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    Elenco original do filme “Ou Tudo ou Nada” se reúne em trailer da série

    11 de maio de 2023 /

    A FX Networks divulgou o trailer da série “Ou Tudo ou Nada”, dando sequência ao filme homônimo de 1997. Ainda morando em Sheffield, os ex-operários de aço que se tornaram strippers masculinos Gaz, Dave, Lomper, Gerald, Horse e Guy seguiram em frente com suas vidas, mas sem conseguir colocá-las em ordem. De acordo com a sinopse oficial, a série pretende mostrar o que aconteceu com os personagens depois que colocaram suas roupas de volta, explorando seus momentos mais brilhantes, bobos e desesperados. Na prévia, Gaz, interpretado por Robert Carlyle (“T2: Trainspotting”), enfrenta altos e baixos ao criar sua filha adolescente Destiny (Talitha Wing, de “Alex Rider”). No entanto, fica claro que as trapalhadas não acabaram, já que ele reúne os amigos e promete que “isso será o maior retorno”, sugerindo uma nova façanha para conseguir dinheiro. Além de Carlyle, reprisam seus papéis na série Mark Addy (“Game of Thrones”) como Dave, Lesley Sharp (“Before We Die”) como Jean, Hugo Speer (“Sombra e Ossos”) como Guy, Paul Barer (Fórmula 51) como Horse, Steve Huison (“Coronation Street”) como Lomper, Wim Snape (“The Beaker Girls”) como Nathan e Tom Wilkinson (“O Grande Hotel Budapeste”) como Gerald – sem esquecer dos coadjuvantes: Lesley Sharp (“Catarina, a Menina Chamada Passarinha”) como Jean e Wim Snape (“The Beeker Girls”) como Nathan. O roteirista original do filme, Simon Beaufoy, também está de volta para escrever a série com a co-roteirista Alice Nutter. Ainda sem previsão de estreia, “The Full Monty” (título original) será exibida pela Star+ no Brasil e no restante da América Latina. Nos demais países, a atração irá ao ar pela Disney+, exceto nos EUA, onde fará parte da programação da Hulu.

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    Lindsay Lohan e Jamie Lee Curtis farão continuação de “Sexta-Feira Muito Louca”

    10 de maio de 2023 /

    A Disney está desenvolvendo uma sequência de “Sexta-Feira Muito Louca” (Freaky Friday), comédia de troca de corpos que vai completar 20 anos de seu lançamento em agosto. Um roteiro foi encomendado para Elyse Hollander (assistente de direção de “Birdman”). No filme original, Jamie Lee Curtis (“Halloween”) vivia a mãe de Lindsay Lohan (“Meninas Malvadas”), e as duas, que não conseguiam se entender, trocavam de corpos durante um “sexta-feira muito louca”. Elas vão reprisar seus papéis. Jamie Lee Curtis chegou a fazer campanha por uma continuação. Em entrevista do ano passado ao programa “The View”, ela revelou ter levado o projeto para a Disney. “Deixe-me ser a avó! Deixe-me ser a velha vovó que troca de lugar”, disse ela na ocasião, sugerindo que Lindsay poderia ser a mãe sexy. O filme original dirigido por Mark Waters (“Papai Noel às Avessas 2”) rendeu mais de US$ 160 milhões nas bilheterias e virou um fenômeno em reprises televisivas – influenciando todo um subgênero de troca de corpos que estourou no Brasil com “Se Eu Fosse Você” (2006). Mas vale lembrar que a produção já era um remake de “Se Eu Fosse Minha Mãe”, de 1976, além de se basear num romance de Mary Rodgers de 1972. Assista abaixo ao trailer de “Sexta-Feira Muito Louca”.

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    Disney planeja unificar streamings até o final do ano

    10 de maio de 2023 /

    A Disney anunciou que lançará um aplicativo único para juntar as programações dos streamings Hulu, ESPN+ e Disney+ até o final deste ano nos EUA. Bob Iger, CEO da Disney, descreveu a mudança como uma “progressão lógica” de suas ofertas de serviços DTC (direto ao consumidor, em tradução) e afirmou que as três plataformas também continuarão disponíveis de forma independente. No Brasil, a empresa opera as plataformas Disney+ e Star+ (a versão internacional da Hulu), que devem seguir a fusão da matriz. Isso já acontece na Europa, onde a Star é uma opção de conteúdo dentro da Disney+. A revelação de Iger acontece dias antes da Warner Bros. Discovery lançar sua nova plataforma Max, que unificará HBO Max e Discovery+. E fortalece uma tendência de consolidação no mercado dos streamings. A unificação num novo app resultará em um aumento do preço dos serviços individuais. Além disso, a Disney pretende produzir menor volume de conteúdo para seus serviços, além de anunciar que vai remover certos títulos à medida em que busca melhorar sua lucratividade. “Estamos confiantes de que estamos no caminho certo para a lucratividade do streaming”, disse Iger. Segundo ele, há oportunidades empolgantes para publicidade no novo aplicativo com os três serviços juntos. Como 40% das unidades domésticas de anúncios da empresa são endereçáveis, os anunciantes podem segmentar espectadores individuais por meio de uma variedade de características. Isso trará maiores oportunidades para os anunciantes, enquanto a unificação oferecerá aos assinantes um acesso a mais conteúdo de forma mais simplificada. A Disney assumiu o controle operacional da Hulu em 2019, após comprar a 21th Century Fox, dona de 30% da plataforma, e adquirir 10% que estavam com a Warner. No próximo ano, a empresa terá que tomar uma decisão de compra/venda contratual sobre os 30% que ainda não lhe pertencem. O negócio obrigatório dará à Disney a oportunidade de comprar o último terço da plataforma, que é da Comcast (dona da Universal Pictures, do canal NBC e da plataforma Peacock). Para fazer a aquisição, a Disney precisará pagar à Comcast pelo menos US$ 9 bilhões, com a avaliação exata a ser determinada por um árbitro. Mas a Comcast também poderá fazer uma oferta pelos 70% do serviço que pertencem ao conglomerado chefiado por Iger. Ainda não ficou claro se a Disney vai fechar um acordo para comprar a última parte da Hulu, mas a empresa teve conversas “construtivas” com a Comcast. “É muito, muito complicado tomarmos grandes decisões sobre nosso nível de investimento, nosso compromisso com esse negócio, queremos entender para onde isso pode ir”, declarou Iger. Com resultados do segundo trimestre deste ano, a Hulu registrou um crescimento de 200 mil assinaturas, totalizando 48,2 milhões de usuários da plataforma. Já o segmento esportivo da ESPN+ aumentou em 2%, alcançando 25,3 milhões de assinantes. Os números superaram as expectativas e apareceram entre os maiores triunfos da empresa no trimestre passado, após uma queda de 4 milhões de assinantes na Disney+ nesse mesmo período. A Disney+ chegou oficialmente no Brasil em novembro de 2020, enquanto a Star+, versão internacional da Hulu, foi disponibilizada em 2021.

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    Disney+ perde mais de 4 milhões de assinantes

    10 de maio de 2023 /

    A Disney+ perdeu mais de 4 milhões de assinantes no segundo trimestre de 2023, marcando sua segunda queda trimestral consecutiva. No final do ano passado, o streaming enfrentou sua primeira queda desde seu lançamento em 2019. Agora, a Disney+ registra 157,8 milhões de assinantes, em comparação aos 161,8 milhões do trimestre passado. Segundo a empresa, a segunda queda foi impulsionada por um declínio sequencial de 4,6 milhões na Disney+ Hotstar, a versão do serviço oferecida na Índia e em partes do Sudeste Asiático. No ano passado, a Disney perdeu os direitos de transmissão dos jogos de críquete da Indian Premier League (IPL), que gera paixões equivalentes ao do Campeonato Brasileiro de Futebol, o que diminuiu a expectativa de crescimento na região. No entanto, a companhia conseguiu reduzir suas perdas de negócios de streaming em US$ 400 milhões, uma queda de 26% ano a ano, graças ao aumento no preço da assinatura do serviço. Apesar da queda no número de assinantes, a Disney superou as expectativas de Wall Street para ganhos e receitas trimestrais, graças ao desempenho impressionante dos parques temáticos da empresa no primeiro trimestre do ano. Inclusive, em Orlando, a Disney encara uma disputa territorial com o governador da Flórida, Rick DeSantis. A empresa de entretenimento abriu um processo em que alega que DeSantis violou seus direitos constitucionais e dificulta o desenvolvimento dos parques temáticos. A empresa também passa por um momento de demissões em massa, que devem afetar cerca de 7 mil funcionários. Em paralelo, ainda enfrenta a greve dos roteiristas nos Estados Unidos, que paralisou produções do estúdio, como o longa “Blade” e a série “Andor”. Os títulos fazem parte das franquias mais lucrativas do estúdio, Marvel e Star Wars, respectivamente. Embora os desafios mencionados e a perda de assinantes da Disney+ sejam marcos negativos, outros serviços da empresa conseguiram obter êxito. A plataforma Hulu, que opera apenas na América do Norte, ganhou 200 mil assinantes no trimestre, ficando em 48,2 milhões, enquanto ESPN+ aumentou em 2%, totalizando 25,3 milhões. Como sempre, a Disney não revelou o desempenho da Star+ (a Hulu da América do Sul). Segundo a empresa, a Disney passa por um momento de mudança, que conduzirá a um processo de revisão de conteúdo de seus serviços DTC (direto ao consumidor, em tradução). “No futuro, pretendemos produzir volumes menores de conteúdo em alinhamento com essa mudança estratégica”, justificou a CFO Christine McCarthy, num teaser. Vem aí a unificação das plataformas Hulu/Star+ com a Disney+!

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    Daveed Diggs exalta importância étnica de “A Pequena Sereia”

    9 de maio de 2023 /

    O ator Daveed Diggs (“O Expresso do Amanhã”) comemorou a performance de Halle Bailey no papel da sereia Ariel no remake live-action de “A Pequena Sereia”. Durante a première do filme, que aconteceu na segunda-feira (8/5) em Los Angeles, o ator comentou que se emocionou ao ver Halle dando vida a sereia. “Ela é a única pessoa que deveria desempenhar este papel”, ele disse à revista People. “Eu acho incrível”, declarou. “Obviamente, é importante para crianças negras, pardas e de todas as etnias olhar para a tela e sentir que a história é delas também”. No longa, Diggs interpreta o caranguejo vermelho Sebastião. O personagem foi apresentado em uma cena divulgada pela Disney durante o MTV Movie & TV Awards, que ainda apresentou a nova versão da canção “Kiss the Girl”. Recentemente, a atriz falou sobre a experiência de fazer o filme e como era importante para ela permanecer autêntica consigo mesma, incluindo manter seus cabelos naturais com suas tranças locs. Ela espera que seu papel como Ariel inspire as crianças a se verem como bonitas e aceitáveis, independentemente de suas diferenças. “Houve um tempo em que mal víamos locs – e agora temos uma princesa da Disney com eles, o que nunca aconteceu antes”, comemorou, agradecendo ao diretor Rob Marshall por manter seu cabelo natural. “Eu tenho meus locs desde os 5 anos, então eles são uma grande parte de quem eu sou”. Depois da sua primeira exibição, “A Pequena Seria” recebeu comentários bastante positivos dos críticos, a maioria exaltando a performance de Bailey. O elenco também inclui Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”), Jonah Hauer King (da minissérie “Little Women”, da BBC), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). A direção é de Rob Marshall (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”) e a versão final do roteiro foi escrita por David Magee. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, de 2018. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho original da Disney dos anos 1980, também está no projeto, trabalhando com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) na nova trilha musical. A estreia vai acontecer em 25 de maio no Brasil, um dia antes dos EUA.

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    Halle Bailey é aclamada após première de “A Pequena Sereia”: “Performance perfeita”

    9 de maio de 2023 /

    A première da versão live-action de “A Pequena Sereia” aconteceu na noite de segunda-feira (8/5). Diante de um “tapete azul”, estrelas do filme como Halle Bailey (Ariel) e Melissa McCarty (Ursula) se reuniram para a primeira exibição, em Los Angeles (EUA). Poucas horas depois do evento, reações do público que conferiu em primeira mão já estavam circulando pela internet. Apesar de algumas pontuações sobre a essência do filme, o desempenho de Halle Bailey como a sereia Ariel foi aplaudido pelos espectadores e críticos presentes. A maioria das impressões foram bastante positivas. “A versão live-action da Disney é mágica, emocionante e encantadora. Rob Marshall acabou de dirigir o melhor filme live-action da Disney de todos os tempos. A bela música de Lin-Manuel Miranda e Alan Menken brilha. Halle Bailey é absolutamente extraordinária! E Melissa McCarthy é uma Ursula durona”, escreveu a editora Jazz Tangcay, da Variety. Já para uma redatora do site de entretenimento Discussing Film, a vilã interpretada por Melissa McCarthy deixa a desejar. “‘A Pequena Sereia’ chega muito perto de ser o melhor filme live-action da Disney, porém ainda luta no departamento de vilões. Halle Bailey É Ariel e tive arrepios literais durante toda a sua performance. Esta é uma nova versão de ‘A Pequena Sereia’ como você nunca viu antes”. Enquanto há um embate sobre o filme conseguir recriar a essência da história original, muitos comentários apontaram a falta de originalidade de filmar uma história já contada. “Encantador, mas incrivelmente irregular. Halle Bailey, Jonah Hauer-King, Melissa McCarthy e Javier Bardem colocaram seus corações e almas em um filme que não consegue escapar de seu legado animado”, escreveu Courtney Howard, também da Variety. “’A Pequena Sereia’ é um remake que mantém o coração e a alma da história que conhecemos e amamos, e é elevado ainda mais por uma performance perfeita de Halle Bailey – ela nasceu para a tela grande e é por ela que vale a pena assistir a essa nova versão”, apontou Zoë Rose Bryant, do Rotten Tomatoes. Halle Bailey foi disparado o elemento mais aclamado do filme, tanto pela sua interpretação da princesa da Disney quanto pela voz. No mês passado, foi divulgado um clipe com a intérprete de Ariel cantando uma nova versão de “Part of Your World”, que arrepiou os fãs do original e até os detratores da nova versão. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho original da Disney dos anos 1980, também está no projeto, trabalhando com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) na nova trilha musical. O elenco ainda inclui Jonah Hauer King (da minissérie “Little Women”, da BBC), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). E a a direção é de Rob Marshall (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”), que voltou a trabalhar com o roteirista David Magee após a parceria de “O Retorno de Mary Poppins”, de 2018. “A Pequena Sereia” chega aos cinemas brasileiros em 25 de maio no Brasil, um dia antes dos EUA. Disney’s live-action is magical, emotional and enchanting. Rob Marshall just directed Disney’s best ever live action film. Lin-Manuel Miranda and Alan Menken’s beautiful music shines. Halle Bailey is absolutely extraordinary! and Melissa McCarthy is a bad-ass Ursula. pic.twitter.com/4ZlpsF8m0D — Jazz Tangcay (@jazzt) May 9, 2023 #TheLittleMermaid makes it pretty close to being the best live action Disney movie, however it still struggles in the villain department. Halle Bailey IS Ariel and I had literal chills throughout her performance. This is a little mermaid retelling like you’ve never seen before. pic.twitter.com/JjtLOR61vL — Felicia (@becomingfelicia) May 9, 2023 #TheLittleMermaid: Charming, but incredibly spotty. Halle Bailey, Jonah Hauer-King, Melissa McCarthy & Javier Bardem put their heart & souls into a film that can’t escape its animated legacy. Best when it leans into campy bonkers, yet limits its fantasy elements for no reason. pic.twitter.com/c7Bt2BO5rq — Courtney Howard (@Lulamaybelle) May 9, 2023 #TheLittleMermaid is a live-action remake that retains the heart and soul of the story we know and love, and it’s elevated even further by a note-perfect star-making performance from Halle Bailey – she was born to be on the big screen, & she’s why this new take is worth watching. pic.twitter.com/Tcewp2L4MY — Zoë Rose Bryant (@ZoeRoseBryant) May 9, 2023

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    “Guardiões da Galáxia Vol. 3” estreia em 1º lugar em todo o mundo

    7 de maio de 2023 /

    “Guardiões da Galáxia Vol. 3” estreou em 1º lugar nas bilheterias dos EUA e Canadá neste fim de semana com uma arrecadação de US$ 114 milhões. Trata-se da segunda maior abertura do ano, atrás apenas de “Super Mario Bros. – O Filme” (que fez US$ 146 milhões). Mas o faturamento foi ainda melhor no exterior, onde o filme de super-heróis liderou todos os 52 mercados em que foi lançado, atingindo US$ 168,1 milhões. Ao todo, sua estreia global foi de US$ 282,1 milhões. Após a América do Norte, a China foi o país que mais vendeu ingressos para a produção da Marvel/Disney, com US$ 28,1 milhões, seguida pelo Reino Unido (US$ 14,7 milhões), Coreia do Sul (US$ 13,6 milhões), México (US$ 13 milhões) e França (US$ 8,2 milhões). Mas apesar das cifra imponentes, a estreia de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” ficou abaixo da abertura de seu antecessor, “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, que abriu com US$ 146 milhões em 2017. Mesmo assim, manteve-se à frente do primeiro “Guardiões da Galáxia”, que apresentou ao mundo o personagem do Senhor das Estrelas e seus amigos, com US$ 94 milhões em 2014. Qualquer estreia doméstica acima de US$ 100 milhões garante a condição de blockbuster. Ainda assim, a performance inicial de “Guardiões 3” na América do Norte está sendo analisada sob lupa, já que o mercado busca sinais de uma fadiga do gênero dos super-heróis. Apenas um ano atrás, por exemplo, “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” atingiu um recorde de US$ 187 milhões em sua estreia doméstica. A crítica também considerou “Guardiões da Galáxia Vol. 3” o mais fraco da trilogia, com 81% de aprovação no Rotten Tomatoes – contra 92% e 85% do primeiro e do “Vol. 2”. Entretanto, o público deu nota A no Comscore (pesquisa feita na saída dos cinemas dos EUA), mantendo todos os três filmes com a mesma avaliação positiva. O boca-a-boca, por sinal, fez o filme ter mais público no sábado que na sexta, e se essa tendência continuar, “Guardiões da Galáxia Vol. 3” pode ter uma longa temporada nas bilheterias. Depois de liderar o ranking por quatro semanas, “Super Mario Bros. – O Filme” caiu para 2º lugar diante do lançamento da Marvel. A animação da Illumination e Universal arrecadou US$ 18,6 milhões entre sexta e domingo (7/5) para atingir um total doméstico de US$ 518,2 milhões e mais de US$ 1,16 bilhão em todo o mundo. O 3º lugar ficou com o terror “A Morte do Demônio: A Ascensão”, que fez US$ 5,7 milhões, totalizando US$ 54,1 milhões no país e fazendo ainda mais sucesso no exterior. Em sua terceira semana em cartaz, o filme da Warner Bros. atingiu a marca de US$ 114,8 milhões em bilheteria global. É uma performance impressionante para um filme de terror, gênero que não costuma gerar grandes arrecadações fora dos Estados Unidos. A comédia “Are You There God? It’s Me, Margaret” ficou em 4º lugar com US$ 3,4 milhões em seu segundo final de semana em cartaz, somando um total de US$ 12,6 milhões em bilheteria doméstica. A produção da Lionsgate conquistou algumas das críticas mais elogiosas do ano, atingindo 99% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota A no CinemaScore. Adaptação do best-seller de Judy Blume, sobre uma menina de 11 anos que tenta se adaptar à mudança da família para o subúrbio, o longa ainda não tem previsão de estreia no Brasil. A segunda estreia ampla da semana, “O Amor Mandou Mensagem”, completou o Top 5. A comédia romântica estrelada por Priyanka Chopra Jonas (“Citadel”), Sam Heughan (“Outlander”) e os cantores Celine Dion e Nick Jonas arrecadou apenas US$ 2,4 milhões. Para completar, ainda foi destruída pela crítica, com apenas 17% de aprovação no Rotten Tomatoes. Um péssimo começo para a produção da Sony, que chega no Brasil na quinta-feira (11/5). Confira abaixo os trailers das 5 maiores bilheterias do fim de semana na América do Norte.   1 | GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 3 |   2 | SUPER MARIO BROS – O FILME |   3 | A MORTE DO DEMÔNIO – A ASCENSÃO |   4 | ARE YOU THERE GOD? IT’S ME, MARGARET |   5 | O AMOR MANDOU MENSAGEM |

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    “Call Me Kat” é cancelada após três temporadas

    5 de maio de 2023 /

    A rede de TV americana Fox anunciou o cancelamento de mais uma produção, a sitcom “Call Me Kat”, após três temporadas. Estrelada por Mayim Bialik (“The Big Bang Theory”), a série era baseada na comédia britânica “Miranda” (2009), da BBC. A história segue uma mulher que deixa seu emprego para abrir um café para gatos. O cancelamento foi anunciado um dia após o episódio final da 3ª temporada ir ao ar no canal da BBC. Há a possibilidade de outra emissora salvar o título e dar continuidade a trama, mas até o momento nenhuma candidata se pronunciou. A série acompanha outros cancelamentos recentes da Fox, como “The Resident” (2018) e “9-1-1” (2018). “9-1-1” acabou salva pela rede ABC, que garantiu a produção de sua 7ª temporada em seu canal, mas “The Resident” foi encerrada definitivamente. “Call Me Kat” sofreu com quedas drásticas de audiência na temporada. Os últimos episódios lançados marcaram uma média de 2,23 milhões de espectadores, num recuo de 24% em relação às temporadas anteriores. O elenco da série também incluía Swoosie Kurtz, Kyla Pratt, Julian Gant, Cheyenne Jackson e o falecido ator Leslie Jordan, que participou da produção até sua morte, em outubro de 2022, aparecendo até metade da 3ª temporada. Os produtores-roteiristas Jim Patterson (“Dois Homens e Meio”) e Maria Ferrari (“Jovem Sheldon”) atuaram como showrunners na 3ª temporada e assinaram a produção ao lado de Bialik. No Brasil, “Call Me Kat” foi disponibilizada pela HBO Max.

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    “Blade” tem filmagem suspensa devido à greve dos roteiristas

    5 de maio de 2023 /

    O Marvel Studios pausou novamente a pré-produção de “Blade”, adaptação de quadrinhos estrelada por Mahershala Ali (“Moonlight”). As filmagens estavam previstas para começarem no próximo mês, em Atlanta. O novo atraso se deve à greve dos roteiristas, que vem colocando várias produções em pausa por tempo indeterminado. Esta já é a segunda vez que a produção de “Blade” é paralisada. No ano passado, o diretor Bassim Tariq (“Mogul Mowgli”) abandonou o projeto as vésperas do início das filmagens originais e forçou o estúdio a procurar um novo diretor. Agora, o filme está a cargo do francês Yann Demange (“White Boy Rick”). Na época, a Marvel filmaria um roteiro de Stacy Osei-Kuffour (da série “Watchmen”), primeira roteirista negra a trabalhar numa produção do estúdio. Mas fontes do site The Hollywood Reporter indicavam que o roteiro era problemático e que Beau DeMayo, que trabalhou na série “Cavaleiro da Lua” (2022), tinha chegado a reescrever a história. Mas com a chegada de Demange em novembro passado, veio também outro roteirista: Michael Starrbury (da minissérie “Olhos que Condenam”). Só que, há poucos dias, o longa trocou novamente de escritor, contratando Nic Pizzolatto (criador de “True Detective”). Ele não deve ter terminado o roteiro antes da grave. No mês passado, a atriz Mia Goth (“Pearl”) também foi anunciada no elenco, juntando-se a Mahershala, Aaron Pierre (“Tempo”) e Delroy Lindo (“Destacamento Blood”). Blade foi criado pelo escritor Marv Wolfman e pelo artista Gene Colan nos quadrinhos de “A Tumba de Drácula” de 1973. Ele é meio mortal, meio vampiro e caça os sangue-sugas para vingar sua mãe, que foi morta por um vampiro enquanto lhe dava luz. O personagem já foi adaptado para o cinema em três filmes dos anos 2000, estrelados por Wesley Snipes (“Um Príncipe em Nova York 2”). A produção tem estreia marcada para setembro de 2024, mas pode sofrer adiamento devido ao novo atraso. Além de “Blade”, a Marvel pode ter outros problemas com a greve. O longa “Capitão America: A Nova Ordem Mundial” e a série “Agatha: Coven Of Chaos” estão sendo atualmente filmados em Atlanta, que também deveria receber em breve a produção de “Thunderbolts”. Para completar, a nova série do Disney+, “Wonder Man”, está em andamento em Los Angeles, enquanto “Deadpool 3” deveria começar a ser rodado ainda neste mês em Londres.

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    Disney exige que showrunners trabalhem durante greve dos roteiristas

    5 de maio de 2023 /

    O departamento jurídico da ABC Signature, estúdio responsável por várias séries da Disney, enviou uma carta aos showrunners de suas séries, informando que, apesar da greve dos roteiristas nos EUA, eles deveriam continuar realizando suas funções de produção, não relacionadas à escrita. “Queremos especificamente reiterar que, como showrunner ou roteirista, você não está dispensado de realizar a suas funções como showrunner e/ou produtor na sua série como resultado da greve do Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA, na sigla em inglês). Seu contrato com o estúdio requer que você realize suas funções como showrunner e/ou produtor, mesmo que a WGA tente multá-lo por prestar tais serviços durante a greve”, escreveu Bob McPhail, o assistente do chefe de aconselhamento da ABC Signature, empresa pertencente à Disney, na carta enviada aos showrunners. “Suas funções como showrunner e/ou produtor não estão dispensadas, suspensas ou terminadas até que você seja notificado por escrito pelo estúdio.” A carta foi enviada na quarta (3/5), o segundo dia da greve do Sindicato dos Roteiristas dos EUA, após a paralisação das negociações com a Aliança de Produtores de Cinema e Televisão (AMPTP, na sigla em inglês), que representa estúdios e streamings. O Sindicato dos Roteiristas decretou greve geral na terça (2/5) em busca de aumentos em seus salários e outras reinvindicações financeiras ligadas aos streaming, além de exigirem controle no uso de inteligência artificial na criação de roteiros pelos estúdios. Os showrunners, que geralmente também são roteiristas, suspenderam suas atividades em várias séries. Num caso extremo, “O Senhor dos Anéis: O Anel do Poder” está terminando de gravar os episódios de sua 2ª temporada sem a presença dos showrunners no set, com todas as decisões deixadas a cargo dos diretores e produtores. Em sua nota, a ABC Signature defende que showrunners podem executar várias atividades, inclusive de roteiro, que a WGA considera função de produtores. “Você pode, juntamente com outros serviços não escritos, ser obrigado a realizar serviços de produtor”, como fazer cortes nos roteiros para economia de tempo, pequenas mudanças nos diálogos ou narrações durante a produção e “mudanças nas direções técnicas ou de cena”. Esses são deveres que, segundo o contrato do WGA, produtores não-escritores podem realizar em qualquer projeto. Só que as regras de greve do WGA proíbem explicitamente que os membros do sindicato realizem essas atividades durante a paralisação de trabalho. “As regras proíbem jornada dupla (membros que ocupam cargos duplos) e a realização de quaisquer serviços de escrita”, diz a WGA, o que coloca os showrunners em uma posição difícil, entre as exigências dos empregadores e do próprio sindicato.

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  • Série

    “Silo” e “Rainha Charlotte” chegam ao streaming. Confira as séries novas da semana

    4 de maio de 2023 /

    A disputa das plataformas de streamings pela atenção do público oferece uma programação de séries bastante variada nesta semana. Entre as estreias estão uma superprodução sci-fi distópica, um spin-off de “Bridgerton”, um drama sobre Anne Frank, uma nova versão de “Atração Fatal” e a melhor série animada do universo “Star Wars”. Confira abaixo as 10 principais novidades para maratonar ou começar a acompanhar no fim de semana.   | SILO | APPLE TV+   A nova sci-fi estrelada pela sueca Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) é baseada na trilogia distópica “Wool”, do escritor Hugh Howey, que já foi chamada de “novo ‘Jogos Vorazes'”. A adaptação do livro (lançado no Brasil com o título de “Silo”) está em desenvolvimento desde 2012. Um ano após seu lançamento, a 20th Century Fox adquiriu os direitos da obra para realizar um filme, que deveria ser dirigido ou produzido por Ridley Scott (“Perdido em Marte”). Entretanto, o projeto nunca saiu do papel e o canal pago americano AMC entrou em cena para desenvolver uma série baseada na obra, antes de mudar de ideia e virar apenas produtor da adaptação, numa negociação com a Apple. A trama se passa em um futuro arruinado e tóxico, e acompanha uma comunidade abrigada em um gigantesco silo subterrâneo com centenas de metros de profundidade. Lá, homens e mulheres vivem em uma sociedade cheia de regulamentos que eles acreditam ter o objetivo de protegê-los. Ferguson interpreta Juliette, uma engenheira independente e trabalhadora do Silo que começa a questionar a situação e a ideia de que a superfície se encontra devastada. O elenco grandioso também conta com David Oyelowo (“Mundo em Caos”), Iain Glen (“Game of Thrones”), Tim Robbins (“O Preço da Verdade”), Ferdinand Kingsley (“Sandman”), Shane McRae (“Alasca: Em Busca da Notícia”), Rick Gomez (“Justify”), Henry Garrett (“The Son”), Rashida Jones (“Angie Tribeca”) e o rapper Common (“Eu Nunca…”) A atração foi desenvolvida pelo roteirista-produtor Graham Yost (criador de “Justified”) e conta com direção do cineasta norueguês Morten Tyldum (“Passageiros”), responsável pelo visual cinematográfico dos episódios.   | RAINHA CHARLOTTE: UMA HISTÓRIA BRIDGERTON | NETFLIX   O spin-off da série “Bridgerton”, que narra a juventude da Rainha Charlotte, é ainda mais charmoso que a produção original, ao contar uma história mais focada e ainda capaz de oferecer enredos secundários para alguns personagens. Méritos da produtora Shonda Rhimes, que assume o papel de criadora e showrunner como nos velhos tempos de “Grey’s Anatomy”. Ambientada antes dos eventos de “Bridgerton”, a minissérie retrata a ascensão da jovem rainha Charlotte (India Amarteifio, de “The Midwich Cuckoos”) à notoriedade e ao poder, mostrando como seu casamento com o rei George (Corey Mylchreest, de “Sandman”) significou uma importante mudança na sociedade – introduzindo a base da trama da outra atração. O elenco também inclui as voltas de Golda Rosheuvel, como a versão adulta da Rainha, e a manutenção da voz de Julie Andrews como Lady Whistledown.   | A SMALL LIGHT | STAR+   A minissérie é uma nova abordagem para a história de Anne Frank, focando na personagem Miep Gies, que ajudou a abrigar a família Frank durante a ocupação nazista de Amsterdã, na Holanda. A trama começa de forma descontraída, como uma comédia dramática, mas lentamente a tragédia se instala à medida que a máquina nazista de extermínio começa a funcionar contra os judeus. Bel Powley (“O Diário de uma Adolescente”) entrega uma atuação convincente como Miep, que tem uma personalidade enérgica e bem-humorada, e o elenco, incluindo Liev Schreiber (“Ray Donovan”), Joe Cole (“Peaky Blinders”) e Eleanor Tomlinson (“The Nevers”), ajuda a construir relacionamentos profundos entre os personagens. Criada pelo casal Tony Phelan e Joan Rater (ex-produtores-roteiristas de “Grey’s Anatomy”), a produção é cuidadosa ao misturar esperança com o terror, e apresentar os fatos históricos como um tributo a pessoas comuns que resistiram ao mal. Embora não haja um final feliz na história de Anne Frank, “A Small Light” presta uma homenagem sensível a todos que tentaram fazer a diferença contra o nazismo durante a 2ª Guerra Mundial.   | OS ENCANADORES DA CASA BRANCA | HBO MAX   Os bastidores do escândalo Watergate, que derrubou o ex-presidente dos EUA Richard Nixon nos anos 1970, são tratados como comédia nesta minissérie, que apresenta os responsáveis como espiões trapalhões. Woody Harrelson (“Zumbilândia”) e Justin Theroux (“The Leftovers”) vivem E. Howard Hunt e G. Gordon Liddy, os “encanadores” da Casa Branca do título, responsáveis por evitar vazamentos, pagar subornos e se antecipar a rivais. Mas, na prática, eles acabaram funcionando às avessas, ao cometer vários erros estratégicos relacionados à invasão clandestina de um importante escritório do Partido Democrata em 1972. A missão secreta, realizada na calada da noite no edifício Watergate, visava plantar escutas nos adversários, mas sua descoberta acabou virando um dos maiores escândalos políticos da história americana e levou à renúncia de Nixon. Além dos dois protagonistas, a atração destaca Kiernan Shipka (a Sabrina da Netflix) como Kevan Hunt, filha de Howard Hunt e líder da juventude republicana, que escondeu provas dos crimes de seu pai no dormitório da sua universidade; Lena Headey (a Cersei de “Game of Thrones”) como Dorothy Hunt, a mãe da personagem de Shipka, que teve destino trágico na vida real, e Liam James (“O Verão da Minha Vida”) como seu outro filho, Saint John, um roqueiro que se vê envolvido na conspiração sombria do dia para a noite, quando toda a família descobre que seu pacato pai trabalhador era na verdade um perigoso agente da CIA. A trama é baseada no livro “Integrity”, co-escrito por Egil “Bud” Krogh, assessor júnior de Nixon responsável por juntar os dois “encanadores”. O persoangem também aparece na adaptação, vivido por Rich Sommer (“O Diabo Veste Prada”). Além disso, o elenco grandioso ainda inclui Domhnall Gleeson (“Ex Machina”), Ike Barinholtz (“Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta”), Yul Vazquez (“Boneca Russa”), David Krumholtz (“É o Fim”) e Kim Coates (“Sons of Anarchy”).   | ATRAÇÃO FATAL | PARAMOUNT+   Um dos suspenses sexuais que marcaram o cinema dos anos 1980 retorna como minissérie dramática, atualizada para os dias de hoje, mas sem o mesmo impacto. Para quem não lembra do longa dirigido por Adrian Lyne, a história era uma fábula moderna sobre as consequências extremas da infidelidade conjugal. A série mantém a premissa, mostrando como uma relação casual entre dois colegas de trabalho se torna perigosa, quando a amante se recusa a aceitar o fim e decide fazer um visita surpresa à esposa de seu parceiro. A trama, porém, explora uma reviravolta diferente do filme, com o protagonista preso e acusado de assassinato da amante. O elenco destaca Lizzy Caplan (“Truque de Mestre 2”) e Joshua Jackson (“The Affair”) nos papéis que pertenceram a Glenn Close e Michael Douglas no cinema, enquanto Amanda Peet (“Dirty John”) vive a esposa traída, personagem interpretada por Anne Archer em 1987.   | PLANNERS | STAR+   A comédia argentina conta a história de Malena Carregal (Celeste Cid, de “Separadas”), que após se divorciar e deixar seu emprego na agência de eventos corporativos de seu ex-marido, embarca em uma nova carreira em parceria com uma amiga para realizar o sonho de criar sua própria agência de organização de eventos sociais. Só que o sonho se prova um pesadelo, com tantos desafios e conflitos que surgem no caminho. A série foi gravada em diferentes locais de Buenos Aires, sob o comando de Pablo Bossi (“O Grito das Mariposas”), e além de Celeste Cid, o elenco destaca Leticia Siciliani (“Ladrão de Casaca”) e Gonzalo Valenzuela (“Demente”).   | VANDA | LIONSGATE+   Criada por Patrícia Müller (“Madre Paula”), a minissérie portuguesa de true crime é baseada na história verídica de uma cabeleireira lisboeta (Gabriela Barros, de “Tiro e Queda”) que, durante a crise financeira de 2008, ao encontrar-se sozinha, falida e com duas crianças para criar, decidiu assaltar bancos com uma arma falsa. Para não ser reconhecida, Vanda utilizava perucas e disfarces, que lhe valeram a alcunha de Viúva Negra. E ao agir de forma amadora, quebrou com todos os padrões e métodos conhecidos de assalto bancário, o que dificultou o trabalho da polícia num primeiro momento, até que uma psicóloga forense conseguiu juntar todas as peças do quebra-cabeças, descobrindo que ela cometeu vários erros de principiante em todo o processo. Só que até ser descoberta e presa, ela conseguiu roubar 12 bancos e um total de 17 mil euros.   | AUTO POSTO 2 | PARAMOUNT+   A série do Comedy Central acompanha a rotina de um típico posto de gasolina em uma cidade brasileira. Criada e dirigida por Marcelo Botta, é gravada na cidade de Paraibuna, no interior de São Paulo, e gira em torno da conturbada relação entre o dono do posto, um ex-cantor de sucessos populares chamado Nelson, e seus funcionários – frentistas, lavadores, caixas, segurança, borracheiro e até seu velho “amigo” fiscal. Cada um dos personagens representa um arquétipo contemporâneo. Nelson é vivido por Walter Breda (o Pessanha da novela “Bom Sucesso”) e o elenco ainda inclui, entre outros, Micheli Machado, Paulo Tiefenthaler, Robson Nunes, Neusa Borges e os gêmeos Luan e Raony Iaconis. Além disso, a série conta com participações especiais. Na 1ª temporada, foram Felipe Torres e Adriano Silva (da trupe Hermes e Renato), Rappin Hood e até Rita Cadillac, que, pela primeira vez, deu vida a uma personagem fictícia.   | STAR WARS: VISIONS 2 | DISNEY+   A atração é uma antologia animada na qual diferentes criadores e equipes artísticas são convidadas a reimaginar o universo criado por George Lucas. Os episódios contam histórias diferentes com personagens diversos, e cada um possui um estilo de animação próprio – numa iniciativa que lembra “Love, Death & Robots”, da Netflix. A nova temporada conta com um episódio em stop-motion, com produção da Aardman Animations, estúdio conhecido pelos sucessos “Wallace & Grommit: A Batalha dos Vegetais” (2005) e “A Fuga das Galinhas” (2000), um capítulo com astros espanhóis, incluindo dublagens de Úrsula Corberó (a Tóquio de “La Casa de Papel”) e Luis Tosar (o Rogélio de “Até o Céu”), e outro com atores sul-coreanos. O elenco de vozes inclui outras surpresas, como Denis Lawson retomando o papel de Wedge Antilles, personagem que ele interpretou no primeiro “Star Wars” de 1977, Anjelica Huston (“A Família Addams”) como uma Mãe Sith e Cynthia Erivo (“Genius: Aretha Franklyn”) como uma cantora. A obra expande o universo da franquia de uma maneira nunca antes vista. Com uma variedade de estilos visuais e narrativas, que vão do 3D CG à animação tradicional, os nove curtas-metragens do segundo volume mostram que “Star Wars” pode ser reinterpretado de diversas formas e em diversos lugares do mundo, sem perder a essência da saga.   | A PEQUENA ESPIÃ 2 | APPLE TV+   “A Pequena Espiã” adapta um clássico da literatura infantil escrito por Louise Fitzhugh numa animação estilosa, inspirada no design de desenhos dos anos 1960. Assim como no livro, a série se passa na Nova York da década de 1960 e acompanha as aventuras de Harriet M. Welsch, uma garotinha precoce de 11 anos que decide ser uma escritora-espiã e passa a observar tudo e todos à sua volta, registrando acontecimentos em seu diário e investigando casos suspeitos da vizinhança. Só que, nos novos episódios, o diário desaparece e ela precisa usar sua habilidades investigativas para reencontrá-lo. A personagem já virou filme em 1996, estrelado pela então “pequena” Michelle Trachtenberg (depois irmã de “Buffy” e vilã de “Gossip Girl”). Na série animada, Harriet é dublada por Beanie Feldstein (“Fora de Série”).

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  • Série

    Curta de “Star Wars” da Aardman pode virar longa animado

    4 de maio de 2023 /

    A 2ª temporada de “Star Wars Visions” chega à Disney+ nesta quinta-feira (4/3), com uma nova coleção de curtas animados ambientados no universo de “Star Wars”. Em cada episódio, é empregado um estilo diferente de animação, e desta vez um dos estúdios contatados para participar do projeto foi o Aardman, famoso por suas animações de argila em stop-motion. A empresa britânica foi responsável por “A Fuga das Galinhas”(2000) e Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais” (2005), que venceu o Oscar. Em entrevista para o site Dexerto, a diretora do episódio produzido pela Aardman, a polonesa Magdalena Osinska (animadora de “Piratas Pirados!”), revelou um desejo de produzir um longa-metragem de “Star Wars” seguindo o conceito artístico do seu curta. “Oh meu deus, sim, por favor!”. O curta-metragem tem pouco mais de 10 minutos e é intitulado “I Am Your Mother”. A história do episódio foca na jornada emocional de Kalina e Anni, uma dupla de mãe e filha da espécie Twi’lek. Anni é uma piloto estagiária envergonhada pela mãe “pegajosa”, e ambas embarcam em uma corrida. Durante o caminho, o relacionamento de mãe e filha é testado pelos elementos, sua antiga nave, outros pilotos e uma a outra. Osinska explicou que o curta poderia ser facilmente expandida para um longa-metragem, pois há mais história para Anni e Kalina. “Quando abordaram o projeto, praticamente criaram toda a história para um longa-metragem, com muitas pequenas ideias para as cenas do dia da corrida”, contou. “Foi difícil reduzir tudo para apenas 10 minutos e ainda encaixar todas as referências de ‘Star Wars’ e Aardman”, completou. “Então, sim, definitivamente há mais material e ideias”.

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  • Filme

    Estreia de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” ocupa metade dos cinemas do Brasil

    4 de maio de 2023 /

    Novo filme da Marvel, “Guardiões da Galáxia Vol. 3” chega ao Brasil num lançamento em 1,6 mil salas, o que representa metade das telas disponíveis em todo circuito cinematográfico brasileiro – 3,2 mil, de acordo com o último relatório da Ancine. Final de uma trilogia iniciada em 2014, o terceiro volume foi recebido com críticas menos entusiasmadas, devido a seu tom mais dramático que os escrachos anteriores. Mas com 80% de aprovação no Rotten Tomatoes, saiu-se bem melhor com a crítica internacional que a média dos lançamentos recentes do estúdio. No circuito limitado, os destaques são dois longas brasileiros e duas produções francesas premiadas. Confira abaixo os trailers e mais detalhes das estreias desta quinta (3/4).   | GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 3 |   O final da saga dos Guardiões envereda pelos segredos do passado de Rocket (dublado por Bradley Cooper) e sua relação com o novo vilão Alto Evolucionário (Chukwudi Iwuji, de “O Pacificador”). A trama escrita pelo diretor James Gunn expande o tema fundamental da franquia: famílias encontradas. Mas não abre mão da ação. Enquanto Peter Quill (Chris Pratt) ainda se recupera da perda de Gamora (Zoe Saldana), ele reúne sua equipe em uma perigosa tarefa para salvar seu amigo – uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito bem levar ao fim dos heróis. E como se não bastasse a ameaça principal, os Guardiões ainda tem que enfrentar Adam Warlock, novo personagem que é interpretado por Will Poulter (“Maze Runner”). Embora o filme não feche a porta definitivamente para os Guardiões da Galáxia, ele oferece um senso de encerramento e conclui a trilogia da Marvel com um clima mais sombrio que o esperado.   | A PRIMEIRA MORTE DE JOANA |   Quando sua amada tia-avó falece em uma cidade rural do sul do Brasil, Joana (Leticia Kacperski), de 13 anos, tenta descobrir por que ela sempre foi solteira. Sua curiosidade coincide com sua própria descoberta sexual, despertada por sua amiga Caroline (Isabela Bressane). Sua raiva pelas regras de gênero vem à tona quando ela sofre bullying de um menino e depois é punida por se defender. Ela também começa a se ressentir das tentativas de sua mãe para fazê-la se comportar de maneira mais feminina, além da desaprovação de sua amizade intensa com Carolina. Em cidade pequena, as pessoas fofocam. A diretora/roteirista premiada Cristiane Oliveira (“A Mulher do Pai”) oferece uma exploração sensível e franca de amores escondidos, papéis de gênero e sexualidade num drama lindamente fotografado por Bruno Polidoro (“A Nuvem Rosa”), que foi premiado no Festival de Gramado pelo trabalho. “A Primeira Morte de Joana” também conquistou o Prêmio da Crítica no festival gaúcho e venceu o festival de cinema independente Cinequest em San Jose, Califórnia, EUA.   | BEM-VINDA, VIOLETA! |   Débora Falabella (“Aruanas”) vive uma romancista que ingressa em um famoso laboratório literário na Cordilheira dos Andes para escrever seu novo livro, “Violeta”. Lá ela conhece Holden, criador de um método no qual os escritores abandonam suas próprias vidas para viver como seus personagens. Intrigada pela sua investigação artística, Ana mergulha no método e passa a viver como a violenta Violeta, até que sua ficção sai do controle. A coprodução Brasil-Argentina tem direção do paulista Fernando Feres Fraiha \”La Vingança”) e destaca em seu elenco o argentino Darío Grandinetti (“Santa Evita”), que venceu o troféu de Melhor Ator no Festival do Rio passado pelo desempenho no papel de Holden.   | DANÇANDO NO SILÊNCIO |   O novo filme de Mounia Meddour, vencedora do César (o Oscar francês) de Melhor filme de estreia por “Papicha” (2020), acompanha uma jovem argelina apaixonada por balé. Após sofrer uma violência que prejudica sua carreira, ela conhece outras mulheres que passaram por situações semelhantes e encontra uma forma criativa de perseguir sua paixão. O papel principal é de Lyna Khoudri, que também venceu o César de Revelação por “Papicha”.   | RODEO |   O drama francês se passa no submundo dos rodeios urbanos – encontros clandestinos onde motoqueiros exibem suas motos e fazem acrobacias ousadas. A personagem principal é a adolescente Julia (a estreante Julie Ledru), que tenta se destacar na multidão e acaba se envolvendo com uma turma perigosa. Lutando para provar seu valor nesse universo ultra-masculino, ela resolve dedicar seu talento para aplicar golpes e roubar motos, o que a conduz a uma série de desafios arriscados, capaz de consagrá-la entre os personagens do rodeio ou destruí-la. Primeiro longa de Lola Quivoron, foi premiado em Cannes e venceu o Festival de Torino.   | O ÚLTIMO CHAMADO DE MARIA |   O docudrama de baixo orçamento combina a história de Maria, mãe de Jesus Cristo, com o registro de uma peregrinação de fiéis à Bósnia-Herzegovina, onde desde 1981 os moradores dizem testemunhar aparições da santa. Em sua narração, o padre se diz convencido que esta é a última vez que ela vem ao mundo, antes que comecem os acontecimentos do juízo final, num apelo à conversão da humanidade.   | DOS 3 AOS 3 |   O documentário registra o crescimento de um menino, dos três meses aos três anos de idade, sob os cuidados de uma mãe estudiosa de Pikler. A criança se desenvolve sob a abordagem dos ensinamentos da pediatra vienense Emmi Pikler, onde o respeito à individualidade dos bebês, a promoção da autonomia através do brincar livre e a presença amorosa nos momentos de cuidados reforçam os vínculos e estimulam o pleno desenvolvimento motor, cognitivo, emocional e social da criança. A direção é de Pablo Lobato (“Ventos de Vells”)

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