Livro e filme, Alta Fidelidade vai virar série da plataforma de streaming da Disney
A Disney pretende lançar uma série baseada em “Alta Fidelidade”, o cultuado livro de Nick Hornby que virou comédia romântica de sucesso em 2000, estrelada por John Cusack. Segundo o site Deadline, o projeto está sendo desenvolvido para o novo serviço de streaming do estúdio. E contém uma diferença em relação à fonte original. Na série, o protagonista será uma mulher, dona de uma loja de discos, que usa músicas como ponto de partida para compartilhar com a câmera seus relacionamentos passados. Apesar do tom romântico do filme de 2000, “Alta Fidelidade” é mais conhecida pela imersão do personagem, dono de loja de discos, na história do rock. Sua relação com a música tinha nível geek, que o levava a criar listas de Top 5 com trilhas imaginárias para todos os seus momentos. A adaptação está a cargo das roteiristas Veronica West e Sarah Kucserka, que trabalharam juntas em “Ugly Betty”, “Brothers and Sisters”, “Hart of Dixie” e “Bull”. Elas terão a missão de transformar uma trama geek essencialmente masculina numa série de abordagem feminina. Ainda não há previsão para o começo da produção ou data de lançamento, como ocorre com todas as séries projetadas para o serviço D2C (direct to consumer) da Disney.
Criador de Black-ish pode romper com a ABC após censura e ir para a Netflix
O roteirista-produtor Kenya Barris, criador das séries “Black-ish” e “Grown-ish” e autor dos roteiros de “Viagem das Garotas” e do novo “Shaft”, estaria ensaiando trocar a TV pelo streaming. A revista The Hollywood Reporter cita múltiplas fontes para afirmar que Barris está tentando romper seu contrato com o ABC Studios, seu lar criativo desde 2015. Essas mesmas fontes garantem que Barris estaria em negociações preliminares para se juntar a Shonda Rhimes e Ryan Murphy num grande acordo com a Netflix. “As conversas são muito reais”, diz uma das gargantas profundas. O ABC Studios e a Netflix se recusaram a comentar. Mas o desconforto do produtor com a rede ABC é notório. No mês passado, por exemplo, a ABC vetou a exibição de um episódio politicamente temático do “Black-ish”, citando “diferenças criativas” com Barris. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem ABC nem eu estávamos felizes com a direção do episódio e concordaram em não colocá-lo no ar”, Barris disse na época. Além disso, a rede não tem apostado em novas criações do roteirista. A ABC recusou “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que foi abandonada após o ator desistir do projeto.
Jogador Nº 1 estreia em 1º lugar na América do Norte
“Jogador Nº 1” estreou em 1º lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá no fim de semana, confirmando expectativas da indústria, mas com um desempenho menor que o esperado, tendo em vista o forte investimento de marketing da Warner. O resultado evoca o grande paradoxo da carreira de Spielberg. Apesar de ser celebrado como um dos responsáveis por instituir os veraneios de blockbusters nos Estados Unidos, o diretor não costuma lançar filmes na estratosfera, como os longas de super-heróis atuais. Para se ter ideia, apenas um título de sua fimografia abriu acima dos US$ 100 milhões na América do Norte: “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”, em 2008. Por isso, os US$ 41,2M de “Jogador Nº 1” representam a 5ª maior abertura doméstica de toda a carreira do cineasta, entre “Jurassic Park” (US$ 47M) e “Minority Report” (US$ 35,6M). Outro aspecto da filmografia de Spielberg é que a arrancada relativamente fraca de suas obras costuma ser compensada por maior tempo de permanência no ranking, o que faz com que acabem rendendo mais a longo prazo. Sabendo dessa característica, a Warner antecipou o lançamento de “Jogador Nº 1” na quinta-feira (29/3), apostando numa estreia ampliada de quatro dias. O resultado foi um total de US$ 53,21M. O sucesso foi maior no exterior, elevando a soma mundial a US$ 181,2M. Mas, com um orçamento estimado em US$ 175 milhões, “Jogador Nº 1” terá que manter a escrita de longevidade dos filmes do diretor para se pagar. A programação norte-americana registrou ainda mais dois lançamentos. “Acrimony” abriu em 2º lugar, causando muita surpresa. Afinal, é mais um dos muitos filmes feitos em série pelo diretor Tyler Perry, que nem sequer chegam em vídeo ao Brasil. Com reles 28% de aprovação, “Acrimony” é somente o primeiro dos três filmes que ele pretende despejar nos cinemas americanos em 2018. E, logicamente, não tem previsão de desembarque no país. A última estreia foi o terceiro “Deus Não Está Morto”. O lançamento religioso tentou aproveitar a data do feriadão de Páscoa para servir de opção cristã nos cinemas. Mas não entrou nem no Top 10, numa rejeição do público ao conteúdo manipulativo da franquia – podrão, com 15% de aprovação no Rotten Tomatoes. Lançado em 1,6 mil salas, “Deus Não Está Morto – Uma Luz na Escuridão” abriu em 12º lugar, atrás do fenômeno “Ilha dos Cachorros”, que faturou bem mais em 165 salas apenas. Vale observar ainda a queda de “Círculo de Fogo: A Revolta”. Líder do levantamento passado, repetiu o tombo de “Tomb Raider” e caiu para o 5º lugar em sua segunda semana em cartaz. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Jogador Nº 1 Fim de semana: US$ 41,2M Total EUA e Canadá: US$ 53,2M Total Mundo: US$ 181,2M 2. Acrimony Fim de semana: US$ 17,1M Total EUA e Canadá: US$ 17,19M Total Mundo: US$ 17,1M 3. Pantera Negra Fim de semana: US$ 11,2M Total EUA e Canadá: US$ 650,6M Total Mundo: US$ 1,2B 4. Eu Só Posso Imaginar Fim de semana: US$ 10,7M Total EUA e Canadá: US$ 55,5M Total Mundo: US$ 55,5M 5. Círculo de Fogo: A Revolta Fim de semana: US$ 9,2M Total EUA e Canadá: US$ 45,6M Total Mundo: US$ 231,9M 6. Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim Fim de semana: US$ 7M Total EUA e Canadá: US$ 22,8M Total Mundo: US$ 30,8M 7. Com Amor, Simon Fim de semana: US$ 4,8M Total EUA e Canadá: US$ 32,1M Total Mundo: US$ 33,7M 8. Tomb Raider Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 50,5M Total Mundo: US$ 245,1M 9. Uma Dobra no Tempo Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA e Canadá: US$ 83,2M Total Mundo: US$ 104,3M 10. Paulo – Apóstolo de Cristo Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 11,5M Total Mundo: US$ 11,5M
Fãs de Star Wars criam petição para Meryl Streep viver a Princesa Leia no Episódio IX
Fãs da franquia “Star Wars” não querem que a General/Princesa Leia desapareça da franquia sem maiores explicações, após a morte de sua intérprete, Carrie Fisher, e iniciaram uma petição online para que a atriz seja substituída por Meryl Streep no último filme da atual trilogia, previsto para 2019. A escolha de Meryl Streep não é aleatória. Ela interpretou uma versão de Carrie Fisher em “Lembranças de Hollywood” (1990), filme baseado nas memórias da atriz de “Star Wars” sobre sua relação com a mãe famosa, Debbie Reynolds. “Após a morte de Carrie Fisher, tem havido muitas incertezas sobre como o ‘Episódio IX’ de ‘Star Wars’ vai lidar com Leia. Como a Lucasfilm alegou que eles não têm planos para recriá-la digitalmente com CGI, as soluções mais possíveis são reformular Leia ou deixá-la de fora do filme. Como fãs, nós realmente queremos que Leia brilhe no ‘Episódio IX’ e nós certamente não queremos que ela seja cortada do filme abruptamente sem um enredo razoável. Portanto, a opção ideal para nós é considerar Meryl Streep uma candidata ideal para interpretá-la”, diz o texto da petição. Carrie Fisher morreu em dezembro de 2016, aos 60 anos, mas ainda foi vista em “Star Wars: Os Últimos Jedi”, lançado no final do ano passado.
Cinemas recebem nova sci-fi de Steven Spielberg e a biografia de Edir Macedo
A programação da semana destaca a nova sci-fi de Steven Spielberg, uma fantasia grandiosa da Disney e a hagiografia de Edir Macedo, todos candidatos a blockbuster – o filme do fundador da Igreja Universal já arrasa quarteirões, com 4 milhões de ingressos vendidos antecipadamente e ocupação de 1.108 salas. Lembrando que o circuito cinematográfico brasileiro é de pouco mais de 3 mil telas e que há outros filmes muito bem sucedidos em cartaz, cabe a pergunta: tem espaço para tudo isso ao mesmo tempo? A Record está buscando uma alternativa com exibições itinerantes de “Nada a Perder” para somar à blitz da pré-venda, supostamente responsável por já ter esgotado os ingressos desse fim de semana. A popularidade do filme é impressionante, e tende a ser incensada, porque é o único aspecto visível da produção para a imprensa. Só os amigos e funcionários da Record foram convidados a assistir ao longa antes da estreia, por isso o lançamento chega aos cinemas sem críticas. Foi escondido da imprensa, talvez como estratégia para não colocar tudo a perder. Mas há relatos de que teria sido finalizado apenas na semana passada, o que realmente dificultaria sessões antecipadas. Rumores também dizem que o filme tem o maior orçamento da história do cinema brasileiro, superando os R$ 25 milhões, e recorde de figurantes, mobilizando 30 mil pessoas numa única cena. Mas os gastos teriam sido contrabalanceados com contratos internacionais – já estaria negociado em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A trama se estende por três décadas e inclui a fundação da Igreja Universal do Reino de Deus e a compra da rede Record. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”). Superproduções de Hollywood Se o filme de Edir Macedo é um mistério, a nova sci-fi de Steven Spielberg já foi aprovada pela crítica norte-americana. “Jogador nº1” teve premières aplaudidas e elogios rasgados da imprensa geek, por sua capacidade de transformar nostalgia em fonte de referências, com recorde de easter eggs espalhados na tela. Mas também houve ponderações – as animações de seu mundo virtual são antiquadas, a ação do mundo real menos interessante, etc. – , que evitaram a unanimidade e a multiplicação exagerada de exclamações de obra-prima. Mesmo assim, atingiu 76% de aprovação no Rotten Tomatoes. O longa que marca a volta de Spielberg à ficção científica é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline. A história se passa em 2044, quando a humanidade se conecta no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”), que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980 e 1990. Assim como o personagem procura pistas para o ovo dourado, escondido pelo Willy Wonka futurista, o público também tem centenas de easter eggs na produção para identificar, desde o protagonista da animação “O Gigante de Ferro” (1999) até o DeLorean de “De Volta para o Futuro” (1985). Já “Uma Dobra no Tempo” não se desdobrou como a Disney planejava. O êxito de “Pantera Negra” pode ter canibalizado o interesse no longa. Afinal, a fantasia infantil do estúdio buscava um nicho similar de mercado, com elenco multicultural, protagonista e diretora negras, numa adaptação de obra juvenil adorada por gerações. O fato é que a filmagem do clássico literário de Madeleine L’Engle por Ava DuVernay (“Selma”) implodiu nas bilheterias dos Estados Unidos, atingindo “apenas” US$ 76,3M (milhões) em três semanas. O valor não correspondeu às expectativas do mercado, representando uma volta à “normalidade” para a Disney, que não registrava fracassos clamorosos desde “Alice Através do Espelho” e “O Bom Gigante Amigo”, de 2016. “Uma Dobra no Tempo” teve abertura melhor que esses filmes, mas seu desempenho está à altura da frustração causada por “Tomorrowland” em 2015, que não conseguiu recuperar seu investimento. Embora a Disney não tenha revelado o orçamento da produção, o longa é repleto de efeitos visuais e estrelado por atores de renome – Oprah Winfrey (“Selma”), Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”) e Mindy Kaling (série “The Mindy Project”) vivem coloridas mulheres místicas – , o que costuma vir com uma etiqueta de preço elevado. Para completar, as críticas não empolgaram. Com 41% de aprovação, foi considerado um “grande desapontamento” (The Wall Street Journal), repleto de efeitos que “não conseguem envolver” (Chicago Sun-Times) e com a profundidade de um “vídeo cheio de cores para distrair as crianças” (The Guardian). Curto-circuito feminino O excesso de superproduções não chega a esgotar completamente o circuito, que ainda traz cinco lançamentos limitados, três deles de ficção e dirigidos por mulheres. O grande filme da pequena lista é “Zama”, coprodução brasileira que foi escolhida para representar a Argentina na busca de uma indicação ao Oscar 2018. Drama épico de Lucrecia Martel ambientado na época da colonização, o longa conta a história de Diego de Zama, um oficial da coroa espanhola do século 18, que se encontra estagnado há anos em um posto de Assunção, no Paraguai, e decide se juntar a um grupo de soldados para capturar um perigoso bandido. Mas, nesses momentos de violência, ele descobre que tudo o que realmente deseja não é uma promoção, mas sobreviver. Lucrecia Martel é conhecida por filmes premiados como “O Pântano” (2001), “A Menina Santa” (2004) e “A Mulher sem Cabeça” (2008), entretanto não filmava há nove anos. “Zama” venceu o prêmio da crítica no Festival de Havana, apareceu em 4º lugar na lista dos melhores filmes de 2017 da revista Sight & Sound (publicação oficial do British Film Institute) e ainda disputa 11 categorias na premiação da Academia Argentina e 8 indicações ao Prêmio Platino. Até o Rotten Tomatoes aprovou, com 86% de avaliação positiva. “Deixe a Luz do Sol Entrar” também traz uma cineasta renomada atrás das câmeras, a francesa Claire Denis, frequentadora assídua dos grandes festivais europeus. A surpresa é que, desta vez, a diretora de dramas pesados como “Chocolate” (1988), “Noites Sem Dormir” (1994), “35 Doses de Rum” (2008), “Minha Terra, África” (2009) e “Bastardos” (2013) opta pela leveza. O filme consiste, basicamente, de uma hora e meia de rejeições, nas quais Juliette Binoche (“Acima das Nuvens”), fotografada como uma jovem, busca e afasta pretendentes. A obra tem sua graça e muito charme, como atesta a aprovação de 89% da crítica norte-americana. Foi premiada na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes do ano passado e ainda rendeu mais uma indicação ao César de Melhor Atriz para Binoche. Por outro lado, “Madame” não recebeu os mesmos elogios. Trata-se de uma comédia de erros convencional que chama atenção por ser falada em inglês e pelo elenco estrangeiro, com a australina Toni Collette (“xXx: Reativado”) no papel de uma madame que, por superstição, decide que precisa de mais uma mulher para compôr o número de convidados de um jantar fino. Assim, manda uma empregada trocar o uniforme por um vestido de seu closet para fazer figuração. A escolhida é a espanhola Rossy Palma (“Julieta”), velha conhecida dos filmes de Pedro Almodóvar, que acaba encantando um milionário. O mais curioso nessa história de Cinderela é que a madrasta malvada e a fada madrinha são a mesma personagem. Mas o trabalho da diretora francesa Amanda Sthers (“Eu Vou te Fazer Falta”) não passou dos 24% no Rotten Tomatoes. Como sempre, a programação se completa com documentários. “Árvores Vermelhas” é uma produção britânica que revisita o Holocausto, por meio das memórias do pai da diretora Marina Willer e viagem às locações atuais dos antigos cenários de horror na República Tcheca. E “Górgona” retrata a atriz brasileira Maria Alice Vergueiro, com uma extensa carreira nos palcos, que enfrenta dívidas e o mal de Parkinson, sem ter atingido o reconhecimento da indústria cultural.
Trailer anuncia o game da animação Os Incríveis em versão Lego
O game “LEGO: Os Incríveis” foi anunciado oficialmente com a divulgação de um vídeo pela Warner Bros. Não se trata de uma confusão: a Warner é dona da marca Lego e licenciou “Os Incríveis” da Disney. A proposta do game é permitir que os jogadores controlem todos os membros da família Parr (ou Pêra, no Brasil), combinando as habilidades do Sr. Incrível, Mulher-Elástica, Flecha e Violeta para vencer os desafios. Frozone e Edna Moda também aparecem na história. Desenvolvido pela TT Games, o jogo será lançado no dia 15 de junho, juntamente com a estreia de “Os Incríveis 2” nos cinemas.
Novo pôster de Os Incríveis 2 mostra família heroica em clima de férias de verão
A Disney/Pixar divulgou um novo pôster de “Os Incríveis 2”, que mostra a família Parr (ou Pêra, na versão dublada) aproveitando as férias de verão numa praia tropical. A imagem faz alusão ao período em que o filme será lançado nos cinemas, o verão norte-americano. A família continua a ser dublada, em inglês, pelos atores Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Holly Hunter (“Batman vs. Superman”) e Sarah Vowell (“Filhos do Divórcio”), mas o menino Flecha/Dash tem nova voz, o novato Huck Milner. Além deles, Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”) também retorna como Frozone e o diretor Brad Bird continua a fazer a voz de Edna Moda. Nada disso será ouvido nos cinemas brasileiros, mas poderá ser conferido em versões posteriores em vídeo e streaming. Novamente escrito e dirigido por Bird, a continuação do clássico de 2004 da Pixar tem estreia marcada para o dia 28 de junho no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.
Círculo de Fogo destrona Pantera Negra nas bilheterias da América do Norte
Após cinco semanas na liderança, o reinado de “Pantera Negra” nas bilheterias dos cinemas da América do Norte foi finalmente encerrado. Mas isso não aconteceu com um estrondo e sim com um suspiro. A estreia de “Círculo de Fogo: A Revolta” no topo do ranking foi considerada decepcionante. Com US$ 28M (milhões), o filme dos robôs gigantes da Legendary saiu-se um pouco melhor que “Tomb Raider” (US$ 23,5M) na semana passada. Mas como a produção foi orçada em US$ 155M, trata-se de uma vitória difícil de ser comemorada. Na verdade, os robozões dependem do mercado internacional para não virar sucata. Vale lembrar que o primeiro filme também foi um fiasco nos Estados Unidos e a sequência só foi aprovada devido ao desempenho na Ásia. A mesma trajetória volta se repetir agora, compensando o fracasso americano com uma abertura internacional de impacto. A China foi responsável pela maior bilheteria do filme, com US$ 65M em três dias – US$ 20M a mais que o obtido pela estreia do primeiro filme. Assim, em todo o mundo, a arrecadação chegou a US$ 150,5M. A má notícia é que as críticas foram negativas, inclusive na Ásia. A avaliação registrada no Rotten Tomatoes é de 46% de aprovação. Isto dificulta a permanência da produção no ranking dos filmes mais vistos nas próximas semanas, quando enfrentará “Jogador Nº 1”, de Steven Spielberg. “Tomb Raider”, que abriu em 2º lugar na semana passada, teve 50% de aprovação e já caiu para o 5º lugar. Já “Pantera Negra”, mesmo caindo para o 2ª lugar, registrou novos recordes no fim de semana. Ao atingir uma arrecadação total de US$ 630,9M (milhões) em seu sexto fim de semana em cartaz, o filme superou o total de “Os Vingadores” (US$ 623,3M) para se tornar a maior bilheteria da Marvel na América do Norte. Também virou a maior bilheteria de um filme de super-heróis em todos os tempos nos Estados Unidos e no Canadá. Atualmente, “Pantera Negra” ocupa o 5º lugar entre as arrecadações domésticas da América do Norte, atrás apenas de “Jurassic World” (US$ 652M), “Titanic” (US$ 659M), “Avatar” (US$ 760M) e “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 936M). No mundo inteiro, o faturamento está em US$ 1,2 bilhão, o 12º entre as maiores bilheterias globais do cinema. O Top 3 norte-americano se completa com o filme evangélico “Eu Só Posso Imaginar”. A produção orçada em apenas US$ 7M conta a história da música de rock cristão mais popular dos Estados Unidos e em duas semanas já somou US$ 38,3M. A estreia no Brasil está marcada para 24 de maio. A semana teve ainda mais três lançamentos amplos, que implodiram. “Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim” foi além do fracasso financeiro, ao conseguir a façanha de desagradar profundamente a crítica, normalmente fã de animações. Rendeu só 27% de aprovação e uma bilheteria de US$ 10,6M, em 4º lugar. Agora, o estúdio torce para a ojeriza não ser mundial, com estreia prevista para 31 de maio no Brasil. “Paulo – Apóstolo de Cristo” fez metade disso, US$ 5M, em 8º lugar. Sua rejeição chamou atenção por acontecer em plena Semana Santa. Para completar, a crítica o crucificou com 35% de aprovação. É mais um lançamento para maio no Brasil, no dia 3. Fechando o Top 10, o romance adolescente “O Sol da Meia-Noite”, estrelado por Patrick Schwarzenegger, o filho de Arnold, rendeu US$ 4,1M e 21% de podridão tomatal. Adaptação de mangá para meninas, que apela para o mix mórbido de amor e doença, foi considerado o pior filme romântico dos últimos tempos e será despejado no mercadão nacional em junho. Mas ainda não acabou. Steven Soderbergh lançou outro fracasso de bilheterias, que nem entrou no Top 10. “Unsane” abriu em 11º lugar. A compensação, se isso é possível, ficou por conta da boa avaliação da crítica, que aprovou o longa estrelado por Claire Foy – 78% no Rotten Tomatoes. Este não tem previsão de estreia no Brasil. Para completar, ainda houve um contraste, que entrou para a história. A animação de “Ilha de Cachorros”, de Wes Anderson, foi lançada em circuito limitado. E se tornou uma das maiores estreias de todos os tempos. Sem brincadeira, o filme dos cachorros falantes teve a maior abertura por sala já registrada entre lançamentos em mais de 20 telas. Exibido em apenas 27 cinemas, faturou US$ 1,5M, em 15º lugar, numa média de US$ 58,1 mil por tela. Para dar noção do tamanho dessa arrecadação, a média do líder da bilheteria desta semana, “Círculo de Fogo: A Revolta”, foi de US$ 7,5 mil por sala. O filme ensaiou virar polêmica, mas acabou conquistando a simpatia da maioria da crítica, com 93% de aprovação. A única coisa negativa contra seu lançamento, na verdade, é ter que esperar até 14 de junho para vê-lo nos cinemas brasileiros. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Círculo de Fogo: A Revolta Fim de semana: US$ 28M Total EUA e Canadá: US$ 28M Total Mundo: US$ 150,5M 2. Acrimony Fim de semana: US$ 16,6M Total EUA e Canadá: US$ 630,9M Total Mundo: US$ 1,2B 3. Eu Só Posso Imaginar Fim de semana: US$ 13,8M Total EUA e Canadá: US$ 38,3M Total Mundo: US$ 38,3M 4. Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim Fim de semana: US$ 10,6M Total EUA e Canadá: US$ 10,6M Total Mundo: US$ 15,2M 5. Tomb Raider Fim de semana: US$ 10,4M Total EUA e Canadá: US$ 41,7M Total Mundo: US$ 211,7M 6. Uma Dobra no Tempo Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 73,8M Total Mundo: US$ 87,9M 7. Com Amor, Simon Fim de semana: US$ 7,8M Total EUA e Canadá: US$ 23,6M Total Mundo: US$ 23,6M 8. Paulo – Apóstolo de Cristo Fim de semana: US$ 5M Total EUA e Canadá: US$ 56M Total Mundo: US$ 5M 9. A Noite do Jogo Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA e Canadá: US$ 60,8M Total Mundo: US$ 94,8M 10. Sol da Meia-Noite Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA e Canadá: US$ 4,1M Total Mundo: US$ 4,1M
Pantera Negra supera Os Vingadores e vira maior bilheteria de super-heróis nos EUA
O blockbuster “Pantera Negra” continua quebrando recordes. Ao atingir estimados US$ 630,9M (milhões) em seu sexto fim de semana em cartaz, o filme superou “Os Vingadores” (US$ 623,3M) e se tornou a maior bilheteria da Marvel na América do Norte. Também virou a maior bilheteria de um filme de super-heróis em todos os tempos nos Estados Unidos e no Canadá. Atualmente, “Pantera Negra” ocupa o 5º lugar no ranking de arrecadações domésticas da América do Norte, atrás apenas de “Jurassic World” (US$ 652M), “Titanic” (US$ 659M), “Avatar” (US$ 760M) e “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 936M). Após cinco semanas como líder de faturamento doméstico, o filme deve perder o topo para “Círculo de Fogo: A Revolta” no domingo (25/3). Entretanto, ainda segue em ritmo de arrasa-quarteirões, tendo completado US$ 100M no mercado chinês. No mundo inteiro, a arrecadação está em US$ 1,2 bilhão, o que o coloca em 12º lugar entre as maiores bilheterias mundiais da história do cinema.
Once Upon a Time confirma volta da família de Branca de Neve para o final da série
“Once Upon a Time” vai ter o final feliz que os fãs torciam para ver. Após os criadores da série, Edward Kitsis e Adam Horowitz, prometerem a volta de “muitos rostos familiares para o fim”, foram anunciados os retornos do Príncipe Encantado (Josh Dallas), Branca de Neve (Ginnifer Goodwin), Emma Swan (Jennifer Morrison) e Bela (Emilie de Ravin) para o desfecho da trama. O final da série foi batizado de “Leaving Storybrooke” e será apresentado em duas partes em maio na rede ABC. Os quatro integrantes do elenco original se juntarão a Gepetto (Tony Amendola), Zangado (Lee Arenberg), Ariel (Joanna Garcia), Peter Pan (Robbie Kay), Robin Hood (Sean Maguire), Cruela De Vil (Victoria Smurfit), a Fada Azul (Keegan Tracy), a Vovó (Bev Elliott) e ao jovem Henry Mills (Jared Gilmore), anteriormente confirmados, além do elenco fixo da atração, que inclui mais quatro remanescentes da fase anterior ao reboot, Regina/Rainha Má (Lana Parrilla), Sr. Gold/Rumpelstiltskin (Robert Carlyle), Hook/Capitão Gancho (Colin O’Donoghue) e Zelena/Bruxa Malvada do Oeste (Rebecca Mader) O final representará um retorno aos primeiros episódios da série, os produtores revelaram. A série faz parte da programação do canal pago Sony no Brasil e tem suas temporadas anteriores disponíveis na Netflix.
Apesar de boatos, Surfista Prateado não tem participação confirmada no filme dos Vingadores
Uma informação publicada no site Metacritic, supostamente sério, gerou frênesi na internet na terça-feira (20/3). Mas a resposta à pergunta colocada pela Pipoca Moderna sobre se o “Surfista Prateado vai aparecer no novo filme dos Vingadores?” é, por enquanto, “Não”. A aguardada confirmação da Marvel não aconteceu. Ao contrário, o Metacritic é quem assumiu ter errado. O erro acabou revelando a pouca confiabilidade do site. Em vez de abastecer suas fichas de elenco com informações oficiais fornecidas por estúdios, o Metracritic copiou uma lista não verificada de outro site, o IMDb, que conta com contribuições de leitores. Alguém tinha propositadamente editado a ficha do IMDb para listar o figurante Curt Clendenin no papel de Surfista Preateado em “Vingadores: Guerra Civil”. Os responsáveis pelo IMDb perceberam e apagaram. Mas o Metacritic já tinha copiado a informação e a manteve no ar. Entretanto, a Marvel não informou que o Surfista Prateado apareceria no filme. Procurado pela imprensa norte-americana, o Metacritic confirmou que informações incorretas já tinham sido um problema no passado. No entanto, nunca geraram tanta atenção, o que faz sentido porque “Vingadores: Guerra Civil” é um dos lançamentos mais antecipados do ano. Mas isso não elimina a dúvida dos fanboys. Afinal, se os irmãos Russo, diretores do longa, não mencionaram em nenhum momento a possibilidade de incluir o Surfista Prateado, também não falaram nada sobre a participação do ator Peter Dinklage (série “Game of Thrones”), que foi revelada pelo cartaz oficial da produção. E já tem gente sugerindo que o papel misterioso do ator é a dublagem do Surfista. O rumor original ganhou força porque a aparição do Surfista faria bastante sentido, tendo em vista que o personagem já enfrentou o vilão Thanos nos quadrinhos, inclusive na trama que está sendo adaptada para o cinema. Entretanto, quando apareceu no filme “Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado”, o herói foi interpretado por um especialista em criaturas, Doug Jones – o ator por trás do monstro do filme vencedor do Oscar 2018, “A Forma da Água”. Já Curt Clendenin, o suposto intérprete atual, tem, em sua vasta filmografia, experiência como cliente de loja, frequentador de restaurante, estudante, pedestre, convidado de festa e integrante do público, mas nunca fez nenhum trabalho de captura de performance. Para completar, a aquisição da Fox pela Disney ainda não passou pela aprovação do governo dos Estados Unidos, e por isso o personagem permanece na porção da Marvel que está separada do universo dos Vingadores no cinema. Isso, claro, não impediria os dois estúdios de entrarem em acordo sobre o compartilhamento do personagem, como Marvel e Sony fizeram em relação ao Homem-Aranha, também presente em “Vingadores: Guerra Infinita”. O timing, porém, poderia prejudicar a própria conclusão da compra da Fox pela Disney, se os responsáveis pela avaliação do negócio apontassem para um facilitamento suspeito. De todo modo, mesmo sem Surfista Prateado, “Vingadores: Guerra Infinita” juntará a maior quantidade de super-heróis da Marvel num único filme. A estreia está marcada no Brasil para 26 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Surfista Prateado vai aparecer no novo filme dos Vingadores?
Uma ficha de elenco de “Vingadores: Guerra Infinita”, publicada pelo conceituado site Metacritic, está deixando os fãs de quadrinhos em polvorosa. Isto porque a relação traz, entre os intérpretes famosos de super-heróis da Marvel, o figurante Curt Clendenin ao lado do nome Silver Surfer (Surfista Prateado, em inglês). A aquisição da Fox pela Disney ainda não passou pela aprovação do governo dos Estados Unidos, mas isso não impede os dois estúdios de entrarem em acordo sobre o compartilhamento de seus personagens, como Marvel e Sony fizeram em relação ao Homem-Aranha, também presente em “Vingadores: Guerra Infinita”. O timing, porém, poderia prejudicar a própria conclusão do negócio, se os responsáveis pela avaliação da compra apontassem para um facilitamento suspeito. Até o momento, os irmãos Russo, diretores do longa, não tinham mencionado a presença do Surfista Prateado. Mas também não falaram nada sobre a participação do ator Peter Dinklage (série “Game of Thrones”), que foi revelada pelo cartaz oficial da produção. A aparição do Surfista faria bastante sentido, tendo em vista que o personagem já enfrentou Thanos nos quadrinhos, inclusive na trama que está sendo adaptada para o cinema (veja algumas capas abaixo). Entretanto, quando apareceu no filme “Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado”, o herói foi interpretado por um especialista em criaturas, Doug Jones – o ator por trás do monstro do filme vencedor do Oscar 2018, “A Forma da Água”. Já Curt Clendenin tem, em sua vasta filmografia, experiência como cliente de loja, frequentador de restaurante, estudante, pedestre, convidado de festa e integrante do público, mas nunca fez nenhum trabalho de captura de performance. Por outro lado, a Marvel já aprontou algo parecido quando escalou Damon Poitier como Thanos em “Os Vingadores” (2012). Ele fez uma pequena figuração, numa cena pós-créditos, antes de Josh Brolin ser escalado no papel. Na ocasião, porém, o nome do ator não foi alardeado com antecedência. E um segredo dessa proporção dificilmente seria revelado da forma como o Metacritic fez. Afinal, será que a Marvel vacilaria a ponto de revelar esse segredo numa ficha oficial de casting? O que leva à questão: a ficha do Metacritic é oficial? Com ou sem Surfista Prateado – e com ou sem Capitã Marvel, dependendo do dia em que se entrevista os diretores – , “Vingadores: Guerra Infinita” juntará a maior quantidade de super-heróis da Marvel num único filme. A estreia está marcada no Brasil para 26 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Steven Spielberg anuncia data das filmagens de Indiana Jones 5
O diretor Steven Spielberg anunciou que as filmagens do quinto filme de “Indiana Jones” vão acontecer no Reino Unido a partir de abril de 2019. Ele anunciou a data de início das filmagens durante o evento do Empire Awards, que aconteceu em Londres no domingo (18/3). “Sempre vale a pena fazer viajar para cá, onde eu costumo trabalhar com o imenso arsenal de talentos que sai do Reino Unido. Os atores e as equipes, as faíscas, os motoristas – todos que me ajudaram a fazer meus filmes aqui, e continuarão me ajudando a fazer meus filmes aqui quando eu voltar em abril de 2019 para fazer o quinto filme de ‘Indiana Jones’ aqui”, ele discursou. Além do fato de trazer de volta Harrison Ford ao papel do arqueólogo aventureiro, nenhum detalhe sobre a história do filme foi revelado. Em uma entrevista de 2016, o produtor Frank Marshall disse que a trama deve ser uma continuação direta de “O Reino da Caveira de Cristal” (2008), escrito pelo mesmo roteirista, David Koepp. A estreia está marcada para 20 de julho de 2020.












