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    Os Simpsons troca dublador branco de personagem negro

    22 de fevereiro de 2021 /

    Os produtores de “Os Simpsons” anunciaram uma nova mudança no elenco de dubladores originais da atração, visando diversificar seu casting de vozes. Harry Shearer, integrante de longa data da série animada da Fox, vai parar de dar voz ao Dr. Julius Hibbert, o médico da cidade, que é negro. O episódio de domingo, “DiaryQueen”, apresentou Shearer dando a voz ao personagem pela última vez. Começando com o episódio de 28 de fevereiro, “Wad Goals”, Kevin Michael Richardson assumirá o papel. Dublador prolífico, ele já trabalhou em mais de 70 episódios de “Os Simpsons” no passado, e seus créditos também incluem “Uma Família da Pesada” (Family Guy), “American Dad” e “F Is for Family”. A inclusão de Richardson segue-se à contratação de Alex Désert como nova voz de Carl Carlson (anteriormente dublado por Hank Azaria), colega de trabalho de Homer, e Jenny Yokobori como Kumiko Albertson (anteriormente dublada por Tress MacNeille), a esposa do Comic Book Guy. As mudanças refletem uma declaração dos produtores, que prometeram, em junho de 2020, que “daqui para frente, ‘Os Simpsons’ não terão mais atores brancos dando voz a personagens não brancos”. Essa declaração foi feita no momento em que a indústria da animação enfrentou críticas sobre falta de inclusão, em meio aos protestos generalizados por justiça social e racial no verão americano passado. Outras séries animadas, incluindo “Big Mouth” da Netflix e “Central Park” da Apple, também reformularam os intérpretes de personagens de etnia diversificada, que até então eram dublados apenas por atores brancos. A decisão representa uma grande mudança para “Os Simpsons”, que durante anos deu de ombros para os pedidos de que um ator do sul da Ásia assumisse o papel de Apu, dublado de forma caricata por Hank Azaria. O personagem chegou a virar tema de documentário, “The Problem with Apu”, em 2017. Azaria se sensibilizou antes dos produtores e decidiu parar, por conta própria, de dublá-lo, mas continuou a fazer as vozes de Carl e o policial Lou, que são negros, além do personagem hispânico Bumblebee Man. Shearer, por sua vez, havia interpretado o Dr. Hibbert durante todo a série – por mais de três décadas.

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    “Dublagem” de Ratinho em Tom & Jerry gera protestos nas redes sociais

    20 de fevereiro de 2021 /

    A Warner Bros. revelou em suas redes sociais que o apresentador Ratinho, do SBT, estaria dublando o rato Jerry na versão nacional de “Tom & Jerry – O Filme”. Mas a brincadeira acabou não agradando boa parte do público potencial do filme, que reclamou da escolha no Twitter. Na semana de estreia de “Tom & Jerry”, Ratinho fez mais um de seus comentários truculentos defendendo a implantação de uma ditadura militar no Brasil, “limpar mendigos” das ruas e o fuzilamento de “corruptos”. Vários internautas passaram a cobrar a Warner sobre o fato de a empresa ter associado a imagem de um personagem infantil a alguém que defende violência, morte e rompimento da democracia no país. O crítico Pablo Villaça chegou a comentar que a decisão de convidar Ratinho para ‘dublar’ “Tom & Jerry – O Filme” não “teria sido inteligente (ou artisticamente válida) mesmo em tempos normais, já que estamos falando de um sujeito que construiu a carreira em cima da baixaria e da vulgaridade”. O estúdio não se manifestou, mas também não promoveu a participação de Ratinho com vídeo especial ou outro destaque além da citação pontual. É que um detalhe passou despercebido pela maioria que reclamou: nem Tom nem Jerry falam no filme. Como reparou o crítico Thiago Muniz: foi “só uma piada ruim da Warner”. Veja abaixo algumas das reações. Que merda ! Já não faço mais questão de ver esse filme. Ruim e ainda propagando ódio e extremismo. — Jerry Adriano (@Jerryfacha) February 11, 2021 Vocês precisam avaliar melhor o garoto propaganda de vocês. Tranquilo ser um "rato" fascista?https://t.co/qJt96fL10a — Juan Thiago Gomes 🇧🇷🏴✊🏾 (@Juantgomes) February 17, 2021 @wbpictures_br @wbpictures O dublador de #TomEJerryOFilme , condenado por trabalho escravo e sugerindo golpe de estado e fuzilamento de brasileiros. Eu não assisto essa 💩 — Coroonapuromalte – Vacina para todos já! (@coronapuromalte) February 19, 2021 Cara @wbpictures_br, não posso que dizer a decisão de convidar Ratinho para "dublar" #TomEJerryOFilme teria sido inteligente (ou artisticamente válida) mesmo em tempos normais, já que estamos falando de um sujeito que construiu a carreira em cima da baixaria e da vulgaridade. — Pablo Villaça (@pablovillaca) February 18, 2021 Assim, "apresentar" (ou ajudar a popularizar) Ratinho aos jovens espectadores mais interessados em #TomEJerryOFilme já seria lamentável. Porém, considerando que o sujeito acaba de advogar um golpe militar e a EXECUÇÃO daqueles que não o aceitarem, a coisa se torna repugnante. — Pablo Villaça (@pablovillaca) February 18, 2021 ihh rapaz, será que a @wbpictures_br compactua com as declarações do dublador de Jerry?? #TomEJerryOFilme pic.twitter.com/dvVGBnys2C — Starman ☭ (@LeoLibertino) February 18, 2021 Sério q a @wbpictures_br chamou aquele homem podre q é o Ratinho pra dublar o Jerry só por causa da piadoca do nome????? #TomEJerryOFilme pic.twitter.com/TKHhMwJ7Xp — Doug (@DouglasAll) February 18, 2021 Nada mais propício do que chamar um RATO REAL, hein @wbpictures_br !!! E olha que esse rato é vulgar, antidemocrático, facista e NOJENTO! Será que era essa a intenção para #TomEJerryOFilme ??? — BEN LIMA (@RUBENSFLIMA) February 19, 2021 É um canalha desses que a @wbpictures_br achou legal ver associado ao #TomEJerryOFilme https://t.co/CvwgQ4tXcj — Edvando Tertuliano (@edvando) February 18, 2021 @wbpictures_br @WB_Animation e @wbpictures estão patrocinando esse discurso com a divulgação de #TomEJerryOFilme — ♊Vini de Gêmeos♊ (@Vindibell) February 18, 2021 Corre aqui @wbpictures_br #TomEJerryOFilme — Juan Thiago Gomes 🇧🇷🏴✊🏾 (@Juantgomes) February 19, 2021 #TomEJerryOFilme , da @wbpictures_br já, já é lançado morto. https://t.co/eWGPEzC9II — ˗ˏˋIsso mesmo, Adrianjoˎˊ˗ (@adrian0marian0) February 18, 2021 Tremenda putaria com o Jerry. #TomEJerryOFilme fora Ratinho, que lixo. https://t.co/tzBeRuubsH — Dudu Rocha (@o_dudurocha) February 18, 2021 @wbpictures_br @WB_Animation @wbpictures vocês vão continuar pagando o @ratinhodosbt pra promover #TomEJerryOFilme ? @slpng_giants_pt ajuda aí a galera a não patrocinar golpista antidemocrático. https://t.co/jiHIx9ZNZ3 — ♊Vini de Gêmeos♊ (@Vindibell) February 18, 2021 #TomEJerryOFilme no Brasil só legendado, pena que a @WarnerMedia e a @ATT acabaram como o filme antes mesmo do lançamento no Brasil. A+E #PenaWarner — João Elízio (@JooElzio2) February 19, 2021 @wbpictures_br o #TomEJerryOFilme é coisa facista? Educa as crianças a matarem mendigos? A fuzilar quem pensa diferente? É essa a ideia? https://t.co/pWBDTAkZ00 — Alex yog 🇧🇷 (@alexandroamaro) February 18, 2021 @wbpictures_br @wbpictures O dublador de #TomEJerryOFilme , condenado por trabalho escravo e sugerindo golpe de estado e fuzilamento de brasileiros. Eu não assisto essa 💩 — Coroonapuromalte – Vacina para todos já! (@coronapuromalte) February 19, 2021 Só a galera de direita e viúvas da ditadura militar que irão assitir #TomEJerryOFilme #WarnerBros — Viceиte Iorio (@vicenteiorio) February 19, 2021 Iria levar meus filhos para ver Tom e Jerry no cinema, se a @wbpictures_br não estivesse escalado para dublagem um cara que defende golpe militar e a execução dos que não concordam com isso. #ratinhonão #TomEJerryOFilme — Lê do Aquecimento Cênico 🗣️ (@Le_Aquecimento) February 18, 2021 Mas gente, fica tranquilo. Eu vi a versão dublada de #TomEJerryOFilme e FELIZMENTE não tem a voz do Ratinho. É só uma piada ruim da Warner mesmo. 👀 — Thiago Muniz (@ThiagoMunizz) February 13, 2021 Precisamos falar dessa péssima campanha de marketing da Wraner de chamar o Ratinho para dublar o Jerry em #TomEJerryOFilme. Primeiro que o Jerry NÃO FALA no filme e segundo que… o RATINHO? Sério mesmo gente? Tiro no pé. E olha que o filme é ótimo. — Thiago Muniz (@ThiagoMunizz) February 13, 2021

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    Cloris Leachman (1926 – 2021)

    27 de janeiro de 2021 /

    A veterana atriz Cloris Leachman, que venceu oito Emmys e um Oscar ao longo de uma carreira de sete décadas, morreu na terça-feira (26/1) de causas naturais em sua casa em Encinitas, na Califórnia, aos 94 anos. Nascida em 30 de abril de 1926, em Des Moines, Leachman começou sua carreira no showbiz ao participar do concurso de beleza Miss America de 1946, o que lhe deu projeção e a levou a aparecer em algumas das primeiras séries da televisão americana, como “The Ford Theater”, “Studio One”, “Suspense”, “Danger” e “Actor’s Studio”. Paralelamente, ela passou a chamar atenção na Broadway, onde começou no pós-guerra. Depois de alguns pequenos papéis, foi escalada como substituta da atriz principal de “South Pacific” e precisou ter que se apresentar no palco durante um imprevisto da intérprete original. Acabou roubando a cena, virando a estrela principal e protagonizando nada menos que oito outros shows da Broadway depois disso, só nos anos 1950. Este sucesso explica porque ela demorou um pouco para emplacar nas telas. Um de seus primeiros papéis recorrentes foi na série da cachorrinha “Lassie” (1957-1958), mas sua presença geralmente se restringia a um episódio por série, incluindo inúmeros trabalhos em séries clássicas dos anos 1960, como “Além da Imaginação” (The Twilight Zone), “Gunsmoke”, “Couro Cru” (Rawhide), “Os Intocáveis” (The Untouchables), “Rota 66” (Route 66), “Alfred Hitchcock Apresenta” (Alfred Hitchcock Presents), “77 Sunset Strip”, “Os Defensores”, “Têmpera de Aço”, “Lancer”, “Mannix”, “Perry Mason” e “Dr. Kildare”, onde voltou a aparecer em vários capítulos. Ao mesmo tempo, Leachman começou a investir na carreira cinematográfica. Seu primeiro papel no cinema foi uma pequena participação no clássico noir “A Morte num Beijo” (1955), de Robert Aldritch, seguido pelo drama de guerra “Deus é Meu Juiz” (1956), com Paul Newman. Seu sucesso na Broadway a manteve distante das telas grandes por mais de uma década, mas permitiu um reencontro com Newman em seu retorno, no clássico blockbuster “Butch Cassidy” (1968). No início dos anos 1970, Leachman finalmente se concentrou nos filmes. E foi reconhecida pela Academia por um de seus papéis mais marcantes, como Ruth Popper, a solitária esposa de meia-idade de um treinador de futebol americano, gay e enrustido, no cultuado drama em preto e branco “A Última Sessão de Cinema” (1971), de Peter Bogdanovich. Seu desempenho poderoso lhe rendeu um Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Em seguida, co-estrelou “Dillinger” (1973), de John Milius, voltou a trabalhar com Bogdanovich em “Daisy Miller” (1974) e quase matou o público de rir numa das comédias mais engraçadas de todos os tempos, “O Jovem Frankenstein” (1974), de Mel Brooks, como Frau Blücher, cujo nome dito em voz alta fazia até cavalos relincharem com apreensão. Brooks, por sinal, voltou a escalá-la como uma enfermeira suspeita em sua segunda melhor comédia, “Alta Ansiedade” (1977). Nesta época, ela também assumiu seu papel mais famoso da TV, como Phyllis Lindstrom, a vizinha metida da série “Mary Tyler Moore” (1970–1977). Ela foi indicada ao primeiro Emmy da carreira pelo papel em 1972. E finalmente venceu como Melhor Coadjuvante em 1974 e 1975. Após o segundo Emmy, sua personagem ganhou atração própria, “Phyllis”, que durou duas temporada (até 1977), além de aparecer em crossovers com a série original e outra derivada, “Rhoda” – e lhe rendeu um Globo de Ouro de Melhor Atriz. Mesmo com a agenda lotada, Leachman ainda conseguiu viver a Rainha Hipólita na série da “Mulher-Maravilha”, em 1975. Ela continuou a acumular créditos no cinema e na TV ao longo dos anos 1970 e 1980 antes de voltar a ter um papel fixo, o que aconteceu na série “Vivendo e Aprendendo” (The Facts of Life). A atriz assumiu o protagonismo das duas últimas temporadas da atração (que durou nove anos) como substituta da estrela original, Charlotte Rae, interpretando Beverly Ann Sickle, a irmã tagarela da personagem de Rae, entre 1986 e 1988. Mais recentemente, ela ganhou dois Emmys e quatro outras indicações por seu papel na sitcom “Malcolm” (Malcolm in the Middle), como a mãe malvada de Jane Kaczmarek (de 2001 a 2006), além de ter rebido nova indicação ao Emmy por interpretar Maw Maw, a bisavó da personagem-título da sitcom “Raising Hope”, entre 2010 e 2014 na mesma rede. Leachman também foi a mãe agitada de Ellen DeGeneres na sitcom “The Ellen Show”, que foi ao ar em 2001-02, e uma paciente de terapia de Helen Hunt no revival de “Louco por Você” (Mad About You), exibido em 2019, quando já estava com 93 anos. A atriz ainda desenvolveu uma carreira robusta como dubladora, a partir da participação da versão “Disney” do anime clássico “O Castelo no Céu” (1986), de Hayao Miyazaki. Ela voltou a trabalhar em outra dublagem de Miyazaki em 2008, em “Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar”, fez parte do elenco do cultuado “O Gigante de Ferro” (1999) e teve um papel de voz breve, mas memorável no filme “Beavis e Butt-Head Detonam a América”, de 1996, como uma mulher idosa que encontra os meninos na estrada várias vezes, chamando-os de “Travis e Bob”. Entre seus últimos trabalhos, estão dublagens de personagens recorrentes das séries animadas da Disney “Phineas e Ferb” e “Elena de Avalor”. E ela ainda pode ser ouvida atualmente nos cinemas dos EUA em seu último papel, como Gran, a velha sogra do protagonista Grug (Nicolas Cage) em “Os Croods 2: Uma Nova Era”, após ser responsável pelas melhores piadas do primeiro filme, de 2013. Atrasado devido à pandemia, “Os Croods 2” só vai estrear no Brasil em março.

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  • Série

    Dublador espanhol vaza que Evan Peters aparecerá em WandaVision

    18 de janeiro de 2021 /

    Há tempos circulam rumores de que Evan Peters voltaria a viver seu personagem dos X-Men, Pietro Maximoff, na série “WandaVision”. E neste fim de semana esse rumor ganhou ainda mais força devido a um post de Rodri Martin, que já dublou o ator nos filmes dos X-Men lançados na Espanha. Num texto em que convida os seguidores a assistirem “WandaVision”, ele afirmou que estaria dando voz novamente a Peters na série do Disney Plus (Disney +). Para completar, ainda incluiu uma foto do ator com o traje de Pietro – também conhecido como o mutante Mercúrio – do filme “X-Men: Fênix Negra”. Depois da repercussão da postagem, o dublador apagou o tuite e tornou sua conta privada. Mas, a esta altura, a participação de Peters passou a ser considerada praticamente confirmada. Caso isso realmente se confirme, será o primeiro crossover oficial do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) com os filmes dos X-Men. Os heróis mutantes ainda não apareceram nas produções da Marvel Studios, apesar da compra da Fox pela Disney já permitir que isso aconteça. A aparição de Peters também criará um paradoxo, já que seu personagem apareceu em “Vingadores: Era de Ultron” interpretado por outro ator, Aaron Johnson. O Mercúrio do MCU também morreu naquele filme, enquanto a versão da Fox apareceu em três longas diferentes. Num deles, uma foto cenográfica da infância do personagem chamou atenção para o fato dele ter uma irmã desconhecida, ruiva como Wanda. Mercúrio e Wanda, a Feiticeira Escarlate, são irmãos nos quadrinhos. Com tudo o que implica a participação de Evan Peters, a série “WandaVision” pode se revelar muito mais importante do que seus primeiros episódios deixaram transparecer. Veja abaixo uma cópia do post que causou todo o frisson.

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  • Série

    Chadwick Boseman gravou vários episódios de série animada inédita da Marvel

    20 de dezembro de 2020 /

    A apresentação do Dia do Investidor da Disney, em 10 de dezembro, revelou um trailer da nova série animada da Marvel “What If…?”, em que as vozes dos personagens são feitas pelos atores que os interpretaram no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). A prévia, inclusive, serviu para confirmar a participação vocal de Chadwick Boseman, dublando o Pantera Negra. Agora, Kevin Feige, chefão do Marvel Studios, revelou que Boseman não gravou apenas uma participação especial. Ele deixou sua voz em “vários episódios” da série antes de morrer em decorrência de um câncer em agosto deste ano. “Ele participou de quatro sessões e gravou vários episódios”, disse Feige em entrevista ao Emmy Magazine. “Em retrospectiva, foi muito emocionante”. “What If…?” vai ganhar um título diferente da tradução dos quadrinhos nacionais ao estrear no Brasil. Numa tradução literal, será chamada de “E Se…?”. Originalmente batizados no Brasil de “O Que Aconteceria Se…”, os quadrinhos foram lançados em 1977 e possuem mais de 200 edições, que exploram o que aconteceria se alguns personagens não tivessem morrido, outros não tivessem ganhado superpoderes e embarcam até em situações assumidamente ridículas. O conceito fez tanto sucesso que extrapolou suas páginas, dando origem a personagens de linhas alternativas, como Gwen Aranha – além de ter inspirado a DC Comics a lançar sua própria versão, “Elseworlds”. A série será a primeira animação integrada ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês) e deve adaptar sua premissa original para realizar uma exploração do multiverso. Como revelou a prévia apresentada no Dia do Investidor da Disney, os episódios vão mostrar versões alternativas da vida dos super-heróis, que parecem se desenrolar em universos paralelos em que eles tiveram destinos completamente diferentes. O vídeo mostra, por exemplo, Peggy Carter como Capitã Bretanha, e T’Challa, o personagem de Chadwick Boseman, tornando-se o Senhor das Estrelas no lugar de Peter Quill (Chris Pratt). Além de Boseman, a lista de participações confirmadas na série inclui Michael B. Jordan (Killmonger), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Josh Brolin (Thanos), Mark Ruffalo (Hulk), Tom Hiddleton (Loki), Samuel L. Jackson (Nick Fury), Chris Hemsworth (Thor), Karen Gillan (Nebulosa), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Paul Rudd (Homem-Formiga), Michael Douglas (Hank Pym), Josh Brolin (Thanos), Dominic Cooper (Howard Stark), Hayley Atwell (“Agente Carter”), Neal McDonough (Dum Dum), Dominic Cooper (Howard Stark), Sean Gunn (Kraglin), Natalie Portman (Jane Foster), David Dastmalchian (Kurt), Stanley Tucci (Dr. Erskine), Taika Waititi (Korg), Toby Jones (Dr. Zola), Djimon Hounsou (Korath), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Michael Rooker (Yondu) e Chris Sullivan (Taserface). Para completar, a série ainda introduzirá um personagem inédito, o Vigia dos quadrinhos do Quarteto Fantástico. A espécie dos Vigias já chegou a aparecer brevemente numa cena pós-créditos de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, dando a entender que Stan Lee era um deles. O Vigia será interpretado por Jeffrey Wright (“Westworld”). Nos quadrinhos, ele é praticamente uma entidade cósmica que observa os acontecimentos do multiverso, e também é referido como Uatu – para distingui-lo dos demais, que surgiram posteriormente. Este primeiro Vigia, que morava na lua, também se provou o mais problemático, já que deveria registrar tudo sem interferir, mas na maioria das vezes não resistia a dar uma ajudazinha à humanidade. Esta “falha” pode ser explorada na série. A conferir. A previsão de estreia é para 2021. Veja abaixo o trailer anteriormente divulgado. mostra os personagens da Marvel em cenários hipotéticos. “Tem muitos tipos de histórias que não conseguimos explorar no live-action”, explica Feige. Na semana passada, Feige explicou que Chadwick não será substituído em “Pantera Negra 2”. O anúncio foi feito durante a reunião dos investidores da Disney, em que a companhia detalhou seus planos para os próximos anos.

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  • Série

    Trailer de What If…? traz despedida de Chadwick Boseman como Pantera Negra

    11 de dezembro de 2020 /

    A Disney+ (Disney Plus) divulgou o primeiro trailer de “What If…?”, série da Marvel Studios que vai estrear em 2021 na plataforma de streaming. A atração é baseada na linha de quadrinhos conhecida no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. Os quadrinhos de “O Que Aconteceria Se…” foram lançados em 1977 e possuem mais de 200 edições, que exploram como a vida seria se alguns personagens não tivessem morrido, outros não tivessem ganhado superpoderes e até situações assumidamente ridículas. Fez tanto sucesso que o conceito extrapolou suas páginas, dando origem a personagens de linhas alternativas, como Gwen Aranha – além de ter inspirado a DC Comics a lançar sua própria versão, “Elseworlds”. A série será a primeira animação integrada ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês) e deve adaptar sua premissa original para realizar uma exploração do multiverso. Como revela a prévia apresentada no Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12), os episódios vão mostrar versões alternativas da vida dos super-heróis, que parecem se desenrolar em universos paralelos em que eles tiveram destinos completamente diferentes. O vídeo mostra, por exemplo, Peggy Carter como Capitã Bretanha. Além dos desenhos evocaram os intérpretes dos personagens nos filmes do MCU, o detalhe mais interessante dessa produção é que eles são dublados pelos atores que lhes deram vida no cinema. No caso de Peggy, a atriz Hayley Atwell (“Agente Carter”). Além dela, a lista de participações confirmadas na série inclui Michael B. Jordan (Killmonger), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Josh Brolin (Thanos), Mark Ruffalo (Hulk), Tom Hiddleton (Loki), Samuel L. Jackson (Nick Fury), Chris Hemsworth (Thor), Karen Gillan (Nebulosa), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Paul Rudd (Homem-Formiga), Michael Douglas (Hank Pym), Josh Brolin (Thanos), Dominic Cooper (Howard Stark), Neal McDonough (Dum Dum), Dominic Cooper (Howard Stark), Sean Gunn (Kraglin), Natalie Portman (Jane Foster), David Dastmalchian (Kurt), Stanley Tucci (Dr. Erskine), Taika Waititi (Korg), Toby Jones (Dr. Zola), Djimon Hounsou (Korath), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Michael Rooker (Yondu), Chris Sullivan (Taserface) e até o falecido Chadwick Boseman (Pantera Negra), em sua última participação no MCU. Para completar, a série ainda introduzirá um personagem inédito, o Vigia, dos quadrinhos do Quarteto Fantástico. A espécie dos Vigias já chegou a aparecer brevemente numa cena pós-créditos de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, dando a entender que Stan Lee era um deles. O Vigia será interpretado por Jeffrey Wright (“Westworld”). Nos quadrinhos, ele é praticamente uma entidade cósmica que observa os acontecimentos do multiverso, e também é referido como Uatu – para distingui-lo dos demais, que surgiram posteriormente. Este primeiro Vigia, que morava na lua, também se provou o mais problemático, já que deveria registrar tudo sem interferir, mas na maioria das vezes não resistia a dar uma ajudazinha à humanidade. Esta “falha” pode ser explorada na série. A conferir. A previsão de estreia é para 2021.

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    Estrela da série Bia grava versão nacional de Reflection da trilha de Mulan

    4 de dezembro de 2020 /

    A atriz Gabriella Di Grecco, uma das estrelas brasileiras da série “Bia”, da Disney, gravou uma nova versão nacional de “Reflection”. Intitulada “Imagem a Refletir”, a música ganhou um clipe e curiosamente traz uma letra diferente da versão disponibilizada na época do desenho dos anos 1990. A canção da trilha da animação “Mulan”, indicada ao Oscar em 1999, também toca no remake em live-action, disponibilizado nesta sexta (4/12) na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), entoada por Christina Aguilera, que, por sinal, também regravou a música original especialmente para o filme.

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  • Série

    Disney cancela DuckTales: Os Caçadores de Aventuras

    3 de dezembro de 2020 /

    A Disney anunciou que a nova versão da série “DuckTales: Os Caçadores de Aventuras” vai acabar em sua 3ª e atual temporada. “A talentosa equipe criativa, liderada por Matt Youngberg e Francisco Angones, apresentou uma narrativa excepcional com personagens reimaginados em três temporadas de 75 episódios e mais de 15 curtas”, disse o canal pago Disney XD, que exibe a atração, em um comunicado. “Embora sua produção esteja terminando, “DuckTales” continuará disponível nos canais Disney e na plataforma Disney+ (Disney Plus) em todo o mundo, e os fãs ainda terão um final de temporada épico em 2021.” Apesar da declaração, muitos fãs tem reclamado que “DuckTales” não está disponível na Disney+ (Disney Plus) do Brasil, apesar do apelo da produção, que ganhou até uma versão da música de abertura cantada por Ivete Sangalo para exibição no Disney Channel nacional. O reboot foi um dos maiores sucessos do Disney XD nos Estados Unidos em sua 1ª temporada, com alto engajamento dos fãs nas redes sociais e repercussão na imprensa, mas as temporadas subsequentes não mantiveram o mesmo êxito. O site Collider apurou que a equipe da série foi informada sobre o cancelamento em setembro passado para ter tempo de preparar um desfecho para sua trama. Além de atualizar a série homônima, exibida originalmente entre 1987 e 1990 e inspirada nos quadrinhos clássicos de Carl Barks, “DuckTales” chegou até a desvendar um dos maiores mistérios da Disney: quem é e que fim levou a mãe de Huguinho, Zezinho e Luisinho, os sobrinhos favoritos do Tio Patinhas. Apesar do cancelamento, o universo de “Ducktales” vai continuar a ser explorado num spin-off. A Disney+ (Disney Plus) encomendou “Darkwing Duck”, série animada sobre um pato vigilante mascarado que apareceu em alguns capítulos da atração cancelada, e que já tinha protagonizado sua própria série nos anos 1990.

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  • Filme

    O Poderoso Chefinho 2: Sequência com chefinha e bebês ninjas ganha trailer dublado

    24 de novembro de 2020 /

    A Universal Pictures divulgou o pôster e o trailer dublado de “O Poderoso Chefinho 2: Negócios da Família”, continuação do desenho de 2017, que encontra os personagens originais adultos. Mas não por muito tempo. A filha bebê de um deles logo transforma os irmãos birrentos novamente em crianças para os três se juntarem nos “negócios da família” – isto é, espionagem infantil – e enfrentar bebês ninja perigosos. Tudo isso é apresentado na prévia, com poucos detalhes a mais de explicações. “O Poderoso Chefinho 2” é novamente dirigido por Tom McGrath, que assinou o primeiro, e volta a trazer a voz de Alec Baldwin como Ted, o bebê chefinho, na versão original em inglês. Por outro lado, houve mudanças no intérprete de Tim, o irmão mais velho. James Marsden (“Sonic – O Filme”) substituiu Tobey Maguire e Miles Bakshi, que dublavam o personagem no primeiro filme. Para completar, a produção ainda destaca Amy Sedaris (“The Mandalorian”) como Tina, a filha de Tim. A estreia está prevista para 25 de março no Brasil. Veja abaixo o trailer nas versões dubladas em português e inglês.

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  • Filme,  Música

    Netflix revela cenas musicais de A Caminho da Lua

    26 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou algumas nove cenas musicais de “A Caminho da Lua” (Over the Moon), nova animação que está encantando público e crítica (com 78% de aprovação no Rotten Tomatoes). Apesar do visual CGI moderno – o mais caprichado dentre as animações já feitas para o streaming – , o filme é uma animação à moda antiga, evocando uma fase em que toda produção do gênero precisava ser musical. Por isso, tem muitas canções. As faixas foram compostas por Christopher Curtis (“Chaplin”), Marjorie Duffield (“Betterthandead”) e Helen Park (“KPOP”), e podem ser ouvidas em português nas vozes de Cidália Castro (Chang’e), Thiago Machado (Gobi), Lara Suleiman (mãe), Leandro Luna (pai) e Michel Singer (Chin), conhecidos de diversos trabalhos nos palcos brasileiros. Já a música-tema do filme, “Vou Voar”, é cantada por Priscilla Alcântara, cantora gospel e ex-apresentadora do “Bom Dia & Companhia”. O filme em si gira em torno de Fei Fei, uma garota que desde a infância ouve histórias românticas sobre a existência de uma mulher na lua, separada de seu grande amor há milênios. Conforme ela cresce e os adultos questionam sua fé na fábula, ela decide provar a todos que a história é real. Para isso, constrói um foguete em seu quintal capaz de levá-la até a lua. A direção é de Glen Keane, animador de clássicos da Disney, como “A Bela e a Fera” e “A Pequena Sereia”, e diretor do curta “Dear Basketball”, vencedor do Oscar 2018. E o roteiro foi escrito por Audrey Wells (“Quatro Vidas de um Cachorro”), que enfrentava uma doença terminal e quis deixar o filme como uma “carta de amor” para seu marido e sua filha. Wells conseguiu assistir uma primeira versão do filme, antes de falecer em outubro de 2018, aos 58 anos. A animação estreou na Netflix na sexta (23/10).

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  • Filme

    Soul: Trailer dublado reforça que novo desenho da Pixar é exclusivo da Disney+ (Disney Plus)

    24 de outubro de 2020 /

    A Disney divulgou um novo pôster nacional e o trailer dublado em português de “Soul” para ressaltar que a nova animação da Pixar será lançada com exclusividade na sua plataforma de streaming durante o Natal. Ao contrário de “Mulan”, que foi oferecida à parte e com preço salgado dentro da Disney+ (Disney Plus), “Soul” será oferecido sem custos extras para todos os assinantes do serviço. Apesar de chegar apenas em 25 de dezembro, a produção já começou a ser exibida em festivais de cinema a, por isso, recebeu as primeiras críticas. E elas somam 100% de aprovação no Rotten Tomatoes com elogios rasgados, considerando o filme uma volta aos dias mais ousados da Pixar. Vale lembrar que, pelas novas regras da Academia, o lançamento de “Soul” em streaming não vai impedir a produção de disputar o Oscar 2022. “Soul” gira em torno de Joe Gardner, um professor de música do Ensino Médio, que passou a vida frustrado por não poder cumprir seu propósito de tocar jazz e sofre um acidente trágico no momento em que finalmente consegue o trabalho de seus sonhos, como pianista de uma banda. Ao ser transformado em alma, ele se rebela por achar que ainda tinha muito pelo que viver. Mas ao escapar da fila para o além, acaba caindo na pré-vida, onde as novas almas ganham suas personalidades. É lá que conhece 22, uma alma que não tem nenhuma vontade de viver na Terra, e enquanto tenta convencê-la de que a vida é boa, descobre que seu corpo está em coma num hospital. As vozes principais são dubladas por Jamie Foxx (“Django Livre”) e Tina Frey (“Irmãs”), enquanto a direção está a cargo de Pete Docter (“Divertida Mente”) e o estreante Kemp Powers (roteirista de “Star Trek: Discovery”). Os dois também assinam o roteiro em parceria com Mike Jones (“Viva – A Vida É uma Festa”). O elenco de dubladores originais também inclui Ahmir “Questlove” Thompson (baterista da banda de hip-hop The Roots), Phylicia Rashad (“Creed”) e Daveed Diggs (da série “Expressso do Amanhã”). O longa animado deveria chegar aos cinemas em 20 de novembro nos EUA e a desistência da Disney reforçou a crise no setor, refletindo a mudança de prioridade da empresa durante a pandemia. Com a falta de público nos cinemas, o streaming se tornou a válvula de escape financeiro da companhia, e lançamentos exclusivos de peso fortalecem essa estratégia. Para os brasileiros, a boa notícia é que o Disney+ (Disney Plus) chegará ao país em 17 de novembro.

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  • Série

    Prévia de WandaVision bate recorde como trailer de série mais visto em 24 horas

    23 de setembro de 2020 /

    O trailer de “WandaVision”, primeira série da Marvel derivada dos filmes dos Vingadores, teve uma performance de blockbuster nas 24 horas que se seguiram ao seu lançamento durante a premiação do Emmy no domingo passado (20/9). O site Deadline levantou com fontes da Disney e a empresa que monitora mídias sociais RelishMix que o vídeo teve 53 milhões de visualizações em seu primeiro dia, somando todas as aparições online de redes sociais e YouTube. Os números para este período representam a maior audiência de um trailer de programa de streaming e, até prova em contrário, a maior visualização de um trailer de série em todos os tempos. “O desempenho é comparável às franquias dos ‘Vingadores’ e ‘Velozes e Furiosos’ nas 24 horas depois de uma exibição no intervalo do Super Bowl”, disse a RelishMix ao Deadline. “WandaVision” também teve mais de 300 mil menções nas redes sociais, um volume de envolvimento só visto antes da pandemia. O trailer começou a ser tendência no Twitter imediatamente após sua exibição na noite de domingo e atingiu o topo dos vídeos mais vistos do YouTube. A prévia rendeu muita discussão online por mostrar a metamorfose ambulante criada por Wanda/Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) para sua vida “doméstica” ao lado do androide Visão (Paul Bettany), como pais suburbanos de um par de gêmeos. A atração foi apresentada como uma sitcom clássica em preto e branco e evoluiu para uma comédia teen dos anos 1990, sem esquecer de evocar as produções de super-heróis mais recentes. Não faltaram sequer cenas de Wanda e Visão com seus trajes clássicos dos quadrinhos, em versão caseira. A roteirista Jac Schaeffer, que escreveu “Capitã Marvel”, é a showrunner da série, que não será um prólogo e sim uma continuação dos eventos de “Vingadores: Ultimato”, apesar de o Visão ter morrido no cinema. Além de Elizabeth Olsen (Wanda, a Feiticeira Escarlate) e Paul Bettany (Visão), “WandaVision” também terá participações de Kat Dennings e Randall Park, retomando os papéis que já desempenharam no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), respectivamente como Darcy (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Para completar, Teyonah Parris (da série “Cara Gente Branca”) aparecerá como Monica Rambeau, que foi introduzida ainda criança em “Capitã Marvel” (passado em 1995), e Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) está escalada como “uma vizinha barulhenta”. O nome da personagem da atriz não foi revelado, porque, se por acaso fosse Agatha Harkness, confirmaria a trama que todos já imaginam. Com a paralisação das produções devido à pandemia de coronavírus, “WandaVision” será a primeira série da Marvel a chegar ao Disney+ (Disney Plus), invertendo a ordem originalmente planejada (“Falcão e o Soldado Invernal” deveria abrir a lista). Será também a única série da Marvel lançada na plataforma em 2020. Ainda sem data definida, a produção será bastante importante para o MCU, pois sua história terá repercussões no filme “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” – com participação já confirmada de Wanda. Não viu o trailer ou quer rever? Para isso disponibilizamos novamente abaixo.

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  • Filme

    A Caminho da Lua: Animação da Netflix ganha trailer dublado com muita música

    22 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou novos pôster e trailer dublado de “A Caminho da Lua” (Over the Moon). A prévia é muito bonita, com o visual de CGI mais caprichado dentre as animações já feitas para o streaming. Por outro lado, também revela que o filme é uma produção à moda antiga, evocando a época pré-Pixar em que todo desenho era um musical repleto de canções. A animação acompanha a história de Fei Fei, uma garota que cresceu com histórias românticas sobre a existência de uma mulher na lua, separada de seu grande amor há milênios. Conforme ela cresce e os adultos questionam sua fé na fábula, ela decide provar a todos que a história é real. Para isso, constrói um foguete em seu quintal capaz de levá-la até a lua. A direção é de Glen Keane, animador de clássicos da Disney, como “A Bela e a Fera” e “A Pequena Sereia”, e diretor do curta “Dear Basketball”, vencedor do Oscar 2018. O visual influenciado por animes – ou a versão Disney de animes, como “Operação Big Hero” – é completado por dublagens originais de estrelas asiáticas dos EUA, como Sandra Oh (“Killing Eve”), John Cho (“Star Trek”), Margaret Cho (“Drop Dead Diva”) e Phillipa Soo (“The Code”), além de Cathy Ang (vista na série “Ramy”), que dubla a protagonista. A ideia do filme surgiu com as produtoras Peilin Chou e Gennie Rim, que trabalharam, respectivamente, em “Os Incríveis” na Pixar e “Kung Fu Panda” na Dreamworks Animation. E foi transformada em roteiro por Audrey Wells (“Quatro Vidas de um Cachorro”), que enfrentava uma doença terminal e quis deixar o filme como uma “carta de amor” para seu marido e sua filha. “Só fomos descobrir depois de um ano trabalhando com ela, quando ela contou que estava doente e não tinha muito tempo”, contou Chou, em uma conversa com a imprensa. “Ela queria realmente deixar esse filme para falar sobre o que acontece quando as pessoas se vão, esse amor que dura para sempre. Era muito importante para ela que essa mensagem pudesse ficar com seu marido e sua filha para sempre”. Wells conseguiu assistir uma primeira versão do filme, antes de falecer em outubro de 2018, aos 58 anos. A animação vai estrear em 23 de outubro. Veja abaixo o trailer, nas versões dubladas em português e com as vozes originais.

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