Novo “Jogos Vorazes” vai chegar aos cinemas em 2023
A Lionsgate anunciou o lançamento de um novo filme da franquia “Jogos Vorazes” (Hunger Games, em inglês), “Hunger Games – Ballad of Songbirds and Snakes”, que teve sua estreia marcada para 17 de novembro de 2023. O filme contará novamente com o diretor Francis Lawrence, que assinou três dos quatro filmes da franquia (“Em Chamas”, “A Esperança – Parte Um” e “A Esperança – O Final”), além do roteirista Michael Arndt e a produtora Nina Jacobson. O anúncio foi feito durante a apresentação da Lionsgate no CinemaCon, juntamente com um breve teaser que dizia: “Você está convidado a voltar aos Jogos. Em 2023, o mundo descobrirá quem é um pássaro e quem é uma serpente.” O novo filme será baseado no mais recente livro de Suzanne Collins, autora da saga, lançado no Brasil em 2020 com o título de “A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”. No cinema, os três livros anteriores da escritora viraram quatro filmes que faturaram US$ 3 bilhões em bilheteria mundial. Nina Jacobson produziu todos os quatro, Lawrence dirigiu os três últimos e Arndt escreveu o melhor, “Jogos Vorazes: Em Chamas”. Lançados originalmente entre 2008 e 2010, os livros de “Jogos Vorazes” retratavam o mundo distópico de Panem, dividido em “distritos”, que anualmente ofereciam tributos para os Jogos Vorazes, uma competição da qual apenas um saía vivo. Os quatro filmes foram lançados logo após o final da publicação da trilogia inicial, entre 2012 e 2015. Como se trata de um prólogo, “A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes” pode frustrar os fãs por não incluir a protagonista Katniss Everdeen. Em compensação, destaca outro personagem bastante conhecido dos fãs da saga: o futuro presidente Snow, o grande vilão da distopia imaginada por Collins. “A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes” se passa 64 anos antes do primeiro livro e mostra Snow como um jovem de 18 anos, nascido em berço de ouro e ansioso por construir o seu próprio legado. Nos quatro filmes produzidos pela Lionsgate, o papel do presidente Snow foi interpretado por Donald Sutherland. A sinopse da Lionsgate para o filme diz: “Neste retorno a ‘Jogos Vorazes’, anos antes de se tornar o tirânico presidente de Panem, Coriolanus Snow, de 18 anos, vê uma chance de mudar sua sorte quando é escolhido para ser o mentor de Lucy Gray Baird, a garota tributo do empobrecido Distrito 12.” Suzanne Collins também contribuiu com o roteiro da adaptação, trabalhando com Michael Arndt e Michael Lesslie (“Assassin’s Creed”).
Will Smith e Michael B. Jordan vão estrelar “Eu Sou a Lenda 2”
Os astros Will Smith e Michael B. Jordan vão estrelar o primeiro filme juntos. E será a sequência do blockbuster “Eu Sou a Lenda”, sci-fi estrelada por Will Smith (e Alice Braga) em 2007. O filme será escrito pelo roteirista do filme original, Akiva Goldsman. E a produção vai juntar as empresas dos dois astros, a Westbrook Studios de Smith e a Outlier Society de Jordan, com os estúdios Warner Bros. O primeiro filme foi uma adaptação do clássico romance distópico homônimo de Richard Matheson, publicado em 1954 e que já tinha rendido dois filmes antes, “Mortos que Matam” (1974) com Vincent Price e “A Última Esperança da Terra” (1971) com Charlton Heston. A versão estrelada por Smith foi a mais bem-sucedida de todas, arrecadando US$ 585 milhões de dólares. Conversas sobre uma continuação tem sido travadas desde então, mas sempre enfrentaram um obstáculo: a morte do personagem de Smith, cientista que encontra a cura para uma praga, que exterminou a maior parte da humanidade e transformou os sobreviventes em criaturas monstruosas. Não está claro como Smith pode retornar para a sequência. Também não houve anúncio sobre o retorno de Alice Braga, cuja personagem sobreviveu ao apocalipse. Will Smith está atualmente indicado ao Oscar de Melhor Ator por seu desempenho no filme “King Richard: Criando Campeãs”, que recentemente lhe rendeu o SAG Awards, o prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA. Já Jordan se prepara para dirigir seu primeiro filme, “Creed 3”, que ele também vai estrelar. Lembre abaixo do trailer de “Eu Sou a Lenda”.
Apple TV+ vai lançar série baseada no clássico sci-fi “Metropolis”
A Apple TV+ fechou contrato com o criador de “Mr. Robot”, Sam Esmail, para lançar uma minissérie baseada na cultuada sci-fi “Metrópolis”, clássico revolucionário do cinema mudo, dirigido por Fritz Lang em 1927. Esmail concebeu o projeto em 2016, mas só agora encontrou espaço em sua ocupada agenda para se comprometer inteiramente com sua execução. Em seu caso, “inteiramente” significa escrever, produzir e dirigir cada um dos episódios da minissérie. “Metropolis” foi o filme mais caro feito durante o cinema mudo e seu tema distópico é considerado muito à frente de seu tempo. A trama escrita por Thea von Harbou imaginava o futuro da humanidade em 2026 (100 anos após sua produção), onde o mundo seria dividido rigorosamente em duas castas: a Superfície, onde os ricos usufruem dos avanços da tecnologia, e o Mundo dos Trabalhadores, no subterrâneo, onde os pobres trabalham 10 horas por dia em péssimas condições, sustentando as máquinas que fornecem conforto à população da superfície. Claro que há uma rebelião, inaugurando um tema que “Elysium” (2013), “Jogos Vorazes” (2012) e tantos outras distopias totalitárias acabaram reprisando nos cinemas. A série será produzida pela Universal Cable Productions, mas ainda não tem cronograma de produção conhecido ou previsão de estreia. Veja o trailer do filme clássico abaixo.
“Years and Years” previu ataque da Rússia à Ucrânia
Não foi só “Os Simpsons”. A invasão da Ucrânia por tropas russas também foi prevista pela minissérie distópica “Years and Years”, lançada em 2019. A trama pessimista imagina um futuro em que o ataque russo desencadeia uma guerra nuclear. O primeiro episódio começa em 2019 e salta alguns anos, mostrando, entre outros eventos, a volta de Donald Trump ao poder, a morte de Angela Merkel, a criação de uma base militar chinesa em uma ilha artificial e a ascensão de uma candidata de extrema-direita como Primeira Ministra do Reino Unido. O que mais chama atenção neste exercício de futurologia é que, quando passa pelo ano de 2022, a série mostra reportagens televisivas sobre a agitação política causada por rebeldes pró-Rússia na Ucrânia, culminando no envio de tanques russos para Kiev, a capital ucraniana. Nos episódios seguintes, a série revela que a intervenção foi um golpe de Estado orquestrado pela Rússia, que ainda teria forçado um plebiscito artificial em que 97% dos ucranianos diziam querer cidadania russa. A invasão gera uma forte corrente migratória de ucranianos refugiados, muitos em busca de asilo político no Reino Unido, o que acaba alimentando a xenofobia. O criador da série, Russell T. Davies, revelou na época do lançamento que se inspirou apenas no noticiário, incluindo a ascensão de políticas repressoras em países da antiga União Soviética, como a proibição da homossexualidade na Chechênia e a resistência Rússia à democracia pró-ocidental na Ucrânia. Não por caso, um dos personagens principais era um ucraniano gay refugiado. A minissérie está disponível no Brasil no catálogo da HBO Max.
Benedict Cumberbatch e Laura Dern farão sci-fi do diretor de “Assassin’s Creed”
Os atores Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) e Laura Dern (“Jurassic Park”) foram anunciados no elenco de “Morning”, superprodução sci-fi que terá direção do australiano Justin Kurzel (de “Assassin’s Creed”). Além dos dois atores, que viverão um casal, a produção contará com o menino Noah Jupe (“Um Lugar Silencioso”) como seu filho. O filme vai se passar num futuro em que a invenção de um comprimido dispensa as pessoas de dormir. Com isso e a ajuda de um Sol artificial, que faz com que luz “natural” nunca se esgote, o trabalho e a vivência do dia-a-dia se tornam intermináveis. Contudo, a geração mais nova, que cresceu privada do sono, considera iniciar uma rebelião para recuperar os seus sonhos (literal e figurativamente). Dern terá o papel de uma mãe defensora deste estado permanentemente acordado que, após a morte do marido (Cumberbatch), vê seu filho (Jupe) ser levado para o submundo dos “sonhadores”, que estão contra o funcionamento permanente do mundo. O longa ainda não tem previsão de estreia.
Stephen King pede 2ª temporada de “Y: The Last Man”
Os produtores de “Y: The Last Man” ganharam estímulo e um reforço de peso para encontrar um novo lar para a série, que exibiu seu último capítulo na segunda-feira (1/11). Ninguém menos que o escritor Stephen King (“It- A Coisa”) se mobilizou nas redes sociais para pedir a continuidade da atração, cancelada pelo canal pago FX em sua 1ª temporada. “’Y: O Último Homem’ foi realmente cancelada? Por favor, diga que não. Embora longe de ser perfeita (e algumas das cenas são tão escuras que não se consegue ver quem está falando), é uma das séries mais interessantes da TV. Vamos, Hulu… ou alguém… não me deixe esperando”, declarou King em sua conta pessoal do Twitter. Vale lembrar que Stephen King também se manifestou sobre o cancelamento de “Manifest” e a série acabou resgatada pela Netflix. Na época em que a FX anunciou o fim de “Y: The Last Man”, os produtores buscavam uma alternativa com a HBO Max, considerada um lar natural para a série, que era produzida pela Warner Bros. Television e baseada em quadrinhos da DC Comics. Apesar de ter recebido 73% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série na verdade nunca atingiu a qualidade dos quadrinhos originais em que se baseava. O ritmo arrastado, visando estender a história por várias temporadas, também resultou no desinteresse do público. Mesmo assim, a premissa mantém-se instigante, ao mostrar um mundo pós-apocalíptico em colapso, após a morte sem explicação de todos os homens da Terra. Isto é, todos menos um: Yorick (Ben Schnetzer), o Y do título, possivelmente o homem menos interessante do mundo, agora transformado no último homem. Esta história tem fim. E quem tiver curiosidade em saber qual é, deve ler os quadrinhos originais de Brian K. Vaughn, com arte de Pia Guerra, que conquistaram nada menos que cinco prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos), além de se tornar a primeira graphic novel (num de seus relançamentos como volume encadernado) a vencer o prêmio Hugo (o Oscar/Nobel da literatura sci-fi). Lançada por várias editoras no Brasil, a coleção completa foi republicada em cinco volumes luxuosos de capa dura em 2019 pela editora Panini. Já a série foi disponibilizada no país pela plataforma Star+ – recém-lançada e já com seu primeiro cancelamento. Is Y THE LAST MAN really canceled? Please say not. Although far from perfect (and some of the scenes are so dark you can't tell who's talking), it's one of the most interesting shows on TV. C'mon, Hulu…or somebody… don't leave me hanging. — Stephen King (@StephenKing) November 2, 2021
“Y: The Last Man” é cancelada na 1ª temporada
A série “Y: The Last Man” foi cancelada pelo canal pago FX e a plataforma Hulu nos EUA. A notícia foi compartilhada pela showrunner Eliza Clark em seu Twitter neste domingo (17/10), na véspera da exibição do antepenúltimo episódio produzido. Em sua postagem, Clark fez os tradicionais agradecimentos ao FX e à equipe de criação do programa e manteve a esperança de que “Y: The Last Man” possa continuar em outro canal. Mas isto não vai acontecer. “Nós descobrimos que não vamos continuar ‘Y: The Last Man’ em sua 2ª temporada. Nunca na minha vida estive mais comprometida com uma história e ainda há muito mais para contar”, escreveu Clark, confirmando que a história ficará sem fim. “Tínhamos uma equipe de gênero diversificado de artistas brilhantes, liderados por mulheres em quase todos os cantos de nossa produção… Foi a coisa mais colaborativa, criativa e gratificante da qual que já fiz parte. Não queremos que isso acabe…”, acrescentou, afirmando em seguida seu compromisso de buscar um novo parceiro de exibição para continuar a história. Apesar de ter recebido 73% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série nunca atingiu a qualidade dos quadrinhos originais em que se baseava. Lenta de doer, perdeu foco e tempo em situações paralelas que pouco avançaram a trama, resultando no desinteresse do público mesmo com a premissa instigante de mostrar um mundo pós-apocalíptico em colapso, após a morte sem explicação de todos os homens da Terra. Isto é, todos exceto por um: Yorick (Ben Schnetzer), o Y do título, possivelmente o homem menos interessante do mundo, agora transformado no último homem. A culpa pelo final precoce também pode ser compartilhado pela cúpula do FX, que poderia ter seguido com outra equipe e outra direção. Isto porque Eliza Clark (produtora-roteirista de “The Killing” e “Animal Kingdom”) foi chamada de última hora para refazer um projeto pronto, desenvolvido pelo criador dos quadrinhos originais, Brian K. Vaughn, em parceria com o roteirista Michael Green (do filme “Logan”). O primeiro piloto foi gravado em 2018, mas a produção voltou à estaca zero com um impasse criativo, após a FX questionar opções de Green, que pediu demissão. O elenco original acompanhou o showrunner, com exceção de Diane Lane (“Batman vs Superman”), única remanescente do projeto que continuou a bordo com a chegada de Eliza Clark. A nova showrunner mudou tudo e agradou a FX, resultando numa série cancelada antes de seu final. Quem tiver curiosidade em saber como a história termina, deve procurar os quadrinhos originais de Brian K. Vaughn, com arte de Pia Guerra, que conquistaram nada menos que cinco prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos), além de se tornar a primeira graphic novel (num de seus relançamentos como volume encadernado) a vencer o prêmio Hugo (o Oscar/Nobel da literatura sci-fi). Lançada por várias editoras no Brasil, a coleção completa foi republicada em cinco volumes luxuosos de capa dura em 2019 pela editora Panini. A série “Y: The Last Man” segue sendo exibida semanalmente até 1 de novembro. No Brasil, ela é disponibilizada pela plataforma Star+ – recém-lançada e já com seu primeiro cancelamento. My statement on Y: THE LAST MAN and Season 2. pic.twitter.com/rFtb6pXu5i — Eliza Clark (@TheElizaClark) October 17, 2021
“Y: The Last Man” ganha trailer nacional para estreia na Star+
A plataforma Star+ divulgou o trailer nacional de “Y: The Last Man”, em versões legendada e dublada em português. A prévia apresenta rapidamente a catástrofe mundial que serve de premissa para a trama, baseada num dos quadrinhos mais premiados da Vertigo (a antiga divisão adulta da DC Comics). Lançada no Brasil sob o título de “Y: O Último Homem”, a HQ vencedora de cinco prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos) e publicada ao longo de 60 edições entre 2002 e 2008 acompanha o jovem ilusionista Yorick Brown, que fica perplexo ao se descobrir sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções num mundo onde só restaram fêmeas de todas as espécies. A morte de todos os homens mergulha o planeta no caos, originando colapso energético, ao mesmo tempo em que a descoberta de um último sobrevivente masculino lança uma corrida entre nações rivais por sua posse. Encomendada há seis anos, a adaptação da obra de Brian K. Vaughan (criador também de “Fugitivos da Marvel”) teve bastidores conturbados e passou por duas escalações diferentes de elenco antes da estreia, conduzida por sua segunda showrunner, Eliza Clark (produtora-roteirista de “The Killing” e “Animal Kingdom”). Ben Schnetzer, que participou de “A Menina que Roubava Livros” (2013), “Warcraft” (2016) e “7 Dias em Entebbe” (2018), vive o “Último Homem” e o elenco ainda destaca Diane Lane (“Batman vs Superman”), Olivia Thirlby (em sua segunda adaptação de quadrinhos, após “Dredd” em 2012) e Ashley Romans (“NOS4A2”). A estreia vai acontecer em 13 de setembro no Brasil, mesmo dia do lançamento da série na plataforma americana Hulu.
“The Handmaid’s Tale” vai ganhar série derivada e acabar em breve
A equipe criativa de “The Handmaid’s Tale” está preparando a despedida da série e uma continuação, na forma de um derivado chamado de “The Testaments”. “O sucesso de ‘The Handmaid’s Tale’ permanece supremo para nós”, declarou Jordan Helman, Chefe de Produções Roteirizadas da plataforma Hulu, em entrevista ao site americano Deadline. “Dito isso, o que é mais importante é que encerremos essa série de um forma criativa e que pareça natural, então estamos em constantes discussões, literalmente agora, com [o showrunner] Bruce Miller, [a estrela] Lizzie Moss e [o produtor] Warren Littlefield sobre a melhor forma de encerrarmos a série. Ainda não chegamos a uma resposta, mas imagino que vamos ser capazes de responder isso dentro dos próximos meses”, acrescentou. Segundo Helman, a equipe de roteiristas atualmente trabalha na história da 5ª temporada da série que é “a joia da coroa do nosso portfólio”. O executivo afirmou que o sucesso do quarto ano da série, que registrou aumento de 32% na audiência em relação à 3ª temporada, demonstra o interesse do público nesse universo e reforça os planos de expandir e continuar a narrativa num spin-off, que já está em fase inicial de desenvolvimento. Ele também sugeriu que o lançamento de “The Testaments” estaria atrelado ao final de “The Handmaid’s Tale”. “A conversa em torno de ‘The Testaments’ está atrelada às conversas sobre ‘The Handmaid’s Tale’. O trabalho da escritora Margaret Atwood se tornou incrivelmente importante enquanto símbolo da marca Hulu, então o que queremos é assegurar que introduziremos o mundo de ‘The Testaments’ de forma orgânica entre o que já tem sido feito na plataforma”, explicou Helman. “As duas questões estão amarradas. O nascimento de ‘The Testaments’ e o eventual fim de ‘The Handmaid’s Tale’ são relacionados e estão em discussões neste exato momento”. Além disso, a Hulu vai estender a pareceria com a escritora canadense com uma nova adaptação: “MaddAddam”, sci-fi apocalíptica que está sendo escrita por Mike Lesslie (“Little Drummer Girl”) e segue “sua própria trajetória criativa”, independente da equipe de “The Handmaid’s Tale”. Lançado no Brasil com o título de “MaddAddão”, o livro encerra uma trilogia literária de Atwood, que ainda inclui “Oryx e Crake” e “O Ano do Dilúvio”.
Novo filme de “Jogos Vorazes” será produzido no começo de 2022
O presidente do estúdio Lionsgate, Joe Drake, revelou que pretende começar as filmagens de mais um filme da saga “Jogos Vorazes” no primeiro semestre de 2022. O projeto foi oficializado no ano passado e, segundo o produtor, está “indo muito, muito bem”. A atualização do projeto veio à tona em meio ao balanço trimestral do estúdio para investidores de Wall Street. O novo filme será baseado no novo livro de Suzanne Collins, “A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, lançado em junho do ano passado. A produção vai reunir a mesma equipe dos filmes originais: o diretor Francis Lawrence, o roteirista Michael Arndt e a produtora Nina Jacobson. No cinema, os três livros da escritora viraram quatro filmes que faturaram quase US$ 3 bilhões em bilheteria. Nina Jacobson produziu todos os quatro, Lawrence dirigiu os três últimos e Arndt escreveu o melhor, “Jogos Vorazes: Em Chamas”. Lançados originalmente entre 2008 e 2010, os livros de “Jogos Vorazes” retratavam o mundo distópico de Panem, dividido em “distritos”, que anualmente ofereciam tributos para os jogos vorazes, uma competição da qual apenas um saía vivo. Os quatro filmes foram lançados logo após o final da publicação da trilogia, entre 2012 e 2015. O prólogo, porém, não traz a protagonista Katniss Everdeen, mas outro personagem bastante conhecido dos fãs da saga: o futuro presidente Snow, o grande vilão da distopia imaginada por Collins. “A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes” se passa 64 anos antes do primeiro livro e mostra Snow como um jovem de 18 anos, nascido em berço de ouro e ansioso por construir o seu próprio legado. Nos quatro filmes produzidos pela Lionsgate, o papel do presidente Snow foi interpretado por Donald Sutherland. A previsão de estreia para a nova adaptação é para o fim de 2023 ou início de 2024.
Trailer de “Y: O Último Homem” mostra a morte dos machos do planeta
O canal FX e a plataforma Hulu divulgaram o pôster e o primeiro trailer completo de “Y: The Last Man”. A prévia apresenta rapidamente a catástrofe mundial que serve de premissa para a trama, baseada num dos quadrinhos mais premiados da Vertigo (a antiga divisão adulta da DC Comics). Lançada no Brasil sob o título de “Y: O Último Homem”, a HQ vencedora de cinco prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos) e publicada ao longo de 60 edições entre 2002 e 2008 acompanha o jovem ilusionista Yorick Brown, que fica perplexo ao se descobrir sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções num mundo onde só restaram fêmeas de todas as espécies. A morte de todos os homens mergulha o planeta no caos, originando colapso energético, ao mesmo tempo em que a descoberta de um último sobrevivente masculino lança uma corrida entre nações rivais por sua posse. Encomendada há seis anos, a adaptação da obra de Brian K. Vaughan (criador também de “Fugitivos da Marvel”) teve bastidores conturbados e passou por duas escalações diferentes de elenco antes da estreia, conduzida por sua segunda showrunner, Eliza Clark (produtora-roteirista de “The Killing” e “Animal Kingdom”). Ben Schnetzer, que participou de “A Menina que Roubava Livros” (2013), “Warcraft” (2016) e “7 Dias em Entebbe” (2018), vive o “Último Homem” e o elenco ainda destaca Diane Lane (“Batman vs Superman”), Olivia Thirlby (em sua segunda adaptação de quadrinhos, após “Dredd” em 2012) e Ashley Romans (“NOS4A2”). A estreia está marcada para 13 de setembro na seção “FX on Hulu”, dedicada a produções da FX lançadas diretamente em streaming. Já seu destino no Brasil está em aberto, após a Starzplay entrar na Justiça e paralisar os planos da Disney para lançar a Star+ (Starplus), nome da “Hulu brasileira”, que deveria ser inaugurada em 31 de agosto. A série era aguardada nesta plataforma.
“Y: O Último Homem” ganha primeiro teaser
A plataforma Hulu divulgou o primeiro teaser de “Y: The Last Man”. Sem imagens da atração, a prévia explica, via animação, a premissa da série, baseada num dos quadrinhos mais premiados da Vertigo (a antiga divisão adulta da DC Comics), lançados no Brasil como “Y: O Último Homem”. A história vencedora de cinco prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos) e publicada ao longo de 60 edições entre 2002 e 2008 acompanha o jovem ilusionista Yorick Brown, que fica perplexo ao se descobrir sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções num mundo onde só restaram fêmeas de todas as espécies. O processo da adaptação foi longo. Tudo começou há seis anos, quando o próprio autor da publicação, Brian K. Vaughan, escreveu um roteiro em parceria com o roteirista Michael Green (“Logan”) para o canal pago FX. O primeiro piloto foi gravado em 2018, mas a decisão de produzir a série só foi tomada um ano depois. Nesse meio tempo, Michael Green se demitiu após uma crise criativa com a emissora sobre os rumos da história. Em seu lugar, Eliza Clark (produtora-roteirista de “The Killing” e “Animal Kingdom”) foi encarregada de refazer o piloto. Mas a notícia não agradou parte do elenco. Entre eles, Barry Keoghan (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”), intérprete de Yorik, que preferiu ir filmar “Eternos” na Marvel. Ben Schnetzer, que participou de “A Menina que Roubava Livros” (2013), “Warcraft” (2016) e “7 Dias em Entebbe” (2018), assumiu o posto do “Último Homem” na reformulação. Mas a série também perdeu Imogen Poots (“Sala Verde”), Lashana Lynch (“Capitã Marvel”) e outras estrelas importantes. Com Diane Lane (“Batman vs Superman”), remanescente do elenco inicial, no papel da cientista capaz de descobrir o que originou a extinção dos homens na Terra, o novo elenco também traz Olivia Thirlby (em sua segunda adaptação de quadrinhos, após “Dredd” em 2012) e Ashley Romans (“NOS4A2”) como Hero Brown, a irmã de Yorick, e a agente 355, respectivamente. “Y: O Último Homem” é a segunda criação de Brian K. Vaughan a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos “Fugitivos” (Runaways), que renderam três temporadas na plataforma Hulu. “Y” será lançada no mesmo endereço, na aba “FX on Hulu”, dedicada a produções da FX lançadas diretamente em streaming. A estreia está marcada para 13 de setembro. A série deve chegar no Brasil pela plataforma Star+ (Star Plus, a “Hulu brasileira), que será inaugurada em 31 de agosto.
“Y: O Último Homem” ganha segunda “primeira” foto
Agora vai. Mais de dois anos depois da divulgação da primeira foto, a série “Y: The Last Man” ganhou seu segundo clique oficial. Publicada no Instagram da showrunner Eliza Clark, a cena foi acompanhada pela data de estreia: em 13 de setembro na plataforma americana Hulu. A imagem mostra o cenário apocalíptico do começo da história, revelando o protagonista Yorik com a máscara de gás que caracteriza suas aparições iniciais nos quadrinhos, em meio a uma pilha de carros abandonados pelo seu caminho. A demora entre a produção inicial e o lançamento se deve ao fato de a série ter sido reiniciada no começo dos trabalhos, mudando showrunner, intérprete principal e boa parte do elenco. A nova foto é a primeira da versão que realmente vai ser exibida para o público. Baseado num dos quadrinhos mais premiados da Vertigo (a antiga divisão adulta da DC Comics), lançados no Brasil como “Y: O Último Homem”, o projeto teve início há seis anos, quando o próprio autor da publicação, Brian K. Vaughan, escreveu um roteiro em parceria com o roteirista Michael Green (“Logan”) para o canal pago FX. O primeiro piloto foi gravado em 2018, mas a decisão de produzir a série só foi tomada um ano depois. Entretanto, a produção voltou à estaca zero com a saída de Michael Green, que se demitiu após uma crise criativa com a emissora. Para seu lugar, a FX contratou Eliza Clark (produtora-roteirista de “The Killing” e “Animal Kingdom”) e a encarregou de refazer o piloto. Mas a notícia não agradou parte do elenco. Entre eles, Barry Keoghan (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”), intérprete de Yorik, que preferiu ir filmar “Eternos” na Marvel. Ben Schnetzer, que participou de “A Menina que Roubava Livros” (2013), “Warcraft” (2016) e “7 Dias em Entebbe” (2018), assumiu o posto do “Último Homem” na reformulação. Mas a série também perdeu Imogen Poots (“Sala Verde”), Lashana Lynch (“Capitã Marvel”) e outras estrelas importantes. Foi realmente preciso começar tudo de novo, aproveitando apenas Diane Lane (“Batman vs Superman”), remanescente do elenco inicial, no papel da presidente dos EUA. O novo elenco ainda destaca Olivia Thirlby (em sua segunda adaptação de quadrinhos, após “Dredd” em 2012) e Ashley Romans (“NOS4A2”) como Hero Brown, a irmã de Yorick, e a agente 355, respectivamente. A história vencedora de cinco prêmios Eisner, o Oscar dos quadrinhos, e publicada ao longo de 60 edições entre 2002 e 2008 acompanha o jovem ilusionista Yorick Brown, que fica perplexo ao se descobrir sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que ele é o último homem da terra, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens, visando impedir a extinção da humanidade. “Y: O Último Homem” é a segunda criação de Brian K. Vaughan a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos “Fugitivos” (Runaways), que renderam três temporadas na plataforma Hulu. “Y” será lançada no mesmo endereço, na aba “FX on Hulu”, dedicada a produções da FX lançadas diretamente em streaming. Mas vale reparar que a produção demorou tanto que outra série com a mesma premissa, “Creamerie”, foi produzida nesse meio tempo e já exibiu sua 1ª temporada completa neste ano na programação televisiva da Nova Zelândia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Eliza Clark (@elizaaclarkw)






