Criador de True Blood prepara nova série para a HBO
O HBO encomendou um novo piloto de Alan Ball, que já trouxe muito sucesso ao canal pago americano como criador de “True Blood” (2008-2014) e “A Sete Palmos” (2001-2005). Segundo o site Deadline, seu novo projeto é um drama familiar. Ainda sem título definido, a série vai girar em torno de uma família multirracial, formada por uma professora de filosofia, seu marido advogado, os três filhos adotivos (vindos da Somália, Vietnã e Colômbia) e seu filho biológico. A família aparentemente perfeita, no entanto, esconde falhas profundas. Além disso, uma das crianças começa a ver coisas que os outros não conseguem. Será uma doença mental ou alguma outra coisa? De acordo com sua sinopse, a série pretende fazer uma “reflexão tragicômica sobre as complicadas forças que operam sobre todos nós na América de hoje”. Alan Ball não criava uma série nova desde “True Blood”, que abandonou antes do final para se dedicar, como produtor, ao lançamento de “Banshee”, drama criminal ultraviolento que se encerrou neste ano, após quatro temporadas, como o maior sucesso do canal pago Cinemax. Por enquanto, o HBO encomendou apenas a produção do piloto do novo projeto, que precisa ser aprovado para ganhar a encomenda de sua 1ª temporada.
Mãe Só Há Uma materializa nova provocação de Anna Muylaert
É natural que se busque uma associação entre os dois filmes mais recentes de Anna Muylaert, “Que Horas Ela Volta?” (2015) e o novo “Mãe Só Há Uma”. Afinal, ambos tratam do tema da maternidade e da questão da identidade. Mas se havia um pouco de caricatura cômica no drama de “Que Horas Ela Volta?”, desta vez o tom é abertamente dramático, tendo como ponto de partida uma história verídica de criança roubada. O filme acompanha Pierre (o estreante Naomi Nero, sobrinho de Alexandre Nero), um rapaz que costumava ter uma vida tranquila com a mãe (Daniela Nefussi, de “É Proibido Fumar”) e sua irmã pequena (Lais Dias). Até o dia em que descobre ter sido roubado na maternidade, vê sua mãe ser presa, descobre que tem outro nome e precisa se adaptar a um novo lar com seus pais biológicos, vividos por Matheus Nachtergaele (“Trinta”) e novamente por Nefussi, numa estratégia de casting que ajuda a acentuar a confusão mental do rapaz – bem como enfatizar o próprio título “Mãe Só Há Uma”. Interessante o modo como Muyalert constrói sua narrativa, com elipses que fazem a história de convivência de Pierre e sua nova família adquirir duração indeterminada, passando a impressão de abranger semanas no espaço de enxutos 82 minutos de projeção. Aliás, a edição é tão acertada que “Mãe Só Há Uma” é daqueles filmes que não exaurem o espectador, terminando no momento certo. Também muito importante é a construção do personagem Pierre/Felipe. Seu mundo vira de cabeça pra baixo justo quando ele está no processo de descobrir sua identidade sexual, que a trama faz questão de não simplificar. Desde o começo, ele é mostrado como um rapaz que gosta de usar calcinhas e maquiagem, mas que não deixa de transar com garotas por causa disso. Ele até faz muito sucesso com elas. Uma das cenas mais interessantes acontece quando ele vai provar uma roupa com seus pais biológicos, que querem moldá-lo à maneira deles. Em determinado momento, ele fala: “é só uma roupa!”, ao procurar fazê-los entender a bobagem que é discutir sobre aquilo. O que pode incomodar um pouco os espectadores é o modo como Muylaert, mais uma vez, trata alguns personagens quase como caricaturas. Desta vez, são os pais biológicos de Pierre, que lembram um pouco os pais de Fabinho em “Que Horas Ela Volta?” . Ainda assim, esse tipo de representação pode ser encarado como uma provocação da diretora, diante do modelo tradicional da família brasileira, numa continuação do que havia sido visto em seu trabalho anterior. O que importa é que estamos diante de mais uma obra sólida e consistente de uma cineasta que se mostra muito acima da média da atual cinematografia nacional.
Ithaca: Primeiro filme dirigido por Meg Ryan ganha trailer
A Momentum Pictures divulgou o pôster e o primeiro trailer do drama “Ithaca”, estreia na direção da atriz Meg Ryan. Conhecida por diversas comédias românticas nos anos 1980 e 1990, a atriz leva para as telas uma história passada na década de 1940, numa cidadezinha americana em que um jovem cheio de sonhos e esperança cresce sob a sombra da 2ª Guerra Mundial. A trama é baseada no romance homônimo de William Saroyan (“A Comédia Humana”), que faz várias referências e traça diversos paralelos com o clássico “A Odisseia”, desde o título, que se refere à cidade natal de Ulisses, até o nome do jovem protagonista, Homer (referência ao escritor Homero). Meg Ryan e seu eterno parceiro romântico Tom Hanks também estão no elenco, no seu quarto longa como um casal, após “Joe Contra o Vulcão” (1990), “Sintonia do Amor” (1993) e “Mensagem para Você” (1998). Eles interpretam os pais dos jovens Homer, vivido por Alex Neustaedter (série “Colony”), e Marcus, interpretado por Jack Quaid (“Jogos Vorazes: Em Chamas”), que é filho de Meg Ryan na vida real. Além de atuar, Hanks ainda trabalhou como produtor do drama independente, que tem trilha do roqueiro John Mellencamp. A estreia acontece em 23 de outubro nos EUA e ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Roteiristas de O Vencedor vão levar história do time de futebol sensação de 2016 para os cinemas
Os roteiristas Eric Johnson e Paul Tamasy, que foram indicados ao Oscar pelo roteiro de “O Vencedor” (2010), preparam um filme sobre o time de futebol sensação de 2016, o Leicester City. Pequeno time inglês vindo da Segunda Divisão, o Leicester surpreendeu o mundo ao vencer em maio a Premier League, o principal campeonato do futebol britânico, superando esquadrões milionários como Manchester United, Liverpool, Chelsea e Arsenal, e com duas rodadas de vantagem sobre os demais. O longa deve se concentrar na história do atacante Jamie Vardi, que, quatro meses antes do título da liga inglesa, trabalhava em uma fábrica para sustentar a família. É o típico personagem de drama de superação que Hollywood adora. Apesar de conter os elementos clássicos de uma história edificante, do pequeno que supera todas as adversidades para conquistar a glória, o time de roteiristas terá o reforço de um especialista em filmes de futebol, Adrian Butchart (autor dos dois filmes da franquia “Gol!”, de 2005 e 2007). O projeto será o terceiro filme assinado por Johnson e Tamasy baseado em eventos esportivos. “O Vencedor”, que lhes deu visibilidade, contou a história de outro campeão improvável, o campeão de boxe Micky Ward, vivido no cinema por Mark Wahlberg. O próximo filme dos escritores também será estrelado por Wahlberg, mas num contexto diferente. “Patriot’s Day” usa o evento esportivo como ponto de partida para um thriller de ação. O filme faz a reconstituição do atentado à bombas que aconteceu durante a Maratona de Boston em 2013, e estreia em janeiro de 2017.
Netflix fará remake latino da série clássica One Day at a Time
O serviço de streaming Netflix vai produzir um remake latino da série clássica “One Day at a Time”, exibida originalmente entre 1975 e 1984 nos EUA. A produção original marcou época, ao acompanhar a história de uma mãe divorciada (Bonnie Franklin) com duas filhas jovens, numa época de muitas mudanças sociais. O remake seguirá mais ou menos a mesma história. A principal diferença será étnica. A família agora será latina. Além disso, a protagonista terá uma filha adolescente e um filho pequeno, e ainda conviverá com sua velha mãe. O elenco central será formado por Justina Machado (série “Queen of the South”), Isabella Gomez (série “Matador”), o ator mirim Marcel Ruiz, a veterana Rita Moreno (série “Jane the Virgin”) e Todd Grinnell (série “Grace and Frankie”). Este último terá o papel que pertenceu a Pat Harrington na série original, como o zelador do prédio em que a família mora. A 1ª temporada terá 13 episódios com estreia no dia 6 de janeiro de 2017. Aproveite e reveja a abertura da série original.
Snowden: Novo trailer destaca transformação de Joseph Gordon-Levitt no homem mais procurado do mundo
A Open Road Films divulgou o novo trailer de “Snowden”, cinebiografia de Edward Snowden estrelada por Joseph Gordon-Levitt (“Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge”), que teve sua première na San Diego Comic-Con. A prévia destaca a sutil transformação do ator, que mudou o tom de sua voz e postura, além de aparentar envelhecer diante das câmeras conforme a história evolui. O filme cobre desde o começo da carreira de Snowden como recruta do exército aos 20 anos, sua integração à CIA aos 22 e sua promoção para a divisão de informática do NSA aos 26, até o ato que o transformou no homem mais procurado do mundo aos 29, ao denunciar o maior esquema institucionalizado de espionagem já visto. Snowden copiou e divulgou para a imprensa o programa secreto americano de espionagem indiscriminada da internet e telefonia celular, que, desrespeitando o direito à privacidade, vigiou desde pessoas comuns a governos estrangeiros. O escândalo o levou a ser considerado traidor pelo governo americano, precipitando sua fuga do país e uma perigosa caçada internacional. “Snowden” tem direção de Oliver Stone (“Selvagens”), que também escreveu o roteiro em parceria com Kieran Fitzgerald (“Dívida de Honra”). O elenco inclui Shailene Woodley (“Divergente”), Zachary Quinto (“Star Trek”), Tom Wilkinson (“Selma”), Melissa Leo (“O Vencedor”), Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”), Joely Richardson (“Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”), Timothy Olyphant (série “Justified”), Scott Eastwood (“Curvas da Vida”) e Nicolas Cage (“O Apocalipse”). A estreia está marcada para 22 de setembro no Brasil, seis dias depois do lançamento nos EUA.
The Birth of a Nation: Vencedor do Festival de Sundance ganha pôster impactante
A Fox Searchlight divulgou um pôster impactante de “The Birth of a Nation”, drama escravagista que venceu o Grande Prêmio do Júri e o Prêmio do Público no Festival de Sundance em 2016. A arte traz o ator, diretor, roteirista e produtor Nate Parker com uma bandeira americana enrolada no seu pescoço, no formato de uma forca. O filme sobre a rebelião de escravos americanos de 1831 já é cotado como forte candidato ao Oscar do ano que vem. E tem tudo para gerar discussões, a começar pelo título, que é o mesmo de um marco cinematográfico, o clássico do cinema mudo “Nascimento de uma Nação”, dirigido em 1915 por D.W. Griffith. O “Nascimento” original descrevia os negros de forma estereotipada, com atores brancos pintados de preto, e apresentava os integrantes da organização racista Ku Klux Klan como heróis. O novo é seu oposto, girando em torno de Nat Turner (o personagem de Nate Parker), escravo que liderou uma rebelião de 48 horas contra fazendeiros no estado da Virgínia em 1831, provocando uma retaliação violenta dos brancos. O elenco também inclui Armie Hammer (“O Agente da UNCLE”), Jackie Earle Haley (“A Hora do Pesadelo”), Penelope Ann Miller (“O Artista”), Aja Naomi King (série “How to Get Away with Murder”) e Mark Boone Jr. (série “Sons of Anarchy”). A estreia está marcada para 7 de outubro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil. Veja também o trailer anteriormente divulgado
A Luz entre os Oceanos: Melodrama estrelado por Michael Fassbender e Alicia Vikander ganha trailer legendado
A Paris Filmes divulgou o trailer legendado do drama “A Luz entre os Oceanos”, estrelado por Michael Fassbender (“Steve Jobs”) e Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”). A prévia é de partir o coração. Em tom melodramático, amplificado pela trilha de Alexandre Desplat, o vídeo resume como o casal se apaixona, vai morar junto num farol isolado e perde seu bebê, para logo em seguida encontrar outro bebê chorando num barco à deriva. Mas depois de cuidar da menina por vários anos, os dois descobrem o sofrimento da verdadeira mãe (Rachel Weisz, de “Oz, Mágico e Poderoso”), que acredita ter pedido a filha no mar. O trailer ainda explora o embate entre Fassbender, que se sente moralmente compelido a contar a verdade, e Vikander, para quem a criança é sua filha de verdade. Adaptação do best-seller homônimo escrito por M.L. Stedman, “A Luz entre os Oceanos” tem direção e roteiro de Derek Cianfrance (“O Lugar Onde Tudo Termina”) e estreia em setembro no Brasil e nos EUA.
Astro de The Americans enfrenta nazistas em trailer de filme de guerra francês
A produtora indie Cohen Media Group divulgou o pôster e o trailer americano de “Come What May” (En Mai, Fais ce qu’il te Plaît), novo drama de guerra do cineasta francês Christian Carion, responsável pelo belo “Feliz Natal”, indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 2006. A prévia se passa em maio de 1940, durante a ofensiva nazista na França, na 2ª Guerra Mundial. A fuga do inimigo separa um pai e um filho, mas também possibilita o encontro de aliados. August Diehl (“Bastardos Inglórios”) interpreta o pai desesperado, que atravessa os campos franceses, tomados por nazistas, com a ajuda de um soldado britânico desgarrado, vivido por Matthew Rhys (série “The Americans”). O elenco também inclui Alice Isaaz (“Doce Veneno”), Mathilde Seigner (“A Guerra dos Botões”), Thomas Schmauser (“Feliz Natal”) e Olivier Gourmet (“Madame Bovary”). Já exibido na França, o filme estreia em 9 de setembro nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Estreias: Carrossel 2 e Caça-Fantasmas disputam as bilheterias do fim de semana
Duas franquias voltadas ao público mais jovem vão disputar as bilheterias do fim de semana. Tanto o nacional “Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina” quanto o americano “Caça-Fantasmas” foram lançados em mais de 800 salas, com o brasileiro levando uma pequena vantagem de 50 telas. A continuação do sucesso “Carrossel – O Filme” (2015) apela às crianças com uma história que mistura comédia, aventura e espírito de competição. Para salvar a amiguinha do título, raptada por vilões, os estudantes do Carrossel terão que participar de uma gincana que lembra quadros de reality show e programas de auditório – o que é bem a cara da rede SBT, responsável pela novela que originou a franquia. Já “Caça-Fantasmas” perdeu o gênero do título original de 1984, mas não escapou da “discussão de gênero”. Em busca de hits, após colecionar fracassos consecutivos, a Sony resolveu relançar sua velha marca com nova roupagem, mudando o sexo de seus protagonistas. O instinto do público foi torcer o nariz para o caça-níquel, fazendo o primeiro trailer da produção virar o mais odiado da história do YouTube. Mas marketing de multinacional é coisa séria, a ponto de trabalhar para confundir a percepção do “‘Caça-Fantasmas’ com mulheres” com um projeto feminista. Não é nada disso, assim como o remake de “Morte no Funeral” (2010) com atores negros não foi um marco da luta pela igualdade racial. Até as sufragistas seriam capazes de dizer que “Os Caça-Fantasmas” é bem melhor que o similar de gênero. Mesmo com dois lançamentos ocupando 60% de todas as salas disponíveis no país, o descartável “A Última Premonição” chega em quase 100 salas. Dirigido por Greg Greutert (“Jogos Mortais – O Final”), traz Isla Fisher (“Truque de Mestre”) sofrendo um mix de clichês de horror, como uma grávida que tem visões trágicas numa casa assombrada por fatos terríveis do passado. Nem a participação de Jim Parsons (série “The Big Bang Theory”) impediu o filme de ser lançado direto na internet nos EUA. Completam a programação dois filmes franceses em distribuição limitada. A comédia de humor negro “La Vanité”, estrelada pela espanhola Carmen Maura (“Volver”), acompanha um homem doente que decide morrer de forma memorável, mas nada acontece como ele planeja. Por fim, o drama “Agnus Dei”, de Anne Fontaine (“Coco Antes de Channel”), traz Lou de Laâge (a revelação de “Respire”) como uma médica da Cruz Vermelha que se depara com a história chocante do estupro seguido por gravidez de inúmeras freiras de um convento polonês, cometido impunemente por soldados soviéticos durante a 2ª Guerra Mundial. Com 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes, é disparado o melhor filme da semana, além da história que realmente deveria interessar quem busca uma opção feminista. Mas só está disponível em 28 salas.
The Hollars: Comédia dramática de John Krasinski ganha primeiro trailer
A Sony Pictures Classics divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Hollars”, comédia dramática dirigida pelo ator John Krasinski (série “The Office”). A prévia destaca o grande elenco da produção, que dá vida a uma família complicada. “The Hollars” é o segundo filme dirigido por Krasinski. O primeiro foi a comédia “Brief Interviews with Hideous Men” (2009). Ele também comandou três episódios da série “The Office”. Além de dirigir, ele também protagoniza a produção, no papel de um aspirante a artista que retorna a sua cidadezinha natal às vésperas de uma cirurgia complicada de sua mãe. Com isso, ele passa a ter contato novamente com a vida que tinha deixado para trás quando se mudou para Nova York. O elenco repleto de atores famosos inclui Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”), Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”), Richard Jenkins (“O Homem da Máfia”), Margo Martindale (“Álbum de Família”), Charlie Day (série “It’s Always Sunny in Philadelphia”), Sharlto Copley (“Elysium”), Mary Kay Place (série “Lady Dynamite”), Randall Park (série “Fresh Off the Boat”), Ashley Dyke (“12 Anos de Escravidão”) e o cantor Josh Groban (“Amor a Toda Prova”). Escrito por James C. Strouse (“A Vida Sem Grace”), o filme estreia em 26 de agosto nos EUA.
White Girl: Trailer mostra ex-atriz mirim de Homeland às voltas com sexo e drogas
A FilmRise divulgou o pôster e o trailer de “White Girl”, drama adolescente que vem sendo comparado ao clássico “Kids” (1995). As semelhanças se dão por conta do sexo casual e do consumo de drogas desenfreado entre os personagens. Na trama, uma coisa leva a outra. Após uma noitada festiva em que se envolve com um jovem traficante, a universitária do título se vê envolvida em algo muito maior do que uma rebelião juvenil. Morgan Saylor, que era pouco mais que uma menina nas primeiras temporadas da série “Homeland”, estrela a produção no papel-título, e o elenco ainda inclui Brian “Sene” Marc (da vindoura série “Luke Cage”), Justin Bartha (“Se Beber, Não Case”), Chris Noth (“Sex and the City”), Adrian Martinez (“Golpe Duplo”) e Annabelle Dexter-Jones (“Holy Motors”). O filme marca a estreia da diretora e roteirista Elizabeth Wood, premiada no Festival de Palm Springs pelo trabalho. Graças à repercussão do longa, que também foi exibido em Sundance, a cineasta se tornou um dos nomes cotados para dirigir “Capitã Marvel”. “White Girl” estreia em 26 de agosto nos EUA e deve ser disponibilizado no Brasil pelo serviço de streaming Netflix, que adquiriu uma baciada de filmes bem falados do último Festival de Sundance.
Goat: Trailer com Nick Jonas mostra violência contra calouros universitários
A MTV divulgou o primeiro trailer do filme “Goat”, passado nos bastidores brutais da iniciação de uma fraternidade universitária americana. A prévia mostra como Ben Schnetzer (“A Menina Que Roubava Livros”) se sujeita à tortura dos colegas, numa tentativa de ser respeitado pelo irmão, vivido por Nick Jonas (série “Scream Queens”), mas os abusos se tornam cada vez mais cruéis, até a situação fugir totalmente de controle. As cenas são tensas e impactantes, evocando imagens da prisão militar de Abu Ghraib no Iraque. O elenco também inclui James Franco (minissérie “11.22.63”) e Virginia Gardner (série “The Goldbergs”), o roteiro foi escrito pelo cineasta David Gordon Green (“Especialista em Crise”) e a direção está a cargo de Andrew Neel (“King Kelly”). “Goat” estreia em 23 de setembro nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.












