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  • Filme

    Soul: Trailer dublado reforça que novo desenho da Pixar é exclusivo da Disney+ (Disney Plus)

    24 de outubro de 2020 /

    A Disney divulgou um novo pôster nacional e o trailer dublado em português de “Soul” para ressaltar que a nova animação da Pixar será lançada com exclusividade na sua plataforma de streaming durante o Natal. Ao contrário de “Mulan”, que foi oferecida à parte e com preço salgado dentro da Disney+ (Disney Plus), “Soul” será oferecido sem custos extras para todos os assinantes do serviço. Apesar de chegar apenas em 25 de dezembro, a produção já começou a ser exibida em festivais de cinema a, por isso, recebeu as primeiras críticas. E elas somam 100% de aprovação no Rotten Tomatoes com elogios rasgados, considerando o filme uma volta aos dias mais ousados da Pixar. Vale lembrar que, pelas novas regras da Academia, o lançamento de “Soul” em streaming não vai impedir a produção de disputar o Oscar 2022. “Soul” gira em torno de Joe Gardner, um professor de música do Ensino Médio, que passou a vida frustrado por não poder cumprir seu propósito de tocar jazz e sofre um acidente trágico no momento em que finalmente consegue o trabalho de seus sonhos, como pianista de uma banda. Ao ser transformado em alma, ele se rebela por achar que ainda tinha muito pelo que viver. Mas ao escapar da fila para o além, acaba caindo na pré-vida, onde as novas almas ganham suas personalidades. É lá que conhece 22, uma alma que não tem nenhuma vontade de viver na Terra, e enquanto tenta convencê-la de que a vida é boa, descobre que seu corpo está em coma num hospital. As vozes principais são dubladas por Jamie Foxx (“Django Livre”) e Tina Frey (“Irmãs”), enquanto a direção está a cargo de Pete Docter (“Divertida Mente”) e o estreante Kemp Powers (roteirista de “Star Trek: Discovery”). Os dois também assinam o roteiro em parceria com Mike Jones (“Viva – A Vida É uma Festa”). O elenco de dubladores originais também inclui Ahmir “Questlove” Thompson (baterista da banda de hip-hop The Roots), Phylicia Rashad (“Creed”) e Daveed Diggs (da série “Expressso do Amanhã”). O longa animado deveria chegar aos cinemas em 20 de novembro nos EUA e a desistência da Disney reforçou a crise no setor, refletindo a mudança de prioridade da empresa durante a pandemia. Com a falta de público nos cinemas, o streaming se tornou a válvula de escape financeiro da companhia, e lançamentos exclusivos de peso fortalecem essa estratégia. Para os brasileiros, a boa notícia é que o Disney+ (Disney Plus) chegará ao país em 17 de novembro.

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  • Filme

    Shang-Chi: Filme da Marvel encerra filmagens

    24 de outubro de 2020 /

    O diretor Destin Daniel Cretton (“Luta por Justiça”) anunciou pelo Instagram que as filmagens de “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” foram encerradas. Na foto em que diz apenas que “terminamos”, Cretton aparece com a mulher Nikki Chapman, a irmã Joy Cretton (que é figurinista do filme) e a atriz Zhang Meng (“Ice Fantasy”). Em outra foto, publicada no Instagram de Simu Liu (da série “Kim’s Convenience”), o astro aparece ao lado do diretor para comemorar: “Nós fizemos um bebê! Mal podemos esperar para introduzi-lo ao mundo em nove meses!”. “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” foi um dos filmes que enfrentou paralisação no começo de seus trabalhos em março, devido a pandemia de coronavírus. O próprio diretor chegou a passar por suspeita de ter contraído o vírus. As filmagens foram retomadas em no final de julho na Austrália e, desde então, não registraram nenhum incidente relacionado à covid-19. A produção é estrelada pelo ator canadense Simu Liu como o herói do título, e o elenco também conta com Awkwafina (“A Despedida”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), Fala Chen (“The Undoing”) e o astro de filmes de ação Tony Leung (“O Grande Mestre”), que terá o papel do vilão Mandarim. Em suas origem clássica, concebida por Steve Englehart e Jim Starlin em 1973, Shang-Chi, o Mestre do Kung Fu, era filho do lendário Fu Manchu, vilão da literatura pulp e primeiro grande gênio do mal da ficção, responsável por popularizar o clichê do vilão oriental com bigodinho e planos de dominação mundial que se tornaria lugar-comum, seja nos quadrinhos de Flash Gordon (o Imperador Ming) quanto nos filmes de James Bond (o “satânico” Dr. No). Nas publicações da Marvel dos anos 1970, Fu Manchu se apresentava como um grande filantropo para o filho, enquanto o treinava para se tornar uma arma letal. Tudo muda quando Shang-Chi é enviado em sua primeira missão e descobre que o pai não era quem dizia ser. A partir dessa reviravolta, alia-se aos inimigos dele – os mesmos dos livros de Rohmer, com algumas criações inéditas, inclusive um suposto filho de James Bond. A Marvel, porém, não tem os direitos sobre Fu Manchu, que pertencem aos herdeiros do escritor inglês Sax Rohmer. Apesar disso, fontes da revista The Hollywood Reporter dizem que o filme preserva a trama da rebelião do filho altruísta contra o pai maligno. Por conta disso, o pai de Shang-Chi no filme seria o Mandarim. O Mandarim já foi citado no Universo Cinematográfico da Marvel, quando um ator (vivido por Ben Kingsley) foi contratado para lhe dar rosto durante ataques contra o Homem de Ferro (em “Homem de Ferro 3”), mas sua verdadeira identidade permanece um mistério até aqui inexplorado no cinema. O filme do Mestre do Kung Fu (como Shang-Chi era conhecido nos anos 1970) tem estreia marcada para julho de 2021, após várias mudanças no calendário da Marvel provocadas pela covid-19. Ver essa foto no Instagram WE. ARE. WRAPPED! Uma publicação compartilhada por Destin Yori Daniel Cretton (@destindaniel) em 24 de Out, 2020 às 12:50 PDT Ver essa foto no Instagram We made a baby!!! We can’t wait to introduce him to the world in 9 months… 😍😍😍 #WRAPPED Uma publicação compartilhada por Simu Liu (刘思慕) (@simuliu) em 24 de Out, 2020 às 6:24 PDT

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  • Filme

    Estreia de Os Novos Mutantes marca reabertura dos cinemas do Brasil

    22 de outubro de 2020 /

    Os cinemas brasileiros recebem nesta sexta sua primeira grande estreia desde março, quando as salas de projeção foram fechadas no início da pandemia. A reabertura começou oficialmente no começo de outubro, com a exibição de reprises, e agora “Os Novos Mutantes” usa o apelo dos super-heróis para tentar reviver o circuito, ainda muito vazio. Um dos lançamentos de cinema mais adiados de todos os tempos, “Os Novos Mutantes” foi filmado em 2016 e deveria ter estreado originalmente em 2018. Mas a Fox decidiu agendar refilmagens e remarcou seu lançamento para 2019. Só que neste meio tempo a Disney comprou a Fox e as refilmagens nunca foram feitas. Enquanto o novo proprietário decidia o que fazer com o longa, mais um ano se passou. E quando a estreia foi marcada para março, veio o coronavírus, que adiou ainda mais sua abertura. Com essas idas e vindas, o diretor Josh Boone (de “A Culpa É das Estrelas”) aproveitou para aprimorar a pós-produção de seu filme de super-heróis, refazendo e melhorando os efeitos, mas o fato é que a Fox tinha razão em querer refilmagens. O filme não se define entre produção de super-heróis e trama de terror convencional, e não empolga. A média de aprovação no Rotten Tomatoes, que contabiliza a opinião da crítica em inglês, ficou em apenas 34%. Como as bilheterias jamais recuperarão o investimento, devido à pandemia, isto significa que o último filme da Fox com personagens da Marvel é realmente o fim da linha para o universo dos mutantes derivados de “X-Men”. O que é uma pena, devido à boa escalação do elenco, especialmente Anya Taylor-Joy (“Vidro”), que dá show como Magia. Os demais intérpretes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”) como Miragem e os brasileiros Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar e Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Além deste filme, os cinemas também recebem o western australiano “A Verdadeira História de Ned Kelly”, uma versão pós-moderna da lenda do “Jesse James australiano”, dirigida por Justin Kurzel (“Assassin’s Creed”), com George MacKay (“1917”) no papel que já foi vivido por Heath Ledger e até Mick Jagger (ele mesmo, dos Rolling Stones). A crítica internacional aprovou, com 79% no Rotten Tomatoes. Para as crianças que não tem internet, ainda há “Como Cães e Gatos – Peludos Unidos”, terceiro filme da franquia iniciada em 2001, sobre a guerra entre os animais de estimação, que na verdade são espiões disfarçados. Além de ser muito ruim (17% no Rotten Tomatoes), saiu antes para locação online (Sky Play). Veja abaixo os trailers das três estreias de cinema da semana.

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  • Filme

    Marge Champion (1919 – 2020)

    22 de outubro de 2020 /

    A atriz e dançarina Marge Champion, que serviu de modelo para a primeira princesa da Disney, Branca de Neve, morreu na quarta-feira (21/10) em Los Angeles, aos 101 anos. Marjorie Celeste Belcher nasceu em 2 de setembro de 1919, exatamente em Hollywood, na Califórnia. Seu pai era um coreógrafo famoso, Ernest Belcher, que fundou a Celeste School of Dance e ensinou dança para Fred Astaire, Shirley Temple, Cyd Charisse e Joan Crawford, além de ter trabalhado para o lendário diretor Cecil B. DeMille. Ela também tinha uma meia-irmã mais velha que era atriz do cinema mudo, Lina Basquette. A jovem começou sua carreira artística como dançarina aos 14 anos, época em que foi contratada pela equipe de animação de Walt Disney para servir de modelo para o curta “A Deusa da Primavera” (1934). O resultado agradou tanto que ela repetiu o desempenho para o filme “Branca de Neve e os Sete Anões”, primeiro longa do estúdio, apresentando-se para a equipe da Disney por dois dias ao mês durante dois anos. Os animadores estudaram seus movimentos em um estúdio para fazer a princesinha se mover de forma mais realista. Durante essa experiência, ela acabou iniciando um relacionamento com Art Babbitt, o animador da Disney que criou o Pateta. Eles se casaram em 1937 – ela tinha 17 e ele 29 – , mas a união durou apenas três anos. Depois do lançamento do longa em 1937, ela também interpretou a versão live-action de Branca de Neve em uma turnê de vaudeville com Os Três Patetas, e voltou a trabalhar com a Disney em outras animações clássicas, servindo de modelo para a Fada Azul de “Pinóquio” (1940), para a principal hipopótamo dançarina de “Fantasia” (1940) e para o Sr. Cegonha de “Dumbo” (1941). Mas o sucesso de “Branca de Neve” também lançou sua carreira de atriz em produções live-action. Renomeada como Marjorie Bell pelo famoso agente Henry Willson, ela apareceu em cinco filmes lançados em 1939, incluindo “A História de Vernon e Irene Castle”, estrelado por Fred Astaire e Ginger Rogers como lendários dançarinos de salão. Entretanto, interrompeu a carreira cinematográfica para se dedicar ao teatro, fazendo sua estreia na Broadway em 1945. Em 1947, ela se casou novamente, com Gower Champion, um antigo colega de escola que também era aluno de seu pai, e eles formaram uma dupla renomada, dançando em shows de variedades como Gower & Bell. O casal também começou a fazer coreografias, inclusive para produções da Broadway (como “Small Wonder”, “Lend an Ear” e “Make a Wish”). Paralelamente, Marge retomou a carreira no cinema, aparecendo como dançarina, ao lado do marido, nos musicais “A Secretária do Malandro” (1950), com Bing Crosby, “O Barco das Ilusões” (1951), com Ava Garner, “O Amor Nasceu em Paris” (1952), com Red Skelton, até protagonizar com Gower uma espécie de cinebiografia, “Tudo o que Tenho é Teu” (1952), sobre um casal de dançarinos que precisa encontrar um nova integrante durante a gravidez da mulher. O filme foi um sucesso e abriu uma leva de parcerias na tela. Eles também protagonizaram “Procura-se uma Estrela” (1953), dirigidos pelo mestre Stanley Donen. E, em 1957, estrelaram seu próprio programa de TV, “The Marge and Gower Champion Show”, uma sitcom da rede CBS que trazia Marge como uma dançarina casada com um coreógrafo. O casal também apareceu frequentemente no “The Ed Sullivan Show” e chegou a viajar pela União Soviética com o lendário apresentador de TV. Após um período focado mais na TV, Marge só voltou aos cinemas em 1968, participando de dois clássicos de Hollywood: “Um Convidado Bem Trapalhão” (The Party), estrelado por Peter Sellers, e “Enigma de uma Vida” (The Swimmer), com Burt Lancaster. Nos anos 1970, ela passou a trabalhar como coreógrafa em produções televisivas e cinematográficas. O primeiro trabalho, as danças do telefilme “Queen of the Stardust Ballroom”, lhe rendeu um Emmy em 1975 e impulsionou sua nova carreira atrás das câmeras, levando-a a coreografar os filmes “O Dia do Gafanhoto” (1975), de John Schlesinger, e “De Quem é a Vida Afinal?” (1981), de John Badham, entre outros trabalhos. Ela também interpretou uma professora de balé em um episódio da famosa série “Fama” de 1982 e, ativa até recentemente, apareceu como Emily Whitman no revival da Broadway de “Follies” em 2001 . Marge se casou pela terceira vez em 1977, com o diretor Boris Sagal (“A Última Esperança da Terra”), mas enviuvou quatro anos depois. Ele morreu em 1981 de ferimentos sofridos depois de cair acidentalmente na hélice de um helicóptero durante a produção de uma minissérie da NBC, “World War III”. Graças a esse casamento, ela virou madrasta da famosa atriz Katey Sagal (“Married with Children” e “Sons of Anarchy”), de suas irmãs Liz e Jean Sagal (que estrelaram a sitcom dos anos 1980 “Double Trouble”) e seu irmão Joey Sagal (“Elvis & Nixon”). Marge também teve um filho biológico, Gregg Champion, que virou diretor de TV.

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  • Filme

    Sigourney Weaver teve que aprender a não respirar por 6 minutos para filmar Avatar 2

    21 de outubro de 2020 /

    Sigourney Weaver revelou, em entrevista ao New York Times Magazine, que passou por um treinamento marinho rigoroso e aprendeu a prender a respiração por seis minutos para filmar as cenas subaquáticas de “Avatar 2”. Com 71 anos, Weaver disse que ficou “preocupada” quando leu o roteiro, mas não queria que pensassem que ela era “velha demais” para fazer o filme. “Minha esperança, quando faço algo louco como isso, é que o universo me recompense de maneira igualmente doida. Eu nunca digo para mim mesma: ‘Bom, não posso fazer isso’. Eu sempre penso: ‘Deixe eu tentar! Vamos ver’.” Ela contou que fez treinamentos no mar do Havaí e na Flórida. “Eu ia até o fundo do mar e me reclinava lá, enquanto arraias passavam por cima de mim tranquilamente”, detalhou. A atriz também recebeu orientações e treinamento, assim como os outros atores do filme, ministrados por mergulhadores militares de elite. Uma das coisas que precisou aprender foi não apertar os olhos ou fechar a boca – reações naturais de quem está submerso – durante as filmagens em um gigantesco tanque de água. Além disso, tinha que atuar com pesos foram amarrados à sua cintura, para que conseguisse se mover mais naturalmente embaixo d’água. E cada cena requeria muitos takes, porque mergulhadores profissionais a levavam de volta à superfície em busca de ar em intervalos curtos e regulares. “Eu tinha algumas preocupações”, ela ponderou. “Mas é para isso que serve o treinamento. E eu realmente queria fazer isso”. Recentemente, o diretor James Cameron revelou que já terminou as filmagens de “Avatar 2” e estaria perto de encerrar “Avatar 3”. Os dois filmes estão sendo rodados simultaneamente para economizar as despesas de orçamento e o tempo de produção. Apesar disso, o trabalho ainda está muito longe de acabar, já que a franquia depende de muitos efeitos visuais, criados na pós-produção. Não por caso, a Disney adiou o lançamento de “Avatar 2” para dezembro de 2022. Isto permite mais de dois anos para aperfeiçoar o visual, com um hiato de mais um par de anos até o lançamento de “Avatar 3”, em dezembro de 2024.

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  • Filme

    Raya e o Último Dragão: Nova animação da Disney ganha trailer dublado

    21 de outubro de 2020 /

    A Disney divulgou o pôster e o primeiro trailer de sua nova animação, “Raya e o Último Dragão” (Raya and the Last Dragon), em versões dublada e legendada. A prévia é impressionante, ao combinar aventura, ação, fantasia, uma nova heroína lutadora de artes marciais e até um bichinho fofo de estimação, Tuk Tuk, um adorável tatu-bola – que fica menos fofo após se tornar gigante. Mas principalmente pela qualidade visual dos desenhos, mostrando um novo salto evolutivo na técnica de animação por computação gráfica. Criada pelo roteirista vietnamita-americano Qui Nguyen (“The Society”) e a roteirista malaia Adele Lim (“Podres de Ricos”), Raya tem traços asiáticos e é dublada em inglês por Kelly Marie Tran, a rebelde Rose Tico da franquia “Star Wars”. Ela é uma guerreira destemida que busca salvar seu reino das forças do mal. A trama se passa em uma terra de fantasia fictícia chamada Kumandra, que foi dividida em cinco regiões com diferentes clãs de pessoas, que antes viviam em harmonia com os dragões. Porém, monstros malignos chamados Druun invadiram esse mundo e os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Quinhentos anos depois, os Druun estão de volta, mas um dragão foi deixado para trás, caso a ameaça reaparecesse. Raya, então, parte atrás do último dragão, chamado Sisu, que pode se transformar em um ser humano. Ela encontra a criatura na forma de uma velha (dublada por Awkwafina, de “Jumanji: Próxima Fase”), e as duas devem recuperar a identidade perdida do dragão para deter os Druun para sempre. A animação é dirigida por Don Hall (“Moana”), Carlos López Estrada (“Ponto Cego”) e os estreantes na função Paul Briggs e John Rippa, veteranos da Disney que trabalharam em várias animações famosas do estúdio, de “A Princesa e o Sapo” (2009) a “Zootopia” (2016). A animação deveria estrear nos cinemas em novembro, mas a pandemia de coronavírus adiou seu lançamento para 12 de março de 2021 nos EUA.

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  • Filme

    Chris Hemsworth zoa Taika Waititi após reunião sobre novo Thor

    20 de outubro de 2020 /

    Chris Hemsworth zoou o cineasta Taika Waititi com uma foto publicada em seu Instagram, em que flagra o diretor de “Thor: Ragnarok” e do vindouro “Thor: Love and Thunder” dormindo na grama. Ao lado da imagem, ele brincou: “Ótima primeira reunião de roteiro de ‘Thor: Love and Thunder’ com nosso líder sempre destemido, Taika Waititi”. “Minhas anotações foram tão detalhadas e intensas que o único jeito de Taika absorvê-las completamente foi se enrolar em um casulo apertado e ficar cozinhando nas possibilidades infinitas de onde o filme pode nos levar”, continuou. “Esse cara no fundo também ficou igualmente impactado com minhas habilidades de narrador de histórias”, finalizou, referindo-se a outra pessoa dormindo na foto. O diretor respondeu à brincadeira em seu Twitter, comentando: “Hã… É, isso será adicionado à coleção ‘Taika dorme em qualquer lugar'”. As filmagens do novo filme de Thor devem começar em janeiro, segundo revelação recente de Hemsworth. O longa vai mostrar a personagem Jane Foster como uma nova e poderosa Thor. Além dos retornos de Chris Hemsworth como Thor e Natalie Portman como Jane Foster, o filme terá ainda Tessa Thompson de volta como Valquíria. Rumores recentes ainda apontaram para a escalação de Christian Bale em um papel não revelado. A estreia está prevista para fevereiro de 2022. Ver essa foto no Instagram Terrific first script meeting for “Thor Love and Thunder” with our ever fearless leader Taika Waititi. My notes were so detailed and intense that the only way for Taika to fully absorb them was to roll himself into a tight cocoon and bake in the endless possibilities of where the film will take us. The bloke in the background was equally riveted by my storytelling prowess. @taikawaititi #thorloveandthunder @marvel Uma publicação compartilhada por Chris Hemsworth (@chrishemsworth) em 19 de Out, 2020 às 4:58 PDT

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  • Série

    Willow: Fantasia clássica dos anos 1980 vai virar série do Disney Plus

    20 de outubro de 2020 /

    A Disney oficializou a produção da série baseada na clássica Sessão da Tarde “Willow: Na Terra da Magia” (1988), do diretor Ron Howard. Para quem não lembra, o filme original era centrada no anão Willow Ufgood (Warwick Davis), que relutantemente é forçado a proteger um bebê caçado pela Rainha Bavmorda (Jean Marsh), após uma profecia espalhar que a criança traria a queda da rainha do mal. Para cumprir sua missão, ele acaba sendo ajudado por um espadachim mercenário (Val Kilmer), que cruza seu caminho. A série será uma continuação dessa história e Warwick Davis voltará ao papel principal. Ele tinha 18 anos na época de “Willow” e agora está com 50. A atração foi desenvolvida pelo roteirista Jonathan Kasdan (“Han Solo: Uma História Star Wars”) e o piloto contará com direção do cineasta Jon M. Chu (“G.I. Joe: Retaliação”). Além deles, a produção ainda inclui Wendy Mericle (“Arrow”) como showrunner. Os responsáveis pelo filme original, Ron Howard e o roteirista Bob Dolman, também estão envolvidos como produtores e consultores da série, que será realizada pela Lucasfilm para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). Howard já tinha adiantado boa parte dos planos da produção no ano passado, durante uma participação no podcast “Happy Sad Confused”, da MTV, quando revelou que pretendia trazer de volta Warwick Davis como um Willow maduro. “Warwick é tão legal e ele é tão bom ator que eu realmente espero que tenhamos a chance de ver o Willow maduro em ação”, disse Howard, na ocasião. “Tantos fãs me perguntaram ao longo dos anos se ‘Willow’ ia voltar, e agora estou emocionado em dizer a eles que ele realmente vai”, disse Davis, em comunicado da Disney sobre o projeto. “Muitos me disseram que cresceram com Willow e que o filme influenciou a forma como eles veem o heroísmo em nosso próprio mundo. Se Willow Ufgood pode representar o potencial heroico de todos nós, então ele é um personagem que estou extremamente honrado em repetir.” No comunicado, Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, descreveu o projeto como parte de “uma nova era empolgante das narrativas da Lucasfilm”, que incluem “The Mandalorian” e mais dois derivados live-action de “Star Wars” em desenvolvimento. “A visão de Jon Chu, juntamente com a escrita de Jon Kasdan e Wendy Mericle, vai levar Willow a novas e emocionantes direções. Ron Howard e Warwick Davis queriam voltar a se reunir no mundo de ‘Willow’ há algum tempo, e eu não poderia estar mais orgulhosa da incrível equipe que montamos para trazer esta série para a Disney +.” Ainda não existe uma previsão de estreia para a série.

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  • Filme

    Foto revela papel de Edie Falco nas sequências de Avatar

    20 de outubro de 2020 /

    O perfil oficial de “Avatar” no Instagram divulgou a primeira foto da personagem de Edie Falco nas sequências da franquia. Na imagem, a estrela das séries “Família Soprano” (The Sopranos) e “Nurse Jackie” é identificada como a General Ardmore, nova responsável por comandar a organização fictícia RDA, que levou humanos a Pandora em busca do mineral “unobtanium”. Recentemente, o diretor James Cameron revelou que já terminou as filmagens de “Avatar 2” e estaria perto de encerrar “Avatar 3”. Os dois filmes estão sendo rodados simultaneamente para economizar as despesas de orçamento e o tempo de produção. Apesar disso, o trabalho ainda está muito longe de acabar, já que a franquia depende de muitos efeitos visuais, criados na pós-produção. Não por caso, a Disney adiou o lançamento de “Avatar 2” para dezembro de 2022. Isto permite mais de dois anos para aperfeiçoar o visual, com um hiato de mais um par de anos até o lançamento de “Avatar 3”, em dezembro de 2024. Ver essa foto no Instagram Here’s a behind the scenes still of Edie Falco as General Ardmore, the new head of RDA activity on Pandora. Uma publicação compartilhada por Avatar (@avatar) em 19 de Out, 2020 às 8:01 PDT

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  • Série

    The Mandalorian ganha novo trailer dublado para estreia no Brasil

    20 de outubro de 2020 /

    A Disney divulgou um novo trailer de “The Mandalorian”, em versões dublada e legendada. A prévia destaca a missão do mandaloriano (Pedro Pascal) para levar a Criança (Baby Yoda) até outros membros de sua raça, mostrando que ele alista os dois aliados que conquistou da 1ª temporada, Cara Dune (Gina Carano) e Greef Karga (Carl Weathers), para cumprir seu objetivo. O vídeo ainda mostra o protagonista usando seus jatos para voar e o retorno de Mythrol (Horatio Sanz), alien que apareceu no piloto da série. Primeira série live-action do universo “Star Wars”, “The Mandalorian” se tornou o principal sucesso da plataforma Disney+ (Disney Plus) e venceu nada menos que 7 prêmios Emmy no mês passado, incluindo Melhores Efeitos Visuais por seu trabalho inovador e revolucionário nesse departamento. Os próximos episódios produzidos pelo cineasta Jon Favreau (“Rei Leão”) vão trazer alguns personagens conhecidos do universo “Star Wars”, como Boba Fett, vivido por Temuera Morrison (“Aquaman”), Bo-Katan, interpretada por Katee Sackhoff (“Battlestar Galactica”) e Ahsoka Tano, encarnada por Rosario Dawson (“Luke Cage”). Para completar, a produção contará com novos nomes em seu elenco, como Michael Biehn (astro de “O Exterminador do Futuro” e “Aliens”) e Timothy Olyphant (“Santa Clarita Diet”), em papéis até aqui desconhecidos. A 2ª temporada será lançada em 30 de outubro nos EUA, mas a data que vale para os brasileiros é da estreia da plataforma Disney+ (Disney Plus) no país, marcada para 17 de novembro.

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  • Filme

    Chris Hemsworth diz que filmagens do novo Thor começam em janeiro

    19 de outubro de 2020 /

    O intérprete de Thor nos filmes da Marvel, Chris Hemsworth, revelou que as filmagens do próximo filme do Deus do Trovão começarão em janeiro. Em uma entrevista por videoconferência, divulgada por um Twitter de fãs dedicado ao filme, o ator disse que as filmagens de “Thor: Love and Thunder” deveriam estar ocorrendo agora, mas a pandemia de coronavírus adiou a produção para janeiro. Hemsworth ainda deixou claro sua animação em relação ao projeto: “Estou muito animado para tentar algo diferente, porque os outros três filmes certamente mudaram as coisas, criaram versões diferentes do personagem, e agora as pessoas esperam mudanças dramáticas”. “Thor: Love and Thunder” terá a mudança mais drástica de todas, já que Thor vai virar mulher. Ou melhor, a personagem Jane Foster se tornará a nova e poderosa Thor. Além dos retornos de Chris Hemsworth como Thor e Natalie Portman como Jane Foster, o filme terá ainda Tessa Thompson de volta como Valquíria. Rumores recentes ainda apontaram para a escalação de Christian Bale em um papel não revelado. Novamente dirigido por Taika Waititi (de “Thor: Ragnarok”), o lançamento está marcado para fevereiro de 2022. Chris Hemsworth said he’s filming Thor: Love and Thunder in January and that he’s very excited to do something different. He also said that Taika Waititi is currently writing the script! pic.twitter.com/OvKIu9Spga — Thor: Love and Thunder News (@lovethundernews) October 18, 2020

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    Curta sobre origem de Olaf ganha trailer divertido

    19 de outubro de 2020 /

    A Disney divulgou o pôster e o trailer divertido de um novo curta derivado da animação “Frozen”. Intitulado, em inglês, “Once Upon A Snowman” (era uma vez um boneco de neve), o desenho explora a origem do amado boneco de neve Olaf. O curta vai mostrar o que aconteceu com Olaf depois que Elsa o criou e antes de Anna e Kristoff o encontrarem na floresta, seguindo os primeiros passos do personagem enquanto ele ganha vida e busca sua identidade nas montanhas nevadas fora de Arendelle. Josh Gad, que dublou Olaf em “Frozen” (2013) e “Frozen 2” (2019), volta a atuar como a voz original do personagem na nova animação. Já a direção ficou a cargo de Trent Correy, supervisor de animação de Olaf em “Frozen 2”, e do veterano animador Dan Abraham, que trabalhou na sequência musical de Olaf (“When I Am Older”) em “Frozen 2”. O lançamento vai acontecer com exclusividade na plataforma Disney+ (Disney Plus) na sexta-feira (23/10). Já os fãs brasileiros terão que esperar a estreia do serviço de streaming da Disney, que só vai chegar ao país em 17 de novembro.

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    Novo filme de ação de Liam Neeson lidera bilheterias em crise nos EUA

    18 de outubro de 2020 /

    O novo filme de ação de Liam Neeson, “Legado Explosivo” (Honest Thief), liderou as bilheterias da América do Norte neste fim de semana, ao arrecadar US$ 3,7 milhões. O valor é US$ 100 mil maior que a estreia de “Guerra com o Vovô”, o “sucesso” da semana passada que se tornou o pior campeão de bilheteria norte-americano desde 1988. Com os cinemas ainda fechados em Los Angeles, Nova York e São Francisco, e a pandemia de coronavírus ainda longe do fim, o desempenho dos lançamentos continua pífio nos EUA. Não é à toa que os grandes estúdios estão desistindo de lançar seus blockbusters potenciais, passando seus principais títulos para 2021. De fato, já circulam rumores sobre nova leva de adiamentos, que cancelariam o vindouro Natal cinematográfico. Em entrevista nesta semana, a diretora Patty Jenkins afirmou ter dúvidas sobre a estreia de “Mulher-Maravilha 1984” em dezembro. O desempenho de “Tenet”, que a Warner considerou ser capaz de trazer o público de volta aos cinemas, acabou tendo efeito inverso do esperado, conduzindo a um grande apagão de estreias. Ironicamente, porém, a paranoia dos estúdios tem sido benéfica para o filme do diretor Christopher Nolan. Única produção orçada em mais de US$ 200 milhões em cartaz nos cinemas dos EUA, “Tenet” avança a conta-gotas, mas firme, graças à falta de concorrentes, e atingiu neste fim de semana a bilheteria doméstica de US$ 50,6 milhões. É muito pouco para seu custo de produção, mas ajudou o valor mundial da arrecadação a chegar a US$ 333 milhões. O efeito conta-gotas pode até servir de estímulo para a retomada de estreias de produções de orçamento modesto. Um dos primeiros títulos a chegar aos cinemas norte-americanos durante a pandemia, “Fúria Incontrolável” (Unhinged), estrelado por Russell Crowe, atingiu US$ 20 milhões na América do Norte neste domingo (18/10), após 10 semanas em cartaz. Em todo o mundo, o filme está com US$ 39 milhões. “Fúria Incontrolável” fez pouco menos que a superprodução “Os Novos Mutantes”, última herança da Fox distribuída pela Disney. A adaptação dos quadrinhos da Marvel rendeu US$ 22,7 milhões em sete semanas na América do Norte e US$ 43,7 milhões mundiais. Os cinemas americanos ainda receberam duas estreias neste fim de semana, “Amor e Monstros” (Love and Monsters) e “The Kid Detective”, mas os estúdios se entusiasmaram menos que a crítica com seus lançamentos, colocando-os em poucas telas para apostar numa distribuição simultânea em PVOD (VOD com preço de ingresso de cinema). Elogiadíssimos e com grande apelo comercial, os dois filmes tiveram que se contentar em fechar o Top 10, respectivamente com US$ 255 mil e US$ 135 mil, enquanto reprises de sucessos infantis dos anos 1990 (“Abracadabra” e “O Estranho Mundo de Jack”) ocuparam a maioria das salas disponíveis. Esta comparação de desempenhos e estratégias acaba passando a pior mensagem possível sobre o setor, que enfrenta uma crise capaz de mudar hábitos de forma permanente.

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