Rolling Stones disponibilizam shows antigos no YouTube. Veja
Os Rolling Stones anunciaram que vão exibir documentários de antigas turnês em seu canal no YouTube, para ajudar a entreter os fãs durante o período de isolamento social. O projeto recebeu o nome de “Extra Licks” e vai durar seis semanas, apresentando um show diferente a cada domingo, sempre a partir das 16 horas. O primeiro vídeo já foi disponibilizado neste domingo (3/5) e traz 53 minutos de shows da turnê de 2016, realizados na Argentina, Brasil (no Morumbi) e no Peru, durante a última passagem da banda pela América Latina. Partes dessa performance já apareceram no documentário da turnê, “Olé Olé Olé: A Trip Across Latin America”, lançado em Blu-ray há quatro anos e que também inclui cenas no Brasil. Depois disso, os Stones só fizeram mais uma turnê mundial, a “No Filter Tour”, que foi interrompida duas vezes, primeiro por uma cirurgia cardíaca de Mick Jagger e mais recentemente pela pandemia do novo coronavírus.
Bruno Barreto prepara documentário sobre bastidores da eleição de Bolsonaro
O cineasta Bruno Barreto (“Última Parada 174”) está produzindo e dirigindo “O Capitão”, um documentário sobre a escalada de Bolsonaro à presidência. Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, o material reunido para a produção contém muitas imagens inéditas dos bastidores da campanha de Jair Bolsonaro e uma entrevista exclusiva de Gustavo Bebianno, dada seis dias antes dele morrer, contando fatos ainda não revelados de sua convivência com o presidente. Barreto registrou dezenas de horas de gravações exclusivas feitas durante o ano de 2018 no QG da campanha — a casa do empresário Paulo Marinho, no Rio de Janeiro. Previsto para estrear em 2021, o filme está atualmente sendo negociado com plataformas de streaming interessadas em sua distribuição.
Petra Costa diz que coronavírus revela “ódio pela humanidade” de alguns políticos
A cineasta Petra Costa, indicada ao Oscar 2019 pelo documentário “Democracia em Vertigem”, apresentou uma masterclass de três horas em streaming no festival de cinema suíço Visions du Reél, na quinta-feira (30/4), em que falou de seu próximo projeto, o documentário “Distopia”, sobre as consequências da pandemia do novo coronavírus. Falando sobre o aspecto político da covid-19, ela diz ter constatado que a doença deixou claro o fascismo de alguns líderes políticos, especialmente no Brasil. “Eu acho que a pandemia revela muito do que não era óbvio para todos: essa retórica fascista estava escondida atrás da retórica do ódio pelo diferente, pela esquerda, pelo Partido dos Trabalhadores, pelos artistas, gays, mulheres”, opinou a cineasta, em registro da revista Variety. “O que o coronavírus mostra é que se trata de um ódio pela humanidade. Um desejo por morte”, apontou. O novo filme de Petra Costa, cujo título veio à tona na palestra, é um filme sobre o isolamento social a partir do ponto de vista da população brasileira, conforme atravessa o atual período. Para reunir as imagens, ela fez um pedido em suas redes sociais para que pessoas de todo o país encaminhassem vídeos com seus cotidianos e testemunhos da pandemia. “Estamos coletando narrativas e perspectivas de várias pessoas sobre suas quarentenas. Eu convido a qualquer um que queira compartilhar suas imagens e vamos pagar por tudo caso as utilizemos. Adoraríamos compor um mosaico com as mais variadas visões”, ela explicou. Contatos e vídeos devem ser encaminhados para o email dystopia@buscavidefilmes.com. A tendência é que o resultado seja tão polarizador quanto “Democracia em Vertigem”, pois o Brasil jamais deixou de lado a polarização desde o Impeachment de Dilma Rousseff, culminando na eleição de Jair Bolsonaro à presidência. Na palestra, Petra explicou que “Democracia em Vertigem” foi resultado de seu tempo. “O filme só poderia ser polarizador porque o que aconteceu era polarizador. Construíram um muro em frente ao Congresso. Qualquer filme sobre o que aconteceu no Brasil nos últimos cinco anos seria polarizador”, explicou. “Eu já estava lidando com essa divisão dentro da minha própria família e como encontrava essa contradição do Brasil ali”, relembrou. Sobre a possibilidade de uma continuação de seu documentário mais famoso e premiado, Petra deixou a questão em aberto. “É algo que me assombra também. Não tenho resposta para isso ainda”, admitiu.
Após Big Brother, Babu Santana vai aparecer em quatro filmes e planeja dirigir documentário
O ator Babu Santana (“Tim Maia”) revelou numa live no Instagram seus próximos projetos após a popularidade conseguida no “Big Brother Brasil” – ou “BBB 20”. Para começar, ele vai aparecer em quatro longas inéditos, que já tinha filmado antes de entrar no reality show da Globo. São eles: “Intervenção”, um filme de ação previsto para estrear em 10 de setembro, a comédia “Quatro Amigas numa Fria”, em que faz apenas uma participação, “Suburbanos: O Filme”, versão de cinema para a série do Multishow, e “Oeste Outra Vez”, um western alternativo que ele terminou de rodar em setembro do ano passado. Mas para seu próximo projeto, quer também dirigir. Babu pretende se unir ao amigo Luciano Vidigal, que é ator, cineasta e professor de teatro do Nós do Morro, grupo que o revelou, para realizar um documentário. A ideia é rodar de carro pelo Brasil atrás de suas raízes, buscando encontrar seus parentes de raízes africanas e origens indígenas. Ele aproveitou a live, que reuniu 40 mil pessoas, para pedir apoio da Fiat na empreitada. “Quero rodar o Brasil de Toro”, disse o ator, em referência ao carro que ganhou da montadora após sair do programa.
Série documental do BTS ganha trailer com cenas de shows no Brasil
A boy band BTS divulgou em seu canal no YouTube o trailer da série documental “Break the Silence”, que acompanha o septeto sul-coreano em apresentações ao redor do mundo. O filme traz cenas dos shows do grupo no Brasil, que aconteceram nos dias 25 e 26 de maio de 2019 em São Paulo. Com direito a muitas imagens de bastidores, cenas de esgotamento e autocongratulações, o documentário segue os integrantes do BTS durante as apresentações da “Love Yourself World Tour” e a “Speak Yourself Tour”. A produção será dividida em sete episódios, disponibilizados às terças e quintas, entre 12 e 28 de maio, na loja virtual do grupo. O BTS estava no começo de sua nova turnê, “Map of the Soul”, quando a pandemia do coronavírus estourou e os shows precisaram ser cancelados. Por conta disso, não há previsão para a volta do grupo aos palcos.
Documentário de Spike Jonze sobre os Beastie Boys chega na Apple TV+
A Apple disponibilizou o documentário sobre a banda The Beastie Boys, dirigido pelo cineasta Spike Jonze (“Ela”). O filme teria première no Festival SXSW e seria lançado nos cinemas, exclusivamente no circuito IMAX, mas o festival foi cancelado e os cinemas fechados pela pandemia do novo coronavírus. Assim, saiu no fim de semana diretamente em streaming. Com estrutura não convencional, “Beastie Boys Story” traz Mike Diamond (Mike D) e Adam Horovitz (Ad-Rock) apresentando e comentando cenas da carreira da banda para uma plateia, e foi gravada durante um evento de 2018, em que a dupla levou ao palco os altos e baixos de 40 anos dos Beastie Boys para o lançamento de um livro – “Beastie Boys Book”, livro de quase 600 páginas, em que contam de forma detalhada e anárquica a história do grupo. O filme une essa performance com imagens de arquivo do trio original, que também inclui o falecido Adam Yauch (MCA), que morreu de câncer em 2012. Com uma longa relação com os Beastie Boys, Spike Jonze chegou a dirigir vários clipes da banda, como “Sabotage” e “Sure Shot”, o que lhe permitiu maior acesso ao material de arquivo e apoio para a produção do filme. Veja abaixo o trailer de “Beastie Boys Story”.
Becoming: Documentário sobre Michelle Obama ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Becoming”, documentário sobre a ex-primeira dama dos EUA Michelle Obama. A prévia mostra Michelle conversando com um grupo de jovens no Museu Afro-Americano da Filadélfia. Quando uma das garotas pergunta como é “voltar para a sua vida normal” após oito anos na Casa Branca, a ex-primeira dama responde que isso não é possível. “Quando eu tentei voltar para o caminho em que eu estava antes, descobri que ele não existia mais. É um novo caminho. Eu estou fazendo o que vocês estão fazendo. Tentando descobrir o que quero fazer daqui para a frente, as coisas com as quais eu me importo”, ela comenta. Batizado com o nome do livro lançado por Michelle Obama em 2018, o filme segue a ex-primeira dama pela turnê de lançamento da obra, que a levou a 34 cidades americanas. Detalhes de sua biografia, que fazem parte da obra literária, também serão evocados no filme. Com produção da Higher Ground, empresa estabelecida pelo casal Obama, que este ano venceu o Oscar de Melhor Documentário por “Indústria Americana”, o filme marca a estreia de Nadia Hallgreen na direção, após vários curtas documentais premiados. Michelle Obama promoveu o filme no Twitter dizendo esperar que ele passa servir de um pouco de “inspiração e alegria” nesses tempos de pandemia do novo coronavírus. “Nesses dias, pode ser difícil se sentir conectado ao mundo, ou esperançoso — mas as conexões que eu fiz com pessoas ao redor dos EUA e do mundo me lembraram que a empatia pode salvar vidas. Esse poder está claro no filme de Nadia”, escreveu. A produção estreia em 6 de maio na plataforma de streaming.
Documentário do retorno dos Jonas Brothers ganha trailer para estreia na Amazon
A Amazon divulgou o trailer de um novo documentário dos Jonas Brothers. A boy band, que voltou a se juntar em 2019 após seis anos, teve sua recente turnê internacional gravada para o lançamento de “Happiness Continues: A Jonas Brothers Concert Film”, que vai acontecer nesta sexta (24/4) na plataforma Prime Video. O filme complementa o documentário anterior da Amazon, “Chasing Happiness”, sobre o passado dos três irmãos, dos anéis de castidade à decisão do terminar banda. Agora, em “Happiness Continues”, eles mostram os bastidores da turnê de seu retorno, que esgotou bilheterias em grandes estádios ao redor do mundo – inclusive no Brasil. Descrito por Jennifer Salke, diretora da Amazon Studios, como um olhar “pessoal pelos bastidores”, o filme acompanhar os irmãos Kevin, Joe e Nick Jonas em seu reencontro, intimidade, ensaios e shows lotados, promete dar aos fãs tanto uma lembrança da turnê como uma visão do cotidiano das vidas dos músicos e de suas esposas famosas. Em uma live, os irmãos adiantaram alguns detalhes do filme, como uma apresentação íntima que o trio fez em Chicago no ano passado. Kevin contou que sua parte favorita sobre a reunião foi mostrar a banda para as filhas. Joe, por outro lado, falou sobre sua rotina pré-show, que inclui levar um tapa na cara — “muitas vezes de Sophie”, brincou.
Diretora de Democracia em Vertigem prepara projeto sobre o coronavírus no Brasil
A diretora Petra Costa, do documentário indicado ao Oscar “Democracia em Vertigem”, definiu um novo projeto. Segundo a colunista Monica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, ela vai pedir em suas redes sociais para que pessoas de todo o Brasil encaminhem vídeos com seus testemunhos de como estão vivendo nesses tempos da pandemia do novo coronavírus. “Queremos fazer um mosaico de visões do Brasil, de como cada um está vivendo esse momento histórico intenso de dentro de suas casas, de seus bairros, de suas comunidades”. Maiores detalhes devem surgir em breve.
Amazing Grace: Lendário filme “perdido” de Aretha Franklin chega em VOD no Brasil
O lendário filme “perdido” de Aretha Franklin (1942–2018), o documentário “Amazing Grace”, chegou nesta quinta-feira (8/4) aos serviços de VOD do Brasil. “Amazing Grace” foi filmado em 1972 pelo famoso cineasta Sydney Pollack (1934–2008), responsável por clássicos de Hollywood como “A Noite dos Desesperados” (1969), “Mais Forte que a Vingança” (1972), “Três Dias do Condor” (1975), “Tootsie” (1982), “Entre Dois Amores” (1985) etc, e registra a célebre gravação do disco homônimo, que se tornou o maior campeão de vendas da história da música gospel. Pollack levou uma grande equipe de filmagens para registrar o show da cantora na Igreja Batista New Missionary, no bairro pobre de Watts, em Los Angeles, flagrando o fervor do público diante de uma Aretha divina, no auge de seu talento, aos 29 anos de idade. Mas, apesar de ser o mesmo show que virou o disco “Amazing Grace”, o filme não foi lançado, permanecendo no limbo por 46 anos, a ponto de ser considerado “perdido”, arquivado em lugar desconhecido, devido a uma série de problemas legais e técnicos. A falta de lançamento foi consequência de uma opção equivocada do diretor, que não fez captação direta de som, nem usou claquetes ou marcações nas imagens para ajudar na sincronia em pós-produção, o que tornou a edição sonora impossível de ser realizada na época. Pollack chegou a contratar leitores labiais para ajudar a encaixar as falas com as imagens, e trabalhou com editores especialistas, sem obter sucesso. A decepção fez o filme ficar abandonado por quatro décadas até que Alan Elliott, ex-produtor da Atlantic, redescobriu o material e, com uso de novas tecnologias digitais, começou um lento processo de juntar o som às cenas e finalmente editar o filme a partir das imagens brutas. Renascido, o filme teve sua primeira exibição pública logo após a morte de Aretha em 2018, durante o Festival AFI, em Los Angeles, e a reação de pública e crítica foi arrebatadora. “Amazing Grace” atingiu 99% de aprovação no site Rotten Tomatoes, com elogios unânimes dos críticos norte-americanos. A produção agora pode ser vista no Brasil por meio das plataformas Apple TV (iTunes), Now, Google Play, YouTube, Vivo Play e Sky Play. Veja abaixo o trailer do filme original.
Documentário brasileiro sobre menstruação vence o Emmy Kids Internacional
O documentário “Nosso Sangue, Nosso Corpo”, da cineasta paulistana Mariana Cobra, venceu o Emmy Kids Internacional, na categoria “factual”, em cerimônia transmitida pelas redes sociais diretamente de Cannes, na França. Para comemorar a conquista internacional, a diretora improvisou um tapete vermelho no sítio no interior de Minas Gerais onde está há duas semanas em quarentena. “Me arrumei, tomei champanhe e celebrei muito”, contou, por mensagem de WhatsApp, ao jornal O Globo. “Nosso Sangue, Nosso Corpo” reúne entrevistas de jovens entre 13 e 19 anos do Brasil, Argentina, Índia e África do Sul, falando sobre a menarca, primeiro fluxo menstrual. A diretora conta que sua personagem da África do Sul “não tinha dinheiro para comprar absorventes e, quando estava menstruada, faltava aula”, que a menina da Índia “era proibida de rezar com a família durante o período”, enquanto a argentina, única representante LGBTQIA+ da selação, “teve conflitos intensos com o próprio corpo, a ponto de desenvolver uma anorexia”, e a brasileira “escondeu o fato da família por quase um dia inteiro, envergonhada”. “Como mulher, foi muito importante dirigir um projeto que trata de um tema tão significativo e presente na rotina de corpos femininos de distintas gerações. Muito bom saber que trabalhos com assuntos tão pouco abordados estão sendo prestigiados. Isso é um sinal positivo e mostra que mudanças estão acontecendo na sociedade. Minha expectativa é que nós e as próximas gerações possam de verdade falar sobre o tema, que a menarca seja um momento conhecido e respeitado”, declarou. Especialista em trabalhos sobre o universo feminino, Mariana Cobra já filmou o curta “Remorsos” (2015), sobre violência de gênero, realizou o projeto fotográfico “Divinas”, que busca retratar a real beleza da mulher latino-americana, trabalhou na série “A Garota da Moto” e fez a websérie “Zodíaca”, com Mariana Ximenes, Fabiula Nascimento e Maria Flor, entre outras atrizes, interpretando seus respectivos signos. Seu próximo projeto será um longa sobre as pressões da maternidade. O Brasil também concorria ao Emmy Kids Internacional com a série teen “Malhação”, o reality “The Voice Kids”, ambos da Globo, e a animação “Irmão do Jorel”, do Cartoon Network, mas apenas o trabalho de Mariana Cobra, coproduzido pela Fox, foi premiado. Veja abaixo o belíssimo trailer de “Nosso Sangue, Nosso Corpo”.
Diretor de Mediterrâneo fará documentário sobre a quarentena na Itália
O cineasta italiano Gabriele Salvatores, vencedor do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “Mediterrâneo” (1991), anunciou que dirigirá um documentário chamado “Viaggio in Italia” (Viagem pela Itália), que mostrará a vida e as emoções das pessoas confinadas em suas casa, durante o atual e trágico momento histórico do país. “Sou Gabriele Salvatores, sou diretor profissional e é isso que vejo da minha janela”. Assim começa o vídeo com o qual o diretor compartilha, a partir da quarentena de sua casa, o plano de “filmar” o projeto coletivo, sobre como a Itália e os italianos estão enfrentando uma das maiores emergências de saúde da história. O vídeo também faz um apelo sociais para internautas mandarem materiais inéditos, gravados sempre dentro de casa e que apresentem a rotina e o pensamento das pessoas em isolamento: o que se vê da própria janela, os medos, as reflexões, quem está trabalhando, quem foi forçado a repousar. Um grupo formado por colaboradores em todo o território nacional se ocupará da coleta do material, e o objetivo do cineasta é, com a ajuda da própria população, produzir um relato cronológico da pandemia, desde quando os italianos olhavam para a China e pensavam no novo coronavírus como algo distante. Não há cronograma para a duração do trabalho ou previsão para o lançamento. Veja o vídeo que anuncia o projeto abaixo. Ver essa foto no Instagram Con il regista Gabriele Salvatores stiamo realizzando Viaggio in Italia, un film collettivo che racconta della crisi che stiamo vivendo vista dagli occhi e dagli smartphone degli italiani. A girare questo film sarete voi con le vostre fotocamere. Facciamo un viaggio in Italia stando a casa! Raccontateci quello che state vivendo, cosa vi rende felici, quali sono le vostre paure e cosa vi aspettate dal futuro. ➖ Partecipare è semplice: • Girate un video • Caricate il video sul vostro profilo Instagram • Taggate la pagina @viaggioinitaliailfilm • Aggiungete gli hashtag #viaggioinitaliailfilm e #raicinema • Oppure mandatecelo via mail all’indirizzo viaggioinitalia@indianaproduction.com ➖ Gli autori dei video selezionati saranno ricontattati dalla produzione. Saranno accettati solo video girati dentro casa nel rispetto dei decreti in vigore ➖ #viaggioinitaliailfilm #raicinema #iorestoacasa Uma publicação compartilhada por Viaggio in Italia (@viaggioinitaliailfilm) em 24 de Mar, 2020 às 9:47 PDT
Festival É Tudo Verdade começa sua primeira edição digital
Ao completar 25 anos, o maior festival de documentários do país, o É Tudo Verdade, deu início nesta quinta (26/3) à sua primeira edição digital. Em comunicado, a produção do evento afirmou que o festival “reformulou seu programa original, diante das restrições radicais de mobilidade e do fechamento das salas de cinema e centros culturais em suas sedes em São Paulo e no Rio de Janeiro”. Com isso, o É Tudo Verdade foi dividido em duas etapas. Na primeira fase, os documentários ficarão disponíveis em um festival digital até o dia 5 de abril nos sites do Itaú Cultural, Canal Brasil Play e Spcine Play. “Em setembro, a segunda fase apresentará a vigorosa produção inédita selecionada para as mostras competitivas brasileira e internacional e programas fora de concurso”, informa o evento. Dos 83 longas, médias e curtas-metragens previstos para a programação oficial, 30 poderão ser acessados pela internet. O Itaú Cultural, por exemplo, disponibiliza a série “A Herança da Coruja”, do francês Chris Marker, o ciclo A Situação Cinema, com cinco longas brasileiros sobre o setor audiovisual, e quatro obras (três longas e um curta) da mostra Os Primeiros Premiados, que relembra a primeira edição do festival. O Spcine Play vai abrigar a mostra As Diretoras no É Tudo Verdade, com dez longas dirigidos por mulheres, já exibidos em edições passadas do evento, além de oito títulos (três longas e cinco curtas) da seção Ano 1, que relembra a edição inaugural de 1996, e dois documentários sobre José Mojica Marins, o Zé do Caixão, morto no mês passado. Para completar, o Canal Brasil Play programou as duas temporadas da série “Cineastas do Real”, que reúne 26 entrevistas com documentaristas brasileiros realizadas por Amir Labaki, fundador do É Tudo Verdade. O acesso a todos os conteúdos é gratuito.











