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  • Série

    Produção da série Heathers, baseada na comédia cult Atração Mortal, é aprovada

    15 de janeiro de 2017 /

    O canal pago TV Land aprovou o piloto de “Heathers”, série baseada na cultuada comédia teen dos anos 1980 “Atração Mortal”. O anúncio foi feito pelos executivos do canal durante participação no evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). A versão televisiva está sendo descrita como uma comédia no formato de antologia. A ideia é contar uma história diferente por ano. Mas a trama da 1ª temporada é basicamente a do filme. Originalmente, as Heathers eram três garotas ricas, bonitas e insuportáveis com o mesmo nome, que dominavam a pirâmide social de uma high school, praticando bullying com quem consideravam inferiores – gordos, gays, esquisitos, etc. Até serem confrontadas por um estudante serial killer. A atriz Shannen Doherty, que interpretou Heather Duke, segunda líder do grupo – após Heather Chandler (a já falecida Kim Walker) se tornar a primeira vítima de onda de “suicídios” provocados pelo serial killer juvenil – , fez uma participação especial no piloto. Ela divulgou uma foto dos bastidores, usando peruca (devido ao tratamento com quimioterapia de seu câncer) e um lenço de cabelo similar ao que sua personagem usava em 1988. O elenco original ainda destacava Christian Slater (hoje em “Mr. Robot”) como J.D., o delinquente psicopata, e Winona Ryder (hoje em “Stranger Things”) como sua namorada, a rebelde inconformista Veronica Sawyer. A nova versão trará Grace Cox (a Melanie da série “Under the Dome”) como Veronica e o estreante James Scully como J.D. Mas as novas Heathers praticamente foram reinventadas, deixando de ser magrelas brancas para ganharem as formas de um ruivo (Brendan Scannell), uma gorda (Melanie Field) e uma negra (Jasmine Matthews). A série foi criada por Jason A. Micallef, roteirista da comédia indie “Butter: Deslizando na Trapaça” (2011), e o piloto teve direção de Leslye Headland, cineasta responsável pela comédia “Quatro Amigas e um Casamento” (2012). Apesar de aprovada, “Heathers” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Voltron: Reboot do anime clássico ganha trailer da 2ª temporada

    9 de janeiro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer dublado da 2ª temporada da série animada “Voltron”. Trata-se de um reboot do anime clássico “Voltron: O Defensor do Universo”, grande sucesso dos anos 1980. A série de “Voltron” acompanha uma equipe de exploradores do espaço que pilota um robô gigante conhecido como Voltron. A história da produção original é das mais bizarras. Os produtores americanos adquiriram os direitos de dois desenhos animados japoneses em 1984 e, além de decidirem emendar as duas séries, cortaram as cenas de violência e ainda inventaram todos os diálogos na tradução. Virou cult. Desta vez, a produção está a cargo da DreamWorks Animation e, após disponibilizar a 1ª temporada sem alarde no ano passado, a plataforma de streaming promete novos episódios a partir de 20 de janeiro.

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  • Filme,  Série

    Série cult dos anos 1980 Armação Ilimitada pode ganhar filme com elenco original

    8 de janeiro de 2017 /

    A cultuada série dos anos 1980 “Armação Ilimitada” pode ganhar um filme. André de Biase, um dos protagonistas da série, revelou que já tem metade dos recursos captados para rodar “A Última Aventura”, sobre Juba e Lula nos dias de hoje. “Tenho o roteiro pronto, com ação, aventura e humor de situação. É como se [o filme] fechasse um ciclo, parece que não se fechou ainda. É a história de dois amigos que não se veem há 30 anos, e um deles, em grande dificuldade, procura o outro, que está bem-sucedido”, revelou o ator no programa “Os Anos 80 Estão de Volta”, do canal Viva, neste domingo (8/1). Exibida na rede Globo entre 1985 e 1988, “Armação Ilimitada” foi uma série inovadora, que destacava esportes radicais e usava linguagem de quadrinhos para contar as aventuras dos melhores amigos Juba e Lula, que tinham uma pequena empresa de prestação de serviços e namoravam a mesma mulher, a arrojada jornalista investigativa Zelda Scott, interpretada por Andréa Beltrão. A série foi criada pelo próprio André de Biase e seu parceiro Kadu Moliterno, que se conheceram fazendo surfe e tiveram a ideia de levar o universo jovem e radical da época para a televisão. O diretor Guel Arraes complementou a produção com linguagem moderna e o resto é história.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Francine York (1938 – 2017)

    7 de janeiro de 2017 /

    Morreu a atriz Francine York, que participou de diversas séries clássicas, enfrentando até Batman na TV. Ela tinha 80 anos e faleceu na sexta (6/1) num hospital em Van Nuys, na Califórnia, após uma longa batalha contra o câncer. Nascido em Aurora, uma cidadezinha mineira de Minnesota em 1938, York disputou concursos de beleza e trabalhou como showgirl antes de virar modelo em comerciais de carros, no final dos anos 1950. Sua estreia na ficção foi num pequeno papel de recepcionista num episódio da série “Rescue 8”, de 1959. A maior parte de sua carreira foi composta por figurações na TV e no cinema. Uma dessas ocasiões foi um papel descrito como “sexy girl” em “Detetive Mixuruca”, comédia estrelada por Jerry Lewis em 1962. A pequena participação foi suficiente para Lewis convencer o estúdio a contratá-la para aparecer de seus próximos cinco filmes, entre eles sua melhor comédia, “O Professor Aloprado” (1963), em que York viveu uma estudante universitária. Logo, ela se viu contracenando até com Elvis Presley, no filme “Cavaleiro Romântico” (1965). Mas estes papeis em comédias de sucesso mal lhe permitiam falar em cena. Ela só foi conseguir destaque em filmes trash, alguns dos quais ganharam culto como “Wild Ones on Wheels” (1962), em que foi vítima de uma gangue de motoqueiros, “Mutiny in Outer Space” (1965), como capitã de uma nave espacial, e “The Doll Squad” (1973), no qual liderou uma equipe de espiãs internacionais. Pouco vistos na época, os filmes B não a transformaram em estrela. Mas ajudaram a popularizá-la no casting de TV, transformando York numa das figurantes favoritas dos estúdios televisivos. Ela participou de dezenas de séries clássicas, de “Os Intocáveis” a “Jeannie É um Gênio”, até começar a se destacar com aparições marcantes: como a alienígena Niolani em “Perdidos no Espaço”, como a deusa Vênus em “A Feiticeira”, como Miss Amanda Agnew, a parceira recorrente de Robert Wagner na série “O Rei dos Ladrões”, e principalmente como Lydia Limpet, capanga do vilão Traça (Roddy McDowell) na série “Batman”. Estes papéis foram o auge de sua carreira, mas mesmo pequenos marcaram a infância de gerações de fãs. Curiosamente, mesmo sem fazer grande sucesso, ela nunca se aposentou, aparecendo até como a sogra de Nicolas Cage no filme “Um Homem de Família” (2000). As figurações continuaram até recentemente, em séries como “Lois & Clark – As Novas Aventuras do Superman”, “Barrados no Baile”, “Las Vegas”, “O Rei do Queens”, “No Calor de Cleveland” e “Projeto Mindy”. No ano passado, ela participou do fanflic “Star Trek: Progeny” e estava dando os retoques finais em sua biografia quando morreu.

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  • Filme

    Bryan Cranston vai voltar à série Malcolm in the Middle… em filme de James Franco!

    30 de dezembro de 2016 /

    Bryan Cranston acabou de contracenar com James Franco na comédia “Tinha Que Ser Ele?”, que estreia em março no Brasil, e a parceria deu tão certo que será repetida no novo filme dirigido por Franco, “The Masterpiece”. O ator e diretor convenceu Cranston a aparecer no longa como ele mesmo, mas na época em que atuava na série “Malcolm in the Middle”. É que o filme se passa no começo dos anos 2000, quando o futuro astro de “Breaking Bad” se destacava como o pai sem noção de Frankie Muniz no sitcom familiar. “The Masterpiece” é inspirado na história real das filmagens de “The Room” (2003), considerado um dos piores filmes já feitos, e que virou cult justamente pela baixa qualidade de sua produção. Além de dirigir, Franco vai atuar no filme, ironicamente no papel do diretor e ator principal de “The Room”, Tommy Wiseau. O roteiro foi escrito pela dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber (“A Culpa É das Estrelas”, “Cidades de Papel”) e o elenco grandioso ainda inclui Zac Efron (“Vizinhos”), Seth Rogen (“A Entrevista”), Dave Franco (“Vizinhos”), Alison Brie (“O Durão”), Josh Hutcherson (franquia “Jogos Vorazes”), Kate Upton (“Mulheres ao Ataque”), Dylan Minnette (“O Homem nas Trevas”), Sharon Stone (“Instinto Selvagem”), Jacki Weaver (“O Lado Bom da Vida”) e muitos outros. “The Masterpiece” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Criador de Mr. Robot desenvolve série baseada na clássica sci-fi Metrópólis

    18 de dezembro de 2016 /

    O criador de “Mr. Robot”, Sam Esmail, está desenvolvendo uma série baseada na cultuada sci-fi “Metrópolis”, grande clássico do cinema mudo, dirigido por Fritz Lang em 1927. Segundo o site The Hollywood Reporter, a série será produzida pela Universal Cable Productions, mas a função de Esmail na produção ainda está sendo definida. Isso porque não se sabe como ele vai conseguir se focar tanto no projeto se decidir manter o atual ritmo com “Mr. Robot” – Esmail escreveu e dirigiu sozinho todos os episódios da 2ª temporada. “Metropolis” foi o filme mais caro do cinema mudo e seu tema distópico é considerado muito à frente de seu tempo. A trama escrita por Thea von Harbou imaginava o futuro da humanidade em 2026 (100 anos após sua produção), onde o mundo passa a ser dividido rigorosamente em duas partes: a Superfície, onde os ricos usufruem dos avanços da tecnologia, e o Mundo dos Trabalhadores, no subterrâneo, onde os pobres trabalham 10 horas por dia em péssimas condições, sustentando as máquinas que fornecem conforto à população da superfície. Qualquer coincidência com a trama de “Elysium” (2013), “Jogos Vorazes” e tantos outras distopias totalitárias não é qualquer coincidência. O plano da UCP é reunir uma equipe forte, conceber a premissa e oferecer para o mercado. Por conta disso, a série só deve chegar à TV ou ao streaming na próxima década.

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  • Etc,  Série

    Andrew Sachs (1930 – 2016)

    4 de dezembro de 2016 /

    Morreu Andrew Sachs, comediante que brilhou na cultuada série britânica “Fawlty Towers”, ao lado de John Cleese. Ele tinha 86 anos e faleceu em novembro em uma casa de repouso em Londres, diagnosticado com demência, mas a notícia só foi anunciada no final de semana. Nascido em 7 de Abril de 1930, em Berlim, Sachs mudou-se com seus pais para a Inglaterra aos 8 anos, em fuga da crescente perseguição do regime nazista. Ainda adolescente, tentou seguir carreira no cinema, mas só conseguiu fazer figurações em “Grito de Indignação” (1947) e “As Vidas e Aventuras de Nicholas Nickleby” (1947). Sem desistir, focou-se no teatro, começando como assistente de palco de produções londrinas, até conseguir passar em testes para o elenco dos teleteatros da rede BBC. Depois de fazer participações em diversas séries, entrou para seu primeiro elenco fixo em 1975, vivendo o papel que marcaria sua carreira: o garçom espanhol Manuel do hotel fictício Fawlty Towers. Um dos personagens mais icônicos da história da TV britânica, Manuel era um garçom bem-intencionado, mas totalmente atrapalhado, que mal entendia inglês, e vivia constantemente sendo repreendido por seu chefe, Basil Fawlty (Cleese). Manuel acabou se tornou o personagem mais popular da série, mas Sachs pagou um preço físico por isso, machucando-se gravemente duas vezes durante as gravações – numa delas, sendo queimado por ácido. Infelizmente para os fãs, as produções da BBC costumam ser curtas e “Fawlty Towers” teve apenas duas temporadas, cada uma com seis episódios apenas, e separadas por quatro anos de intervalo entre uma e outra. Após o fim de “Fawlty Towers” em 1979, ele continuou a trabalhar em inúmeras produções da rede pública britânica, mas sem a mesma repercussão, incluindo, em 2009, aos 79 anos de idade, um arco na longeva e interminável novela “Coronation Street”, e mais recentemente, em 2015, aos 85 anos, na igualmente eterna “EastEnders”. No cinema, Sachs ainda apareceu, entre outros filmes, em “A História do Mundo, Parte I” (1981), de Mel Brooks e, mais recentemente, na comédia “O Quarteto” (2012), dirigida por Dustin Hoffman. Seu último trabalho foi como dublador de um relógio na fantasia “Alice Através do Espelho” (2016).

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  • Etc,  Filme

    Don Calfa (1939 – 2016)

    4 de dezembro de 2016 /

    Morreu Don Calfa, ator de comédias cultuadas dos anos 1980. Segundo seu assessor, ele faleceu na quinta (1/12) de causas Morreu Don Calfa, que atuou em diversos filmes cultuados, entre eles “A Volta dos Mortos-Vivos” (1986). Segundo seu assessor, ele faleceu na quinta (1/12) de causas naturais, em Palm Springs, na Califórnia, dois dias antes do seu 77º aniversário. Don Calfa nasceu em 1939 em Nova York e começou a carreira em produções da Broadway nos anos 1960. Ele estreou no cinema em “No More Excuses” (1968), dirigido por Robert Downey, o pai do intérprete do Homem de Ferro. Além de ter feito aparições em diversas séries clássicas, a maioria policiais como “Barney Miller”, “San Francisco Urgente”, “Kojak” e “Chumbo Grosso” (Hill Street Blues), o ator construiu uma filmografia impressionante, não só por ter coadjuvado em diversas comédias, mas por ter trabalho com cineastas da elite de Hollywood. Entre seus filmes, listam-se “Licença Para Amar Até a Meia-Noite” (1973), de Mark Rydell, “No Mundo do Cinema” (1976), de Peter Bogdanovich, “New York, New York” (1977), de Martin Scorsese, “Mulher Nota 10” (1979), de Blake Edwards, “1941 – Uma Guerra Muito Louca” (1979), de Steven Spielberg, e “O Destino Bate à sua Porta” (1981), de Bob Rafelson. Entretanto, os filmes de ponta não o tornaram tão conhecido quanto uma comédia de terror que marcou época e até hoje é cultuada: “A Volta dos Mortos-Vivos” (1986). Primeira comédia de zumbis, o filme escrito e dirigido por Dan O’Bannon (o criador da franquia “Alien”) foi responsável por lançar elementos novos na mitologia dos zumbis, como sua preferência por devorar cérebros. Na trama, Calfa interpretava Ernie, o funcionário do necrotério que abriga um grupo de punks durante um ataque de zumbis num cemitério. Ele também se destacou em outro filme sobre mortos meio vivos, que virou referência cultural. Em “Um Morto Muito Louco” (1989), Calfa viveu assassino profissional chamado Vito, frustrado por não conseguir matar Bernie (Terry Kiser), por mais que tentasse, sem saber que seu alvo já estava mais que morto. Por sinal, ele já tinha aperfeiçoado o papel de assassino frustrado em “Golpe Sujo” (1978), em que não conseguia matar Goldie Hawn. A verdadeira frustração foi sua carreira não decolar depois de participar dessas produções cultuadas. Ele ainda tentou apelar para os zumbis engraçados novamente, em “Aqui Caiu um Zumbi” (1989), que foi totalmente ignorado, antes de adentrar o mundo dos terrores B, aparecendo, entre outros, na antologia “Necronomicon – O Livro Proibido dos Mortos” (1993) e em “Progeny – O Intruso” (1998), do especialista Bryan Yzna. Com participações cada vez mais diminutas, seu último papel em uma produção “grande” foi em “Dr. Dolittle” (1998), em que viveu um paciente.

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  • Série

    Shannen Doherty revela participação no piloto da série baseada no cult Heathers

    26 de novembro de 2016 /

    A atriz Shannen Doherty, que atualmente luta contra um câncer agressivo, surpreendeu os fãs ao postar em seu Instagram uma foto de sua participação no set de uma nova produção. Trata-se do piloto da série baseada no cultuado filme “Heathers”, que aqui foi batizado de “Atração Mortal”. Veja abaixo seu post integral. Shannen estava no elenco do filme de 1988 como uma das Heathers do título. Originalmente, as Heathers eram três garotas ricas, bonitas e insuportáveis com o mesmo nome, que dominavam a pirâmide social de uma high school, praticando bullying com quem consideravam inferiores – gordos, gays, esquisitos, etc. Doherty interpretou Heather Duke, que acaba virando a líder do grupo quando Heather Chandler (a já falecida Kim Walker) se torna a primeira vítima de onda de “suicídios” provocados por um serial killer juvenil, J.D. (Christian Slater, hoje em “Mr. Robot”), e a única pessoa que sabe que ela não se suicidou de verdade é sua inimiga Veronica Sawyer (Winona Ryder, hoje em “Stranger Things”). A situação foge de controle quando J.D. começa a eliminar outros adolescentes horríveis da escola e Veronica, que é sua namorada, se vê obrigada a defender os babacas. A versão televisiva dessa história está sendo desenvolvida para o canal pago TV Land e é descrita como uma comédia no formato de antologia. A ideia é contar uma história diferente por ano. Grace Cox (a Melanie da série “Under the Dome”) será Veronica na nova versão e o estreante James Scully viverá JD. Mas as novas Heathers praticamente foram reinventadas, deixando de ser mulheres brancas para ganharem as formas de um ruivo (Brendan Scannell), uma gorda (Melanie Field) e uma negra (Jasmine Matthews). A produção não revelou qual personagem será interpretada por Shannen, mas na foto ela aparece com um laço de cabelo (no caso, peruca) similar ao que tinha no filme. Não há perspectiva de estreia da série, que ainda está em fase de piloto. Sneak peek from the #Heathers set….. jealous much? @tvland Uma foto publicada por ShannenDoherty (@theshando) em Nov 22, 2016 às 10:01 PST

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  • Série

    Vídeo marca começo da produção da 9ª temporada de Curb Your Enthusiasm

    16 de novembro de 2016 /

    Após cinco anos de hiato, a série “Curb Your Enthusiasm” vai finalmente voltar a produzir episódios inéditos. Um vídeo divulgado pelo Twitter oficial da HBO marca o começo das gravações da 9ª temporada da atração. Nele, o comediante J.B. Smoove tenta convencer Larry David, criador e protagonista, a sair de seu trailer para começar as gravações. Mas Larry não dá sinal de estar no estúdio. Veja abaixo. Cultuadíssima, a série foi premiada com o Globo de Ouro em 2003 e acompanha Larry David no papel de si mesmo, vivendo as misérias e fatos sem sentido de sua vida cotidiana. Co-criador da série “Seinfeld”, David também conseguiu reunir o elenco original da atração estrelada por Jerry Seinfeld na 7ª temporada de “Curb Your Enthusiasm”, que serviu como um reencontro e matou as saudades dos fãs da comédia clássica. Ainda não há detalhes sobre o número de episódios ou o elenco que participará da 9ª temporada, que tampouco teve sua data de estreia divulgada. Season 9 of #CurbYourEnthusiasm just started shooting and Larry couldn’t be more excited! @ohsnapjbsmoove pic.twitter.com/o1PWlndFBi — HBO (@HBO) November 11, 2016

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  • Filme

    Autor de The Walking Dead vai produzir remake de Um Lobisomem Americano em Londres

    8 de novembro de 2016 /

    O cultuado filme de terrir “Um Lobisomem Americano Em Londres” (1981) vai mesmo ganhar um remake. Segundo o site Deadline, a produtora Skybound Entertainment vai produzir a nova versão para a Universal. E um dos produtores responsáveis pela adaptação será ninguém menos que Robert Kirkman, o autor dos quadrinhos que originaram a série “The Walking Dead”. O roteiro, por sua vez, ficará a cargo de Max Landis (“Victor Frankenstein”), que é justamente filho de John Landis, o diretor do filme original. Landis, o filho, também deve estrear na direção com este projeto. Para quem não lembra, o filme de 1981 marcou época por trazer a transformação mais explícita e convincente de lobisomem que tinha sido mostrada até então no cinema – o que rendeu um Oscar ao maquiador Rick Baker. O sucesso foi tanto que Michael Jackson convocou Landis, o pai, para dirigir um de seus clipes. Um tal de “Thriller”. Em que o cantor vira lobisomem. Na trama do clássico, dois jovens americanos, de férias no Reino Unido, chegam à uma vila estranha e são atacados por um lobisomem. Enquanto um deles morre, o outro começa sua estranha transformação. Ainda não existe previsão de estreia para o remake.

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    Cult dos anos 1980, Gigolô Americano pode virar série

    5 de novembro de 2016 /

    O canal pago americano Showtime encomendou o piloto de uma série baseada no cultuado filme “Gigolô Americano” (1980), que transformou o ator Richard Gere em sex symbol e rendeu um dos maiores sucessos da banda new wave Blondie (“Call Me”). O projeto está em desenvolvimento há dois anos pela Paramount TV e o produtor Jerry Bruckheimer, que produziu o longa original. Mas o cineasta Paul Schrader, que escreveu e dirigiu o filme de 1980, não participa do projeto. Quem vai comandar a adaptação é outro cineasta, Neil LaBute (“Morte no Funeral”), que pegou gosto por séries com a renovação de sua produção “Van Helsing”, no canal pago SyFy. Além de produzir, LaBute vai escrever o roteiro do piloto, que terá sua trama atualizada para os dias de hoje, mas a premissa permanecerá a mesma. Ou seja, a atração vai girar em torno um acompanhante masculino em Los Angeles, que se apaixona pela esposa de um político, ao mesmo tempo em que se torna o principal suspeito em uma investigação de assassinato. A produção segue a nova estratégia da Paramount de adaptar seus filmes como séries. Além de “Gigolô Americano”, o estúdio está desenvolvendo versões televisivas de “Um Golpe à Italiana” (1969), “Ilha do Medo” (2010), “Escola de Rock” (2003) e dos filmes do personagem Jack Ryan. Por enquanto, o Showtime encomendou apenas o piloto de “American Gigolo” (o título original), que precisará ser aprovado para virar série. Veja abaixo o trailer original do filme de 1980.

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    Estranhos no Paraíso permanece marcante após mais de 30 anos

    5 de novembro de 2016 /

    “Estranhos no Paraíso”, que volta aos cinemas em cópia remasterizada, costuma ser louvado como um dos filmes mais importantes do cinema indie dos anos 1980. O longa de 1984 de Jim Jarmusch marcou época com sua fotografia em preto e branco, cenas paradas e fade to blacks mais demorados do que o normal, passando uma sensação de estranheza e charme bem próprios. Mas em meio ao incômodo, causado também pelo modo como se comportam os personagens naquele cenário um tanto desolado, o filme é muito engraçado. Já foi notado que a situação de seus três personagens se compara a de pessoas vivendo em uma espécie de purgatório, de onde não conseguem escapar. Mesmo Eva (a ótima Ezter Balint), a húngara que chega aos Estados Unidos e se depara com aquele lugar imerso em tédio, não consegue evitar a situação, por mais que tente ter uma atitude mais ativa e positiva diante da vida. O problema é que sua energia parece sugada pelos dois rapazes a seu lado, que mais parecem mortos-vivos, cada um à sua maneira. O filme pode ser visto como uma crítica ao american way of life, mas Jarmusch vai além disso. Até em seus filmes mais recentes, o tédio e a falta de sentido na vida afetam personagens tão distintos quanto o cansado mulherengo vivido por Bill Murray em “Flores Partidas” (2005) e os vampiros existencialistas de “Amantes Eternos” (2013). Portanto, o incômodo de estar vivo parece uma tendência no cinema do diretor. Mas há algo que diferencia “Estranhos no Paraíso” dos demais longas do diretor, que é a forma. A forma dá substância ao conteúdo, ao fiapo de trama. O filme é composto de vários planos-sequência, filmados em preto e branco granulado, em que a câmera quase nunca sai do lugar. E na maioria das vezes fica confinada em espaços fechados, com os personagens assistindo televisão, principalmente. Mesmo quando eles vão ao cinema, o ar de cansaço ou de frustração com a vida está presente – a não ser pelo olhar bobão do personagem de Richard Edson, melhor amigo do protagonista Willie (o músico John Lurie). Poderia falar da tendência que retrata os personagens masculinos como idiotas, na velha tradição das obras de John Cassavetes – e assim como Cassavetes foi o rei do cinema indie americano nos anos 1960-70, pode-se dizer o mesmo de Jarmusch nos 1980-90 – , mas será essa a intenção do diretor? Talvez não. É palpável o carinho do cineasta por esses personagens. O ódio ou o desprezo podem surgir do julgamento do espectador, o que é natural. Faz parte da quebra de expectativas que o filme propõe. Uma subversão com mais de 30 anos e que ainda consegue instigar a imaginação.

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