PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Halle Berry e Daniel Craig podem estrelar filme sobre tumultos raciais de 1992

    29 de junho de 2016 /

    Halle Berry e Daniel Craig podem estrelar o primeiro drama falado em inglês da cineasta turca Deniz Gamze Ergüven, que chamou a atenção de Hollywood com “Cinco Graças” (2015), indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Segundo o site Deadline, a atriz já está confirmada e Craig negocia sua participação. Intitulado “Kings”, o filme vai dramatizar os protestos que abalaram Los Angeles em 1992, após a absolvição de quatro policiais envolvidos na agressão – registrada por câmeras – do motorista negro Rodney King. Os tumultos duraram quase uma semana, deixando um saldo de muitos saques, incêndios, depredações, 55 mortes e dezenas de feridos. O papel de Halle Berry é o de uma mãe protetora que toma conta de um grupo de crianças e Daniel Craig está negociando para assumir o papel de um morador branco da região, de maioria negra, que ajuda a personagem de Berry a encontrar as crianças perdidas no meio do tumulto. “Kings” ainda não tem cronograma de produção nem previsão de estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Novo filme de Xavier Dolan, premiado em Cannes, ganha primeiro trailer

    28 de junho de 2016 /

    A distribuidora canadense Les Films Séville divulgou o primeiro trailer de “Juste la Fin du Monde” (título internacional: “It’s Only the End of the World”), novo longa de Xavier Dolan, premiado com o Grand Prix no Festival de Cannes. Na ocasião, o filme dividiu a crítica. O filme marca a primeira produção do jovem cineasta canadense estrelada exclusivamente por atores franceses. E que atores! Gaspard Ulliel (“Saint Laurent”) tem o papel principal e o elenco ainda inclui Léa Seydoux (“007 Contra Spectre”), Marion Cotillard (“Macbeth”), Vincent Cassel (“Em Transe”) e Nathalie Baye (“Uma Doce Mentira”). Dolan, que já tinha vencido antes o Prêmio do Juri de Cannes por “Mommy” (2014), leva à tela a adaptação da peça homônima de Jean-Luc Lagarce. Na trama, Louis, um escritor, retorna a sua cidade natal após 12 anos de ausência, pensando em anunciar a eminência de sua morte para a família. Mas pequenas picuinhas e ressentimentos logo mudam o rumo da tarde, enquanto todas as tentativas de empatia são sabotados pela incapacidade das pessoas para ouvir e amar. A estreia está marcada para 21 de setembro, simultaneamente no Canadá e na França, e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Aquarius: Novo filme de Kleber Mendonça Filho ganha primeiro trailer

    27 de junho de 2016 /

    A Vitrine Filmes divulgou o trailer de “Aquarius”, segundo longa de Kleber Mendonça Filho (“O Som ao Redor”), que venceu o prêmio de Melhor Filme no Festival de Cinema de Sydney e criou polêmica com um protesto de black-tie contra o Impeachment da Presidente Dilma Rousseff no tapete vermelho do Festival de Cannes. O interessante na prévia é como a trama estereotipa as grandes incorporadoras imobiliárias como vilãs, ao estilo dos filmes (e quadrinhos) americanos sobre a gentrificação de Nova York nos anos 1980. Entretanto, ao contrário do fenômeno americano, não é a classe baixa que sofre pressão no filme, mas o estilo de vida de uma classe média decadente e encastelada entre discos de vinil, livros e nostalgia, encarnada na tela pela personagem de Sonia Braga. Ela interpreta a proprietária de um apartamento num prédio antigo, de frente para o mar, que se recusa a vender sua unidade para a construção de um novo edifício, sofrendo assim bulling da construtora. Após a photo op de Cannes, também vale comparar esta ficção com o noticiário do mundo real, lembrando como o governo de Dilma Rousseff foi viabilizado com apoio desse mesmo tipo de vilões: grandes empreiteiras que ajudaram a quebrar o Estado no maior esquema de corrupção já visto na Terra, em conluio com tesoureiros de partidos e políticos no poder. Não foi a moradora de um prédio de frente pro mar que sofreu com isso, mas o país inteiro. “Aquarius” estreia em 1 de setembro no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Bilheterias: Procurando Dory nem nota Independence Day nos EUA

    26 de junho de 2016 /

    A animação “Procurando Dory” não teve dificuldades em manter sua liderança nas bilheterias, em seu segundo fim de semana em cartaz nos cinemas dos Estados Unidos. A produção da Disney/Pixar arrecadou US$ 73,2 milhões, ficando muito à frente do 2º lugar, ocupado pela estreia de “Independence Day: O Ressurgimento”, que fez US$ 41,6 milhões. A sequência de “Procurando Nemo” (2003) teve uma queda de apenas 46% em relação à bilheteria de sua estreia, garantindo assim o segundo melhor fim de semana de uma animação nos EUA em todos os tempos. Nos dez dias em que está em exibição, o filme já somou US$ 285,6 milhões no mercado doméstico. Em todo o mundo, o valor alcança US$ 396,8 milhões. A continuação de “Independence Day” (1996), por sua vez, fez menos que o esperado. As estimativas apontavam que renderia ao menos US$ 50 milhões em seu primeiro fim de semana, igualando-se ao desempenho do filme original, mas o resultado acabou frustrando o estúdio 20th Century Fox. Para completar, as críticas foram, em sua grande maioria, negativas, resultando em apenas 33% de aprovação na média tabulada pelo site Rotten Tomatoes. Novamente dirigido por Roland Emmerich, o longa custou US$ 165 milhões, por isso necessita de uma boa performance nas bilheterias internacionais para se pagar. Por enquanto, o rendimento mundial está em US$ 143 milhões. Seu consolo é que faturou em três dias quase tudo o que “Warcraft” conseguiu somar em três semanas nos EUA. O fracasso do estúdio Universal já até saiu do Top 10, em 16 dias. As outras duas estreias da semana tiveram desempenhos diferentes. O suspense “Águas Rasas”, em que Blake Lively enfrenta um tubarão, arrecadou acima do esperado: US$ 16 milhões. Filmado por US$ 17 milhões, a produção ocupou o 4º lugar e deve dar lucro rapidamente, apenas com o faturamento doméstico. Para ajudar, a crítica adorou (74% de aprovação). Já “Free State of Jones” não se deu bem. O drama escravagista estrelado por Matthew McConaughey, como líder de uma rebelião contra os Estados Confederados no século 19, fez somente US$ 7,8 milhões. É valor de produção indie modesta. Entretanto, custou US$ 50 milhões de produção e, tudo indica, dará prejuízo sem conseguir nem mesmo prestígio, com 40% de aprovação no site Rotten Tomatoes. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Procurando Dory Fim de semana: US$ 73,2 milhões Total EUA: US$ 286,5 milhões Total Mundo: US$ 396,8 milhões 2. Independence Day: O Ressurgimento Fim de semana: US$ 41,6 milhões Total EUA: US$ 41,6 milhões Total Mundo: US$ 143 milhões 3. Um Espião e Meio Fim de semana: US$ 18,3 milhões Total EUA: US$ 69,3 milhões Total Mundo: US$ 83,6 milhões 4. Águas Rasas Fim de semana: US$ 16,7 milhões Total EUA: US$ 16,7 milhões Total Mundo: US$ 16,7 milhões 5. Free State of Jones Fim de semana: US$ 7,7 milhões Total EUA: US$ 7,7 milhões Total Mundo: US$ 7,7 milhões 6. Invocação do Mal 2 Fim de semana: US$ 7,7 milhões Total EUA: US$ 86,9 milhões Total Mundo: US$ 242,9 milhões 7. Truque de Mestre: O 2º Ato Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 52 milhões Total Mundo: US$ 159,7 milhões 8. X-Men: Apocalipse Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 151,1 milhões Total Mundo: US$ 523,8 milhões 9. As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras Fim de semana: US$ 2,4 milhões Total EUA: US$ 77,1 milhões Total Mundo: US$ 153,9 milhões 10. Alice Através do Espelho Fim de semana: US$ 2,1 milhões Total EUA: US$ 74,5 milhões Total Mundo: US$ 249 milhões

    Leia mais
  • Filme

    The Birth of a Nation: Vencedor do Festival de Sundance ganha pôster e novo trailer potente

    26 de junho de 2016 /

    A Fox Searchlight divulgou o pôster e o segundo trailer de “The Birth of a Nation”, drama escravagista que venceu o Grande Prêmio do Júri e o Prêmio do Público no Festival de Sundance em 2016. O filme sobre a rebelião de escravos americanos de 1831 teve seus direitos de distribuição comprados pelo estúdio por um valor recorde para o festival: US$ 17,5 milhões. A prévia demonstra a força da produção ao potencializar as cenas de submissão, opressão e desumanidade numa revolta catártica. O filme foi escrito, dirigido, produzido e estrelado por Nate Parker e já é cotado como forte candidato ao Oscar do ano que vem. E tem tudo para gerar discussões, a começar pelo título, que é o mesmo de um marco cinematográfico, o clássico do cinema mudo “Nascimento de uma Nação”, dirigido em 1915 por D.W. Griffith. O “Nascimento” original descrevia os negros de forma estereotipada, com atores brancos pintados de preto, e apresentava os integrantes da organização racista Ku Klux Klan como heróis. O novo é seu oposto, girando em torno de Nat Turner (vivido por Nate Parker), escravo que liderou uma rebelião de 48 horas contra fazendeiros no estado da Virgínia em 1831, provocando uma retaliação violenta dos brancos. O elenco também inclui Armie Hammer (“O Agente da UNCLE”), Jackie Earle Haley (“A Hora do Pesadelo”), Penelope Ann Miller (“O Artista”), Aja Naomi King (série “How to Get Away with Murder”) e Mark Boone Jr. (série “Sons of Anarchy”). A estreia está marcada para 7 de outubro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Alicia Vikander e Eva Green viverão irmãs em drama europeu

    26 de junho de 2016 /

    Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”) e Eva Green (série “Penny Dreadful”) vão viver duas irmãs em conflito em “Euphoria”, primeiro filme falado em inglês da cineasta sueca Lisa Langseth (“Hotell”). Segundo o site da revista Variety, Charlotte Rampling (“45 Anos”) também está escalada no projeto. Com filmagens previstas para agosto nos Alpes, a trama vai acompanhar Vikander e Green viajando pela Europa rumo a um misterioso destino. Este será o terceiro filme de Langseth e todos eles foram estrelados por Vikander, que este ano venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “A Garota Dinamarquesa” (2015). Vale observar que cada uma das atrizes escaladas representa uma nacionalidade diferente da Europa. Vikander é sueca, Green é francesa e Rampling inglesa. Não por acaso, trata-se de uma coprodução entre três diferentes países, Suécia, Reino Unido e Alemanha, onde boa parte da trama será filmada.

    Leia mais
  • Série

    Queen Sugar: Série da diretora de Selma ganha primeiro teaser

    24 de junho de 2016 /

    O canal pago americano OWN divulgou o primeiro teaser de “Queen Sugar”, série criada pela cineasta Ava Duvernay (“Selma”) e estrelada por Rutina Wesley (a Tara da série “True Blood”). O projeto foi desenvolvido em parceria com a apresentadora, atriz, produtora e empresária Oprah Winfrey (“O Mordomo da Casa Branca”), dona do OWN (Oprah Winfrey Network) e se baseia no romance homônimo de Natalie Baszile. Além de produzir, Winfrey também participa do elenco da atração. Na série, Wesley vive Nova Bordelon, uma jornalista ativista de Nova Orleans, que tem sua vida e a de sua família afetada pela volta inesperada de sua irmã Charley (Dawn-Lyen Gardner, da série “Heroes”), uma mulher espirituosa, que, com sua filha adolescente, deixa para trás o seu estilo de vida de luxo de Los Angeles para reencontrar suas raízes no sul dos EUA, ao herdar uma fazenda de seu pai recentemente falecido. A atração será lançada durante a temporada de outono, entre setembro e novembro nos EUA.

    Leia mais
  • Filme

    As Montanhas se Separam pondera o futuro da China

    23 de junho de 2016 /

    Em “As Montanhas se Separam”, do cineasta chinês Jia Zhang-Ke, tudo começa com um triângulo amoroso. A professora Tao (Zhao Tao, esposa do diretor) tem como pretendentes dois amigos de infância: Zhang (Zhang Yi), dono de um posto de gasolina, e Liangzi (Jing Dong Liang) que trabalha numa mina de carvão. Zhang, com espírito empreendedor capitalista, vai se tornar dono da mina em que Liangzi trabalha e, assim, o confronto amoroso se espelha e se reflete no confronto da China moderna, entre trabalho e capital, que põe em xeque a própria identidade do país. E deixa ao desamparo os trabalhadores. Estamos em 1999, sob uma China em mutação, em que o dinheiro ocupa lugar de destaque. A escolha do mais abonado para casar parece óbvia e natural, mas é uma opção que traz muitas consequências e deixa inevitáveis sequelas. Casamento, filho que nasce e concepções de mundo que se chocam. Coisas que poderiam ser triviais na vida de um casal, mas que acabam por produzir separações e distâncias tão grandes que nem o filho em comum pode aproximar. As montanhas se separam, as distâncias se alargam. A meca encontrada pode estar bem longe para um, a Austrália, ou bem aqui mesmo, para outra, o que resta da China transformada, em 2014. Uma séria questão de identidade vai permear a vida do filho que, de Zhang Daole, seu nome original, passará a ser conhecido como Dollar onde vive, na Austrália. O dinheiro se intromete de forma decisiva na sua própria existência, na forma como se reconhece. O que estará acontecendo com essas pessoas, em 2025? Que será da China, então? Os chineses que crescerem fora do país sequer terão conhecimento de seu próprio idioma. Como sobreviverão aqueles trabalhadores representados por Liangzi? Jia Zhang-Ke fala de amores, distâncias, esperanças, rompimentos na vida pessoal, para falar da identidade chinesa, preocupado não apenas com as tradições culturais, mas principalmente com a vida do povo mais simples, menos preparado para sofrer as consequências da globalização e dos novos rumos que o país persegue há algum tempo e que, pelo jeito, só se acentuarão nos próximos anos. Para isso, o diretor vai às suas origens, à região onde nasceu e se desenvolveu, à sua Fenyang, mostrada por Walter Salles no documentário que dedicou ao cineasta chinês. “As Montanhas Se Separam” é um filme coerente com a obra anterior de Jia Zhang-Ke (como “Plataforma”, vencedor do Festival de Berlim em 2000, “Em Busca da Vida”, vencedor de Veneza em 2006, e “Um Toque de Pecado”, premiado como Melhor Roteiro de Cannes em 2013), que vê os dramas pessoais ecoando na coletividade e as questões sociais penetrando no âmago da vida dos seus personagens. A história é referência permanente de um mundo que vive em transformação. De forma vertiginosa, no caso chinês.

    Leia mais
  • Filme

    Na Ventania denuncia a limpeza étnica de Stalin em quadros vivos de opressão

    23 de junho de 2016 /

    Não é todo dia que se vê, no círculo comercial dos nossos cinemas, um filme da Estônia. Em “Na Ventania”, é abordada uma história gravíssima, ocorrida durante a 2ª Guerra Mundial. Em 14 de junho de 1941, Stalin deflagrou uma operação secreta de limpeza étnica dos povos nativos nos países bálticos: Estônia, Letônia e Lituânia. Famílias inteiras foram deportadas de seus territórios locais e enviadas a prisões, ou gulags, e campos de trabalho forçado na Sibéria, separando homens e mulheres. Uma dessas mulheres da Estônia, Erna Tamn, separada de seu marido, Heldur, escreve a ele cartas da Sibéria, em busca de reencontrá-lo algum dia, enquanto procurava sobreviver com apenas um pedaço de pão diário. São essas cartas, que conheceremos em off pela voz da atriz Laura Peterson (série “Babylon 5”), que servirão de narrativa ao filme, cobrindo um período de muitos anos, que passa pela morte de Stalin e chega às mudanças políticas que se sucederam. O trabalho do diretor Martti Helde, estreante em longas, é bastante original, ao optar, na maior parte do tempo, por compor tableaux vivants com os atores e atrizes. A câmera se move, explora a cena, altera os enquadramentos, se aproxima com o zoom, mas os atores não se movem. Somente um piscar de olhos ou a presença do vento se nota. Em outros momentos, há movimentos, compondo uma atuação minimalista. Não há diálogos, só os textos das cartas. A exceção é uma notícia que se ouve por meio do rádio. A fotografia, em preto e branco, é belíssima. Os ambientes naturais, muito bem escolhidos, favorecendo a exploração da luz e dos espaços pela filmagem. As encenações, com os atores e atrizes compostos como estátuas, são extremamente detalhadas, produzindo enquadramentos magníficos, que se transformam com o movimento da câmera, mantendo a condição de belos quadros o tempo todo. Essa técnica acaba tendo o efeito de potencializar o sentido da opressão. Não há o golpe, a agressão, o sangue não corre, mas o próprio fato de as figuras não se mexerem sugere, por si só, a impossibilidade de reagir ou resistir. A tragédia surda dos sem vez ou voz soa mais intensa e forte. O encontro humano depende da poesia, do vento oeste que se cruza com o vento leste e realiza, simbolicamente, o que foi negado às pessoas.

    Leia mais
  • Filme

    Mais Forte que o Mundo: José Aldo se emociona ao se ver retratado no filme

    18 de junho de 2016 /

    A Paris Filmes divulgou um vídeo em que registra a reação do lutador de MMA José Aldo ao assistir pela primeira vez o filme “Mais Forte Que O Mundo”, que narra sua vida. O longa acompanha a trajetória de superação do lutador, desde sua origem humilde em Manaus, a mudança para o Rio de Janeiro, seu primeiro amistoso no Macapá, até o título mundial no UFC. O registro flagra as lágrimas de emoção de Aldo e sua mulher, Vivianne Oliveira, que não só aprovaram o trabalho dirigido por Afonso Poyart (“Presságios de um Crime”) e roteirizado pelo escritor Marcelo Rubens Paiva, como elogiaram muito a forma como o filme captou sua história. O papel principal ficou com José Loreto, que dispensou dublês para as cenas de luta. “Fico lisonjeado pela oportunidade que estou tendo de vivenciar isso. Fiquei muito feliz com a atuação de José Loreto (“Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!”), acho que ficou uma história muito real, que vai entrar na cabeça de todo mundo”, disse Aldo. O esportista também comentou sobre a relação com o pai, interpretado no filme por Jackson Antunes (“O Concurso”). “Todas as cenas com o meu pai trouxeram uma emoção muito grande, tudo o que eu fiz, que passei e o que eu tentei ser na minha vida foi graças a ele. Falar no meu pai, lembrar tudo o que a gente viveu junto e ver isso no cinema é uma emoção muito grande.” Vivianne também foi retratada no filme, interpretada por Cleo Pires (“Operações Especiais”). O elenco ainda conta com Claudia Ohana (“Zoom”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”), Romulo Neto (novela “Império”) Rafinha Bastos (“Mato sem Cachorro”) e Paulo Zulu (novela “Corações Feridos”). Mas, ao contrário do divulgado no vídeo, “Mais Forte Que O Mundo: A História de José Aldo” não estreou nesta semana. A estreia foi adiada e acontece na próxima quinta (23/6).

    Leia mais
  • Filme

    Mãe Só Há Uma: Novo filme de Anna Muylaert ganha pôster e primeiro trailer

    15 de junho de 2016 /

    A Vitrine Filmes divulgou o cartaz nacional e o primeiro trailer de “Mãe Só Há Uma”, novo filme da diretora Anna Muylaert, que volta a tratar do abismo entre mães e filhos após o sucesso de “Que Horas Ela Volta?”. Desta vez, o pano de fundo do contraste social é substituído por uma história inspirada na crônica policial brasileira, sobre um menino raptado que é reencontrado pela família legítima e tem dificuldades de aceitar a mãe biológica, enquanto ainda nutre afeto pela mulher que o roubou e o criou como filho desde criança. A crise de identidade também se estende à sexualidade do jovem, que pinta as unhas e começa a usar roupas femininas. O filme destaca o estreante Naomi Nero (sobrinho de Alexandre Nero) como protagonista e Daniela Nefussi (“É Proibido Fumar”) em dois papéis, como as mães (de criação e biológica) do menino, num artifício que visa destacar a confusão criada na cabeça do rapaz. Matheus Nachtergaele (“Trinta”), Luciana Paes (“Sinfonia da Necrópole”) e Helena Albergaria (“Que Horas Ela Volta?”) também estão no elenco. Exibido com críticas positivas no Festival de Berlim deste ano, “Mãe Só Há Uma” chega aos cinemas brasileiros no dia 21 de julho.

    Leia mais
  • Filme

    I, Daniel Blake: Drama vencedor do Festival de Cannes 2016 ganha primeiro trailer

    15 de junho de 2016 /

    O estúdio britânico Entertainment One divulgou o primeiro trailer de “I, Daniel Blake”, filme vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano. A prévia apresenta a trama dramática, que acompanha um velho marceneiro (Dave Johns, em seu primeiro filme) durante sua peregrinação pela burocracia da previdência social na Inglaterra, encontrando apenas desrespeito e desumanidade. “I, Daniel Blake” foi a segunda Palma de Ouro da carreira do cineasta inglês Ken Loach, que também saiu premiado do Festival de Cannes com o drama histórico “Ventos da Liberdade” (2006). Em seu discurso neste ano, o cineasta de 79 anos criticou o neoliberalismo que “deixa milhões na miséria”, dizendo-se desconfortável com o fato de receber a honraria em um ambiente glamouroso como o de Cannes, em contraste com as condições de vida daqueles que inspiraram seu filme. A estreia está marcada para 21 de outubro no Reino Unido e ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Denial: Rachel Weisz tem que provar a existência do Holocausto em trailer dramático

    15 de junho de 2016 /

    A BBC Films divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Denial”, drama britânico baseado em fatos reais, que traz Rachel Weisz (“Oz, Mágico e Poderoso”) como uma historiadora confrontada por um famoso escritor (o excelente Timothy Spall, de “Mr. Turner”) com ideias radicais sobre a existência do Holocausto. A disputa vai parar nos tribunais, levando a professora a ter que provar que o extermínio de judeus realmente aconteceu durante o nazismo. A disputa realmente aconteceu em 1996, mas apesar do clima apresentado no vídeo, resultou no descrédito absoluto do escritor David Irving, que já experimentava problemas com suas teorias e era considerada persona non grata na Alemanha, além de ter um mandato de prisão expedido na Áustria por defender o nazismo. Ele caiu em desgraça, passou um período preso, deixou de ser convidado para palestras e eventos literários e viu suas obras serem ridicularizadas. Baseado no livro de Deborah Lipstadt (a personagem de Weisz), o filme foi escrito por David Hare, já indicado ao Oscar pelos roteiros adaptados de “As Horas” (2002) e “O Leitor” (2008). A direção está a cargo de Mick Jackson, diretor do sucesso “O Guarda-Costas” (1992), que estava afastado do cinema desde 2002. O elenco, por sua vez, também inclui Andrew Scott (série “Sherlock”), Tom Wilkinson (“Selma”), Mark Gatiss (também de “Sherlock”) e Harriet Walter (série “Downton Abbey”). A estreia está marcada para 30 de setembro nos EUA e não há previsão de lançamento no Brasil. https://www.youtube.com/watch?v=

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie