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    Estreias de streaming: 10 séries novas pra maratonar no fim de semana

    12 de maio de 2023 /

    A programação de séries novas destaca fantasias como a sci-fi “Black Knight” e o drama sobrenatural “Espíritos na Escola”, o fim do romance de época “Sandition”, a nova série dos Muppets e a polêmica da “Rainha Cleópatra”. A lista também inclui comédia, suspense adolescente, troca de corpos nacional e animes violentos. Confira abaixo as 10 melhores séries disponibilizadas em streaming para começar a assistir nesta semana.   | BLACK KNIGHT | NETFLIX   A nova superprodução sul-coreana da Netflix é uma série distópica, baseada no webtoon (quadrinhos sul-coreanos) “Delivery Knight”, escrita por Lee Yoon-gyun, que se passa em 2071 em uma Coreia devastada pela poluição, onde apenas 1% da população sobreviveu. Nesse mundo pós-apocalíptico, uma elite vive num paraíso subterrâneo, onde o oxigênio permite a existência até de árvores, enquanto seus funcionários habitam uma cidadezinha precária na superfície, dependendo do salário para pagar ar e comida. Já os desempregados são considerados refugiados, que ainda tentam se manter vivos nas ruínas abandonadas das grandes cidades com assaltos e reciclagem. Kim Woo-bin (“Golpe de Mestre”) interpreta 5-8, integrante de um grupo de entregadores que se arrisca para transportar os produtos essenciais nesse mundo sem oxigênio. Treinados contra assaltos armados (em clima de “Mad Max”) e respeitados por representar a sobrevivência para seus clientes, os entregadores formam um grupo de elite que possui privilégios, como uma sede oxigenada e acessos a bens ambicionados por quem não tem nada. Mas um pequeno grupo de entregadores também atua como protetores dos refugiados. Sobreviventes do gueto, que conseguiram vaga no serviço essencial, eles fazem hora extra para levar ar e alimentação para os exilados. Entretanto, isso vai contra os planos da corporação Cheonmyeong, responsável pela criação de um novo abrigo subterrâneo, que quer eliminar os menos aptos, enquanto pesquisa a existência de uma geração de mutantes capaz de se adaptar ao mundo exterior. Um desses mutantes, Sa-wol (Kang Yoo-seok), tenta a todo custo virar um entregador, e para isso enfrenta uma competição que lembra “Jogos Vorazes”. Com trama complexa, a história demora a engrenar, mas deve agradar quem gosta do gênero. Direção e roteiro são de Cho Ui-seok (“Golpe de Mestre”).   | ESPÍRITOS NA ESCOLA | PARAMOUNT+   A nova série sobrenatural adolescente estrelada por Peyton List (“Cobra Kai”) conta a história de uma jovem estudante que morreu em seu próprio colégio. Presa no limbo, entre os corredores da escola e outros fantasmas que assombram o lugar, ela resolve desvendar o mistério de sua morte. E para descobrir as pistas, contará com a ajuda de seus novos colegas do além. Intitulada em inglês “School Spirits”, a atração foi criada por Nate Trinrud (diretor assistente do filme “Viúva Negra”) e sua irmã Megan Trinrud, baseado em quadrinhos que eles próprio criaram, e ainda conta com um elenco formado por Kristian Flores (“Reboot”), Spencer Macpherson (“Reign”), Josh Zuckerman (“The Offer”), Kiara Pichardo (“The Society”), Sarah Yarkin (“Motherland: Fort Salem”), Nick Pugliese (“13 Reasons Why”), Rainbow Wedell (“The Bureau of Magical Things”) e Milo Manheim (“Z-O-M-B-I-E-S”). Já o trabalho de produção e showrunner está a cargo de Oliver Goldstick, produtor executivo da célebre “Pretty Little Liars” (2010–2017).   | SANDITON 3 | GLOBOPLAY   A minissérie de época que virou série, e garantiu mais temporadas graças à aclamação pública, chega ao fim. Após a atriz Rose Williams (de “Reign/Reinado”) perder seu par romântico – Theo James não voltou para 2ª temporada, devido a problemas de agenda – a trama encerra a história de sua personagem, Charlotte Heywood, disputada por novos galãs, entre eles um solteiro encantador recém-chegado (Liam Garrigan, de “Transformers: O Último Cavaleiro”), que é nada menos que irmão de Alexander Coulbourn (Ben Lloyd-Hughes, de “Industry”), divorciado amargurado que vê na jovem uma segunda chance para o amor. Inspirado no último romance inacabado de Jane Austen (“Orgulho e Preconceito”), com adaptação de Andrew Davies (“Bridget Jones: No Limite da Razão”), o terceiro ano conclui o que nunca foi concluído pela escritora – que escreveu apenas 11 capítulos meses antes de sua morte em 1817. A trama acompanha a chegada de Charlotte, uma mulher espirituosa e impulsiva, na sonolenta vila de pescadores do título, que está tentando se reinventar como um resort à beira-mar. No terceiro verão seguido, seu retorno é esperado como um grande evento na pequena comunidade, que se agita com a expectativa dela finalmente firmar raízes ao lado de um de seus pretendentes. O elenco também inclui Crystal Clarke (“Império da Luz”), Kris Marshall (“Simplesmente Amor”), Kate Ashfield (“Todo Mundo Quase Morto”), Anne Reid (“O Refúgio”), Jack Fox (“Johnny English 3.0”), Cai Brigden (“Doctor Foster”) e novidades como Emma Fielding (“Years and Years”), Alice Orr-Ewing (“A Profecia do Mal”), Edward Davis (“Pokémon: Detetive Pikachu”) e James Bolam (“Pequeno Grande Avô”).   | THE OTHER TWO 3 | HBO MAX   Criada pelos ex-roteiristas do “Saturday Night Live” Chris Kelly e Sarah Schneider, a série foi originalmente lançada em 2019 no canal pago Comedy Central, antes de virar exclusiva da HBO Max. A trama gira em torno de Cary (Drew Tarver) e Yorke (Heléne Yorke), irmãos mais velhos da estrela pop adolescente ChaseDreams (Case Walker). Com Chase aposentado aos 14 anos, a trama segue as frustrações do casal de irmãos adultos por não ter o mesmo sucesso – e agora ainda têm que lidar com a popularidade de sua mãe, Pat (Molly Shannon), que se tornou uma apresentadora de talk show.   | CIDADE EM CHAMAS | APPLE TV+   A nova série de Josh Schwartz e Stephanie Savage, conhecidos por outras atrações voltadas ao público jovem, como “Gossip Girl” e “The O.C.”, é baseada no livro de mesmo nome de Garth Risk Hallberg e se passa após uma estudante chamada Samantha (Chase Sui Wonders, de “Morte Morte Morte”) ser baleada enquanto estava sozinha no Central Park em 4 de julho de 2003, dia da independência americana. Não há testemunhas e poucas evidências foram deixadas. A banda de seus amigos estava tocando em seu clube favorito da cidade, mas ela saiu para encontrar alguém e não voltou mais. O mistério se aprofunda quando se descobre que Samantha é o elo entre incêndios misteriosos, a cena musical do centro da cidade e uma rica família imobiliária, que se desgasta sob a pressão de muitos segredos. Vale apontar que o livro original se passava nos anos 1970, quando a especulação imobiliária fez com que incêndios criminosos proliferassem em áreas pobres de Nova York, especialmente no Bronx habitado por imigrantes pobres e negros. A mudança do período não foi bem vista pela crítica e prejudicou o comentário social da trama. O elenco inclui Wyatt Oleff (“It: A Coisa”), Jemima Kirke (“Girls”), Nico Tortorella (“The Walking Dead: World Beyond”), Ashley Zukerman (“Rua do Medo: 1994 – Parte 1”), John Cameron Mitchell (“Sandman”), Omid Abtahi (“Fear the Walking Dead”) e Kathleen Munroe (“FBI”), entre outros.   | DOIS TEMPOS | STAR+   A nova série brasileira gira em torno de duas mulheres que trocam de corpos em épocas diferentes, uma em 1922 e outra em 2022. Paz é uma influencer famosa de 2022, mas seu mundo muda quando é cancelada na internet e começa a perder seguidores nas redes sociais. Já Cecília é uma escritora de 1922, que se vê forçada a se casar com o filho do homem que está tentando dar um golpe em sua família. Sem perspectiva de escapar de seus destinos, ambas desejam fugir de suas realidades para serem livres e felizes de verdade. O que elas não sabem é que as forças do universo resolvem dar uma ajudinha, realizando uma troca de corpos. Viajando no tempo durante um sonho, uma acorda no corpo da outra. As atrizes Sol Menezzes (“Irmandade”) e Mari Oliveira (“Mate-me Por Favor”) interpretam as protagonistas e o elenco também inclui Martha Nowill (“Todas as Mulheres do Mundo”), Paulo Rocha (“Se Eu Fechar Os Olhos Agora”), Luiza Nery (“Todxs Nós”), Dadá Coelho (“Correndo Atrás”), Leonardo Bianchi (“Simples Assim”), Bel Moreira (“É Fada!”) e a cantora Letícia Letrux (“Qualquer Gato Vira Lata”), entre outros. A direção é de Vera Egito (“Todxs Nós”).   | MUPPETS E O CAOS ELÉTRICO | DISNEY+   A nova série dos famosos fantoches infantis acompanha a banda de rock dos Muppets. Depois de 45 anos de rock, a banda Caos Elétrico (The Electric Mayhem, em inglês) embarca em uma jornada musical épica para finalmente gravar seu primeiro álbum. Com a ajuda de uma jovem executiva da música, o grupo se depara com a cena musical atual enquanto tentam finalmente chegar ao estrelato. Caos Elétrico acompanha os Muppets desde o primeiríssimo episódio de “The Muppet Show” em 1975. Eles eram a banda residente do programa, com personalidades e aparências inspiradas em celebridades do rock da época. Além dos fantoches clássicos, o programa conta com participações de Lilly Singh (“Os Caras Malvados”), Tahj Mowry (“De Férias da Família”), Saara Chaudry (“A Misteriosa Sociedade Benedict”), Anders Holm (“Um Senhor Estagiário”) e várias celebridades, do diretor Kevin Smith (“O Balconista”) ao músico-comediante Weird Al Yankovic, passando pelos DJs Steve Aoki e Deadmau5.   | BLACK ROCK SHOOTER: AMANHECER | STAR+   O reboot do anime clássico é ultraviolento, com garotas magérrimas em motos futuristas que lutam até a mutilação com armas gigantes, entre si e contra robôs assassinos. A trama pós-apocalíptica de clima assumidamente sáfico iniciou como uma ilustração e foi música antes de ganhar sua primeira versão animada como clipe da banda Supercell em 2009 – três anos antes da primeira série. O visual estiloso segue o design original de Huke, criador da primeira arte de “Black Rock Shooter” – e de vários personagens de games como “Metal Gear Solid 4” e “Steins;Gate”. Mas a história mudou bastante em relação ao anime de 2011. Agora, a magrelinha Empress, também chamada de Black Rock Shooter, acorda sem memórias num laboratório semidestruído para descobrir que é a última esperança da humanidade. Nessa distopia que combina “Mad Max” com “O Exterminador do Futuro”, uma Inteligência Artificial chamada Artemis se voltou contra a humanidade e está deixando o planeta inabitável, com máquinas dos mais diferentes tipos. Encontrando outras magrelinhas alteradas geneticamente e suas motos possantes, ela passa a lutar ao lado de soldados humanos, enquanto salva refugiados da ameaça de exércitos robóticos e híbridos estupradores, em missões repletas de mortes e cenas chocantes. O visual belíssimo tem direção de Motoki Tanaka (também conhecido como Tensho), de “Prima Doll”, “Azur Lane” e “Rewrite”.   | ULTRAMAN 3 | NETFLIX   O anime baseado na série clássica dos anos 1960 chega ao final. Fenômeno cultural, “Ultraman” foi a segunda série a cores produzida pela TV japonesa. Lançada em 1966, a atração original foi pioneira de um subgênero de Tokusatsu (séries com efeitos visuais) conhecido como “Kyodai Hero”, em que um herói era capaz de se tornar gigante para enfrentar monstros colossais. As brigas entre Ultraman e o kaiju da semana inspriram dezenas de sequências, derivados, cópias, seguidores e paródias. O herói que batia em monstros também enjoou de tanto reprisar na Record, SBT, Band e até em canais que não existem mais, como Tupi e Manchete. A nova série é uma continuação direta do programa original, acompanhando Shinjiro, o filho de Shin Hayata, que foi o Ultraman dos anos 1960, e apresenta seu lugar em meio à profusão de personagens criados posteriormente na chamada saga “Ultra”. Na trama, anos se passaram desde a última aparição de Ultraman, o que levara a humanidade a acreditar que ele tinha voltado ao espaço depois de derrotar os alienígenas monstruosos que invadiram a Terra. Entretanto, com a chegada de novos invasores, Hayata revela seu segredo a seu filho, preparando-o para assumir seu legado como o novo Ultraman. A série foi desenvolvida pela Production I.G., produtora de “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”, em parceria com a Sola Digital Arts, de “Appleseed Alpha”. São duas escolas bem diferentes de animação, que se combinam para dar nova vida ao clássico, criado como uma junção de computação gráfica e desenho tradicional. A direção também reúne os mestres Kenji Kamiyama (de “Cyborg 009”) e Shinji...

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  • Filme

    Estreias de streaming: 10 filmes novos pra ver em casa

    12 de maio de 2023 /

    Sem blockbusters nas locadoras online, os destaques digitais são títulos inéditos das plataformas por assinatura, incluindo um novo thriller de ação da Netflix, em que Jennifer Lopez encarna Schwarzenneger e Stallone, e uma aventura juvenil da Disney+ ao estilo de Spielberg nos anos 1980. Sem serem extraordinários, ambos cumprem a função de passatempos exclusivos do streaming. Confira abaixo 10 lançamentos da semana que podem render sessões de cinema em casa.   | A MÃE | NETFLIX   O thriller de ação traz Jennifer Lopez (“Golpistas”) como uma matadora profissional que precisa sair do seu esconderijo para proteger a filha de assassinos. Dirigido por Niki Caro (“Mulan”), o longa ainda conta com Gael García Bernal (“Mozart in the Jungle”), Joseph Fiennes (“O Conto da Aia”), Lucy Paez (“O Exorcismo de Carmen Farías”), Omari Hardwick (“Power”) e Paul Raci (“O Som do Silêncio”).   | A CRATERA | DISNEY+   A nova sci-fi infantil da Disney conta a história de um garoto que foi criado numa base lunar e que, motivado por um antigo desejo de seu pai, decide sair e explorar outros pedaços da Lua com seus amigos. Inspirado por aventuras do cinema dos anos 1980, o primeiro filme dirigido por Kyle Patrick Alvarez (das séries “13 Reasons Why” e “Homecoming”) transforma a jornada dos adolescentes pela superfície inóspita do satélite natural da Terra numa história sobre crescimento e amadurecimento. O elenco destaca Isaiah Russell-Bailey (“A Casa da Raven”), Mckenna Grace (“Ghostbusters: Mais Além”), Brady Noon (“Virando o Jogo dos Campeões”) e Billy Barratt (“Invasão”).   | O PIOR VIZINHO DO MUNDO | HBO MAX   O remake da premiada comédia sueca “Um Homem Chamado Ove” traz Tom Hanks como um viúvo mal-humorado, que não vê nenhum prazer na vida e odeia a humanidade. Além de ter perdido seu grande amor, sua infelicidade é exacerbada por estar aposentado e não ter alegria em fazer nada, a não ser criticar os vizinhos. Quando seus pensamentos se tornam mais sombrios, sua existência sobre uma abalo com a chegada de novos vizinhos, uma família disposta a inclui-lo em suas vidas. Ignorando sua vontade de ser deixado em paz, eles começam a tirá-lo da letargia, até conseguir fazê-lo rir. Com roteiro de David Magee (“A Escola do Bem e do Mal”) e direção de Marc Foster (“Guerra Mundial Z”), a refilmagem também traz Mariana Treviño (“A Casa das Flores”), Manuel Garcia-Rulfo (“Esquadrão 6”) e Rachel Keller (“Legião”) em seu elenco.   | OS CINCO DIABOS | MUBI   O drama fantasioso acompanha Vicky, uma garotinha estranha e solitária, que tem um dom mágico: pode reproduzir qualquer perfume de que goste, e os guarda em frascos cuidadosamente identificados. Ela capturou o perfume de sua mãe (Adèle Exarchopoulos, de “Azul É a Cor Mais Quente”), por quem nutre um amor selvagem e excessivo. Mas quando a irmã de seu pai reaparece em suas vidas, após ser libertada da prisão, sua presença traz de volta o passado de uma forma violenta e mágica. O trabalho da diretora Léa Mysius (“Ava”) foi premiado nos festivais de Bergen (Noruega), Dublin (Irlanda) e Filadélfia (EUA), e atingiu 84% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | OS MONSTROS | VOD*   A adaptação da série clássica dos anos 1960 resultou num filme incomum do roqueiro Rob Zombie. Grande sucesso da época da TV em preto e branco, a atração concorria com “A Família Addams” no filão da família de monstros camaradas, ao acompanhar o cotidiano de Herman, um monstro similar ao de Frankenstein, em sua vida comum de pai trabalhador, às voltas com a mulher vampira Lily, o sogro vampiro que todos chamavam de Vovô Monstro, o filho lobisomem Eddie e a sobrinha Marilyn, que envergonhava a família pela suposta feiura (na verdade, era uma loira deslumbrante). A nova versão é estrelada por Sherri Moon Zombie (esposa do diretor) como Lily, Jeff Daniel Phillips como Herman e Daniel Roebuck como o vovô. Eles já tinham contracenado antes em “Os 3 Infernais”, dirigido por Zombie em 2019. Já os outros personagens foram esquecidos. Tentando recriar o humor da sitcom original, o filme se torna uma paródia da série, que dividiu opiniões. A história é, ao menos, original, contando a origem da família Monstro: como a vampira Lily, em busca de amor, encontra pela primeira vez o monstruoso Herman.   | NINTENDO E EU | VOD*   O filme do filipino Raya Martin (“Independência”) é inspirado no clássico americano “Conta Comigo” (1989), e acompanha quadro amigos adolescentes filipinos num verão dos anos 1990, enquanto se divertem e amadurecem. Seus desafios principais são superar as pontuações de seus jogos e enfrentar os obstáculos da vida, como o primeiro amor, a pressão dos colegas e equilibrar a tradição familiar com a identidade própria. Venceu o Urso de Cristal da mostra Generation Kplus do Festival de Berlim.   | LARANJAS SANGUÍNEAS | VOD*   A comédia de humor ácido conta histórias paralelas com personagens que dizem o indizível e se apresentam em eventos chocantes. Numa das tramas, um casal de aposentados superendividados tenta ganhar um concurso de dança para pagar as contas. Enquanto isso, seu filho sonha com ascensão social e trabalha com um assessor político corrupto, que aconselha um ministro do governo francês envolvido em fraudes fiscais e festas sexuais secretas. E ainda há uma adolescente que está começando a explorar sua sexualidade. O filme de Jean-Christophe Meurisse (“One of Us”) retrata esses personagens como monstros da mediocridade e examina os aspectos cínicos e niilistas da sociedade, com um elenco que inclui Alexandre Steiger (“Irma Vep”), Christophe Paou (“Synonymes”), Lilith Grasmug (“Noites de Paris”), Olivier Saladin (“Bonecas Russas”), Lorella Cravotta (“Românticos Anônimos”), Denis Podalydès (“O Mundo de Ontem”) e Anthony Paliotti (“Os Confins do Mundo”).   | CONTATADO | VOD*   O terceiro longa dirigido pela peruana Marité Ugas (“O Garoto que Mente”) aborda o mundo das seitas exotéricas. Baldomero Cáceres (“Inferno Selvagem”) vive um charlatão desiludido, que se vê assediado por um jovem seguidor que ainda acredita em seus ensinamentos e o encoraja a voltar a pregar como “Contatado”. Mas enquanto ele reflete sobre sua identidade, estranhos acontecimentos se manifestam, realizando previsões do velho profeta e a ambição desmedida de seu fiel seguidor, num local fascinado por discos voadores, contatos imediatos e espiritualidade new age.   | SOMBRAS DE UM CRIME | VOD*   O pastiche de film noir de Neil Jordan (“Ondine”) acompanha um dos detetives mais famosos do gênero, Philip Marlowe, criação do escritor Raymond Chandler imortalizada nas telas por Humphrey Bogart e Robert Mitchum. A história inédita nos cinemas é baseada num livro autorizado de John Banville (autor de “Albert Nobbs”) e traz Liam Neeson (“Busca Implacável”) no papel principal. Desta vez, Marlowe é contratado para encontrar o ex-amante da ambiciosa Clare Cavendish (Diane Kruger, de “Bastardos Inglórios”), herdeira da estrela de Hollywood Dorothy Quincannon (Jessica Lange, de “American Horror Story”). A investigação do desaparecimento dá início a uma série de reviravoltas mortais envolvendo a elite da indústria cinematográfica no final da década de 1930. Mas o roteiro arrastado e sem tensão de William Monaghan prejudica a homenagem ao gênero clássico – e lembra como ele conseguiu piorar o cult chinês “Infernal Affairs” (2002) em “Os Infiltrados” (2006) e se tornar superestimado como vencedor do Oscar pelo feito.   | STILL: A MICHAEL J. FOX MOVIE | APPLE TV+   O documentário aborda a luta do ator Michael J. Fox, que ficou mundialmente conhecido pelo filme “De Volta para o Futuro” (1985), contra o mal de Parkinson. Como diz sinopse oficial, a obra explora “o que acontece quando um otimista incurável enfrenta uma doença incurável”. Equipe e produção do filme tiveram total acesso a Fox e sua família para narrar sua carreira e sua jornada pessoal vivendo com Parkinson, incluindo os anos que se seguiram ao seu diagnóstico aos 29 anos de idade. Dirigido por Davis Guggenheim, documentarista vencedor do Oscar por “Uma Verdade Inconveniente” (2006), o longa teve première no Festival de Sundance e recebeu ótimas avaliações do público e dos críticos, atingindo 98% de aprovação na média do agregador de críticas Rotten Tomatoes.

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  • Série

    Elenco original do filme “Ou Tudo ou Nada” se reúne em trailer da série

    11 de maio de 2023 /

    A FX Networks divulgou o trailer da série “Ou Tudo ou Nada”, dando sequência ao filme homônimo de 1997. Ainda morando em Sheffield, os ex-operários de aço que se tornaram strippers masculinos Gaz, Dave, Lomper, Gerald, Horse e Guy seguiram em frente com suas vidas, mas sem conseguir colocá-las em ordem. De acordo com a sinopse oficial, a série pretende mostrar o que aconteceu com os personagens depois que colocaram suas roupas de volta, explorando seus momentos mais brilhantes, bobos e desesperados. Na prévia, Gaz, interpretado por Robert Carlyle (“T2: Trainspotting”), enfrenta altos e baixos ao criar sua filha adolescente Destiny (Talitha Wing, de “Alex Rider”). No entanto, fica claro que as trapalhadas não acabaram, já que ele reúne os amigos e promete que “isso será o maior retorno”, sugerindo uma nova façanha para conseguir dinheiro. Além de Carlyle, reprisam seus papéis na série Mark Addy (“Game of Thrones”) como Dave, Lesley Sharp (“Before We Die”) como Jean, Hugo Speer (“Sombra e Ossos”) como Guy, Paul Barer (Fórmula 51) como Horse, Steve Huison (“Coronation Street”) como Lomper, Wim Snape (“The Beaker Girls”) como Nathan e Tom Wilkinson (“O Grande Hotel Budapeste”) como Gerald – sem esquecer dos coadjuvantes: Lesley Sharp (“Catarina, a Menina Chamada Passarinha”) como Jean e Wim Snape (“The Beeker Girls”) como Nathan. O roteirista original do filme, Simon Beaufoy, também está de volta para escrever a série com a co-roteirista Alice Nutter. Ainda sem previsão de estreia, “The Full Monty” (título original) será exibida pela Star+ no Brasil e no restante da América Latina. Nos demais países, a atração irá ao ar pela Disney+, exceto nos EUA, onde fará parte da programação da Hulu.

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  • Filme

    Lindsay Lohan e Jamie Lee Curtis farão continuação de “Sexta-Feira Muito Louca”

    10 de maio de 2023 /

    A Disney está desenvolvendo uma sequência de “Sexta-Feira Muito Louca” (Freaky Friday), comédia de troca de corpos que vai completar 20 anos de seu lançamento em agosto. Um roteiro foi encomendado para Elyse Hollander (assistente de direção de “Birdman”). No filme original, Jamie Lee Curtis (“Halloween”) vivia a mãe de Lindsay Lohan (“Meninas Malvadas”), e as duas, que não conseguiam se entender, trocavam de corpos durante um “sexta-feira muito louca”. Elas vão reprisar seus papéis. Jamie Lee Curtis chegou a fazer campanha por uma continuação. Em entrevista do ano passado ao programa “The View”, ela revelou ter levado o projeto para a Disney. “Deixe-me ser a avó! Deixe-me ser a velha vovó que troca de lugar”, disse ela na ocasião, sugerindo que Lindsay poderia ser a mãe sexy. O filme original dirigido por Mark Waters (“Papai Noel às Avessas 2”) rendeu mais de US$ 160 milhões nas bilheterias e virou um fenômeno em reprises televisivas – influenciando todo um subgênero de troca de corpos que estourou no Brasil com “Se Eu Fosse Você” (2006). Mas vale lembrar que a produção já era um remake de “Se Eu Fosse Minha Mãe”, de 1976, além de se basear num romance de Mary Rodgers de 1972. Assista abaixo ao trailer de “Sexta-Feira Muito Louca”.

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    Disney planeja unificar streamings até o final do ano

    10 de maio de 2023 /

    A Disney anunciou que lançará um aplicativo único para juntar as programações dos streamings Hulu, ESPN+ e Disney+ até o final deste ano nos EUA. Bob Iger, CEO da Disney, descreveu a mudança como uma “progressão lógica” de suas ofertas de serviços DTC (direto ao consumidor, em tradução) e afirmou que as três plataformas também continuarão disponíveis de forma independente. No Brasil, a empresa opera as plataformas Disney+ e Star+ (a versão internacional da Hulu), que devem seguir a fusão da matriz. Isso já acontece na Europa, onde a Star é uma opção de conteúdo dentro da Disney+. A revelação de Iger acontece dias antes da Warner Bros. Discovery lançar sua nova plataforma Max, que unificará HBO Max e Discovery+. E fortalece uma tendência de consolidação no mercado dos streamings. A unificação num novo app resultará em um aumento do preço dos serviços individuais. Além disso, a Disney pretende produzir menor volume de conteúdo para seus serviços, além de anunciar que vai remover certos títulos à medida em que busca melhorar sua lucratividade. “Estamos confiantes de que estamos no caminho certo para a lucratividade do streaming”, disse Iger. Segundo ele, há oportunidades empolgantes para publicidade no novo aplicativo com os três serviços juntos. Como 40% das unidades domésticas de anúncios da empresa são endereçáveis, os anunciantes podem segmentar espectadores individuais por meio de uma variedade de características. Isso trará maiores oportunidades para os anunciantes, enquanto a unificação oferecerá aos assinantes um acesso a mais conteúdo de forma mais simplificada. A Disney assumiu o controle operacional da Hulu em 2019, após comprar a 21th Century Fox, dona de 30% da plataforma, e adquirir 10% que estavam com a Warner. No próximo ano, a empresa terá que tomar uma decisão de compra/venda contratual sobre os 30% que ainda não lhe pertencem. O negócio obrigatório dará à Disney a oportunidade de comprar o último terço da plataforma, que é da Comcast (dona da Universal Pictures, do canal NBC e da plataforma Peacock). Para fazer a aquisição, a Disney precisará pagar à Comcast pelo menos US$ 9 bilhões, com a avaliação exata a ser determinada por um árbitro. Mas a Comcast também poderá fazer uma oferta pelos 70% do serviço que pertencem ao conglomerado chefiado por Iger. Ainda não ficou claro se a Disney vai fechar um acordo para comprar a última parte da Hulu, mas a empresa teve conversas “construtivas” com a Comcast. “É muito, muito complicado tomarmos grandes decisões sobre nosso nível de investimento, nosso compromisso com esse negócio, queremos entender para onde isso pode ir”, declarou Iger. Com resultados do segundo trimestre deste ano, a Hulu registrou um crescimento de 200 mil assinaturas, totalizando 48,2 milhões de usuários da plataforma. Já o segmento esportivo da ESPN+ aumentou em 2%, alcançando 25,3 milhões de assinantes. Os números superaram as expectativas e apareceram entre os maiores triunfos da empresa no trimestre passado, após uma queda de 4 milhões de assinantes na Disney+ nesse mesmo período. A Disney+ chegou oficialmente no Brasil em novembro de 2020, enquanto a Star+, versão internacional da Hulu, foi disponibilizada em 2021.

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  • Etc

    Disney+ perde mais de 4 milhões de assinantes

    10 de maio de 2023 /

    A Disney+ perdeu mais de 4 milhões de assinantes no segundo trimestre de 2023, marcando sua segunda queda trimestral consecutiva. No final do ano passado, o streaming enfrentou sua primeira queda desde seu lançamento em 2019. Agora, a Disney+ registra 157,8 milhões de assinantes, em comparação aos 161,8 milhões do trimestre passado. Segundo a empresa, a segunda queda foi impulsionada por um declínio sequencial de 4,6 milhões na Disney+ Hotstar, a versão do serviço oferecida na Índia e em partes do Sudeste Asiático. No ano passado, a Disney perdeu os direitos de transmissão dos jogos de críquete da Indian Premier League (IPL), que gera paixões equivalentes ao do Campeonato Brasileiro de Futebol, o que diminuiu a expectativa de crescimento na região. No entanto, a companhia conseguiu reduzir suas perdas de negócios de streaming em US$ 400 milhões, uma queda de 26% ano a ano, graças ao aumento no preço da assinatura do serviço. Apesar da queda no número de assinantes, a Disney superou as expectativas de Wall Street para ganhos e receitas trimestrais, graças ao desempenho impressionante dos parques temáticos da empresa no primeiro trimestre do ano. Inclusive, em Orlando, a Disney encara uma disputa territorial com o governador da Flórida, Rick DeSantis. A empresa de entretenimento abriu um processo em que alega que DeSantis violou seus direitos constitucionais e dificulta o desenvolvimento dos parques temáticos. A empresa também passa por um momento de demissões em massa, que devem afetar cerca de 7 mil funcionários. Em paralelo, ainda enfrenta a greve dos roteiristas nos Estados Unidos, que paralisou produções do estúdio, como o longa “Blade” e a série “Andor”. Os títulos fazem parte das franquias mais lucrativas do estúdio, Marvel e Star Wars, respectivamente. Embora os desafios mencionados e a perda de assinantes da Disney+ sejam marcos negativos, outros serviços da empresa conseguiram obter êxito. A plataforma Hulu, que opera apenas na América do Norte, ganhou 200 mil assinantes no trimestre, ficando em 48,2 milhões, enquanto ESPN+ aumentou em 2%, totalizando 25,3 milhões. Como sempre, a Disney não revelou o desempenho da Star+ (a Hulu da América do Sul). Segundo a empresa, a Disney passa por um momento de mudança, que conduzirá a um processo de revisão de conteúdo de seus serviços DTC (direto ao consumidor, em tradução). “No futuro, pretendemos produzir volumes menores de conteúdo em alinhamento com essa mudança estratégica”, justificou a CFO Christine McCarthy, num teaser. Vem aí a unificação das plataformas Hulu/Star+ com a Disney+!

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    Daveed Diggs exalta importância étnica de “A Pequena Sereia”

    9 de maio de 2023 /

    O ator Daveed Diggs (“O Expresso do Amanhã”) comemorou a performance de Halle Bailey no papel da sereia Ariel no remake live-action de “A Pequena Sereia”. Durante a première do filme, que aconteceu na segunda-feira (8/5) em Los Angeles, o ator comentou que se emocionou ao ver Halle dando vida a sereia. “Ela é a única pessoa que deveria desempenhar este papel”, ele disse à revista People. “Eu acho incrível”, declarou. “Obviamente, é importante para crianças negras, pardas e de todas as etnias olhar para a tela e sentir que a história é delas também”. No longa, Diggs interpreta o caranguejo vermelho Sebastião. O personagem foi apresentado em uma cena divulgada pela Disney durante o MTV Movie & TV Awards, que ainda apresentou a nova versão da canção “Kiss the Girl”. Recentemente, a atriz falou sobre a experiência de fazer o filme e como era importante para ela permanecer autêntica consigo mesma, incluindo manter seus cabelos naturais com suas tranças locs. Ela espera que seu papel como Ariel inspire as crianças a se verem como bonitas e aceitáveis, independentemente de suas diferenças. “Houve um tempo em que mal víamos locs – e agora temos uma princesa da Disney com eles, o que nunca aconteceu antes”, comemorou, agradecendo ao diretor Rob Marshall por manter seu cabelo natural. “Eu tenho meus locs desde os 5 anos, então eles são uma grande parte de quem eu sou”. Depois da sua primeira exibição, “A Pequena Seria” recebeu comentários bastante positivos dos críticos, a maioria exaltando a performance de Bailey. O elenco também inclui Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”), Jonah Hauer King (da minissérie “Little Women”, da BBC), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). A direção é de Rob Marshall (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”) e a versão final do roteiro foi escrita por David Magee. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, de 2018. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho original da Disney dos anos 1980, também está no projeto, trabalhando com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) na nova trilha musical. A estreia vai acontecer em 25 de maio no Brasil, um dia antes dos EUA.

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  • Filme

    Halle Bailey é aclamada após première de “A Pequena Sereia”: “Performance perfeita”

    9 de maio de 2023 /

    A première da versão live-action de “A Pequena Sereia” aconteceu na noite de segunda-feira (8/5). Diante de um “tapete azul”, estrelas do filme como Halle Bailey (Ariel) e Melissa McCarty (Ursula) se reuniram para a primeira exibição, em Los Angeles (EUA). Poucas horas depois do evento, reações do público que conferiu em primeira mão já estavam circulando pela internet. Apesar de algumas pontuações sobre a essência do filme, o desempenho de Halle Bailey como a sereia Ariel foi aplaudido pelos espectadores e críticos presentes. A maioria das impressões foram bastante positivas. “A versão live-action da Disney é mágica, emocionante e encantadora. Rob Marshall acabou de dirigir o melhor filme live-action da Disney de todos os tempos. A bela música de Lin-Manuel Miranda e Alan Menken brilha. Halle Bailey é absolutamente extraordinária! E Melissa McCarthy é uma Ursula durona”, escreveu a editora Jazz Tangcay, da Variety. Já para uma redatora do site de entretenimento Discussing Film, a vilã interpretada por Melissa McCarthy deixa a desejar. “‘A Pequena Sereia’ chega muito perto de ser o melhor filme live-action da Disney, porém ainda luta no departamento de vilões. Halle Bailey É Ariel e tive arrepios literais durante toda a sua performance. Esta é uma nova versão de ‘A Pequena Sereia’ como você nunca viu antes”. Enquanto há um embate sobre o filme conseguir recriar a essência da história original, muitos comentários apontaram a falta de originalidade de filmar uma história já contada. “Encantador, mas incrivelmente irregular. Halle Bailey, Jonah Hauer-King, Melissa McCarthy e Javier Bardem colocaram seus corações e almas em um filme que não consegue escapar de seu legado animado”, escreveu Courtney Howard, também da Variety. “’A Pequena Sereia’ é um remake que mantém o coração e a alma da história que conhecemos e amamos, e é elevado ainda mais por uma performance perfeita de Halle Bailey – ela nasceu para a tela grande e é por ela que vale a pena assistir a essa nova versão”, apontou Zoë Rose Bryant, do Rotten Tomatoes. Halle Bailey foi disparado o elemento mais aclamado do filme, tanto pela sua interpretação da princesa da Disney quanto pela voz. No mês passado, foi divulgado um clipe com a intérprete de Ariel cantando uma nova versão de “Part of Your World”, que arrepiou os fãs do original e até os detratores da nova versão. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho original da Disney dos anos 1980, também está no projeto, trabalhando com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) na nova trilha musical. O elenco ainda inclui Jonah Hauer King (da minissérie “Little Women”, da BBC), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). E a a direção é de Rob Marshall (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”), que voltou a trabalhar com o roteirista David Magee após a parceria de “O Retorno de Mary Poppins”, de 2018. “A Pequena Sereia” chega aos cinemas brasileiros em 25 de maio no Brasil, um dia antes dos EUA. Disney’s live-action is magical, emotional and enchanting. Rob Marshall just directed Disney’s best ever live action film. Lin-Manuel Miranda and Alan Menken’s beautiful music shines. Halle Bailey is absolutely extraordinary! and Melissa McCarthy is a bad-ass Ursula. pic.twitter.com/4ZlpsF8m0D — Jazz Tangcay (@jazzt) May 9, 2023 #TheLittleMermaid makes it pretty close to being the best live action Disney movie, however it still struggles in the villain department. Halle Bailey IS Ariel and I had literal chills throughout her performance. This is a little mermaid retelling like you’ve never seen before. pic.twitter.com/JjtLOR61vL — Felicia (@becomingfelicia) May 9, 2023 #TheLittleMermaid: Charming, but incredibly spotty. Halle Bailey, Jonah Hauer-King, Melissa McCarthy & Javier Bardem put their heart & souls into a film that can’t escape its animated legacy. Best when it leans into campy bonkers, yet limits its fantasy elements for no reason. pic.twitter.com/c7Bt2BO5rq — Courtney Howard (@Lulamaybelle) May 9, 2023 #TheLittleMermaid is a live-action remake that retains the heart and soul of the story we know and love, and it’s elevated even further by a note-perfect star-making performance from Halle Bailey – she was born to be on the big screen, & she’s why this new take is worth watching. pic.twitter.com/Tcewp2L4MY — Zoë Rose Bryant (@ZoeRoseBryant) May 9, 2023

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  • Filme

    “Guardiões da Galáxia Vol. 3” estreia em 1º lugar em todo o mundo

    7 de maio de 2023 /

    “Guardiões da Galáxia Vol. 3” estreou em 1º lugar nas bilheterias dos EUA e Canadá neste fim de semana com uma arrecadação de US$ 114 milhões. Trata-se da segunda maior abertura do ano, atrás apenas de “Super Mario Bros. – O Filme” (que fez US$ 146 milhões). Mas o faturamento foi ainda melhor no exterior, onde o filme de super-heróis liderou todos os 52 mercados em que foi lançado, atingindo US$ 168,1 milhões. Ao todo, sua estreia global foi de US$ 282,1 milhões. Após a América do Norte, a China foi o país que mais vendeu ingressos para a produção da Marvel/Disney, com US$ 28,1 milhões, seguida pelo Reino Unido (US$ 14,7 milhões), Coreia do Sul (US$ 13,6 milhões), México (US$ 13 milhões) e França (US$ 8,2 milhões). Mas apesar das cifra imponentes, a estreia de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” ficou abaixo da abertura de seu antecessor, “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, que abriu com US$ 146 milhões em 2017. Mesmo assim, manteve-se à frente do primeiro “Guardiões da Galáxia”, que apresentou ao mundo o personagem do Senhor das Estrelas e seus amigos, com US$ 94 milhões em 2014. Qualquer estreia doméstica acima de US$ 100 milhões garante a condição de blockbuster. Ainda assim, a performance inicial de “Guardiões 3” na América do Norte está sendo analisada sob lupa, já que o mercado busca sinais de uma fadiga do gênero dos super-heróis. Apenas um ano atrás, por exemplo, “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” atingiu um recorde de US$ 187 milhões em sua estreia doméstica. A crítica também considerou “Guardiões da Galáxia Vol. 3” o mais fraco da trilogia, com 81% de aprovação no Rotten Tomatoes – contra 92% e 85% do primeiro e do “Vol. 2”. Entretanto, o público deu nota A no Comscore (pesquisa feita na saída dos cinemas dos EUA), mantendo todos os três filmes com a mesma avaliação positiva. O boca-a-boca, por sinal, fez o filme ter mais público no sábado que na sexta, e se essa tendência continuar, “Guardiões da Galáxia Vol. 3” pode ter uma longa temporada nas bilheterias. Depois de liderar o ranking por quatro semanas, “Super Mario Bros. – O Filme” caiu para 2º lugar diante do lançamento da Marvel. A animação da Illumination e Universal arrecadou US$ 18,6 milhões entre sexta e domingo (7/5) para atingir um total doméstico de US$ 518,2 milhões e mais de US$ 1,16 bilhão em todo o mundo. O 3º lugar ficou com o terror “A Morte do Demônio: A Ascensão”, que fez US$ 5,7 milhões, totalizando US$ 54,1 milhões no país e fazendo ainda mais sucesso no exterior. Em sua terceira semana em cartaz, o filme da Warner Bros. atingiu a marca de US$ 114,8 milhões em bilheteria global. É uma performance impressionante para um filme de terror, gênero que não costuma gerar grandes arrecadações fora dos Estados Unidos. A comédia “Are You There God? It’s Me, Margaret” ficou em 4º lugar com US$ 3,4 milhões em seu segundo final de semana em cartaz, somando um total de US$ 12,6 milhões em bilheteria doméstica. A produção da Lionsgate conquistou algumas das críticas mais elogiosas do ano, atingindo 99% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota A no CinemaScore. Adaptação do best-seller de Judy Blume, sobre uma menina de 11 anos que tenta se adaptar à mudança da família para o subúrbio, o longa ainda não tem previsão de estreia no Brasil. A segunda estreia ampla da semana, “O Amor Mandou Mensagem”, completou o Top 5. A comédia romântica estrelada por Priyanka Chopra Jonas (“Citadel”), Sam Heughan (“Outlander”) e os cantores Celine Dion e Nick Jonas arrecadou apenas US$ 2,4 milhões. Para completar, ainda foi destruída pela crítica, com apenas 17% de aprovação no Rotten Tomatoes. Um péssimo começo para a produção da Sony, que chega no Brasil na quinta-feira (11/5). Confira abaixo os trailers das 5 maiores bilheterias do fim de semana na América do Norte.   1 | GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 3 |   2 | SUPER MARIO BROS – O FILME |   3 | A MORTE DO DEMÔNIO – A ASCENSÃO |   4 | ARE YOU THERE GOD? IT’S ME, MARGARET |   5 | O AMOR MANDOU MENSAGEM |

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  • Série

    “Call Me Kat” é cancelada após três temporadas

    5 de maio de 2023 /

    A rede de TV americana Fox anunciou o cancelamento de mais uma produção, a sitcom “Call Me Kat”, após três temporadas. Estrelada por Mayim Bialik (“The Big Bang Theory”), a série era baseada na comédia britânica “Miranda” (2009), da BBC. A história segue uma mulher que deixa seu emprego para abrir um café para gatos. O cancelamento foi anunciado um dia após o episódio final da 3ª temporada ir ao ar no canal da BBC. Há a possibilidade de outra emissora salvar o título e dar continuidade a trama, mas até o momento nenhuma candidata se pronunciou. A série acompanha outros cancelamentos recentes da Fox, como “The Resident” (2018) e “9-1-1” (2018). “9-1-1” acabou salva pela rede ABC, que garantiu a produção de sua 7ª temporada em seu canal, mas “The Resident” foi encerrada definitivamente. “Call Me Kat” sofreu com quedas drásticas de audiência na temporada. Os últimos episódios lançados marcaram uma média de 2,23 milhões de espectadores, num recuo de 24% em relação às temporadas anteriores. O elenco da série também incluía Swoosie Kurtz, Kyla Pratt, Julian Gant, Cheyenne Jackson e o falecido ator Leslie Jordan, que participou da produção até sua morte, em outubro de 2022, aparecendo até metade da 3ª temporada. Os produtores-roteiristas Jim Patterson (“Dois Homens e Meio”) e Maria Ferrari (“Jovem Sheldon”) atuaram como showrunners na 3ª temporada e assinaram a produção ao lado de Bialik. No Brasil, “Call Me Kat” foi disponibilizada pela HBO Max.

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  • Filme

    “Blade” tem filmagem suspensa devido à greve dos roteiristas

    5 de maio de 2023 /

    O Marvel Studios pausou novamente a pré-produção de “Blade”, adaptação de quadrinhos estrelada por Mahershala Ali (“Moonlight”). As filmagens estavam previstas para começarem no próximo mês, em Atlanta. O novo atraso se deve à greve dos roteiristas, que vem colocando várias produções em pausa por tempo indeterminado. Esta já é a segunda vez que a produção de “Blade” é paralisada. No ano passado, o diretor Bassim Tariq (“Mogul Mowgli”) abandonou o projeto as vésperas do início das filmagens originais e forçou o estúdio a procurar um novo diretor. Agora, o filme está a cargo do francês Yann Demange (“White Boy Rick”). Na época, a Marvel filmaria um roteiro de Stacy Osei-Kuffour (da série “Watchmen”), primeira roteirista negra a trabalhar numa produção do estúdio. Mas fontes do site The Hollywood Reporter indicavam que o roteiro era problemático e que Beau DeMayo, que trabalhou na série “Cavaleiro da Lua” (2022), tinha chegado a reescrever a história. Mas com a chegada de Demange em novembro passado, veio também outro roteirista: Michael Starrbury (da minissérie “Olhos que Condenam”). Só que, há poucos dias, o longa trocou novamente de escritor, contratando Nic Pizzolatto (criador de “True Detective”). Ele não deve ter terminado o roteiro antes da grave. No mês passado, a atriz Mia Goth (“Pearl”) também foi anunciada no elenco, juntando-se a Mahershala, Aaron Pierre (“Tempo”) e Delroy Lindo (“Destacamento Blood”). Blade foi criado pelo escritor Marv Wolfman e pelo artista Gene Colan nos quadrinhos de “A Tumba de Drácula” de 1973. Ele é meio mortal, meio vampiro e caça os sangue-sugas para vingar sua mãe, que foi morta por um vampiro enquanto lhe dava luz. O personagem já foi adaptado para o cinema em três filmes dos anos 2000, estrelados por Wesley Snipes (“Um Príncipe em Nova York 2”). A produção tem estreia marcada para setembro de 2024, mas pode sofrer adiamento devido ao novo atraso. Além de “Blade”, a Marvel pode ter outros problemas com a greve. O longa “Capitão America: A Nova Ordem Mundial” e a série “Agatha: Coven Of Chaos” estão sendo atualmente filmados em Atlanta, que também deveria receber em breve a produção de “Thunderbolts”. Para completar, a nova série do Disney+, “Wonder Man”, está em andamento em Los Angeles, enquanto “Deadpool 3” deveria começar a ser rodado ainda neste mês em Londres.

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  • Etc

    Disney exige que showrunners trabalhem durante greve dos roteiristas

    5 de maio de 2023 /

    O departamento jurídico da ABC Signature, estúdio responsável por várias séries da Disney, enviou uma carta aos showrunners de suas séries, informando que, apesar da greve dos roteiristas nos EUA, eles deveriam continuar realizando suas funções de produção, não relacionadas à escrita. “Queremos especificamente reiterar que, como showrunner ou roteirista, você não está dispensado de realizar a suas funções como showrunner e/ou produtor na sua série como resultado da greve do Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA, na sigla em inglês). Seu contrato com o estúdio requer que você realize suas funções como showrunner e/ou produtor, mesmo que a WGA tente multá-lo por prestar tais serviços durante a greve”, escreveu Bob McPhail, o assistente do chefe de aconselhamento da ABC Signature, empresa pertencente à Disney, na carta enviada aos showrunners. “Suas funções como showrunner e/ou produtor não estão dispensadas, suspensas ou terminadas até que você seja notificado por escrito pelo estúdio.” A carta foi enviada na quarta (3/5), o segundo dia da greve do Sindicato dos Roteiristas dos EUA, após a paralisação das negociações com a Aliança de Produtores de Cinema e Televisão (AMPTP, na sigla em inglês), que representa estúdios e streamings. O Sindicato dos Roteiristas decretou greve geral na terça (2/5) em busca de aumentos em seus salários e outras reinvindicações financeiras ligadas aos streaming, além de exigirem controle no uso de inteligência artificial na criação de roteiros pelos estúdios. Os showrunners, que geralmente também são roteiristas, suspenderam suas atividades em várias séries. Num caso extremo, “O Senhor dos Anéis: O Anel do Poder” está terminando de gravar os episódios de sua 2ª temporada sem a presença dos showrunners no set, com todas as decisões deixadas a cargo dos diretores e produtores. Em sua nota, a ABC Signature defende que showrunners podem executar várias atividades, inclusive de roteiro, que a WGA considera função de produtores. “Você pode, juntamente com outros serviços não escritos, ser obrigado a realizar serviços de produtor”, como fazer cortes nos roteiros para economia de tempo, pequenas mudanças nos diálogos ou narrações durante a produção e “mudanças nas direções técnicas ou de cena”. Esses são deveres que, segundo o contrato do WGA, produtores não-escritores podem realizar em qualquer projeto. Só que as regras de greve do WGA proíbem explicitamente que os membros do sindicato realizem essas atividades durante a paralisação de trabalho. “As regras proíbem jornada dupla (membros que ocupam cargos duplos) e a realização de quaisquer serviços de escrita”, diz a WGA, o que coloca os showrunners em uma posição difícil, entre as exigências dos empregadores e do próprio sindicato.

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  • Série

    “Silo” e “Rainha Charlotte” chegam ao streaming. Confira as séries novas da semana

    4 de maio de 2023 /

    A disputa das plataformas de streamings pela atenção do público oferece uma programação de séries bastante variada nesta semana. Entre as estreias estão uma superprodução sci-fi distópica, um spin-off de “Bridgerton”, um drama sobre Anne Frank, uma nova versão de “Atração Fatal” e a melhor série animada do universo “Star Wars”. Confira abaixo as 10 principais novidades para maratonar ou começar a acompanhar no fim de semana.   | SILO | APPLE TV+   A nova sci-fi estrelada pela sueca Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) é baseada na trilogia distópica “Wool”, do escritor Hugh Howey, que já foi chamada de “novo ‘Jogos Vorazes'”. A adaptação do livro (lançado no Brasil com o título de “Silo”) está em desenvolvimento desde 2012. Um ano após seu lançamento, a 20th Century Fox adquiriu os direitos da obra para realizar um filme, que deveria ser dirigido ou produzido por Ridley Scott (“Perdido em Marte”). Entretanto, o projeto nunca saiu do papel e o canal pago americano AMC entrou em cena para desenvolver uma série baseada na obra, antes de mudar de ideia e virar apenas produtor da adaptação, numa negociação com a Apple. A trama se passa em um futuro arruinado e tóxico, e acompanha uma comunidade abrigada em um gigantesco silo subterrâneo com centenas de metros de profundidade. Lá, homens e mulheres vivem em uma sociedade cheia de regulamentos que eles acreditam ter o objetivo de protegê-los. Ferguson interpreta Juliette, uma engenheira independente e trabalhadora do Silo que começa a questionar a situação e a ideia de que a superfície se encontra devastada. O elenco grandioso também conta com David Oyelowo (“Mundo em Caos”), Iain Glen (“Game of Thrones”), Tim Robbins (“O Preço da Verdade”), Ferdinand Kingsley (“Sandman”), Shane McRae (“Alasca: Em Busca da Notícia”), Rick Gomez (“Justify”), Henry Garrett (“The Son”), Rashida Jones (“Angie Tribeca”) e o rapper Common (“Eu Nunca…”) A atração foi desenvolvida pelo roteirista-produtor Graham Yost (criador de “Justified”) e conta com direção do cineasta norueguês Morten Tyldum (“Passageiros”), responsável pelo visual cinematográfico dos episódios.   | RAINHA CHARLOTTE: UMA HISTÓRIA BRIDGERTON | NETFLIX   O spin-off da série “Bridgerton”, que narra a juventude da Rainha Charlotte, é ainda mais charmoso que a produção original, ao contar uma história mais focada e ainda capaz de oferecer enredos secundários para alguns personagens. Méritos da produtora Shonda Rhimes, que assume o papel de criadora e showrunner como nos velhos tempos de “Grey’s Anatomy”. Ambientada antes dos eventos de “Bridgerton”, a minissérie retrata a ascensão da jovem rainha Charlotte (India Amarteifio, de “The Midwich Cuckoos”) à notoriedade e ao poder, mostrando como seu casamento com o rei George (Corey Mylchreest, de “Sandman”) significou uma importante mudança na sociedade – introduzindo a base da trama da outra atração. O elenco também inclui as voltas de Golda Rosheuvel, como a versão adulta da Rainha, e a manutenção da voz de Julie Andrews como Lady Whistledown.   | A SMALL LIGHT | STAR+   A minissérie é uma nova abordagem para a história de Anne Frank, focando na personagem Miep Gies, que ajudou a abrigar a família Frank durante a ocupação nazista de Amsterdã, na Holanda. A trama começa de forma descontraída, como uma comédia dramática, mas lentamente a tragédia se instala à medida que a máquina nazista de extermínio começa a funcionar contra os judeus. Bel Powley (“O Diário de uma Adolescente”) entrega uma atuação convincente como Miep, que tem uma personalidade enérgica e bem-humorada, e o elenco, incluindo Liev Schreiber (“Ray Donovan”), Joe Cole (“Peaky Blinders”) e Eleanor Tomlinson (“The Nevers”), ajuda a construir relacionamentos profundos entre os personagens. Criada pelo casal Tony Phelan e Joan Rater (ex-produtores-roteiristas de “Grey’s Anatomy”), a produção é cuidadosa ao misturar esperança com o terror, e apresentar os fatos históricos como um tributo a pessoas comuns que resistiram ao mal. Embora não haja um final feliz na história de Anne Frank, “A Small Light” presta uma homenagem sensível a todos que tentaram fazer a diferença contra o nazismo durante a 2ª Guerra Mundial.   | OS ENCANADORES DA CASA BRANCA | HBO MAX   Os bastidores do escândalo Watergate, que derrubou o ex-presidente dos EUA Richard Nixon nos anos 1970, são tratados como comédia nesta minissérie, que apresenta os responsáveis como espiões trapalhões. Woody Harrelson (“Zumbilândia”) e Justin Theroux (“The Leftovers”) vivem E. Howard Hunt e G. Gordon Liddy, os “encanadores” da Casa Branca do título, responsáveis por evitar vazamentos, pagar subornos e se antecipar a rivais. Mas, na prática, eles acabaram funcionando às avessas, ao cometer vários erros estratégicos relacionados à invasão clandestina de um importante escritório do Partido Democrata em 1972. A missão secreta, realizada na calada da noite no edifício Watergate, visava plantar escutas nos adversários, mas sua descoberta acabou virando um dos maiores escândalos políticos da história americana e levou à renúncia de Nixon. Além dos dois protagonistas, a atração destaca Kiernan Shipka (a Sabrina da Netflix) como Kevan Hunt, filha de Howard Hunt e líder da juventude republicana, que escondeu provas dos crimes de seu pai no dormitório da sua universidade; Lena Headey (a Cersei de “Game of Thrones”) como Dorothy Hunt, a mãe da personagem de Shipka, que teve destino trágico na vida real, e Liam James (“O Verão da Minha Vida”) como seu outro filho, Saint John, um roqueiro que se vê envolvido na conspiração sombria do dia para a noite, quando toda a família descobre que seu pacato pai trabalhador era na verdade um perigoso agente da CIA. A trama é baseada no livro “Integrity”, co-escrito por Egil “Bud” Krogh, assessor júnior de Nixon responsável por juntar os dois “encanadores”. O persoangem também aparece na adaptação, vivido por Rich Sommer (“O Diabo Veste Prada”). Além disso, o elenco grandioso ainda inclui Domhnall Gleeson (“Ex Machina”), Ike Barinholtz (“Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta”), Yul Vazquez (“Boneca Russa”), David Krumholtz (“É o Fim”) e Kim Coates (“Sons of Anarchy”).   | ATRAÇÃO FATAL | PARAMOUNT+   Um dos suspenses sexuais que marcaram o cinema dos anos 1980 retorna como minissérie dramática, atualizada para os dias de hoje, mas sem o mesmo impacto. Para quem não lembra do longa dirigido por Adrian Lyne, a história era uma fábula moderna sobre as consequências extremas da infidelidade conjugal. A série mantém a premissa, mostrando como uma relação casual entre dois colegas de trabalho se torna perigosa, quando a amante se recusa a aceitar o fim e decide fazer um visita surpresa à esposa de seu parceiro. A trama, porém, explora uma reviravolta diferente do filme, com o protagonista preso e acusado de assassinato da amante. O elenco destaca Lizzy Caplan (“Truque de Mestre 2”) e Joshua Jackson (“The Affair”) nos papéis que pertenceram a Glenn Close e Michael Douglas no cinema, enquanto Amanda Peet (“Dirty John”) vive a esposa traída, personagem interpretada por Anne Archer em 1987.   | PLANNERS | STAR+   A comédia argentina conta a história de Malena Carregal (Celeste Cid, de “Separadas”), que após se divorciar e deixar seu emprego na agência de eventos corporativos de seu ex-marido, embarca em uma nova carreira em parceria com uma amiga para realizar o sonho de criar sua própria agência de organização de eventos sociais. Só que o sonho se prova um pesadelo, com tantos desafios e conflitos que surgem no caminho. A série foi gravada em diferentes locais de Buenos Aires, sob o comando de Pablo Bossi (“O Grito das Mariposas”), e além de Celeste Cid, o elenco destaca Leticia Siciliani (“Ladrão de Casaca”) e Gonzalo Valenzuela (“Demente”).   | VANDA | LIONSGATE+   Criada por Patrícia Müller (“Madre Paula”), a minissérie portuguesa de true crime é baseada na história verídica de uma cabeleireira lisboeta (Gabriela Barros, de “Tiro e Queda”) que, durante a crise financeira de 2008, ao encontrar-se sozinha, falida e com duas crianças para criar, decidiu assaltar bancos com uma arma falsa. Para não ser reconhecida, Vanda utilizava perucas e disfarces, que lhe valeram a alcunha de Viúva Negra. E ao agir de forma amadora, quebrou com todos os padrões e métodos conhecidos de assalto bancário, o que dificultou o trabalho da polícia num primeiro momento, até que uma psicóloga forense conseguiu juntar todas as peças do quebra-cabeças, descobrindo que ela cometeu vários erros de principiante em todo o processo. Só que até ser descoberta e presa, ela conseguiu roubar 12 bancos e um total de 17 mil euros.   | AUTO POSTO 2 | PARAMOUNT+   A série do Comedy Central acompanha a rotina de um típico posto de gasolina em uma cidade brasileira. Criada e dirigida por Marcelo Botta, é gravada na cidade de Paraibuna, no interior de São Paulo, e gira em torno da conturbada relação entre o dono do posto, um ex-cantor de sucessos populares chamado Nelson, e seus funcionários – frentistas, lavadores, caixas, segurança, borracheiro e até seu velho “amigo” fiscal. Cada um dos personagens representa um arquétipo contemporâneo. Nelson é vivido por Walter Breda (o Pessanha da novela “Bom Sucesso”) e o elenco ainda inclui, entre outros, Micheli Machado, Paulo Tiefenthaler, Robson Nunes, Neusa Borges e os gêmeos Luan e Raony Iaconis. Além disso, a série conta com participações especiais. Na 1ª temporada, foram Felipe Torres e Adriano Silva (da trupe Hermes e Renato), Rappin Hood e até Rita Cadillac, que, pela primeira vez, deu vida a uma personagem fictícia.   | STAR WARS: VISIONS 2 | DISNEY+   A atração é uma antologia animada na qual diferentes criadores e equipes artísticas são convidadas a reimaginar o universo criado por George Lucas. Os episódios contam histórias diferentes com personagens diversos, e cada um possui um estilo de animação próprio – numa iniciativa que lembra “Love, Death & Robots”, da Netflix. A nova temporada conta com um episódio em stop-motion, com produção da Aardman Animations, estúdio conhecido pelos sucessos “Wallace & Grommit: A Batalha dos Vegetais” (2005) e “A Fuga das Galinhas” (2000), um capítulo com astros espanhóis, incluindo dublagens de Úrsula Corberó (a Tóquio de “La Casa de Papel”) e Luis Tosar (o Rogélio de “Até o Céu”), e outro com atores sul-coreanos. O elenco de vozes inclui outras surpresas, como Denis Lawson retomando o papel de Wedge Antilles, personagem que ele interpretou no primeiro “Star Wars” de 1977, Anjelica Huston (“A Família Addams”) como uma Mãe Sith e Cynthia Erivo (“Genius: Aretha Franklyn”) como uma cantora. A obra expande o universo da franquia de uma maneira nunca antes vista. Com uma variedade de estilos visuais e narrativas, que vão do 3D CG à animação tradicional, os nove curtas-metragens do segundo volume mostram que “Star Wars” pode ser reinterpretado de diversas formas e em diversos lugares do mundo, sem perder a essência da saga.   | A PEQUENA ESPIÃ 2 | APPLE TV+   “A Pequena Espiã” adapta um clássico da literatura infantil escrito por Louise Fitzhugh numa animação estilosa, inspirada no design de desenhos dos anos 1960. Assim como no livro, a série se passa na Nova York da década de 1960 e acompanha as aventuras de Harriet M. Welsch, uma garotinha precoce de 11 anos que decide ser uma escritora-espiã e passa a observar tudo e todos à sua volta, registrando acontecimentos em seu diário e investigando casos suspeitos da vizinhança. Só que, nos novos episódios, o diário desaparece e ela precisa usar sua habilidades investigativas para reencontrá-lo. A personagem já virou filme em 1996, estrelado pela então “pequena” Michelle Trachtenberg (depois irmã de “Buffy” e vilã de “Gossip Girl”). Na série animada, Harriet é dublada por Beanie Feldstein (“Fora de Série”).

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