Ava: Jessica Chastain vira John Wick feminina em trailer de filme de ação
A Vertical Entertainment divulgou o pôster e o trailer de “Ava”, filme em que Jessica Chastain vive uma espécie de John Wick feminina. A prévia mostra (demais, por sinal) como ela passa de assassina profissional à alvo de todos os “colegas” de sua agência secreta. O filme volta a reunir a atriz e o cineasta Tate Taylor, após trabalharem juntos em “Vidas Cruzadas” (The Help, 2011). Originalmente, a trama seria dirigida pelo australiano Matthew Newton (“From Nowhere”), responsável pelo roteiro, mas ele se demitiu após denúncias de abuso e violência doméstica. Chastain, que é produtora de “Ava”, convocou Taylor para assumir o projeto enquanto os dois discutiam planos para filmar “The Eyes of Tammy Faye”, cinebiografia de uma famosa tele-evangelista americana, planejada para o ano que vem. Outra mudança no desenvolvido do projeto foi em seu título. O filme seria chamado de “Eve”. Mas aí ficaria evidente a semelhança com outra produção: a série “Killing Eve”. Na trama, Chastain interpreta a personagem-título, uma assassina que trabalha para uma agência de espionagem, forçada a lutar por sua própria sobrevivência depois de uma missão falhar perigosamente. O impressionante elenco de apoio inclui Colin Farrell (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”), Common (“Selma”), John Malkovich (“22 Milhas”) e Geena Davis (“Thelma e Louise”). A estreia está marcada para 25 de agosto em VOD nos EUA e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Atriz denuncia verdadeiro motivo de sua saída da série Sleepy Hollow
A atriz Nicole Beharie revelou, em entrevista ao jornal New York Times, o verdadeiro motivo de sua saída repentina da série “Sleepy Hollow”, com a morte de sua personagem. Ela denunciou que foi demitida após não conseguir trabalhar doente na produção da Fox, enquanto estava sob tratamento para uma doença autoimune e com ordens médicas para descansar. Pior que isso: ela afirmou ter recebido tratamento diferenciado de seu colega de elenco, Tom Mison, que também ficou doente durante as gravações da 3ª temporada, mas recebeu autorização para passar um mês de descanso, enquanto ela teve que protagonizar um episódio sozinha. “Ele foi autorizado a voltar para a Inglaterra por um mês. Eu recebi o episódio 9 para filmar sozinha. Eu me esforcei e, no final do episódio, tive que passar por tratamento de urgência. E todo os médicos — incluindo os que o estúdio estava enviando — confirmaram: ‘Ei, ela não pode trabalhar agora'”, disse. A intérprete da policial Abby Mills contou que “queria levantar e trabalhar logo”, mas não conseguiu. Por conta disso, acusa os produtores de terem colocado seu nome numa lista negra. “Era muito difícil falar sobre isso na época, porque eu queria trabalhar. Mas fui rotulada como problemática e entrei na ‘lista negra’ de algumas pessoas”, declarou. “Eles interromperam a produção por duas semanas porque fiquei doente”, ela explicou. “Eles enviaram muitos médicos, e eu fiz exames diários para certificá-los de que estava realmente doente, porque eles precisavam retomar a produção. Todos os médicos disseram que eu não estava bem e que precisava descansar. Mas não era o que eles queriam ouvir. Precisei conseguir um advogado”. Assim que ela melhorou, sua personagem foi morta. O que foi um choque até para Tom Mison, como ele revelou em diversas convenções de fãs. Beharie saiu da série em 2016, ao fim da fatídica 3ª temporada. Quando Abbie Millls, policial que investigava os casos sobrenaturais na cidade de Sleepy Hollow, foi morta pelos roteiristas, na verdade sua intérprete estava sendo demitida. “Quando você é uma pessoa de cor ou uma mulher de qualquer raça, ser rotulada de uma maneira pode mudar a trajetória de sua vida, sua saúde e sua carreira”, ela comentou sobre a demissão. Os produtores fizeram uma 4ª temporada sem Beharie, mas a audiência desabou e “Sleepy Hollow” acabou cancelada logo em seguida. Ela demorou a conseguir trabalho depois da demissão e só voltou a atuar numa série três anos depois, num episódio da 5ª temporada da antologia “Black Mirror”, da Netflix. Depois, só apareceu em “Pequenos Incêndios por Toda Parte” (Little Fires Everywhere), lançada em março passado na plataforma Hulu. Mas a carreira está sendo retomada. Seu trabalho mais recente é o filme “Miss Juneteenth”, produção indie premiada no Festival SXSW, que estreou em VOD na sexta (19/6) nos EUA. “Estou reconciliando o que significa ser ator, artista e mulher de cor. As consequências de cometer um erro são maiores. Ninguém quer ser problema. Mas sinto que eu e o mundo como um todo estamos em um lugar diferente agora e estou feliz com isso”, disse. Procurada pelo jornal nova-iorquino, a Fox não quis comentar a denúncia da atriz. “Sleepy Hollow” foi exibida no Brasil pela Fox, Band e Netflix.
Elenco de Riverdale reage à acusações de supostos abusos sexuais
O elenco de “Riverdale” foi alvo de acusações de abuso sexual neste fim de semana. Mas desta vez há uma grande diferença em relação a outras denúncias: os relatos detalhados de abusos supostamente cometidos por Cole Sprouse (o Jughead), Lili Reinhart (a Betty), KJ Apa (o Archie) e Vanessa Morgan (a Toni) se multiplicaram com poucas horas de diferença em contas do Twitter recém-criadas, identificadas com pseudônimos e sem fotos. Cole Sprouse e Lili Reinhart, que até recentemente namoravam fora das telas, resolveram se manifestar contra a aparente farsa, criticando quem inventa esse tipo de acusação para banalizar outras denúncias. Eles reforçaram que falsas acusações são danosas para a luta das verdadeiras vítimas. E vão processar quem espalhou as supostas mentiras. Rapidamente, algumas das contas foram deletadas. Outras disseram que ouviram falar do abuso e resolveram criar a conta só para denunciar. Teve também um perfil que afirmou ter inventado tudo para demonstrar como era fácil fazer as pessoas acreditarem em qualquer coisa. A maioria das contas criadas no fim de semana já saiu do ar, após investigações privadas terem rastreado um IP único responsável por elas. Mas as denúncias deixaram um rastro digital inflamável no Twitter, que dividiu os fãs da série com dúvidas sobre a veracidade das afirmações. “Hoje mais cedo, eu e outros três companheiros de elenco fomos falsamente acusados de agressão sexual por contas anônimas no Twitter. Eu levo essas acusações com muita seriedade e trabalharei com os times certos para chegar à raiz delas”, escreveu Sprouse em seu Twitter. “Esse parece ser mais um, dentre uma série de incidentes, que tentam de forma apelativa e sem embasamento querer cancelar meus companheiros de elenco e eu”, apontou. “Falsas acusações causam danos tremendos em vítimas de assédio. Além disso, eu jamais tentaria silenciar alguém. Eu encorajo as pessoas a olharam as acusações, já que os eventos contados são evidentemente falsos”, conclui Sprouse. Dizendo que “sempre levou as acusações de assédio sexual muito a sério”, Reinhart faz uma ressalva: “Mas ficou provado que essa conta foi criada especificamente para criar histórias falsas sobre mim e meus colegas de elenco. Eu não posso pensar em algo mais distorcido do que mentir sobre assédio sexual”. “Isso invalida homens e mulheres que são corajosos o suficiente para falar a verdade. Esse tipo de mentira pode arruinar vidas e carreiras — e eu posso dizer que isso é uma mentira porque a pessoa que fez as alegações já admitiu que as histórias foram inventadas”, continuou. “Nós estamos pensando em tomar ações legais. Esse tipo de comportamento doentio fere apenas os sobreviventes verdadeiros. Isso foi um gatilho inacreditável pra mim e assustador porque eu sempre apoiei as vítimas e acreditei nelas”, acrescentou. “Eu espero e rezo para que isso não desencoraje sobreviventes reais a denunciarem suas experiências”, acrescentou em seu perfil. False accusations do tremendous damage to victims of actual assault. Furthermore, I would never seek to silence anybody. I encourage that people look into the accusations themselves, as the events detailed were factually untrue. 2 — Cole M. Sprouse (@colesprouse) June 22, 2020 Brave enough to come forward with the truth. This kind of lie can ruin lives and careers- and I can call it a lie because the person who made the allegations already admitted that the stories were fabricated. — Lili Reinhart (@lilireinhart) June 22, 2020 I hope and pray that this does not discourage real survivors from speaking out about their experiences. — Lili Reinhart (@lilireinhart) June 22, 2020
Ansel Elgort se manifesta sobre acusação de abuso de menor
O ator Ansel Elgort, de “A Culpa É das Estrelas” e “Em Ritmo de Fuga”, usou seu Instagram para se defender das acusações de queria abusado sexualmente de uma fã menor de idade, chamada Gabby, que ele conheceu via redes sociais. Em um post no Instagram, o ator de 26 anos disse que teve uma relação legal e consensual com a mulher em 2014, que disse em sua acusação ter na época 17 anos. Ela fez um longo relato no Twitter sobre o suposto abuso, mostrando uma foto dos dois juntos para comprovar o relacionamento. O ator deu sua versão dos fatos também via rede social, publicando um comunicado. “Fiquei angustiado de ver os posts nas redes sociais sobre mim que vêm circulando nas últimas 24 horas. Eu não posso alegar que entendo os sentimentos de Gabby, mas a sua descrição dos eventos simplesmente não foi o que aconteceu”, ele escreveu. “Eu nunca agredi e nunca agrediria alguém. O que é verdade é que em 2014, em Nova York, quando eu tinha 20 anos, Gabby e eu tivemos uma relação breve, legal e inteiramente consensual”, afirmou o ator. “Infelizmente, eu não lidei bem com o término. Eu parei de responder a ela, o que é uma coisa imatura e cruel de se fazer com alguém. Eu sei que essa desculpa atrasada não me absolve do meu comportamento inaceitável quando eu desapareci”, explicou Ansel. Ele afirmou ter vergonha de seus atos. “Olhando para trás e a minha atitude, eu me sinto enojado e extremamente envergonhado pela forma como agi. Eu sei que preciso continuar a refletir, aprender e trabalhar para desenvolver empatia”, escreveu Ansel. Segundo o relato da jovem, publicado na noite de sexta (19/6), os dois tiveram relações sexuais, inicialmente com consentimento, mas depois o ator ignorou a dor por ser a primeira vez dela e os pedidos para que parasse. “Ele me fez pensar que era assim que o sexo deveria ser. Eu era tão jovem e ele sabia disso. Ele também disse coisas como ‘você será uma moça tão bonita quando for mais velha.’ Eu tinha 17 anos”, disse ela em seu relato. Gabby afirma ter ficado com transtornos pós-traumáticos e ataques de pânico, e que resolveu contar sua história “para que possa finalmente me curar” e ajudar outras meninas que tenham sido vítimas do ator. Pouco depois da publicação ter viralizado, a conta de Gabby foi deletada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por @ansel em 20 de Jun, 2020 às 6:36 PDT
Ansel Elgort é acusado de abusar de menor de idade
Uma mulher que se identifica como Gabby nas redes sociais acusou o ator Ansel Elgort (“A Culpa É das Estrelas”, “Em Ritmo de Fuga”) de agredi-la sexualmente em 2014, quando tinha 17 anos. Ela publicou a denúncia na sexta-feira (19/6) em seu Twitter, acusando o ator de ter se aproveitado da fama para abusar dela. Gabby disse que em 2014 enviou uma mensagem direta a Elgort, informando que em breve seria seu aniversário de 17 anos, sem imaginar que ele responderia. Mas Elgort respondeu com um acesso a sua conta privada no Snapchat. Ele pediu fotos nuas dela e também teria sugerido fazer sexo a três com uma amiga dela. Segundo seu relato, os dois tiveram relações sexuais, inicialmente com consentimento, mas o ator ignorou a dor por ser a primeira vez dela e os pedidos para parar. “Ele me fez pensar que era assim que o sexo deveria ser. Eu era tão jovem e ele sabia disso. Ele também disse coisas como ‘você será uma moça tão bonita quando for mais velha.’ Eu tinha 17 anos”, disse ela em seu relato. Gabby afirma ter ficado com transtornos pós-traumáticos e ataques de pânico, e que resolveu contar sua história “para que possa finalmente me curar” e ajudar outras meninas que tenham sido vítimas do ator. A acusação é finalizada com duas fotos: uma supostamente da dona do perfil ao lado de Elgort, e outra do registro de troca de mensagens privadas no Twitter. A conta no Twitter foi completamente apagada após a publicação, mas os prints podem ser conferidos abaixo. Os representantes de Ansel Elgort ainda não se manifestaram. Ele terminou recentemente de filmar o remake de “Amor, Estranho Amor” (West Side Story), com direção de Steven Spielberg, e estava gravando a série “Tokyo Vice” para a HBO Max. Veja o depoimento original abaixo.
Paul Schrader lamenta que Spike Lee tenha recuado após defender Woody Allen
O sempre polêmico Paul Schrader não gostou do recuo de Spike Lee, que defendeu Woody Allen num programa de rádio e depois se desculpou ao ser atacado nas redes sociais. “É desapontador. Se alguém poderia enfrentar a multidão do linchamento neste momento seria o Spike [Lee]. Mas aparentemente não. Eu segui a história de Woody, li a sua autobiografia e, francamente, acho mais credível que o discurso de Farrow“, escreveu no Facebook o roteirista de clássicos como “Táxi Driver” (1976), “Touro Indomável” (1980) e diretor de “Gigolô Americano” (1980), “A Marca da Pantera” (1982), “Temporada de Caça” (1997) e “Fé Corrompida” (2017), entre outros. Spike Lee chegou a reclamar, durante uma entrevista no sábado (13/6) no programa “In the Morning”, da rádio WOR de Nova York, da campanha de cancelamento contra Woody Allen fomentada nas redes sociais. “Gostaria de dizer que Woody Allen é um grande, grande cineasta e esse tipo de cancelamento não é apenas com Woody. Eu acho que, quando olharmos para trás, veremos que, a menos que se mate alguém, não há como você apagar pessoas como se nunca tivessem existido”, ele disse. E ainda acrescentou: “Woody é um amigo meu, um colega fã dos Knicks, então eu sei o que ele está passando agora.” Não demorou muito para Lee começar a “passar” por isso também, com ataques nas redes sociais por ter “ousado” defender Woody Allen. Sua reação foi mudar de tom e se desculpar. “Peço desculpas profundamente. Minhas palavras estavam erradas. Eu não tolerarei e não tolerarei assédio, agressão ou violência sexual. Esse tratamento causa danos reais que não podem ser minimizados. Verdadeiramente, Spike Lee”, tuitou o cineasta na tarde do próprio sábado. Woody Allen sofre tentativa de “cancelamento” devido a alegações que o perseguem desde os anos 1990 e que foram revigoradas na era do movimento #MeToo, por conta das acusações da ex-mulher, Mia Farrow, de que teria abusado sexualmente da sua filha, Dylan, quanto ela tinha sete anos de idade. Como consequência dessa campanha, ele precisou processar a Amazon, que rompeu unilateralmente o contrato de produção e distribuição de seus filmes – deixando “Um Dia de Chuva em Nova York” inédito nos EUA. E enfrentou sabotagem do próprio filho, Ronan Farrow, contra a publicação da sua autobiografia. Ronan conseguiu, com cúmplices das redes sociais, que a editora original cancelasse o lançamento. Felizmente, outra editora assumiu o projeto e o livro se tornou um dos mais elogiados do ano. Intitulado “A Propósito de Nada”, a obra chega ao Brasil no segundo semestre. Nos últimos dois anos, Woody Allen também viu uma série de atores se declararem arrependidos dos filmes que fizeram com ele. Mas a verdade é que o caso responsável por essa revolta tardia chegou a ser investigado duas vezes em 1992, uma pela Agência Estadual de Bem-Estar Infantil e outra pela Clínica de Abuso Sexual Infantil do Hospital Yale-New Haven, e ambas concluíram que Dylan não havia sido abusado. Uma das investigações concluiu, inclusive, que a menina tinha sofrido lavagem cerebral da mãe, Mia Farrow, motivada por ódio de Woody Allen, porque o cineasta acabou se envolvendo e, posteriormente, casando-se com a filha adotiva dela, Soon-Yi Previn. Isso foi um escândalo e colocou a opinião pública contra ele. É o que, aparentemente, até hoje faz as pessoas duvidarem das investigações exaustivas da época e acreditarem em Dylan, que tinha sete anos quando o abuso supostamente aconteceu. Allen e Sun-Yi seguem casados até hoje. Os dois são pais de duas filhas já adultas, que, assim como todas as atrizes que trabalharam com o diretor durante mais de meio século, jamais reclamaram ou denunciaram o comportamento de Allen por “assédio, agressão ou violência sexual”. This is dispiriting. If anyone could stand up to the PC lynch mob at this moment it would be Spike. But apparently not…. Publicado por Paul Schrader em Domingo, 14 de junho de 2020
Spike Lee se arrepende de defender Woody Allen e pede desculpas
A defesa que Spike Lee fez do “amigo” Woody Allen durou poucas horas. Após a repercussão de sua fala numa entrevista em rádio nova-iorquina, Lee foi ao Twitter dizer que estava “errado” em se posicionar ao lado de Allen contra a cultura do “cancelamento”. Na prática, Spike Lee se arrependeu de dizer o que, tudo indica, pensa de verdade. Durante uma entrevista no sábado (13/6) no programa “In the Morning”, da rádio WOR de Nova York, Lee reclamou da forma como Allen estava sendo tratado pela opinião pública. “Gostaria de dizer que Woody Allen é um grande, grande cineasta e esse tipo de cancelamento não é apenas com Woody. Eu acho que, quando olharmos para trás, veremos que, a menos que se mate alguém, não há como você apagar pessoas como se nunca tivessem existido”, ele disse. E ainda acrescentou: “Woody é um amigo meu, um colega fã dos Knicks, então eu sei o que ele está passando agora.” Não demorou muito para Lee começar a “passar” por isso também, com ataques nas redes sociais por ter “ousado” defender Woody Allen. Demorou menos ainda para mudar de tom e se desculpar. “Peço desculpas profundamente. Minhas palavras estavam erradas. Eu não tolerarei e não tolerarei assédio, agressão ou violência sexual. Esse tratamento causa danos reais que não podem ser minimizados. Verdadeiramente, Spike Lee”, tuitou o cineasta na tarde do próprio sábado. Woody Allen sofre tentativa de “cancelamento” devido a alegações que o perseguem desde os anos 1990 e que foram revigoradas na era do movimento #MeToo, por conta das acusações da ex-mulher, Mia Farrow, de que teria abusado sexualmente da sua filha, Dylan, quanto ela tinha sete anos de idade. Ele teve que processar a Amazon, que rompeu unilateralmente o contrato de produção e distribuição de seus filmes – deixando “Um Dia de Chuva em Nova York” inédito nos EUA. E enfrentou uma campanha do próprio filho, Ronan Farrow, contra a publicação da sua autobiografia. Ronan conseguiu, com cúmplices das redes sociais, que a editora original cancelasse o lançamento. Felizmente, outra editora assumiu o projeto e o livro se tornou um dos mais elogiados do ano. Intitulado “A Propósito de Nada”, a obra chega ao Brasil no segundo semestre. Nos últimos dois anos, Woody Allen também viu uma série de atores se declararem arrependidos dos filmes que fizeram com ele. Mas a verdade é que o caso responsável por essa revolta tardia chegou a ser investigado duas vezes em 1992, uma pela Agência Estadual de Bem-Estar Infantil e outra pela Clínica de Abuso Sexual Infantil do Hospital Yale-New Haven, e ambas concluíram que Dylan não havia sido abusado. Uma das investigações concluiu, inclusive, que a menina tinha sofrido lavagem cerebral da mãe, Mia Farrow, motivada por ódio de Woody Allen, porque o cineasta acabou se envolvendo e, posteriormente, casando-se com a filha adotiva dela, Soon-Yi Previn. Isso foi um escândalo e colocou a opinião pública contra ele. É o que, aparentemente, até hoje faz as pessoas duvidarem das investigações exaustivas da época e acreditarem em Dylan, que tinha sete anos quando o abuso supostamente aconteceu. Allen e Sun-Yi seguem casados até hoje. Os dois são pais de duas filhas já adultas, que, assim como todas as atrizes que trabalharam com o diretor durante mais de meio século, jamais reclamaram ou denunciaram o comportamento de Allen por “assédio, agressão ou violência sexual”. I Deeply Apologize. My Words Were WRONG. I Do Not And Will Not Tolerate Sexual Harassment, Assault Or Violence. Such Treatment Causes Real Damage That Can't Be Minimized.-Truly, Spike Lee. — Spike Lee (@SpikeLeeJoint) June 13, 2020
Spike Lee defende Woody Allen da cultura do cancelamento
O diretor Spike Lee defendeu o cineasta Woody Allen, a quem definiu como seu amigo, contra a cultura do cancelamento que tem sido popularizada nas redes sociais. Durante uma entrevista neste sábado (13/6) no programa “In the Morning”, da rádio WOR de Nova York, Lee reclamou da forma como Allen está sendo tratado pela opinião pública. “Gostaria de dizer que Woody Allen é um grande, grande cineasta e esse tipo de cancelamento não é apenas com Woody. Eu acho que, quando olharmos para trás, veremos que, a menos que se mate alguém, não há como você apagar pessoas como se nunca tivessem existido”, disse Lee. Ele ainda acrescentou: “Woody é um amigo meu, um colega fã dos Knicks, então eu sei o que ele está passando agora.” Apesar de ser perguntado mais sobre Allen, a conversa se voltou para o New York Knicks, o time de basquete da NBA de que Lee é fã de longa data. Woody Allen sofreu tentativa de “cancelamento” devido a alegações que o perseguem desde os anos 1990 e que foram revigoradas na era do movimento #MeToo, por conta das acusações da ex-mulher, Mia Farrow, de que teria abusado sexualmente da sua filha, Dylan, quanto ela tinha sete anos de idade. Ele teve que processar a Amazon, que rompeu unilateralmente o contrato de produção e distribuição de seus filmes – deixando “Um Dia de Chuva em Nova York” inédito nos EUA. E enfrentou uma campanha do próprio filho, Ronan Farrow, contra a publicação da sua autobiografia. Ronan conseguiu, com cúmplices das redes sociais, que a editora original cancelasse o lançamento. Felizmente, outra editora assumiu o projeto e o livro se tornou um dos mais elogiados do ano. Intitulado “A Propósito de Nada”, a obra chega ao Brasil no segundo semestre. Nos últimos dois anos, Woody Allen também viu uma série de atores se declararem arrependidos dos filmes que fizeram com ele. Mas a verdade é que o caso responsável por essa revolta tardia chegou a ser investigado duas vezes em 1992, uma pela Agência Estadual de Bem-Estar Infantil e outra pela Clínica de Abuso Sexual Infantil do Hospital Yale-New Haven, e ambas concluíram que Dylan não havia sido abusado. Uma das investigações concluiu, inclusive, que a menina tinha sofrido lavagem cerebral da mãe, motivada por ódio de Woody Allen. O cineasta acabou se envolvendo e, posteriormente, casando-se com a filha adotiva de Mia, Soon-Yi Previn. Casados até hoje, os dois são pais de duas filhas já adultas, que, assim como todas as atrizes que trabalharam com o diretor, jamais denunciaram o comportamento de Allen.
Atriz detalha problemas com Lea Michele nos bastidores de Glee
A atriz Samantha Ware, que acusou Lea Michele de atitudes abusivas e racistas durante as gravações na série “Glee”, deu uma entrevista para a revista Variety nesta sexta (12/6), em que detalhou o que ocorreu nas gravações e refletiu sobre o comportamento da ex-colega de elenco. Ware explicou porque se revoltou com o tuíte de Michele apoiando o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), que tem liderado protestos pelos EUA após a morte de George Floyd sob custódia policial. Mas diz não defender a “cultura do cancelamento”, por acreditar que todo mundo merece uma segunda chance. “Quando você posta algo assim, é preciso ter um entendimento do que a hashtag significa, e para mim é óbvio que ela não tem”, disse. “Será que Lea sabe o que é uma microagressão? Eu não sei. Tudo o que o pedido de desculpas dela fez foi afirmar que ela não aprendeu nada”. “Estou chamando Lea de racista? Não. Lea tem tendências racistas? Olha, eu acho que ela sofre de um sintoma de viver neste mundo, em uma indústria que é desenhada para beneficiar pessoas brancas”, continuou. A artista contou que seu primeiro contato com Michele em “Glee” já foi hostil. “Não houve nada de gradual nisso. Assim que ela decidiu que não gostava de mim, estava feito. Foi no dia em que gravei minha primeira performance que tudo começou”, lembrou. “Ela não falava comigo e me olhava torto, fazendo comentários maldosos baixinho… Era uma série de atitudes passivo agressivas, e só foi piorando”, contou. “Mas as ações dela não eram novas, eram algo comum. No dia em que eu resolvi falar com as pessoas sobre isso, elas deram de ombros e disseram: ‘Lea é assim'”. “Eu acho que isso, em si, é um problema, porque ninguém estava fazendo nada para mudar o que estava acontecendo. Era um ambiente que ajudava a perpetuar este tipo de abuso”, refletiu. Diante da repercussão de seus comentários, que fizeram mais pessoas que trabalharam com Lea Michele em “Glee” e outras séries se manifestarem contra o comportamento da atriz, Ware pretende se posicionar mais para ajudar as produções em que participa a incluir vozes diversas do jeito certo. “Não adianta colocar pessoas de cores diferentes na sala se você não as deixa falar, ou compartilhar suas ideias de algum jeito”, disse. “Existem muitos desequilíbrios de poder e estruturas que se tornaram inerentes da nossa indústria com os anos. Essas coisas precisam desmoronar. Todo mundo precisa se sentir ouvido e validado”, completou.
Mais atores detonam “racismo” de Lea Michele nas redes sociais
Apesar de seu pedido de desculpas, as acusações de racismo contra Lea Michele continuam a surgir no Twitter e no Instagram de atores que trabalharam com a atriz. E agora não apenas em “Glee”, mas também em “The Mayor”, “Scream Queens” e até na montagem de “Spring Awakening” na Broadway. O fato é que o termo “racista” começou a ser empregado com mais clareza. Tudo começou quando a intérprete de Rachel Berry tuitou sobre a morte de George Floyd e incluiu a hashtag #BlackLivesMatter. Samantha Ware, que teve papel recorrente na 6ª temporada de “Glee” como Jane Hayward, rapidamente ironizou a declaração com um “LMAO” e revelou que Michele ameaçou “defecar” na peruca afro que ela usava enquanto estava no programa. “Lembra quando você fez da minha primeira série de televisão um inferno?!?! Porque eu nunca esquecerei”, escreveu Ware, usando apenas letras maiúsculas. “Acredito que você disse a todos que, se tivesse a oportunidade, defecaria na minha peruca! Entre outras microagressões traumáticas que me fizeram questionar uma carreira em Hollywood”, completou. O comentário se multiplicou em retuítes e o ator Dabier, que apareceu em apenas um episódio da série, deu outro testemunho sobre o suposto racismo de Michele. “Garota você não me deixava sentar na mesa com outros membros do elenco porque ‘eu não pertencia lá'”, ele escreveu. A polêmica ainda rendeu gifs de dois outros integrantes negros do elenco. Alex Newell, que interpretou Wade “Unique” Adams, e uma das principais atrizes de “Glee”, Amber Riley, intérprete de Mercedes Jones, publicaram gifs irônicos, que sugeriam saber de podres desse confronto. Depois de perder um contrato de publicidade de uma empresa alimentícia devido à polêmica, ela publicou um mea-culpa no Instagram, assumindo ter agido “de modos que machucaram outras pessoas” e jurando se tornar “uma pessoa melhor no futuro”. “Todos podemos crescer e mudar e eu definitivamente usei os últimos meses para refletir sobre os meus próprios defeitos”, ponderou, lembrando que tem feito esforço para melhorar porque vai se “tornar mãe em alguns meses”. Isso não impediu novos comentários de ex-colegas nas redes sociais. Depois de seu gif, Amber Riley apoiou os comentários de Ware e disse que outros atores e atrizes negros contaram histórias semelhantes sobre Michele, durante uma conversa com uma jornalista da revista Essence no Instagram. Heather Morris, a Brittany de “Glee”, foi clara, taxando-a de racista. “Acredito que Lea devia ser enquadrada por tratar os outros de forma desrespeitosa por tanto tempo. E sim, também depende de nós, porque permitir que isso continue por muito tempo sem se manifestar é outra coisa que precisamos mudar e estamos aprendendo isso junto com o resto da sociedade. Mas, no momento atual, está implícito que ela é racista e, embora eu não possa comentar suas crenças, acho que estamos assumindo, e você sabe o que acontece quando todos assumimos”, ela escreveu no Twitter. Yvette Nicole Brown, estrela de “Community” que estrelou “The Mayor” com Michele, respondeu ao tuíte original de Ware, escrevendo: “Senti todas essas letras maiúsculas”. Ela acrescentou: “Toda pessoa em um conjunto é importante. Toda pessoa em um set merece respeito. E é responsabilidade de todas as séries regularmente fazer com que todas as pessoas que visitam sua casa se sintam bem-vindas. Essa atitude de desprezo é o que há de errado em Hollywood e no mundo”. Gerard Canonico, da peça da Broadway “Spring Awakening”, comentou as desculpas de Michele no Instagram de forma dura. “Você não passou de um pesadelo para mim e para os colegas de elenco. Você nos fez sentir como se não pertencêssemos lá. Durante anos, tentei ser legal com você sem sucesso. Você devia pedir desculpas de verdade em vez de colocar a culpa em como os outros te ‘percebem'”. Abigail Breslin, que trabalhou com a atriz em “Scream Queens”, curtiu um tuíte que dizia “Nem todos devem concordar que tem alguma coisa estranha com Lea Michele… Mas onde vocês estavam na época que eu dizia isso, há anos??? Pensei que era a única.” Até Melissa Benoist, a “Supergirl”, que entrou em “Glee” na 4ª temporada, curtiu o tuite original de Ware. Ela também curtiu os tuítes com os gifs de Newell e Riley, demonstrando saber algo e expressando seu apoio.
Lea Michele pede desculpas a ex-colegas de Glee e jura que será “uma pessoa melhor”
Após dois dias de repercussão negativa, a atriz Lea Michele finalmente se manifestou a respeito das acusações de ex-colegas de “Glee” sobre seu comportamento nos bastidores da produção. Tudo começou quando a intérprete de Rachel Berry tuitou sobre a morte de George Floyd e incluiu a hashtag #BlackLivesMatter. Samantha Ware, que teve papel recorrente na 6ª temporada de “Glee” como Jane Hayward, rapidamente ironizou a declaração com um “LMAO” e revelou que Michele ameaçou “defecar” na peruca afro que ela usava enquanto estava no programa. “Lembra quando você fez da minha primeira série de televisão um inferno?!?! Porque eu nunca esquecerei”, escreveu Ware, usando apenas letras maiúsculas. “Acredito que você disse a todos que, se tivesse a oportunidade, defecaria na minha peruca! Entre outras microagressões traumáticas que me fizeram questionar uma carreira em Hollywood”, completou. O comentário se multiplicou em retuítes e o ator Dabier, que apareceu em apenas um episódio da série, deu outro testemunho sobre o suposto racismo de Michele. “Garota você não me deixava sentar na mesa com outros membros do elenco porque ‘eu não pertencia lá'”, ele escreveu. A polêmica ainda rendeu gifs de dois outros integrantes negros do elenco. Alex Newell, que interpretou Wade “Unique” Adams, e uma das principais atrizes de “Glee”, Amber Riley, intérprete de Mercedes Jones, publicaram imagens que sugeriam saber de podres desse confronto. Enquanto se manteve em silêncio, Lea Michele perdeu um contrato de publicidade. “O HelloFresh não tolera racismo nem discriminação de qualquer tipo. Estamos descontentes e desapontados ao saber das recentes alegações relativas a Lea Michele”, postou a empresa no Twitter, respondendo a um seguidor que questionou os serviços da atriz na terça-feira (2/6). “Levamos isso muito a sério e encerramos nossa parceria com Lea Michele, com efeito imediato.” Agora, ela publicou um mea-culpa no Instagram, assumindo ter agido “de modos que machucaram outras pessoas” e, depois de ouvir com atenção todas as críticas, jura que vai “ser uma pessoa melhor no futuro”, começando com um pedido de desculpas. “Todos podemos crescer e mudar e eu definitivamente usei os últimos meses para refletir sobre os meus próprios defeitos”, ponderou, lembrando que tem feito esforço para melhorar porque vai se “tornar mãe em alguns meses”. Leia o texto na íntegra: “Uma das lições mais importantes das últimas semanas é que todos nós precisamos de um tempo para ouvir e entender as perspectivas das outras pessoas, e perceber o papel que nós tivemos, para ajudar a tratar as injustiças que elas encararam. Quando eu tuitei no outro dia, era para ser um apoio aos nossos amigos, vizinhos e comunidades não-caucasianas durante este momento difícil, mas as respostas que eu tive também me fizeram focar especificamente no meu próprio comportamento com colegas de elenco, e como ele foi percebido por eles. Apesar de não lembrar das declarações específicas, e eu nunca julguei pessoas por seu histórico ou cor de pele, este não é o ponto. O que importa é que eu claramente agi de modos que machucaram outras pessoas. Se foi minha posição privilegiada e perspectiva que colaboraram para que eu fosse percebida como insensível ou inapropriada em certos momentos, ou se foi só minha imaturidade e o fato de eu ser desnecessariamente difícil, eu peço desculpas pelo meu comportamento e qualquer dor que eu possa ter causado. Todos podemos crescer e mudar e eu definitivamente usei os últimos meses para refletir sobre os meus próprios defeitos. Eu vou me tornar uma mãe em alguns meses e sei que eu preciso continuar a melhorar e assumir responsabilidade por minhas ações para que eu possa ser um modelo para meu filho e passar lições e erros para que ele possa aprender. Eu ouvi as críticas, estou aprendendo, e apesar de estar arrependida, eu vou ser uma pessoa melhor no futuro por causa desta experiência.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lea Michele (@leamichele) em 3 de Jun, 2020 às 4:03 PDT
Lea Michele perde contrato publicitário após denúncias de racismo de ex-colegas de Glee
A empresa HelloFresh, que fabrica kit de refeições, dispensou os serviços de Lea Michele como garota-propaganda depois que sua ex-colega de “Glee”, Samantha Ware, disse que ela tornou sua vida um “inferno” durante as gravações. A declaração foi seguida por outras manifestações de atores negros da série, sugerindo racismo da parte da atriz. “O HelloFresh não tolera racismo nem discriminação de qualquer tipo. Estamos descontentes e desapontados ao saber das recentes alegações relativas a Lea Michele”, postou a empresa no Twitter, respondendo a um seguidor que questionou os serviços da atriz na terça-feira (2/6). “Levamos isso muito a sério e encerramos nossa parceria com Lea Michele, com efeito imediato.” Desde o começo da polêmica, nem a atriz nem seus representantes atenderam pedidos para comentarem as acusações. Tudo começou quando a intérprete de Rachel Berry tuitou sobre a morte de George Floyd e incluiu a hashtag #BlackLivesMatter. Ware, que teve papel recorrente na 6ª temporada de “Glee” como Jane Hayward, rapidamente ironizou a declaração com um “LMAO” e revelou que Michele ameaçou “defecar” na peruca afro que ela usava enquanto estava no programa. “Lembra quando você fez da minha primeira série de televisão um inferno?!?! Porque eu nunca esquecerei”, escreveu Ware, usando apenas letras maiúsculas. “Acredito que você disse a todos que, se tivesse a oportunidade, defecaria na minha peruca! Entre outras microagressões traumáticas que me fizeram questionar uma carreira em Hollywood”, completou. O comentário teve ampla repercussão e o ator Dabier, que apareceu em apenas um episódio da série, deu outro testemunho sobre o suposto racismo de Michele. “Garota você não me deixava sentar na mesa com outros membros do elenco porque ‘eu não pertencia lá'”, ele escreveu. A polêmica ainda rendeu gifs de dois outros integrantes negros do elenco. Alex Newell, que interpretou Wade “Unique” Adams, e uma das principais atrizes de “Glee”, Amber Riley, intérprete de Mercedes Jones, publicaram imagens que sugeriam saber de podres desse confronto.
Mais atores negros de Glee sugerem que Lea Michele tinha atitudes preconceituosas
Depois que Samantha Marie Ware revelou ter sido maltratada por Lea Michele nos bastidores de “Glee”, outros atores negros da série se manifestaram, sugerindo que a estrela tinha atitudes preconceituosas. Tudo começou quando Lea Michele tuitou sobre a morte de George Floyd e incluiu a hashtag #BlackLivesMatter. Ware, que teve papel recorrente na 6ª temporada de “Glee”, rapidamente ironizou a declaração com um “LMAO” e revelou que Michele ameaçou “defecar” na peruca afro que ela usava enquanto estava no programa. “Lembra quando você fez da minha primeira série de televisão um inferno?!?! Porque eu nunca esquecerei”, escreveu Ware, usando apenas letras maiúsculas. “Acredito que você disse a todos que, se tivesse a oportunidade, defecaria na minha peruca! Entre outras microagressões traumáticas que me fizeram questionar uma carreira em Hollywood”, completou. O comentário da atriz teve ampla repercussão e o ator Dabier, que apareceu em apenas um episódio da série, deu outro testemunho sobre o suposto racismo de Michele. “Garota você não me deixava sentar na mesa com outros membros do elenco porque ‘eu não pertencia lá'”, ele escreveu. A polêmica ainda rendeu gifs de dois outros integrantes negros do elenco. Alex Newell, que interpretou Wade “Unique” Adams, e uma das principais atrizes de “Glee”, Amber Riley, intérprete de Mercedes Jones, publicaram imagens que sugeriam estímulo ao confronto. Veja abaixo. Até o momento, Michele não respondeu aos comentários no Twitter. LMAO REMEMBER WHEN YOU MADE MY FIRST TELEVISON GIG A LIVING HELL?!?! CAUSE ILL NEVER FORGET. I BELIEVE YOU TOLD EVERYONE THAT IF TOU HAD THE OPPORTUNITY YOU WOULD “SHIT IN MY WIG!” AMONGST OTHER TRAUMATIC MICROAGRESSIONS THAT MADE ME QUESTION A CAREER IN HOLLYWOOD… https://t.co/RkcaMBmtDA — SAMEYAAAAAA (@Sammie_Ware) June 2, 2020 GIRL YOU WOULDNT LET ME SIT AT THE TABLE WITH THE OTHER CAST MEMBERS CAUSE “I DIDNT BELONG THERE” FUCK YOU LEA https://t.co/s4NoLdtqRs — Dabier (@OfficialDabier) June 2, 2020 https://t.co/80ohlWM4Yd pic.twitter.com/tcfQyhgiGP — Alex Newell (@thealexnewell) June 2, 2020 pic.twitter.com/mgq6Vtcmgm — Amber Patrice Riley (@MsAmberPRiley) June 2, 2020










