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    Arthur Hiller (1923 – 2016)

    17 de agosto de 2016 /

    Morreu o cineasta Arthur Hiller, que em sua longa carreira foi capaz de levar o público às lágrimas, com “Love Story – Uma História de Amor” (1970), e ao riso farto, com muitas e muitas comédias. Ele também presidiu a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas nos anos 1990, e veio a falecer nesta quarta-feira (17/8) de causas naturais aos 92 anos de idade. Nascido em 22 de novembro de 1923, em Edmonton, no Canadá, Hiller começou sua carreira de diretor com “Se a Mocidade Soubesse” (1957), um drama romântico moralista, sobre jovens de diferentes classes sociais que querem se casar após o primeiro encontro, estrelado pelo então adolescente Dean Stockwell. E, durante seus primeiros anos na profissão, alternou sua produção cinematográfica com a direção de múltiplos episódios de séries clássicas, como “Alfred Hitchcock Apresenta”, “Os Detetives”, “Cidade Nua”, “Rota 66”, “O Homem do Rifle”, “Gunsmoke”, “Perry Mason” e “A Família Addams”. A situação só foi mudar a partir do sucesso de suas primeiras comédias românticas, “Simpático, Rico e Feliz” (1963) e “Não Podes Comprar Meu Amor” (1964), ambas estreladas por James Garner. Após repetir as boas bilheterias com “A Deliciosa Viuvinha” (1965), com Warren Beatty, e “Os Prazeres de Penélope” (1966), com Natalie Wood, ele passou a se dedicar exclusivamente ao cinema. Hiller se especializou em comédias sobre casais atrapalhados, atingindo o auge com “Forasteiros em Nova York” (1970), escrito por Neil Simon, em que a mudança de Jack Lemmon e Sandy Dennis para Nova York dá hilariamente errada, mas também soube demonstrar desenvoltura em outros gêneros, enchendo de ação o clássico de guerra “Tobruk” (1967), com Rock Hudson e George Peppard, e, claro, fazendo chover lágrimas com “Love Story” (1970). “Love Story” foi um fenômeno digno de “Titanic” (1997), com filas, cinemas lotados e muito choro. A história do casal apaixonado, vivido por Ali MacGraw e Ryan O’Neal, é considerada uma das mais românticas do cinema (entrou no Top 10 do American Film Institute), mas também uma das mais trágicas. Opostos em tudo, O’Neal vivia Oliver, um estudante atlético e rico de Direito, enquanto MacGraw era Jenny, uma estudante de Música pobre. Os dois se conhecem na faculdade e conseguem ver, além das diferenças óbvias, tudo o que tinham em comum para compartilhar. Mas o casamento não é bem visto pela família rica do noivo, que corta Oliver de sua herança, deixando o casal desamparado quando ele descobre que Jenny tem uma doença terminal – leuquemia. A popularidade do filme também rendeu reconhecimento a Hiller, que foi indicado ao Oscar de Melhor Direção. Mas ele não quis se envolver com o projeto da continuação, “A História de Oliver” (1978). Em vez disso, preferiu rir das histórias de doença em sua obra seguinte, “Hospital” (1971), que lhe rendeu o Prêmio Especial do Juri no Festival de Berlim. A comédia acabou vencendo o Oscar de Melhor Roteiro, escrito por Paddy Chayefsky, considerado um dos melhores roteiristas de Hollywood, com quem o diretor já tinha trabalhado no começo da carreira, em “Não Podes Comprar Meu Amor”. A melhor fase de sua carreira também contou com “Hotel das Ilusões” (1971), seu segundo longa escrito pelo dramaturgo Neil Simon, “O Homem de la Mancha” (1972), versão musical de “Dom Quixote”, com Peter O’Toole e Sofia Loren, e o polêmico drama “Um Homem na Caixa de Vidro” (1975), sobre um nazista procurado que se disfarça de judeu rico em Nova York – que rendeu indicação ao Oscar de Melhor Ator para o austríaco Maximilian Schell. Mas apesar dos desvios, comédias continuaram a ser seu gênero preferido. Ele chegou, por sinal, a lançar uma das mais bem-sucedidas duplas cômicas de Hollywood, juntando Gene Wilder e Richard Pryor em “O Expresso de Chicago” (1976). O cineasta voltou a dirigir a dupla em outro grande sucesso, a comédia “Cegos, Surdos e Loucos” (1989), e perfilou um verdadeiro “quem é quem” do humor em filmes como “Um Casamento de Alto Risco” (1979), com Peter Falk e Alan Arkin, “Uma Comédia Romântica” (1983), com Dudley Moore, “Rapaz Solitário” (1984), com Steve Martin, “Que Sorte Danada…” (1987), com Bette Midler, e “Milionário num Instante” (1990), com Jim Belushi. Hiller, que também dirigiu cinebiografias (“Frenesi de Glória”, em 1976, e “Ânsia de Viver”, em 1992) e até um filme de horror (“Terrores da Noite”, em 1979), deixou muitas marcas no cinema, inclusive em produções nem tão famosas. Exemplo disso é “Fazendo Amor” (1982), um dos primeiros filmes a mostrar de forma positiva um gay que sai do armário e termina seu casamento para procurar encontrar o amor com outros homens. Após dominar as bilheterias das décadas de 1970 e 1980, o diretor conheceu seus primeiros fracassos comerciais nos anos 1990. O período coincidiu com seu envolvimento com a organização sindical da indústria. Ele presidiu o Sindicato dos Diretores de 1989 a 1993 e a Academia de 1993 a 1997. E não foram poucos fracassos, a ponto de fazê-lo desistir de filmar. A situação tornou-se até tragicômica por conta de “Hollywood – Muito Além das Câmeras” (1997), longa sobre os bastidores de um filme ruim, que explorava a conhecida prática de Hollywood de creditar ao pseudônimo Alan Smithee qualquer filme renegado por seu diretor. Pois Hiller renegou o trabalho, escrito pelo infame Joe Eszterhas (“Showgirls”), que virou metalinguisticamente a última obra de Alan Smithee no cinema – depois disso, o Sindicato dos Diretores proibiu que a prática fosse mantida. Ele ganhou um prêmio humanitário da Academia em 2002, em reconhecimento a seu trabalho junto à indústria cinematográfica, e a volta à cerimônia do Oscar o animou a interromper sua já evidente aposentadoria para filmar um último longa-metragem, nove anos após seu último fracasso. Estrelado pelo roqueiro Jon Bon Jovi, “Pucked” (2006), infelizmente, não pôde ser creditado a Alan Smithee. Hiller teve uma vida longa e discreta, estrelando sua própria love story por 68 anos com a mesma mulher, Gwen Hiller, com quem teve dois filhos. Ela faleceu em junho. Ele morreu dois meses depois.

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  • Filme

    A Luz entre os Oceanos: Melodrama com Michael Fassbender e Alicia Vikander ganha comercial estendido

    13 de agosto de 2016 /

    A DreamWorks divulgou um novo pôster e o comercial estendido do melodrama “A Luz entre os Oceanos”, estrelado por Michael Fassbender (“Steve Jobs”) e Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”). A prévia é de partir o coração, mas também digna de telenovela. Resumindo o dilema central, mostra como o casal, que mora num farol isolado, encontra um bebê num barco à deriva. E depois de cuidar da menina por vários anos, descobrem a verdadeira mãe (Rachel Weisz, de “Oz, Mágico e Poderoso”), que acredita ter pedido a filha no mar. Segue-se então o embate entre Fassbender, que se sente moralmente compelido a contar a verdade, e Vikander, para quem a criança é sua filha de verdade. O filme é uma adaptação do livro homônimo escrito por M.L. Stedman e tem direção e roteiro de Derek Cianfrance (“O Lugar Onde Tudo Termina”). A estreia está marcada para 8 de setembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Mr. Church: Eddie Murphy muda de tom em trailer dramático

    13 de agosto de 2016 /

    A Cinelou Films divulgou o pôster e o trailer de “Mr. Church”, que traz o ator Eddie Murphy (“Roubo nas Alturas”) em papel dramático. Após muitos anos sem emplacar sucessos com comédias alopradas, Murphy interpreta o cozinheiro talentoso e carismático do título, contratado para trabalhar na casa de um família branca nos anos 1960. Mas há muitos segredos envolvendo a presença dessa Mary Poppins masculina, entre eles o que a mãe (Natascha McElhone, da série “Californication”) guarda para a filha: que enfrenta um câncer terminal. A prévia acompanha a história por muitos anos, até a menina crescer, virar a atriz Britt Robertson (“Tomorrowland”) e ter sua própria filha, enquanto se dedica a desvendar o mistério da presença de Mr. Church em sua vida, responsável por ajudá-la nas horas mais difíceis. O filme tem roteiro de Susan McMartin (série “Mom”) e direção de Bruce Beresford, que ficou famoso ao filmar outra relação entre patroa branca e empregado negro: “Conduzindo Miss Daisy” (1989), vencedor do Oscar e responsável por popularizar o ator Morgan Freeman, mas também acusado de racismo por perpetuar ideais de submissão racial. “Mr. Church” estreia em 26 de setembro nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    The Sea of Trees: Matthew McConaughey se perde em novo trailer de drama vaiado

    9 de agosto de 2016 /

    O estúdio A24 divulgou dois pôsteres e o novo trailer de “The Sea of Trees”, drama estrelado por Matthew McConaughey (“Clube de Compra Dallas”) que recebeu vaias no Festival de Cannes de 2015. A má recepção atrasou o lançamento em mais de um ano. E a nova prévia tenta apresentar um filme diferente das sinopses e do trailer internacional, dando mais destaque ao papel de Naomi Watts (“O Impossível”) e sua luta contra o câncer, em contraste com a trama ainda mais sombria da jornada de um suicida. Escrito por Chris Sparling (“Enterrado Vivo”), o filme conta a história de um suicida americano (McConaughey) e um japonês perdido (Ken Watanabe, de “A Origem”) que se encontram numa floresta japonesa conhecida por ser um lugar onde as pessoas vão para se suicidar. Mas em vez de se matarem, os dois embarcam juntos numa jornada reflexiva, lembrando do passado e reconsiderando a vida. A floresta, por sinal, é a mesma do recente terror “A Floresta Maldita”. Com direção de Gus Van Sant (“Milk”), o filme estreia em 26 de agosto nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Natalie Portman pretende estrelar seu primeiro projeto televisivo

    7 de agosto de 2016 /

    Natalie Portman vai estrelar a primeira atração televisiva de sua carreira. O canal pago americano HBO encomendou o desenvolvimento do roteiro de uma minissérie que, caso seja aprovada, será produzida e estrelada pela atriz vencedora do Oscar por “Cisne Negro” (2010). Intitulada “We Are All Completely Beside Ourselves”, a minissérie é uma adaptação do livro homônimo de Karen Joy Fowler, lançado no Brasil como “Estamos Todos Completamente Fora de Nós”. Divertido e tocante, a obra reflete a criação pouco convencional de sua protagonista, e como sua família acabou ruindo em consequência de decisões trágicas. Na trama, e uma estudante universitária (papel de Portman, ainda que acima da idade) reflete sobre seu passado conturbado, marcado pelo desaparecimento de sua “irmã gêmea” aos 5 anos de idade. O detalhe é que a irmã é uma chipanzé, que ela genuinamente acreditava ser sua irmã na infância. O projeto é uma criação do cineasta Christopher Monger (“O Inglês que Subiu a Colina e Desceu a Montanha”), com produção de Marta Kauffman (das séries “Friends” e “Grace and Frankie”), e ainda tem que passar por etapas de aprovação antes de ganhar sinal verde para ser produzido.

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  • Filme

    Max Rose: Trailer dramático destaca volta de Jerry Lewis ao protagonismo cinematográfico

    7 de agosto de 2016 /

    A Paladin divulgou o pôster e o trailer de “Max Rose”, drama estrelado pelo lendário Jerry Lewis, em seu primeiro papel de protagonista em duas décadas. Mas, ao contrário da maioria de seus filmes, trata-se de um drama introspectivo, centrado no personagem-título, um pianista de jazz idoso que sofre com a perda recente de sua esposa, com quem viveu por mais de 50 anos. Dias antes da morte da mulher, Max descobriu algo que o fez acreditar que seu casamento foi uma mentira, e então ele começa a explorar seu próprio passado e encarar uma coleção de personagens de uma era quase esquecida. O ótimo elenco do drama ainda inclui o cineasta Peter Bogdanovich (“Uma História de Amor”), Dean Stockwell (“Veludo Azul”), Claire Bloom (“O Discurso do Rei”), Kevin Pollak (“Imaginem Só”), Kerry Bishé (“Argo”), Fred Willard (“50 Tons de Preto”), Lee Weaver (“O Virgem de 40 Anos”) e Mort Sahl (“Nada É para Sempre”), que trabalhou com Lewis nos anos 1960, no programa cômico de variedades “The Jerry Lewis Show”. Conhecido por diversas comédias de sucesso dos anos 1960, como “O Professor Aloprado” (1963) e “O Mensageiro Trapalhão” (1960), Jerry Lewis não protagonizava um filme desde a comédia “Rir É Viver” (1995). E, antes disso, seu último papel principal tinha sido no clássico “O Rei da Comédia” (1983), dirigido por Martin Scorsese e estrelado por Robert De Niro. De 1966 até 2010, ele desempenhou o papel de apresentador do Teleton, fazendo maratonas televisivas para levantar dinheiro para entidades beneficentes, aparecendo apenas em pequenas participações no cinema, como na produção brasileira “Até que a Sorte nos Separe 2” (2013) e no recente thriller de ação “The Trust” (2016). Dirigido por Daniel Noah (“Twelve”), o filme teve sua première há três anos, no Festival de Cannes, e só vai estrear agora em setembro, em lançamento limitado nos EUA. Não há previsão para sua chegada ao Brasil.

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  • Filme

    Sophie Turner terá papel polêmico em drama indie

    5 de agosto de 2016 /

    A atriz inglesa Sophie Turner (a Sansa Stark de “Game of Thrones”) vai estrelar o drama independente “Huntsville”. E, segundo o site da revista Entertainment Weekly, seu papel será polêmico. Na trama, ela vai viver uma menor de idade, uma jovem estudante do Ensino Médio, recém-chegada numa cidadezinha pacata da Flórida, que se envolve com um homem bem mais velho, que será interpretado por Dylan McDermott (série “Stalker”). O elenco ainda inclui Jack Kilmer (“Dois Caras Legais”), filho do ator Val Kilmer, e a direção é de Eric England, especialista em filmes de terror, como “Madison County” (2011), “Roadside” (2013) e “Contracted” (2013), todos inéditos nos cinemas brasileiros. “Huntsville” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Elisabeth Moss vai estrelar primeiro filme em inglês do diretor de Força Maior

    4 de agosto de 2016 /

    O diretor sueco Ruben Ostlund, que se projetou internacionalmente com o premiado drama “Força Maior” (2014), prepara seu primeiro filme falado em inglês. Segundo o site Deadline, “The Square” será estrelado por Dominic West (série “The Affair”) e Elisabeth Moss (série “Mad Men”). A trama gira em torno de uma artista que quer exibir uma instalação em praça pública para promover o altruísmo e coisas positivas. O diretor do museu responsável pelo evento decide contratar uma equipe de relações públicas para promover o projeto, mas eles exageram, gerando atrito com a autora do evento. “The Square” ainda não tem data definida para estrear nos cinemas mundiais.

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  • Filme

    Ansel Elgort vai viver irmãos gêmeos em drama indie

    4 de agosto de 2016 /

    O ator Ansel Elgort (“A Culpa É das Estrelas”) terá papel duplo no drama independente “Jonathan”. Segundo o site da revista Variety, ele viverá irmãos gêmeos na produção dirigida pelo estreante Bill Oliver. Na trama, os gêmeos Jonathan e John são completamente diferentes, mas entram num acordo para não ter namoradas, o que poderia causar confusões. O primeiro é um bem-sucedido arquiteto, enquanto o segundo passa os dias dormindo para viver as noites em baladas. E numa dessas noites, acaba se apaixonando. Jonathan, então, decide forçar o irmão a terminar o relacionamento. Mas logo em seguida também começa a se envolver com a mesma garota. As filmagens de “Jonathan” vão acontecer em setembro na cidade de Nova York, mas ainda não há previsão de lançamento.

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  • Série

    Queen Sugar: Série da diretora de Selma é renovada antes mesmo da estreia

    2 de agosto de 2016 /

    A série “Queen Sugar” ainda nem estreou e já foi renovada para a 2ª temporada pelo canal pago americano OWN (a Oprah Winfred Network). Criada por Ava DuVernay, a diretora de “Selma” (2014), “Queen Sugar” tem produção da apresentadora, atriz, produtora e empresária Oprah Winfrey (“O Mordomo da Casa Branca”), dona do OWN, que ainda por cima participa do elenco da atração. “Quando vimos o primeiro corte de Ava sabíamos de cara que queríamos uma 2ª temporada. Achamos que a audiência vai experimentar uma conexão profunda com os personagens e com a história poderosa”, disse o presidente da emissora, Erik Logan, em comunicado. Na série, Rutina Wesley (série “True Blood”) vive Nova Bordelon, uma jornalista ativista de Nova Orleans, que tem sua vida e a de sua família afetada pela volta inesperada de sua irmã Charley (Dawn-Lyen Gardner, da série “Heroes”), uma mulher espirituosa, que, com sua filha adolescente, deixa para trás o seu estilo de vida de luxo de Los Angeles para reencontrar suas raízes no sul dos EUA, ao herdar uma fazenda de seu pai recentemente falecido. Baseada no livro homônimo de Natalie Baszile, a atração será lançada em 6 setembro nos EUA, com 13 episódios em sua 1ª temporada.

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  • Série

    Rectify: 4ª temporada e última temporada ganha trailer

    1 de agosto de 2016 /

    O canal americano SundanceTV divulgou o trailer da 4ª temporada e última temporada de “Rectify”. A prévia faz uma recapitulação de toda a trama. Criada pelo ator Ray McKinnon (série “Sons of Anarchy”), a série acompanha o personagem de Aden Young (“Frankenstein: Entre Anjos e Demônios”), um ex-condenado que passou 19 anos aguardando execução no corredor da morte, até ser libertado após testes de DNA comprovarem sua inocência. Solto, ele encontra uma família e um mundo que já não reconhece, além de sofrer perseguição de quem ainda acredita que ele é culpado. “Rectify” foi a primeira série do SundanceTV e, ao longo de suas primeiras temporadas, conquistou muitos elogios da crítica. “Foi muito importante para dar credibilidade ao canal”, disse o diretor do SundanceTV Charlie Collier, em comunicado. “Nós agora planejamos dar-lhe a despedida que merece.” A 4ª temporada estreia em 26 de outubro nos EUA.

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  • Filme

    Paul Dano vai estrear como diretor de cinema

    31 de julho de 2016 /

    O ator Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”, “The Beach Boys: Uma História de Sucesso”) vai estrear como diretor de cinema. Segundo o site da revista Variety, ele vai filmar o romance “Wildlife”, escrito por Richard Ford, em 1990. A mulher do ator, a atriz Zoe Kazan (“Especialista em Crise”), está escrevendo o roteiro da adaptação, sobre um adolescente que testemunha o fim do casamento dos pais após uma mudança da família para a região de Montana, nos EUA. Enquanto o pai não consegue emprego, a mãe acaba se envolvendo com outro homem. Tanto Paul Dano quanto Zoe Kazan também devem atuar no projeto. O casal já trabalhou junto na comédia romântica “Ruby Sparks” (2012), que a atriz também escreveu. As filmagens devem começar após Paul Dano encerrar sua participação no filme de monstro “Okja”, do cineasta sul-coreano Bong Joon-Ho (“Expresso do Amanhã”), atualmente em produção.

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  • Série

    Criador de True Blood prepara nova série para a HBO

    30 de julho de 2016 /

    O HBO encomendou um novo piloto de Alan Ball, que já trouxe muito sucesso ao canal pago americano como criador de “True Blood” (2008-2014) e “A Sete Palmos” (2001-2005). Segundo o site Deadline, seu novo projeto é um drama familiar. Ainda sem título definido, a série vai girar em torno de uma família multirracial, formada por uma professora de filosofia, seu marido advogado, os três filhos adotivos (vindos da Somália, Vietnã e Colômbia) e seu filho biológico. A família aparentemente perfeita, no entanto, esconde falhas profundas. Além disso, uma das crianças começa a ver coisas que os outros não conseguem. Será uma doença mental ou alguma outra coisa? De acordo com sua sinopse, a série pretende fazer uma “reflexão tragicômica sobre as complicadas forças que operam sobre todos nós na América de hoje”. Alan Ball não criava uma série nova desde “True Blood”, que abandonou antes do final para se dedicar, como produtor, ao lançamento de “Banshee”, drama criminal ultraviolento que se encerrou neste ano, após quatro temporadas, como o maior sucesso do canal pago Cinemax. Por enquanto, o HBO encomendou apenas a produção do piloto do novo projeto, que precisa ser aprovado para ganhar a encomenda de sua 1ª temporada.

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