Diretor chileno de Aftershock é acusado de assédio e abuso sexual por oito mulheres
O cineasta chileno Nicolás López, que dirigiu o filme de terremoto “Aftershock” (2012) e escreveu o suspense extremo “Bata Antes de Entrar” (2015), foi acusado de assédio e abuso sexual por oito mulheres. Os casos foram revelados pela revista chilena El Mercúrio. As acusadoras são mulheres bem conhecidas no Chile e duas delas trabalharam com ele no cinema. Segundo a publicação, a atriz e cantora chilena Daniela Ginestar disse que, após um jantar, López mostrou-lhe um vídeo dele fazendo sexo com uma atriz famosa, deixando implícito de que ela deveria fazer o mesmo para conseguir trabalho. Depois, López masturbou-se na frente dela. Outro caso foi relatado pela modelo Bernardita Cruz, que afirmou ter sido apalpada por López em 2012 após o cineasta ter feito comentários sobre os seus seios. A atriz María Vidaurre denunciou o fato mais grave, ao afirmar que em 2015 foi chamada por López para um teste na casa do diretor e que ele a jogou na cama e tentou estuprá-la. López fez sucesso no cinema chileno e chegou a Hollywood por meio do cineasta Eli Roth. Roth dirigiu “O Albergue” (2005) e estrelou “Bastardos Inglórios” (2009). Ele também aceitou estrelar “Aftershock”, trabalho mais famoso do diretor, que teve até participação de Selena Gomez. A boa repercussão desse filme fez Roth retribuir ao chileno com um convite para escrever “Bata Antes de Entrar”, um remake do cult “Death Game” (1977), que ele dirigiu.
Jack Black e Cate Blanchett são bruxos bonzinhos no segundo trailer de O Mistério do Relógio na Parede
A Universal Pictures divulgou o novo pôster e o segundo trailer legendado de “O Mistério do Relógio na Parede”, aventura infantil estrelada por Jack Black (“Jumanji”) e Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”). A trama é uma adaptação do livro de fantasia de John Bellairs, mas a maior curiosidade deste história de terror para menores é quem dá os sustos nas crianças: um time especializado em horrores sangrentos. O roteiro foi escrito por Eric Kripke, criador da série “Supernatural”, e a direção está a cargo de Eli Roth, do ultraviolento “O Albergue”. Já a produção é da Amblin Entertainment, empresa de Steven Spielberg – que fez “ET”, mas também “Poltergeist”. O filme gira em torno de Lewis Barnavelt (Owen Vaccaro, de “Pai em Dose Dupla”), um órfão de 10 anos que descobre um mundo de passagens escondidas, magia e perigo na casa do tio, que é feiticeiro. Antiga moradia de um bruxo maligno, o local faz tique-taque sem parar, já que seu coração é um relógio antigo, e guarda inúmeros segredos, potencialmente perigosos. O pior acontece quando Lewis tenta impressionar um amigo com o pouco de magia que aprendeu, conseguindo, em vez disso, ressuscitar quem que quer trazer o apocalipse. Lançado em 1973, o livro fez tanto sucesso que originou uma trilogia centrada em Lewis Barnavelt – que foi retomada após a morte de Bellairs e rende aventuras sobrenaturais até hoje. O primeiro livro já tinha sido adaptado anteriormente, como um dos três episódios da antologia televisiva de terror “Once Upon a Midnight Dreary”, apresentada por Vincent Price em 1979. O elenco também inclui Kyle MacLachlan (série “Twin Peaks”), Colleen Camp (“Joy”), Renée Elise Goldsberry (série “Altered Carbon”) e Sunny Suljic (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”). A estreia está marcada para 20 de setembro no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos.
Jack Black e Cate Blanchett são bruxos no primeiro trailer de O Mistério do Relógio na Parede
A Universal Pictures divulgou o pôster, fotos e o primeiro trailer legendado de “O Mistério do Relógio na Parede”, aventura infantil estrelada por Jack Black (“Jumanji”) e Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”). A maior curiosidade deste história de terror para menores é quem está por trás dos planos de dar sustos nas crianças. A trama é uma adaptação do livro de fantasia de John Bellairs, mas a adaptação será levada para a tela por um time especializado em terror. O roteiro foi escrito por Eric Kripke, criador da série “Supernatural”, e a direção está a cargo de Eli Roth, do ultraviolento “O Albergue”. Já a produção é da Amblin Entertainment, empresa de Steven Spielberg. O filme gira em torno de Lewis Barnavelt (Owen Vaccaro, de “Pai em Dose Dupla”), um órfão de 10 anos, que descobre um mundo de passagens escondidas, magia e perigo na casa dos tios. Antiga moradia de um casal de bruxos, o local faz tique-taque sem parar, já que seu coração é um relógio antigo, e guarda inúmeros segredos, potencialmente perigosos. O pior acontece quando Lewis tenta impressionar um amigo com o pouco de magia que aprendeu, conseguindo, em vez disso, ressuscitar a bruxa que quer trazer o apocalipse. Lançado em 1973, o livro fez tanto sucesso que originou uma trilogia centrada em Lewis Barnavelt – que foi retomada após a morte de Bellairs e rende aventuras sobrenaturais até hoje. O primeiro livro já tinha sido adaptado anteriormente, como um dos três episódios da antologia televisiva de terror “Once Upon a Midnight Dreary”, apresentada por Vincent Price em 1979. O elenco também inclui Kyle MacLachlan (série “Twin Peaks”), Colleen Camp (“Joy”), Renée Elise Goldsberry (série “Altered Carbon”) e Sunny Suljic (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”). A estreia está marcada para 21 de setembro nos Estados Unidos.
Remake de Desejo de Matar ganha trailer com estética trash dos anos 1970
O remake de “Desejo de Matar”, estrelado por Bruce Willis (“Duro de Matar”) e dirigido por Eli Roth (“O Albergue”), ganhou um novo pôster e um trailer ao estilo dos filmes trash dos anos 1970, com narração dramática e cenas de ultraviolência. A estética retrô inclui imagens escuras e riscadas, como se o filme fosse muito antigo, e lembra a homenagem às sessões duplas de grindhouse de Robert Rodriguez e Quentin Tarantino – que renderam os filmes “Planeta Terror” (2007) e “Machete” (2010), de Rodriguez, e “A Prova de Morte” (2007), de Tarantino. Por coincidência, o diretor Eli Roth participou do projeto Grindhouse da dupla, criando um trailer falso de filme de terror. O primeiro “Duro de Matar” não foi um filme trash, mas uma obra de grande estúdio, comandada por um diretor consagrado (Michael Winner), e justamente porque teve ampla distribuição comercial causou enorme impacto na cultura pop. Estrelado por Charles Bronson, transformou-se no maior representante dos filmes de justiceiros que se popularizaram a partir dos anos 1970, e teve mais quatro sequências, até “Desejo de Matar V”, em 1994. Sua influência persiste até hoje, em filmes como “Valente” (2007) e “Sentença de Morte” (2007) e, sim, nos quadrinhos de “O Justiceiro”, entre outras criações. A refilmagem levou vários anos para sair do papel, e esteve perto de ser rodada pelos diretores Joe Carnahan (“A Perseguição”) e Gerardo Naranjo (“Miss Bala”). Por sinal, o roteiro filmado é de Carnahan. Mas a direção acabou nas mãos de Eli Roth, que assina seu segundo remake consecutivo após “Bata Antes de Entrar” (2015). No remake, Bruce Willis vive Paul Kersey, um homem que busca justiça pela morte de sua esposa e ferimentos da filha. Frustrado pelos responsáveis não serem punidos, ele resolve fazer justiça com as próprias mãos. O elenco ainda inclui Vincent D’Onofrio (série “Demolidor”), Dean Norris (série “Breaking Bad”), Elisabeth Shue (série “CSI”), Jack Kesy (“Baywatch”), Mike Epps (“Se Beber, Não Case”), Beau Knapp (série “Shots Fired”), Kirby Bliss Blanton (“Canibais”) e Kimberly Elise (“Dope – Um Deslize Perigoso”). A estreia está marcada para 2 de março nos Estados Unidos e quase três meses depois no Brasil, em 31 de maio.
Novo trailer do remake de Desejo de Matar traz Bruce Williams como justiceiro
A MGM divulgou o pôster e o novo trailer do remake de “Desejo de Matar” (1974), que traz Bruce Willis (“Duro de Matar”) reprisando o papel mais famoso da carreira de Charles Bronson. Na prévia, ele demonstra total falta de remorosos para matar bandidos, tanto que passa o tempo inteiro com cara de tédio. A refilmagem de “Desejo de Matar” levou vários anos para sair do papel, e esteve perto de ser rodada pelos diretores Joe Carnahan (“A Perseguição”) e Gerardo Naranjo (“Miss Bala”). Por sinal, o roteiro filmado é de Carnahan. Mas a direção acabou nas mãos de Eli Roth, responsável pelo terror “O Albergue” (2005). Por conta disso, a falta de cenas sangrentas chama atenção. A trama traz Bruce Willis como Paul Kersey, um homem que busca vingança pela morte de sua esposa e ferimentos da filha. Frustrado pelos responsáveis não serem punidos, ele resolve fazer justiça com as próprias mãos. O filme original, dirigido por Michael Winner, teve grande impacto na cultura pop, transformando-se no maior representante dos filmes de justiceiros que se popularizaram a partir dos anos 1970. O personagem de Bronson reapareceu em mais quatro longas, até “Desejo de Matar V”, em 1994, mas sua influência persiste até hoje, em filmes como “Valente” (2007) e “Sentença de Morte” (2007) e, sim, nos quadrinhos de “O Justiceiro”, entre outras criações. O elenco também inclui Vincent D’Onofrio (série “Demolidor”), Dean Norris (série “Breaking Bad”), Elisabeth Shue (série “CSI”), Jack Kesy (“Baywatch”), Mike Epps (“Se Beber, Não Case”), Beau Knapp (série “Shots Fired”), Kirby Bliss Blanton (“Canibais”) e Kimberly Elise (“Dope – Um Deslize Perigoso”). A estreia está marcada para 1 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Desejo de Matar: Bruce Willis ilustra pôster do remake, que teve estreia adiada
A MGM divulgou o novo pôster do remake de “Desejo de Matar” (1974), que traz Bruce Willis (“Duro de Matar”) reprisando o papel mais famoso da carreira de Charles Bronson. O detalhe é que o cartaz não anuncia a data de estreia. Em seu lugar, está o indefectível “Coming Soon” (em breve). Isto porque, de acordo com a Variety, o lançamento foi adiado. Em vez de estrear agora em novembro, só chegará aos cinemas em março de 2018. No remake, Bruce Willis vive Paul Kersey, um homem que busca justiça pela morte de sua esposa e ferimentos da filha. Frustrado pelos responsáveis não serem punidos, ele resolve fazer justiça com as próprias mãos. Dirigido por Michael Winner, o “Desejo de Matar” original teve grande impacto na cultura pop, transformando-se no maior representante dos filmes de justiceiros que se popularizaram a partir dos anos 1970. O personagem de Bronson reapareceu em mais quatro longas, até “Desejo de Matar V”, em 1994, mas sua influência persiste até hoje, em filmes como “Valente” (2007) e “Sentença de Morte” (2007) e, sim, nos quadrinhos de “O Justiceiro”, entre outras criações. A refilmagem levou vários anos para sair do papel, e esteve perto de ser rodada pelos diretores Joe Carnahan (“A Perseguição”) e Gerardo Naranjo (“Miss Bala”). Por sinal, o roteiro filmado é de Carnahan. Mas a direção acabou nas mãos de Eli Roth, responsável pelo terror “O Albergue” (2005) e, mais recentemente, “Bata Antes de Entrar” (2015). O elenco ainda inclui Vincent D’Onofrio (série “Demolidor”), Dean Norris (série “Breaking Bad”), Elisabeth Shue (série “CSI”), Jack Kesy (“Baywatch”), Mike Epps (“Se Beber, Não Case”), Beau Knapp (série “Shots Fired”), Kirby Bliss Blanton (“Canibais”) e Kimberly Elise (“Dope – Um Deslize Perigoso”).
Cate Blanchett pode viver bruxa em terror juvenil do diretor de O Albergue
Após viver a deusa da Morte da Marvel, no vindouro “Thor: Ragnarok”, a atriz Cate Blanchett pode voltar a assustar as crianças. Segundo o site Deadline, está negociando integrar o elenco de “The House with a Clock in Its Walls”, adaptação do livro de fantasia gótica de John Bellairs, e provavelmente no papel de uma bruxa. O livro foi concebido para o público infanto-juvenil, mas a adaptação será levada para a tela por um time especializado em terror. O roteiro foi escrito por Eric Kripke, criador da série “Supernatural”, e a direção está a cargo de Eli Roth, do ultraviolento “O Albergue”. Já a produção é da Amblin Entertainment, empresa de Steven Spielberg. A história gira em torno de Lewis Barnavelt, um órfão de 10 anos, que descobre um mundo de passagens escondidas, magia e perigo na casa do tio. Antiga moradia de um casal de bruxos perigosos, o local abriga poderes capazes de destruir o mundo. O perigo toma forma quando Lewis tenta impressionar um amigo com o pouco de magia que aprendeu, conseguindo, em vez disso, ressuscitar a bruxa que quer trazer o apocalipse. Lançado em 1973, “The House With a Clock in its Walls” fez tanto sucesso que originou uma trilogia centrada em Lewis Barnavelt – que foi retomada após a morte de Bellairs e rende aventuras sobrenaturais até hoje. O primeiro livro já tinha sido adaptado anteriormente, como um dos três episódios da antologia televisiva de terror “Once Upon a Midnight Dreary”, apresentada por Vincent Price em 1979. O filme já tem definida a participação do ator Jack Black (“Goosebumps”). Embora sem confirmação, ele deve viver o tio de Lewis, dono da casa maldita, que também é um bruxo de pouca habilidade. Ainda não há previsão para o lançamento.
Bruce Willis vira justiceiro no trailer do remake de Desejo de Matar
A MGM divulgou o trailer, o pôster e quatro fotos do remake de “Desejo de Matar” (1974). A prévia traz Bruce Willis (“Duro de Matar”) reprisando o papel mais famoso da carreira de Charles Bronson. Mas o que se vê na tela mais parece um série de justiceiro da Marvel (e da Netflix), em que o anti-herói esconde sua identidade secreta com um capuz, enquanto combate o crime armado. Apesar da direção ser de Eli Roth, responsável pelo terror “O Albergue” (2005), a falta de cenas sangrentas também chama atenção. A refilmagem de “Desejo de Matar” levou vários anos para sair do papel, e esteve perto de ser rodada pelos diretores Joe Carnahan (“A Perseguição”) e Gerardo Naranjo (“Miss Bala”). Por sinal, o roteiro filmado é de Carnahan. A trama traz Bruce Willis como Paul Kersey, um homem que busca justiça pela morte de sua esposa e ferimentos da filha. Frustrado pelos responsáveis não serem punidos, ele resolve fazer justiça com as próprias mãos. Dirigido por Michael Winner, o “Desejo de Matar” original teve grande impacto na cultura pop, transformando-se no maior representante dos filmes de justiceiros que se popularizaram a partir dos anos 1970. O personagem de Bronson reapareceu em mais quatro longas, até “Desejo de Matar V”, em 1994, mas sua influência persiste até hoje, em filmes como “Valente” (2007) e “Sentença de Morte” (2007) e, sim, nos quadrinhos de “O Justiceiro”, entre outras criações. O elenco também inclui Vincent D’Onofrio (série “Demolidor”), Dean Norris (série “Breaking Bad”), Elisabeth Shue (série “CSI”), Jack Kesy (“Baywatch”), Mike Epps (“Se Beber, Não Case”), Beau Knapp (série “Shots Fired”), Kirby Bliss Blanton (“Canibais”) e Kimberly Elise (“Dope – Um Deslize Perigoso”). A estreia está marcada para 30 de novembro no Brasil, uma semana após a estreia nos Estados Unidos.
Jack Black vai estrelar terror juvenil do criador de Supernatural e do diretor de O Albergue
O ator Jack Black (“Goosebumps: Monstros e Arrepios”) vai trocar suas comédias habituais por uma fantasia sombria. Segundo o site Deadline, ele vai estrelar “The House With a Clock in its Walls”, baseada no livro homônimo de John Bellairs. Originalmente concebida para o público infanto-juvenil, a adaptação será levada para a tela por um time especializado em terror. O roteiro foi escrito por Eric Kripke, criador da série “Supernatural”, e a direção está a cargo de Eli Roth, do ultraviolento “O Albergue”. Já a produção é da Amblin Entertainment, empresa de Steven Spielberg. A história gira em torno de Lewis Barnavelt, um órfão de 10 anos, que descobre um mundo de passagens escondidas, magia e perigo na casa do tio. Antiga moradia de um casal de bruxos perigosos, o local abriga poderes capazes de destruir o mundo. O perigo toma forma quando Lewis tenta impressionar um amigo com o pouco de magia que aprendeu, conseguindo, em vez disso, ressuscitar a bruxa que quer trazer o apocalipse. Lançado em 1973, “The House With a Clock in its Walls” fez tanto sucesso que originou uma trilogia centrada em Lewis Barnavelt – que foi retomada após a morte de Bellairs e rende aventuras sobrenaturais até hoje. O primeiro livro já tinha sido adaptado anteriormente, como um dos três episódios da antologia televisiva de terror “Once Upon a Midnight Dreary”, apresentada por Vincent Price em 1979. Embora o papel de Jack Black não tenha sido confirmado, ele deve interpretar o tio de Lewis, dono da casa maldita, que também é um bruxo de pouca habilidade. Ainda não há previsão para o lançamento.
Vincent D’Onofrio será irmão de Bruce Willis no remake de Desejo de Matar
Os atores Vincent D’Onofrio (série “Demolidor”) e Dean Norris (série “Breaking Bad”) se juntaram a Bruce Willis no remake de “Desejo de Matar”, o clássico filme de vigilante estrelado por Charles Bronson em 1974. Willis tem o papel que originalmente foi de Bronson, Paul Kersey, cuja vida é destruída por um crime violento contra sua mulher e filha. Frustrado que os criminosos não são presos, ele decide fazer justiça por conta própria. D’Onofrio irá interpretar seu irmão na trama e Norris viverá o detetive Rains, responsável pelo caso. A direção está a cargo de Eli Roth (“Bata Antes de Entrar”). O filme começa a ser filmado em 26 de setembro, com locações em Montreal e Chicago, e ainda não há previsão para o lançamento.
Jim Carrey vai estrelar novo terror do diretor de O Albergue
O ator Jim Carrey, bastante conhecido por suas comédias, vai estrelar seu primeiro filme de terror. Ele terá o papel-título na adaptação de “Aleister Arcane”, versão cinematográfica de quadrinhos criados por Steve Niles (“30 Dias de Noite”), que será dirigida por Eli Roth (“O Albergue”, “Bata Antes de Entrar”). A história gira ao redor de um apresentador de programa de horror na TV, cuja popularidade entre as crianças enfrenta a ira da comunidade local e tem seu programa cancelado. Após sua morte, estranhos acontecimentos atormentam o local e apenas os pequenos serão capazes de encerrar a maldição. O mais próximo que Jim Carrey já chegou do terror foi com o suspense psicológico “Número 23” (2007), mas sua filmografia tem diversos tipos psicóticos, como os vistos em “Batman Eternamente” (1995), “O Pentelho” (1996) e “Kick-Ass 2” (2013). O roteiro de “Aleister Arcane” está a cargo de Jon Croker (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”). Eli Roth também fechou contrato recentemente para dirigir o remake de “Desejo de Matar” (1974).
Remake de Cabana do Inferno ganha primeiro trailer contagiante
A IFC divulgou o primeiro trailer de “Cabin Fever”, remake do terror “Cabana do Inferno”, que marcou a estreia do cineasta Eli Roth (“Bata Antes de Entrar”) em 2002. A prévia mantém a premissa típica de filme de terror, acompanhando um grupo de jovens sexualmente ativos num fim de semana numa cabana distante. Mas, em vez de um psicopata assassino, o que aparece para interromper sua diversão é um vírus sanguinário, cujo contágio alcança toda a vizinhança. O próprio Roth assina a produção, além de fazer uma figuração. A direção ficou a cargo de Travis Zariwny (“Scavengers”) e o jovem elenco inclui Gage Golightly (série “Teen Wolf”), Matthew Daddario (série “Shadowhunters”), Nadine Crocker (“Rodeo & Juliet”), Dustin Ingram (“Atividade Paranormal 3”), Samuel Davis (“Eles Existem”) e Louise Linton (“Scavengers”). A estreia está marcada para 12 de fevereiro nos EUA.
Bata Antes de Entrar encontra diversão na tortura erótica
Eli Roth fez “Bata Antes de Entrar” (2015) depois de “Canibais” (2013), seu filme-homenagem a “Canibal Holocausto” (1980), mas com as dificuldades enfrentadas para distribuir aquela obra, o novo trabalho acabou chegando antes aos cinemas. Muito provavelmente por ser um exemplar mais leve da filmografia sangrenta do cineasta, que ganhou notoriedade por conta de “O Albergue” (2005). Vale lembrar que “O Albergue” surgiu durante um momento particularmente intenso dos filmes de horror, a fase ultraviolenta dos chamados “torture porns”. A mistura de sexo e tortura ainda está presente em “Bata Antes de Entrar”, mas seu terror é muito mais psicológico do que físico, num diálogo com “Violência Gratuita” (1997), de Michael Haneke. Pena que Eli Roth não tenha a classe de Haneke para compor a história do homem de família (Keanu Reeves) que cai na teia de duas moças sedutoras, ao abrir a porta de sua casa para um inferno crescente. A premissa é típica de VHS pornô. Duas gostosas batem na porta de um pai de família que passa o fim de semana sozinho. Apropriadamente molhadas de chuva, elas só querem usar o telefone. E, claro, tirar logo as roupas para materializar a cena de sexo a três. O fato de Keanu Reeves estar exageradamente canastrão – como se ele não estivesse levando a sério o filme – contribui para que a sensação de suspensão da descrença seja abalada. Reeves é um ator limitado, mas já demonstrou ser mais funcional em outras ocasiões. Assim, o filme sobra nas mãos das duas meninas, as chilenas Lorenza Izzo (mulher do diretor) e Ana de Armas. Elas dominam as cenas em todos os sentidos, explorando a fraqueza masculina para benefício próprio e impondo suas presenças até quando deixam de ser bem-vindas. Por mais que os filmes de horror tenham como característica recorrente punir a promiscuidade com a morte, Roth parece não ter a intenção de criar um conto moral sobre tentação e pecado. Embora se preste ao formato de parábola sobre infidelidade conjugal, “Bata Antes de Entrar” está mais para uma sátira desse tipo de horror moralista, assumida na diversão delirante das duas atrizes – embora as acusações de pedofilia brandidas contra o protagonista tendam a cruzar a fronteira para o tipo de acerto de contas de “Menina Má.com” (2005). Na verdade, a ideia não é original. “Bata Antes de Entrar” é um remake de “Jogo Mortal” (1977), um suspense obscuro, mas cultuado, dirigido por Peter S. Traynor e estrelado por Sondra Locke e Colleen Camp, que aparecem no filme de Roth como coprodutores. O original era sombrio, perigoso e tratado quase como tabu, pelo conteúdo sadomasoquista. Já a refilmagem se dá com cores vivas, clima lúdico e liberada para maiores de 14 anos no Brasil.








