Deadpool supreende, quebra recordes e lidera bilheteria nos EUA
A estreia de “Deadpool” antecipou o verão nos EUA. Com números de blockbuster, o primeiro filme de super-herói de 2016 faturou US$ 132 milhões em seu primeiro fim de semana na América do Norte. O valor chega a US$ 152 milhões nas projeções que incluem o feriado de segunda-feira (15/2), em que se comemora o Dia do Presidente nos EUA. O valor é recorde entre todos os lançamentos de fevereiro nos EUA, superando com folga os US$ 85 milhões conquistados por “Cinquenta Tons de Cinza” no mesmo período do ano passado. Mas, principalmente, é a maior estreia de todos os tempos para um filme classificado com censura “R” (impróprio para menores de 17 anos). O sucesso pegou de surpresa a própria 20th Century Fox, que, após relutar muito com a ideia de lançar um filme de super-heróis para maiores, foi convencida de que o público aceitaria o projeto e deu liberdade para o time criativo da produção, encabeçado pelo ator-produtor Ryan Reynolds e o diretor estreante Tim Miller. Reynolds vestiu não só a camisa, mas o uniforme completo, fazendo uma verdadeira blitz de marketing (provavelmente passou mais tempo gravando vídeos de divulgação do que propriamente filmando o longa). Só na reta final o estúdio passou a considerar que a loucura daria certo, estimando uma abertura na casa dos US$ 65 milhões. Ninguém esperava que rendesse o dobro. Ou que seu êxito repercutisse no mercado internacional – foram mais US$ 120 milhões no exterior. Vale observar que o estúdio não quis investir muito na produção. Mas graças ao “baixo” orçamento de US$ 58 milhões, também considerou que não perderia muito com seu humor insano, repleto de palavrões, sexo e ultraviolência, deixando Reynolds à vontade, numa atitude bem diferente dos relatos associados aos bastidores de “Quarteto Fantástico”, que teria sofrido intervenção. A lição, aparentemente, foi aprendida. Agora, é ver qual o legado “Deadpool” deixará, além da encomenda confirmada de sua continuação. Afinal, até então, todos os filmes de super-heróis da Marvel foram lançados com censura “PG-13”, para maiores de 13 anos. “Deadpool” inaugura uma nova era. O mais importante é que o público adorou. A nota da pesquisa do CinemaScore foi A, a máxima. Até a crítica aplaudiu, com 85% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Bem ao contrário do que aconteceu com as outras duas estreias amplas da semana norte-americana. Os lançamentos das comédias “Como Ser Solteira” e “Zoolander 2” ficaram muito abaixo das pretensões de seus estúdios. O besteirol que junta Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) e Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”) fez US$ 18,7 milhões, abrindo em 3º lugar, abaixo da animação “Kung Fu Panda 3”. Mas a grande decepção ficou por conta de “Zoolander 2”, que contou com quase tanto marketing quanto “Deadpool”. Com US$ 15,6 milhões, o filme de Ben Stiller (“A Vida Secreta de Walter Mitty”) não passou do 4º lugar, além de acumular as piores avaliações de público (C+) e crítica (23%) da semana. Em relação à semana passada, o que mais chama atenção é a queda de “Orgulho e Preconceito e Zumbis”, que após dez dias nem aparece mais no Top 10, desabando para o 13º lugar. Segurando-se em 8º lugar, “A Escolha” também não tem muito a comemorar, demonstrando o pior desempenho de uma adaptação dos livros melosos de Nicholas Sparks. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Deadpool Fim de semana: US$ 132 milhões Total EUA: US$ 152 milhões Total Mundo: US$ 284 milhões 2. Kung Fu Panda 3 Fim de semana: US$ 19,6 milhões Total EUA: US$ 93,9 milhões Total Mundo: US$ 225,3 milhões 3. Como Ser Solteira Fim de semana: US$ 18,7 milhões Total EUA: US$ 18,7 milhões Total Mundo: US$ 26,8 milhões 4. Zoolander 2 Fim de semana: US$ 15,6 milhões Total EUA: US$ 15,6 milhões Total Mundo: US$ 24,1 bilhões 5. O Regresso Fim de semana: US$ 6,9 milhões Total EUA: US$ 159,1 milhões Total Mundo: US$ 340,1 milhões 6. Ave, César Fim de semana: US$ 6,5 milhões Total EUA: US$ 21,3 milhão Total Mundo: US$ 21,3 milhão 7. Star Wars: O Despertar da Força Fim de semana: US$ 6,1 milhões Total EUA: US$ 914,8 milhões Total Mundo: US$ 2 bilhões 8. A Escolha Fim de semana: US$ 5,2 milhões Total EUA: US$ 13,2 milhões Total Mundo: US$ 13,2 milhões 9. Policial em Apuros 2 Fim de semana: US$ 4,1 milhões Total EUA: US$ 82,6 milhões Total Mundo: US$ 108,2 milhões 10. Boneco do Mal Fim de semana: US$ 2,9 milhões Total EUA: US$ 30,7 milhões Total Mundo: US$ 30,7 milhões
Hilário e irresponsável, Deadpool é o filme de super-herói que a Disney jamais faria
Lá nos idos de 2008, a Marvel apresentou, com “Homem de Ferro”, uma fórmula de muita cor e humor em contraposição ao sombrio mundo do Batman e X-Men, e que acabou se tornando a regra do sucesso em termos de filmes de super-herói. E se “Guardiões da Galáxia” (2014) elevou o humor despretensioso à categoria da zoeira sem limites, “Deadpool” leva a fórmula audaciosamente onde a Disney jamais esteve (e dificilmente estará algum dia). A adaptação do herói criado em 1991 por Fabian Nicieza e Rob Liefeld é a evolução natural da fórmula Marvel (apesar da produção ser da Fox, o personagem nos quadrinhos é da Marvel e seu filme só existe como resposta às produções da Marvel): muita ação, muito humor, personagens principais que não se machucam de verdade e… sangue, decapitação, nudez, palavrões, sexo, piadas de humor duvidoso, drogas e rock’n’roll – e um pouco de Wham!. A estreia em longas do diretor Tim Miller capta muito bem as origens do anti-herói criado numa época em que o que parecia importar mais nos quadrinhos era o estilo acima do conteúdo: a história de Wade Wilson e como ele se torna Deadpool está lá apenas como base para o filme abusar da metalinguagem com muito bom humor. Ryan Reynolds se redime de “Lanterna Verde” (2013), “Blade 3” (2004), “X-Men Origens: Wolverine” (2009) e todas aquelas suas comédias românticas (acredite, há referências a tudo isso) carregando o filme com carisma e sabendo rir de si mesmo e de sua situação enquanto astro de um filme de quadrinhos. A Fox parece ter colocado dois X-Men na história apenas para garantir uma marca conhecida em uma produção de um personagem pouco conhecido. Não era necessário: Deadpool é o dono da cena e o filme só perde com a entrada dos outros mutantes. O personagem é tão alucinado – uma espécie de Pernalonga para maiores – que causa um estranhamento quando vemos a “Escola Xavier para Jovens” e lembramos que ele deve estar no mesmo universo sombrio dos X-Men. Sua presença neste mundo só funciona porque Wade Wilson tem consciência de estar em um filme e, desta forma, assume a fantasia de que nada precisa fazer muito sentido nesta trama ficcional. É uma estratégia que vem dos quadrinhos do personagem e funciona muito bem na tela do cinema. Embora o clímax decepcione ao se entregar a tudo aquilo que o filme parecia criticar (muitos personagens poderosos, explosões grandiosas) e perca um pouco do ritmo que vinha sendo mantido até então, “Deadpool” se destaca pela originalidade, como uma alternativa bem-vinda ao padronizado universo da Marvel no cinema. É a produção certa no momento certo: um filme de quadrinhos que é como se fosse um meme sobre filmes de quadrinhos. É a zoeira das redes sociais com milhões de dólares de orçamento. Com a boca suja de comentaristas de internet, atitude de youtuber e irresponsabilidade de alguns provedores de conteúdo online, Deadpool é o herói que a atual geração tanto aguardava para idolatrar. E também é divertido pra caramba.
Deadpool é a maior estreia da semana, que ainda inclui mais dois candidatos ao Oscar
O filme do super-herói “Deadpool” é a principal estreia da semana. Apesar do perfil de blockbuster, o lançamento em fevereiro assume que não se trata de um título típico do verão americano. Exibido com classificação etária para 16 anos no Brasil (mais baixa que o “R” obtido nos EUA), “Deadpool” subverte a fórmula dos super-heróis com um personagem que conversa com o público, fala palavrões, manifesta-se com violência e se porta de forma imprópria para menores. O resultado é ainda mais divertido que o primeiro “Kick-Ass” (2010), o filme que inaugurou esse filão de comédia ultraviolenta com heróis de quadrinhos, com uma diferença crucial: trata-se de uma criação da Marvel! A outra estreia ampla da semana também apela, com resultado diverso. “Um Suburbano Sortudo” é um teste de profundidade para o baixo nível nacional. Um verdadeiro marco histórico, repleto de clichês, caricaturas e piadas de duplo sentido, estrelado por Rodrigo Sant’anna, um humorista de TV que gosta de fazer piada montado como travesti/drag queen/mulher, mas que o roteiro insiste em juntar com a mocinha da história (Carol Castro, a bonitinha dos filmes ruins). A nova comédia brasileira vem da mesma fábrica de “Até que a Sorte nos Separe”: o diretor Roberto Santucci. Por sinal, onde foi mesmo que vimos, recentemente, um pobretão ficar inesperadamente milionário? Já o universo suburbano é o mesmo da série “Os Suburbanos”, estrelada pelo próprio Sant’anna. Até os saudosos filmes dos Trapalhões eram mais criativos. A transexualidade não é motivo de piada em “A Garota Dinamarquesa”, um dos dois filmes indicados ao Oscar que entram em cartaz. História do primeiro homem a realizar uma cirurgia bem-sucedida de troca de sexo, traz Eddie Redmayne, vencedor do Oscar do ano passado por “A Teoria de Tudo”, no papel principal. Mas quem rouba a cena é a sueca Alicia Vikander, favorita ao Oscar de Atriz Coadjuvante, como a esposa incentivadora do pioneiro transexual. Ela já venceu o prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA (SAG Awards). Também na disputa do Oscar, “Brooklyn” é um romance mais convencional, passado numa época em que os imigrantes eram bem-vindos nos EUA. Roteirizado pelo escritor Nick Hornby, conta a história de uma jovem irlandesa, vivida por Saoirse Ronan, que viaja para Nova York, onde começa uma nova vida e se apaixona, até se ver forçada a retornar para a Irlanda, onde também encontra motivos para ficar. Pelo papel de mulher dividida, Soairse Ronan repetiu Jodie Foster, tornando-se uma das poucas atrizes-mirins indicadas para um Oscar, no começo de suas carreiras, a confirmarem seu talento com nova nomeação. Ela disputou a estatueta pela primeira vez aos 13 anos de idade, por “Desejo e Reparação” (2007). Completam a programação dois lançamentos invisíveis, o islandês “A Ovelha Negra”, de Grímur Hákonarson, vencedor da mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes do ano passado, e o espanhol “História da Minha Morte”, de Albert Serra, vencedor do Festival de Locarno em 2013. O primeiro conta a história de dois irmãos num vale remoto, que precisam superar o ódio que sentem um pelo outro para salvarem seus rebanhos de agentes da vigilância sanitária, cujo tratamento para o surto de uma doença animal é o extermínio. Já o segundo mostra o improvável encontro entre Casanova e Drácula, registrado em idioma catalão e com uma fotografia que parece pintura, especialmente as obras de Caravaggio, mas seu ritmo é dolorosamente arrastado e os atores não são profissionais. Cada filme estará disponível em apenas três salas em todo o país. Estreias de cinema nos shoppings Estreias em circuito limitado
Roteiristas já começam a trabalhar na sequência de Deadpool
A 20th Century Fox levou em conta as projeções do mercado para a estreia de “Deadpool” e já deu sinal verde para a continuação do filme. Os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick, que assinam o longa, receberam a missão de escrever a sequência, informaram fontes do estúdio ao site The Hollywood Reporter. “Deadpool”, que estreia nesta semana, alimenta uma expectativa de arrecadação entre US$ 65 e US$ 70 milhões em seu primeiro fim de semana nos EUA. Com orçamento estimado em US$ 50 milhões, o filme é considerado uma produção barata para os moldes de Hollywood, mas provavelmente dobrou seus custos com um investimento maciço em publicidade. Poucas vezes se viu um marketing tão agressivo e com tanto engajamento de um ator – Ryan Reynolds parece ter gasto mais tempo com publicidade do que nas filmagens do longa. Tim Miller, diretor de “Deadpool”, ainda não está confirmado no novo filme, mas a intenção da Fox é manter o mesmo time criativo. Claro, tudo isso pode mudar se as projeções não se confirmarem e “Deadpool” fracassar nas bilheterias. No Brasil, a estreia está marcada para esta quinta (11/2).
Deadpool: Novo comercial lembra que a estreia do filme é nesta semana
A 20th Century Fox divulgou um novo comercial de “Deadpool” durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano e maior audiência do ano). A curta prévia mostra algumas cenas de ação, que envolvem praticamente todos os personagens da trama, e lembra que o filme já estreia esta semana. Como a Fox do Brasil preferiu emendar o feriado do Carnaval, não há versão legendada. Mas antes de cair na folia, a sucursal brasileira postou um dos diversos comerciais recentes do herói com legendas amarelonas, que também pode ser conferido abaixo. Estrelado por Ryan Reynolds, que retoma seu personagem de “X-Men Origens: Wolverine” (2009), o filme tem roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick (ambos de “G.I. Joe: Retaliação” e “Zumbilândia”), direção do estreante Tim Miller, e estreia na quinta (11/2) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Deadpool ganha classificação etária para 16 anos no Brasil
O filme “Deadpool”, que estreia no próximo dia 11 de fevereiro, recebeu classificação indicativa de 16 anos no Brasil. É o primeiro lançamento de um super-herói da Marvel com “censura” tão elevada no país. Nos Estados Unidos, a restrição foi ainda maior. O longa recebeu classificação “R”, que só permite menores de 17 anos acompanhados por pais ou adulto responsável. Entretanto, esta não é a classificação mais elevada que uma adaptação de quadrinhos de super-heróis já recebeu no Brasil. Também lançado como “R” nos EUA, “Kick-Ass” (2010) foi exibido para maiores de 18 anos no país. Curiosamente, ambos os filmes trazem o mesmo tipo de abordagem, voltada ao humor negro, com muita violência. No caso de “Deadpool” são citados ainda nudez e cenas de sexo como motivos para a classificação. Estrelado por Ryan Reynolds, que já viveu o personagem em “X-Men Origens: Wolverine” (censura 14 anos), o filme ainda inclui o X-Men Colossus em sua trama. O roteiro é da dupla Rhett Reese e Paul Wernick (“Zumbilândia”) e direção ficou a cargo do estreante Tim Miller.
Deadpool: Cena do filme mostra grosseria até em romance
A 20th Century Fox divulgou uma nova foto e uma cena de “Deadpool”, que mostram o personagem antes de sua transformação física. Com clima romântico, a imagem traz Ryan Reynolds (“Lanterna Verde”) pedindo Morena Baccarin (série “Gotham”) em casamento. Mas, como a cena revela, ambos estão na cama e o ator não tem onde esconder o anel do pedido em nenhum lugar, a não ser onde a própria Baccarin parece imaginar. Irk! Sob direção do estreante Tim Miller, o filme vai mostrar a origem do anti-herói, com estreia marcada para 11 de fevereiro.
Deadpool avacalha Wolverine em novo vídeo para promover seu filme
A 20th Century Fox divulgou um novo vídeo de palhaçadas de Deadpool. Usando como pretexto desejar um feliz Dia da Austrália, o ator fantasiado Ryan Reynolds aproveita para avacalhar o filme “X-Men Origens: Wolverine” (2009), do qual participou. “Vocês nos deram o Wolverine e, por isso, eu não posso perdoá-los. Eu não tenho problemas com Hugh [Jackman], ele é um cara agradável. Uma verdadeira lenda. Mas o filme [X-Men Origens: Wolverine], foi um ponto baixo na minha carreira. Vocês entendem?!” Para quem não lembra, o filme-solo não será a primeira aparição do Deadpool, que estreou no cinema no longa de 2009, também interpretado por Ryan Reynolds. Sob a direção do estreante Tim Miller, o filme solo vai mostrar a origem do anti-herói, com estreia marcada para 11 de fevereiro.
Deadpool é proibido na China
O filme “Deadpool” foi proibido na China. Segundo o site The Hollywood Reporter, a produção da 20th Century Fox foi reprovada pelo órgão de censura chinês por ter “excesso de violência, nudez e linguagem imprópria”. O estúdio ainda não se pronunciou sobre o assunto, mas pode efetuar novos cortes e submeter o longa para uma nova avaliação. A decisão pode atingir em cheio a expectativa de bilheterias para o filme, já que a China representa o segundo maior mercado cinematográfico. Nos Estados Unidos, o filme ganhou a classificação de “R-Rated”, ou seja, menores de 17 anos precisam entrar acompanhados dos pais ou de algum adulto responsável. No Brasil, “Deadpool” ganhou censura 18 anos. Embora os fãs do personagem estivessem torcendo por um filme mais violento que o esperado entre as produções de super-heróis, compromisso assumido pelo ator Ryan Reynolds ao ser escalado no papel principal, começa a surgir um movimento entre os leitores mais jovens de quadrinhos a favor de cortes para buscar uma classificação mais branda. Uma petição criada pela Youtubber Grace Randolph pede que o filme, inclusive, fique acessível para adolescentes de 13 anos. O roteiro foi escrito por Rhett Reese e Paul Wernick (ambos de “G.I. Joe: Retaliação” e “Zumbilândia”) e a direção está a cargo de Tim Miller, técnico de efeitos especiais que faz a sua estreia na direção, após convencer a 20th Century Fox com um vídeo teste. A estreia acontece em 11 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Deadpool: Ryan Reynolds faz palhaçadas em novos comerciais e pôsteres
A 20th Century Fox divulgou seis novos pôsteres e dois comerciais de “Deadpool”, que destacam as palhaçadas e a tagarelice de Ryan Reynolds (“Lanterna Verde”), intérprete do protagonista. O filme vai mostrar a origem do mutante tagarela e trará dois integrantes do universo dos X-Men, a estreante Brianna Hildebrand, no papel de Negasonic Teenage Warhead, e Andre Tricoteux, que dá movimentos aos efeitos visuais do super-herói Colossus. O elenco também inclui Morena Baccarin (série “Gotham”), T.J. Miller (série “Silicon Valley”), Gina Carano (“Velozes & Furiosos 6”) e Ed Skrein (“Carga Explosiva: O Legado”). O roteiro foi escrito por Rhett Reese e Paul Wernick (ambos de “G.I. Joe: Retaliação” e “Zumbilândia”) e a direção está a cargo de Tim Miller, técnico de efeitos especiais que faz a sua estreia na direção, após convencer a 20th Century Fox com um vídeo teste. “Deadpool” estreia em 11 de fevereiro de 2016 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Deadpool apresenta seu novo comercial como uma “história de amor”
A 20th Century Fox divulgou um novo comercial de “Deadpool”, em que o herói apresenta a prévia como uma “história de amor”. O problema é que a garota (Morena Baccarin, da série “Gotham”) é raptada e o garoto (Ryan Reynolds, retomando o personagem de “X-Men Origens: Wolverine”) precisa virar um super-herói para salvá-la. O elenco também inclui T.J. Miller (série “Silicon Valley”), Ed Skrein (“Carga Explosiva: O Legado”), Carano (“Velozes & Furiosos 6”) e a novata Brianna Hildebrand. O roteiro foi escrito por Rhett Reese e Paul Wernick (ambos de “G.I. Joe: Retaliação” e “Zumbilândia”) e a direção está a cargo de Tim Miller, técnico de efeitos especiais que faz a sua estreia na direção, após convencer a 20th Century Fox com um vídeo teste. “Deadpool” estreia em 11 de fevereiro de 2016 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Intérpretes do universo de super-heróis mutantes se reúnem em foto “histórica”
Com o superpoder do Photoshop, a revista Empire conseguiu reunir os elencos dos próximos filmes do universo fatiado da Marvel: os mutantes da 20th Century Fox. Mas a sessão original dessa fotografia tem uma historinha de bastidores. O clique oficial aconteceu durante a Comic-Con de 2015, em San Diego, e a primeira imagem surgiu em outra publicação, a Entertainment Weekly, trazendo, em vez dos mutantes mais obscuros de “Deadpool”, o bem conhecido “Quarteto Fantástico”. Compare as duas imagens abaixo. Depois da Comic-Con, “Quarteto Fantástico” revelou-se um fiasco e teve o projeto de sua continuação cancelada. Por isso, a Mulher-Invisível tratou de mostrar seus super-poderes na segunda foto. No lugar do quarteto sumido, entraram os mutantes “lado B” de “Deadpool”. Com a mudança, a imagem agora sugere um universo expandido dos “X-Men”, reunindo apenas intérpretes dos filmes relacionados à franquia principal. São eles (da esquerda para a direita): T.J. Miller (Fuinha em “Deadpool”), James McAvoy (Professor Xavier em “X-Men: Apocalipse”), Michael Fassbender (Magneto em “X-Men: Apocalipse”); Channing Tatum (Gambit no filme-solo “Gambit”), Ed Skrein (Ajax em “Deadpool”), Gina Carano (Angel Dust em “Deadpool”), Jennifer Lawrence (Mística em “X-Men: Apocalipse”), Hugh Jackman (Wolverine em “Wolverine 3”), Ryan Reynolds (Deadpool em “Deadpool”), Brianna Hildebrand (Negasonic Teenage Warhead em “Deadpool”), Oscar Isaac (Apocalipse em “X-Men: Apocalipse”), Evan Peters (Mercúrio em “X-Men: Apocalipse”), Nicholas Hoult (Fera em “X-Men: Apocalipse”) e Olivia Munn (Psylocke em “X-Men: Apocalipse”). “Deadpool” será o primeiro a chegar aos cinemas, em 12 de fevereiro. Depois é a vez de “X-Men: Apocalipse”, em 27 de maio, seguido por “Wolverine 3”, em 3 março de 2017. Apenas o filme solo de “Gambit” não tem data de lançamento confirmada, apesar do IMDb manter a antiga previsão de outubro de 2016. Imaginem, o filme trocou de diretor e ainda nem entrou em pré-produção!
Deadpool: Ryan Reynolds aparece uniformizado em novas fotos
Depois da revista Entertainment Weekly, é a vez da Empire divulgar novas fotos de “Deadpool”, com Ryan Reynolds uniformizado. Ele aparece ao lado de Brianna Hildebrand, no papel de Negasonic Teenage Warhead, e Andre Tricoteux, que dá movimentos aos efeitos visuais do super-herói Colossus. Uma das imagens ainda mostra Gina Carano (“Velozes & Furiosos 6”) abatida, durante uma briga. O elenco também inclui Morena Baccarin (série “Gotham”), T.J. Miller (série “Silicon Valley”) e Ed Skrein (“Carga Explosiva: O Legado”). O roteiro foi escrito por Rhett Reese e Paul Wernick (ambos de “G.I. Joe: Retaliação” e “Zumbilândia”) e a direção está a cargo de Tim Miller, técnico de efeitos especiais que faz a sua estreia na direção, após convencer a 20th Century Fox com um vídeo teste. “Deadpool” estreia em 11 de fevereiro de 2016 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.







