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  • Filme

    O Matador: Veja o trailer do primeiro filme brasileiro da Netflix

    28 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de seu primeiro filme brasileiro, intitulado “O Matador”. A prévia localiza a trama no sertão e sugere o clima de faroeste caboclo da produção, com muita ação e tiroteios. Escrito e dirigido por Marcelo Galvão (“A Despedida”), o filme se passa no sertão pernambucano nas décadas de 1910 e 1940, e conta a história de Cabeleira (Diogo Morgado, “O Filho de Deus”), que foi abandonado ainda bebê e criado por um cangaceiro chamado Sete Orelhas (Deto Montenegro, de “A Despedida”). Quando Sete Orelhas desaparece, ele vai a sua procura e acaba encontrando uma cidade sem lei, governada pelo tirânico Monsieur Blanchard (Etienne Chicot, de “O Código Da Vinci”), um francês que domina o mercado de pedras preciosas e anteriormente empregava Sete Orelhas como seu matador. O elenco ainda inclui Mel Lisboa (“Os Dez Mandamentos”), Marat Descartes (“Quando Eu Era Vivo”), Nill Marcondes (“A Frente Fria que a Chuva Traz”), Daniela Galli (“Meu Amigo Hindu”), Thogun (“O Escaravelho do Diabo”), Igor Cotrim (“Elvis & Madona”) e a portuguesa Maria de Medeiros (“Pasolini”), entre outros. “O Matador” teve première no Festival de Gramado, onde recebeu os Kikitos de Melhor Fotografia e Música, e estreia na Netflix em 10 de novembro.

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  • Filme

    O Matador: Veja o teaser do primeiro filme brasileiro da Netflix

    24 de julho de 2017 /

    A Netflix divulgou o teaser de seu primeiro filme brasileiro, intitulado “O Matador”. A prévia localiza a trama no sertão e sugere o clima de faroeste caboclo da produção, com muita ação e tiroteios, enquanto o narrador explica que Cabeleira (Diogo Morgado, “O Filho de Deus”) foi o maior matador que já existiu, “o matador dos matadores”. Escrito e dirigido por Marcelo Galvão (“A Despedida”), o filme se passa no sertão pernambucano nas décadas de 1910 e 1940, e conta a história de Cabeleira, que foi abandonado ainda bebê e criado por um cangaceiro local chamado Sete Orelhas (Deto Montenegro, de “A Despedida”). Quando Sete Orelhas desaparece, ele vai a sua procura e acaba encontrando uma cidade sem lei, governada pelo tirânico Monsieur Blanchard (Etienne Chicot, de “O Código Da Vinci”), um francês que domina o mercado de pedras preciosas e anteriormente empregava Sete Orelhas como seu matador. O elenco ainda inclui Mel Lisboa (“Os Dez Mandamentos”), Marat Descartes (“Quando Eu Era Vivo”), Nill Marcondes (“A Frente Fria que a Chuva Traz”), Daniela Galli (“Meu Amigo Hindu”), Thogun (“O Escaravelho do Diabo”), Igor Cotrim (“Elvis & Madona”) e a portuguesa Maria de Medeiros (“Pasolini”), entre outros. “O Matador” terá première no Festival de Gramado, que acontece de 17 e 26 de agosto, e vai disputar os prêmios principais da mostra competitiva. Já a data de estreia na Netflix ainda não foi definida.

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    Primeiro filme brasileiro da Netflix vai concorrer no Festival de Gramado

    11 de julho de 2017 /

    O Festival de Gramado vai repetir no Brasil a polêmica que marcou o Festival de Cannes deste ano. O primeiro filme nacional produzido pela Netflix para exibição em streaming entrou na seleção do evento. “O Matador”, de Marcelo Galvão, está entre os sete filmes da competição do evento, que acontece de 17 e 26 de agosto. Há dois meses, duas produções da Netflix (“Okja” e “The Meyerowitz Stories”) foram selecionadas para a competição principal de Cannes, provocando a ira dos exibidores franceses e o descontentamento de alguns profissionais da indústria. A repercussão foi tanta que provocou mudanças nas regras da mostra francesa: a partir do ano que vem, somente filmes que forem estrear nos cinemas poderão concorrer à Palma de Ouro. Será curioso ver que repercussão o caso de “O Matador” terá no Brasil, já que os exibidores nacionais não são conhecidos por privilegiarem dramas brasileiros na ocupação de suas telas. O pioneiro filme de Marcelo Galvão será lançado na Netflix no final do ano e não tem previsão de estreia nos cinemas. Faroeste caboclo ambientado no sertão pernambucano nas décadas de 1910 e 1940, “O Matador” conta a história de Cabeleira (Diogo Morgado), que foi abandonado ainda bebê e criado por um cangaceiro local chamado Sete Orelhas (Deto Montenegro). Quando Sete Orelhas desaparece, ele vai a sua procura e acaba encontrando uma cidade sem lei, governada pelo tirânico Monsieur Blanchard (Etienne Chicot), um francês que domina o mercado de pedras preciosas e anteriormente empregava Sete Orelhas como seu matador. O filme foi escrito e dirigido por Marcelo Galvão, que costuma ser premiado em Gramado: “Colegas” venceu Melhor Filme em 2012 e “A Despedida” lhe rendeu o Kikito de Melhor Diretor em 2014. Os outros seis longas que vão disputar Kikitos são “A Fera na Selva”, segundo longa dirigido pelo ator Paulo Betti (após “Cafundó”, em 2005), desta vez em parceria com a também atriz Eliane Giardini e o veterano cinematógrafo Lauro Escorel (“A Suprema Felicidade”); “As Duas Irenes”, primeiro longa do paulista Fábio Meira; “Bio”, do cineasta gaúcho Carlos Gerbase (“Menos que Nada”); “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky (“As Melhores Coisas do Mundo”); “Não Devore Meu Coração!”, de Felipe Bragança (“A Alegria”); e “Pela Janela”, primeiro longa de Caroline Leone (editora de “Vermelho Russo”) numa coprodução com a Argentina. Todos os filmes terão sua première nacional em Gramado, mas “As Duas Irenes”, “Como Nossos Pais” e “Não Devore Meu Coração!” já foram exibidos no Festival de Berlim 2017 e em outros eventos internacionais. “As Duas Irenes”, inclusive, foi premiado como Melhor Filme de Estreia e Melhor Direção de Fotografia no Festival de Guadalajara, no México, enquanto “Como Nossos Pais” venceu o Festival de Cinema Brasileiro de Paris. Trata-se de uma ótima seleção, mas, como tem sido regra nos festivais brasileiros, bastante enxuta. Apesar do prestígio que acompanha Gramado, são enormes as chances de todos os filmes saírem premiados, já que há apenas sete obras em competição – o que diminui a importância do prêmio. Nisto, Gramado se mostra bem diferente de Cannes, que reúne mais de 20 longas na disputa pela Palma de Ouro – o que realmente dá outra representatividade ao troféu. Para não ir tão longe, o último Festival do Rio juntou 14 longas, entre obras de ficção e documentários, em sua mostra competitiva principal – e mais seis, um Festival de Brasília inteiro, numa mostra paralela de filmes autorais.

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    Netflix anuncia a produção de seu primeiro filme brasileiro

    5 de agosto de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix anunciou que produzirá seu primeiro filme brasileiro. Trata-se do faroeste caboclo “O Matador”, dirigido por Marcelo Galvão, responsável por “Colegas” (2012) e “A Despedida” (2014), ambos premiados no Festival de Gramado. A trama se passa entre 1910 e 1940 e acompanha o frio assassino Cabeleira (o português Diogo Morgado, de “O Filho de Deus”). Nascido no sertão do Pernambuco, ele foi criado por um cangaceiro da região, Sete Orelhas (Deto Montenegro, de “Colegas”), com quem perdeu o contato. Já adulto, ele se muda para a cidade grande para descobrir o paradeiro dele, mas acaba batendo de frente com o temido Monsieur Blanchard (Etienne Chicot, de “O Código Da Vinci”), um ganancioso francês que chefia o mercado de pedras preciosas e já teve Sete Orelhas como “guarda pessoal” e matador de aluguel. O elenco inclui ainda Marat Descartes (“Trabalhar Cansa”), Nill Marcondes (“(A Frente Fria que a Chuva Traz”), Mel Lisboa (“O Casamento de Romeu e Julieta”), Daniela Galli (“Meu Amigo Hindu”), Thogun (“O Escaravelho do Diabo”), Igor Cotrim (“Elvis & Madona”), a portuguesa Maria de Medeiros (“Pulp Fiction”) e o norte-americano Will Roberts. “’O Matador’ é uma ótima adição à nossa estratégia de programação, com uma história que vai cruzar fronteiras e encontrar uma audiência global, já que combina uma narrativa única com um elenco multinacional”, afirmou o Chief Content Officer da Netflix, Ted Sarandos, em comunicado. “Nós continuamos investindo em talento local e esse filme é a nossa mais nova adição ao diverso conteúdo original filmado no Brasil”. A produção também será distribuída em outros países no catálogo do Netflix. “Como cineasta, essa é uma oportunidade única; a Netflix me deu uma liberdade criativa sem precedentes, além de uma plataforma global que vai permitir que a minha história seja contada para pessoas ao redor do mundo ao mesmo tempo”, disse Marcelo Galvão. As filmagens começam ainda em agosto, mas não há previsão de estreia.

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