Os Simpsons lançam vídeo para ironizar os primeiros 100 dias do governo Trump nos EUA
“Os Simpsons” resolveram ironizar os primeiros 100 dias do governo de Donald Trump, num curta de animação publicado na internet. O vídeo mostra o presidente dos EUA animado em sua cama na Casa Branca enumerando os sucessos do seu governo, como melhorar sua performance no golfe e ganhar mais seguidores no Twitter. O vídeo também imagina a filha do presidente, Ivanka Trump, ocupando o posto de uma juíza na Suprema Corte. O curta termina com Marge e Homer Simpson vendo as notícias pela televisão de casa. Quando Marge toma seu último Prozac e lamenta que o antidepressivo deveria durar “quatro anos”, Homer pede que ela “dê um tempo ao presidente, ele só tem 75 anos”. A brincadeira acontece depois de “Os Simpsons” preverem que Trump seria eleito presidente, num episódio sobre o futuro, exibido no ano de 2000. Naquela ocasião, o mandato de Trump era lembrado por ter quebrado o país. Donald Trump reviews his first 100 days in office. Watch an all-new episode of #TheSimpsons this Sunday at 8/7c on FOX. pic.twitter.com/rDtvNgusFs — The Simpsons (@TheSimpsons) April 26, 2017
Volta de Will & Grace recebe encomenda de mais episódios
Antes mesmo da estreia, o revival de “Will & Grace” ganhou a encomenda de mais episódios. A rede NBC, que originalmente tinha negociado a produção de 10 capítulos para trazer de volta a sua série clássica, pediu mais dois, aumentando a 9ª temporada para 12 episódios inéditos. Todos os episódios serão escritos pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e dirigidos por James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. “Will & Grace” acompanhava as desventuras de um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividiam um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. A série foi exibida entre 1998 e 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). A estreia do revival ainda não foi marcada.
Trailer da continuação de Uma Verdade Inconveniente denuncia terrorismo ambiental de Donald Trump
No dia em que Donald Trump assinou resoluções voltadas a retroceder a política ambiental norte-americana, estimulando a emissão de gases estufas por usinas de carvão, a Paramount divulgou o primeiro trailer completo da continuação do premiado documentário “Uma Verdade Inconveniente”, vencedor do Oscar 2007 de sua categoria. A prévia vai na jugular daqueles que, como Trump, consideram um exagero a teoria do aquecimento global, mostrando como a situação se agravou nos dez anos que se passaram desde o primeiro filme e como o mundo vem se unindo para impedir uma catástrofe em escala global. Não por acaso, a primeira cena é um discurso do atual presidente dos EUA, em que ele faz troça do fenômeno. Mais adiante, Trump promete abandonar os esforços das Nações Unidas para impedir o aquecimento global, o que ganha tom de ameaça terrorista na edição do vídeo. Intitulado “An Inconvenient Sequel: Truth to Power”, a produção conta com direção de direção de Bonni Cohen (“The Rape of Europa”) e Jon Shenk (“The Island President”) e traz novamente o ex-vice presidente Al Gore como apresentador e produtor. Para quem não lembra, o longa original foi um marco na conscientização sobre o impacto da poluição na elevação da temperatura na Terra, ao registrar, junto de cientistas, as consequências do derretimento de blocos de gelo das calotas polares e do aumento progressivo do nível do mar. Entretanto, Trump não acredita em nada disso. Ele e Al Gore pertencem a partidos políticos rivais. Após abrir o Festival de Sundance 2017, o filme tem estreia marcada para 28 de julho nos EUA e ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.
Emma Thompson revela já ter recebido cantada de Donald Trump
A atriz Emma Thompson revelou que já foi convidada por Donald Trump para um jantar, e ele até mesmo lhe ofereceu acomodação em um dos quartos de seus hotéis. Ela fez a revelação durante uma entrevista ao canal sueco de notícias Skavlan, que foi ao ar na quinta-feira (23/3). Segundo lembra, foi uma cantada evidente, que aconteceu durante as filmagens de “Segredos de Poder” (1998), pouco depois de seu divórcio do ator Kenneth Branagh. Emma disse que estava em seu trailer quando o telefone tocou. “Eu atendo e ouço ‘Olá, é Donald Trump aqui.’ Eu digo ‘Sério? Posso te ajudar?’ Ele diz: ‘Eu me pergunto se posso oferecer uma estadia nas minhas Trump Towers, elas são realmente confortáveis’”, narrou rindo. A atriz disse que perguntou por que ele lhe oferecia um lugar para ficar, e Trump respondeu: “Porque você sabe, eu acho que a gente iria se dar muito bem. Talvez pudéssemos sair para jantar algum dia”. “Eu não sabia o que fazer”, admitiu Emma. “Eu estava sozinha e apenas disse ‘OK, eu retorno. Muito obrigada pela oferta’”, completou. Depois de deixar os participantes do programa em choque, Emma contou que até hoje nunca conheceu o atual presidente americano, mas brincou que deveria ter aceitado o convite. “Imagina só as histórias que eu teria”, disse. Em seguida, a atriz gargalhou quando os apresentadores falaram que hoje ela poderia ser a primeira-dama americana ou mesmo ter impedido Trump de se tornar presidente. Confira a revelação de Emma Thompson no vídeo (em inglês e sem legendas) abaixo.
Dono da franquia Power Rangers critica política migratória de Donald Trump
O magnata do entretenimento Haim Saban, dono da franquia “Power Rangers”, aproveitou uma homenagem de Hollywood, ao receber sua estrela na Calçada da Fama, para atacar a política migratória do presidente Donald Trump. “Meu coração está despedaçado pela separação de famílias. É uma coisa muito triste, não é o que somos como americanos”, disse o empresário de 62 anos, que converteu a série de super-heróis, inspirada em produções japonesas, em uma das franquias de maior sucesso de todos os tempos. A crítica de Saban reflete suas origens. Ele nasceu em Alexandria, no Egito, e aos 12 anos se mudou para Israel, onde estudou agricultura, serviu nas Forças Armadas e criou uma empresa de turismo. Depois disso, ainda se mudou para a França em 1975 e foi só no fim dos anos 1980 que se estabeleceu em Los Angeles, onde fundou a Saban Entertainment, uma produtora e distribuidora de programas de televisão. “Power Rangers” estreou em 1993 e se tornou um sucesso global. Na segunda-feira, a revista Forbes classificou Saban como o 660º homem mais rico do mundo, com uma fortuna estimada em US$ 3 bilhões.
Schwarzenegger se vinga de Trump, zoando sua queda de aprovação como presidente
A interminável troca de farpas entre Arnold Schwarzenegger e Donald Trump foi retomada nesta terça (21/8), com um vídeo postado no Twitter do ator. Numa vingança contra as diversas vezes em que Trump desdenhou da queda de audiência do reality show “O Aprendiz”, que passou a ser apresentado pelo ator após a eleição do apresentador original à presidência dos EUA, Schwarzenegger comentou os resultados das pesquisas de opinião sobre os primeiros meses do governo Trump. “Oh, Donald — o resultado chegou e você foi pro brejo”, disse Schwarzenegger no vídeo. “Mas o que você esperava? Acabar com os programas pós-escolas para as crianças e de alimentação sobre rodas para os pobres não é o que se pode chamar ‘tornar a América grande de novo'”. Estes e outros comentários podem ser conferidos no vídeo abaixo, em que Schwarzenegger questiona quem está aconselhando Trump e o convida a visitar uma escola de ensino médio para ver “o fantástico trabalho” feito para as crianças num dos programas que o presidente quer cortar. O resultado da pesquisa Gallup aponta que 58% dos americanos desaprovam o desempenho de Trump no cargo, dois meses após assumir a Casa Branca. É o nível mais baixo de popularidade já registrado em período tão curto para um presidente recém-eleito nos EUA – pelo menos desde 1945, quando o Instituto Gallup começou a rastrear a opinião pública do país. Hey, @realDonaldTrump, I have some advice. See you at Hart Middle School? Here's more info about #afterschool: https://t.co/NOgdhBHyyp pic.twitter.com/NQI2OdVqtF — Arnold (@Schwarzenegger) March 21, 2017
Eleição de Donald Trump inspira minissérie da HBO com equipe do premiado Virada no Jogo
A eleição de Donald Trump à presidência dos EUA foi uma catástrofe tão grande, na visão da comunidade artística americana, que vai render não uma, mas três séries de TV. O produtor Ryan Murphy já tinha anunciado que as últimas eleições seriam tema da 7ª temporada de “American Horror Story”, e Mark Boal, roteirista vencedor do Oscar por “Guerra ao Terror” (2008), também tinha adiantado seus planos para uma minissérie sobre a espionagem russa e outros temas polêmicos dos bastidores campanha de Trump. Agora, a HBO entra em cena. O canal pago americano anunciou que irá produzir uma minissérie baseada em livro ainda não lançado dos jornalistas Mark Halperin e John Heilemann sobre a disputa entre Trump e Hilary Clinton. Os autores já foram adaptados com sucesso pela HBO, no premiado telefilme “Virada no Jogo” sobre Sarah Palin na corrida presidencial de 2012. A produção está a cargo do astro Tom Hanks e a direção será realizada por Jay Roach, que também foram, respectivamente, produtor e diretor de “Virada no Jogo”. “Este projeto promete capturar de forma leve o evento de maior impacto ocorrido na política moderna americana”, disse Len Amato, presidente de HBO Films, no comunicado que anunciou o projeto.
Clipe em que Snoop Dogg atira em versão palhaça de Trump dá início à polêmica
O novo clipe do rapper Snoop Dogg causou comoção nos EUA. O vídeo da música “Lavender” descreve o país como uma nação de palhaços, mostra a brutalidade de uma polícia palhaça, exibe notícias apresentadas por palhaços e inclui um presidente palhaço na Casa Branca. O palhaço maior lembra Donald Trump, que, ao final, é baleado com uma arma de palhaço (aquelas que atiram bandeirolas com a palavra “bang”) pelo rapper. Trump ficou possesso e foi ao Twitter reclamar do vídeo dirigido pelo youtuber Jesse Wellens e James DeFina. Ele afirmou que se o artista tivesse feito isto com seu antecessor, Barack Obama, estaria na “prisão”. “Vocês podem imaginar qual seria o clamor se Snoop Dogg, com sua carreira fracassada e tudo, tivesse apontado e atirado contra o presidente Obama? Prisão!”, escreveu Trump no Twitter. Esta não é a primeira vez em que o atual presidente vai ao Twitter reclamar de artistas. Anteriormente, Trump trocou farpas com a atriz Meryl Streep, a quem chamou de “superestimada”, e o ator Arnold Schwarzenegger, entre outros. Vale observar que a música é da banda canadense BadBadNotGood e o vídeo é um remix, muito diferente da gravação original, com a participação especial de Snoop.
Atores de Will & Grace celebram início da produção do revival nas redes sociais
A produção do revival de “Will & Grace” começou nesta semana, e os atores Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack) tomaram as redes sociais para celebrar o reencontro. Eles estão atualmente gravando e fotografando o material promocional, antes de iniciarem o trabalho nos episódios. Serão, ao todo, 10 novos episódios, escritos pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e dirigidos por James Burrows, que dirigiu todos os episódios das oito temporadas originais. “Will & Grace” acompanhava as desventuras de um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividiam um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. A série foi exibida entre 1998 e 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, McCormack, Messing, Hayes e Mullally. A 9ª temporada ainda não teve sua data de estreia anunciada. Just like riding a bike. ?@MeganOMullally @DebraMessing @EricMcCormack #WillAndGrace pic.twitter.com/OmpKwNJrlP — Sean Hayes (@SeanHayes) March 5, 2017 Hanging with these beautiful people today for the #WillAndGrace photo shoot. It's happening. @MeganOMullally @EricMcCormack pic.twitter.com/B8YMzcshRt — Sean Hayes (@SeanHayes) February 18, 2017 promo shoot secrets #willandgrace @SeanHayes pic.twitter.com/1Wm7UN45tl — Megan Mullally (@MeganOMullally) March 4, 2017 Spent the last 3 days with these loons & boy, are my arms tired. @DebraMessing @SeanHayes @MeganOMullally #Will&Grace pic.twitter.com/FwioowjXdg — Eric McCormack (@EricMcCormack) March 5, 2017 Yeah, this weekend was a little fun. Just a little. #thegang #reunited&itfeelssogood @seanhayes @meganomullally @the_real_eric_mccormack ???? Uma publicação compartilhada por Debra Messing (@therealdebramessing) em Mar 5, 2017 às 10:35 PST
Uma Thurman vai encontrar serial killer em novo filme de Lars Von Trier
A atriz Uma Thurman vai voltar a trabalhar com Lars Von Trier, após a parceria em “Ninfomaníaca” (2013). Seu papel não foi divulgado, mas não é difícil imaginar seu destino na trama, uma vez que o novo filme do cineasta, “The House That Jack Built”, é sobre um serial killer. O personagem será vivido por Matt Dillon (série “Wayward Pines”), que rememora cinco assassinatos cometidos por ele ao longo de um período de 12 anos, relatando os fatos a um homem chamado Verge (vivido por Bruno Ganz, de “O Leitor”). O elenco também inclui Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Sofie Gråbøl (série “Fortitude”) e Siobhan Fallon Hogan (também de “Wayward Pines”), como mulheres que entram em contato com o serial killer enquanto ele “tenta criar sua última obra”. As filmagens vão acontecer em Trollhätan (Suécia) e Copenhague (Dinamarca) a partir deste mês e a estreia é esperada apenas para 2018.
Briga com Trump faz Schwarzenegger sair de O Aprendiz
A briga entre Arnold Schwarnegger e Donald Trump chegou ao terceiro assalto com uma derrota. O ator e ex-governador da Califórnia declarou que não voltará a apresentar o reality-show “O Aprendiz”, exibido nos Estados Unidos pela emissora NBC. O motivo dado foi o fato de Trump, o primeiro apresentador do programa, continuar como produtor executivo, mesmo depois de assumir a presidência dos Estados Unidos. “Não é pelo programa, mas porque todo mundo que me encontra diz que ama a atração, mas que parou de ver depois que leu o nome de Trump nos créditos”, afirmou o ator. “Ninguém esperava por isso, acho que fomos todos pegos desprevenidos. Quando descobriram que ele continuava envolvido como produtor executivo e estava lucrando com o programa, metade do público começou a boicotá-lo.” Trump retrucou, dizendo no Twitter que Schwarzenegger não saiu voluntariamente do programa como alega. Ele teria sido demitido por ter atraído pouca audiência. “Arnold Schwarzenegger não está deixando ‘O Aprendiz’ voluntariamente, ele foi demitido por causa de suas audiências ruins (patéticas), não por minha causa”, escreveu Trump, em seu Twitter pessoal. “Triste fim de um grande programa.” A discussão, claro, continuou no Twitter. “Você deveria pensar sobre a contratação de um novo escritor de piadas e checador de fatos”, disse uma mensagem de Schwarzenegger, respondendo a Trump. Trump foi criticado por um potencial conflito de interesses por, após ser eleito presidente, continuar como produtor-executivo do programa. Em pelo menos duas ocasiões, ele usou parte de uma aparição pública como presidente para discursar, com desprezo, sobre a audiência de Schwarzenegger. O ator respondeu que Trump deveria ter outras preocupações agora que está no comando dos Estados Unidos. Nem parece que os dois pertencem ao mesmo partido.
Trump define Oscar 2017 como triste, por se focar tanto em política a ponto de descuidar do básico
O presidente dos Estados Unidos Donald Trump afirmou que a obsessão de Hollywood por ele próprio foi responsável pela gafe do Oscar 2017. Segundo ele, a organização “focou tanto na política” que se descuidou de aspectos-chave da cerimônia. “Acho que estavam tão focados na política que não conseguiram colocar a cerimônia em ordem no final”, afirmou Trump em entrevista ao site conservador Breitbart News. “Foi um pouco triste, tirou um pouco do glamour do Oscar, não parecia uma noite muito glamourosa. Já estive no Oscar, tinha algo muito especial faltando, e terminar daquele jeito foi triste”, completou. A cerimônia foi pontuada do início ao fim por ironias e críticas ao presidente americano, que tem poucos admiradores na indústria do cinema. “Temos que agradecer ao presidente Trump. Lembram no ano passado, quando diziam que o Oscar era racista? Isso ficou no passado graças a ele”, ironizou o apresentador Jimmy Kimmel, referindo-se aos dois anos muito criticados da premiação por ter apenas brancos indicados nas categorias principais. Durante a premiação, Kimmel também tentou tuitar para Trump, para ver se ele respondia ao vivo. Entretanto, no momento do anúncio do prêmio de Melhor Filme, um envelope errado foi entregue aos apresentadores, que anunciaram “La La Land” como vencedor. Só depois de dois discursos é que se descobriu que o vencedor era outro: “Moonlight”. No texto que acompanha as declarações de Trump, o site Breibart acrescentou: “Agora, o presidente ri por último, enquanto bate em Hollywood por sua falha épica.”
Cinematógrafo de filme indicado ao Oscar 2017 é proibido de embarcar para os EUA
O cinematógrafo Khaled Khatib, que fez parte da equipe do filme britânico “Os Capacetes Brancos”, indicado ao Oscar 2017 de Melhor Documentário em Curta-Metragem, foi proibido de embarcar para os EUA e não poderá assistir à premiação da Academia em Los Angeles, apesar de ter sido convidado. A proibição partiu diretamente do Departamento de Estado do governo americano. Khatib deveria embarcar em Istambul, mas nem sequer chegou ao Aeroporto. Ele foi detido por autoridades turcas, por motivos não revelados, embora possuísse o visto de viagem para os Estados Unidos, e encontra-se em paradeiro desconhecido. Documentos obtidos pela agência Associated Press indicam que o governo americano entrou em contato com as autoridades turcas para impedir sua viagem na véspera do embarque. Khatib nasceu na Síria e tem apenas 21 anos. Ele participou de um dos filmes mais elogiados do Oscar 2017, que registra o trabalho corajoso de voluntários que tentam ajudar as vítimas da guerra civil na Síria. Muitos destes voluntários morreram sob as bombas das forças do governo sírio, vítimas de ataques aéreos. “Os Capacetes Brancos” pode ser assistido na íntegra pela Netflix. Veja abaixo um depoimento do jovem desaparecido sobre o filme.










