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    Bilheteria | Novo “Jogos Vorazes” supera estreias de “Napoleão” e “Wish” nos EUA

    26 de novembro de 2023 /

    “Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, prólogo da popular franquia de filmes dos anos 2010, liderou as bilheterias dos Estados Unidos durante o feriado de Ação de Graças, superando expectativas do mercado ao enfrentar grandes lançamentos rivais. Dirigido por Francis Lawrence, o filme arrecadou US$ 28,8 milhões no fim de semana, ultrapassando a nova animação da Disney, “Wish: O Poder dos Desejos”, e o épico “Napoleão”, que custou US$ 200 milhões. A produção da Lionsgate deve ultrapassar US$ 100 milhões no mercado doméstico e atingir o dobro, US$ 200 milhões, em todo o mundo até segunda-feira. Este desempenho em seus primeiros 10 dias de exibição é maior que o previsto, embora o filme tenha sido orçado em US$ 100 milhões. Novo fracasso da Disney Em contraste ao sucesso da Lionsgate, a crise da Disney parece não ter fim. Além do fracasso de “As Marvels”, o estúdio enfrenta uma enorme decepção com “Wish”. Vale apontar que o feriado de Ação de Graças é geralmente marcado por blockbusters animados, mas a nova produção da Disney arrecadou apenas US$ 19,5 milhões durante o fim de semana, ficando apenas com o 3º lugar na bilheteria doméstica. Lançado com antecedência na quarta (22/11), o filme soma US$ 31,7 milhões em cinco dias nos EUA e Canadá. O fracasso se manifesta diante das expectativas iniciais, que projetavam uma abertura de US$ 45 milhões a US$ 50 milhões. Os números só chegam nestes valores com a soma das bilheterias de outros países. “Wish” adicionou US$ 17,3 milhões do mercado internacional para totalizar uma estreia de US$ 49 milhões mundiais. A crise não é só de público. “Wish” teve somente 50% de aprovação da crítica, na análise do site Rotten Tomatoes. Ou seja, foi considerado bem pior que “As Marvels” (61%). O lançamento do desenho no Brasil só vai acontecer em 4 de janeiro. O desempenho de Napoleão Enquanto isso, “Napoleão” surpreendeu com uma arrecadação de US$ 20,4 milhões durante o fim de semana e US$ 32,5 milhões em cinco dias no mercado doméstico, ocupando o 2º lugar no ranking norte-americano. Globalmente, o filme faturou US$ 78,8 milhões, um resultado expressivo para um drama histórico adulto de duas horas e meia de projeção, e uma vitória significativa para as ambições cinematográficas da Apple, que produziu o longa-metragem de Ridley Scott. Entretanto, o filme estrelado por Joaquin Phoenix recebeu recebeu críticas medianas (61% no Rotten Tomatoes) e um B- no CinemaScore (avaliação do público), resultados idênticos aos de “As Marvels”. O resto do Top 5 Em 4º lugar, “Trolls 3: Juntos Novamente” teve uma arrecadação de US$ 17,5 milhões, muito próxima de “Wish”. Com isso, a animação da Illumination/Universal elevou seu total doméstico para US$ 64,5 milhões e já soma US$ 145 milhões globalmente. O filme que completa o Top 5 é o terror temático “Feriado Sangrento”, passado no Dia de Ação de Graças, que fez US$ 7,2 milhões em seu segundo fim de semana. Em dez dias, o terror soma US$ 24 milhões nos EUA, performance notável para uma produção orçada em apenas US$ 15 milhões. O longa de Joe Roth também é inédito no Brasil e sua estreia nacional está marcada pra 7 de dezembro. E “As Marvels”? Após três fins de semana em cartaz, o maior fiasco do Marvel Studios fez US$ 6,4 milhões e ficou em 6º lugar. Desde seu lançamento, a produção da Disney faturou só US$ 76,8 milhões nos EUA e Canadá, e US$ 188,8 milhões em todo o mundo. Vale lembrar que ela custou mais de US$ 270 milhões só para ser produzida (sem as despesas de divulgação e publicidade) e precisaria de pelo menos de US$ 800 milhões para começar a se pagar. A bilheteria total do feriado de Ação de Graças atingiu US$ 172 milhões, indicando uma recuperação gradual do setor cinematográfico nos EUA, embora ainda não tenha alcançado os níveis pré-pandemia.   Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana.   1 | JOGOS VORAZES: A CANTIGA DOS PÁSSAROS E DAS SERPENTES   2 | NAPOLEÃO   3 | WISH: O PODER DOS DESEJOS   4 | TROLLS 3: JUNTOS NOVAMENTE   5 | FERIADO SANGRENTO

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  • Filme,  Reality,  Série

    Estreias | 10 novidades da semana para ver no streaming

    24 de novembro de 2023 /

    A seleção de novidades do streaming destaca cinco séries e cinco filmes. A lista passa por “Rio Connection”, coprodução internacional da Globoplay, e a biografia de Brigitte Bardot entre as séries, além da animação Leo e a comédia candidata a cult “Bottoms”, sem esquecer do blockbuster “O Protedor: Capítulo Final” e do documentário musical “Elis e Tom, Só Tinha que Ser com Você” em VOD. Confira abaixo lista completa dos melhores lançamentos da semana.   SÉRIES   RIO CONNECTION | GLOBOPLAY   Ambientada nos anos 1970, a série nacional explora a intricada rede de tráfico de heroína estabelecida no Brasil, formando uma rota estratégica para os Estados Unidos. A obra é dirigida por Mauro Lima (“Meu Nome Não É Johnny”), destacando-se por sua alta qualidade de produção e um elenco que combina talentos estrangeiros e brasileiros. A trama se aprofunda na vida de três criminosos europeus – Tommaso Buscetta (Valerio Morigi), Fernand Legros (Raphael Kahn) e Lucien Sarti (Aksel Ustun), com a presença marcante da atriz Marina Ruy Barbosa no papel de Ana Barbosa, uma cantora de boate que navega entre o glamour e os perigos associados ao submundo do crime. Inspirada em eventos reais, a trama desenrola-se em torno do plano do famoso mafioso Tommaso Buscetta e seus comparsas para usar o Rio como conexão do tráfico internacional. A trama mergulha nos detalhes da operação criminosa, destacando a compra da droga a preços baixos e a revenda por valores elevados. A série também explora a complexidade dos personagens, evitando retratá-los como criminosos unidimensionais e oferecendo uma visão mais humana e empática de suas vidas, apesar de suas ações sombrias. Coprodução internacional com a Sony, apesar de brasileira a série é falada em inglês. Conta com oito episódios e também inclui no elenco Nicolas Prattes, Gustavo Pace e Alexandre David, interpretando policiais brasileiros, além de Maria Casadevall, Carla Salle, Felipe Rocha e Rômulo Arantes Neto.   COMPANHEIROS DE VIAGEM | PARAMOUNT+   A minissérie adapta o romance homônimo de Thomas Mallon, ambientado em Washington, D.C., durante os anos 1950 – a era McCarthy, auge do conservadorismo americano – , mas também avança no tempo para os anos 1980, período de intensa homofobia. Distribuída em oito episódios, a história acompanha a longa e apaixonada relação entre dois homens, Tim (interpretado por Jonathan Bailey), um jovem idealista e católico, e Hawk (Matt Bomer), um charmoso operador político. Os dois personagens, vindos de mundos distintos, se envolvem em um romance intenso e condenado à tragédia. A adaptação foi criada pelo escritor Ron Nyswaner, conhecido por seu trabalho em filmes e séries de temas LGBTQIA+, com destaque para o premiado longa “Philadelphia” de 1993, que foi um marco na representação do HIV/AIDS no cinema. Sua história combina política, romance queer e suspense de espionagem, utilizando dois períodos sombrios da história dos Estados Unidos como pano de fundo. Apesar de se desenrolar em torno de eventos reais, como a caça às bruxas de McCarthy (anticomunismo como fobia social) e a crise da AIDS nos anos 1980, a atração não se limita a ser apenas uma reconstituição histórica ou uma peça moral sobre a crueldade do governo em relação à comunidade LGBTQIA+. Em seu âmago, está um romance verdadeiro e cativante, reforçado pelas atuações de Bailey e Bomer, com direito a cenas de sexo bastante gráficas. De fato, a dinâmica de poder na relação sexual entre Hawk e Tim é explorada sem suavizar as arestas para o público heterossexual, o que faz da série uma das representações menos comedidas do amor gay, destacando-se por abordar o assunto de forma ousada.   BRIGITTE BARDOT | FESTIVAL VARILUX DO CINEMA FRANCÊS   Trazida ao Brasil pelo Festival Varilux do Cinema Francês, a minissérie é uma homenagem à emblemática atriz Brigitte Bardot, destacando os primeiros dez anos de sua carreira. Criada pela veterana cineasta Danièle Thompson (roteirista dos clássicos “Rainha Margot” e “Prima, Primo”) e seu filho Christopher Thompson, traz a argentina Julia de Nunez no papel icônico. E em alguns momentos, é possível confundir as duas, ainda que o carisma único da verdadeira Bardot seja inimitável. O elenco também destaca Victor Belmondo, neto do lendário ator Jean-Paul Belmondo, como o cineasta Roger Vadim, primeiro marido e responsável por revelar a estrela ao mundo. “Bardot” aborda os aspectos cruciais e desafios enfrentados pela atriz na França dos anos 1950, uma época marcada pelo sexismo e a dominação patriarcal, e culmina na sua transformação em sex symbol internacional nos anos 1960. Além de recriar diversos papéis antológicos em clássicos como “E Deus Criou a Mulher” (1956), de Roger Vadim, “A Verdade” (1960), de Henri-Georges Clouzot, e “Desprezo” (1963), de Jean-Luc Godard, o enredo também explora a vida privada, relações amorosas e a maneira como Bardot lidou com a atenção intensa da mídia, destacando sua luta contra a objetificação e a busca por sua identidade em meio à fama avassaladora. A cinematografia e as atuações são pontos fortes da produção, que, apesar de uma abordagem tradicional, oferece uma perspectiva renovada sobre a jornada da estrela. Com seis episódios, a produção pode ser vista na íntegra e de graça no site do Festival Varilux do Cinema Francês (https://variluxcinefrances.com/) até o dia 22 de dezembro.   DOCTOR WHO: THE STAR BEAST | DISNEY+   O primeiro dos três especiais de 60 anos de “Doctor Who” marca a estreia da franquia na Disney+ e o retorno triunfante de David Tennant como o Doutor, acompanhado por Catherine Tate como sua companheira Donna Noble. O episódio também é o primeiro de uma nova fase sob comando do renomado Russell T Davies, de volta para ditar os rumos da série clássica, que ele relançou em 2005. A trama baseia-se em uma história em quadrinhos de 1980 do Doutor, que foi atualizada para incorporar a versão de Tennant, considerado o melhor intérprete do protagonista (à frente da série de 2005 a 2010). A trama começa com o reencontro do Doutor e Donna, que não se veem há 15 anos, para resolver o mistério do acidente de uma nave espacial em Londres, e embora o episódio mantenha elementos clássicos de “Doctor Who”, como viagens no tempo e encontros com alienígenas, ele também aborda temas mais profundos relacionados à identidade e à humanidade. A história de Donna, que teve as memórias de suas aventuras apagadas e agora é casada e mãe, adiciona complexidade à personagem, enquanto Tennant traz uma nova profundidade a seu papel, mesclando traços dos Doutores que vieram após sua versão original. O episódio também introduz uma série de novos personagens, incluindo Yasmin Finney como Rose Noble, filha de Donna. E prepara terreno para mais dois especiais como parte das celebrações do 60º aniversário da série: “Wild Blue Yonder” e “The Giggle”. Este último traz Neil Patrick Harris como um vilão clássico, o Fabricante de Brinquedos (The Toymaker), visto pela última vez em 1966, e serve de passagem para um novo protagonista. O ator Ncuti Gatwa (o Eric de “Sex Education”) será o Doutor a partir da 14ª temporada, prevista para ir ao ar em 2024. Para quem não sabe, o artifício narrativo que justifica as mudanças de intérpretes é simples: sempre que o Doutor é ferido de morte, ele(a) se transforma em outra pessoa, ganhando não apenas nova aparência, mas também um nova personalidade, ainda que mantenha intacta toda a sua memória. O truque foi a forma encontrada pelos produtores para continuar a série quando William Hartnell (1908–1975), o primeiro astro de Doctor Who, resolveu largar o papel na metade da 4ª temporada original (exibida em 1966).   ROUND 6: O DESAFIO | NETFLIX   O reality de competição é baseado em “Round 6”, série de maior audiência da Netflix em todos os tempos, e acompanha 456 competidores em uma disputa por um prêmio de US$ 4,56 milhões, o maior já entregue numa disputa televisiva. A competição é realizada em um cenário que replica a estética da série, incluindo os uniformes e os designs dos ambientes, mas sem a natureza sinistra do torneio sangrento. Em “O Desafio”, a violência letal é substituída por tintas que simulam a morte dos competidores eliminados. O programa tenta encontrar um meio-termo entre as competições convencionais e o conceito distópico de “Round 6”, introduzindo elementos de drama e táticas psicológicas. As dinâmicas sociais e as estratégias de jogo são elementos-chave nos episódios, com alianças e habilidades interpessoais se mostrando tão importantes quanto a habilidade nos jogos. Entretanto, a produção também é uma contradição, pois indica que a Netflix não compreendeu a mensagem crítica da trama de Hwang Dong-hyuk. A obra sul-coreana foi aclamada por sua representação intensa e brutal de pessoas desesperadas, que participam de jogos mortais por uma chance de escapar de dívidas esmagadoras, servindo como uma alegoria do capitalismo e da desigualdade socioeconômica, onde a dignidade humana e a vida são sacrificadas por entretenimento. A trama critica a exploração dos desfavorecidos e a indiferença dos milionários, usando a violência extrema e as situações desesperadoras dos personagens para enfatizar seu ponto. Quando a Netflix transforma o conceito em uma competição real, em vez de um comentário sobre a desumanização e a exploração, “Round 6” se materializa como a mesma forma de entretenimento que, ironicamente, procurava condenar. FILMES   BOTTOMS | PRIME VIDEO   A nova comédia juvenil de Emma Seligman, que ganhou destaque com “Shiva Baby” em 2020, se passa no ensino médio, onde duas melhores amigas lésbicas, desajeitadas e desesperadas para perder a virgindade, tem a ideia de ensinar aulas de autodefesa para impressionar as líderes de torcida, mas logo viram catalisadoras de uma revolta feminista. Os papéis principais são vividos por Rachel Sennott, que foi a protagonista de “Shiva Baby”, e Ayo Edebiri, uma das estrelas da premiada série “O Urso” (The Bear), da Star+. Ao desenvolver a narrativa, a diretora quis explorar um gênero do qual os personagens LGBTQIA+ são historicamente excluídos, oferecendo uma visão crua e cheia de piadas sexuais explícitas, que contrasta com a inocência dos filmes de high school. A trama é centrada na busca de PJ e Josie pela atenção de Isabel e Brittany, as estrelas da equipe de torcida. Ao perceberem que as tentativas convencionais de aproximação resultam em fracasso, elas decidem criar uma aula de autodefesa, que rapidamente se transforma em um clube de luta. Logo, o projeto começa a ganhar vida própria, como um espaço para as personagens explorarem e expressarem sua raiva e frustrações, criando uma atmosfera de empoderamento feminino, ainda que sob pretextos questionáveis. Divertidíssimo e politicamente ousado, o filme caiu nas graças da crítica americana, atingindo 91% de aprovação no Rotten Tomatoes. Sua abordagem subversiva remete ao cultuado “Heathers” (ou “Atração Mortal”), lançado em 1989. Ambos abusam do humor negro para desafiar as convenções dos filmes sobre adolescente, apresentando uma narrativa cínica, personagens de moral ambígua e uma crítica mordaz à cultura do ensino médio americano.   LEO | NETFLIX   A animação produzida e estrelada (na dublagem em inglês) por Adam Sandler segue um lagarto de 74 anos que vive em um aquário na sala de aula de uma escola primária. Compartilhando o espaço com uma tartaruga chamada Squirtle (voz de Bill Burr), Leo tem passado seus dias observando gerações de alunos enfrentarem seus desafios juvenis. Tudo muda quando ele se dá conta de sua própria mortalidade e decide que precisa ver o mundo fora do aquário. Só que, na tentativa de fuga, Leo vacila e permite que as crianças descubram seu maior segredo: ele pode falar. Assim, o pequeno lagarto transforma-se em uma espécie de conselheiro para os estudantes que cuidam dele. O filme, dirigido por Robert Marianetti, Robert Smigel e David Wachtenheim, conhecidos por seus trabalhos no humorístico “Saturday Night Live” (SNL), especialmente nos segmentos animados, é moldado por uma série de vinhetas onde Leo ajuda os estudantes com seus problemas pessoais, variando de ansiedade a dificuldades de socialização. Cada criança que leva Leo para casa descobre que ele pode falar, mas é persuadida a acreditar que só ela pode ouvi-lo. Através dessas interações, Leo oferece conselhos e apoio, encontrando um novo propósito em ajudar...

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    Tim Allen confirma que Disney prepara “Toy Story 5”

    23 de novembro de 2023 /

    No início deste ano, o CEO da Disney, Bob Iger, anunciou o desenvolvimento de um novo filme da franquia “Toy Story”, juntamente com novas sequências das franquias “Frozen” e “Zootopia”, e agora Tim Allen confirmou que tanto ele quanto Tom Hanks foram contatados pela Disney para fazer “Toy Story 5”. A revelação esclarece uma dúvida, ao indicar que o novo filme não será um derivado, mas uma continuação da história central. Durante uma participação no programa “The Tonight Show”, a voz oficial de Buzz Lightyear revelou: “Eles entraram em contato comigo e com o Tom para reprisarmos os papéis. Eles não estão dizendo nada sobre isso… Você se pergunta se quatro foram demais. Será que cinco será demais?” Allen também acrescentou: “De acordo com os rumores, o escritor que está trabalhando nisso escreveu um dos melhores filmes da série e disse: ‘Se eu não acertar, não farei’. Pode ser uma forma muito interessante de reunir tudo.” Vale lembrar que “Toy Story 4” foi lançado nos cinemas em 2019 e foi bem recebido tanto pela crítica quanto pelo público, arrecadando mais de US$ 1 bilhão em bilheteria global. O filme estabeleceu um recorde na época como o maior lançamento de um filme animado, com uma arrecadação global de US$ 244,5 milhões. Na época, muitos fãs estavam preocupados que um quarto filme pudesse estragar o final perfeito criado pela Pixar em “Toy Story 3” (que também ultrapassou US$ 1 bilhão em vendas de ingressos e venceu o Oscar de Melhor Animação), mas isso não se confirmou, já que “Toy Story 4” também foi muito bem recebido. Uma coisa é certa: a Pixar está em busca de um grande sucesso nas bilheteiras, e “Toy Story 5” parece ser uma escolha lógica no papel, pelo menos. O estúdio teve um desempenho abaixo do esperado nas bilheteiras em 2022 com “Lightyear” e só se recuperou ligeiramente com “Elementos” neste ano.

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  • Série

    Disney+ cancela “Muppets e o Caos Elétrico”

    22 de novembro de 2023 /

    A Disney+ cancelou a nova série dos Muppets, “Muppets e o Caos Elétrico”, que acompanhava a veterana banda de rock dos fantoches. A série teve apenas uma temporada, com todos os seus 10 episódios lançados em maio. O produtor Adam F. Goldberg (“Os Goldbergs”), que criou a série com os veteranos dos Muppets Bill Barretta e Jeff Yorkes, agradeceu aos telespectadores do programa no X (antigo Twitter) pelo apoio: “Muito obrigado ao amor da crítica e dos fãs que nos rendeu 6 indicações ao Emmy e um álbum número 1 da Billboard. O “Caos” foi realmente a experiência mais alegre e colaborativa da minha carreira.” Yorkes também escreveu um post de agradecimento aos fãs: “Que viagem longa e estranha tem sido! Os altos (obrigado Zoot!), os baixos… Um enorme obrigado aos nossos fãs e telespectadores fiéis. Espero que o público continue a descobrir o nosso pequeno espetáculo e que ele lhes traga alguma alegria… e algum caos!!”   Os Muppets na Disney+ “Muppets e o Caos Elétrico” foi a segunda série original com os personagens criados por Jim Henson na Disney+, seguindo “Agora Muppets” de 2020. Além disso, a plataforma também disponibilizou um especial de Halloween, “Muppets Haunted Mansion: A Festa Aterrorizante”, em 2021. Goldberg revelou que, apesar do cancelamento, o trio de produtores estava preparando outras séries dos Muppets para o streaming: “Desde o primeiro dia, tudo que me importou foi criar um Muppetverso e, sim, já estou preparando mais Muppets com [Barretta e Yorkes]. Está acontecendo!!!”   O Caos Elétrico A série recém-cancelada acompanhava a banda Caos Elétrico (The Electric Mayhem, em inglês) que, depois de 45 anos de rock, embarcava em uma jornada musical épica para finalmente gravar seu primeiro álbum. Com a ajuda de uma jovem executiva da música, o grupo se deparava com a cena musical atual enquanto tentava chegar ao estrelato. Para quem não lembra, Caos Elétrico estreou no primeiríssimo episódio de “The Muppet Show” em 1975. Eles eram a banda residente do programa, com personalidades e aparências inspiradas em celebridades do rock da época. Além dos fantoches clássicos, o programa contou com participações de Lilly Singh (“Os Caras Malvados”), Tahj Mowry (“De Férias da Família”), Saara Chaudry (“A Misteriosa Sociedade Benedict”), Anders Holm (“Um Senhor Estagiário”) e várias celebridades, do diretor Kevin Smith (“O Balconista”) ao músico-comediante Weird Al Yankovic, passando pelos DJs Steve Aoki e Deadmau5.

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    Criador de “Ahsoka” é novo Direção de Criação do universo Star Wars

    21 de novembro de 2023 /

    O arquiteto das séries de “Star Wars” na Disney+, Dave Filoni, foi promovido a Chief Creative Officer, Diretor de Criação da Lucasfilm, consolidando ainda mais sua influência no futuro da galáxia muito, muito distante. Mantendo seu título de Vice-Presidente Executivo obtido em 2020, Filoni agora terá uma participação mais intensa no desenvolvimento narrativo da Lucasfilm, enquanto Kathleen Kennedy segue como Presidente da empresa. Filoni tem sido uma figura-chave na construção do universo “Star Wars” desde a criação das séries animadas “Star Wars: The Clone Wars” (2008) e “Rebels” (2014), mas seu conhecimento do universo concebido por George Lucas provou-se especialmente útil a partir do lançamento de “The Mandalorian” em 2019 e todas as produções live-action que se seguiram na Disney+. Próximos projetos Em uma entrevista à Vanity Fair, Filoni revelou estar “explorando uma possível 2ª temporada” da série “Ahsoka”, protagonizada por Rosario Dawson, e que marca a transição da personagem do universo animado para o live-action. Além disso, ele se prepara para dirigir seu primeiro longa-metragem “Star Wars” em live-action, que promete unificar as narrativas das séries da Disney+. Fora as criações de Filoni, “Star Wars” também terá em breve duas novas séries na Disney+: “Skeleton Crew”, de Jon Watts e Christopher Ford, e “The Acolyte”, dirigida por Leslye Headland. Sem esquecer a 2ª temporada de “Andor”, de Tony Gilroy. Outros projetos em desenvolvimento incluem filmes de James Mangold, Taika Waititi, Shawn Levy e Sharmeen Obaid-Chinoy. Filoni enfatiza a importância de sua experiência prática: “Para realmente ajudar cineastas, foi muito importante para mim vivenciar isso em primeira mão. Posso também oferecer uma perspectiva sobre os desafios que contar essas histórias apresentará. Sinto-me mais capaz de ser realmente útil, além de apenas dizer, ‘Bem, os Jedi são assim, e os Sith são assim…'”

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    Novo “Jogos Vorazes” supera “As Marvels” no Brasil

    20 de novembro de 2023 /

    “Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes” foi o filme mais visto no Brasil durante o fim de semana. O prólogo da franquia “Jogos Vorazes” estreou em 1º lugar nas bilheterias com uma arrecadação de R$ 9,9 milhões. Mas como teve uma estreia antecipada na quarta-feira, o longa já acumula um total de R$ 15,2 no mercado nacional. Com isso, “As Marvels” caiu para o 2º lugar, arrecadando R$ 3,6 milhões. Em dois fins de semana, a nova produção do Marvel Studios soma um total de R$ 17,3 no país. O Top 5 se completou com o terror “Five Nights at Freddy’s”, a animação “Trolls 3 – Juntos Novamente” e o documentário “Taylor Swift: The Eras Tour”, que arrecadaram, respectivamente, R$ 2 milhões, R$ 1,1 milhão e R$ 535 mil.

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    Bilheteria | “As Marvels” sofre queda histórica e novo “Jogos Vorazes” lidera nos EUA

    19 de novembro de 2023 /

    “Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes” estreou no topo das bilheterias dos EUA e Canadá neste fim de semana, mas com um resultado bastante inferior ao desempenho anterior da franquia. O filme, que marca o retorno ao universo distópico de Panem após oito anos, arrecadou US$ 44 milhões no mercado doméstico. O desempenho foi mais forte no exterior, onde somou US$ 54,5 milhões, para atingir um total global de US$ 98,5 milhões. A aprovação da crítica ficou em 60% no Rotten Tomatoes, enquanto os espectadores deram uma nota B+ no CinemaScore, a mais baixa da franquia até o momento. Esses indicadores sugerem que a nova direção da trama não ressoou de forma tão forte como os blockbusters originais. Com novo elenco e diferente configuração, o prólogo de “Jogos Vorazes” deixou de ser a sensação de outrora. Vale lembrar que todos os quatro filmes estrelados por Jennifer Lawrence entre 2012 e 2015 abriram com arrecadação superior a US$ 100 milhões na América do Norte. O novo não chegou nesse valor em todo o mundo. Finalmente exibida nos EUA, a animação “Trolls 3: Juntos Novamente” emplacou o 2º lugar nas bilheterias, com US$ 30,6 milhões em seu lançamento doméstico. Um aspecto notável do filme foi sua estratégia de distribuição, com estreia antecipada em até um mês em vários países, inclusive no Brasil, antes de chegar aos cinemas dos Estados Unidos. Graças a isso, “Trolls 3” já tinha acumulado US$ 76,3 milhões em receita internacional, contribuindo para um total global de US$ 108,1 milhões. O novo recorde negativo de “As Marvels” Em 3º lugar, “As Marvels” enfrentou um revés notável em sua segunda semana nas bilheterias, registrando uma queda surpreendente de 78% em relação à sua estreia. Este declínio resultou em uma arrecadação de apenas US$ 10,2 milhões, um número que se destaca negativamente no contexto do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), conhecido por seus sucessos consecutivos e consistentes. O resultado também marca o pior desempenho de segunda semana para um filme não só da Marvel, mas de super-heróis em geral na história recente de Hollywood. Antes deste fim de semana, “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” detinha o recorde de maior queda de segunda semana dentro do MCU, com 69,9%. Os recordes negativos de “As Marvels”, que já tinha registrado a pior estreia do MCU, indicam que a crise do Marvel Studios não pode mais ser subestimada. “As Marvels” também teve desempenho fraco nos demais países. O longa arrecadou US$ 19,5 milhões em 52 mercados estrangeiros, totalizando um montante global de US$ 161,3 milhões após dois fins de semana em cartaz – diante de um orçamento de US$ 200 milhões, sem as despesas de P&A (cópias e publicidade). Top 5 sangrento Dois filmes de terror completam o Top 5. A estreia de “Feriado Sangrento” faturou US$ 10,2 milhões em 4º lugar, recebendo uma classificação B- no CinemaScore, mas uma avaliação surpreendentemente positiva de 83% no Rotten Tomatoes. O filme, que marca a volta de Eli Roth (“O Albergue”) ao terror, foi inspirado por um trailer falso do diretor no projeto “grindhouse” de 2007 de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez – que rendeu os filmes “À Prova de Morte” e “Planeta Terror”, respectivamente. O 5º lugar ficou com “Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo sem Fim”, que gerou US$ 3,3 milhões em seu quarto fim de semana. Com um orçamento modesto de apenas US$ 20 milhões, “Five Nights at Freddy’s” tem apresentado um desempenho notável, acumulando um total de US$ 132 milhões na América do Norte e US$ 271 milhões mundiais até o momento. Outros filmes A pior estreia da semana ficou por conta do novo filme de Taika Waititi (diretor de “Thor: Amor e Trovão”). “Quem Fizer Ganha” abriu em 6º, arrecadando US$ 2,7 milhões de 2.240 cinemas. Esta performance abaixo do esperado pode ser atribuída a uma combinação de fatores, incluindo críticas negativas. Baseado na história real da equipe de futebol de Samoa Americana e seu esforço para sair de uma série de derrotas devastadoras, a comédia de enredo inspirador foi considerada pobre pela crítica, com apenas 41% de aprovação no Rotten Tomatoes, e recebeu nota B+ do público no CinemaScore. Para completar, “Assassinos da Lua das Flores”, de Martin Scorsese, desceu ao último degrau do Top 10 após cinco fins de semana em cartaz. O filme estrelado por Leonardo DiCaprio e Robert De Niro gerou US$ 1,9 milhões de 1.714 locais de exibição. O total acumulado na América do Norte é de US$ 63,5 milhões, com uma arrecadação mundial de US$ 145,7 milhões. Embora esses números possam parecer modestos em comparação com outras grandes produções, o objetivo da Apple ao produzir o filme foi aproveitar o prestígio do nome de Scorsese para atrair atenção durante a temporada de premiações de cinema nos EUA e ganhar mais assinantes com seu lançamento posterior em streaming.   Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana.   1 | JOGOS VORAZES: A CANTIGA DOS PÁSSAROS E DAS SERPENTES   2 | TROLLS 3: JUNTOS NOVAMENTE   3 | AS MARVELS   4 | FERIADO SANGRENTO   5 | FIVE NIGHTS AT FREDDY’S – O PESADELO SEM FIM

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    Elon Musk chama anunciantes de inimigos da liberdade de expressão após boicote no X

    18 de novembro de 2023 /

    Após a plataforma X (antigo Twitter) virar alvo de boicote de grandes empresas devido a um comentário considerado antissemita por parte de seu dono, Elon Musk, o próprio resolveu provocar o mercado com um novo post polêmico. Promovendo o serviço Premium do X, o proprietário da plataforma de mídia social escreveu: “Premium+ também não tem anúncios em sua linha do tempo”. E então completou: “Muitos dos maiores anunciantes são os maiores opressores do seu direito à liberdade de expressão”. Entre os grupo empresariais que mandaram suspender seus anúncios no Xestão Warner Bros. Discovery, Disney, Lionsgate, Sony, Paramount, NBCUniversal e Apple. Com isso, propagandas dos lançamentos das companhias, como “Wish: O Poder dos Desejos”, “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes” e “Assassinos da Lua das Flores” foram removidas da plataforma. Em março deste ano, Musk citou a Disney e a Apple como dois dos maiores anunciantes do X. Representantes das companhias confirmaram a suspensão, mas nenhuma declaração foi emitida para condenar os comentários de Musk. Quem se manifestou foi a Casa Branca, por meio de seu porta-voz, Andrew Bates, que criticou publicamente Musk por promover “ódio antissemita e racista” no X.   Motivo da polêmica O boicote aconteceu após o CEO e proprietário da plataforma X publicar que concordava com a acusação de um post sobre as “comunidades judaicas” promoverem “ódio contra os brancos”. “Comunidades judaicas têm promovido o tipo exato de ódio dialético contra os brancos que afirmam querer que as pessoas parem de usar contra eles”, dizia o post amplificado pela concordância de Musk, que tem a conta mais popular no X. “Você disse a verdade”, escreveu o empresário, fazendo a publicação preconceituosa viralizar. A conta original do post tem menos de 5 mil seguidores, mas a interação de Musk fez o texto ser visto mais de 1 milhão de vezes. A tese com a qual Musk disse concordar foi criada por grupos supremacistas brancos envolvidos em atividades radicais.   Crítica da Casa Branca Diante do envolvimento de Musk na divulgação da mensagem, o porta-voz da Casa Branca disse que era “inaceitável repetir a mentira hedionda por trás do ato mais fatal de antissemitismo da história americana em qualquer momento”. Bates se referiu ao assassinato em massa na Sinagoga Tree of Life em Pittsburgh em 2018, no qual 11 pessoas foram mortas a tiros por um homem armado, que expressou crença na mesma teoria da conspiração antissemita do “genocídio branco”. “Condenamos esta promoção abominável do ódio antissemita e racista nos termos mais fortes, que vai contra os nossos valores fundamentais como americanos”, continou Bates. “Todos temos a responsabilidade de unir as pessoas contra o ódio e a obrigação de nos manifestarmos contra qualquer pessoa que ataque a dignidade dos seus concidadãos americanos e comprometa a segurança das nossas comunidades”, concluiu. Premium+ also has no ads in your timeline. Many of the largest advertisers are the greatest oppressors of your right to free speech. https://t.co/dVkTMaGV2b — Elon Musk (@elonmusk) November 18, 2023

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  • Etc

    Hollywood suspende anúncios e boicota X por falas de Elon Musk contra judeus

    17 de novembro de 2023 /

    A plataforma X (antigo Twitter) virou alvo de boicote de grandes empresas devido a um comentário considerado antissemita por parte de seu dono, Elon Musk. Entre os grupo empresariais que mandaram suspender seus anúncios estão Warner Bros. Discovery, Disney, Lionsgate, Sony, Paramount, NBCUniversal e Apple. Com isso, propagandas dos lançamentos das companhias, como “Wish: O Poder dos Desejos”, “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes” e “Assassinos da Lua das Flores” foram removidas da plataforma. Em março deste ano, Musk citou a Disney e a Apple como dois dos maiores anunciantes do X. Representantes das companhias confirmaram a suspensão, mas nenhuma declaração foi emitida para condenar os comentários de Musk. Quem se manifestou foi a Casa Branca, por meio de seu porta-voz, Andrew Bates, que criticou publicamente Musk por promover “ódio antissemita e racista” no X.   Motivo da polêmica O boicote aconteceu após o CEO e proprietário da plataforma X publicar que concordava com a acusação de um post sobre as “comunidades judaicas” promoverem “ódio contra os brancos”. “Comunidades judaicas têm promovido o tipo exato de ódio dialético contra os brancos que afirmam querer que as pessoas parem de usar contra eles”, dizia o post amplificado pela concordância de Musk, que tem a conta mais popular no X. “Você disse a verdade”, escreveu o empresário, fazendo a publicação preconceituosa viralizar. A conta original do post tem menos de 5 mil seguidores, mas a interação de Musk fez o texto ser visto mais de 1 milhão de vezes. A tese com a qual Musk disse concordar foi criada por grupos supremacistas brancos envolvidos em atividades radicais.   Crítica da Casa Branca Diante do envolvimento de Musk na divulgação da mensagem, o porta-voz da Casa Branca disse que era “inaceitável repetir a mentira hedionda por trás do ato mais fatal de antissemitismo da história americana em qualquer momento”. Bates se referiu ao assassinato em massa na Sinagoga Tree of Life em Pittsburgh em 2018, no qual 11 pessoas foram mortas a tiros por um homem armado, que expressou crença na mesma teoria da conspiração antissemita do “genocídio branco”. “Condenamos esta promoção abominável do ódio antissemita e racista nos termos mais fortes, que vai contra os nossos valores fundamentais como americanos”, continou Bates. “Todos temos a responsabilidade de unir as pessoas contra o ódio e a obrigação de nos manifestarmos contra qualquer pessoa que ataque a dignidade dos seus concidadãos americanos e comprometa a segurança das nossas comunidades”, concluiu.

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  • Filme

    Disney prepara “Frozen 3″… e “Frozen 4”

    16 de novembro de 2023 /

    Antes mesmo da estreia de “Frozen 3”, a Disney já prepara um quarto filme. A revelação de que a equipe de animação do estúdio já trabalha em “Frozen 4” foi feita pelo CEO da Walt Disney Company, Bob Iger, em entrevista ao programa “Good Morning America” nesta quinta (16/11). “’Frozen 3′ está em desenvolvimento”, afirmou Iger. “E pode haver um ‘Frozen 4’ em desenvolvimento também. Mas não tenho muito a dizer sobre esses filmes no momento. Porém Jenn Lee, que criou Frozen – o original e o segundo filme –, está trabalhando duro com sua equipe da Disney Animation não em uma, mas na verdade em duas histórias”, confirmou ele. Curiosamente, as primeiras notícias apontavam que Jennifer Lee, codiretora e coroteirista dos primeiros filmes, não estaria envolvida na continuação, mas Bob Iger confirmou sua participação. Em 2018, a cineasta assumiu o cargo de chefe da Disney Animation, em substituição ao dispensado John Lasseter (“Toy Story”). Até o momento, não há informações ou detalhes concretos sobre as sequências. NEW: A new "Frozen 4" movie may be "in the works," @Disney CEO @RobertIger reveals! ❄️ Get the details here: https://t.co/LMUF7DsEHt pic.twitter.com/sDuNkrLr7P — Good Morning America (@GMA) November 16, 2023

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  • Série

    Disney+ revela primeiro trailer de “Percy Jackson e os Olimpianos”

    16 de novembro de 2023 /

    A Disney+ divulgou um novo pôster e o primeiro trailer de “Percy Jackson e os Olimpianos”. A prévia apresenta Walker Scobbell (“O Projeto Adam”) como o personagem-título, conforme ele descobre um mundo mágico que desconhecida, assume seu lugar no panteão mitológico e recebe sua primeira missão – encontrar o ladrão dos raios de Zeus. As cenas também destacam Leah Sava Jeffries (“Empire”) no papel de Annabeth Chase e Aryan Simhadri (“Doze é Demais”) como Grover Underwood. A série acompanha o adolescente Percy Jackson, que descobre ser filho do deus grego Poseidon e é enviado ao Acampamento Meio-Sangue, retiro exclusivo para semideuses, onde forma amizade com seus novos companheiros de aventuras: Annabeth e Grover. Filha da deusa da sabedoria Atena, Annabeth se revela uma caçadora e estrategista que acaba se envolvendo com o recém-chegado, enquanto Grover é um jovem meio-sátiro, meio-humano, que se torna o melhor amigo e protetor de Percy dentro e fora do Acampamento. O elenco também conta com Megan Mullally (“Will & Grace”), Glynn Turman (“A Voz Suprema do Blues”), Jason Mantzoukas (“The Good Place”), Virginia Kull (“NOS4A2”), Timm Sharp (“Juntos Mas Separados”), Lin-Manuel Miranda (“Em um Bairro de Nova York”), Toby Stephens (“Perdidos no Espaço”) e o falecido Lance Reddick (“John Wick”). A produção está a cargo de Jon Steinberg (“The Old Man”) e do autor da franquia literária de Percy Jackson, Rick Riordan. Já a direção é de James Bobin, que trabalhou várias vezes com a Disney – nos filmes “Os Muppets” (2011), “Muppets 2: Procurados e Amados” (2014), “Alice Através do Espelho” (2016) e na série “A Misteriosa Sociedade Benedict”. A estreia acontece em 20 de dezembro.

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  • Filme

    Crise na Marvel: Novo filme dos “Vingadores” perde diretor

    15 de novembro de 2023 /

    Destin Daniel Cretton, diretor conhecido por seu trabalho em “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, desvinculou-se da direção de “Vingadores: A Disnastia Kang”, o próximo filme dos Vingadores da Marvel. A saída do diretor traz incertezas para o projeto, previsto para estrear em 1º de maio de 2026. “Dinastia Kang” é visto como um evento crucial na saga do Multiverso da Marvel, que deu sequência ao enredo de Thanos nos filmes do Marvel Studios. Contudo, o futuro do personagem Kang, interpretado por Jonathan Majors em “Loki” e “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, permanece incerto devido a questões legais do ator – que aguarda julgamento, após denúncia de agressão a uma ex-namorada. Segundo fontes do Hollywood Reporter, a saída de Cretton, embora significativa, ocorreu em um contexto amigável, mantendo-o dentro do universo Marvel. Ele segue envolvido na direção e produção executiva da série “Wonder Man” e na sequência de “Shang-Chi”.   Desafios para a Marvel O roteiro de “Dinastia Kang” foi escrito por Jeff Loveness, que também escreveu “Homem-Aranha e a Vespa: Quantumania”. Entretanto, há rumores de que a Marvel teria revisado seus planos para a história do filme, após a má recepção à “Quantumania”. Ainda não está claro se outro roteirista assumirá o projeto, agora que a greve dos escritores terminou. Com a saída de Cretton, um novo diretor pode sugerir uma mudança completa, trazendo um roteirista de sua preferência. A mudança na direção do próximo projeto dos Vingadores ocorre em um momento desafiador para o Marvel Studios. Outrora considerado infalível, o estúdio vem mostrando sinais de desgaste recentemente, com os fracassos de “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” e da estreia desapontadora de “As Marvels”, refletindo uma nova realidade para a Marvel, onde seus lançamentos deixaram de significar sucesso garantido.

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  • Série

    What If…? | Trailer apresenta novas versões alternativas dos heróis Marvel

    15 de novembro de 2023 /

    A Marvel divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “What If…?”, série animada em que o Vigia (voz de Jeffrey Wright) explora o multiverso, encontrando versões alternativas dos heróis dos quadrinhos. A série retorna em 22 de dezembro na Disney+, por isso o cartaz tem temática natalina. Além disso, o trailer faz menção a um dos melhores filmes de Natal de todos os tempos, “Duro de Matar” (1988), num diálogo hilário entre Darcy Lewis (Kat Dennings) e Happy Hogan (Jon Favreau). Nem todos os atores do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) participam da produção criada por AC Bradley. Alguns dos principais destaques da prévia tiveram suas vozes substituídas, como Viúva Negra (Lake Bell), Capitão América (Josh Keaton) e, claro, Pantera Negra (que não teve seu intérprete revelado até o momento). Mas a Capitã Carter continua dublada por Hayley Atwell e muitos outros astros reprisam seus papéis, como Cate Blanchett (Hela) e Elizabeth Olsen (Wanda Maximoff). “What If…?” já se encontra renovada para seu terceiro ano de produção e ainda ganhará a companhia de uma série derivada, “Marvel Zombies”, até o momento sem previsão de estreia.

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