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    Programação digital destaca novo terror dos diretores de Boa Noite, Mamãe

    18 de julho de 2020 /

    As melhores estreias digitais deste fim de semana são filmes de terror. Tem terror indie de sereia, terror brasileiro de assombração e o novo terror dos diretores austríacos de “Boa Noite, Mamãe”, passado numa cabana isolada pela neve. Por sinal, o clima tenso também se estende ao suspense do professor que resolve ensinar uma lição para seu pior aluno. Confira abaixo mais detalhes destes e de outros lançamentos digitais inéditos nos cinemas brasileiros, disponibilizados nos serviços de VOD (locadoras online) e streaming. A curadoria não inclui, vale reforçar, filmes já exibidos em circuito cinematográfico, incluindo títulos clássicos, nem tampouco produções pouco recomendadas, que, em outros tempos, sairiam diretamente em vídeo. Os destaques online são: O Chalé | Reino Unido, Canadá | 2019 Terror atmosférico com 74% de aprovação no Rotten Tomatoes, “O Chalé” marca a estreia em inglês dos cineastas austríacos Severin Fiala e Veronika Franz, responsáveis pelo desconcertante “Boa Noite, Mamãe” (2014). A trama evoca o filme anterior, ao trazer Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”) como uma madrasta aspirante, passando as férias em um chalé de inverno com o casal de filhos de seu noivo. Isolados depois de uma nevasca, o relacionamento dos três começa a melhorar, até que o passado da mulher como sobrevivente de uma seita suicida vem à tona, junto com a falta de luz, barulhos no escuro e eventos aterrorizantes. O elenco mirim inclui Jaeden Martell, que se destacou no papel principal de “It: A Coisa” (2017). Disponível no iTunes. Professor | EUA | 2019 Suspense indie que recebeu críticas muito positivas (100% de aprovação em 7 resenhas no Rotten Tomatoes), traz David Dastmalchian (“Homem-Formiga e a Vespa”) como o professor do título, um profissional dedicado que percebe que um de seus alunos é alvo constante de assédio do valentão da escola. Quando a violência atinge níveis criminais, ele resolve enfrentar o agressor, mas se depara com um pai protetor e mais perigoso que imaginava. Disponível no Cinema Virtual. A Maldição da Sereia | EUA | 2019 Apesar de independente e barato, produzido com apoio de crowdfunding, o terror surpreende pela história, completamente diferente do que se espera de seu título, com alusões à violência contra mulheres e descaso com o meio-ambiente. A trama acompanha uma sereia pescada no oceano, torturada, mutilada e abandonada num hospício, onde é tratada para superar o delírio de acreditar ser uma criatura do mar. Por curiosidade, a sereia russa Alexandra Bokova apareceu num clipe da banda Smashing Pumpkins (“Solara”), um ano antes do filme. Disponível em Now e Vivo Play. Atrás da Sombra | Brasil | 2020 O primeiro longa do diretor goiano Thiago Camargo é uma mistura de thriller criminal e sobrenatural, que acompanha o detetive Jorge, contratado para investigar um caso numa cidade onde todos são desconfiados e parecem guardar segredos. Exemplar do moderno terror brasileiro, a trama aborda racismo, religião, crenças e descrenças, enquanto entretém com elementos do além – Jorge passa a ter pesadelos com uma assombração, a quem os moradores atribuem crimes. Destaque para a interpretação do músico congolês-brasileiro Bukassa Kabengele (“Irmandade”), ex-integrante da banda soul/funk Skowa e a Máfia, no papel principal. Disponível em Now e Vivo Play. Na Praia de Chesil | Reino Unido | 2017 Adaptação do romance de Ian McEwan (autor de “Desejo e Reparação”), o drama se passa na Inglaterra de 1962, onde um jovem casal com pouco em comum começa um relacionamento marcado por tensões sexuais e pressão social. O romance evolui e culmina em um casamento que não sai como os dois esperavam. Billy Howle (de “Dunkirk”) e Saoirse Ronan (“Adoráveis Mulheres”) têm os papéis principais. Disponível na Looke. A Portuguesa | Portugal, Alemanha | 2018 O filme de Rita Azevedo Gomes adapta um conto de 1924 de Robert Musil (“O Jovem Törless”). Durante a disputa pelo domínio de um principado italiano, Lorde von Ketten viaja até Portugal para encontrar uma esposa. Quando retornam à Itália, ele precisa partir para a guerra novamente, mas sua esposa está determinada a transformar o castelo onde vivem em um lar. Disponível no Mubi. Encantado, o Brasil em Desencanto | França, Brasil | 2018 Documentário produzido na França que retrata o contexto político e social do Brasil entre a eleição de Lula em 2002 e a eleição de Bolsonaro em 2018. O título foi inspirado no nome do bairro de Encantado, em que o cineasta Filipe Galvon cresceu no Rio de Janeiro. Ele mora na França desde 2013 e registra seu desencanto com o Brasil nesse documentário, construído com entrevistas com políticos, como Dilma Rousseff, Ciro Gomes, Fernando Haddad e Guilherme Boulos, e cidadãos comuns. Disponível em Now. Mulher | França | 2019 O documentário de Yann Arthus-Bertrand e Anastasia Mikova é uma continuação temática de “Humano: Uma Viagem Pela Vida” (2015), premiado nos festivais de Vancouver e Pequim. A produção filmou 2 mil mulheres em 50 países para discutir o que significa amor, respeito e lugar no mundo para uma parcela representativa da população mundial. Disponível em iTunes, Google Play, Now, Sky Play, Vivo Play e YouTube Filmes.

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    Novos filmes de Tom Hanks e Charlize Theron estreiam na internet

    10 de julho de 2020 /

    Duas superproduções de grande orçamento estreiam diretamente em streaming nesta sexta (10/7). Uma delas ia para o cinema. A Sony não quis esperar a reabertura das salas e negociou com a Apple o novo filme de Tom Hanks (“Um Lindo Dia na Vizinhança”), que custou cerca de US$ 50 milhões. A mudança transformou “Greyhound”, que retrata uma frota de guerra em combate marítimo, na produção mais cara já exibida com exclusividade pela Apple TV+. Já “The Old Guard” foi feito pela Netflix com o objetivo de lançar a primeira franquia de “super-heróis” da plataforma. A adaptação de quadrinhos da Image Comics não teve seu orçamento revelado, mas não foi barata. Estrelada por Charlize Theron (“Velozes & Furiosos 8”), inclui várias cenas de ação e efeitos visuais. Os dois filmes oferecem diversão escapista sob medida para tempos de recolhimento compulsório. São passatempos que não exigem maior compromisso e tiveram suas propostas bem-avaliadas pela crítica americana. Por coincidência ambos receberam a mesma nota no Rotten Tomatoes: 79% de aprovação. Confira abaixo mais detalhes destes e de outros lançamentos digitais inéditos, que se destacam entre as ofertas dos serviços de VOD (locadoras online) e streaming neste fim de semana. A curadoria não inclui títulos clássicos (são muitos e com alta rotatividade) e produções de baixa qualidade que, em outros tempos, sairiam diretamente em vídeo. Greyhound: Na Mira do Inimigo | EUA | 2020 Superprodução de batalha naval, “Greyhound” traz Tom Hanks de volta aos combates da 2ª Guerra Mundial, materializando um duelo de estratégias e torpedos entre uma frota de destroyers americanos e um esquadrão de submarinos alemães. Baseado em romance clássico de C.S. Forester (criador do herói naval Horatio Hornblower), o filme retrata o combate marítimo que realmente aconteceu antes das tropas americanas desembarcarem no front europeu. Além de atuar, Hanks assina o roteiro do longa, demonstrando sua assumida predileção por produções do período – o astro, que estrelou o impressionante “O Resgate do Soldado Ryan” (1998), também coproduziu com Steven Spielberg três séries passadas durante a 2ª Guerra Mundial. “Greyhound” é o terceiro longa escrito pelo ator, que anteriormente assinou “The Wonders – O Sonho Não Acabou” (2006) e “Larry Crowne – O Amor Está de Volta” (2011), que ele também dirigiu. Agora, porém, a direção está a cargo de Aaron Schneider, pouco experiente na função (dirigiu apenas “Segredos de um Funeral” em 2009), mas de longa carreira como cinegrafista. Disponível na Apple TV+. The Old Guard | EUA | 2020 A adaptação de quadrinhos traz Charlize Theron como uma guerreira imortal de mais de 6 mil anos de idade, que lutou em diversas guerras ao longo da história da humanidade. Ela lidera a “Velha Guarda”, um pequeno grupo de imortais dedicado a combater injustiças ao redor do mundo e que é caçado por um agente da CIA (Chiwetel Ejiofor, de “Doutor Estranho”) obcecado por descobrir a origem de seus poderes. O roteiro é assinado pelo escritor dos quadrinhos em que o filme se baseia, Greg Rucka (autor também dos quadrinhos que inspiraram a série “Stumptown”). Já a direção está a cargo de Gina Prince-Bythewood (“Além dos Limites”), que assim se torna a primeira diretora negra de um filme de “super-heróis”. Disponível na Netflix. Os Olhos de Kabul | França | 2019 A animação aborda com leveza a realidade insuportável da Cabul ocupada pelos talibãs nos anos 1990. A trama gira em torno de um casal apaixonado que tenta preservar seu amor, apesar de toda a violência e restrições trazida pela repressão extremista religiosa no Afeganistão. Exibido no Festival de Cannes do ano passado, o longa marca a estreia da animadora Eléa Gobbé-Mévellec (de “O Gato do Rabino”) na direção, em parceria com a atriz e cineasta Zabou Breitman (“O Acompanhante”), e tem 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível em iTunes, Google Play, Vivo Play, YouTube Filmes. Disforia | Brasil | 2020 O título define uma mudança repentina e transitória do estado de ânimo e é bastante apropriado para um terror psicológico. A trama acompanha um psicólogo traumatizado, que sofre pela dificuldade em se recuperar de um acontecimento assustador de seu passado e se vê desafiado ao aceitar o caso da menina Sofia. A simples presença da criança lhe desperta uma perturbação, que o faz encarar seu problema e o mistério envolvendo a família dela. Com referências às obras de Sephen King e influências de David Lynch, a estreia em longas de Lucas Cassales (premiado em Gramado pelo curta “O Corpo”) apresenta mais um bom representante do novo terror brasileiro. Disponível em iTunes, Google Play, Now, Vivo Play, YouTube Filmes. Dois Casais e um Bebê | EUA | 2020 A comédia escrita e dirigida por Sam Friedlander, produtor da série “The Resident”, acompanha dois casais de melhores amigos que costumam dividir a conta do restaurante. Mas será que eles são capazes de dividir um bebê? Em dúvida sobre assumir a paternidade em tempo integral, eles resolvem colocar essa ideia em prática. Disponível em iTunes, Google Play, Now, Vivo Play, YouTube Filmes. Ligue Djá: O Lendário Walter Mercado | EUA | 2020 O documentário celebra a carreira do astrólogo conhecido no Brasil pelo bordão “ligue djá”. Com visual excêntrico, que incluía uma capa branca e muito brilho, além de uma distinta personalidade andrógina, Walter Mercado marcou época na TV porto-riquenha antes de virar um fenômeno internacional. Com seu programa de astrologia, chegou a atingir 120 milhões de pessoas em todas as Américas. Até que ele sumiu. O filme aborda sua trajetória e conta o que motivou seu súbito desaparecimento, no auge da popularidade, utilizando cenas de arquivo, imagens raras, depoimentos de várias celebridades e uma entrevista exclusiva, concedida pelo astrólogo pouco antes de sua morte, em 2019. Exibido no Festival de Sundance, o filme tem nada menos que 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível na Netflix. Testemunhas de Putin | Rússia | 2018 Um olhar raro sobre o jovem Vladimir Putin durante sua ascensão à presidência da Rússia após a saída de Boris Yeltsin, em 2000. Originalmente encomendado como peça publicitária, o filme foi revisitado pelo diretor há dois anos, em busca de uma nova perspectiva sobre o eterno presidente russo, que duas décadas depois ainda se mantém no poder. Venceu o prêmio de Melhor Documentário do Festival de Karlovy Vary e tem 82% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível no Now.

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    Ex-Malhação transforma trauma de vídeo postado em site adulto em projeto de documentário

    8 de julho de 2020 /

    A atriz Pillar Costa está transformando seu drama, após um vídeo seu cair em um site adulto, num documentário. Em “Por um Fio”, ela pretende reunir depoimentos de mulheres que tiveram suas intimidades invadidas ou que sofreram agressões de seus companheiros. Para isso, criou um endereço no Instagram, “Braços que Acolhem”, em que registra voluntárias para contar suas histórias. Ela explicou a iniciativa num vídeo impactante publicado no YouTube, em que registrou a si mesmo chorando desesperada ao saber do vídeo postado ilegalmente. Junto dessas cenas, ela editou um depoimento atual, em que apresentou o novo projeto. A atriz, que participou de “Malhação” no ano passado, fez questão de incluir no vídeo o abalo causado pela descoberta da existência do vídeo por meio de uma ligação de Ubá, Minas Gerais. “Era meu pai, de 71 anos, muito nervoso, me peguntando se eu tinha vindo para o Rio para virar prostituta. Foi um choque até processar tudo isso. Quando entrei no site e digitei meu nome, achei um vídeo meu dançando funk, de roupa, que tinha gravado para um canal de humor. O título era: a dançarina mais gostosa Pillar. Meu pai ficou dois meses sem falar comigo. Muita gente me apontava, me questionava. Descobri que já sabiam antes mesmo de me avisarem e aquilo me consumiu. Não porque me confundiram com garota de programa. Até porque, se eu fosse, ninguém teria nada com isso e não vejo como um problema. A questão é ser exposta sem qualquer defesa ou conhecimento”, descreveu Pillar. Ela ainda pontuou que sofreu depressão logo após o episódio: “Pensei em me matar de verdade. Escrevi uma carta e guardei. Minha irmã Anna Victória é que percebeu minhas atitudes estranhas e pediu ajuda”. “Quero ressaltar que a maioria das vítimas são mulheres, exatamente isso. Quando acontece de um vídeo intimo vazar, a maioria das mulheres é que são, a maioria ou quase 100%, é que são escrachadas. Elas que são as vítimas e ocupam um lugar – de vergonha – que não é para ser delas, porque isso foi uma quebra de confiança”, completou a atriz. Há pouco tempo, a história voltou à tona em perfis fakes e ela resolveu publicar o vídeo, gravado em dois momento – o primeiro, no auge do desespero com a história, e o segundo, quando estava mais equilibrada. “Aprendi editar e mesclei dois vídeos. Um no qual contava, sofrendo, e outro para dizer o quanto era importante falar sobre o assunto. Daí nasceu o projeto ‘Por Um Fio’, que digo que foi algo divino”, explicou. Em pouco menos de um mês, já recebeu quase 200 emails com relatos de abusos. “O que eu posso ajudar é com o apoio para que elas mostrem a cara e denunciem o que passam. Digo que não sou psicóloga, mas encaminho para parceiras que dão orientação terapêutica e jurídica”, diz Pillar, que está fazendo gravações autorizadas das histórias que vem recebendo. Veja abaixo o vídeo, em que ela revela seu sofrimento e o nascimento do projeto.

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    Indianara será exibido em quase 200 países pela plataforma MUBI

    2 de julho de 2020 /

    A distribuidora O2 Play firmou parceria com a plataforma MUBI para a exibição do documentário “Indianara”, sobre ativista transgênero brasileira Indianara Siqueira, no serviço de streaming americano, que chega a quase 200 países diferentes. Vencedor do Festival Mix Brasil do ano passado, o filme acompanha a criadora da Casa Nem, abrigo para pessoas LGBTQIs em situação de vulnerabilidade no Rio de Janeiro, que lidera um grupo de mulheres transgênero na luta contra o preconceito e a intolerância no Brasil. “A MUBI é uma plataforma global, inteligente e com filmes instigantes. É um prazer começar uma relação mais próxima lançando um filme tão impactante quanto Indianara”, declara Igor Kupstas, diretor da O2 Play, em nota oficial. Dirigido pela francesa Aude Chevalier-Buarumel e pelo brasileiro Marcelo Barbosa, “Indianara” ficará disponível aos assinantes da MUBI a partir de domingo (5/7). Mas já pode ser visto, desde o fim de semana passado, nas locadoras digitais do Brasil – disponível no Google Play, Now, Looke, Vivo Play, Amazon Prime Video e YouTube Filmes Veja o trailer do filme abaixo

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  • Filme

    Documentário inédito sobre Maria Alice Vergueiro é disponibilizado no YouTube

    6 de junho de 2020 /

    Um documentário inédito sobre a atriz Maria Alice Vergueiro, falecida na última quarta-feira (3/6), aos 85 anos, foi disponibilizado pela primeira vez para o público na página da ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo) no portal de vídeos YouTube. Intitulado “Desordem Natural das Coisas”, o filme foi realizado em 2012 e antecede em seis anos o documentário “Górgona”, até então considerado o único perfil cinematográfico da atriz. Sem nunca ter sido exibido fora da USP, o filme foi feito como trabalho de conclusão de curso (TCC) da hoje jornalista Maria Clara Matos e encontrava-se nos arquivos da universidade. A obra oferece um importante registro da carreira da atriz, então com 77 anos e num momento consagrador, quando estava em turnê com a peça “As Três Velhas”, do mestre surrealista Alejandro Jodorowsky, que ela também dirigiu e que lhe rendeu uma série de indicações a prêmios, antes de enfrentar as limitações mais intensas do mal de Parkinson. Além de entrevista com Vergueiro, o filme de 1h35 traz depoimentos de artistas como Cacá Rosset, Antônio Abujamra (1938-2015), Pascoal da Conceição, José Celso Martinez Corrêa e Luciano Chirolli, com quem ela trabalhou ao longo da carreira. Veja abaixo, na íntegra.

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  • Filme,  Música

    Maestro do Rock: Documentário sobre Andre Matos ganha trailer

    6 de junho de 2020 /

    Um documentário sobre o roqueiro Andre Matos (1971-2019), que será lançado em 2021, teve seu primeiro trailer divulgado. Intitulado “Andre Matos – Maestro do Rock”, o filme mostrará diversas imagens de arquivo pessoal e entrevistas com amigos, familiares e músicos, e mostrará a evolução musical do artista, que tem formação de regente, estudou canto lírico e participou de bandas clássicas do heavy metal brasileiro, como Viper, Angra e Shaman. Dirigido e editado por Anderson Bellini e com produção do jornalista Thiago Rahal Mauro, o projeto teve início em 2018, quando o próprio Andre autorizou o registro de entrevistas. A família cedeu o restante do material para a conclusão do documentário, concluído com participação de músicos como Kai Hansen (Helloween), Sascha Paeth (parceiro do projeto Virgo) e Kiko Loureiro (ex-Angra e Megadeth). O filme será lançado no dia 14 de setembro de 2021, como uma grande homenagem ao músico, que nesta data completaria 50 anos de idade. Ele morreu de infarto aos 47 anos, em 8 de junho de 2019, data que o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, decretou oficialmente como o Dia Municipal do Metal, em homenagem ao artista.

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  • Filme

    É Tudo Verdade vai participar de evento virtual do Festival de Cannes

    6 de junho de 2020 /

    O festival É Tudo Verdade, maior mostra de documentários do Brasil, vai participar da versão online do Cannes Doc, evento dedicado ao mercado de documentários, que faz parte da programação do Marché du Film, braço do Festival de Cannes dedicado a negócios cinematográficos. O tradicional evento de cinema francês cancelou sua realização física nesta temporada, mas realizará o Marché du Film de forma digital, entre os dias 22 e 26 de junho. Normalmente, a seção de negócios ocorre simultaneamente à exibição de filmes do festival. Além do festival brasileiro, outras grandes mostras especializadas em documentários, como o francês Visions du Réel e o Festival Internacional de Documentários de Amsterdã, também participarão da versão virtual do Cannes Doc.

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    Diretora de Torre das Donzelas prepara filme sobre Fernanda Young

    7 de maio de 2020 /

    A vida da roteirista e apresentadora Fernanda Young, criadora de várias séries de sucesso, como “Os Normais”, “Como Aproveitar o Fim do Mundo” e a recente “Shippados”, vai virar filme. A diretora e roteirista Susanna Lira (“Torre das Donzelas”) prepara um longa sobre a artista, que morreu em agosto passado, aos 49 anos. No site da produtora da cineasta, Modo Operante, o filme é descrito como um documentário, especialidade de Susanna Lira – que também já trabalhou com ficção, como criadora da série “Rotas do Ódio”. Chamado de “Tudo o que Você Não Soube sobre FY”, o longa tem seu título inspirado pelo sétimo livro escrito por Fernanda. Curiosamente, “Tudo o que Você Não Soube” não é uma biografia, mas um relato, em primeira pessoa, de uma mulher que escreve para seu pai, que ela não vê há muito tempo e que está à beira da morte, contando sobre sua vida, aflições e piores segredos, tudo nos mínimos detalhes. Não há outras informações sobre o projeto.

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    Bruno Barreto prepara documentário sobre bastidores da eleição de Bolsonaro

    3 de maio de 2020 /

    O cineasta Bruno Barreto (“Última Parada 174”) está produzindo e dirigindo “O Capitão”, um documentário sobre a escalada de Bolsonaro à presidência. Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, o material reunido para a produção contém muitas imagens inéditas dos bastidores da campanha de Jair Bolsonaro e uma entrevista exclusiva de Gustavo Bebianno, dada seis dias antes dele morrer, contando fatos ainda não revelados de sua convivência com o presidente. Barreto registrou dezenas de horas de gravações exclusivas feitas durante o ano de 2018 no QG da campanha — a casa do empresário Paulo Marinho, no Rio de Janeiro. Previsto para estrear em 2021, o filme está atualmente sendo negociado com plataformas de streaming interessadas em sua distribuição.

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  • Etc,  Filme

    Petra Costa diz que coronavírus revela “ódio pela humanidade” de alguns políticos

    1 de maio de 2020 /

    A cineasta Petra Costa, indicada ao Oscar 2019 pelo documentário “Democracia em Vertigem”, apresentou uma masterclass de três horas em streaming no festival de cinema suíço Visions du Reél, na quinta-feira (30/4), em que falou de seu próximo projeto, o documentário “Distopia”, sobre as consequências da pandemia do novo coronavírus. Falando sobre o aspecto político da covid-19, ela diz ter constatado que a doença deixou claro o fascismo de alguns líderes políticos, especialmente no Brasil. “Eu acho que a pandemia revela muito do que não era óbvio para todos: essa retórica fascista estava escondida atrás da retórica do ódio pelo diferente, pela esquerda, pelo Partido dos Trabalhadores, pelos artistas, gays, mulheres”, opinou a cineasta, em registro da revista Variety. “O que o coronavírus mostra é que se trata de um ódio pela humanidade. Um desejo por morte”, apontou. O novo filme de Petra Costa, cujo título veio à tona na palestra, é um filme sobre o isolamento social a partir do ponto de vista da população brasileira, conforme atravessa o atual período. Para reunir as imagens, ela fez um pedido em suas redes sociais para que pessoas de todo o país encaminhassem vídeos com seus cotidianos e testemunhos da pandemia. “Estamos coletando narrativas e perspectivas de várias pessoas sobre suas quarentenas. Eu convido a qualquer um que queira compartilhar suas imagens e vamos pagar por tudo caso as utilizemos. Adoraríamos compor um mosaico com as mais variadas visões”, ela explicou. Contatos e vídeos devem ser encaminhados para o email dystopia@buscavidefilmes.com. A tendência é que o resultado seja tão polarizador quanto “Democracia em Vertigem”, pois o Brasil jamais deixou de lado a polarização desde o Impeachment de Dilma Rousseff, culminando na eleição de Jair Bolsonaro à presidência. Na palestra, Petra explicou que “Democracia em Vertigem” foi resultado de seu tempo. “O filme só poderia ser polarizador porque o que aconteceu era polarizador. Construíram um muro em frente ao Congresso. Qualquer filme sobre o que aconteceu no Brasil nos últimos cinco anos seria polarizador”, explicou. “Eu já estava lidando com essa divisão dentro da minha própria família e como encontrava essa contradição do Brasil ali”, relembrou. Sobre a possibilidade de uma continuação de seu documentário mais famoso e premiado, Petra deixou a questão em aberto. “É algo que me assombra também. Não tenho resposta para isso ainda”, admitiu.

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    Após Big Brother, Babu Santana vai aparecer em quatro filmes e planeja dirigir documentário

    29 de abril de 2020 /

    O ator Babu Santana (“Tim Maia”) revelou numa live no Instagram seus próximos projetos após a popularidade conseguida no “Big Brother Brasil” – ou “BBB 20”. Para começar, ele vai aparecer em quatro longas inéditos, que já tinha filmado antes de entrar no reality show da Globo. São eles: “Intervenção”, um filme de ação previsto para estrear em 10 de setembro, a comédia “Quatro Amigas numa Fria”, em que faz apenas uma participação, “Suburbanos: O Filme”, versão de cinema para a série do Multishow, e “Oeste Outra Vez”, um western alternativo que ele terminou de rodar em setembro do ano passado. Mas para seu próximo projeto, quer também dirigir. Babu pretende se unir ao amigo Luciano Vidigal, que é ator, cineasta e professor de teatro do Nós do Morro, grupo que o revelou, para realizar um documentário. A ideia é rodar de carro pelo Brasil atrás de suas raízes, buscando encontrar seus parentes de raízes africanas e origens indígenas. Ele aproveitou a live, que reuniu 40 mil pessoas, para pedir apoio da Fiat na empreitada. “Quero rodar o Brasil de Toro”, disse o ator, em referência ao carro que ganhou da montadora após sair do programa.

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    Documentário brasileiro sobre menstruação vence o Emmy Kids Internacional

    2 de abril de 2020 /

    O documentário “Nosso Sangue, Nosso Corpo”, da cineasta paulistana Mariana Cobra, venceu o Emmy Kids Internacional, na categoria “factual”, em cerimônia transmitida pelas redes sociais diretamente de Cannes, na França. Para comemorar a conquista internacional, a diretora improvisou um tapete vermelho no sítio no interior de Minas Gerais onde está há duas semanas em quarentena. “Me arrumei, tomei champanhe e celebrei muito”, contou, por mensagem de WhatsApp, ao jornal O Globo. “Nosso Sangue, Nosso Corpo” reúne entrevistas de jovens entre 13 e 19 anos do Brasil, Argentina, Índia e África do Sul, falando sobre a menarca, primeiro fluxo menstrual. A diretora conta que sua personagem da África do Sul “não tinha dinheiro para comprar absorventes e, quando estava menstruada, faltava aula”, que a menina da Índia “era proibida de rezar com a família durante o período”, enquanto a argentina, única representante LGBTQIA+ da selação, “teve conflitos intensos com o próprio corpo, a ponto de desenvolver uma anorexia”, e a brasileira “escondeu o fato da família por quase um dia inteiro, envergonhada”. “Como mulher, foi muito importante dirigir um projeto que trata de um tema tão significativo e presente na rotina de corpos femininos de distintas gerações. Muito bom saber que trabalhos com assuntos tão pouco abordados estão sendo prestigiados. Isso é um sinal positivo e mostra que mudanças estão acontecendo na sociedade. Minha expectativa é que nós e as próximas gerações possam de verdade falar sobre o tema, que a menarca seja um momento conhecido e respeitado”, declarou. Especialista em trabalhos sobre o universo feminino, Mariana Cobra já filmou o curta “Remorsos” (2015), sobre violência de gênero, realizou o projeto fotográfico “Divinas”, que busca retratar a real beleza da mulher latino-americana, trabalhou na série “A Garota da Moto” e fez a websérie “Zodíaca”, com Mariana Ximenes, Fabiula Nascimento e Maria Flor, entre outras atrizes, interpretando seus respectivos signos. Seu próximo projeto será um longa sobre as pressões da maternidade. O Brasil também concorria ao Emmy Kids Internacional com a série teen “Malhação”, o reality “The Voice Kids”, ambos da Globo, e a animação “Irmão do Jorel”, do Cartoon Network, mas apenas o trabalho de Mariana Cobra, coproduzido pela Fox, foi premiado. Veja abaixo o belíssimo trailer de “Nosso Sangue, Nosso Corpo”.

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    Festival É Tudo Verdade começa sua primeira edição digital

    26 de março de 2020 /

    Ao completar 25 anos, o maior festival de documentários do país, o É Tudo Verdade, deu início nesta quinta (26/3) à sua primeira edição digital. Em comunicado, a produção do evento afirmou que o festival “reformulou seu programa original, diante das restrições radicais de mobilidade e do fechamento das salas de cinema e centros culturais em suas sedes em São Paulo e no Rio de Janeiro”. Com isso, o É Tudo Verdade foi dividido em duas etapas. Na primeira fase, os documentários ficarão disponíveis em um festival digital até o dia 5 de abril nos sites do Itaú Cultural, Canal Brasil Play e Spcine Play. “Em setembro, a segunda fase apresentará a vigorosa produção inédita selecionada para as mostras competitivas brasileira e internacional e programas fora de concurso”, informa o evento. Dos 83 longas, médias e curtas-metragens previstos para a programação oficial, 30 poderão ser acessados pela internet. O Itaú Cultural, por exemplo, disponibiliza a série “A Herança da Coruja”, do francês Chris Marker, o ciclo A Situação Cinema, com cinco longas brasileiros sobre o setor audiovisual, e quatro obras (três longas e um curta) da mostra Os Primeiros Premiados, que relembra a primeira edição do festival. O Spcine Play vai abrigar a mostra As Diretoras no É Tudo Verdade, com dez longas dirigidos por mulheres, já exibidos em edições passadas do evento, além de oito títulos (três longas e cinco curtas) da seção Ano 1, que relembra a edição inaugural de 1996, e dois documentários sobre José Mojica Marins, o Zé do Caixão, morto no mês passado. Para completar, o Canal Brasil Play programou as duas temporadas da série “Cineastas do Real”, que reúne 26 entrevistas com documentaristas brasileiros realizadas por Amir Labaki, fundador do É Tudo Verdade. O acesso a todos os conteúdos é gratuito.

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