Kelly Marie Tran vai virar princesa da Disney em nova animação
A atriz Kelly Marie Tran, que ficou conhecida como a rebelde Rose Tico em “Star Wars: O Último Jedi” (2017) e “Star Wars: A Ascensão Skywalker” (2019), vai virar uma princesa na próxima animação da Disney. Ela foi anunciada como voz da personagem principal de “Raya and the Last Dragon” (Raya e o Último Dragão, em tradução literal). Originalmente, a personagem seria dublada por Cassie Steele (da série “Degrassi: A Próxima Geração”), que é descendente de família filipina. mas a Disney mudou de ideia após o movimento espontâneo feito por dubladoras que renunciaram a seus trabalhos para reforçar a importância de escalar vozes da mesma etnia dos personagens. As atrizes Kristen Bell e Jenny Slate chamaram atenção para o problema, denunciando a si mesmas em junho passado, como mulheres brancas que estavam dando vozes para personagens mestiças (meninas negras, filhas de mães brancas). A iniciativa deu início a uma questionamento sobre a prática de escalar brancos para dublarem pessoas de cor. Apesar de “Raya and the Last Dragon” ser ambientada em uma terra de fantasia fictícia chamada Kumandra, a personagem tem traços asiáticos e foi criada pelo roteirista vietnamita-americano Qui Nguyen (“The Society”) e a roteirista malaia Adele Lim (“Podres de Ricos”). A animação é dirigida por Don Hall (“Moana”), Carlos López Estrada (“Ponto Cego”) e os estreantes na função Paul Briggs e John Rippa, veteranos da Disney que trabalharam em várias animações famosas do estúdio, de “A Princesa e o Sapo” (2009) a “Zootopia” (2016). No longa, Raya é uma guerreira destemida que busca salvar seu reino das forças do mal, e para isso contará apoio de um raro dragão chamado Sisu, que pode se transformar em um ser humano. Sisu também será dublado por uma atriz asiática, a comediante Awkwafina, anteriormente confirmada na produção. “Eu não sabia que ansiava tanto por ver alguém que se parecesse comigo”, disse Tran à revista Entertainment Weekly sobre sua escalação na animação e sobre o fato de se tornar a primeira Princesa de descendência vietnamita da Disney – os pais da atriz são imigrantes refugiados da Guerra do Vietnã. A atriz também ponderou que tipo de Princesa ela representará nas telas. “Raya é alguém que é tecnicamente uma princesa, mas acho que o que é realmente legal sobre esse projeto, sobre esse personagem especificamente, é que todo mundo está tentando inverter a narrativa sobre o que significa ser uma princesa.” Em fase de pós-produção, “Raya and the Last Dragon” deveria estrear nos cinemas em novembro, mas a pandemia de coronavírus adiou seu lançamento para 12 de março de 2021.
Maisy Williams confirma primeiro romance lésbico da Marvel em Os Novos Mutantes
A atriz Maisy Williams (a Arya de “Game of Thrones”) confirmou, em entrevista à revista Variety, que terá uma relação lésbica em “Os Novos Mutantes”, filme de super-heróis da Marvel, que estreia nesta sexta (27/8) nos EUA. Questionada pela publicação se sabia desde o início que viveria um romance com outra mulher no filme, ela disse que sim. “Eu sabia pelos quadrinhos que Dani e Rahne têm uma conexão telepática. Quando falei com o diretor Josh Boone, ele explicou: ‘Vamos transformar isso em uma relação amorosa’. E eu concordei que faia sentido. Se você pudesse realmente ler a mente de alguém, acho que é isso que é amor – ser capaz de detectar a linguagem corporal de alguém e entender como está se sentindo e tentar fazer com que se sinta melhor, mesmo se você estiver em um ambiente social. Se essas duas personagens tem uma conexão telepática, acho que é meio que sinônimo de amor”. No filme, ela vive Rahne Sinclair, uma jovem escocesa que se transforma numa espécie de lobisomem, chamada Lupina. Ela se envolve com Danielle Moonstar, a Miragem, uma garota Cheyenne capaz de criar ilusões mentais. A personagem é vivida por Blu Hunt (“Another Life”) Maisie disse ter ficado feliz com a forma como relacionamento foi retratado. “Acho importante ter uma relação dessas à frente num filme de super-heróis. Eu amo que o relacionamento delas ficou normalizado em um filme desta escala. Acho que sequer o rotulamos, elas não pedem uma à outra para saírem em um encontro. Elas apenas se apaixonam”. Originalmente produzido pela 20th Century Fox, “Os Novos Mutantes” antecede assim iniciativas de inclusão planejadas pela Marvel Studios, que planejou apresentar um casal gay em “Eternos” e mostrar Valquíria assumida no próximo filme de “Thor”. A intérprete de Lupina ainda comentou que gostaria de revisitar sua personagem em outros filmes da Marvel, já que a Disney comprou a 20th Century Fox. “Eu ficaria animada para interpretar Rahne novamente. Quer dizer, quem sabe? Eu amo essa história. Acho que esses personagens são realmente interessantes para a juventude de hoje. E se o filme for bem, eu ficaria feliz em voltar e fazer mais. Acho que depende das pessoas. Se os adolescentes odiarem, vamos terminar por aqui. Mas se eles gostaram, então eu não privaria ninguém de sequências”. Entretanto, ela ponderou que não está buscando mais papéis de mulheres poderosas, e quer viver personagens capazes de demonstrar fragilidade em tramas que abordem temas contemporâneos. “Muitas das coisas que fiz recentemente foram em um mundo alternativo, e sinto falta da honestidade de interpretar uma garota que não é mutante ou não está salvando o mundo. Eu [quero interpretar] uma mulher complexa de hoje. Acho que falta algum tipo de vulnerabilidade nesses filmes, e eu realmente desejo me sentir vulnerável no set. Há um verdadeiro conforto em fazer algo que tem muitos efeitos ou sangue, porque há tantas outras coisas para distrair o público de você. Mas fazer algo mais cru é algo que estou desejando no momento”, contou. Para completar, disse que nunca se preocupou em ficar marcada como a Arya, de “Game of Thrones”, pois sempre encarou o papel na série da HBO apenas como o começo de sua carreira. “Sempre me senti confiante de que tenho muitas outras coisas para dar. Se eu soubesse que isso era tudo que poderia fazer, provavelmente seria tudo que faria pelo resto da minha carreira. E as pessoas ficarão felizes em me considerar para personagens semelhantes a Arya ou Rahne, e isso é muito fácil para mim fazer e há muito disso disponível para mim. Mas estou realmente interessado em mudar a opinião das pessoas sobre mim e mostrar às pessoas todos os outros lados que eu posso demonstrar na tela. Acho que já está acontecendo. Tive muitas reuniões realmente adoráveis durante a quarentena, o que me deixou muito animada para o futuro”. Além de “Os Novos Mutantes”, ela estará em cartaz em seguida com o thriller “The Owners”, que tem estreia prevista para a próxima semana (4/9) nos EUA. “Não sei se as pessoas vão mesmo aos cinemas, mas espero que usem máscaras e que as salas estejam limpas. Se não estiver confortável, não vá”, acrescentou.
Filha de Beyoncé rouba a cena em novo clipe de Black Is King
Beyoncé divulgou um novo clipe extraído de seu álbum visual “Black Is King”, aclamado pela crítica internacional. Trata-se do acompanhamento da música “Brown Skin Girl”, parceria de Beyoncé com o cantor nigeriano WizKid e o rapper Saint Jhn, que conta com participação de Blue Ivy Carter, a filha da artista. A menina, por sinal, é identificada como coautora da música e acaba roubando a cena na gravação. A música celebra os tons da pele negra e o clipe não esquece sequer de incluir uma modelo albina. Entre as participações especiais, aparecem também a mãe de Beyoncé, Tina Knowles, a atriz Lupita Nyong’o, a modelo Naomi Campbell e a cantora Kelly Rowland, ex-Destiny’s Child. A cantora assina a direção artística de todo o projeto “Black Is King”, apesar de listar diversos diretores com quem trabalhou para completar o filme/álbum visual. Entretanto, ela não identifica quem fez o quê e em qual segmento (clipe) musical. Lançado em julho nos EUA, “Black Is King” é inspirado na experiência de Beyoncé com a nova versão de “O Rei Leão” e permanece inédito no Brasil, porque se trata de um lançamento da plataforma Disney+ (Disney Plus), ainda não disponível no país. Este detalhe, porém, não impediu que a produção fosse muito comentada por aqui – rendendo até polêmica.
The Right Stuff: Minissérie sobre os primeiros astronautas ganha trailer e pôster
O canal pago National Geographic divulgou o pôster e o trailer da minissérie “The Right Stuff”, adaptação do famoso livro “Os Eleitos”, de Tom Wolfe, sobre os primeiros astronautas americanos. A minissérie, que será disponibilizada na plataforma Disney+ (Disney Plus), narra a trajetória dos pilotos de teste americanos que foram selecionados para dar início ao programa espacial dos Estados Unidos. A cena divulgada, por sinal, é o momento em que a oferta é feita para os candidatos, avisando que apenas os melhores seriam escolhidos para ir ao espaço ou morrer tentando. “Os Eleitos” já foi adaptado para o cinema em 1983 em uma obra aclamada de Philip Kaufman, que fez grande sucesso e venceu quatro Oscars. Mas a versão da minissérie tem uma grande diferença em relação ao filme. Apesar de mais longa, deixa de lado um personagem importante: Chuck Yeager, responsável por quebrar a barreira do som. Supostamente melhor que todos os outros pilotos, ele não se interessou em virar astronauta. No filme de Kaufman, ele foi vivido por Sam Shepard e dividiu a trama central como contraponto aos “eleitos” do título. A nova versão vai se concentrar apenas nos sete astronautas do programa Mercury. Eles são vividos por Patrick J. Adams (“Suits”) como John Glenn, Jake McDorman (“Limitless”) como Alan Shepard, Colin O’Donoghue (“Once Upon a Time”) como Gordon Cooper, Michael Trotter (“Underground”) como Gus Grissom, Aaron Staton (“Mad Men”) como Wally Schirra, Micah Stock (“Amizade Dolorida”) como Deke Slayton e James Lafferty (“A Maldição da Residência Hill”) como Scott Carpenter. O elenco também inclui Nora Zehetner (“Designated Survivor”) como Annie Glenn, Shannon Lucio (“True Blood”) como Louise Shepard, Eloise Mumford (“Chicago Fire”) como Trudy Cooper, Rachel Burttram (“Bloodline”) como Betty Grisson, Eric Ladin (“Bosch”) como Chris Kraft e Patrick Fischler (“Happy!”) como Bob Gilruth. A série tem produção da Appian Way, produtora do ator Leonardo DiCaprio, e foi desenvolvida por Will Staples, um especialista em tramas de videogames – como “Need for Speed: Rivals” (2013) e “Call of Duty: Modern Warfare” (2011). O trailer revela que a estreia vai acontecer em 9 de outubro nos EUA.
Os Novos Mutantes ganha novo trailer em versões dublada e legendada
A 20th Century Studios divulgou novos pôsteres e mais um trailer de “Os Novos Mutantes”, última produção da Marvel realizada pela antiga Fox. A prévia atual é a que melhor explica a trama, mostrando a reunião de jovens traumatizados pelo despertar de seus poderes mutantes numa instituição psiquiátrica. Aos poucos, eles descobrem que, na verdade, aquele local é uma prisão onde seus piores medos são explorados. Um dos lançamentos de cinema mais adiados de todos os tempos, “Os Novos Mutantes” foi filmado em 2016 e deveria ter estreado originalmente em 2018. Mas a Fox decidiu agendar refilmagens e remarcou seu lançamento para 2019. Só que neste meio tempo a Disney comprou a Fox e as refilmagens nunca foram feitas. Enquanto o novo proprietário decidia o que fazer com o longa, mais um ano se passou. E quando a estreia foi marcada para março, veio o coronavírus, que tirou o longa do calendário. Uma nova data foi recentemente anunciada e, até o momento, continua mantida, apesar de ser um risco, porque prevê o lançamento na semana que vem. No mês passado, a Disney tirou “Mulan” de seu calendário de lançamentos, porque já considerava na época a estreia em agosto inviável. “Mulan” acabou virando lançamento de PVOD (VOD premium, mais caro) nos EUA. Com essas idas e vindas, o diretor Josh Boone (de “A Culpa É das Estrelas”) aproveitou para aprimorar a pós-produção de seu filme de super-heróis, refazendo e melhorando os efeitos e o visual das habilidades místicas de Magia, notadamente sua espada de energia, que ganha destaque no final da nova prévia. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”) como Miragem e o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar. Para completar, o elenco inclui a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Segundo a Disney, “Os Novos Mutantes” estreia na sexta da semana que vem (28/8) nos EUA. Mas os cinemas ainda estão fechados por lá… O trailer prefere correr menos riscos e anunciar o lançamento para “em breve nos cinemas”. Veja abaixo, em versões legendada e dublada em português.
Disney+define dia de lançamento no Brasil
Depois de anunciar o mês da chegada do seu serviço de streaming na América Latina, incluindo o Brasil, a Disney agora definiu o dia. A inauguração vai acontecer no dia 17 de novembro. A revelação aconteceu por acidente. Um perfil latino-americano da plataforma acabou adiantando a informação no Twitter, ainda com recados para serem executados por quem fosse publicar o conteúdo e com um aviso grande de “Não Publicar”, como sinal de que era preciso aguardar a ordem da matriz, mas, aparentemente, alguém acabou apertando no “Publicar” sem querer. Por conta disso, ainda faltam informações para o público, como, por exemplo, quanto a assinatura vai custar. A partir do seu lançamento na América Latina, a Disney+ (Disney Plus) se tornará a única opção de acesso em streaming para os conteúdos cinematográficos de todas as marcas do conglomerado, encerrando assim a provisória parceria com a Amazon, que atualmente disponibiliza os filmes da Disney no Brasil. Além do catálogo da Disney, que incluem séries do Disney Channel, a plataforma trará para o Brasil grandes sucessos exclusivos, como as séries “The Mandalorian” e “High School Musical: The Musical: The Series”, a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo” e o musical “Hamilton”. Além disso, os próximos lançamentos da plataforma ocorrerão simultaneamente no Brasil. Isto abrange as aguardadas séries da Marvel, como “Falcão e o Soldado Invernal” e “Wandavision”, por exemplo, além de “The Right Stuff”, minissérie da National Geographic sobre o começo do programa espacial americano. Veja abaixo uma mostra do conteúdo que chega junto com o serviço. Animações da Disney: “Branca de Neve e os Sete Anões”, “A Bela e a Fera”, “Pinóquio”, “Bambi”, “O Rei Leão”, “A Dama e o Vagabundo”, “Peter Pan”, “A Pequena Sereia”, “Cinderela” e outros Live-actions da Disney: “Aladdin”, “Mogli – O Menino Lobo”, “O Rei Leão”, “A Bela e a Fera”, “Cinderela” e outros Produções da Marvel: Todos os filmes distribuídos pela Walt Disney Studios, de “Homem de Ferro” a “Vingadores: Ultimato” (com exceção dos filmes solo do “Homem-Aranha”) e algumas das séries de televisão da Marvel desde 1979, incluindo “X-Men”, “Homem-Aranha” e “Marvel’s Runaways” Produções da saga “Star Wars”: Os nove episódios da saga completa desde a estreia em 1977 até 2019, além de títulos spin-off como “Rogue One: Uma História Star Wars” e “Han Solo: Uma História Star Wars” e algumas animações. Produções da Pixar: Todos os filmes da Pixar Animation Studios, como “Toy Story”, “Divertida Mente”, “Viva: A Vida é uma Festa”, “Wall-E”, “Up – Altas Aventuras”, “Monstros S.A.”, “Procurando Nemo”, “Os Incríveis”, “Valente” e outros, além de curtas, como “Bao” e “Os Heróis de Sanjay”, vencedores do Oscar Produções do Disney Channel: Séries como “Hannah Montana”, “Zack & Cody: Gêmeos em Ação”, “Kim Possible”, “A Casa do Mickey Mouse”, “PJ Masks – Heróis de Pijama”, “Jake e os Piratas da Terra do Nunca” e outros, além de telefilmes, como a trilogia “High School Musical” e as franquias “Camp Rock” e “Descendentes”. Séries da Disney com produção local: Histórias como “Violetta”, “Sou Luna”, “BIA”, “O11ZE”, “Juacas”, “Peter Punk”, “Jungle Nest”, “Highway Rodando a Aventura”, “Quando Toca o Sino” e “Art Attack” Produções para crianças em idade pré-escolar: “Nivis: Amigos de outro mundo”, “Junior Express”, “A Floricultura da Nana”, “A Casa do Disney Junior”, “Morko e Mali”, “O Jardim da Clarilu”, “Playground” e “Playhouse Disney” Produções da National Geographic: Séries documentais e filmes como “One Strange Rock”, “Origens: A Evolução Humana”, “Jane Goodall: The Hope”, “Before the Flood”, “Ciência do Absurdo” e outros programas produzidos na América Latina, sem esquecer de “Free Solo”, documentário vencedor do Oscar. Além deste catálogo, o serviço vai trazer atrações exclusivas, algumas já lançadas e outras que estreiam até 2021. E esta é outra lista para se conferir. Produções inéditas da Marvel: As séries que continuam a trama de “Vingadores: Ultimato” , como “Falcão e o Soldado Invernal”, “WandaVision”, “Loki” e “Gavião, Arqueiro”. Produções inéditas de “Star Wars”: “The Mandalorian”, que chega à 2ª temporada, mais duas séries em desenvolvimento centradas em Obi Wan Kenobi e Cassian Andor, e “Star Wars: The Clone Wars”, revival da série animada para seu grande final. Produções inéditas da Disney: o live-action “A Dama e o Vagabundo”, a comédia natalina “Noelle”, a aventura “Togo”, o musical “Hamilton”, “High School Musical: O Musical – A Série”, o filme teen “Secret Society of Second-Born Royals”, “The Imagineering Story”, série documental sobre os parques temáticos da Disney, e “Disney Family Sundays”, uma série em formato curto Produções inéditas da National Geographic: “The Right Stuff”, série sobre a corrida espacial dos anos 1980, adaptada do best-seller “Os Eleitos”, de Tom Wolfe. Produções inéditas da Pixar: “Pixar na Vida Real” e as séries de curtas animados “SparkShorts” e “Forky Asks a Question”, esta última derivada de “Toy Story 4”.
Earth to Ned: Conheça o talk show com alienígenas do Disney+ (Disney Plus)
A plataforma Disney+ (Disney Plus) divulgou o pôster e o trailer de seu primeiro talk show, “Earth to Ned”, que também será o primeiro talk show mundial apresentado por alienígenas. Produzido pela The Jim Henson Company, produtora dos “Muppets”, o programa trará fantoches representando as criaturas extraterrestres Ned e Cornelius, que a cada episódio entrevistarão estrelas terrestres, abordando um tema único e fascinante para quem é de outro mundo. Enquanto faz perguntas que ninguém mais faria, Ned aprende um pouco mais sobre a cultura da Terra. O problema é que, segundo a sinopse, quanto mais aprende, mais obcecado ele fica. Entre as celebridades confirmadas no “Earth to Ned” estão Joshua Bassett, Rachel Bilson, Michael Ian Black, Rachel Bloom, Gina Carano, RuPaul, Taye Diggs, Lil Rel Howery, Bindi e Robert Irwin, Gillian Jacobs, NeNe Leakes, Thomas Lennon, Joel McHale, Andy Richter, Olivia Rodrigo, Eli Roth, Kristen Schaal, Paul Scheer, Jenny Slate, Raven Symoné, Reggie Watts e Billy Dee Williams. A estreia está marcada para 4 de setembro nos EUA. Ainda inédita por aqui, a plataforma tem previsão de chegar em novembro no Brasil.
Jon Favreau assume que Baby Yoda é inspirado em E.T.
O cineasta Jon Favreau, criador de “The Mandalorian”, primeira série live-action de “Star Wars”, assumiu que o Baby Yoda, personagem que fez grande sucesso na atração, foi inspirado em “E.T. – O Extraterrestre”. Em entrevista ao site Deadline, Favreau contou que a cena de introdução de Baby Yoda nasceu de uma ilustração do E.T. assinada pelo animador e diretor Dave Filoni, seu parceiro em “The Mandalorian”. “Dave havia desenhado este momento misturando Michelangelo e ‘E.T.’, e isso nos inspirou. Então Doug Chiang e todo o departamento de arte da série começou a gerar outros desenhos parecidos, e o pessoal da Legacy [empresa de efeitos especiais] construiu a cena.” Na mesma entrevista, Favreau falou sobre como lidou com a pressão de criar algo novo no universo de “Star Wars” criado por George Lucas. “Conseguir criar algo novo, ao mesmo tempo precisando respeitar o que veio antes, é um dos grandes desafios dos contadores de histórias atualmente. Somos inundados com tanto conteúdo, e tudo está na ponta dos nossos dedos. Como criador, você sabe que todo mundo tem um contexto cultural para julgar o seu trabalho. É como se você fosse um DJ tocando músicas dos Beatles. Ele [George Lucas] é os Beatles”, comentou.
The Owl House faz História com primeira protagonista bissexual da Disney
A série animada do Disney Channel “The Owl House: A Casa Coruja” fez história ao revelar a inclinação da primeira protagonista bissexual da Disney. Luz Noceda, a heroína de 14 anos do programa, é uma adolescente normal que parte em uma jornada para outro mundo para se tornar uma bruxa. Ao longo dos primeiros episódios, Luz mostrou que é atraída por personagens masculinos, mas os dois capítulos mais recentes exibidos nos EUA exploram uma relação com a personagem feminina recorrente Amity. As duas compartilham uma dança juntas. A criadora da série, Dana Terrace, alimentou as teorias dos telespectadores no Twitter afirmando que aquele era realmente o retrato de um relacionamento LGBTQIA+ – algo que alguns líderes da Disney nem sempre demonstram interesse de ver em seus programas infantis. “No [desenvolvimento], fui muito aberta sobre minha intenção de colocar crianças queer no elenco principal. Eu sou uma péssima mentirosa, então esconder teria sido difícil”, escreveu Terrace. “Quando recebemos o sinal verde, certa liderança da Disney me disse que eu não poderia representar nenhuma forma de relacionamento gay ou bi no canal.” No entanto, ela revelou que conseguiu o apoio dos superiores dessa pessoa na Disney. “Eu sou bi! Eu quero escrever um personagem bi, caramba!” Terrace tuitou. “Felizmente, minha teimosia valeu a pena e agora sou muito apoiada pela liderança atual da Disney.” O ex-supervisor de animação de “The Owl House”, Spencer Wan compartilhou o storyboard original para a cena de dança entre Lux e Amity, escrevendo que foi sua “primeira vez fazendo algo remotamente queer”. Esta não é a primeira vez que a Disney inclui um personagem abertamente LGBTQIA+ em seus desenhos. Entretanto, eles são geralmente personagens secundários. Notavelmente, no recente filme animado “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica”, a personagem Oficial Spector, dublada por Lena Waithe, foi identificada como lésbica. E, em maio, o curta-metragem da Pixar “Out” apresentou um protagonista gay em seu lançamento no Disney+ (Disney Plus). “The Owl House: A Casa Coruja” também é exibida no Disney Channel Brasil. In dev I was very open about my intention to put queer kids in the main cast. I'm a horrible liar so sneaking it in would've been hard haha. When we were greenlit I was told by certain Disney leadership that I could NOT represent any form of bi or gay relationship on the Channel. — Dana Terrace (@DanaTerrace) August 9, 2020 The storyboards for the dance. This was a collaboration between Hayley Foster and myself. At some point I got carried away and timed it to Veo Lu Sluice by Kumi Tanioka. This was my first time getting to do anything even remotely queer, and I've never been prouder of any board. pic.twitter.com/r0ljIGRxTV — Spencer Wan (@SpencerWan) August 9, 2020
Produtor divulga novas fotos das filmagens de Avatar 2
O produtor Jon Landau divulgou em seu Instagram novas fotos dos bastidores das filmagens de “Avatar 2”. Uma delas traz o diretor James Cameron sentado no meio do cenário, outra mostra uma construção no set cenográfico e há também dois veículos multifuncionais submersíveis que fazem parte do filme. A equipe da produção desembarcou no dia 30 de maio na Nova Zelândia e passou por uma quarentena de 14 dias antes de retomar as filmagens do longa. A produção ficou três meses suspensa devido à da pandemia de coronavírus. Ainda com fronteiras fechadas para grande parte das pessoas, a viagem da equipe à Nova Zelândia foi liberada pelo “significativo valor econômico” das filmagens para o país. Por tratar-se de uma grande produção, com locação em diversos estúdios, “Avatar” recebe subsídios do governo local. Além disso, a Nova Zelândia estabeleceu uma série de instruções de higiene e segurança para permitir a realização de produções audiovisuais no período da pandemia. “Avatar 2” foi a primeira obra estrangeira a seguir estas normas. “Avatar 2” tem lançamento marcado para dezembro de 2022, com sua sequência prevista para dezembro de 2024. Outros dois filmes também foram programados, mas eles só deverão ser filmados após o resultado das bilheterias da continuação. Ver essa foto no Instagram WIDE SHOT: Our High Camp Bio Lab set on stages in New Zealand. SECOND SHOT: Jim studying the set before filming. A salute to the Kiwi crew for their attention to the artistry of their crafts. Uma publicação compartilhada por Jon Landau (@jonplandau) em 12 de Ago, 2020 às 9:26 PDT Ver essa foto no Instagram The Crabsuit… a human driven multifunction submersible. One of the many new RDA vehicles that will be seen in the Avatar sequels. I want one! Uma publicação compartilhada por Jon Landau (@jonplandau) em 4 de Ago, 2020 às 12:21 PDT
Christina Aguilera lança clipe da trilha de Mulan
A cantora Christina Aguilera lançou o clipe de “Loyal Brave True”, que faz parte da trilha sonora do filme de “Mulan”. Trata-se de uma balada chorosa, que funde arranjos orquestrais com instrumentos tradicionais chineses. O clipe conta com participação da atriz Liu Yifei, intérprete de Mulan, e foi dirigido por Niki Caro, justamente a diretora do longa-metragem. Bastante estilizado, explora a cor vermelha dos trajes da protagonista do filme e iconografia chinesa, inclusive no visual da cantora. Vale aguardar para ver se a abordagem vai render polêmica de apropriação cultural ou ser considerada fashionista. O fato é que a ligação de Aguilera com “Mulan” vem desde o lançamento do desenho animado original de 1998, época em que sua carreira estava apenas começando. Ela cantou a principal música da animação, “Reflection”, que concorreu ao Oscar em 1999. “O filme ‘Mulan’ e a música ‘Reflection’ coincidiram com o meu primeiro contrato com gravadora. É sensacional voltar a um filme tão incrível, cheio de poder e significado, e esse significado sustenta o teste do tempo: permanecer fiel a si mesmo, ser quem você é e ensinar como ser destemido. Minha nova música, ‘Loyal Brave True’, representa o bom equilíbrio entre vulnerabilidade e força”, disse a cantora em comunicado. Assim como aconteceu com a música anterior, Aguilera serve apenas como intérprete de “Loyal Brave True”, não tendo participado da composição. Aguilera também regravou “Reflection” e ambas as músicas estarão no disco trilha sonora, que será lançado em 4 de setembro, mesma data da estreia do filme na plataforma Disney+ (Disney Plus) nos EUA. Como o Brasil ainda não tem Disney+ (Disney Plus), a estreia de “Mulan” dependerá da reabertura dos cinemas, atualmente fechados em prevenção contra o coronavírus.
Lançamento da Disney+ (Disney Plus) é confirmado para novembro no Brasil
A Disney oficializou o lançamento da sua plataforma de streaming no Brasil em novembro. Em comunicado dirigido para os mercados da América Latina e Caribe, Diego Lerner, presidente da The Walt Disney Company Latin America, confirmou a data, estabelecida como meta desde o ano passado, e adiantou planos de produção de conteúdo local para a Disney+ (Disney Plus). “Sabemos que nosso público da América Latina está ansioso pela chegada do Disney+ (Disney Plus), o único serviço de streaming que oferecerá acesso exclusivo a todas as estreias dos conteúdos disponíveis de Disney, Marvel, Pixar, Star Wars e National Geographic. Além disso, todos os clássicos animados da Disney estarão juntos pela primeira vez em um único e exclusivo destino. A proposta de entretenimento será complementada por uma oferta robusta de séries e filmes originais do Disney+ (Disney Plus), um selo de produção própria, com uma variedade de títulos que podem ser vistos apenas em nossa plataforma, bem como conteúdo original produzido localmente em vários países da região para os mais diversos públicos”, disse Lerner. A partir do seu lançamento na América Latina, a Disney+ (Disney Plus) se tornará a única opção de acesso em streaming para os conteúdos cinematográficos de todas as marcas do conglomerado, encerrando assim a provisória parceria com a Amazon, que atualmente disponibiliza os filmes da Disney no Brasil. Mais detalhes sobre o lançamento serão anunciados “em breve”, de acordo com o release. Mas uma lista preliminar, incluída no texto, reforça que a plataforma trará para o Brasil os grandes sucessos da plataforma, como as séries “The Mandalorian” e “High School Musical: The Musical: The Series” e o musical “Hamilton”. Além disso, os próximos lançamentos da plataforma ocorrerão simultaneamente no Brasil. Isto abrange aguardadas séries da Marvel, como “Falcão e o Soldado Invernal” e “Wandavision”, por exemplo, além de “The Right Stuff”, minissérie da National Geographic sobre o começo do programa espacial americano.
Elenco de Agents of SHIELD se despede dos fãs
A série “Agents of SHIELD” chegou ao final na noite de quarta-feira (13/8) com a exibição especial dos últimos dois episódios da série nos EUA. Mas o elenco e os produtores entraram em clima de despedida um pouco antes, com a gravação de um vídeo em que cada integrante da equipe agradeceu aos fãs pela jornada. O que começou com uma campanha para salvar Coulson, o agente da SHIELD morto em “Vingadores” (2012), acabou rendendo sete temporadas produzidas pelo casal casal Maurissa Tancharoen e Jed Whedon. Além de Clark Gregg no papel de Coulson, a produção também foi estrelada por Ming-Na Wen, Chloe Bennet, Elizabeth Henstridge, Iain De Caestecker, Henry Simmons e Natalia Cordova-Buckley. “Essa série é, sem dúvidas, um dos grandes momentos da minha carreira”, afirmou a atriz Ming-Na Wen, que interpretou Melinda May na série e antes tinha sido a “Mulan” da animação clássica da Disney. Ainda não se sabe se esse será o fim definitivo para esses personagens, pois eles ainda podem aparecer em outras produções do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Com seu final, “Agents Of SHIELD” se junta a “Modern Family” e “How to Get Away With Murder” como as séries de mais longa duração a saír da programação da rede ABC em 2020. A Marvel, por sua vez, prepara uma leva de novas séries, mas para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), que serão ainda mais ligadas ao Universo Cinematográfico, dedicada aos personagens Loki, Feiticeira Escarlate, Visão, Gavião Arqueiro, Falcão e Soldado Invernal.











