Remakes de Magnum, Cagney & Lacey, Charmed e Super-Herói Americano podem virar séries em 2018
Após diversos revivals e remakes bem-sucedidos de séries clássicas, as redes americanas vão continuar investindo em nostalgia para 2018. Diferentes canais deram sinal verde para a produção de pilotos baseados em antigos sucessos televisivos, que, se aprovados, deixarão a programação da TV americana com cara de reprise. A rede CBS encomendou o remake de duas séries de detetives dos anos 1980: “Magnum” e “Cagney & Lacey”. A primeira marcou a década com a ferrari vermelha, as camisas floridas e o bigode de Tom Selleck, enquanto a segunda destacou a parceria de duas mulheres detetives, vividas por Tyne Daly e Sharon Gless. Peter Lenkov, responsável pelos remakes de “Hawaii Five-0” e “MacGyver”, está escrevendo o roteiro do piloto ao lado de Eric Guggenheim (“Desafio no Gelo”). A nova versão é descrita como uma atualização do original. Vai girar em torno de Thomas Magnum (o antigo papel de Selleck), um ex-militar Navy SEAL condecorado que, ao voltar do Afeganistão, usa suas habilidades militares para se tornar um investigador particular, com a ajuda de outros veteranos – Theodore “TC” Calvin e Orville “Rick” Wright – e da ex-agente secreta do MI:6 Juliet Higgins. A premissa é bastante similar à série criada por Donald P. Bellisario e Glen A. Larson em 1980, que durou oito temporadas na própria CBS. Selleck também interpretava um ex-militar, veterano da guerra da época, o conflito do Vietnã. Fora a atualização, a principal diferença está na escalação de uma mulher para o papel de Higgins, vivido por John Hillerman na atração original. A nova versão de “Cagney & Lacey” está sendo escrita por Bridget Carpenter (criadora da minissérie “11.22.63”) e deve manter a trama original, que destacava a amizade de duas detetives da polícia, tanto no trabalho quanto em suas vidas pessoais. A temática de empoderamento feminino torna a atualização mais fácil de ser feita para os dias atuais. Outro sucesso dos anos 1980, a comédia “Super-Herói Americano” (The Greatest American Hero) voltará com uma mudança de sexo na rede ABC. A série original foi criada por Stephen J. Cannell (“Anjos da Lei”, “Esquadrão Classe A”) e durou três temporadas, entre 1981 e 1983, acompanhando um professor (William Katt) que encontra uma roupa que lhe concede superpoderes, mas perde o seu manual de uso, tendo que aprender suas novas habilidades por meio de tentativa e erro. Ao mesmo tempo, um agente do governo (Robert Culp) quer controlar as suas ações, e ele precisa decidir se vai usar a roupa para ajudar os outros ou só a si mesmo. No remake, a roupa será vestida por Meera, uma mulher de 30 anos que ama tequila e karaokê, e cuja falta de responsabilidade sempre causou grande desgosto em sua família tradicional indiana. O projeto está sendo desenvolvido por Rachna Fruchbom (roteirista-produtora de “Fresh Off the Boat”). Por fim, a rede CW encomendou um segundo piloto de “Charmed”, após ter reprovado o primeiro no ano passado. Produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), a série de 1998 acompanhava três irmãs bruxas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. O remake de “Charmed” foi cogitado pela primeira vez há quatro anos pela rede CBS, mas não chegou muito longe em seu desenvolvimento, após ser torpedeado nas redes sociais pelas atrizes da série original. Elas continuam reclamando e ajudaram a implodir o segundo projeto, que seria um prólogo passado nos anos 1970. Os responsáveis pelo piloto rejeitado continuam a frente do remake, mas mudaram tudo. Agora, a trama irá acompanhar três irmãs de uma cidade universitária atual, que descobrem que são bruxas. A produção é de Jennie Snyder Urman e o roteiro foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, todas da série “Jane the Virgin”. Por enquanto, os quatro projetos são apenas possibilidades. Para que as séries clássicas voltem à programação televisiva, seus respectivos canais precisam aprovar os pilotos encomendados. Caso isso aconteça, as estreias devem acontecer já na próxima temporada de outono, que inicia em setembro nos Estados Unidos.
Fotos de Legends of Tomorrow destacam participação de Constantine
A rede CW divulgou 12 fotos do próximo episódio de “Legends of Tomorrow”, que destaca a volta do ator Matt Ryan ao papel de John Constantine. Ele embarca a bordo da nave Waverider no 10º episódio da 3ª temporada, intitulado “Daddy Darhkest”, que será o primeiro sem a presença dos dois intérpretes do herói Nuclear. A exibição está marcada para 12 de fevereiro nos Estados Unidos. “Constantine” foi a única série da DC Comics/Vertigo cancelada na 1ª temporada, mas os fãs nunca desistiram de voltar a ver o personagem na TV, especialmente depois de uma participação especial no 4º ano de “Arrow” – quando conheceu Sara Lance (Caity Lotz), responsável por apresentá-lo ao resto das “lendas”. Na verdade, Matt Ryan nunca abandonou totalmente John Constantine, dublando-o na animação “Liga da Justiça Sombria” e também na vindoura série animada de “Constantine”, atualmente em produção para o serviço de streaming da rede CW. Como os produtores do desenho são os mesmos das séries de super-heróis do canal, foi fácil arranjar a aparição. A interpretação de Ryan, porém, é controversa. Há quem goste, há quem odeie. O personagem também já foi vivido por Keanu Reeves no cinema, num ótimo longa-metragem lançado em 2005.
Riverdale terá episódio musical inspirado em Carrie, a Estranha
A série “Riverdale” vai exibir um episódio musical em sua 2ª temporada. A rede CW revelou que a trama vai envolver a montagem de uma peça por alunos da Riverdale High School, chamada “Carrie: The Musical”. Trata-se de uma versão musical de “Carrie, a Estranha”, clássico do terror escrito por Stephen King, que já ganhou duas versões cinematográficas – a primeira, de 1976, é obrigatória, com direção de Brian De Palma. O espetáculo será concebido e dirigido pelo personagem Kevin Keller (Casey Cott) – descrito no comunicado como “futuro vencedor do Tony” – e trará a ruiva Cheryl Blossom (Madelaine Petsch) no papel de Carrie, Veronica (Camila Mendes) como a menina malvada Chris, e Betty (Lili Reinhart) e Archie (K.J. Apa) como o casal Sue e Tommy. “Riverdale” já teve vários momentos musicais em sua trama, já que Archie pretende seguir carreira de cantor-compositor e as integrantes da banda feminina Josie e as Gatinhas estudam na mesma escola. O episódio musical irá ao ar em 18 de abril. A série tem seus capítulos exibidos no mesmo dia no Brasil, pelo canal pago Warner.
Supergirl forma equipe de supermulheres em vídeos e fotos do novo episódio
A rede CW divulgou fotos, o trailer e uma cena do próximo episódio da 3ª temporada de “Supergirl”, em que a personagem-título vivida por Melissa Benoist forma um time de supermulheres para enfrentar a ameaça de Régia (Odette Annable). Além da nova aliada Satúrnia (Amy Jackson), ela alista duas supervilãs poderosas, Curto-Circuito (Debbie Pelt) e Psi (Yael Grobglas). Uma curiosidade: nos quadrinhos, Psi tem os mesmos poderes de Satúrnia, mas a série parece ter confundido a integrante da Legião dos Super-Heróis com outra personagem, já que ela ainda não demonstrou sua famosa telepatia. Intitulado “Fort Rozz”, nome da prisão kryptoniana para supercriminosos, o episódio vai ao ar nesta segunda (22/1) nos Estados Unidos. A 3ª temporada de “Supergirl” está sendo exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Kid Flash vai trocar de série para integrar Legends of Tomorrow
O herói Kid Flash vai trocar de série. O ator Keiynan Lonsdale, que interpreta Wally West, tem aparecido cada vez menos em “The Flash” por um motivo simples. Ele está se mudando para “Legends of Tomorrow”. Kid Flash passará a ser integrante fixo de “Legends of Tomorrow” já em fevereiro, no segundo episódio do retorno da atração, após o hiato de final de ano. “Quando seu personagem afastou-se do Flash para continuar trilhando seu próprio caminho, sentindo-se um pouco distante de sua família e equipe, nós sabíamos que Wally West caberia perfeitamente em ‘Legends'”, disse o produtor executivo Phil Klemmer em um comunicado. “No final desta temporada, Wally vai aprender que as ‘lendas’ têm uma definição diferente do que significa ser um herói”, completou. A entrada de Kid Flash no elenco de “Legends” acontece poucos episódios após a saída de Nuclear. E é “curioso” reparar como os produtores procuraram manter uma espécie de cota racial na trama, trocando um ator negro (Franz Drameh) por outro. Isto já tinha sido verificado na temporada anterior quando a Mulher Gavião, vivida por Ciara Renée, foi trocada por Vixen, interpretada por Maisie Richardson-Sellers. De todo modo, Kid Flash não é um estranho entre as lendas, já que lutou ao lado dos demais heróis durante o crossover “Crisis on Earth-X”. Além disso, também fez uma rápida aparição no primeiro episódio da 3ª temporada de “Legends”. A série da equipe liderada por Canário Branco/Sara Lance (Caity Lotz) retorna com episódios inéditos em 12 de fevereiro nos Estados Unidos. No Brasil, tanto “Legends of Tomorrow” quanto “The Flash” são exibidos no canal pago Warner.
Life Sentence: Nova série da protagonista de Pretty Little Liars ganha comercial e data de estreia
A rede CW divulgou um novo comercial de “Life Sentence”, série de comédia dramática estrelada por Lucy Hale, que revela a data de estreia da atração. Primeira integrante de “Pretty Little Liars” a emplacar projeto após o final das gravações da série de mistério adolescente, Hale vive Stella Abbott, uma jovem que, nos últimos oito anos, lutou contra um diagnóstico pessimista de câncer. A trama gira em torno do que acontece após ela receber a notícia de que conseguiu se curar. Para começar, logo fica claro que sua família e marido faziam esforços sobre-humanos para mantê-la disposta em sua luta contra o câncer, inclusive concordando com tudo o que ela queria. Isto muda radicalmente após a cura, com a revelação de que seu marido pode ter gostos diferentes do que ela imaginava, sua mãe pretende se divorciar para ficar com sua amante lésbica, a irmã se tornou amarga por perder oportunidades para que ela fosse prioridade e o pai talvez tenha que vender a casa da família para cobrir as despesas de seu tratamento. Como se não bastasse, ela largou os estudos e não tem condições de conseguir um emprego decente. E sua dificuldade em lidar com situações em que é contrariada também não ajuda. Em suma, a protagonista precisará fazer grandes ajustes de perspectiva para sobreviver ao resto de sua vida. “Life Sentence” é uma criação de Erin Cardillo e Richard Keith (criadores da série “Significant Mother”) e o elenco inclui Dylan Walsh (série “Nip/Tuck”) e Gillian Vigman (série “Suburgatory”) como os pais, Brooke Lyons (série “The Affair”) e Jayson Blair (série “The New Normal”) como os irmãos, e Elliot Knight (o Merlin de “Once Upon a Time”) como o marido. O piloto tem direção do cineasta Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”) e a estreia está marcada para 7 de março nos Estados Unidos.
Homem-Elástico ganha novo uniforme no próximo episódio de The Flash
A rede CW divulgou o trailer e 20 fotos de “The Elongated Knight Rises”, episódio da 4ª temporada de “The Flash”, que vai ao ar na próxima terça (16/1) nos Estados Unidos. O vídeo mostra Barry Allen (Grant Gustin) na prisão, após ser incriminado por um assassinato que não cometeu, deixando o combate ao crime a cargo do time de coadjuvantes da série. É a deixa para o Homem-Elástico (Hartley Sawyer) assumir mais responsabilidade. E com poderes e responsabilidades, vem… um novo uniforme, como demonstra uma das imagens. Já era tempo, já que o traje que ele usava, como o próprio Elástico definiu, era “feio de doer” (tradução aproximada do termo “butt-ugly”). A decisão de incluir o Homem-Elástico na série foi uma das melhores surpresas da temporada. Afinal, Ralf Dibny, o Homem-Elástico, é um dos aliados mais antigos de Barry Allen nos quadrinhos. Ele fez sua estreia justamente numa história do Velocista Escarlate, criado por John Broome e Carmine Infantino em 1960, com grande input do editor Julius Schwartz, que queria um novo coadjuvante para o Flash. Eventualmente, ele ganhou histórias próprias e também entrou na Liga da Justiça. Ao longo dos anos, Ralf fez fortuna no showbusiness e casou com a namorada Sue Dearbon, formando um dos casais mais bacanas dos quadrinhos. Uma das características de suas histórias individuais é que Ralf e Sue investigavam pistas e mistérios ao estilo dos antigos romances de detetives, conseguindo resolver mais crimes que o próprio Batman. Até tudo ruir na minissérie “Crise de Identidade” em 2004, quando Sue foi assassinada por Jean Loring, a esposa de Ray Palmer (o Elektron), levando o herói divertido a se tornar sombrio. Obcecado em trazer Sue de volta à vida, ele fez todo tipo de pactos sobrenaturais, mas só conseguiu reencontrá-la com sua própria morte no crossover “52”. A série destaca o Ralph Dibny divertido das primeiras aventuras do herói, com interpretação de Harley Sawyer (da novela “The Young and the Restless”). “The Flash” é exibida pelo canal pago Warner no Brasil.
Comercial revela que Mon-El usará uniforme clássico dos quadrinhos na série Supergirl
A rede CW divulgou um novo comercial de sua programação, com participação dos protagonistas das séries que compõem sua midseason. E em meio ao desfile de personagens, uma imagem de super-herói chamou atenção. Coadjuvante de “Supergirl”, Mon-El apareceu com o uniforme clássico dos quadrinhos, em vermelho e azul, com direito à capa esvoaçante. O visual é bem diferente do vestido pelo ator Chris Wood no episódio da Legião dos Super-Heróis. E pode representar alguma reviravolta da trama. O personagem surgiu em 1961 para uma aparição única na revista do Superboy, mas a criação de Robert Bernstein e George Papp fez tanto sucesso que se tornou recorrente, até sua história ganhar um final feliz. A aparição de Mon-El marcou época pelo enredo trágico, que partiu o coração de milhares de crianças nos anos 1960. Originalmente, ele chegava a Terra sem memórias e, por ter os mesmos poderes, acabava confundido com um kryptoniano por Superboy. Feliz por ter encontrado um amigo poderoso de sua idade, o jovem Clark Kent foi quem batizou o desconhecido com o nome Mon-El, compartilhando seu sobrenome kryptoniano (Kal-El) ao “adotá-lo” como primo. Mas a alegria dura pouco, pois o alienígena se mostra imune à kryptonita e faz Superboy perceber que o estranho não poderia ser quem imaginava. Achando que estava sendo enganado por algum inimigo ardiloso, o jovem de aço decide desmascarar o farsante colocando-o diante de kryptonita para ver sua reação. O problema é que, para se proteger da radiação venenosa, o herói usa uma caixa de chumbo. Mas Mon-El, que na verdade vinha do planeta Daxam, era vulnerável ao chumbo, substância mortal para os daxamitas, e o erro de Superboy acaba envenenando-o. Diante da morte certa do amigo, Superboy recorre à única solução que consegue imaginar: enviá-lo para a Zona Fantasma, onde os piores criminosos de Krypton ainda viviam, de forma incorpórea, enquanto se dedicaria a encontrar uma cura para resgatá-lo. Ele nunca conseguiu cumprir a promessa. Mas Mon-El foi resgatado, mil anos depois, no século 30, quando Brianiac 5 desenvolveu um cura para seu envenenamento. Livre da Zona Fantasma, ele acabou convidado a integrar a Legião dos Super-Heróis. Toda essa história orientou a adaptação do personagem em “Supergirl”, que preservou alguns pontos-chaves da origem de Mon-El, como o envenenamento por chumbo e sua ida ao futuro, onde é curado e vira um legionário. “Supergirl” está atualmente em sua 3ª temporada nos Estados Unidos e é exibida com poucos dias de atraso no Brasil pelo canal pago CW. A série também tem seus primeiros episódios transmitidos na madrugada da rede Globo.
Série do herói Raio Negro estreia com 100% de aprovação e grande audiência nos EUA
A estreia de “Black Lightning”, a série do super-herói Raio Negro, demonstrou que o público da rede CW não se cansou das adaptações da DC Comics. Exibido na noite de terça (16/1), o primeiro episódio registrou a maior audiência de uma estreia da rede nos últimos dois anos – desde “Legends of Tomorrow”, outra série da DC Comics. Ao todo, 2,3 milhões de telespectadores sintonizaram a nova atração, numa diferença de apenas 100 mil pessoas em relação ao público de “The Flash”, a série de maior público da CW, que foi exibida uma hora antes de “Black Lightning”. O desempenho das duas séries juntas foi tão forte que fez a CW ultrapassar o público a rede CBS, algo raro na dinâmica televisiva americana. Mas não foi apenas o público que aprovou. “Black Lightning” ganhou 100% de aprovação da crítica, segundo levantamento do site Rotten Tomatoes. A nova série é a quinta atração de super-heróis do canal, mas se diferencia das demais por ser a primeira protagonizada por um ator negro (Cress Williams, de “Code Black”). Criado por Tony Isabella (roteirista de “Luke Cage”) e Trevor Von Eeden em 1977, Raio Negro também foi o primeiro herói negro da DC Comics a ter sua própria revista nos anos 1970. Desenvolvida pelo casal Salim e Mara Brock Akil (das séries “The Game” e “Being Mary Jane”), a série não vai refletir as histórias iniciais do personagem, encontrando Jefferson Pierce uma década depois dele deixar seu uniforme de lado, a pedido da esposa, para priorizar sua família. Porém, eventos trágicos o trazem de volta à vida de vigilante mascarado. A série estreia no Brasil com uma semana de diferença em relação aos Estados Unidos, pelo serviço de streaming da Neflix. O primeiro episódio será disponibilizado na próxima terça, dia 23 de janeiro.
Episódio da Legião dos Super-Heróis registra uma das maiores audiências de Supergirl
A série “Supergirl” voltou com tudo de seu hiato de fim de ano na noite de segunda (15/1), introduzindo Brainiac 5 (Jesse Rath) no universo televisivo da DC Comics e apresentando a Legião dos Super-Heróis como aliados da heroína (Melissa Benoist) contra a ameaça de Régia (Odette Annable). E o público aprovou. Apesar do visual e de poderes diferentes dos quadrinhos, a participação da Legião rendeu a segunda maior audiência da 3ª temporada de “Supergirl”. Com 2,1 milhões de telespectadores ao vivo, o episódio só perdeu para o crossover de “Crisis on Earth X”, visto por 2,7 milhões. Em outros tempos, o produtor Greg Berlanti começaria a planejar um spin-off com os personagens. Mas a rede CW já afirmou que atingiu o limite de séries de super-heróis que consegue exibir. São cinco, e a mais nova estreia justamente nesta terça (16/1): “Black Lightning”, com o herói Raio Negro. Para complicar, uma série da Legião seria muito cara: a trama se passa no futuro e em vários planetas, além de incluir duas dezenas de personagens. Por enquanto, Supergirl só conheceu três legionários: seu ex-namorado Mon-El (Chris Wood), Satúrnia (Amy Jackson) e o já mencionado Brianiac 5. Eles continuam na série da heroína, e Satúrnia terá papel importante no próximo episódio, previsto para ir ao ar em 22 de janeiro nos Estados Unidos. “Supergirl” é exibida no Brasil no canal pago Warner. Veja abaixo o trailer do episódio, ainda inédito no país.
Cena inédita de Supergirl mostra Saturnia com poderes diferentes dos quadrinhos
A rede CW divulgou uma cena do próximo episódio de “Supergirl”, que marca o retorno da série após o hiato de fim de ano. A prévia mostra a luta da supervilã Régia (Odette Annable) contra Satúrnia (Amy Jackson) e Mon-El (Chris Wood), da Legião dos Super-Heróis. Eles decidem enfrentar a kryptoniana após Supergirl (Melissa Benoist) ficar em coma no último episódio do ano passado. O episódio foi batizado, justamente, de “Legion of Superheroes”, mas a cena chama atenção para a forma como a série decidiu ignorar a Legião clássica dos quadrinhos. Além de mostrar Saturnia morena – a personagem é loira nas publicações da DC Comics – e com uniforme de couro escuro – é vermelho e branco – , os roteiristas a confundiram com heroínas da Marvel, mostrando-a muito mais poderosa que o costume. Exclusivamente com poderes telepáticos, ela aparece na cena movendo objetos com a mente, como Jean Grey (dos “X-Men”), e criando escudos de energia, como Susan Storm (a Mulher-Invisível do “Quarteto Fantástico”). Apesar disso, há atenuantes para a decisão. Em alguns episódios da série animada da Legião, exibida no Cartoon Network entre 2006 e 2008, Inra Ardeen (o verdadeiro nome da heroína) demonstrou alguma capacidade telecinética e, desde o reboot de “Os Novos 52”, a DC ainda explora a extensão dos poderes da personagem. Primeiros heróis cults dos quadrinhos, a Legião dos Super-Heróis surgiu numa história do Superboy de 1958, escrita por Otto Binder e desenhada por Al Plastino. E fez tanto sucesso que voltou a aparecer outras vezes, até ganhar sua série própria. Seus fãs eram os que mais escreviam cartas, além de se reunir em clubes e publicar fanzines, estimulados pelos editores, que promoviam votações abertas para determinar o líder anual do grupo – o que fomentou um fenômeno geek antes de existir cultura geek. Os quadrinhos da Legião também anteciparam “Star Trek” ao apresentar uma visão utópica do futuro, em que raças de diferentes planetas conviviam sob a… Federação dos Planetas Unidos! Por curiosidade, já houve um crossover da Legião com “Star Trek” nos quadrinhos. A publicação era tão respeitada que seu escritor de mais de uma década, Paul Levitz, virou presidente da DC Comics. Com o tempo, porém, os diversos reboots da empresa bagunçaram tanto a cronologia da publicação que ela acabou perdendo todo seu prestígio original. Para completar o desprestígio, agora alguns de seus personagens centrais aparecem como poderes e visuais diferentes na TV. Vale lembrar que esta não é a primeira vez que a Legião aparece de carne e osso numa série da DC Comics. Saturnia e outros heróis do futuro tiveram uma pequena participação em dois episódios da antiga série “Smallville”, que soube respeitar melhor as características originais dos personagens. O episódio de Legião dos Super-Heróis vai ao ar nesta segunda, dia 15 de janeiro, nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
Episódio piloto do spin-off feminino de Supernatural ganha novo trailer e cena inédita
A rede CW divulgou um novo trailer e uma cena inédita do próximo episódio de “Supernatural”, que serve de piloto para o spin-off feminino “Wayward Sisters”. Os vídeos são centrados na personagem Claire Novak (Kathryn Newton). No trailer, ela lembra que foi salva pelos irmãos Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles), e que agora é sua vez de salvá-los. E na cena, ela conhece uma nova aliada – e integrante do spin-off. Conforme especulado, o projeto será centrado na xerife Jody Mills, vivida por Kim Rhodes, e expandirá a ideia já apresentada em episódios da série, que mostraram a personagem “adotando” duas jovens órfãs problemáticas, Claire Novak e Alex Jones (Katherine Ramdeen). Para quem não lembra, Claire é a filha do receptáculo humano de Castiel (Misha Collins) e Alex era uma jovem raptada por vampiros para atrair vítimas para seu covil. As duas foram introduzidas em episódios diferentes de 2014 e desde então surgem esporadicamente, mostrando que têm treinado para virar caçadoras de monstros. “Wayward Sisters” acrescenta ao elenco mais duas adolescente resgatadas das garras do sobrenatural. Já apresentada, Clark Backo (da série “Designated Survivor”) vive Patience Turner, uma estudante típica do ensino médio que tem a vida virada do avesso ao descobrir que herdou poderes psíquicos de sua mãe – o que a torna alvo de forças das trevas. A personagem foi introduzida num episódio de outubro de “Supernatural”, mas sua mãe é velha conhecida dos fãs da série, vista no 9º episódio da primeiríssima temporada – vivida por Loretta Devine (série “The Carmichael Show”). O episódio-piloto servirá para incluir uma quarta jovem no grupo. Yadira Guevara-Prip (série “Mad Dogs”) viverá Kaia, uma jovem que perdeu sua família e se sente amaldiçoada pelo poder de caminhar entre mundos sobrenaturais em seus sonhos, algo ela ainda não conseguiu entender ou dominar. Ela também já apareceu na série, no último episódio antes do hiato de final de ano, “The Bad Place”, exibido em 7 de dezembro nos Estados Unidos. A lista de protagonistas se completa com a xerife Donna Hanscum (Briana Buckmaster), que será parceira de Mills na criação das adolescentes. Sob o treinamento e proteção das xerifes, as quatro jovens se tornarão uma equipe de caçadoras de monstros, num contraponto feminino para a série original – sobre dois irmãos originalmente treinados por um pai caçador. O spin-off está sendo desenvolvido por dois roteiristas de “Supernatural”, Andrew Dabb e Robert Berens, e o título “Wayward Sisters”, que serve tanto para o próximo episódio da série principal quanto para a nova produção, é inspirado na canção “Carry On Wayward Son”, da banda Kansas, que costuma servir de trilha em “Supernatural”. O capítulo que destaca a equipe feminina de caçadoras de monstros será o primeiro da série após o hiato do fim de ano, previsto para 18 de janeiro nos Estados Unidos. “Supernatural” é exibida pelo canal pago Warner no Brasil.
Brooke Shields será rival de Rogelio em Jane the Virgin
A atriz Brooke Shields vai participar de um arco de vários episódios na 4ª temporada de “Jane the Virgin”. Ela foi escalada como uma famosa atriz e supermodelo chamada River Fields, que vai entrar em uma disputa com o Rogelio (Jaime Camil), o pai de Jane, tornando-se sua rival. O episódio de introdução da personagem de Brooke Shields será exibido no dia 9 de fevereiro na rede CW. Atualmente em sua 4ª temporada nos Estados Unidos, a série ainda está exibindo seu terceiro ano no Brasil pelo canal pago Lifetime.












