The Handmaid’s Tale vence o Emmy 2017 e inicia nova era na “televisão”
Mais importante premiação da televisão americana, o Emmy 2017, que aconteceu na noite de domingo (17/9) em Los Angeles, foi marcado por vitórias de produções de temática feminina, por talentos que denotam a diversidade atual da indústria televisiva e pela ascensão irreversível do streaming. Pela primeira vez, uma produção de streaming venceu o cobiçado Emmy de Melhor Série de Drama. E não só este prêmio. “The Handmaid’s Tale” foi a série mais premiada da noite, empatada com a minissérie “Big Little Lies” da HBO, ambas com cinco Emmys. A importância desta conquista equivale à virada da antiga “TV a cabo”, quando “Família Soprano” (The Sopranos) se tornou a primeira série de um canal pago a vencer o Emmy da categoria em 2004. Faz apenas 13 anos, mas a repercussão foi tanta que transformou a HBO numa potência televisiva. Na época, a própria HBO dizia que não era TV, era HBO e pronto, e isso também se refletia no fato de as atrações do “cabo” terem sido segregadas durante vários anos – elas tinham uma premiação a parte até 1997, porque não se encaixavam no que era entendido como “televisão”. Hoje, a TV paga domina o Emmy. Lembrar disso é uma forma de dimensionar o que significa a Academia da Televisão dos Estados Unidos aclamar um programa que já nem é transmitido por cabo, mas pela internet, e não necessariamente para um monitor televisivo. Nova mudança de paradigma. Outra característica subversiva de “The Handmaid’s Tale” é que, embora seja streaming, não é uma produção da Netflix, cujo crescimento foi referenciado no monólogo de abertura do apresentador Stephen Colbert. A atração faz parte da Hulu, que é (era?) considerada apenas a terceira força do mercado de streaming americano, atrás também da Amazon e disponível apenas nos Estados Unidos e Japão. A série é inédita no Brasil. A atenção despertada pelo Emmy deve mudar o jogo para a Hulu. Plataforma criada como joint venture por quatro estúdios (Disney, Fox, Universal e Warner), o serviço vem se destacando pela qualidade de suas produções exclusivas. Com “The Handmaid’s Tale”, tem agora um impressionante cartão de visitas. Afinal, a obra fez a limpa nas categorias de Drama: Melhor Série, Atriz (Elizabeth Moss), Atriz Coadjuvante (Ann Dowd), Roteiro (Bruce Miller) e Direção (Reed Morano), além de ter vencido antecipadamente o prêmio de Melhor Atriz Convidada (Alexis Bledel). Na semana passada, o executivo-chefe da Hulu, Mike Hopkins, disse em um evento no Paley Center em Nova York que conquistar um Emmy que fosse seria uma benção para a plataforma, ajudando-a a atrair novos assinantes e talentos criativos. A vitória contundente deve mudar tudo em relação aos planos de desenvolvimento e expansão do negócio. Afinal, a Disney (dona de 30% da Hulu) já tinha avisado ao mercado que lançaria sua própria plataforma exclusiva de streaming em 2019. A sci-fi distópica e dramática “The Handmaid’s Tale”, sobre um futuro de opressão para as mulheres, concorria no domingo apenas nas cinco categorias que venceu. Teve aproveitamento de 100%. A segunda produção mais próxima disto foi “Big Little Lies”, que apesar de ter conquistado o mesmo número de Emmys, perdeu uma das categorias que disputava. Ainda assim, a atração da HBO foi a grande unanimidade de seu nicho. Venceu como Melhor Minissérie, Atriz (Nicole Kidman), Atriz Coadjuvante (Laura Dern), Ator Coadjuvante (Alexander Skarsgard) e Direção (Jean-Marc Vallée). Os dois programas possuem uma temática assumidamente feminista, abordando violência contra mulheres, e Nicole Kidman fez um discurso contundente de agradecimento, que chamou atenção para o assunto. Mas não ficam só na teoria, levando adiante o empoderamento feminino a seus bastidores. Quem dirigiu o piloto de “The Handmaid’s Tale” foi uma mulher, por sinal vencedora do Emmy. A cineasta Reed Morano traduziu com imagens a obra de outra mulher: o romance homônimo de Margaret Atwood (que subiu ao palco e foi aplaudida de pé ao final da premiação). Por sua vez, “Big Little Lies” foi produzido por Nicole Kidman e Reese Witherspoon para a HBO, graças à frustração de ambas diante da falta de bons papéis para desempenharem no cinema. A consagração de “Big Little Lies” acabou sendo especialmente relevante para a HBO, que se frustrou com a aposta em “Westworld” como substituto de “Game of Thrones” na disputa de Drama. A sci-fi robótica só foi lembrada numa esquete no meio da premiação. Não venceu nenhum troféu. O mesmo aconteceu com o incensado telefilme “The Wizard of Lies”, estrelado por Robert De Niro. Mas o talk show “Last Week Tonight with John Oliver”, a série limitada “The Night Of” e a comédia “Veep” compensaram, somando juntos o mesmo número de Emmys de “Big Little Lies”. Por conta disso, preservaram a tradição da HBO como maior vencedor anual do Emmy nesta década. As categorias de Comédia chamaram atenção por ir na direção oposta dos troféus de Drama, premiando duas séries já consagradas. Com mais de 40 anos de produção, “Saturday Night Live” venceu os troféus de Melhor Atriz Coadjuvante (Kate McKinnon) e Melhor Ator Coadjuvante (Alec Baldwin), além de dois prêmios como Programa de Variedades. E “Veep”, que faturou o Emmy de Melhor Série de Comédia pelo terceiro ano consecutivo, rendeu a sexta vitória de Julia Louis-Dreyfus como Melhor Atriz de Comédia. Ela estabeleceu um recorde no evento, ao ser premiada por cada uma das temporadas em que a série foi exibida. A boa notícia para suas concorrentes é que “Veep” vai acabar no ano que vem. Os quatro prêmios de “Saturday Night Live” se somaram à vitória de “The Voice” como Melhor Reality Show e ao troféu solitário conquistado por “This Is Us” para render à rede CBS o 2º lugar entre os canais mais premiados da transmissão do Emmy. Uma surpresa e tanto, pois, como brincou o apresentador, a TV aberta – “lembra?” – foi aquele lugar esquecido onde tudo começou. Graças às vitórias de “Atlanta”, nas categorias de Melhor Ator e Melhor Direção de Comédia (ambas conquistadas por Donald Glover), a FX evitou o que seria um grande vexame. Após vitórias consecutivas de produções de Ryan Murphy, o Emmy 2017 não deu atenção para seu novo projeto, “Feud”. A dependência de Murphy ficou tão escancarada que, sem uma reprise dos fenômenos de “American Horror Story” e “American Crime Story”, o canal premium do grupo Fox implodiu no ranking. Era o segundo canal mais premiado em 2016 e agora ficou em quinto. Mas quando consideradas as categorias técnicas, o chamado Emmy das Artes Criativas, nem sequer aparece no Top 10. O detalhe é que a Netflix não se saiu tão melhor. Conquistou, ao todo, quatro troféus, sendo metade deles por um episódio de “Black Mirror”. Menos que a Hulu com apenas “The Handmaid’s Tale”. Badalado, “Stranger Things” não levou nenhum Emmy durante o telecast, embora tenha vencido como Melhor Elenco na premiação preliminar. Apontado como grande favorito, “The Crown” só conquistou o troféu de Melhor Ator Coadjuvante (John Lithgow). Mas havia vencido os troféus de Figurino e Desenho de Produção no fim de semana anterior. Contando as categorias técnicas, a soma da Neflix cresce significativamente, atingindo 20 vitórias – atrás apenas das 29 totais da HBO. Entretanto, o Emmy preliminar não é televisionado justamente porque o público não acha interessante comemorar Melhor Cabelo, Edição, Som, etc. Já sua grande rival online, a Amazon, saiu de mãos abanando, sem conseguir sequer emplacar prêmios técnicos. Nem mesmo para seu carro-chefe, a série de comédia “Transparent”. Destino idêntico teve o canal pago AMC, que vinha se destacando na época de “Breaking Bad” e “Mad Men”, mas não tem repetido o feito com a série “Better Call Saul”, sua única produção atualmente valorizada pela Academia da Televisão. Outra série em que muitos apostavam, “This Is Us”, da CBS, escapou da decepção por conquistar um Emmy importante durante a transmissão. E a vitória foi bem aproveitada por Sterling K. Brown (Melhor Ator de Drama), que usou seu longo discurso para fazer uma provocação sutil em sua citação a Andre Braugher, último ator negro a vencer na categoria, o que aconteceu há 19 anos por “Homicide: Life on the Street”. Entretanto, algo muito mais significativo que a vitória do quarto ator negro em Série de Drama acabou acontecendo minutos antes: o Emmy de Melhor Ator em Minissérie para Riz Ahmed. Ele venceu simplesmente Robert De Niro para se tornar o primeiro ator de descendência asiática premiado pelo Emmy. Nascido na Inglaterra, mas filho de paquistaneses, Ahmed também é o primeiro ator muçulmano premiado pela Academia, por seu brilhante desempenho em “The Night Of”, referindo-se inclusive à islamofobia em seu discurso. Azis Ansari, descendente de indianos, também venceu (pela segunda vez consecutiva) como Roteirista de Comédia, por “Master of None”. Ambas as consagrações ajudam a mostrar que o universo das séries é mais colorido que o preto e branco dominante nas discussões sobre diversidade. Confira abaixo a lista completa das produções e talentos premiados durante a transmissão do Emmy 2017. E clique nas fotos dos premiados para ampliá-las em tela inteira. Vencedores do Emmy 2017 Melhor Série de Drama “The Handmaid’s Tale” Melhor Série de Comédia “Veep” Melhor Minissérie ou Série Limitada “Big Little Lies” Melhor Telefilme “Black Mirror: San Junipero” Melhor Atriz em Série de Drama Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) Melhor Ator em Série de Drama Sterling K. Brown (“This Is Us”) Melhor Atriz em Série de Comédia Julia Louis Dreyfuss (“Veep”) Melhor Ator em Série de Comédia Donald Glover (“Atlanta”) Melhor Atriz em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme Nicole Kidman (“Big Little Lies”) Melhor Ator em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme Riz Ahmed (“The Night Of”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Ann Dowd (“The Handmaid’s Tale”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama John Lithgow (“The Crown”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Kate McKinnon (“Saturday Night Live”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Alec Baldwin (“Saturday Night Live”) Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme Laura Dern (“Big Little Lies”) Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme Alexander Skarsgard (“Big Little Lies”) Melhor Direção em Série de Drama Reed Morano (“The Handmaid’s Tale”) Melhor Direção em Série de Comédia Donald Glover (“Atlanta”) Melhor Direção em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme Jean-Marc Vallée (“Big Little Lies”) Melhor Roteiro em Série de Drama Bruce Miller (“The Handmaid’s Tale”) Melhor Roteiro em Série de Comédia Aziz Ansari, Lena Waithe (“Master of None”) Melhor Roteiro em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme Charlie Brooker (“Black Mirror: San Junipero”) Melhor Série de Esquetes e Variedades “Saturday Night Live” Melhor Reality Show “The Voice” Melhor Programa de Variedades “Last Week Tonight with John Oliver” Melhor Roteiro de Programa de Variedades Equipe de “Last Week Tonight with John Oliver” Melhor Direção de Programa de Variedades Don Roy King (“Saturday Night Live”)
Beyoncé negocia estrelar e produzir a trilha sonora do novo O Rei Leão
A produção da nova versão de “O Rei Leão” anunciou a contratação de mais dois dubladores. Alfre Woodard (série “Luke Cage”) dará voz à leoa Sarabi e John Kani (“Capitão América: Guerra Civil”) o macaco Rafiki. Assim, faltaria apenas a definição da última intérprete importante. E, desde o começo da escalação de elenco, os produtores tem apenas um nome em mente para viver Nala: a cantora Beyoncé. Mas a negociação está sendo mais demorada que o previsto, porque a Disney também espera que ela assine a trilha sonora do filme. Segundo o site The Tracking Board, o contrato envolve muitos detalhes, relativos a percentagens e direitos autorais, por isso vai e volta a mais de um mês. Caso seja confirmada, Beyoncé sucederá à Elton John, que produziu a trilha sonora original, de onde saíram os hits “Circle of Life”, Hakuna Matata” e “Can You Feel Your Love Tonight?”. Ela ainda entraria no elenco formado pelos atores Donald Glover (série “Atlanta”), como o leão Simba, James Earl Jones (repetindo seu papel da animação clássica) como o pai de Simba, Mufasa, Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) como o vilão Scar. Vale reparar que todos os dubladores dos leões da trama são atores negros, o que é uma opção muito interessante, tendo em vista que a trama se passa na África. Já os divertidos Timão e Pumba ganharão as vozes dos comediantes brancos Billy Eichner (série “Parks and Recreation”) e Seth Rogen (“Os Vizinhos”), respectivamente como o suricato e o javali. E, para completar, o apresentador John Oliver viverá o passarinho Zazu. Todos os personagens serão criações digitais, que ganharão as vozes de atores famosos, como os animais de “Mogli, o Menino Lobo”. A diferença é que, em Mogli, havia uma criança como protagonista, que contracenava com os efeitos visuais. Em “Rei Leão” haverá apenas “efeitos visuais”. Ou seja, ao contrário das refilmagens anteriores dos desenhos animados da Disney, esta não terá atores em cena. Portanto, não é correto chamá-la de versão “live action”. Trata-se de uma versão inteiramente feita com computação gráfica. O novo “O Rei Leão” tem direção de Jon Favreau, responsável justamente por “Mogli, o Menino Lobo”, e previsão de estreia para 19 de junho de 2019.
Críticos americanos elegem The Handmaid’s Tale como melhor série do ano
A TCA (Associação dos Críticos de Televisão dos EUA) elegeu suas séries favoritas da temporada 2016-2017, e o destaque da premiação, realizada no sábado (5/8), foi a sci-fi “The Handmaid’s Tale”, vencedora como Melhor Série de Drama e Melhor Série do Ano. Por sua vez, o prêmio de Melhor Série de Comédia ficou com “Atlanta”. Maior sucesso da plataforma de streaming Hulu, “The Handmaid’s Tale”. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. A adaptação foi criada por Bruce Miller (roteirista da série “The 100”) e traz Elizabeth Moss (série “Mad Men”) como a protagonista Offred, forçada à servidão sexual para, na condição de uma das últimas mulheres férteis, cumprir seu papel na repopulamento do planeta. Assim, ela é obrigada a transitar entre comandantes, suas esposas cruéis e outros tipos perigosos, lidando com todos com um único objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. A elogiada “This Is Us” também foi premiada, como Programa Revelação, enquanto “Big Little Lies” foi eleita a Melhor Minissérie. Sem distinguir atuações masculinas e femininas, os prêmios de interpretação em drama e comédia foram, respectivamente, para Carrie Coon, de “The Leftlovers” e “Fargo”, e Donald Glover, por “Atlanta”. Para completar, o documentário da ESPN “O.J – Made in America” recebeu o TCA Award de Melhor Trabalho Informativo. Ironicamente, a série documental já tinha até vencido o Oscar 2017. Confira abaixo a lista com todos os premiados. TCA Awards 2017 Melhor Série do Ano “The Handmaid’s Tale” Melhor Série de Drama “The Handmaid’s Tale” Melhor Série de Comédia “Atlanta” Melhor Série Nova “This Is Us” Melhor Série Juvenil “Speachless” Melhor Minissérie, Telefilme ou Especial “Big Little Lies” Melhor Atuação em Drama Carrie Coon, em “The Leftovers” e “Fargo” Melhor Atuação em Comédia Donald Glover, em “Atlanta” Melhor Programa Informativo ou de Notícias “O.J – Made in America” Melhor Reality Show “Leah Remini: Scientology and the Aftermath”
Ator de 12 Anos de Escravidão negocia o papel de Scar na nova versão de O Rei Leão
O ator Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) está em negociações para dublar o vilão Scar na nova versão de a href=”https://pipocamoderna.com.br/tag/o-rei-leao”>”O Rei Leão”. A informação é do site The Wrap. Ao contrário das refilmagens anteriores dos desenhos animados da Disney, esta não terá atores em cena. Portanto, não é correto chamá-la de versão “live action”. Trata-se de uma versão feita com computação gráfica. Todos os personagens serão criações digitais, que ganharão as vozes de atores famosos, como os animais de “Mogli, o Menino Lobo”. A diferença é que, em Mogli, havia uma criança como protagonista, que contracenava com os efeitos visuais. Em “Rei Leão” serão apenas os “efeitos visuais”. De forma interessante, já que a trama se passa na África, todos os dubladores dos leões da trama são atores negros. Além de Chiwetel, Donald Glover (série “Atlanta”) foi escalado para dar voz ao personagem principal, o leão Simba, e James Earl Jones, repetirá, 24 anos depois, sua dublagem como o pai de Simba, Mufasa. Além destes, Beyoncé continua cotada para dublar Nala. Já os dois personagens mais divertidos, Timão e Pumba, ganharão as vozes dos comediantes brancos Billy Eichner (série “Parks and Recreation”) e Seth Rogen (“Os Vizinhos”), respectivamente como o suricato e o javali. A dupla é responsável pela música mais famosa do filme, “Hakuna Matata”. Para completar, o apresentador John Oliver viverá o passarinho Zazu. O novo “O Rei Leão” tem direção de Jon Favreau, responsável justamente por “Mogli, o Menino Lobo”, e previsão de estreia para 19 de junho de 2019.
Diretores do longa de Han Solo saem da produção após cinco meses de filmagens
Uma notícia surpreendente foi postada no site oficial da franquia “Star Wars”. Um comunicado da Lucasfilm anunciou que o filme sobre a juventude de Han Solo vai “continuar com uma mudança de direção”. Os diretores Phil Lord e Christopher Miller não vai mais trabalhar no longa, devido a “diferenças criativas”. “Phil Lord e Christopher Miller são talentosos cineastas que reuniram um elenco e uma equipe incríveis, mas ficou claro que tivemos visões criativas diferentes neste filme e decidimos nos separar. Um novo diretor será anunciado em breve “, diz o texto assinado por Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm. “Infelizmente, nossa visão e processo não foram alinhados com nossos parceiros neste projeto. Normalmente não somos fãs da frase ‘diferenças criativas’, mas desta vez esse clichê é verdadeiro. Estamos orgulhosos do incrível trabalho de classe mundial de nosso elenco e equipe”, afirmaram Phil Lord e Christopher Miller. A produção começou oficialmente a ser rodada no final de janeiro no Pinewood Studios de Londres. Ou seja, Lord e Miller filmaram quase cinco meses de cenas para o longa-metragem. Aparentemente, as cenas não agradaram ao estúdio. Não está claro se parte do material produzido será aproveitado. Até o momento, o filme continua com estreia programada para maio de 2018. Assim como “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016), o filme vai se passar antes dos eventos mostrados no clássico “Guerra nas Estrelas” (1977). O roteiro é de Lawrence Kasdan (“Star Wars: O Despertar da Força”) e seu filho Jon Kasdan, e o elenco destaca Alden Ehrenreich (“Ave César”), que viverá o personagem imortalizado por Harrison Ford, além de Donald Glover (série “Atlanta”), Emilia Clarke (série “Game of Thrones”), Thandie Newton (série “Westworld”) e Woody Harrelson (“Truque de Mestre”).
Deadpool vai virar uma série animada para adultos
O canal pago americano FX anunciou a produção de uma série animada do super-herói Deadpool para adultos, que será comandada pelo ator Donald Glover (série “Atlanta”). O astro e criador da série “Atlanta” vai desenvolver a produção com seu irmão Stephen Glover. Programada para estrear em 2018, a série ainda sem título – chamada provisoriamente de “Marvel’s Deadpool” – será produzida pela Marvel Television junto com a FX Productions e o ABC Signature Studios. “Quão divertido isto poderá ser? Deadpool, Donald e FX – a combinação perfeita para o mercenário falastrão”, disse o chefe de TV da Marvel, Jeph Loeb, em comunicado. “Estamos encantados com a continuidade de nossa relação com a FX, que começou com ‘Legion’, siga com o que certamente será um espetáculo inovador em animação para adultos”. A produção da 1ª temporada, que terá 10 episódios, foi aprovada sem que nenhum roteiro tivesse sido apresentado, baseado apenas no apelo do personagem, que também vai ganhar seu segundo filme nos cinemas em 2018. O primeiro “Deadpool” arrecadou US$ 780 milhões no ano passado, com Ryan Reynolds no papel principal.
Seth Rogen será a voz de Pumba na nova versão de O Rei Leão
Os dois personagens mais divertidos de “O Rei Leão” já tem seus intérpretes definidos na nova versão da fábula clássica da Disney. Os comediantes Billy Eichner (série “Parks and Recreation”) e Seth Rogen (“Os Vizinhos”) serão as respectivas vozes de Timão e Pumba, o suricato e o javali, responsáveis pela música mais famosa do filme, “Hakuna Matata”. Os dois se juntam ao ator Donald Glover (série “Atlanta”), escalado para dar voz ao personagem principal, o leão Simba, e James Earl Jones, que repete, 24 anos depois, sua dublagem como o pai de Simba, Mufasa. Além destes, Beyoncé continua cotada para dublar Nala. Mais cedo, a Disney ainda anunciou a data de estreia oficial do novo”O Rei Leão”: 19 de junho de 2019. A produção será uma animação computadorizada, com direção de Jon Favreau, responsável pela nova versão de “Mogli, O Menino Lobo”, um dos principais sucessos das reciclagens recentes da Disney. “O Rei Leão” foi originalmente lançado em 1994, venceu dois Oscars e é um dos filmes de animação de maior bilheteria de todos os tempos, com cerca de US$ 968 milhões arrecadados em todo o mundo.
Beyoncé negocia participar da nova versão de O Rei Leão
Beyoncé poderá participar da nova versão de “O Rei Leão”, que o diretor de “Mogli, o Menino Lobo” (2016) vai comandar para a Disney. Segundo fontes da revista Variety, Jon Favreau já teria, inclusive, começado as negociações para que a cantora integre a produção. A ideia é que a cantora dê voz à leoa Nala, melhor amiga do Simba, quando os dois ainda são filhotes. De acordo com a publicação, para que a cantora aceite o convite, o diretor e a produção estão dispostos a mudar alguns planos, se adequando à rotina de Beyoncé – que está grávida de gêmeos. Por enquanto, o elenco tem confirmados apenas Donald Glover (série “Atlanta”), como a voz de Simba, e James Earl Jones, que repetirá seu papel do desenho de 1994, dublando Mufasa, o pai de Simba. Um dos maiores sucessos da Disney, antes do estúdio aderir à animação digital, “O Rei Leão” venceu dois Oscars e arrecadou US$ 968 milhões nas bilheterias mundiais. Ainda não há previsão para a estreia da produção, que não deverá ter nenhum ator de carne e osso em cena – colocando em xeque a definição “live action” (ou versão com atores) da produção – , com todos os animais gerados por computação gráfica, ao estilo de “Mogli”.
Novo filme vai revelar verdadeiro nome de Han Solo… Como assim?!
O CEO da Disney, Bob Iger, afirmou em uma palestra na Universidade do sul da Califórnia, realizada na quinta-feira (23/3), que Han Solo não se chama Han Solo. E que seu verdadeiro nome será revelado no filme, ainda sem título, que contará a história do personagem. Sobre o novo spin-off do universo “Star Wars”, Iger declarou: “Ele começa com Han Solo aos 18 anos e se desenrola até ele chegar aos 24. Alguns fatos significativos acontecem na vida do personagem neste período, como adquirir um certo veículo e encontrar um certo Wookiee. E o filme também revelará qual é seu nome verdadeiro.” Assim como “Rogue One”, o filme de Han Solo se passa antes do clássico “Guerra nas Estrelas” (1977). O elenco conta com Alden Ehrenreich (“Ave César”) como o protagonista, além de Woody Harrelson (franquia “Jogos Vorazes”), Donald Glover (série “Atlanta”), Emilia Clarke (série “Game of Thrones”) e Thandie Newton (série “Westworld”). Com direção de Phil Lord e Chris Miller (“Uma Aventura Lego”), a previsão de estreia é para maio de 2018.
O Rei Leão deve ser próximo clássico da Disney a ganhar versão “com atores”
Depois do sucesso retumbante de “A Bela e a Fera”, o próximo filme da Disney a reciclar o catálogo de desenhos clássicos do estúdio deverá ser a versão com atores de “O Rei Leão”. O site My Entertainment World, que divulga as datas de produção de filmes e séries, registra o início das filmagens para maio, em Los Angeles. Dois protagonistas já estão escalados. Donald Glover (série “Atlanta”) será o responsável por viver Simba no longa, enquanto James Earl Jones fará a voz de Mufasa, repetindo o papel que já tinha interpretado na animação original de 1994. A direção está a cargo de Jon Favreau, responsável pela nova versão de “Mogli, O Menino Lobo”, um dos principais sucessos das reciclagens da Disney. Um dos maiores sucessos da Disney, antes do estúdio aderir à animação digital, “O Rei Leão” venceu dois Oscars e arrecadou US$ 968 milhões nas bilheterias mundiais. A nova versão deve estrear em 2018.
Elenco se reúne na Millennium Falcon para anunciar começo das filmagens do novo spin-off de Star Wars
A LucasFilm e a Disney anunciaram o início das filmagens do novo spin-off de “Star Wars”, centrado em Han Solo, em grande estilo: com uma imagem do elenco reunido no interior da Millennium Falcon. A foto traz os atores Woody Harrelson (“Jogos Vorazes”), Phoebe Waller-Bridge (série “Fleabag”), Alden Ehrenreich (“Ave, César!”), Emilia Clarke (série “Game of Thrones”), Joonas Suotamo (que foi o dublê de Chewbacca em “Star Wars: O Despertar da Força” e agora é promovido ao elenco central) e Donald Glover (série “Atlanta”), ao lado dos diretores Phil Lord e Christopher Miller (“Anjos da Lei” e “Uma Aventura Lego”). O anúncio oficial também confirmou a participação de Thandie Newton (série “Westworld”) no filme, que foi escrito por Lawrence Kasdan (“Star Wars: O Despertar da Força”) e seu filho Jon Kasdan. “Ver tantas pessoas inspiradas, de todas as partes do mundo, com vozes únicas, se unindo para fazer arte é milagroso. Nem conseguimos pensar em piadas para acrescentar agora, pois nos sentimos muito emocionados e sortudos”, afirmaram Lord e Miller em comunicado. Assim como “Rogue One: Uma História Star Wars”, o spin-off ainda sem título do Han Solo vai se passar antes dos eventos vistos na franquia “Star Wars” e será filmado nos estúdios Pinewood,na Inglaterra. A previsão de estreia é para maio de 2018. Han Solo – Smuggler. Scoundrel. Hero. A new Star Wars Story begins. https://t.co/6mjWKQcwwk pic.twitter.com/dWJwccpY33 — Star Wars (@starwars) February 21, 2017
Donald Glover será Simba na versão “live action” de Rei Leão
O diretor Jon Favreau (“Mogli, o Menino Lobo”) divulgou em seu Instagram quem fará as vozes de Simba e Mufasa, na versão “live action” de “O Rei Leão” (1994), seu próximo filme para a Disney. O comediante Donald Glover (série “Atlanta”) será a voz do jovem rei, enquanto James Earl Jones repetirá seu trabalho na animação clássica, como a voz insubstituível de Mufasa, o velho rei. A participação de Jones (que também é a voz de Darth Vader) marcará a primeira vez que um dublador de desenho clássico da Disney dará vida ao mesmo personagem na versão “live action” da fábula encantada. Não se sabe, porém, até que ponto a produção poderá ser chamada de “live action”, pois, ao contrário de “Mogli” (2016), em que os animais contracenavam com um ator mirim, desta vez não há personagens humanos na trama. Como chamar, afinal, um filme em que toda a interpretação pode se dar por meio de captura de performance e computação gráfica? É fácil. Com “As Aventuras de Tintim” (2011), que foi exatamente isso, a Sony e a Paramount chamaram de… “animação”! Claro que, se Favreau provou que é possível fazer uma animação de animais falantes hiper-realista com “Mogli”, “O Rei Leão” tem sido encenado por humanos reais há anos na Broadway. É aguardar para ver como o filme será considerado depois de pronto. Maior clássico moderno da Disney, “O Rei Leão” venceu dois Oscars e arrecadou US$ 968 milhões nas bilheterias mundiais. A nova versão ainda não tem previsão de estreia. I just can’t wait to be king. #Simba Uma publicação compartilhada por Jon Favreau (@jonfavreau) em Fev 17, 2017 às 4:24 PST Looking forward to working with this legend. #Mufasa Uma publicação compartilhada por Jon Favreau (@jonfavreau) em Fev 17, 2017 às 4:53 PST
Thandie Newton entra no filme de Han Solo
A atriz Thandie Newton, principal destaque da série “Westworld”, vai integrar o elenco do spin-off de “Star Wars” centrado em Han Solo, informou o site da revista Variety. Assim como “Rogue One”, o novo spin-off vai mostrar eventos na vida de Han Solo que se passam antes do clássico “Guerra nas Estrelas” (1977). O elenco do filme conta com Alden Ehrenreich (“Ave César”) como o protagonista, além de Woody Harrelson (franquia “Jogos Vorazes”), Donald Glover (série “Atlanta”) e Emilia Clarke (série “Game of Thrones”). Com direção de Phil Lord e Chris Miller (“Uma Aventura Lego”), o filme tem previsão de estreia para maio de 2018. Indicada ao Globo de Ouro e ao SAG por “Westworld”, Thandie Newton também participará do próximo filme de Xavier Dolan, “The Death and Life of John F. Donovan”, que também chegará aos cinemas em 2018.











