Produtora The Weinstein Company é investigada pela promotoria de Nova York
A produtora The Weinstein Company (TWC) está sob investigação e foi intimada pela promotoria de Nova York a entregar documentos confidenciais, após o escândalo sexual que envolveu seu fundador Harvey Weinstein. O foco são as reclamações de assédio sexual no ambiente de trabalho. A justiça quer averiguar se a empresa acobertou ou mesmo se facilitou o assédio do magnata contra suas funcionárias. O promotor de Nova York, Eric T. Schneiderman, pediu que a companhia entregasse todos os documentos relacionados a queixas oficiais ou não oficiais contra o executivo. Ele também afirmou que está analisando como a produtora lidou com as denúncias, se houve acordos com vítimas e quais eram os critérios de contratação. O objetivo é verificar se houve violação de leis trabalhistas ou de direitos humanos na forma como a TWC lidou com as denúncias de assédio contra Weinstein. “Nenhum nova-iorquino deveria ser forçado a entrar em um local de trabalho dominado por intimidação sexual, assédio ou medo. Se assédio sexual e discriminação estão entranhados em uma empresa, nós queremos saber”, declarou o promotor em comunicado. Mais de 50 mulheres já declararam terem sido abusadas pelo produtor desde que a atriz Ashley Judd tomou coragem para ser a primeira a denunciar publicamente o comportamento do magnata, numa reportagem do jornal The New York Times, publicada em 5 de outubro. Em pouco mais de uma semana, diversas estrelas famosas compartilharam suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive da atriz Asia Argento. E nesta semana o jornal Los Angeles Times desnudou a conexão de Weinstein com o mundo da moda, com denúncias de modelos. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, e também pelo BAFTA, a Academia britânica, e o Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (PGA). Sua esposa, Georgina Chapman, estilista da grife Marchesa, pediu divórcio e ele ainda deve enfrentar um processo criminal.
Criador da série animada The Loud House é demitido da Nickelodeon após denúncias de assédio
O produtor Chris Savino, criador da série animada “The Loud House”, da Nickelodeon, foi demitido após virar alvo de diversas acusações de assédio sexual. A Nickelodeon anunciou a decisão de suspender Savino na quarta (18/10), apenas para oficializar sua demissão um dia depois. “Chris Savino não trabalha mais com a Nickelodeon”, diz a declaração oficial do canal. “Levamos acusações de má conduta muito a sério, e estamos comprometidos em criar um local de trabalho seguro e profissional, livre de assédio”. Segundo o site Cartoon Brew, primeiro a relatar as denúncias, uma dúzia de mulheres acusou o produtor de assédio sexual, avanços indesejados e comportamento inadequado, além de citar ameaças de retaliação. Assim que o caso veio à tona, Anne Walker Farrell, uma diretora da série animada “Bojack Horseman”, confirmou no Twitter que Savino a perseguiu sexualmente. “The Loud House”, que gira em torno de um garoto e suas 10 irmãs, é a segunda série animada mais assistida da Nickledeon – só perde para “Bob Esponja” – e continuará sendo exibida no canal, com sua 3ª temporada confirmada para 2018.
Jornalista é demitido da Folha após Danilo Gentili mobilizar seguidores contra entrevista
O comediante Danilo Gentili tem aproveitado a divulgação do seu besteirol “Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola” para bater na tecla de que humor não deve ter limite, além de atacar a patrulha ideológica. Entretanto, na prática acabou demonstrando que seu próprio humor tem limite pequeno, e que ele é na verdade o maior patrulheiro em atividade no país, capaz de mobilizar tropas de patrulheiros-mirins a fazer bullying virtual até sua vítima ser demitida. Gentili não gostou de uma entrevista/crítica publicada na Folha de S. Paulo e usou as redes sociais para mobilizar seus seguidores contra o autor. Como forma de engajamento, ele disponibilizou um vídeo com a íntegra da entrevista para “denunciar” as perguntas. Mas nele já deixa clara sua má vontade, reclamando da reportagem antes dela ser publicada. “Eu acho que você já está com sua matéria pronta independente do que eu dizer”, ele falou, ao ser questionado a respeito de temas que seu filme de fato aborda. Ao publicar o vídeo, o comediante atacou pessoalmente o jornalista Diego Bargas. “Esse cara do vídeo abaixo se chama Diego Bargas, e como pode ver nas imagens que postei aqui nos coments, ele se comporta mais como militante político do que como jornalista isento. Sendo assim, que credibilidade teria um torcedor do PT entrevistando eu, um artista que está literalmente na lista negra do PT?” Nos “coments”, Gentili publicou registros pessoais de Bargas em seu Twitter, derretendo-se por Lula, Fernando Haddad e Dilma, “a honesta”, para demonstrar a má intenção do entrevistador. Neste ato, sua patrulha se assumiu literalmente ideológica. Entretanto, o principal ponto da entrevista não é política, mas o questionamento feito a Gentili e ao diretor Fabrício Bittar sobre uma cena do filme, protagonizada por Fábio Porchat, envolvendo pedofilia. A questão é se pedofilia tem graça. Danilo preferiu não responder cara a cara com o entrevistador, mas o ironizou no post: “Porque o mesmo cara que estava uma semana atrás defendendo a liberdade para todos artistas e que pedofilia é uma coisa e arte é outra, agora teve um surto moral e se mostra inconformado com uma obra artística de ficção, roteirizada, onde nada daquilo aconteceu na vida real? Chego até mesmo a pensar que na verdade ele estaria escandalizado porque retratamos o pedófilo como um vilão, sem relativizar a pedofilia. Seriam os pedófilos uma nova minoria a ser protegida das piadas?” 48 mil pessoas curtiram o ataque no Facebook. E boa parte foi assediar o jornalista, além do próprio jornal, que demitiu Bargas – provavelmente pelas postagens pessoais de simpatia política, escancaradas por Gentili, que vão contra o “Manual de Redação”. Estarrecedor por um lado. Mas por outro, iluminador. Afinal, ilustra como são parecidos os “petistas” que perseguiram Marcos Petrucelli (o caso “Aquarius”) e os “anti-petistas” que agora miraram em Diego Bargas. Ambas as facções compartilham a mesma visão de mundo estilo Facebook, onde se busca eliminar a existência de contrários, procurando um “botão” para bloqueá-los. “A Folha de S.Paulo me demitiu. Não posso entrar em detalhes sobre isso, mas é tudo muito nebuloso”, Bargas escreveu em seu Facebook. “As perguntas eram espinhosas, mas eram perguntas. Era a oportunidade de o Danilo rebatê-las. Como eu poderia ser mais honesto do que questionando-o? Disseram que as perguntas tinham conotação política, mas são as respostas que importam. Fui condenado por fazer perguntas. São tempos sombrios”, completou. Veja abaixo o post de Gentili e um post de Bargas sobre o caso. E leia o texto original publicado no site da Folha. Vale lembrar que, durante a perseguição sofrida por Petrucelli, a Abraccine, dita Associação de Críticos de Cinema do Brasil, omitiu-se e até certo ponto apoiou os ataques de “cineastas petistas” contra o jornalista. Aguardamos agora a posição da entidade nesta escalada de “artistas” contra a “classe” – que evoca uma conhecida poesia de Eduardo Alves da Costa, atribuída a Vladimir Maiakóvski. COMO SE TORNAR O PIOR JORNALISTA DE CINEMA A Folha de SP publicou hoje uma matéria com a manchete "DANILO SE NEGA A FALAR SOBRE PIADA COM PEDOFILIA". Eu gravei essa entrevista. Posto agora na íntegra. O jornalista da Folha foi honesto? Assista e tire suas próprias conclusões. De todo modo faço questão de apontar algumas coisinhas: 1) Esse cara do vídeo abaixo se chama Diego Bargas, e como pode ver nas imagens que postei aqui nos coments, ele se comporta mais como militante político do que como jornalista isento. Sendo assim, que credibilidade teria um torcedor do PT entrevistando eu, um artista que está literalmente na lista negra do PT? 2) Que tipo de jornalista cultural vai conversar sobre um filme de ficção/comédia e não faz uma pergunta sequer sobre direção, roteiro, fotografia, atuação e outros aspectos artísticos e cinematográficos? 3) Porque o mesmo cara que estava uma semana atrás defendendo a liberdade para todos artistas e que pedofilia é uma coisa e arte é outra, agora teve um surto moral e se mostra inconformado com uma obra artística de ficção, roteirizada, onde nada daquilo aconteceu na vida real? Chego até mesmo a pensar que na verdade ele estaria escandalizado porque retratamos o pedófilo como um vilão, sem relativizar a pedofilia. Seriam os pedófilos uma nova minoria a ser protegida das piadas? 4) Ao perguntar em tom de desaprovação se "pode fazer piada com pedófilo e psicopata" o cara que recebe um salário como "especialista de cinema" (uii) demonstra desconhecer momentos clássicos da sétima arte como o hilário piloto de "Apertem os cintos o piloto sumiu" ou o mais recente "Quero matar meu chefe". Isso pra ser breve e ir parando por aqui. Os exemplos são incontáveis. Todo mundo conhece, menos o burrão aí. Aliás dá uma olhadinha nas imagens que postei aqui nos coments. O cara que reprova psicopatas na ficção parece admirá-los bastante na vida real. 5) Infelizmente a melhor parte desse encontro não foi filmada. Após cortarem a entrevista, ele se levantou dando suas bufadinhas e disse "Eu quero dizer que não gosto do filme". Eu respondi: "E eu quero dizer que não me importo nem um pouco com a sua opinião". 6) Se você assistir o que foi respondido e ler a matéria que ele publicou verá que eu tinha razão. Esse cara já tinha a matéria pronta, ignorando o óbvio, que o Fabrício tão pacientemente explicou. Eu, como já conhecia o tipo, nem me dei ao trabalho, pois saquei qual era a dele desde a primeira pergunta. 7) Se um cara como esse não gostou, não recomenda e ainda precisa fazer matéria desonesta é sinal que você deve correr para o cinema hoje mesmo e assistir "Como Se Tornar O Pior Aluno da Escola". Nos vemos lá! Publicado por Danilo Gentili em Sexta, 13 de outubro de 2017
Mulher de Harvey Weinstein se solidariza com as vítimas do marido e anuncia divórcio
A mulher de Harvey Weinstein anunciou o divórcio, após a revelação de novos casos de abuso sexual cometidos pelo produtor, que vieram à tona na terça-feira (11/10). Em declaração à revista People, Georgina Chapman se solidarizou com as vítimas do marido. “Estou de coração partido por todas essas mulheres que passaram por uma dor enorme por causa das ações imperdoáveis dele”, ela declarou. Georgina é estilista da grife Marchesa e estava casada com Weinstein havia 10 anos. “Escolhi deixar o meu marido. Cuidar dos meus filhos é prioridade neste momento e peço privacidade à mídia”, completou. O produtor de cinema de 65 anos e a estilista de 41 têm um casal de filhos, a menina India Pearl e o menino Dashiell. Weinstein ainda tem outros três filhos do seu primeiro casamento com sua antiga assistente, Eve Chilton. Quando os primeiros casos vieram à tona, em uma reportagem do The New York Times publicada na semana passada, Harvey Weinstein declarou que contava com o apoio da esposa. “Ela está 100% comigo. Georgina e eu já conversamos sobre isso”, ele disse na ocasião, acrescentando que a esposa o estava ajudando a se tornar “um ser humano melhor” e a se desculpar com as pessoas pelo mau comportamento dele. Mas na terça uma nova reportagem do The New York Times revelou que o abuso sexual era sistemático, com declarações de Gwyneth Paltrow e Angelina Jolie sobre como foram assediadas pelo produtor no início da carreira, além de relatos de pessoas que teriam sido pressionadas para manter o silêncio. Um caso ainda mais pesado foram revelado pela revista The New Yorker, que trouxe o depoimento de Asia Argente e outras mulheres que disseram terem sido forçadas a fazer sexo com Harvey Weinstein. Pelo menos 13 mulheres denunciaram abusos que sofreram por parte do produtor. Em comunicado divulgado por seu porta-voz, Weinstein admitiu ter assediado as atrizes e pediu desculpas, mas negou as acusações de estupro. As repercussões do caso também o levaram a ser demitido da empresa que criou e que leva o seu nome, The Weinstein Company. A produtora está estudando, inclusive, uma troca de nome.
Após acusações de abuso sexual, produtor Harvey Weinstein é demitido da própria empresa
O produtor cinematográfico Harvey Weinstein foi demitido neste domingo (8/10) de seu próprio estúdio de cinema, The Weinstein Company (TWC), em votação do comitê de diretores após surgirem novas denúncias de assédio e abusos sexuais cometidos contra atrizes, funcionárias e colaboradoras nas últimas três décadas. “À luz de novas informações sobre a má conduta de Harvey Weinstein que surgiram nos últimos dias, os diretores da The Weinstein Company – Robert Weinstein, Lance Maerov, Richard Koenigsberg e Tarak Ben Ammar – determinaram e informaram que o contrato de emprego de Weinstein com The Weinstein Company está encerrado imediatamente”, manifestou-se conselho da empresa em comunicado. De forma significativa, até seu irmão assinou a demissão. O empurrão para sua queda em desgraça foi uma reportagem-denúncia do jornal The New York Times, que revelou na quinta-feira (5/10) os escândalos sexuais do produtor, abafados por ameaças de represálias e por compensações financeiras. Segundo a reportagem, o magnata teria feito acordos privados com pelo menos oito mulheres para o escândalo nunca vir à tona. Entre as vozes mais incisivas do artigo, a atriz Ashley Judd (“Divergente”) contou detalhes de encontros impróprios. Mas as histórias também envolvem Rose McGowan (“Conan, o Bárbaro”), citada como vítima silenciada por um generoso pagamento. Após a publicação, vários diretores da TWC e funcionárias mulheres da empresa pediram demissão, criando um clima insustentável para a permanência de Harvey Weinstein à frente da empresa. Para piorar, novas vítimas resolveram se manifestar. A roteirista britânica Liza Campbell escreveu um relato em primeira pessoa no jornal Sunday Times, contando o seu caso, quando era estagiária na Miramax e Weinstein a convidou para uma reunião, aparecendo de roupão e lhe chamando para ensaboá-lo na banheira. Criador da produtora Miramax em 1979 e da TWC (The Weinstein Company), formada com seu irmão Bob Weinstein em 2005, o produtor é responsável por estabelecer as carreiras de Quentin Tarantino, Guillermo del Toro, irmãos Coen, Nick Cassavetes, James Mangold, Gus Van Sant, Todd Haynes, Robert Rodriguez e muitos outros cineastas hoje consagrados. Mas também é lembrado pelos desafetos por confundir produção com “bullying”, por conta de atos autoritários como cortes em filmes estrangeiros e até interferência na edição final. Entretanto, ninguém conhecia o seu lado de predador sexual. Apenas as próprias vítimas. Até a semana passada.
Estreia de Star Wars: Episódio IX é adiada
A Disney decidiu adiar a estreia de “Star Wars: Episódio IX”, o filme que encerra a terceira trilogia espacial da Lucasfilm. O anúncio foi feito após a confirmação do cineasta J.J. Abrams como novo diretor, após a demissão de Colin Trevorrow (“Jurassic World”) da produção. O filme vai chegar aos cinemas sete meses após a data original, em 20 de dezembro de 2019, em vez de 24 de maio como estava programado. Para reacomodar o final da saga espacial, a Disney optou por antecipar a estreia de sua versão com atores da fábula de “Aladdin”, trocando as datas reservadas entre as duas produções. O tempo extra permitirá a Abrams desenvolver melhor o roteiro do filme em parceria com o roteirista Chris Terrio (“Batman vs Superman”). A principal missão da dupla será contornar a ausência da General Leia, devido à morte da atriz Carrie Fisher, além de, claro, dar um final para a história de Luke Skywalker (Mark Hammill). Abrams dirigiu e também coescreveu “Star Wars: O Despertar da Força”, que abriu a nova trilogia e quebrou recordes de arrecadação nas bilheterias, faturando mais de US$ 2 bilhões em todo o mundo. O próximo filme da franquia a chegar nos cinemas é “Star Wars: Os Últimos Jedi” (tradução errada do singular “The Last Jedi”), com estreia marcada para 14 de dezembro no Brasil.
J.J. Abrams é anunciado como diretor de Star Wars: Episódio IX
O cineasta J.J. Abrams foi confirmado como diretor de “Star Wars: Episódio IX”, o filme que encerra a terceira trilogia espacial da Lucasfilm. O anúncio foi feito pelo estúdio nesta terça-feira (12/9), uma semana exata após a demissão de Colin Trevorrow (“Jurassic World”) da produção. Abrams dirigiu “Star Wars: O Despertar da Força”, que abriu a nova trilogia e quebrou recordes de arrecadação nas bilheterias, faturando mais de US$ 2 bilhões em todo o mundo. “Com ‘O Despertar da Força’, J.J. entregou tudo o que poderíamos esperar, e estou muito animada por ele voltar para fechar esta trilogia”, disse a presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, no comunicado que anunciou o diretor. Além de dirigir, Abrams irá escrever o roteiro do filme em parceria com o roteirista Chris Terrio (“Batman vs Superman”). A principal missão da dupla será contornar a ausência da General Leia, devido à morte da atriz Carrie Fisher, além de, claro, dar um final para a história de Luke Skywalker (Mark Hammill). Trevorrow deveria escrever e dirigir “Star Wars: Episódio IX”, mas nenhuma das versões da história que ele apresentou agradaram Kathleen Kennedy, que no mês passado decidiu contratar um novo roteirista, o britânico Jack Thorne (“Extraordinário”). O diretor não gostou e isto teria sido a gota d’água para Kennedy. Ele foi o terceiro diretor da franquia dispensado neste ano pela produtora. Em junho, Phil Lord e Chris Miller (“Anjos da Lei”) foram demitidos do spin-off que tem Han Solo como protagonista, e substituídos por Ron Howard (“Inferno”). Mas os problemas da produtora com os diretores da franquia começaram bem antes. Um dos segredos menos disfarçados de Hollywood é que o Gareth Edwards foi substituído de “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016), embora sem perder os créditos, durante refilmagens e pós-produção do longa-metragem. O diretor e roteirista Tony Gilroy (“O Legado Bourne”) refez diversas cenas daquele filme. E não se pode esquecer de Josh Trank, que foi dispensado antes mesmo de iniciar qualquer trabalho, baseado apenas nos boatos dos problemas de bastidores de “Quarteto Fantástico” (2015). “Star Wars: Episódio IX” ainda não tem previsão para começar a ser filmado, mas a estreia está marcada para 24 de maio de 2019. Já o próximo capítulo da saga espacial, “Star Wars: Os Últimos Jedi”, com roteiro e direção de Rian Johnson, estreia em 14 de dezembro no Brasil.
Tessa Ferrer teria sido dispensada – de novo – de Grey’s Anatomy
O elenco de “Grey’s Anatomy” terá mais baixas na 14ª temporada. Além da saída de Jerrika Hinton (a Dra. Stephanie Edwards), anteriormente anunciada, a série não trará de volta a novata Marika Dominczyk (Dra. Eliza Minnick, personagem introduzido na temporada passada) e outra veterana da atração. Segundo o site TV Line, a atriz Tessa Ferrer, que interpreta a Dra. Leah Murphy, não voltará na nova temporada. O site garante ter ouvido uma fonte influente da produção, que revelou não existirem planos para manter a atriz na série. Caso isso se confirme, será a segunda vez que Tessa Ferrar sai de “Grey’s Anatomy”. A personagem Leah Murphy foi introduzida na 9ª temporada junto com as novas residentes de cirurgia do Hospital Grey Sloan Memorial – Jo Wilson (Camilla Luddington) e Stephanie Edwards (Jerrika Hinton). Mas depois de ficar com Alex Karev (Justin Chambers) e Arizona (Jessica Capshaw), e demonstrar um comportamento obsessivo e pouco confiável, acabou demitida no final da 10ª temporada. Numa reviravolta, ela voltou a aparecer na temporada passada, participando de forma recorrente de seis episódios. Por sinal, seu retorno foi bastante comemorado pelos fãs da série. A 14ª temporada de “Grey’s Anatomy” estreia em 28 de setembro na rede americana ABC. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.
Star Wars: Episódio IX perde o diretor
Colin Trevorrow (“Jurassic World”) não é mais o diretor de “Star Wars: Episódio IX”, o filme que encerra a terceira trilogia espacial da Lucasfilm. O anúncio foi feito pelo estúdio nesta terça-feira (5/9). “Colin tem sido um colaborador maravilhoso ao longo do processo de desenvolvimento, mas todos chegamos à conclusão de que nossas visões para o projeto diferem. Desejamos o melhor para Colin e compartilharemos mais informações sobre o filme em breve”, disse a Lucasfilm em comunicado distribuído à imprensa. Ele é o terceiro diretor da franquia dispensado neste ano pela produtora. Em junho, Phil Lord e Chris Miller foram demitidos do spin-off que tem Han Solo como protagonista, e substituídos por Ron Howard. Mas até Gareth Edwards foi substituído, embora sem perder os créditos, durante refilmagens e pós-produção de “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016). O diretor e roteirista Tony Gilroy (“O Legado Bourne”) refez diversas cenas daquele filme. E não se pode esquecer de Josh Trank, que foi dispensado antes de iniciar qualquer trabalho, baseado apenas nos problemas de bastidores de “Quarteto Fantástico” (2015). Segundo o site The Hollywood Reporter, Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, tentou evitar ao máximo a saída de Trevorrow, pouco tempo após a demissão de Lord e Miller, mas o clima entre ela e o diretor do “Episódio IX” era insustentável. Ao final, adiou apenas o anúncio de sua decisão. O THR apurou que Trevorrow teria saído do filme em junho, mesmo mês da demissão de Lord e Miller, quando seu novo filme “The Book of Henry” fracassou nas bilheterias e foi destruído pela crítica norte-americana. A produção nem chegou ao Brasil. Trevorrow deveria escrever e dirigir “Star Wars: Episódio IX”, mas nenhuma das versões da história que ele apresentou agradaram Kathleen Kennedy, que no mês passado decidiu contratar um novo roteirista, o britânico Jack Thorne (“Extraordinário”). Isto teria sido a gota d’água para afastar o cineasta. “Star Wars: Episódio IX” ainda não tem previsão para começar a ser filmado, mas a estreia está marcada para 24 de maio de 2019. Já o próximo capítulo da saga espacial, “Star Wars: Os Últimos Jedi”, com roteiro e direção de Rian Johnson, estreia em 14 de dezembro no Brasil.
Pôster de Criminal Minds mostra como ficou a formação da equipe na 13ª temporada
A rede americana CBS divulgou o pôster promocional da 13ª temporada de “Criminal Minds”, que revela como ficou a nova formação da BAU, após tantas saídas, entradas e retornos. Em relação à equipe vista no primeiro episódio da temporada anterior, saíram os agentes Aaron Hotchner (Thomas Gibson, demitido por agressão no set) e Stephen Walker (Damon Gupton, que só participou da temporada anterior), retornou Emily Prentiss (Paget Brewster, após se afastar do elenco fixo em 2012) e ainda chega Matt Simmons (Daniel Henney), vindo diretamente do cancelado spin-off “Criminal Minds: Beyond Borders” O resto do elenco inclui os veteranos agentes David Rossi (Joe Mantegna), Penelope Garcia (Kirsten Vangsness), Jennifer Jareau (A.J. Cook), Spencer Reid (Matthew Gray Gubler) e os novatos Tara Lewis (Aisha Tyler) e Luke Alvez (Adam Rodriguez). A 13ª temporada de “Criminal Minds” estreia em 27 de setembro nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago AXN no Brasil.
Ron Howard descobre que droides não ouvem o diretor, nos bastidores do longa de Han Solo
Desde que assumiu a direção do longa de Han Solo, segundo spin-off da saga “Star Wars”, Ron Howard tem compartilhado diversos detalhes da produção em suas redes sociais, em contraste gritante ao clima de segredo que marcou o período filmado pela dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”), demitidos pela Lucasfilm após cinco meses de produção. Em novos posts em sua conta no Twitter, Howard divertiu seus seguidores revelando como os “droides são intratáveis” nos sets da produção. “Droides podem fazer a galáxia funcionar, mas descobri que eles nem sempre ouvem o diretor!”, comentou num post. Veja abaixo. Howard está filmando sem parar, já que, apesar da mudança de diretor, o longa ainda mantém sua previsão de estreia para maio de 2018. These droids can be so damn intractable. But we'll go until we get it right! #UntitledHanSoloMovie pic.twitter.com/tDR6EOW8pn — Ron Howard (@RealRonHoward) August 2, 2017 Droids help make the Galaxy go round but I find they don't always listen to the director!#UntitledHanSoloMovie pic.twitter.com/XSgvK4y4Dd — Ron Howard (@RealRonHoward) August 2, 2017
Emilia Clarke compartilha vídeo com Chewbecca nos bastidores do filme de Han Solo
Emilia Clarke postou um vídeo com Chewbacca, nos bastidores da produção do filme de Han Solo, para comemorar ter atingido 10 milhões de seguidores no Instagram. Quando ela conta esta notícia, Chewie fica emocional e o resultado é muito divertido. Confira abaixo. O intérprete de Chewbacca é Joonas Suotamo, que já tinha trabalhado como dublê de Peter Mayhew, o Chewbacca original, hoje com 73 anos, em “”Star Wars: O Despertar da Força” (2015). Ainda sem título, o filme de Han Solo também inclui em seu elenco Alden Ehrenreich (“Ave Cesar”) como o personagem título, Donald Glover (série “Atlanta”) como o jovem Lando Carlrissian, Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Michael Kenneth Williams (série “The Night Of”) e Thandie Newton (série “Westworld”), além de Warwick Davis (que ainda criança viveu o famoso ewok Wicket em “O Returno de Jedi”). Os bastidores da produção passaram por dias menos leves. Ron Howard assumiu a direção do filme de Han Solo há um mês, após a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm. O roteiro é de Lawrence Kasdan (“Star Wars: O Despertar da Força”) e de seu filho Jon Kasdan (“A Primeira Vez”). A previsão de estreia permanece, por enquanto, para maio de 2018. In a Instagram far far away……. ? (Or in pinewood backlot filming #untitledhansolomovie ) One CHEWBACCA (and one @emilia_clarke) wanted to THANK EACH AND EVERY ONE OF YOU 10 MILLION WONDERSTAR-INCREDIBLE DREAM MAKERS for following me!!! ?✌️♥️ Yup. Those dreamboats at @starwars said yes, this furry ball of joy could help me thank you personally… @joonassuotamo you are more than just a cute nose and lotta hair to me. #allhailthewookieofourdreams #behindthescenes #behindthelove ❤️??????????????❤️ Uma publicação compartilhada por @emilia_clarke em Jul 28, 2017 às 10:38 PDT
Dublador de Kermit, o sapo dos Muppets, é demitido pela Disney
Após 27 anos dando voz e personalidade para Kermit, o sapo dos Muppets, o manipulador de fantoches Steve Whitmire foi demitido pela Disney. Whitmire integrava o elenco de “Os Muppets” desde 1978, mas no começo do programa quem manipulava o sapo era o seu criador Jim Henson. Originalmente, Whitmore fazia a voz do rato Rizzo e outros Muppets de menor expressão, mas, após dublar a versão bebê de Kermit no filme “Os Muppets Conquistam Nova York” (1984), o próprio Henson se convenceu que ele era perfeito para assumir o papel, o que acabou acontecendo em 1990. “Para mim, ‘Os Muppets’ não era apenas um trabalho de uma carreira, nem mesmo uma paixão”, ele desabafou numa publicação em seu blog pessoal. “Eu nunca consideraria abandonar o Caco, porque isso seria abandonar a tarefa confiada a mim por Jim Henson, meu amigo, mentor e também meu herói.” Dizendo-se arrasado, ele contou como soube que seria demitido. “Em outubro de 2016 recebi uma ligação dos executivos dizendo que estavam reformulando o personagem”, escreveu. “Ofereci várias soluções. Queria olhar nos olhos e discutir antes que a decisão fosse tomada.” Whitmire ainda tinha esperanças de voltar ao papel. “Fiquei em silêncio nos últimos nove meses, na esperança de que a empresa Disney pudesse reverter sua decisão”, disse. Mas isso não vai acontecer. Um porta-voz da Disney disse em comunicado que “agradece a Steve por suas grandes contribuições como Caco e também para os Muppets”. Matt Vogel assumirá o comando e a voz do personagem. Sua primeira participação será no vídeo “Muppets Thought of the Week”, que será lançado já na próxima semana.











