Mulan: Versão com atores contrata diretor de Game of Thrones
A versão da Sony para a fábula de “Mulan” já definiu diretor. Segundo o site Deadline, o filme será dirigido por Alex Graves, que já comandou seis episódios de “Game of Thrones”. Uma boa notícia para quem imagina um longa épico e cheio de batalhas. Com isso, a produção saiu na frente da versão da Disney, que ainda não definiu um cineasta. Disney e Sony concorrem para ser o primeiro estúdio a tirar o projeto do papel. Mas o império do Mickey teria batido na porta errada, ao procurar o cineasta taiwanês Ang Lee (“As Aventuras de Pi”), que recusou o convite. A fábula de “Mulan” conta a história de uma guerreira chinesa que resolve se fingir de homem para ir à guerra no lugar do pai, um senhor de idade doente que provavelmente morreria em batalha, mas que precisa ir por ser o único homem da família. Sua versão animada dos anos 1990 chamou muita atenção por mostrar a primeira Princesa da Disney realmente independente, que dispensava ajuda do Príncipe Encantado para vencer seus desafios. Já a Sony vê o projeto como forma de fortalecer sua presença na China. Isto significa escalar apenas atores chineses, de olho no segundo maior mercado cinematográfico do mundo. O filme da Sony tem roteiro de Jason Keller (“Espelho, Espelho Meu”) e ainda não definiu uma data de estreia, mas a Disney ambiciona lançar sua versão, escrita por quatro roteiristas diferentes, em novembro de 2018.
Roteirista de Piratas do Caribe 5 vai escrever versão “com atores” de Rei Leão
A versão “com atores” de “Rei Leão”, que na verdade será uma animação realista ao estilo de “Mogli, o Menino Lobo”, com captura de movimentos, já definiu seu roteirista. Segundo o site da revista Variety, a Disney contratou Jeff Nathanson para escrever a adaptação de seu desenho clássico. O estúdio deve ter gostado muito de seu roteiro para o ainda inédito “Piratas do Caribe 5”, aquele que virou “A Vingança de Salazar” no Brasil. Além deste filme, ele escreveu três longas dirigidos por Steven Spielberg, “Prenda-me Se For Capaz” (2002), “O Terminal” (2004) e “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2009), mas também três coisas de Brett Ratner, “A Hora do Rush 2” (2001), “A Hora do Rush 3” (2007) e “Roubo nas Alturas” (2011). A direção está a cargo de Jon Favreau, que dominou a técnica de dar vida a animais selvagens em “Mogli”. O filme original de “Rei Leão” foi lançado em 1994 e, na época, tornou-se o longa animado com maior arrecadação mundial de todos os tempos, com US$ 968,8 milhões. Além disso, venceu Oscars e Grammys por conta de sua trilha sonora. A nova versão vai preservar as características musicais da obra original. Ainda não há data prevista para o início das filmagens.
Roteirista de Jogos Vorazes vai adaptar Dom Quixote para a Disney
A Disney vai produzir uma versão de “Dom Quixote”. Segundo o site da revista Variety, o roteirista Billy Ray (“Jogos Vorazes” e “Capitão Phillips”) vai adaptar o clássico romance medieval de Miguel de Cervantes, com a missão de criar uma franquia nos moldes de “Piratas do Caribe”. Escrito por Cervantes em 1605, “Dom Quixote” acompanha a história de Alonso Quixada, um espanhol que, obcecado pelos romances de cavalaria, passa a acreditar que é um cavaleiro errante em missões heróicas. Alonso renega seus bens e passa a chamar-se Don Quixote De La Mancha, partindo à procura da aventura, montado no seu cansado cavalo Rocinante e acompanhado por seu escudeiro, Sancho Pança. “Don Quixote” é o projeto dos sonhos do diretor Terry Gilliam. O ex-Monty Python tenta há décadas filmar uma homenagem ao clássico – não é uma adaptação literal – , tendo inclusive já começado a produção por sete vezes – uma dessas ocasiões, com Johnny Depp no papel principal, deu origem a um documentário. Ele esteve próximo de retomar o projeto neste mês de outubro, porém acabou adiando-o mais uma vez, devido à falta de verbas.
Acidente de Harrison Ford custa US$ 2 milhões aos produtores de Star Wars
A companhia responsável por cuidar da produção do filme “Star Wars: O Despertar da Força” foi multado em quase US$ 2 milhões (1,6 milhões de libras) pelo acidente sofrido pelo ator Harrison Ford durante as filmagens, informou a rede BBC. O ator americano de 74 anos quebrou a perna esquerda, presa na porta hidráulica da nave Millennium Falcon, que se fechou de repente durante as filmagens nos estúdios Pinewood, próximo de Londres, em junho de 2014. A Foodles Production, que é uma filial dos estúdios Disney com sede em Londres, chegou a admitir que houve falhas na segurança. O Ministério Público do Reino Unido afirmou que o acidente poderia ter causado a morte do ator. Segundo o órgão regulador britânico da segurança no trabalho, o impacto da porta de metal corresponderia ao peso de um carro de pequeno porte. Sétimo filme da franquia, “Star Wars – O Despertar da Força” arrecadou mais de US$ 2 bilhões em todo o mundo, tornando-se a terceira maior bilheteria de todos os tempos, atrás apenas de “Avatar” (2009) e “Titanic” (1997).
Guy Ritchie negocia dirigir versão com atores de Aladdin para a Disney
O cineasta britânico Guy Ritchie (“O Agente da UNCLE”) abriu negociações com a Disney para dirigir a versão com atores reais de “Aladdin”. Segundo o site The Hollywood Reporter, o estúdio pretende transformar a história por completo, realizando uma versão “ambiciosa e nada convencional”. Se isso acontecer, será uma novidade, já que a Disney tem feito o possível para recriar seus desenhos clássicos de forma mais fiel possível, ainda que inclua efeitos visuais de última geração, como aconteceu em “Mogli, o Menino-Lobo”. O roteirista John August, parceiro do diretor Tim Burton em cinco filmes, de “Peixe Grande” (2003) a “Frankenweenie” (2012), assina a adaptação, que deverá manter o aspecto musical da animação. Não há informações sobre como o Gênio entrará na trama, já que a performance do falecido Robin Williams foi determinante para o sucesso do personagem – e do filme. Lançada em 1992, a animação da Disney foi líder de bilheteria naquele ano e levou dois Oscar por sua trilha sonora. A versão com atores reais de “Aladdin” ainda não tem data para ser lançada e nem elenco definido.
Procurando Dory ultrapassa US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.
A animação “Procurando Dory” atingiu neste fim de semana a arrecadação de US$ 1 bilhão nas bilheterias de todo o mundo, tornando-se a quinta animação a superar a marca na história do cinema. “Procurando Dory” é a segunda produção da Pixar a comemorar o feito. A primeira foi “Toy Story 3” em 2010. O filme também é a terceira maior bilheteria de 2016, atrás apenas de “Capitão América: Gerra Civil” e outra animação de bichos falantes, “Zootopia”. Detalhe: todos os três filmes são lançamentos da Disney. A continuação de “Procurando Nemo” (2003) estreou em junho e continua em cartaz em alguns países. Mas seu principal desempenho aconteceu no mercado doméstico, onde faturou 484,7 milhões. Por conta disso, é a maior bilheteria do ano nos EUA – com bastante folga sobre os US$ 408 milhões de “Capitão América”, o 2º lugar.
Piratas do Caribe: Jack Sparrow aparece em cartaz de procurado
Onde está Jack Sparrow? O diretor norueguês Joachim Rønning revelou em seu Instagram a foto de um cartaz de procurado, em que sua caricatura aparece desenhada. A ausência do “notório pirata”, como diz o cartaz, foi bastante sentida no primeiro teaser divulgado do novo longa da franquia “Piratas do Caribe”, centrado no vilão e num coadjuvante da história. Intitulado “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, o quinto filme trará o personagem de Johnny Depp novamente às voltas com maldições e piratas fantasmas, desta vez liderados por um velho inimigo, que escapa do Triângulo do Diabo determinado a acertar contas. Salazar é interpretado por Javier Bardem, que parece se deliciar em viver vilões, como demonstrou em “007 – Operação Skyfall”. Já o coadjuvante mencionado é Brenton Thwaites (“Deuses do Egito”), que, dizem os rumores, vive o filho de Will Turner (o personagem de Orlando Blum na trilogia original). O elenco ainda conta com os veteranos da franquia Geoffrey Rush, Kevin McNally, Stephen Graham e, claro, Bloom, além das adições de Kaya Scodelario (“Maze Runner: Correr ou Morrer”), David Wenham (trilogia “O Senhor dos Anéis”), Golshifteh Farahani (“Êxodo: Deuses e Reis”) e Paul McCartney (ele mesmo). O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”) e a direção é dos noruegueses Joachim Rønning e Espen Sandberg (ambos de “Expedição Kon Tiki”). A estreia está marcada para 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Meu Amigo, o Dragão é um E.T. para a nova geração
A Disney segue na onda dos remakes de sucessos do estúdio. Mas diferente de “Cinderela”, “Malévola” e “Mogli, O Menino Lobo”, “Meu Amigo, o Dragão” não veio exatamente de uma animação. O filme de 1977, dirigido por Don Chaffey, foi feito com atores de carne e osso e somente a criatura era personagem de desenho animado. Além disso, a versão de 2016, dirigida por David Lowery (“Amor Fora da Lei”), dispensa a nostalgia, já que é fácil se desapegar do original, que pode ter agradado a criançada da época, mas não virou um clássico. A nova leitura é até um pouco mais adulta perto daquilo. Apesar da produção ser assumidamente infantil – e da Disney –, Lowery aposta em músicas pop carregadas de dor de cotovelo, que entrariam muito bem nos ápices dramáticos de séries como “Grey’s Anatomy”, e privilegia momentos silenciosos de pura contemplação, que podem deixar alguns adultos e adolescentes um pouco entediados. Mas não tira o foco das crianças, que são muito mais inteligentes que a geração do filme original. O nível de concentração da garotada de hoje em dia é surpreendente e Lowery usa isso muito bem, alternando sequências reflexivas com o eterno sonho infantil de ter um “amigãozão” para toda hora, que, no caso, não tem nada de imaginário. Sobre o contexto por trás da reflexão, deve entrar na cabeça das crianças de alguma forma o que Lowery e a Disney querem dizer: o dragão de Pete (o ótimo menino Oakes Fegley) é uma metáfora para o período de luto, um rito de passagem entre a perda e sua aceitação para, enfim, seguir em frente. Não é spoiler, porque o dragão existe no filme. Mas atenção ao seu significado. O amigão de Pete funciona da mesma forma que o “E.T.”, de Steven Spielberg, representava a passagem da infância para a vida adulta – o protagonista interpretado por Henry Thomas, no clássico de 1982, havia sido abandonado pelo pai e termina a aventura como uma pessoa completamente diferente e muito mais madura -, só que adaptada para o luto. Talvez este seja o problema de “Meu Amigo, o Dragão”: lembrar outros filmes similares (não por ser remake) sem adicionar nenhuma novidade marcante. Mas não é, longe disso, uma perda de tempo. Se não dá novo fôlego à fórmula, tampouco a desgasta, apenas comprova pela enésima vez a eficiência de seu apelo junto ao público. É um, digamos, herdeiro digno da tradição de “E.T.”, “Onde Vivem os Monstros” e outros similares. O filme é bom, simpático, pode entreter, emocionar e pregar os tradicionais valores familiares da Disney, graças especialmente ao diretor, que sabe contar sua história com paciência e habilidade para envolver os espectadores. No elenco, além do pequeno Oakes Fegley, vale ainda destacar o veterano Robert Redford, mais leve e se divertindo na tela como há muito tempo não se vê. Mas quem rouba a cena é mesmo o dragão verde. Muito mais por curiosa caracterização, como um animal de estimação criado por efeitos visuais. Sim, ele é um dragão, mas poderia ser um cachorro gigante, porque simplesmente age como o melhor amigo do homem. Ou, no caso, da criança.
Diretor de Hairspray vai filmar continuação de Encantada
A Disney está negociando com o diretor de “Hairspray” para comandar a sequência de “Encantada”. Não, não é John Waters, o que seria no mínimo bizarro, mas provavelmente muito divertido. O estúdio está prestes a fechar com Adam Shankman, que dirigiu o remake musical de “Hairspray” em 2007. Grande sucesso de 2007, “Encantada” trazia Amy Adams no papel de Giselle, uma princesa de desenho animado, que está prometida a um lindo príncipe (James Marsden), quando é empurrada por uma bruxa malvada para um poço negro e profundo, que a leva a um mundo horrível e repleto de perigos, chamado Nova York. Lá, ela ganha formas reais e sofre para se adaptar, mas acaba descobrindo como viver feliz para sempre ao encontrar um advogado (vivido por Patrick Dempsey). A sequência vai se chamar “Disenchanted” em inglês, que significa literalmente Desencantada. Em desenvolvimento desde 2010, a história deve encontrar Giselle muitos anos depois do primeiro filme, questionando sua felicidade e agindo de forma a alterar a vida de todos, no mundo de fantasia e no mundo real. Amy Adams ainda não foi confirmada, mas a Disney deve negociar com a atriz para a sequência, que deve começar a ser filmada em 2017.
Roteirista de Divertida Mente vai estrear na direção em animação sobre João e o Pé de Feijão
A Disney começou a produzir sua nova animação baseada em fábula encantada. A roteirista de “Divertida Mente”, Meg LeFauve vai estrear na direção com “Gigantic”, em parceria com Nathan Greno, diretor de “Enrolados”. O filme será uma versão animada da história de “João e o Pé de Feijão”. “Esperamos que seja a versão definitiva de “João e o Pé de Feijão”… com comédia e muita emoção”, disse Nathan Greno, no comunicado que anunciou o projeto. Ambientado na Espanha na época das Grandes Navegações, “Gigantic” trará o adolescente Jack descobrindo um mundo de gigantes escondido entre as nuvens. Ao chegar lá, ele logo faz amizade com a menina gigante Inma, que tem 11 anos, 60 metros de altura e é completamente mal-humorada. Além dos diretores, também foram confirmados os compositores da trilha sonora, Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez, que trabalharam no sucesso de “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013). Curiosamente, ao contrário das versões live action que usam como base clássicos da animação, desta vez a Disney vai animar um filme que teve recentemente uma versão com atores: “Jack, O Caçador de Gigantes” (2013), de Bryan Singer. A previsão de estreia de “Gigantic” é para 21 de novembro de 2018.
Piratas do Caribe: Vingança de Quem? Fãs se revoltam com título nacional do quinto filme da franquia
Ao divulgar o primeiro teaser do quinto filme da franquia “Piratas do Caribe”, a Disney revelou que o longa será chamado de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” no Brasil. O título original, em inglês, é “Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales” e os fãs nacionais ficaram loucos com a entrada do tal Salazar na história que morto não conta, exigindo, nas redes sociais, que o nome seja mudado para a tradução literal: Piratas do Caribe: Os Mortos Não Contam Histórias. “De Homens Mortos Não Contam Histórias pra A Vingança de Salazar. A tradução no Brasil tá cada vez ‘melhor’”, protestou um fã no Facebook. “PAREM DE SUBESTIMAR O BRASILEIRO COM ESSES TÍTULOS”, gritou outro fã no Twitter, com letras maiúsculas. “A VINGANÇA DE SALAZAR COMO ASSIM GENTE PQ NÃO DEIXOU HOMENS MORTOS NÃO CONTAM HISTÓRIAS???? TAVA BEM MAIS LEGAL”, considerou mais um na rede social. “A vingança de Salazar” kkjkjkjkkjjjjjkkkkk parece nome de episódio do Chaves”, debochou outra. “Que Salazar? O Sonserina?”, zoou mais um, lembrando “Harry Potter”. E assim por diante. E teve até um otimista que propôs campanha no Facebook. “Se o publico se mobilizar eles trocam! O Capitão America: Soldado Invernal originalmente ia ser o Retorno do Primeiro Vingador, todo mundo reclamou e eles trocaram…” Enfim, o Salazar do título é interpretado por Javier Bardem, que parece se deliciar em viver vilões, como demonstrou em “007 – Operação Skyfall”. No quinto filme da franquia, ele será a antagonista do personagem de Johnny Depp, que escapa do Triângulo do Diabo determinado a acertar contas. O elenco ainda conta com os veteranos da franquia Geoffrey Rush, Kevin McNally, Stephen Graham e Orlando Bloom, além das adições de Brenton Thwaites (“Deuses do Egito”), Kaya Scodelario (“Maze Runner: Correr ou Morrer”), David Wenham (trilogia “O Senhor dos Anéis”), Golshifteh Farahani (“Êxodo: Deuses e Reis”) e Paul McCartney (ele mesmo). O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”) e a direção é dos cineastas noruegueses Joachim Rønning e Espen Sandberg (ambos de “Expedição Kon Tiki”). A estreia está marcada para 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Piratas do Caribe: Veja o primeiro teaser do quinto filme da franquia
A Disney divulgou o pôster e o primeiro teaser do quinto “Piratas do Caribe”, que não traz o Capitão Jack Sparrow, mas destaca Salazar. Quem? O filme vai se chamar “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, ainda que Salazar não tenha aparecido em nenhum dos filmes anteriores da franquia. De todo modo, ele quer vingança. E é bastante claro ao ameaçar outro personagem nunca antes visto, com um recado para Sparrow. E mesmo que ninguém saiba quem, maldição, é Salazar, os efeitos visuais tenebrosos que compõem o seu rosto deixam claro que ele não vem só de além-mar, mas também de além do túmulo. O quinto filme da franquia trará o personagem de Johnny Depp novamente às voltas com maldições e piratas fantasmas, desta vez liderados por um velho inimigo, que escapa do Triângulo do Diabo determinado a acertar contas. Salazar é interpretado por Javier Bardem, que parece se deliciar em viver vilões, como demonstrou em “007 – Operação Skyfall”. Já o moleque que se borra em sua presença é Brenton Thwaites (“Deuses do Egito”), que, dizem os rumores, vive o filho de Will Turner (o personagem de Orlando Blum na trilogia original). O elenco ainda conta com os veteranos da franquia Geoffrey Rush, Kevin McNally, Stephen Graham e, claro, Bloom, além das adições de Kaya Scodelario (“Maze Runner: Correr ou Morrer”), David Wenham (trilogia “O Senhor dos Anéis”), Golshifteh Farahani (“Êxodo: Deuses e Reis”) e Paul McCartney (ele mesmo). O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”) e a direção é dos cineastas noruegueses Joachim Rønning e Espen Sandberg (ambos de “Expedição Kon Tiki”). Um detalhe curioso é que o título em inglês é “Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales”. A tradução literal, Piratas do Caribe: Os Mortos Não Contam Histórias daria um monte de letras no cartaz. “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” é bem menor, ainda que não saiba quem, maldição, é Salazar. A estreia está marcada para 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Diretor de Mogli vai filmar remake “com atores” de O Rei Leão
Depois do sucesso de “Mogli, O Menino Lobo”, Jon Favreau vai comandar outro remake de um clássico animado da Disney: “O Rei Leão”. Assim como no filme anterior, a nova adaptação será um longa de “live-action”, ou seja, com “atores reais” — ainda que, neste caso, o conceito seja atípico, já que a trama original de “O Rei Leão” não conta com nenhum ser humano. Em comunicado, a Disney afirmou que o novo projeto é mais uma adição à lista de longas que “reimaginam os seus clássicos para um público contemporâneo”, como “Alice no País das Maravilhas” (2010), “Malévola” (2014) e “Cinderela” (2015), além do próprio “Mogli”, cuja continuação já está sendo produzida. Favreau também dirigiu o primeiro “O Homem de Ferro” (2008), que lançou o estúdio Marvel como um dos mais bem-sucedidos da atualidade, despertando, por coincidência, o interessa da própria Disney – que comprou a Marvel em 2009. Sua versão de “Mogli” é um dos maiores sucesso do ano, com US$ 965 milhões de bilheteria mundial. É provável que seu “O Rei Leão” se utilize da mesma tecnologia de captura de performance e animação computadorizada de “Mogli”, responsável pela criação de animais bastante realistas na produção, ainda que falantes, como é o caso da história do leão Simba. Outra alternativa seria a via teatral, de colocar atores fantasiados como no musical da Broadway baseado na animação. Por sinal, o musical “O Rei Leão” foi um dos maiores sucessos da Broadway dos últimos anos. O filme “live action” ainda não tem previsão de estreia.











