Produtor divulga novas fotos das filmagens de Avatar 2
O produtor Jon Landau divulgou em seu Instagram novas fotos dos bastidores das filmagens de “Avatar 2”. Uma delas traz o diretor James Cameron sentado no meio do cenário, outra mostra uma construção no set cenográfico e há também dois veículos multifuncionais submersíveis que fazem parte do filme. A equipe da produção desembarcou no dia 30 de maio na Nova Zelândia e passou por uma quarentena de 14 dias antes de retomar as filmagens do longa. A produção ficou três meses suspensa devido à da pandemia de coronavírus. Ainda com fronteiras fechadas para grande parte das pessoas, a viagem da equipe à Nova Zelândia foi liberada pelo “significativo valor econômico” das filmagens para o país. Por tratar-se de uma grande produção, com locação em diversos estúdios, “Avatar” recebe subsídios do governo local. Além disso, a Nova Zelândia estabeleceu uma série de instruções de higiene e segurança para permitir a realização de produções audiovisuais no período da pandemia. “Avatar 2” foi a primeira obra estrangeira a seguir estas normas. “Avatar 2” tem lançamento marcado para dezembro de 2022, com sua sequência prevista para dezembro de 2024. Outros dois filmes também foram programados, mas eles só deverão ser filmados após o resultado das bilheterias da continuação. Ver essa foto no Instagram WIDE SHOT: Our High Camp Bio Lab set on stages in New Zealand. SECOND SHOT: Jim studying the set before filming. A salute to the Kiwi crew for their attention to the artistry of their crafts. Uma publicação compartilhada por Jon Landau (@jonplandau) em 12 de Ago, 2020 às 9:26 PDT Ver essa foto no Instagram The Crabsuit… a human driven multifunction submersible. One of the many new RDA vehicles that will be seen in the Avatar sequels. I want one! Uma publicação compartilhada por Jon Landau (@jonplandau) em 4 de Ago, 2020 às 12:21 PDT
Christina Aguilera lança clipe da trilha de Mulan
A cantora Christina Aguilera lançou o clipe de “Loyal Brave True”, que faz parte da trilha sonora do filme de “Mulan”. Trata-se de uma balada chorosa, que funde arranjos orquestrais com instrumentos tradicionais chineses. O clipe conta com participação da atriz Liu Yifei, intérprete de Mulan, e foi dirigido por Niki Caro, justamente a diretora do longa-metragem. Bastante estilizado, explora a cor vermelha dos trajes da protagonista do filme e iconografia chinesa, inclusive no visual da cantora. Vale aguardar para ver se a abordagem vai render polêmica de apropriação cultural ou ser considerada fashionista. O fato é que a ligação de Aguilera com “Mulan” vem desde o lançamento do desenho animado original de 1998, época em que sua carreira estava apenas começando. Ela cantou a principal música da animação, “Reflection”, que concorreu ao Oscar em 1999. “O filme ‘Mulan’ e a música ‘Reflection’ coincidiram com o meu primeiro contrato com gravadora. É sensacional voltar a um filme tão incrível, cheio de poder e significado, e esse significado sustenta o teste do tempo: permanecer fiel a si mesmo, ser quem você é e ensinar como ser destemido. Minha nova música, ‘Loyal Brave True’, representa o bom equilíbrio entre vulnerabilidade e força”, disse a cantora em comunicado. Assim como aconteceu com a música anterior, Aguilera serve apenas como intérprete de “Loyal Brave True”, não tendo participado da composição. Aguilera também regravou “Reflection” e ambas as músicas estarão no disco trilha sonora, que será lançado em 4 de setembro, mesma data da estreia do filme na plataforma Disney+ (Disney Plus) nos EUA. Como o Brasil ainda não tem Disney+ (Disney Plus), a estreia de “Mulan” dependerá da reabertura dos cinemas, atualmente fechados em prevenção contra o coronavírus.
Lançamento da Disney+ (Disney Plus) é confirmado para novembro no Brasil
A Disney oficializou o lançamento da sua plataforma de streaming no Brasil em novembro. Em comunicado dirigido para os mercados da América Latina e Caribe, Diego Lerner, presidente da The Walt Disney Company Latin America, confirmou a data, estabelecida como meta desde o ano passado, e adiantou planos de produção de conteúdo local para a Disney+ (Disney Plus). “Sabemos que nosso público da América Latina está ansioso pela chegada do Disney+ (Disney Plus), o único serviço de streaming que oferecerá acesso exclusivo a todas as estreias dos conteúdos disponíveis de Disney, Marvel, Pixar, Star Wars e National Geographic. Além disso, todos os clássicos animados da Disney estarão juntos pela primeira vez em um único e exclusivo destino. A proposta de entretenimento será complementada por uma oferta robusta de séries e filmes originais do Disney+ (Disney Plus), um selo de produção própria, com uma variedade de títulos que podem ser vistos apenas em nossa plataforma, bem como conteúdo original produzido localmente em vários países da região para os mais diversos públicos”, disse Lerner. A partir do seu lançamento na América Latina, a Disney+ (Disney Plus) se tornará a única opção de acesso em streaming para os conteúdos cinematográficos de todas as marcas do conglomerado, encerrando assim a provisória parceria com a Amazon, que atualmente disponibiliza os filmes da Disney no Brasil. Mais detalhes sobre o lançamento serão anunciados “em breve”, de acordo com o release. Mas uma lista preliminar, incluída no texto, reforça que a plataforma trará para o Brasil os grandes sucessos da plataforma, como as séries “The Mandalorian” e “High School Musical: The Musical: The Series” e o musical “Hamilton”. Além disso, os próximos lançamentos da plataforma ocorrerão simultaneamente no Brasil. Isto abrange aguardadas séries da Marvel, como “Falcão e o Soldado Invernal” e “Wandavision”, por exemplo, além de “The Right Stuff”, minissérie da National Geographic sobre o começo do programa espacial americano.
Elenco de Agents of SHIELD se despede dos fãs
A série “Agents of SHIELD” chegou ao final na noite de quarta-feira (13/8) com a exibição especial dos últimos dois episódios da série nos EUA. Mas o elenco e os produtores entraram em clima de despedida um pouco antes, com a gravação de um vídeo em que cada integrante da equipe agradeceu aos fãs pela jornada. O que começou com uma campanha para salvar Coulson, o agente da SHIELD morto em “Vingadores” (2012), acabou rendendo sete temporadas produzidas pelo casal casal Maurissa Tancharoen e Jed Whedon. Além de Clark Gregg no papel de Coulson, a produção também foi estrelada por Ming-Na Wen, Chloe Bennet, Elizabeth Henstridge, Iain De Caestecker, Henry Simmons e Natalia Cordova-Buckley. “Essa série é, sem dúvidas, um dos grandes momentos da minha carreira”, afirmou a atriz Ming-Na Wen, que interpretou Melinda May na série e antes tinha sido a “Mulan” da animação clássica da Disney. Ainda não se sabe se esse será o fim definitivo para esses personagens, pois eles ainda podem aparecer em outras produções do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Com seu final, “Agents Of SHIELD” se junta a “Modern Family” e “How to Get Away With Murder” como as séries de mais longa duração a saír da programação da rede ABC em 2020. A Marvel, por sua vez, prepara uma leva de novas séries, mas para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), que serão ainda mais ligadas ao Universo Cinematográfico, dedicada aos personagens Loki, Feiticeira Escarlate, Visão, Gavião Arqueiro, Falcão e Soldado Invernal.
Netflix vai exibir musical da princesa Diana antes da estreia na Broadway
“Diana: A New Musical”, produção teatral sobre a vida da princesa Diana, vai estrear na Netflix antes de chegar na Broadway. Uma performance completa do musical será encenada e gravada à portas fechadas em Nova York, enquanto os teatros permanecem impedidos de funcionar devido à pandemia de coronavírus. A atual previsão para a estreia física da produção, nos palcos nova-iorquinos, é apenas para 25 de maio de 2021. “Falamos por toda a nossa equipe e nosso elenco quando dizemos que não poderíamos estar mais animados para compartilhar o espetáculo com amantes do teatro ao redor do mundo. Embora não haja substituto para o teatro ao vivo, nos sentimos honrados de fazer parte do entretenimento de qualidade que a Netflix dá aos seus assinantes”, manifestou-se em comunicado a Grove Entertainment, empresa produtora do musical. Na trama, a atriz Jeanna de Waal (que apareceu em dois episódios de “Punho de Ferro”) interpreta a princesa Diana, enquanto a veterana Judy Kaye (vencedora de dois Tonys, o Oscar do teatro americano) vive a rainha Elizabeth II. A iniciativa da Netflix acontece após a plataforma Disney+ (Disney Plus) exibir uma gravação de “Hamilton”, o espetáculo mais bem-sucedido da Broadway nos últimos anos. A gravação também foi feita à portas fechadas e o resultado teria ajudado a bater metas de assinaturas da Disney+ (Disney Plus), que em oito meses atingiu um objetivo originalmente previsto para cinco anos.
Novo trailer de Mulan confirma lançamento em streaming
A Disney divulgou um novo trailer americano da versão live-action de “Mulan”, que confirma o lançamento na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). Após vários adiamentos devido a pandemia de covid-19, a superprodução terá uma estreia diferenciada em setembro, chegando na Disney+ (Disney Plus) nos países que já operam o serviço. Já os territórios em que a plataforma ainda não está disponível exibirão o filme nos cinemas. Como o Brasil ainda não tem Disney+ (Disney Plus), a estreia de “Mulan” dependerá da reabertura dos cinemas, atualmente fechados em prevenção contra o coronavírus. Caso isso não aconteça a tempo, o filme pode ser lançado em VOD para evitar uma reprise do fenômeno de “Black Is King”, filme exclusivo da Disney+ (Disney Plus), que mesmo sendo inédito no país, foi bastante “visto” por brasileiros. A verdade é que mesmo assinantes da Disney+ (Disney Plus) terão que pagar uma grana extra, além de sua assinatura mensal, se quiserem assistir “Mulan”. Durante sua conferência sobre o balanço trimestral da empresa para acionistas, o CEO da Disney, Bob Chepak, revelou que o filme inaugurará uma seção de “premières” (leia-se VOD) dentro da Disney+ (Disney Plus). O novo trailer denomina a seção de “Premier Access”. Chepak disse que a iniciativa foi uma forma de valorizar o filme ao tentar novas vias de distribuição durante a pandemia. “Nos EUA, Canadá, Nova Zelândia e outros países, ofereceremos o épico Mulan em um acesso de première no Disney+ (Disney Plus), a partir de 4 de setembro, ao preço de US$ 29,99 nos EUA”. Esta decisão favorece o lançamento em VOD em mercados que não tem Disney+ (Disney Plus) nem tampouco aval para reabrir os cinemas. E representa uma grande derrota para as salas exibidoras, que precisam de títulos inéditos e de apelo comercial para atrair o público de volta aos cinemas. Mas a Disney já adiou o filme duas vezes e os cinemas das principais redes dos EUA ainda não reabriram, nem tem expectativa de receber autorização para retomar seus funcionamentos. Diante disso, a Disney fixou 4 de setembro como data definitiva, onde for possível lançar. Primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, a neozelandesa Niki Caro (de “O Zoológico de Varsóvia”), “Mulan” destaca em seu elenco a jovem Liu Yifei (“O Reino Perdido”) como a heroína do título e dois grandes astros do cinema chinês de ação, Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), além do havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”), Jimmy Wong (“O Círculo”), Doua Moua (“Gran Torino”) e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que vive uma bruxa capaz de virar águia.
Zac Efron vai estrelar remake de Três Solteirões e um Bebê
O ator Zac Efron vai estrelar um remake da comédia de sucesso “Três Solteirões e um Bebê”, de 1987. A produção é da Disney e visa lançamento na plataforma de streaming do estúdio, Disney+ (Disney Plus). Curiosamente, o filme de 1987 já era um remake, baseado numa comédia francesa de Coline Serreau, feita dois anos antes – e lançada no Brasil como “3 Homens e um Bebê”. A versão americana foi dirigida por Leonardo Nimoy (o Sr. Spock de “Star Trek”) e estrelada por Tom Selleck, Steve Guttenberg e Ted Danson como três amigos solteiros que moravam juntos. Quando um bebê é abandonado na porta de seu apartamento, eles decidem cuidar da criança. O sucesso foi tanto que “Três Solteirões e um Bebê” se tornou o primeiro filme live-action da Disney a arrecadar mais de US$ 100 milhões nos Estados Unidos. A comédia acabou ganhando continuação com o mesmo elenco, “Três Solteirões e uma Pequena Dama” (1990), mostrando o que aconteceu quando o bebê se tornou menina. A nova filmagem vai marcar o retorno de Efron à Disney, empresa que o lançou para o estrelado em “High School Musical” (2006). O roteiro foi escrito por Will Reichel (“Hot Air”), mas ainda não há um diretor definido. O último filme que trouxe Efron como protagonista foi “Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal”, lançado em julho do ano passado. Desde então, ele fez a dublagem de Fred em “Scooby! O Filme”, uma série documental (“Curta Essa com Zac Efron”) e um reality show de sobrevivência (o ainda inédito “Killing Zac Efron”).
Adria Arjona entra na nova série Star Wars da Disney+
A atriz Adria Arjona foi confirmada na nova série de “Star Wars” em desenvolvimento para a plataforma Disney+ (Disney Plus). Conhecida por papéis nos filmes “Círculo de Fogo: A Revolta” (2018), “Operação Fronteira” e “Esquadrão 6” (ambos de 2019), a atriz porto-riquenha vai se juntar ao mexicano Diego Luna no elenco central. Ainda não tem título, a série será centrada no personagem Cassian Andor, que Luna viveu em “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016). Também farão parte do elenco os atores Stellan Skarsgard (vencedor do Globo de Ouro por “Chernobyl”), Kyle Soller (da série “Poldark”), Denise Gough (“Colette”) e Genevive O’Reilly, que interpretou Mon Mothma em “Rogue One”. Além deles, há a expectativa da volta de Alan Tudyk como voz do robô K-2SO, Em desenvolvimento desde 2018, a série está sendo escrita por Tony Gilroy, um dos roteiristas de “Rogue One”, e será a segunda atração do universo “Star Wars” na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), que já conta com “The Mandalorian”. A trama mostrará a formação da Aliança Rebelde antes dos eventos apresentados em “Rogue One”. Em termos de cronologia, a história vai se passar entre o primeiro longa da saga clássica, “Guerra nas Estrelas” (1977), e “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005). A previsão original da Disney era para uma estreia em 2021, mas não há confirmação sobre a manutenção deste cronograma diante da paralisação do setor audiovisual pela pandemia do novo coronavírus.
Jared Leto confirma que vai estrelar continuação de Tron: O Legado
A Disney avançou com a esperada continuação do filme “Tron: O Legado”, lançado há dez anos. O ator Jared Leto (o Coringa de “Esquadrão Suicida”) confirmou sua escalação na produção. O ator está ligado ao projeto desde 2017 e nesta segunda (10/8) postou no Twitter: “Estou muito animado e orgulhoso de confirmar que SIM, vou estrelar ‘Tron’. Vamos trabalhar o máximo que pudermos para criar algo que espero que todos vocês amem. Temos algumas ideias muito especiais reservadas para todos vocês…” Ele ainda acrescentou: “Tenho grande gratidão pela oportunidade de dar vida a este filme, especialmente porque tanto o videogame original quanto o filme me afetaram profundamente quando eu era uma criança. O fato de fazer parte deste novo capítulo é alucinante”. O anúncio foi feito no mesmo dia em que o site The Hollywood Reporter revelou que o estúdio contratou Garth Davis, diretor de “Lion: Uma Jornada Para Casa”, para realizar o fecho da trilogia, iniciada em 1982 com o clássico “Tron: Uma Odisseia Eletrônica”. A produção deve chegar aos cinemas a tempo de refletir os 40 anos do filme original. Além do diretor recém-contratado, a equipe inclui o roteirista Jesse Wigutow, que só tem um lançamento de cinema no currículo, a comédia “Acontece nas Melhores Famílias” de 2003. O papel de Leto deve se chamar Ares, um personagem inédito na franquia, mas que figurava com destaque num roteiro antigo e não filmado do terceiro longa. Para se ter ideia, esta continuação chegou a entrar no cronograma de produções da Disney para 2015, mas o fracasso de “Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada É Impossível” (2015) mudou os planos do estúdio. Assim como “Tron: O Legado”, a continuação seria dirigida por Joseph Kosinski e estrelada por Garrett Hedlund e Olivia Wilde. Em 2011, o diretor afirmou que pretendia continuar a história de “O Legado” acompanhando Quorra (Olivia Wilde) no mundo real. Mas agora, sem Kosinski, a Disney pode optar por um reboot. Além de estrelar, Leto será um dos produtores da continuação junto com Justin Springer, produtor de “Tron: O Legado” e de “Oblivion”, dois filmes dirigidos por Kosinski. E o fato de Springer estar a bordo pode ser um bom sinal para quem torce por uma continuação direta da história. Para quem não lembra, o filme original contava a história de Kevin Flynn, um programador que adentra um mundo cibernético para provar a fraude de um colega de trabalho. O elenco contava com Jeff Bridges e Bruxe Boxleitner, que depois voltaram para a continuação. “Tron: O Legado”, por sua vez, era centrado no filho de Flynn, que entrava no mesmo mundo digital para resgatar o pai preso lá há desde os anos 1980, e ao final escapava acompanhado por uma mulher digital, Quorra. I am so very excited and proud to confirm that YES – I will be starring in TRON. We will work as hard as we possibly can to create something that I hope you all will love. We have some very special ideas in store for you all…🤗 See you in the grid!👨🏼🎤 — JARED LETO (@JaredLeto) August 10, 2020
Zoë Kravitz alfineta Hulu por cancelamento de High Fidelity
Zoë Kravitz destilou veneno ao comentar ao cancelamento de sua série “High Fidelity” no serviço de streaming Hulu. Ela alfinetou a plataforma ao responder a um comentário da colega Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”), que lamentou a decisão, dizendo que sentiria falta da série. “Está tudo bem. Pelo menos a Hulu tem várias outras séries estreladas por mulheres negras que podemos assistir. Não, espere…”, ironizou Kravitz. Ou, como dizem os novinhos, jogou um shade forte. A interação aconteceu em um post no qual a atriz se despedia da equipe e elenco de “High Fidelity”. “Obrigada a todos que colocaram o seu coração nesta série, estou impressionada com todos vocês. E obrigada a todo mundo que assistiu, amou e nos apoiou”, ela escreveu. “High Fidelity” foi a terceira série de Zoë Kravitz, que sempre se dedicou mais ao cinema. Ela participou de “Californication” em 2011 e estrelou recentemente as duas temporadas de “Big Little Lies”. O elenco também incluiu David H. Holmes (“Josie & Jack”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome É Dolemite”), Jake Lacy (“Girls”), Kingsley Ben-Adir (“Peaky Blinders”), Rainbow Francks (“Stargate: Atlantis”) e Thomas Doherty (“Legacies”). Na série, ela vivia Rob, personagem que era homem e branco no livro de Nick Hornby, assim como no filme de Stephen Frears – ambos lançados no Brasil como “Alta Fidelidade”. Rob é uma fã geek de música, que tem uma loja de discos de vinil no Brooklyn, em Nova York, faz bicos de DJ e costuma criar rankings de Top 5 para tudo, desde seus hits favoritos até seus relacionamentos. No filme de 2000, o papel foi desempenhado por John Cusack, que usava músicas como ponto de partida para compartilhar com a câmera seus relacionamentos passados. Esse artifício foi preservado na série. A adaptação foi feita pelas roteiristas Veronica West e Sarah Kucserka, que trabalharam juntas em “Ugly Betty”, “Brothers and Sisters”, “Hart of Dixie” e “Bull”, e encararam a missão de transformar uma trama geek essencialmente masculina numa série de abordagem feminina. Mas mesmo com várias mudanças, o que menos se podia questionar era a escalação de Zoë Kravitz, perfeita no papel de enciclopédia ambulante do rock. Não bastasse ela ter uma banda (LolaWolf) na vida real, também é filha do músico Lenny Kravitz. Além disso, sua mãe, a atriz Lisa Bonnet, viveu uma ex-namorada de Cusack no filme de 2000! Ver essa foto no Instagram i wanna give a shout out to my #highfidelity family. thank you for all the love and heart you put into this show. i'm in awe of all of you. and thank you to everyone who watched, loved and supported us. ✌🏽 #breakupssuck Uma publicação compartilhada por Zoë Kravitz (@zoeisabellakravitz) em 5 de Ago, 2020 às 7:25 PDT
High Fidelity: Série com Zoë Kravitz é cancelada na 1ª temporada
A plataforma Hulu cancelou “High Fidelity”, série baseada no livro de Nick Hornby e no filme de Stephen Frears, lançados no Brasil como “Alta Fidelidade”. A plataforma não divulga audiência, mas a 1ª temporada rendeu muitas críticas positivas, atingindo 86% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Segundo o site Deadline, a decisão não foi fácil e veio após longas deliberações. Além de ter sido bem recebida pelos críticos, a série era encabeçada por uma grande estrela com muitos seguidores e contava com apoio interno na Hulu, mas isso acabou não sendo suficiente para a renovação. “High Fidelity” foi uma das duas séries baseadas em filmes lançados na Hulu neste ano, depois de terem sido originalmente desenvolvidas para a Disney+ (Disney Plus). A outra é “Love, Victor”. No caso de “High Fidelity”, a produção mudou de plataforma devido ao contexto adulto, com diversas situações sexuais e uma protagonista que se revela bissexual. Estrelada por Zoë Kravitz (a Mulher-Gato do vindouro filme de Batman), a versão da série para a trama de “Alta Fidelidade” trocava não só sexo, mas a raça do protagonista, sem esquecer a cidade da locação, mas mantinha a premissa. Na trama, a atriz vivia uma fã geek de música, que tem uma loja de discos de vinil no Brooklyn, em Nova York, faz bicos de DJ e costuma criar rankings de Top 5 para tudo, desde seus hits favoritos até seus relacionamentos. No filme de 2000, o papel foi desempenhado por John Cusack, que usava músicas como ponto de partida para compartilhar com a câmera seus relacionamentos passados. Esse artifício foi preservado na série. Mesmo com várias mudanças, o que menos se pode questionar é a escalação de Zoë Kravitz, perfeita no papel de enciclopédia ambulante do rock. Não bastasse ela ter uma banda (LolaWolf) na vida real, também é filha do músico Lenny Kravitz. Além disso, sua mãe, a atriz Lisa Bonnet, viveu uma ex-namorada de Cusack no filme de 2000! A adaptação foi feita pelas roteiristas Veronica West e Sarah Kucserka, que trabalharam juntas em “Ugly Betty”, “Brothers and Sisters”, “Hart of Dixie” e “Bull”, e encararam a missão de transformar uma trama geek essencialmente masculina numa série de abordagem feminina. “High Fidelity” foi a terceira série de Zoë Kravitz, que sempre se dedicou mais ao cinema. Ela participou de “Californication” em 2011 e estrelou recentemente as duas temporadas de “Big Little Lies”. O elenco também incluiu David H. Holmes (“Josie & Jack”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome É Dolemite”), Jake Lacy (“Girls”), Kingsley Ben-Adir (“Peaky Blinders”), Rainbow Francks (“Stargate: Atlantis”) e Thomas Doherty (“Legacies”).
Estudo denuncia controle da China sobre conteúdo do cinema americano
Um relatório divulgado nesta quarta-feira (5/8) pela organização Pen America acusa os maiores estúdios de cinema dos EUA de promoverem autocensura para permitir que seus filmes sejam bem-vindos no milionário mercado chinês. O estudo de 94 páginas do grupo literário e de direitos humanos revelou uma profunda influência do governo chinês em Hollywood, detalhando as várias maneiras em que os estúdios alteram “elenco, enredo, diálogo e cenários” em um “esforço para evitar antagonizar as autoridades chinesas” em seus filmes. A lista de produções que sofreram intervenção pró-chinesa inclui blockbusters como “Homem de Ferro 3”, “Guerra Mundial Z” e até o vindouro “Top Gun: Maverick”. Segundo a associação, essa autocensura vai desde a remoção da bandeira de Taiwan na jaqueta de Tom Cruise em “Top Gun: Maverick” até a exclusão da China como fonte de um vírus zumbi no filme “Guerra Mundial Z”, lançado em 2013. A prática da autocensura também busca evitar tópicos sensíveis, como Tibete, Taiwan, Hong Kong ou Xinjiang, e eliminar personagens pertencentes à comunidade LGBTQIA+. Para entrar no mercado chinês, conteúdo LGBTQIA+ foi removido de “Bohemian Rhapsody”, quase transformando Freddie Mercury num cantor heterossexual. Filmes como “Star Trek: Sem Fronteiras”, “Alien: Covenant” e “A Viagem” também eliminaram cenas LGBTQIA+. Sequências com mortes de chineses foram tiradas de “007: Operação Skyfall” e “Missão: Impossível III”, e um personagem principal teve a etnia alterada de tibetano para celta em “Doutor Estranho”, da Marvel, uma decisão tomada pelo roteirista para evitar o risco de “alienar 1 bilhão de pessoas”, e que assim atingiu 7,5 bilhões de pessoas, para ficar na metáfora numérica. “Apaziguar o governo chinês e seus censores se tornou uma maneira simples de fazer negócios como qualquer outra”, diz o relatório. Pequim possui um dos mais rígidos sistemas de censura do mundo, sediado no departamento de propaganda do Partido Comunista Chinês. O comitê de censura decide se um filme estrangeiro pode ser lançado no mercado local de filmes, que é o segundo e pode se tornar no maior do mundo após a pandemia de covid-19. Para se ter ideia, os sucessos de bilheteria “Vingadores: Ultimato” e “Homem-Aranha: Longe de Casa” geraram mais receita na China do que nos Estados Unidos. “O Partido Comunista Chinês realmente exerce uma enorme influência sobre a lucratividade dos filmes de Hollywood e os executivos do estúdio sabem disso”, diz a Pen America. Isto gera uma submissão ao autoritarismo chinês, que pode render até momentos constrangedores, como a ida do então CEO da Disney, Michael Eisner, até Pequim para pedir desculpas pessoalmente pela produção do filme “Kundun” de Martin Scorsese, lançado em 1997, que trata da vida de Dalai Lama, líder espiritual do Tibete no exílio. Isto mesmo: a Disney lamentou que o filme existisse, após ele ser censurado e proibido de ser lançado na China, porque seu principal interesse na época era construir um parque temático em Xangai. O relatório denuncia que a censura se institucionalizou a ponto de alguns estúdios fazerem “voluntariamente determinadas restrições sem serem solicitados” e outros até convidam censores chineses para os sets. “Se algum projeto for considerado abertamente crítico” ao regime chinês, os estúdios temem que “sejam colocados em uma lista negra”, disse um produtor, que pediu para não ser identificado, à agência AFP. Assim, não permitem sequer que filmagens críticas à China sejam realizadas, eliminando-as do cinema de Hollywood. Em junho passado, o ator Richard Gere, que é budista e defensor da causa tibetana, já tinha comparecido ao Senado dos EUA para denunciar a forma como a China estava controlando o conteúdo de Hollywood. “A combinação da censura chinesa com o desejo dos estúdios de cinema americanos de acessar o mercado chinês leva à autocensura e a negligenciar as questões sociais que os grandes filmes americanos sempre abordaram”, disse ele na ocasião. “Ao obedecer aos ditames chineses, a abordagem de Hollywood cria um padrão para o resto do mundo”, afirma a Pen America, que conclui seu relatório lamentando a forma como esse “novo normal” consolidou-se em países supostamente orgulhosos de sua liberdade de expressão.
Diretora de A Lenda de Candyman vai filmar Capitã Marvel 2
A cineasta Nia DaCosta será a primeira mulher negra a dirigir um filme da Marvel. Ela fechou contrato para dirigir a sequência de “Capitã Marvel”, estrelado por Brie Larson. A notícia foi veiculada pelo site Deadline e confirmada por publicações rivais. Nia DaCosta está atualmente dando retoques finais em seu segundo longa-metragem, o terror “A Lenda de Candyman”, reboot de “O Mistério de Candyman” (1992), que tem previsão de lançamento para outubro nos EUA. Antes disso, ela só tinha feito um longa, o também terror “Little Woods”, em 2018. O roteiro de “Capitã Marvel 2” está a cargo de Megan McDonnell, que trabalhou na série da Marvel “WandaVision”, prevista para o fim do ano na Disney+ (Disney Plus). Não foram revelados detalhes da nova aventura da heroína, mas a história não deve se passar nos anos 1990, como no filme original, e sim nos dias atuais. O primeiro “Capitã Marvel” foi lançado em março de 2019 e faturou US$ 1,1 bilhão em todo o mundo. No filme, Larson interpretou Carol Danvers, uma humana que se envolve na guerra entre duas raças alienígenas, os Kree e os Skrulls, e ao sobreviver a uma explosão ligada a um mecanismo alienígena se vê impregnada por um poder incrível, que a transforma num dos heróis mais poderosos do MCU (Universo Cinematográfico Marvel). A continuação tem estreia marcada para 8 de julho de 2022.










