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  • Filme

    The Birth of a Nation: Vencedor do Festival de Sundance ganha pôster e novo trailer potente

    26 de junho de 2016 /

    A Fox Searchlight divulgou o pôster e o segundo trailer de “The Birth of a Nation”, drama escravagista que venceu o Grande Prêmio do Júri e o Prêmio do Público no Festival de Sundance em 2016. O filme sobre a rebelião de escravos americanos de 1831 teve seus direitos de distribuição comprados pelo estúdio por um valor recorde para o festival: US$ 17,5 milhões. A prévia demonstra a força da produção ao potencializar as cenas de submissão, opressão e desumanidade numa revolta catártica. O filme foi escrito, dirigido, produzido e estrelado por Nate Parker e já é cotado como forte candidato ao Oscar do ano que vem. E tem tudo para gerar discussões, a começar pelo título, que é o mesmo de um marco cinematográfico, o clássico do cinema mudo “Nascimento de uma Nação”, dirigido em 1915 por D.W. Griffith. O “Nascimento” original descrevia os negros de forma estereotipada, com atores brancos pintados de preto, e apresentava os integrantes da organização racista Ku Klux Klan como heróis. O novo é seu oposto, girando em torno de Nat Turner (vivido por Nate Parker), escravo que liderou uma rebelião de 48 horas contra fazendeiros no estado da Virgínia em 1831, provocando uma retaliação violenta dos brancos. O elenco também inclui Armie Hammer (“O Agente da UNCLE”), Jackie Earle Haley (“A Hora do Pesadelo”), Penelope Ann Miller (“O Artista”), Aja Naomi King (série “How to Get Away with Murder”) e Mark Boone Jr. (série “Sons of Anarchy”). A estreia está marcada para 7 de outubro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Will: Veja o primeiro trailer da série sobre o jovem Shakespeare, do roteirista de O Grande Gatsby

    24 de maio de 2016 /

    O canal pago TNT divulgou o primeiro trailer de “Will”, nova série aprovada para a próxima temporada, que contará a chegada do jovem William Shakespeare ao cenário teatral londrino do século 16. Repleta de cores e vivacidade, a prévia revela uma abordagem estilizada, com influência de videoclipes e mais violência que se espera de um drama de época. De fato, a produção lembra mais um filme dirigido por Baz Luhrmann. E não é coincidência. Ela foi criada por Craig Pearce, roteirista de quatro dos cinco longas do diretor de “O Grande Gatsby” (2013). A direção ficou a cargo do cineasta indiano Shekhar Kapur (“Elizabeth”), que também divide a produção com Pearce. Já o elenco destaca o estreante britânico Laurie Davidson como o personagem-título, Jamie Campbell Bower (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”), como Christopher Marlowe, escritor rival de Shakespeare, Ewen Bremner (“Trainspotting”), como Richard Topcliffe, um representante da lei, Colm Meaney (série “Hell on Wheels”) como James Burbage, carpinteiro, produtor e empreendedor que tem o sonho de construir o primeiro teatro de Londres com 3 mil assentos, Mattias Inwood (série “The Shannara Chronicles”) como seu filho e a australiana Olivia DeJonge (“A Visita”) como sua filha rebelde, que testa os limites de sua sociedade ao buscar uma carreira artística no teatro do pai. A previsão de estreia é apenas para 2017.

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  • Filme

    The Birth of a Nation: Veja o trailer do vencedor de Sundance que já é favorito ao Oscar 2017

    16 de abril de 2016 /

    A Fox Searchlight divulgou o primeiro trailer de “The Birth of a Nation”, drama escravagista que venceu o Grande Prêmio do Júri e o Prêmio do Público no Festival de Sundance de 2016. O filme sobre a rebelião de escravos americanos de 1831 teve seus direitos de distribuição comprados pelo estúdio por um valor recorde para o festival: US$ 17,5 milhões. A prévia mostra cenas de submissão e revolta, ao som do clássico blues “Strange Fruit”, em gravação arrepiante de Nina Simone. O filme foi escrito, dirigido, produzido e estrelado por Nate Parker e já é cotado como forte candidato ao Oscar do ano que vem. Na entrevista coletiva do festival, Parker contou que lutou para tirar a obra do papel por sete anos, mas encontrou muitas dificuldades para levar o projeto adiante. Alguns investidores lhe disseram que “não havia público para essa história” e que “as pessoas fora do país não querem ver gente de cor”. Por isso, precisou investir de seu próprio bolso e sacrificar algumas prioridades de sua vida. “The Birth of a Nation” tem tudo para gerar discussões, a começar pelo título, que é o mesmo de um marco cinematográfico, o clássico do cinema mudo “Nascimento de uma Nação”, dirigido em 1915 por D.W. Griffith. O “Nascimento” original descrevia os negros de forma estereotipada, com brancos pintados de preto, e apresentava os integrantes da organização racista Ku Klux Klan como heróis. O novo é seu oposto, girando em torno de Nat Turner (vivido por Nate Parker), escravo que liderou uma rebelião de 48 horas contra fazendeiros no estado da Virgínia em 1831, provocando uma retaliação violenta dos brancos. O elenco também inclui Armie Hammer (“O Agente da UNCLE”), Jackie Earle Haley (“A Hora do Pesadelo”), Penelope Ann Miller (“O Artista”), Aja Naomi King (série “How to Get Away with Murder”) e Mark Boone Jr. (série “Sons of Anarchy”). A estreia está marcada para 7 de outubro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    A Garota Dinamarquesa transforma tema atual em filme à moda antiga

    20 de fevereiro de 2016 /

    “A Garota Dinamarquesa” traz um diretor e um protagonista que já venceram o Oscar, respectivamente Tom Hooper (por “O Discurso do Rei”) e Eddie Redmayne (por “A Teoria de Tudo”), ambos com produções de época bem conservadoras. Por sorte, ambos são eclipsados no filme pela atriz sueca Alicia Vikander (“O Amante da Rainha”), que se posiciona como um dos grandes nomes da temporada de premiações. Ela surpreende num papel que é maior do que faz supor sua indicação ao Oscar de Atriz Coadjuvante, e evita que o longa sucumba aos exageros cafonas do cineasta e do protagonista. Na trama, o casal de pintores Gerda (Alicia Vikander) e Einar (Eddie Redmayne) vive uma vida relativamente tranquila na Dinamarca dos anos 1920, ainda que não seja nada fácil viver de arte. Gerda, principalmente, só vai conseguir sucesso com seus retratos quando pede que o marido pose para ela com um vestido. A pintura vira um sucesso e novos quadros são encomendados para uma exposição em um museu de arte de Copenhague. Só que a experiência de posar como mulher mexe com a cabeça de Einar, que percebe de imediato, ao usar um vestido, o quanto sua feminilidade estava prestes a aflorar. Trata-se de um assunto interessante e curioso, que culmina na primeira intervenção cirúrgica para mudança de sexo no mundo. Mas, apesar de baseada numa história verídica, há muita ficção no roteiro escrito por Lucinda Coxon (“Matador em Perigo”), que simplifica a questão de gênero sexual, a ponto de aproximar o caso de Einar/Lili do surto de Norman Bates em “Psicose” (1960), um homem que também se vestia de mulher. O embate interior entre as personalidades de Einar e Lili, o nome que ele adota ao decidir virar mulher, não deixa de ser interessante. Redmayne incorpora essa transformação por meio de lembranças da imagem da mãe e pela observação do gestual feminino, até que termina rejeitando seu órgão sexual masculino. Mesmo assim, mantém seu amor por Gerda. Vikander, por sinal, tem uma personagem tão interessante quanto Einar/Lili, no apoio e na frustração que acompanha a transformação de seu marido. Neste sentido, o ponto alto de “A Garota Dinamarquesa” acaba sendo o diálogo final entre o casal, que pode levar muitos espectadores às lágrimas. No mais, o longa incomoda pela utilização melodramática de sua trilha sonora (composta por Alexandre Desplat) e no modo exagerado com que Redmayne interpreta seu personagem. Junto à fotografia requintada e a reconstrução apurada do período, são fatores que contribuem para que “A Garota Dinamarquesa” se pareça, apesar do tema tão atual, com um filme à moda antiga.

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  • Filme

    Saoirse Ronan vai estrelar nova adaptação do escritor de Desejo e Reparação

    17 de fevereiro de 2016 /

    A atriz Saoirse Ronan, indicada ao Oscar 2016 por seu papel no drama “Brooklyn”, vai estrelar um novo romance de época. De acordo com o site Variety, ela será a protagonista de “On Chesil Beach”, adaptação do romance “Na Praia”, de Ian McEwan. Será a segunda vez que Saoirse filma um drama baseado na obra de McEwan. A anterior foi “Desejo e Reparação” (2007), que lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar, como Atriz Coadjuvante, aos 13 anos de idade. “On Chesil Beach” se passa em 1962 e acompanha Florence, uma jovem e talentosa violinista, que sonha com uma carreira profissional e uma vida perfeita ao lado de Edward, um jovem estudante de História. O livro aborda temas como medo e mostra como os equívocos podem moldar o resto das nossas vidas. Dirigido por Dominic Cooke (minissérie “The Hollow Crown”), o filme começará a ser rodado ainda esse ano, mas ainda não tem previsão de lançamento. Saoirse Ronan também será vista em breve nos dramas “Loving Vincent”, cinebiografia do pintor Vincent Van Gogh, “A Gaivota”, adaptação da peça de Anton Chekhov, e na comédia “Lady Bird”, escrita e dirigida pela atriz Greta Gerwig (“Frances Ha”), todos ainda sem previsão de lançamento.

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  • Filme

    Atriz de Garota Exemplar será escritora em drama sobre a 2ª Guerra Mundial

    6 de fevereiro de 2016 /

    A atriz Rosamund Pike (“Garota Exemplar”) está cotada para estrelar o drama “Guernsey”, próximo filme do diretor Mike Newell (“Harry Potter e o Cálice de Fogo”), informou o site Deadline. Baseado no romance histórico “The Guernsey Literary and Potato Peel Pie Society”, best-seller de Mary Ann Shaffer e Annie Barrows, a trama gira em torno de uma escritora que forma um vínculo com os habitantes da ilha de Guernsey e decide escrever sobre suas experiências na 2ª Guerra Mundial. A história começa em janeiro de 1946, quando a escritora Juliet Ashton, em busca de inspiração, começa a se corresponder com um homem que ela nunca conheceu pessoalmente, um morador da ilha de Guernsey, localizada no Canal da Mancha. Na medida que eles trocam cartas e ele relata a sua experiência e de sua comunidade durante a guerra, Juliet se sente cada vez mais inspirada a escrever seu novo livro. O roteiro da adaptação está a cargo de Don Roos (“Marley & Eu”) e ainda não há previsão para a estreia. Depois de ter sido indicada ao Oscar por seu trabalho em “Garota Exemplar” (2014), Pike se tornou uma atriz bastante cobiçada. Ela está confirmada em nada menos que quatro filmes em diferentes estágios de desenvolvimento, e curiosamente dois deles também passados nos anos 1940, o suspense de guerra “HHhH” e o drama racial “A United Kingdom”, ambos previstos para o fim do ano.

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  • Série

    Série Manhattan é cancelada na 2ª temporada

    6 de fevereiro de 2016 /

    O canal WGN America anunciou o cancelamento de uma de suas primeiras séries originais, o drama de época “Manhattan”, após duas temporadas. O motivo foram os baixos índices de audiência. A 1ª temporada teve uma média de 420 mil telespectadores, que caiu praticamente pela metade no último ano, quando a atração obteve somente 236 mil telespectadores por episódio. Desenvolvida pelo escritor Sam Shaw (roteirista da série “Masters of Sex”) e o diretor/produtor Thomas Schlamme (produtor das séries “Pan Am” e “West Wing”), a série se passava em Los Alamos, na base secreta do governo americano que reuniu cientistas e confinou suas famílias, para a criação das bombas atômicas que seriam lançadas em Hiroshima e Nagasaki em 1945. O elenco destacava Olivia Williams (“O Escritor Fantasma”), Christopher Denham (“Argo”), John Benjamin Hickey (série “The Big C”), Rachel Brosnahan (série “House of Cards”), Harry Lloyd (série “Game of Thrones”), Michael Chernus (série “Orange Is the New Black”) e Katja Herbers (série “The Americans”). A série foi a segunda produção original do WGN América, logo depois da estreia bem-sucedida de “Salem”, e se tornou o primeiro cancelamento do canal, imediatamente após o lançamento de “The Outsiders” virar o maior sucesso do canal, com 1 milhão de telespectadores. O último episódio de “Manhattan” foi ao ar em 15 de dezembro, encerrando a trama com o primeiro teste da bomba atômica.

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  • Filme

    Indicado ao Oscar, Brooklyn vai virar minissérie da BBC

    5 de fevereiro de 2016 /

    Indicado ao Oscar de Melhor Filme, o drama “Brooklyn” vai ganhar um versão para a televisão. A história do livro de Colm Tolbin será transformado numa minissérie da rede britânica BBC. Passada nos anos 1950, a trama acompanha a chegada de uma jovem imigrante irlandesa (Saoirse Ronan, de “A Hospedeira”) no bairro nova-iorquino que dá título ao filme. A tristeza de estar longe de casa logo dá lugar à alegria de descobrir o amor com um jovem (Emory Cohen, de “O Lugar Onde Tudo Termina”) de divertida família italiana. Mas o romance é bruscamente interrompido quando ela precisa viajar de volta para a Irlanda, retornando para sua antiga comunidade e despertando uma nova paixão (Domhnall Gleeson, de “Questão de Tempo”), que a deixa num dilema, tendo que escolher entre dois homens e dois países. A versão televisiva, porém, deverá mudar de ponto de vista, centrando-se na pensão para moças administrada por Mrs. Keogh, a personagem interpretada no filme por Julie Walters, indicada ao BAFTA de Melhor Atriz Coadjuvante. “Eu sugeri a ideia a Colm Tolbim bastante tempo atrás, antes mesmo de um primeiro esboço do filme. Estamos conversando com alguns escritores e já temos alguns em vista”, contou a produtora Finola Dwyer, em entrevista ao site Screen Daily. Além de concorrer como Melhor Filme, “Brooklyn” também disputa os Oscars de Melhor Roteiro Adaptado (Nick Hornby) e Atriz (Saoirse Ronan). Ainda inédito no país, o filme tem estreia agendada nos cinemas brasileiros para a próxima quinta, dia 11 de fevereiro.

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