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  • Filme

    Johnny Depp enfrenta fantasmas no novo trailer de Ebenezer

    1 de outubro de 2026 /

    Prévia amplia o tom sobrenatural da adaptação de “Um Conto de Natal” e apresenta os espíritos que assombram Scrooge

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  • Filme

    Jon Watts assume novo Star Wars na retomada da saga Skywalker

    27 de setembro de 2026 /

    Diretor da trilogia de Homem-Aranha com Tom Holland comandará filme do roteirista dos X-Men, com Rey prevista no projeto

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  • Filme

    Roteirista de “O Ultimato Bourne” assume filme de “Star Wars” centrado em Rey

    25 de janeiro de 2025 /

    George Nolfi escreverá uma nova versão do roteiro da continuação de "A Ascensão Skywalker"

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  • Filme

    Estrela de “Star Wars” revela diagnóstico de doença autoimune

    6 de agosto de 2024 /

    Daisy Ridley compartilha luta contra a Doença de Graves e mudanças de estilo de vida

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  • Filme

    Bilheteria | “As Marvels” marca pior estreia da Marvel nos EUA

    12 de novembro de 2023 /

    “As Marvels” passou longe de ser uma maravilha nas bilheterias dos EUA e Canadá. Em sua estreia neste fim de semana, o filme que juntou três heroínas do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) arrecadou penas US$ 47 milhões. Trata-se da pior abertura doméstica de uma produção do Marvel Studios em todos os tempos, num contraste notável com o sucesso estrondoso que o estúdio desfrutava até o ano passado. Enquanto a era de ouro do MCU costumava render estreias com mais de US$ 100 milhões nos EUA, “As Marvels” precisou de todo o mercado internacional para atingir a marca, somando mais US$ 63,3 milhões de 51 territórios. Ao todo, o filme orçado em US$ 200 milhões arrecadou US$ 110,3 milhões globalmente em seus primeiros dias de exibição. Antes de “As Marvels”, a pior abertura doméstica do MCU tinha sido “O Incrível Hulk” (US$ 55,4 milhões) em 2008, seguido por “Homem-Formiga” (US$ 57,2 milhões) em 2015. “As Marvels” conseguiu ter pior desempenho, destacando-se com um recorde negativo entre os 33 filmes do MCU. A greve dos atores dos EUA teve um papel significativo na limitação da promoção do filme, impedindo o elenco, incluindo Brie Larson, de participarem ativamente da divulgação. Mas as críticas não ajudaram. O longa dividiu opiniões e atingiu apenas 62% de aprovação no Rotten Tomatoes, e isso graças à resenhas positivas de blogueiros geeks. Entre os chamados críticos top (grande imprensa), a avaliação não passou dos 43%. Para completar, o público também igualou a produção aos piores títulos do MCU ao lhe dar nota B no CinemaScore (pesquisa feita na saída dos cinemas dos EUA), a mesma obtida por “Os Eternos” e “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”. Agora, o estúdio deve rever sua abordagem para evitar desastres maiores. Na sexta (10/11), dia da estreia do filme nos EUA, a Disney já tinha anunciado o adiamento de várias produções da Marvel, deixando apenas um lançamento do estúdio para o próximo ano: “Deadpool 3”.   O resto do Top 5 Entre os demais filmes em cartaz, a adaptação do vídeogame “Five Nights at Freddy’s” manteve uma presença forte nas bilheterias. Em seu terceiro fim de semana, o terror arrecadou US$ 9 milhões de 3.624 cinemas, elevando seu total doméstico para US$ 127,2 milhões e o total global para US$ 251,9 milhões. Em 3º lugar, “Taylor Swift: Eras Tour” continuou a atrair os fãs da cantora. O documentário arrecadou aproximadamente US$ 6 milhões de 2.848 locais, acumulando quase US$ 173 milhões só nos EUA e US$ 240,9 milhões mundiais. A cinebiografia “Priscilla”, de Sofia Coppola, atingiu o 4º lugar com a ampliação de seu circuito, faturando US$ 4,8 milhões em 2.361 cinemas. Seu total doméstico é de US$ 12,7 milhões. Inédito no Brasil, o filme que rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Cailee Spaeny no Festival de Veneza só vai chegar por aqui em 4 de janeiro. O Top 5 se completa com “Assassinos da Lua das Flores”, de Martin Scorsese, que arrecadou mais US$ 4,7 milhões de 3.357 cinemas, totalizando US$ 60 milhões na América do Norte e US$ $137,1 milhões no mundo todo.   Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana.   1 | AS MARVELS   2 | FIVE NIGHTS AT FREDDY’S – O PESADELO SEM FIM   3 | TAYLOR SWIFT: THE ERAS TOUR   4 | PRISCILLA   5 | ASSASSINOS DA LUA DAS FLORES

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  • Filme

    Bilheteria | “Five Nights at Freddy’s” mantém liderança nos EUA

    5 de novembro de 2023 /

    O terror sem sangue “Five Nights at Freddy’s” manteve a liderança das bilheterias nos EUA pela segunda semana consecutiva, favorecido pela greve dos atores dos EUA. Inicialmente, o fim de semana seria marcado pela estreia de “Duna: Parte Dois”, mas a proibição de promoções por parte dos atores, devido à greve, fez com que este lançamento fosse adiado para 2024. A Legendary Pictures, detentora da franquia “Duna”, entende que o elenco, que inclui Zendaya e Timothée Chalamet, é crucial para promover seu lançamento. Sem rivais de peso, “Five Nights at Freddy’s” arrecadou US$ 19,4 milhões, marcando uma queda assustadora de 76% em relação à semana de estreia, graças à disponibilidade simultânea do filme na plataforma Peacock. Mesmo assim, a adaptação do videogame ultrapassou a marca de US$ 100 milhões em menos de 10 dias. No exterior, onde está disponível apenas nos cinemas, o filme fez expressivos US$ 35,6 milhões, acumulando globalmente US$ 217,1 milhões, um retorno considerável para uma produção de orçamento modesto – custou “apenas” US$ 20 milhões. Com isso, “Five Nights at Freddy’s” tornou-se o segundo título de horror de 2023 a ultrapassar a arrecadação de US$ 200 milhões, seguindo “A Freira 2”, que acumula US$ 265,9 milhões.   Outros destaques da bilheteria A arrecadação de “Taylor Swift: Eras Tour” também continua a impressionar. Em 2º lugar, acumulando mais US$ 13 milhões neste fim de semana, o documentário mais visto de todos os tempos já rendeu US$ 165 milhões na América do Norte e US$ 231 milhões mundiais. Em 3º lugar, “Assassinos da Lua das Flores”, de Martin Scorsese, arrecadou US$ 7 milhões, totalizando uma receita doméstica de US$ 52,3 milhões após três fins de semana. O drama de época, que é uma grande aposta para a temporada de premiações, soma US$ 119 milhões mundiais, mas seu custo foi de US$ 200 milhões (fora despesas de P&A – cópias e publicidade). A biografia de Priscilla Presley dirigida por Sofia Coppola, “Priscilla”, ficou com o 4º lugar ao arrecadar US$ 5,1 milhões, após expansão de seu lançamento limitado para o circuito mais amplo de cinemas em todo o país. Exibida em 1.344 cinemas, bem menos que os demais títulos em cartaz, a produção superou as expectativas da indústria e foi vista majoritariamente por um público jovem e feminino. Apesar do lançamento nos EUA, a produção do estúdio independente A24 ainda vai demorar dois meses para chegar no Brasil – em 4 de janeiro. Finalizando o Top 5 na América do Norte, a dramédia mexicana “Radical”, estrelada e produzida por Eugenio Derbez (“Não Aceitamos Devoluções”), teve uma estreia de US$ 2,7 milhões em somente 419 cinemas. “Radical” chegou aos EUA após se consagrar como sucesso de bilheteria no México, onde virou um dos filmes mais bem-sucedidos da era pós-pandêmica, com mais de US$ 5 milhões em vendas locais de ingressos, segundo os produtores. Não há previsão de estreia no Brasil.   Fracassos da semana A estreia de “O que Acontece Depois”, que marca a volta de Meg Ryan (“Sintonia do Amor”) às comédias românticas, foi um dos fracassos da semana. Sem conseguir atrair um grande público, o filme sobre o reencontro inesperado de um casal de ex-namorados num aeroporto, abriu na 9ª posição com uma receita de US$ 1,5 milhão, proveniente de 1.492 salas de cinema. A produção também não tem previsão para chegar aos cinemas brasileiros. Outro novo lançamento, o thriller psicológico “A Filha do Rei do Pântano” – que já passou pelo Brasil – , teve um desempenho ainda pior. O thriller estrelado por Daisy Ridley (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), no papel da filha de um sequestrador que foge da prisão, abriu na 12ª posição, com uma receita desanimadora de US$ 820 mil em 1.055 locais.   Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana.   1 | FIVE NIGHTS AT FREDDY’S – O PESADELO SEM FIM   2 | TAYLOR SWIFT: THE ERAS TOUR   3 | ASSASSINOS DA LUA DAS FLORES   4 | PRISCILLA   5 | RADICAL

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  • Filme

    Sci-fi “Resistência” e terror “Jogos Mortais X” chegam ao cinema

    28 de setembro de 2023 /

    A programação de cinema desta quinta (28/9) está vitaminada com vários destaques. A lista inclui “Resistência”, uma ficção científica que mergulha em questões éticas e filosóficas; “Jogos Mortais X”, que retorna às origens da franquia de terror; “A Filha do Rei do Pântano”, um suspense psicológico que explora segredos familiares; “Pérola”, uma comédia nacional sobre uma mãe que é uma peça; e “Ruim pra Cachorro”, comédia para adultos que subverte as expectativas tradicionais de filmes sobre animais. E ainda há mais sete títulos em circuito limitado. A grande quantidade e variedade de títulos visa atrair grande público para a celebração promocional da Semana de Cinema, em que as principais redes exibidoras terão ingressos a R$ 12 para todos os filmes em cartaz. Confira a seguir os detalhes de cada lançamento.   RESISTÊNCIA   A nova sci-fi de Gareth Edwards, diretor de “Godzilla” (2014) e “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016) chega precedida por grande hype. A produção é um thriller de ação passado num futuro distópico, marcado pela guerra entre a humanidade e a inteligência artificial (IA). Com efeitos visuais de ponta, o longa se passa após um atentado que fez os EUA banirem todas as IA e acompanha o agente militar Joshua, interpretado por John David Washington (“Tenet”), em uma missão de invasão na Nova Ásia, região onde as IAs são aceitas, para caçar e matar o Criador, o arquiteto elusivo de uma IA avançada que desenvolveu uma arma misteriosa com o poder de encerrar as guerras e a própria humanidade. Mas, durante a missão, ele acaba descobrindo que a arma de destruição mundial que ele recebeu instruções para eliminar é, na verdade, uma IA com forma de criança. E logo muda de lado, enfrentando desafios arriscados para proteger a jovem androide daqueles que querem destruí-la. A obra tem sido elogiada por sua abordagem ambiciosa num gênero frequentemente dominado por sequências e remakes. A narrativa não explora apenas a guerra entre humanos e IA, mas também mergulha em questões éticas e filosóficas, o que tem lhe rendido comparações a obras icônicas de ficção científica. De fato, a trama lembra vários outros filmes, evocando desde produções sobre a Guerra do Vietnã (como “Apocalypse Now”) até sci-fis sobre IAs (“IA”) e androides (“Blade Runner”). O roteiro original foi escrito por Edwards e Chris Weitz (também de “Rogue One”) e o elenco ainda conta com Gemma Chan (“Eternos”), Ken Watanabe (“A Origem”), Sturgill Simpson (“Dog: A Aventura de Uma Vida”), Allison Janney (vencedora do Oscar por “Eu, Tonya”) e a atriz mirim estreante Madeleine Yuna Voyles.   JOGOS MORTAIS X   O décimo filme da franquia de terror inaugurada em 2004 marca o retorno de John Kramer/Jigsaw, interpretado por Tobin Bell, o infame serial killer dos primeiros lançamentos, que morreu em “Jogos Mortais III”, de 2006. Embora várias continuações sugerissem que ele teria escapado da morte, o vilão continua morto. Seu retorno ao cinema se deve a “Jogos Mortais X” ser uma espécie de prólogo, passado entre o primeiro e o segundo filmes. Na trama, um doente e desesperado John viaja para o México em busca de um procedimento médico experimental e arriscado, na esperança de uma cura milagrosa para seu câncer terminal. No entanto, ele descobre que toda a operação é uma fraude destinada a enganar os mais vulneráveis. Enfurecido, o famoso serial killer retorna ao seu trabalho, virando o jogo contra os golpistas de sua maneira característica, através de armadilhas engenhosas, violentas e perturbadoras, com o objetivo de fazer os criminosos se torturarem para evitar a morte. Além de Tobin Bell, a atriz Shawnee Smith, que interpreta Amanda Young, a sucessora de Jigsaw, também retorna na produção, que completa seu elenco com Synnøve Macody Lund (“Ragnarok”), Steven Brand (“Vikings: Valhalla”), Michael Beach (“Dahmer: Um Canibal Americano”), Renata Vaca (“Pisando Fundo”), Paulette Hernandez (“A Vingança das Juanas”), Octavio Hinojosa (“Por la Máscara”) e Joshua Okamoto (“Control Z”). A direção é de Kevin Greutert, que também volta à franquia após editar os cinco primeiros longas e dirigir “Jogos Mortais 6” (2009) e “Jogos Mortais: O Final” (2010).   A FILHA DO REI DO PÂNTANO   O suspense estrelado por Daisy Ridley (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) chega ao Brasil uma semana antes de seu lançamento nos EUA. Na trama, ela vive uma mulher que mantém um segredo terrível sobre seu passado. Helena, a protagonista, tem uma vida aparentemente comum, morando numa cabana com a filha pequena e o namorado. Entretanto, sem que ninguém saiba, ela esconde uma origem sombria e perigosa: seu pai é o infame Rei do Pântano, um assassino que sequestrou sua mãe e as manteve cativas por anos no mato, onde Helena nasceu. Quando ele foge da prisão, Helena sabe que será caçada e, para proteger sua família, precisará usar tudo o que aprendeu com o assassino, buscando forças para enfrentar o homem que a ensinou sobre sobrevivência no mato. O filme é uma adaptação do romance psicológico de mesmo nome de Karen Dionne, com roteiro de Mark L. Smith (“O Regresso”) e direção de Neil Burger (“Divergente”), e o elenco ainda destaca Ben Mendelsohn (“Invasão Secreta”) como o pai foragido e Garrett Hedlund (“Na Estrada”) como o namorado de Ridley.   PÉROLA   Segundo longa dirigido por Murilo Benício (após “O Beijo no Asfalto), a comédia adapta um texto clássico do teatro brasileiro, escrito por Mauro Rasi, que conta a história da matriarca do título pelo ponto de vista do seu filho Mauro, logo após saber da morte da mãe. Ao voltar para sua casa de infância, ele revive momentos da família, principalmente as manias da sua mãe, suas ilusões, senso de humor e desejo de querer controlar todas as coisas, lembrando-a com um carinho particular, que apenas o distanciamento e o tempo permitem. A história segue em torno do relacionamento complexo entre mãe e filho, com conflitos, conversas na cozinha e sonhos traduzidos na construção de uma piscina no quintal. Drica Moraes (“Os Outros”) vive Pérola e Leonardo Fernandes (“Deserto Azul”) é Mauro, o filho que ela não conseguiu controlar nos loucos anos 1970. Exibido no Festival do Rio, o filme foi aplaudido de pé pelo público.   RUIM PRA CACHORRO   Embora filmes de cachorros falantes sejam uma tradição no cinema infantil, “Ruim para Cachorro” é uma comédia para adultos, permeada por humor escatológico e diálogos repletos de palavrões, distanciando-se do tom usualmente sentimental que se associa à produções caninas. Isto tende a causar uma desconexão entre a expectativa do público e o conteúdo real do filme, o que ajuda a explicar seu fracasso de bilheteria nos EUA. Além disso, os cachorros dublados por comediantes como Will Ferrell (“Barbie”) e Jaime Foxx (“Clonaram Tyrone!”) não impressionaram a crítica, apesar dos elogios a seus treinadores, que conseguiram fazê-los atuar de forma convincente. O filme de Josh Greenbaum (“Duas Tias Loucas de Férias”) segue Reggie, um border terrier de 2 anos (com a voz original de Ferrell) que é abandonado por seu dono Doug (Will Forte, de “Nebraska”) em uma cidade distante de sua casa. Ao ser deixado sozinho, Reggie se junta a Bug, um Boston terrier (dublado por Jamie Foxx), e outros cães de rua, incluindo Hunter, um Grande Dinamarquês ansioso (voz de Randall Park, de “WandaVision”) e Maggie, uma pastora australiana inteligente (dublada por Isla Fisher, de “Truque de Mestre”). Juntos, eles embarcam em uma jornada para se vingar de Doug e ajudar Reggie a morder os genitais de seu ex-dono. O grupo de cães enfrenta diversas situações ao longo de sua jornada, desde festas com pizza e cerveja até um encontro com uma águia predatória. A trama também explora a relação entre Reggie e Bug, que se tornam amigos improváveis e aprendem lições valiosas um com o outro. Apesar de seu humor grosseiro, o longa oferece momentos de observação canina perspicaz que adicionam profundidade à história.   DAVID CONTRA OS BANCOS   A comédia britânica é baseado na história real de Dave Fishwick (Rory Kinnear, de “Men: Faces do Medo”), um empresário da classe trabalhadora em Burnley, Inglaterra, que decide criar um banco comunitário ético com o objetivo de doar todos os lucros para instituições de caridade locais. O enredo se desenvolve em torno dos desafios legais enfrentados pelo protagonista para estabelecer seu banco, uma vez que grandes instituições financeiras, que dominam o mercado local há 150 anos, estão dispostas a “lutar sujo” para impedir que ele abale o status quo. Com isso, a trama se torna uma história de Davi (ou Dave) contra Golias. Com direção de Chris Foggin (assistente de Madonna em “W.E.: O Romance do Século”), a obra faz parte de uma tradição de filmes “feel-good” britânicos que abordam questões de classe e regionalismo, e visam servir de inspiração para o público. Além de Rory Kinnear, o elenco destaca Joel Fry (“Cruella”) como um advogado cético, que inicialmente vê o caso de Dave como uma batalha impossível, mas que gradualmente se torna um aliado crucial para tirar o banco do papel, e Phoebe Dynevor (“Bridgerton”) numa subtrama romântica com o advogado.   TERRA DE DEUS   O belíssimo filme do islandês Hlynur Pálmason explora a jornada de um jovem sacerdote luterano dinamarquês (interpretado por Elliott Crosset Hove), que é enviado à Islândia para estabelecer uma igreja. A trama se passa no final do século 19 e aborda temas como fé, colonialismo e a tensão entre a natureza e a civilização. O jovem padre enfrenta desafios tanto físicos quanto espirituais em sua missão, desde a travessia de paisagens inóspitas até o confronto com suas próprias dúvidas e a resistência da população local. Sua relação com seu guia (Ingvar Sigurdsson, de “O Homem do Norte”) serve como um microcosmo das tensões culturais e espirituais que o padre encontra em meio à beleza austera e ameaçadora da Islândia. Fotógrafo amador, o padre também registra as paisagens em imagens, que o filme, por sua vez, exibe aos espectadores numa tela com cortes laterais para evocar o formato de fotografias. Lançado no Festival de Cannes e vencedor de 14 prêmios internacionais, o longa tem 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e é o candidato da Islândia à vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2024.   A CASA DOS PRAZERES   Adaptação do livro erótico de Emma Becker, o filme dirigido por Anissa Bonnefont (“Wonder Boy”) acompanha a vida de Emma (Ana Girardot, de “Les Revenants”), uma escritora que se infiltra em uma casa de prostituição em Berlim para encontrar material para seu próximo livro. A narrativa não busca emitir juízos sobre a prostituição, mas sim oferecer um olhar objetivo e desapegado sobre o tema, focando na jornada pessoal da protagonista e suas interações com outras mulheres no bordel. Entretanto, acaba transformando as cenas de sexo num sumário de fetiches, abrindo mão de explorar a complexidade emocional e psicológica da personagem principal. Ana Girardot recebeu os maiores elogios por sua atuação, descrita como uma das mais corajosas do cinema francês recente, e o elenco ainda destaca Rossy de Palma (“Mães Paralelas”) e Aure Atika (“The Night Manager”).   NOSSO LAR   O filme “Nosso Lar” estreou originalmente em 2 de abril de 2010, data que marcou os 100 anos de nascimento de Chico Xavier. O relançamento comemora os 80 anos do livro do mesmo nome, escrito em 1943 por Chico Xavier enquanto psicografava o médico André Luiz. O livro acompanha a chegada do médico falecido ao além, onde encontra um “plano espiritual” com vários prédios e moradores. A obra foi considerada polêmica na época, por ser a primeira a abordar a mediunidade de forma aberta. Ele inspirou, por exemplo, a novelista Ivani Ribeiro na criação da novela “A Viagem”. Adaptado pelo diretor Wagner de Assis, que era roteirista de filmes da Xuxa e depois desse sucesso se especializou em produções espíritas, o longa chamou atenção por sua equipe hollywoodiana, incluindo seus efeitos chamativos, da mesma equipe que trabalhou em “Watchmen”, a fotografia de Ueli Steiger (“Godzilla” e “O Dia Depois de Amanhã”) e a trilha comandada pelo compositor Philip Glass. Trata-se, enfim, de uma...

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  • Filme

    Daisy Ridley é “A Filha do Rei do Pântano” em trailer de suspense

    31 de agosto de 2023 /

    A Diamond Films divulgou pôster e trailer nacionais de “A Filha do Rei do Pântano” (The Marsh King’s Daughter), suspense estrelado por Daisy Ridley (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) como uma mulher que mantém um segredo terrível sobre seu passado. Helena, a protagonista, tem uma vida aparentemente comum, morando numa cabana com a filha pequena e o namorado. Entretanto, sem que ninguém saiba, ela esconde uma origem sombria e perigosa: seu pai é o infame Rei do Pântano, um assassino que sequestrou sua mãe e as manteve cativas por anos no mato, onde Helena nasceu. Quando ele foge da prisão, Helena sabe que será caçada e, para proteger sua família, precisará usar tudo o que aprendeu com o assassino e encontrar forças para enfrentar o homem que a ensinou sobre sobrevivência no mato. O filme é uma adaptação do romance psicológico de mesmo nome de Karen Dionne, com roteiro de Mark L. Smith (“O Regresso”) e direção de Neil Burger (“Divergente”), e o elenco ainda destaca Ben Mendelsohn (“Invasão Secreta”) como o pai foragido e Garrett Hedlund (“Na Estrada”) como o namorado de Ridley. A estreia está marcada para 28 de setembro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Daisy Ridley tem um segredo perigoso no trailer de novo suspense

    24 de agosto de 2023 /

    A Lionsgate divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Marsh King’s Daughter”, suspense estrelado por Daisy Ridley (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) como uma mulher que mantém um segredo terrível sobre seu passado. Helena, a protagonista, tem uma vida aparentemente comum, morando numa cabana com a filha pequena e o namorado. Entretanto, sem que ninguém saiba, ela esconde uma origem sombria e perigosa: seu pai é o infame Rei do Pântano, um assassino que sequestrou sua mãe e as manteve cativas por anos no mato, onde Helena nasceu. Quando ele foge da prisão, Helena sabe que será caçada e, para proteger sua família, precisará usar tudo o que aprendeu com o assassino e encontrar forças para enfrentar o homem que a ensinou sobre sobrevivência no mato. O filme é uma adaptação do romance psicológico de mesmo nome de Karen Dionne, com roteiro de Mark L. Smith (“O Regresso”) e direção de Neil Burger (“Divergente”), e o elenco ainda destaca Ben Mendelsohn (“Invasão Secreta”) como o pai foragido e Garrett Hedlund (“Na Estrada”) como o namorado de Ridley. A estreia vai acontecer em 6 de outubro nos EUA, mas, por enquanto, ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Star Wars: Filme de Rey será primeiro a abandonar saga original de George Lucas

    28 de junho de 2023 /

    A Lucasfilm está preparando o terreno para as próximas produções da saga “Star Wars” nas telonas. Como já foi revelado, um dos próximos filmes do universo galáctico será focado na personagem Rey, interpretada pela atriz Daisy Ridley. E o estúdio começou a oferecer vislumbres do que virá pela frente. Em entrevista à Games Radar, Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, confirmou que o longa vai se passar após os eventos de “Star Wars: A Ascensão Skywalker” (2019). A história se encerrou com a vitória dos Jedi liderados por Rey contra o temido Palpatine. Com isso, a narrativa vai continuar com Rey mantendo a promessa que fez a Luke Skywalker de continuar o legado dos Jedi e proteger a galáxia. “Acho que o que é sempre incrível em ‘Star Wars’ é que é uma galáxia grande, e estamos saindo de uma grande guerra com a Primeira Ordem. E agora, Rey fez uma promessa a Luke e isso é realmente o cerne de para onde estamos indo e qual será essa história”, afirmou Kennedy. Segundo ela, o próximo capítulo de “Star Wars” introduzirá uma nova história, ultrapassando pela primeira vez a saga original e seus personagens. “E acho que oferece uma oportunidade tremenda de apresentar novos personagens e começar com algo novo, porque culminamos com o que George [Lucas] estava criando, e agora pegamos tudo isso e passamos para o próximo capítulo”.   Filme sobre o primeiro Jedi da história O novo filme foi anunciado durante a Star Wars Celebration no último mês de abril, ao lado de outra produção futura da Lucasfilm, um prólogo dirigido por James Mangold (“Indiana Jones e o Chamado do Destino”), que vai contar a história do primeiro Jedi. “Foi algo que Jim [Mangold] se interessou imediatamente, e acho que é um complemento muito bom para o que estamos fazendo ao avançar para o futuro com Rey, e entender um pouco mais de onde tudo isso começou”, completou Kennedy. “Porque isso estará no cerne da criação da nova Ordem Jedi, então ter uma ideia real de onde isso possa ter começado com o surgimento dos Jedi pode ser bem legal”. Durante uma participação no podcast “Dabogah Dispatch”, da Entertainment Weekly, Kennedy explicou a questão central da personagem na produção. “A pergunta que faremos com a Nova Ordem Jedi e com Rey é: a galáxia ainda precisa deles? Ela os quer de volta? Então há muita coisa para refletir sobre o que estamos fazendo, seja no passado, presente ou futuro”, enfatizou.   Sinopse e título vazados Embora não tenham muitos detalhes divulgados sobre as próximas histórias, o filme de Rey deverá se passar 15 anos após o final de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. A sequência vai abordar a corajosa empreitada de Rey para restaurar a Ordem Jedi. Segundo sinopse revelada pelo site Production Weekly, ela assumirá o papel de mentora de dois jovens promissores estudantes – uma menina e um menino. E conforme seu treinamento avança, fica evidente que a menina possui habilidades extraordinárias, destinada a se tornar uma futura líder. Junto com a sinopse, foi divulgado que o título do filme será “Star Wars: New Jedi Order” (“Star Wars: Nova Ordem Jedi”, em tradução livre). Vale mencionar que durante a Star Wars Celebration a diretora indiana Sharmeen Obaid Chinoy (“Uma Garota no Rio: O Preço do Perdão”) foi confirmada no longa. Ela será a primeira mulher e a primeira pessoa não branca a dirigir um filme da saga “Star Wars”.

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    Daisy Ridley vai estrelar thriller de ação de diretor de “007”

    12 de maio de 2023 /

    A atriz Daisy Ridley, conhecida pelo seu papel como Rey na franquia “Star Wars”, vai estrelar “Cleaner”, novo thriller de ação do diretor Martin Campbell, cineasta por trás de longas do gênero como “007 – Cassino Royale” (2006) e “Assassino Sem Rastro” (2022). Ambientado em Londres, o longa conta a história de ativistas radicais que tomam 300 reféns durante um baile de gala anual de uma empresa de energia no Shard – o arranha-céu mais alto da Europa Ocidental – para expor a corrupção dos anfitriões presentes. Em meio à manifestação, a causa é abduzida por um extremista zeloso, que se diz pronto para matar todos no prédio e enviar sua mensagem anárquica ao mundo. Ao estilo de outros filmes – a única esperança dos reféns no navio é o cozinheiro e a única esperança dos reféns do Nakatomi Plaza é um policial numa festa de Natal no prédio – a única esperança dos reféns londrinos é uma ex-soldado que virou limpadora de janelas. A personagem Daisy Ridley está suspensa há 90 andares do lado de fora do prédio quando o caos se instala. Cabe a ela salvar os reféns e derrotar os assassinos, enquanto também encontra uma maneira de fazer os magnatas corruptos enfrentarem a justiça. O diretor do longa elogiou Ridley e declarou que a atriz foi a escolha certa para o papel. “‘Cleaner’ é um thriller de roer as unhas, único e original tanto com seus personagens quanto em seu cenário. Grande parte do filme se passa ao lado de fora do Shard – a centenas de metros de altura – e eu quero que o público se sinta lá em cima com Joey em uma experiência vertiginosa e de revirar o estômago”, declarou Campbell em comunicado sobre o projeto. As filmagens devem começar em agosto deste ano, mas ainda não foi confirmado se o projeto vai ser realmente filmado no Shard ou se o prédio será recriado em estúdio com ajuda de efeitos especiais. “Cleaner” ainda não tem previsão de lançamento.

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    Novo filme de “Star Wars” com Daisy Ridley mostrará Jedi em caos

    6 de maio de 2023 /

    Durante a recente celebração de “Star Wars”, a presidente da Lucasfilm Kathleen Kennedy expandiu oficialmente a linha do tempo da franquia adicionando a produção dos filmes “Dawn of the Jedi”, “The New Republic” e “New Jedi Order” à galáxia muito muito distante. Agora, ela explicou como “Star Wars: New Jedi Order” vai continuar a história de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, mostrando os Jedi em caos e as dificuldades enfrentadas por Rey (Daisy Ridley) para reconstruir a ordem. “O que estamos explorando é a evolução dos Jedi”, explicou Kennedy em entrevista ao site da revista Empire. “Estamos indo muito para trás, olhando para o presente e agora indo 15 anos após a ‘Ascenção de Skywalker'”. A executiva ainda revelou quais serão os desafios da trama que vai continuar a saga. “A Primeira Ordem caiu, os Jedi estão em caos – há até mesmo um questionamento de quantos ainda existem – e Rey está construindo a Nova Ordem Jedi”, conta. “Baseado no texto que ela recebeu e que Luke transmitiu a ela”, acrescentou. 15 anos é bastante tempo. Ahsoka Tano, Ezra Bridger e Cal Kestis não estão mais nesta fase, o que significa que Rey provavelmente não terá ninguém para treiná-la ou guiá-la. Com isso, suas dificuldades tendem a ser ainda maiores do que se já se esperava para a missão. Apesar disso, a distância é menor do que a pretendida pelo roteiro descartado de Damon Lindelof (“Watchmen”), que se passaria 45 anos depois do último filme, com uma Rey idosa (e interpretada por outra atriz) treinando dois novos recrutas. Já os outros dois filmes, “Star Wars: Dawn of the Jedi” e “Star Wars: The New Republic”, vão abordar fases bem anteriores da franquia. “Dawn of Jedi”, que será dirigido por James Mangold (“Logan”), contará a história do primeiro Cavaleiro Jedi e a origem da ordem. Já “The New Republic”, com direção de Dave Filoni (“The Mandalorian”), será um crossover de séries da Disney+, como “The Mandalorian”, “The Book of Boba Fett” e as vindouras “Ahsoka” e “Skeleton Crew”. Para completar, o filme de Rey, “New Jedi Order”, terá direção de Sharmeen Obaid-Chinoy (“Uma Garota no Rio: O Preço do Perdão”) e roteiro de Steven Knight (criador da série “Peaky Blinders”). Nenhum dos três títulos tem data de lançamento confirmada. Porém, o que gira em torno de Rey deve chegar aos cinemas primeiro: no final de 2025.

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    John Boyega pode se juntar a Daisy Ridley em novo “Star Wars”

    21 de abril de 2023 /

    O britânico John Boyega pode reprisar o seu papel como Finn em “Star Wars: New Jedi Order”, novo filme da franquia. Quem revelou a informação foi o jornalista John Rocha, apresentador do Hot Mic Podcast, que diz ter conversado com “fontes confiáveis da indústria”. No passado, Boyega afirmou não ter mais interesse em participar do mundo de “Star Wars”, inclusive criticando a franquia e a evolução da história de seu personagem nos últimos três filmes. Para o ator, Finn e outros personagens não-brancos foram deixados de lado nos longas. Segundo Rocha, o que melhorou a situação foi uma conversa entre Boyega e Kathleen Kennedy, chefe da Lucasfilm, produtora responsável por “Star Wars”. Recentemente, o ator parece ter diminuído o tom de suas críticas à franquia. Apesar de ainda não ter nada confirmado, o jornalista afirmou que John Boyega já está decidido e fechou um acordo para participar do longa. Caso Boyega retorne aos filmes de Star Wars, vai contracenar com Daisy Ridley, que interpretou Rey nos últimos três longas da saga. Daisy foi o primeiro nome confirmado na produção. “Star Wars: New Jedi Order” vai se passar 15 anos depois de “A Ascensão de Skywalker” (2019), e mostrará Rey como uma mestra Jedi. O roteiro está sendo escrito por Steven Knight (“Spencer”) e a direção será de Sharmeen Obaid-Chinoy (“Saving Face”). Ainda não há previsão de estreia.

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