 1950 num homem maduro em sua volta triunfal de 1968 e na fase final da carreira, nos megashows dos anos 1970. E a cereja em cima do bolo: em vez de dublar, ele canta mesmo as músicas que apresenta no filme. “Elvis” também destaca o ator Tom Hanks (“Finch”) bastante transformado como o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, além de Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, a esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, a produção superou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, para ser filmada e chegar aos cinemas em 14 de julho no Brasil – quatro semanas após os EUA.

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    Diretor revela novo teaser da cinebiografia de Elvis Presley

    14 de fevereiro de 2022 /

    O diretor Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) compartilhou em seu Twitter um novo teaser de sua cinebiografia de Elvis Presley, anunciando o trailer para quinta-feira. O vídeo curto mostra o ator Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) de costas e dançando muito em momentos distintos da carreira do cantor – como um jovem roqueiro da metade dos anos 1950, em sua volta triunfal de 1968 e no palco de um megashow dos anos 1970. “Elvis” também destaca o ator Tom Hanks (“Finch”) como o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, a esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, o filme enfrentou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, o que alterou sua estreia, originalmente prevista para novembro passado nos EUA. A nova data de lançamento é em 14 de julho no Brasil, quatro semanas após os EUA. Hey, it’s time to TCB!⚡️ I’ll have a trailer to share with you all on Thursday…#Elvis #TCB #ElvisMonday pic.twitter.com/NETP7mk1eA — Baz Luhrmann (@bazluhrmann) February 14, 2022

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    Baz Luhrmann libera primeiro teaser da cinebiografia de Elvis Presley

    15 de novembro de 2021 /

    O diretor Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) liberou a primeira mostra de sua cinebiografia de Elvis Presley, publicando um teaser do filme nas redes sociais. O vídeo curto mostra o ator Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) de costas ou à distância em três momentos distintos da carreira do cantor, como um jovem roqueiro da metade dos anos 1950, em sua volta triunfal de 1968 e na chegada a um megashow dos anos 1970. O post também revelou que o filme será lançado em 24 de julho de 2022. A produção ainda sem título também destaca o ator Tom Hanks (“Finch”) como o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, a esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, o filme enfrentou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, o que alterou sua estreia, originalmente prevista para este mês nos EUA. Elvis Monday⚡️ Made a little something to let you good people know we are taking care of business on June 24, 2022.#Elvis #TCB pic.twitter.com/grf8IGqfw9 — Baz Luhrmann (@bazluhrmann) November 15, 2021

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    “Daisy Jones & The Six” ganha primeiras imagens de bastidores

    27 de setembro de 2021 /

    A produtora Hello Sunshine, de Reese Witherspoon (“The Morning Show”), divulgou no Instagram as primeiras imagens de bastidores de “Daisy Jones & The Six”, nova minissérie da Amazon Prime Video. Adaptação do romance de mesmo nome da escritora Taylor Jenkins Reid – também lançado no Brasil com o título em inglês – , a trama apresenta os altos e baixos de uma renomada banda de rock dos anos 1970, liderada pela personagem do título. A protagonista Daisy Jones é descrita como uma garota que nasceu em uma família privilegiada e abandona os pais para seguir a carreira como cantora, começando a participar da cena musical roqueira de Los Angeles. Um detalhe curioso da produção é que o papel principal é desempenhado por Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), que além de atriz é neta de Elvis Presley. Por sinal, ela já viveu uma roqueira dos anos 1970 no cinema. Em “The Runaways”, de 2010, ela interpretou a cantora Marie Currie, irmã de Cherie Currie (Dakota Fanning). “Daisy Jones & The Six” foi criada pela dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber, roteiristas dos sucessos “A Culpa é das Estrelas” (2014) e “Artista do Desastre” (2017), e terá episódios dirigidos pela cineasta neozelandesa Niki Caro (do filme “Mulan” e da série “Anne with an E”). O elenco também inclui a atriz e modelo Suki Waterhouse (“Miss Revolução”), a também modelo e atriz Camila Morrone (do remake de “Valley Girl”), Josh Whitehouse (que igualmente estrelou “Valley Girl”), o astro Sam Claflin (“Enola Holmes”), o novato Will Harrison (visto em “Madam Secretary”), Nabiyah Be (“Pantera Negra”) e Sebastian Chacon (“Penny Dreadful: City of Angels”). Ainda não há previsão para a série chegar ao serviço de streaming da Amazon. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Hello Sunshine (@hellosunshine)

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    Ed Asner (1929-2021)

    29 de agosto de 2021 /

    Ed Asner, um dos astros mais queridos da TV americana, que interpretou o editor jornalístico Lou Grant na lendária sitcom “Mary Tyler Moore” e em seu próprio programa derivado, morreu neste domingo (29/8) aos 91 anos. Ele também era adorado pelas novas gerações como a voz original do velhinho ranzinza da animação da Pixar “Up – Altas Aventuras”. Raras vezes um papel coube tão bem a um ator quanto a interpretação de Asner para Lou Grant. Pode-se dizer que ele ensaiou desde a adolescência, porque foi editor do jornalzinho de sua escola e uma foto real de seu passado escolar ilustrava o escritório do personagem em “Mary Tyler Moore”. Antes de conquistar cinco prêmios pelo papel, ele passou por inúmeros episódios de séries dos anos 1960, como “Os Intocáveis”, “Cidade Nua”, “Rota 66”, “5ª Dimensão”, “Alfred Hitchcock Apresenta”, “Dr. Kildare”, “Os Invasores”, “Missão: Impossível”, “Mod Squad”, etc. E também apareceu no cinema, fazendo sua estreia ao lado de ninguém menos que Elvis Presley, em “Talhado para Campeão” (1962), parceria que se repetiu anos depois em “Ele e as Três Noviças” (1969), no qual também conheceu Mary Tyler Moore. Asner foi convidado a participar da série de Moore em 1970, dando vida a seu chefe. Revolucionária, a sitcom acompanhava uma mulher solteira que tentava carreira profissional numa área em que poucas mulheres se aventuravam na época, a redação de um telejornal. Primeiro papel fixo do ator, Lou Grant também virou seu trabalho mais reconhecido. Asner venceu três de seus sete Emmys como o chefe de Mary Tyler Moore. E depois acrescentou mais dois troféus como protagonista da série derivada, batizada com o nome do personagem. O detalhe é que a série “Lou Grant” era completamente diferente de “Mary Tyler Moore”. Enquanto a atração original era uma comédia, o spin-off surpreendeu o público por seu realismo dramático, o que fez Asner ser o único ator a vencer o Emmy pelo mesmo papel em categorias de Comédia e Drama. O personagem Lou Grant apareceu em sete temporadas de “Mary Tyler Moore”, apoiando a jovem redatora de 1970 até o final da produção em 1977. E logo em seguida ganhou sua série própria, inspirada pelo jornalismo sério de “Todos os Homens do Presidente” (1976). O personagem era o mesmo, mas todo o resto era diferente. A nova produção trocava a locação televisiva por uma redação de jornal e o registro de claque de humor por temas polêmicos dos noticiários contemporâneos. Uma mudança radical e arriscada, que incrivelmente deu certo. A atração ficou no ar por mais cinco anos, até 1982, e conquistou dois Emmys de Melhor Drama, após “Mary Tyler Moore” ter vencido três vezes como Melhor Comédia. A série poderia até ter durado mais. Asner contou repetidas vezes que a CBS cancelou “Lou Grant” devido à abordagem de alguns temas sensíveis, especialmente sua oposição ao apoio militar dos EUA à ditadura de El Salvador. Teria havido pressão do governo para tirar as críticas do ar. Os outros dois Emmys de sua carreira vieram de participações em minisséries dos anos 1970: os fenômenos de audiência “Pobre Homem Rico”, de 1976, e “Raízes”, de 1977. Na última, ele foi o capitão do navio negreiro que trouxe Kunta Kinte para os EUA. O ator continuou aparecendo em séries, como convidado especial, ao longo da vida. Mas deixou de se comprometer com trabalhos longos para se dedicar à luta sindical. Asner foi presidente do SAG, o Sindicato dos Atores dos EUA, por dois mandatos, de 1981 a 1985. Embora seja mais reconhecido por seu trabalho televisivo, ele também participou de vários filmes notáveis, inclusive alguns clássicos, como “El Dorado” (1967), “Peter Gunn em Ação” (1967), “Noite Sem Fim” (1970), “Dois Trapaceiros da Pesada” (1971), “41ª DP: Inferno no Bronx” (1981), “Daniel” (1983) e “JFK: A Pergunta que Não Quer Calar” (1991). Dono de uma voz grave marcante, Asner ainda desenvolveu uma frutífera carreira como dublador, que deslanchou nos anos 1990 com papéis em “Batman: A Série Animada”, “Gárgulas”, “Capitão Planeta”, “Freakazoid!”, “Superman: A Série Animada” e “Homem-Aranha”, onde interpretou ninguém menos que o editor J. Jonah Jameson. Seu papel vocal mais conhecido, porém, é Carl Fredricksen em “Up: Altas Aventuras” (2009), filme vencedor do Oscar de Melhor Animação. O viúvo que amarra mil balões em sua casa para realizar o sonho de conhecer a América do Sul derreteu o coração do público em todo o mundo e tinha sido recém-retomado pelo ator na série animada “A Vida do Dug”, centrada no cachorro do velhinho, que estreia na plataforma Disney+ na próxima quarta-feira (1/9). Entre seus últimos trabalhos ainda constam participações nas séries “Grace and Frankie”, “Briarpatch” e “Cobra Kai”, além de dublagens em “Central Park” e “American Dad”.

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    Ator de Os 7 de Chicago será B.B. King no cinema

    30 de dezembro de 2020 /

    O ator Kelvin Harrison Jr. (visto recentemente em “Os 7 de Chicago”, “A Batida Perfeita” e “A Fotografia”) vai viver o lendário bluesman B.B. King, também conhecido como o Rei do Blues, no filme sobre Elvis Presley do diretor Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”). A produção da Warner Bros. foi retomada em setembro na Austrália após uma paralisação em março, quando o astro Tom Hanks contraiu covid-19. No filme ainda sem título, Hanks vai interpretar o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, enquanto Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) interpretará Elvis. Escrito por Luhrmann e Craig Pearce, o filme investiga a dinâmica complexa entre Elvis e o enigmático Parker ao longo de 20 anos, que levou à ascensão do cantor a um estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a evolução da paisagem cultural e a perda da inocência dos EUA da época. No centro dessa jornada também estão algumas das pessoas mais significativas e influentes na vida de Elvis, como sua mãe Gladys, vivida por Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”), e sua esposa Priscilla, interpretada por Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”). Apesar da paralisação das filmagens durante a pandemia, a produção da Warner Bros. sofreu pouco atraso em seu cronograma de lançamento, com estreia adiada por apenas um mês, para novembro de 2021 nos EUA. Veja abaixo um dos mais antigos vídeos de B.B. King disponível no YouTube com boa qualidade.

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    Warren Berlinger (1937 – 2020)

    3 de dezembro de 2020 /

    O veterano ator Warren Berlinger, que fez várias comédias desde a época de Elvis Presley, morreu na quarta-feira (2/12) num hospital de Valência, na Califórnia, aos 83 anos. Nascido no Brooklyn, Berlinger estreou ainda criança na Broadway, como parte do elenco da produção original de “Annie Get Your Gun”, de 1946, estrelada por Ethel Merman. Apaixonado pelo teatro, ele fez carreira em peças famosas, chegando a aparecer na versão cinematográfica de algumas delas. Sua estreia no cinema aconteceu justamente desta forma. Após atuar ao lado de sua futura esposa, Betty Lou Keim, na montagem da Broadway de “A Roomful of Roses”, os dois reprisaram seus papéis na adaptação da Fox, batizada de “Alma Rebelde”, que marcou seu debut nas telas em 1956. Ele também bisou outro papel marcante dos palcos no filme “Blue Jeans – O Que os Pais Desconhecem” (1959), uma história sobre adolescentes e aborto, que tinha lhe rendido o prêmio Theatre World em 1958. Sua carreira cinematográfica foi longa e repleta de comédias, incluindo “O Pior Calhambeque do Mundo” (1960), com Jack Lemmon, “Casa-te Comigo” (1961), com Pat Boone, “Uma Lourinha Adorável” (1965), com Patty Duke, “Minhas Três Noivas” (1966), com Elvis Presley, “Prometo… por Agora” (1976), com Elliot Gould, “Quem Não Corre, Voa” (1981), com Burt Reynolds, “O Mundo Segundo Garp” (1982), com Robin Williams, “Herói por Acidente” (1992), com Dustin Hoffman, e o famoso musical “The Wonders: O Sonho Não Acabou” (1996), com Tom Hanks. Entre as raras incursões dramáticas destacam-se o cultuado noir “Um Perigoso Adeus” (1973), dirigido pelo mestre Robert Altman, e uma adaptação do suspense mais célebre de Agatha Christie, “O Caso dos Dez Negrinhos” (1989). Berlinger ainda fez muitas participações em séries de televisão, mas poucos papéis fixos, como o irmão mais novo de Joey Bishop na sitcom “The Joey Bishop Show” (a partir de 1961) e um marujo da tripulação de “O Caso das Anáguas” (Operation Petticoat, 1978). Seu último trabalho foi uma aparição na 2ª temporada da série “Grace & Frankie”, disponibilizada em 2016 na Netflix. Ele foi casado com Keim de 1960 até a morte dela em janeiro de 2010, e eles tiveram quatro filhos, oito netos e um bisneto.

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    Lynn Kellogg (1943 – 2020)

    14 de novembro de 2020 /

    A atriz Lynn Kellogg, que interpretou Sheila, a protagonista feminina da produção original de “Hair” na Broadway, em 1968, morreu na quinta-feira (12/11) aos 77 anos. Ela tinha leucemia, que foi complicada por contágio de covid-19, de acordo com seu marido, John Simpers. Ele disse que ela recentemente compareceu a uma reunião em um teatro em Branson, Missouri, e muitos dos presentes não usavam máscaras. Além da carreira na Broadway, ela apareceu em algumas séries clássicas de TV, como “Família Buscapé”, “O Rei dos Ladrões” e “Missão: Impossível”, e coadjuvou o western “Charro!”, estrelado por Elvis Presley em 1969. Kellogg também era uma cantora talentosa e, além de cantar na trilha de “Hair” e até em seu episódio de “Missão: Impossível”, gravou músicas folk, chegando a participar do programa “The Johnny Cash Show”. Em 1976, ela passou para atrás das câmeras e desenvolveu uma popular série infantil, “Animals, Animals, Animals”, estrelada por Hal Linden, que ficou no ar até 1980 e ganhou um prêmio Peabody e um Emmy como Melhor Série Educativa Infantil. Veja abaixo a apresentação ao vivo do elenco original de “Hair”, em que Kellogg puxa o coro de “Let the Sunshine in” na premiação do Tony Awards de 1969.

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    Tom Hanks volta à Austrália após covid-19 para filmar biografia de Elvis Presley

    9 de setembro de 2020 /

    Tom Hanks já voltou à Austrália para retomar as filmagens da cinebiografia de Elvis Presley, seis meses depois da produção ser interrompida devido ao ator ser diagnosticado com covid-19. Segundo o jornal britânico Daily Mail, Hanks viajou até o país de jatinho particular, e foi transportado direto do Aeroporto Coolangatta, na região de Queensland, para um resort onde ficará isolado durante as filmagens. A mulher do ator, Rita Wilson, que também teve coronavírus ao acompanhá-lo no começo dos trabalhos, desta vez não viajou com ele. No filme ainda sem título, dirigido por Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”), Hanks vai interpretar o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, enquanto Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) interpretará Elvis. O elenco destaca ainda Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, a esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Apesar da paralisação das filmagens durante a pandemia, a produção da Warner Bros. sofreu pouco atraso em seu cronograma de lançamento, com estreia adiada por apenas um mês, para novembro de 2021 nos EUA.

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