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  • Filme

    Mãe Só Há Uma: Novo filme de Anna Muylaert ganha pôster e primeiro trailer

    15 de junho de 2016 /

    A Vitrine Filmes divulgou o cartaz nacional e o primeiro trailer de “Mãe Só Há Uma”, novo filme da diretora Anna Muylaert, que volta a tratar do abismo entre mães e filhos após o sucesso de “Que Horas Ela Volta?”. Desta vez, o pano de fundo do contraste social é substituído por uma história inspirada na crônica policial brasileira, sobre um menino raptado que é reencontrado pela família legítima e tem dificuldades de aceitar a mãe biológica, enquanto ainda nutre afeto pela mulher que o roubou e o criou como filho desde criança. A crise de identidade também se estende à sexualidade do jovem, que pinta as unhas e começa a usar roupas femininas. O filme destaca o estreante Naomi Nero (sobrinho de Alexandre Nero) como protagonista e Daniela Nefussi (“É Proibido Fumar”) em dois papéis, como as mães (de criação e biológica) do menino, num artifício que visa destacar a confusão criada na cabeça do rapaz. Matheus Nachtergaele (“Trinta”), Luciana Paes (“Sinfonia da Necrópole”) e Helena Albergaria (“Que Horas Ela Volta?”) também estão no elenco. Exibido com críticas positivas no Festival de Berlim deste ano, “Mãe Só Há Uma” chega aos cinemas brasileiros no dia 21 de julho.

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  • Filme

    I, Daniel Blake: Drama vencedor do Festival de Cannes 2016 ganha primeiro trailer

    15 de junho de 2016 /

    O estúdio britânico Entertainment One divulgou o primeiro trailer de “I, Daniel Blake”, filme vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano. A prévia apresenta a trama dramática, que acompanha um velho marceneiro (Dave Johns, em seu primeiro filme) durante sua peregrinação pela burocracia da previdência social na Inglaterra, encontrando apenas desrespeito e desumanidade. “I, Daniel Blake” foi a segunda Palma de Ouro da carreira do cineasta inglês Ken Loach, que também saiu premiado do Festival de Cannes com o drama histórico “Ventos da Liberdade” (2006). Em seu discurso neste ano, o cineasta de 79 anos criticou o neoliberalismo que “deixa milhões na miséria”, dizendo-se desconfortável com o fato de receber a honraria em um ambiente glamouroso como o de Cannes, em contraste com as condições de vida daqueles que inspiraram seu filme. A estreia está marcada para 21 de outubro no Reino Unido e ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Denial: Rachel Weisz tem que provar a existência do Holocausto em trailer dramático

    15 de junho de 2016 /

    A BBC Films divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Denial”, drama britânico baseado em fatos reais, que traz Rachel Weisz (“Oz, Mágico e Poderoso”) como uma historiadora confrontada por um famoso escritor (o excelente Timothy Spall, de “Mr. Turner”) com ideias radicais sobre a existência do Holocausto. A disputa vai parar nos tribunais, levando a professora a ter que provar que o extermínio de judeus realmente aconteceu durante o nazismo. A disputa realmente aconteceu em 1996, mas apesar do clima apresentado no vídeo, resultou no descrédito absoluto do escritor David Irving, que já experimentava problemas com suas teorias e era considerada persona non grata na Alemanha, além de ter um mandato de prisão expedido na Áustria por defender o nazismo. Ele caiu em desgraça, passou um período preso, deixou de ser convidado para palestras e eventos literários e viu suas obras serem ridicularizadas. Baseado no livro de Deborah Lipstadt (a personagem de Weisz), o filme foi escrito por David Hare, já indicado ao Oscar pelos roteiros adaptados de “As Horas” (2002) e “O Leitor” (2008). A direção está a cargo de Mick Jackson, diretor do sucesso “O Guarda-Costas” (1992), que estava afastado do cinema desde 2002. O elenco, por sua vez, também inclui Andrew Scott (série “Sherlock”), Tom Wilkinson (“Selma”), Mark Gatiss (também de “Sherlock”) e Harriet Walter (série “Downton Abbey”). A estreia está marcada para 30 de setembro nos EUA e não há previsão de lançamento no Brasil. https://www.youtube.com/watch?v=

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  • Filme

    Campo Grande transforma em aflição o abandono social crônico

    12 de junho de 2016 /

    Em “Campo Grande”, a diretora Sandra Kogut nos coloca num clima de incertezas e aflição. Desde a primeira cena até o seu final, não sabemos direito o que está acontecendo, mesmo depois de nos familiarizarmos com os personagens. A aflição é grande: surge uma menina pequena, de uns 6 anos de idade, de aparência muito simples, abandonada pela mãe numa residência de classe média alta, na zona sul do Rio, em Ipanema. Só vemos a praia por duas vezes, por meio de uma fresta entre prédios. Outro menino abandonado aparece, é o irmão um pouco maior da menina, e ficamos sabendo que sua mãe os orientou a que esperem por ela naquele lugar. A casa é de Regina (Carla Ribas, de “A Casa de Alice”), que não sabe o que fazer nessa situação. Mas muita coisa está acontecendo com ela e com a filha jovem, Lila (Júlia Bernat, de “Aspirantes”). Percebe-se que o apartamento está sendo desmontado e que o pai não está mais ali. Supõe-se que houve uma separação e que vai haver mudança. As pessoas estão vulneráveis, perdidas. Lá fora, os ambientes estão cheios de máquinas e equipamentos, tudo parece em construção ou em reforma, nas proximidades, na rua. Tudo é provisório, se perde ou se desintegra. O abandono não é só o das crianças, é das pessoas, é da própria cidade. Rayane (Rayane de Amaral) e Ygor (Ygor Manoel) são as crianças abandonadas, que moram (moravam?) no bairro de Campo Grande. Tem também uma avó na história deles, que aparece como referência afetiva, mas cuja casa não se localiza. Abrigos de menores, orfanatos entram na dança, enquanto a mãe não aparece (aparecerá?). E quem será? Uma antiga empregada da casa, talvez. Vamos montando as peças para o entendimento da situação por falas dispersas, sussurradas, banais, indefinidas, fora do quadro, perguntas sem respostas dos personagens e um constante mal-estar, que nos mostra algo cifrado, porém num contexto muito conhecido. São as nossas velhas mazelas, os nossos problemas sociais crônicos. As diferenças dos mundos da casa grande e da senzala, que vêm de longe e mudam basicamente só de casca. Esse clima indefinido em que as coisas são mostradas no filme produz a angústia da impotência diante do conhecido, a aflição já referida, alimentada pelo medo e pelas incertezas. Quanto mais bem realizada a sequência, mais bela a poesia da câmera, mais aflitivo fica. A cineasta nos conduz para dentro da questão social com personagens reais, de carne e osso, com os quais compartilhamos uma dor e uma busca que também é nossa. Fazemos parte dela e do abandono que envolve cada um dos personagens. As atrizes protagonistas e as crianças, especialmente o garoto Ygor, enchem de humanidade essa narrativa desafiante para o espectador. Impossível não ser tocado pelo drama insinuado, nunca escancarado, jamais objeto de exploração emocional. Por isso mesmo, tão verdadeiro. Sandra Kogut já havia mostrado grande talento em seu segundo longa, “Mutum”, de 2007, em que o universo de Guimarães Rosa se revelava em poesia, beleza e humanidade. Com “Campo Grande”, ela mostra criatividade ao colocar na sombra, no intertextual, no não-dito, o nosso drama social. Vale comentar, também, que moradores de Campo Grande, um dos mais populosos bairros do Rio, reclamaram junto aos cinemas locais, exigindo que esse filme, que aborda a realidade do bairro, passasse nos cinemas de lá, o que não estava previsto para acontecer. E conseguiram. O povo quer ver sua realidade expressada no cinema, mas o circuito exibidor não tem sensibilidade para perceber isso. E tem outros interesses e compromissos comerciais.

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  • Série

    HBO encomenda pilotos dos diretores de A Grande Aposta e Guerra ao Terror

    8 de junho de 2016 /

    O canal pago americano HBO encomendou os pilotos de duas novas séries de cineastas premiados: Adam McKay, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “A Grande Aposta” (2015), e Kathryn Bigelow, premiada com os Oscars de Melhor Filme e Direção por “Guerra ao Terror” (2008). Intitulada “Succession”, a criação de McKay vai juntar uma equipe de peso, com coprodução do ator Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) e roteiro do inglês Jesse Armstrong (criador de “Fresh Meat” e escritor de comédias politizadas como “Conversa Truncada” e “Quatro Leões”). Além de produzir, McKay vai dirigir o piloto. O projeto foi descrito pelo site da revista Variety como um “drama familiar que acompanha uma família americana dona de um grande conglomerado de mídia, que não é apenas rica e poderosa, mas também poderosamente disfuncional”. Se aprovada, a série vai explorar “a lealdade familiar, negócios internacionais e os perigos do poder no século 21”. Já o piloto de Bigelow se chama “Mogadishu, Minnesota” e será escrito e dirigido por K’naan Warsame, um rapper nascido na Somália e que reside no Canadá. A descrição do projeto fala em “drama provocativo”, que vai “lidar com o que significa ser americano entre os somalis de Minneapolis”. Mas, em seus estágios iniciais, o pitch prometia “dar um vislumbre do mundo do recrutamento jihadista”. Ambos os pilotos precisarão ser aprovados pelos executivos do canal para virarem séries.

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  • Filme

    Critica: Ponto Zero mergulha na angústia com uma fotografia deslumbrante

    2 de junho de 2016 /

    O Ponto Zero pode ser entendido como o momento fugaz que caracteriza o presente. Ao se tomar consciência dele, ele já passou, já é lembrança. O que se vive, aqui e agora, pode ser uma ilusão, um sonho, um pesadelo, uma distorção da percepção ou, simplesmente, um elemento da memória, que retorna. Ou mesmo a expressão de um desejo ou de uma fantasia. O filme gaúcho “Ponto Zero”, escrito e dirigido por José Pedro Goulart, explora esteticamente ideias como essas, ao retratar a noite e madrugada, conturbada e tensa, vivida pelo garoto Ênio (Sandro Aliprandini), de 14 anos de idade, entre a sua casa e a sua cama, as ruas desertas de uma Porto Alegre adormecida e ambientes insones em que a prostituição se destaca. Ou, quem sabe, ela está apenas no outro lado da linha telefônica? Onde está o presente? Onde está a realidade? Na vida diária do adolescente, que não suporta o conflito entre seu pai e sua mãe? No ciúme doentio da mãe? Na infidelidade explícita e desavergonhada do pai? Na rádio que, de madrugada, se relaciona com as angústias de seus ouvintes, onde seu pai trabalha e parece pouco sensível aos sentimentos alheios? Na busca da prostituta sofisticada, que atende ao telefone com mensagens literárias, por exemplo, de Cecília Meireles? Uma fotografia deslumbrante de ambientação noturna, marcada por incessante chuva, domina a cena. Explora o caráter misterioso da situação. É etérea e pálida, com as luzes da noite enfatizando a beleza dos pingos de chuva que insistem em não parar. Ou invade o ambiente urbano, claustrofóbico, dos prédios aglomerados, passeia na bicicleta que percorre os canteiros das avenidas, mas que se mete em casa ou na sala de aula, de forma inesperada. Há um clima de angústia e incerteza que domina o filme, enquanto proporciona uma experiência estética por meio da ambientação, dos enquadramentos, da composição das cores e das luzes, nas tonalidades marrom e amarelada que predominam nas cenas. O jovem protagonista experiencia o que seu pai Virgílio (Eucir de Souza) explicita em um dos poucos diálogos que o filme tem: a vida, a morte e a sorte, as três coisas que existem no mundo, segundo o personagem. Sobreviver a um dilúvio de angústia e solidão é mesmo uma questão de sorte, como se verá. O elenco que segura a onda desse projeto pretensioso é muito bom. Mas dependia do desempenho do estreante Sandro Aliprandini, que está presente em praticamente todas as cenas. Ele dá conta da responsabilidade, com uma entrega considerável a um papel que exige muito de si. José Pedro Goulart é estreante em longas-metragens, mas já veterano na publicidade e nos curta-metragens. Ele dividiu com Jorge Furtado a direção de um curta famoso e premiadíssimo, em 1986, “O Dia em que Dorival Encarou o Guarda”.

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  • Filme

    Incompreendida: Trailer mostra Charlotte Gainsbourg como uma péssima mãe

    27 de maio de 2016 /

    A Imovision divulgou o trailer legendado de “Incompreendida”, drama dirigido pela atriz italiana Asia Argento (“Terra dos Mortos”), filha do mestre do terror Dario Argento, e estrelado por sua colega de geração Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”). Asia inspirou-se em sua própria vida para contar a história da adolescente Aria (Giulia Salerno), passada em ambientes do underground do anos 1980. Mal compreendida pelos pais (Gainsbourg e Gabriel Garko, de “Luxúria”), que a tramam com indiferença em meio a um violento divórcio, e pelos colegas de escola, que a consideram esquisita, ela acaba expulsa de casa e vagueia pela cidade com sua mochila e seu gato preto. Além de dirigir, Asia escreveu o roteiro com Barbara Alberti (“Um Sonho de Amor”) e compôs a trilha sonora (tocada por integrantes da banda Locust). Exibido no Festival de Cannes de 2014, na mostra Um Certo Olhar, o filme estreia dia 23 de junho no Brasil.

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  • Filme

    Cannes: Xavier Dolan desaponta ao filmar astros franceses

    20 de maio de 2016 /

    O jovem cineasta canadense Xavier Dolan tem apenas 27 anos, mas já possui uma bela coleção de troféus numa carreira que soma seis longa-metragens. Não foi por acaso que, após ganhar o reconhecimento de Cannes com o Prêmio Especial do Júri pela direção de “Mommy”, em 2014, ele retornou ao festival francês com status de favorito à Palma de Ouro. Entretanto, após as primeiras projeções de “Juste la Fin du Monde”, essa expectativa foi bastante reajustada. “Juste la Fin du Monde” é o primeiro filme de Dolan, que sempre filmou em francês, estrelado exclusivamente por atores da França. A obra é protagonizada por Gaspard Ulliel (“Saint Laurent”) e o elenco ainda inclui Léa Seydoux (“007 Contra Spectre”), Marion Cotillard (“Macbeth”), Vincent Cassel (“Em Transe”) e Nathalie Baye (“Uma Doce Mentira”). Adaptação da peça de mesmo nome de Jean-Luc Lagarce, acompanha um jovem escritor que, depois de 12 anos longe da família, volta para a casa de sua família para anunciar que em breve vai morrer. Entretanto, pequenas picuinhas e ressentimentos mudam o rumo do reencontro, enquanto todas as tentativas de empatia são sabotados pela incapacidade das pessoas para ouvir e amar. O texto lida com a insensibilidade humana. E o diretor pôde conhecer de perto o que isso significa pela reação da crítica ao filme, rotulado como o mais desapontador do festival. Na entrevista coletiva, ele se mostrou conformado. “Estou em Cannes, é normal que alguns filmes sejam bem recebidos, outros não. Talvez tome um tempo para que o filme possa se estabelecer: acho que as pessoas deveriam ouvir o filme, e não só vê-lo”, disse Dolan. “É o meu melhor filme”, completou, elogiando-se. Ele lembrou foi apresentado à peça há seis anos pela amiga e atriz Anne Dorval (de “Mommy”), e que na época também teve dificuldades em perceber sua profundidade. “Na primeira vez que a li, não me identifiquei com os personagens. Acho que não estava maduro o suficiente para entendê-la”. Durante o encontro com a imprensa, Dolan foi bastante questionado pela opção por uma narrativa permeada por close-ups no rosto dos atores, algo mais usado na televisão. “Senti que era necessário estar perto de todos os atores, que não podíamos estar distantes”, respondeu. “É um filme sobre linguagem, sobre comunicação, mas também silêncios e olhares que se vê nos rostos”, ele explicou. Essa proximidade, Dolan aponta, era necessária para transmitir o que não é verbalizado. “O mais fascinante do texto de Lagarce é o nervosismo que os personagens parecem demonstrar e, quando conseguem expressar, geralmente é sobre coisas inúteis. Eles falam e brigam sobre tudo, exceto sobre o que realmente sentem ou desejam profundamente dizer”, observou o diretor. O problema seria justamente esse. O que Dolan enxerga como trunfo, a crítica internacional apontou como defeito. Nem o texto nem os personagens seriam interessantes o suficiente para manter o espectador interessado na conclusão, nem mesmo com um elenco de estrelas francesas na tela. Dolan, porém, não deve se abater muito se o filme fracassar. Ele já está preparando seu próximo projeto, que será sua estreia em inglês, estrelado por Kit Harington (o Jon Snow de “Game of Thrones”), Natalie Portman (“Thor”) e Jessica Chastain (“Interestelar”). Veja Também: Filme de Xavier Dolan com astros franceses ganha fotos, pôsteres e duas cenas inéditas

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  • Filme

    Filme de Xavier Dolan com astros franceses ganha fotos, pôsteres e duas cenas inéditas

    15 de maio de 2016 /

    A distribuidora francesa Diaphana Films divulgou 11 fotos, dois pôsteres e duas cenas de “Juste la Fin du Monde” (título internacional: “It’s Only the End of the World”), novo longa de Xavier Dolan, aproveitando sua inclusão no Festival de Cannes. O filme marca a primeira produção do jovem cineasta canadense estrelada exclusivamente por atores franceses. E que atores! Gaspard Ulliel (“Saint Laurent”) tem o papel principal e o elenco ainda inclui Léa Seydoux (“007 Contra Spectre”), Marion Cotillard (“Macbeth”), Vincent Cassel (“Em Transe”) e Nathalie Baye (“Uma Doce Mentira”). Dolan, que já venceu o Prêmio do Juri de Cannes por “Mommy” (2014), leva à tela a adaptação da peça homônima de Jean-Luc Lagarce. E as duas cenas refletem perfeitamente o tema central da obra, que lida com a insensibilidade humana. Na trama, Louis, um escritor, retorna a sua cidade natal após 12 anos de ausência, pensando em anunciar a eminência de sua morte para a família. Mas pequenas picuinhas e ressentimentos logo mudam o rumo da tarde, enquanto todas as tentativas de empatia são sabotados pela incapacidade das pessoas para ouvir e amar. A première mundial vai acontecer na quinta (19/5) dentro da competição oficial do Festival de Cannes e a estreia está marcada para 21 de setembro, simultaneamente no Canadá e na França. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Vidas Partidas: Drama brasileiro de violência doméstica ganha primeiro trailer

    7 de maio de 2016 /

    A Voglia Produções divulgou o trailer de “Vidas Partidas”, drama brasileiro sobre violência doméstica. A prévia, com narração da protagonista, lembra um quadro do “Fantástico” e, como os mais velhos podem recordar, a premissa do extinto “Você Decide”, programa da rede Globo que partia de uma história verídica, de fundo polêmico, para buscar a justiça da catarse popular. Até as intervenções a respeito da trama (função de Tony Ramos em “Você Decide”) parecem ter sido incorporadas numa encenação de tribunal. A formação do diretor Marcos Schechtman, que faz sua estreia no cinema, são justamente programas da Globo – e a Globo Filmes ainda coproduz o filme. A trama se passa no Recife, nos anos 1980, e mostra como uma mulher inteligente se torna vítima dos abusos de um marido violento, ficando indefesa diante da lei da época. O casal central é vivido por Naura Schneider (que, também por coincidência, fez três “Você Decide”) e Domingos Montagner (novela “Salve Jorge”). A première está marcada para domingo (8/5) no Festival Cine-PE, com exibição fora da competição, mas o lançamento nacional só deve acontecer em 4 de agosto, com distribuição da Europa Filmes.

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  • Filme

    Mais Forte que o Mundo: Cinebiografia de José Aldo ganha trailer impactante

    28 de abril de 2016 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster e o trailer de “Mais Forte que o Mundo – A História de José Aldo”, cinebiografia do campeão brasileiro do UFC. A prévia mostra cenas impactantes, não só pelo conteúdo mas também pela forma como o diretor Afonso Poyart (“Presságios de um Crime”) enquadra a trajetória de José Aldo, entre socos, tombos e baques da vida. “Mais Forte que o Mundo” se apresenta como uma história de superação, acompanhando José Aldo desde a mudança para o Rio de Janeiro, seu primeiro amistoso no Macapá, até o título mundial no UFC. O longa é estrelado por José Loreto (“Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!”) no papel de José Aldo e também inclui no elenco Cleo Pires (“Operações Especiais”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”), Jackson Antunes (“O Concurso”), Claudia Ohana (“Zoom”), Romulo Neto (novela “Império”) Rafinha Bastos (“Mato sem Cachorro”) e Paulo Zulu (novela “Corações Feridos”). A estreia está marcada para o dia 16 de junho.

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  • Filme

    Snowden: Primeiro trailer da cinebiografia mostra Joseph Gordon-Levitt como o homem mais procurado do mundo

    27 de abril de 2016 /

    A Open Road Films divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Snowden”, cinebiografia de Edward Snowden, estrelada por Joseph Gordon-Levitt (“Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge”). A prévia destaca a sutil transformação do ator, que mudou totalmente sua voz e postura, além de aparentar envelhecer diante das câmeras conforme a história evolui. O filme cobre desde o começo da carreira de Snowden como recruta do exército aos 20 anos, sua integração à CIA aos 22 e sua promoção para a divisão de informática do NSA aos 26, até o ato que o transformou no homem mais procurado do mundo aos 29, ao denunciar o maior esquema institucionalizado de espionagem já visto. Snowden copiou e divulgou para a imprensa o programa secreto americano de espionagem indiscriminada da internet e telefonia celular, que, desrespeitando o direito à privacidade, vigiou desde pessoas comuns a governos estrangeiros. O escândalo o levou a ser considerado traidor pelo governo americano, precipitando sua fuga do país e uma perigosa caçada internacional. “Snowden” tem direção de Oliver Stone (“Selvagens”), que também escreveu o roteiro em parceria com Kieran Fitzgerald (“Dívida de Honra”). O elenco inclui Shailene Woodley (“Divergente”), Zachary Quinto (“Star Trek”), Tom Wilkinson (“Selma”), Melissa Leo (“O Vencedor”), Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”), Joely Richardson (“Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”), Timothy Olyphant (série “Justified”), Scott Eastwood (“Curvas da Vida”) e Nicolas Cage (“O Apocalipse”). A estreia está marcada para 16 de setembro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil

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  • Filme

    Logan Lerman e Elle Fanning vão estrelar novo drama indie do cantor da banda Stellastarr*

    25 de abril de 2016 /

    Os jovens atores Logan Lerman (“Coração de Ferro”) e Elle Fanning (“Malévola”) vão estrelar “Sidney Hall”, segundo drama indie de Shawn Christensen, o cantor e guitarrista da banda Stellastarr* que virou cineasta premiado – seu longa de estreia, “Before I Desappear”, venceu o Festival SXSW de 2014. Segundo o site da revista Variety, “Sidney Hall” foi escrito por Christensen em parceria com Jason Dolan (“Enter Nowhere”) e segue três etapas na vida do personagem-título, vivido por Lerman, que escreve um livro sobre sua geração antes de desaparecer sem deixar vestígios. Lerman vai interpretar todas as três fases da vida de Hall, aos 18, 24 e 30 anos de idade, em diferentes etapas da trama. O elenco também inclui Michelle Monaghan (“Pixels”), Kyle Chandler (série “Bloodline”), Nathan Lane (série “American Crime Story”) e Blake Jenner (série “Glee”). As filmagens começam nesta semana em Nova York de forma independente, apesar do assédio de estúdios como Fox Searchlight e Amazon, que fizeram ofertas financeiras para participarem da produção. Christensen acredita ser capaz de conseguir negócio melhor após exibir o filme no circuito dos festivais, em 2017.

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